Julia é uma ex-colega de trabalho. Entrou na empresa e a gente dividiu 10 anos juntos. Nesse tempo, ela casou, teve dois filhos, depois se separou e foi morar com a mãe. Ela era uma mina que sabia o que queria, os caras viviam atrás dela. Tinha um corpo bonito, mas o que se destacava mesmo eram dois peitões lindos, que ela usava e deixava todo mundo maluco. Comigo, a parada foi diferente desde o começo. Conversando, a gente percebeu que compartilhava os mesmos gostos em várias coisas, tipo música e alguns aspectos da vida. Também no futebol, somos torcedores do mesmo time e fanáticos os dois. Ela me contava tudo sobre ela, e eu contava minhas coisas. Isso fez com que a amizade entre a gente fosse tão forte que não dava pra ser outra coisa. No começo, não curti muito, mas aceitei que era assim. Não passava pela minha cabeça ter algo com ela.
Depois de pedir demissão do trabalho, a gente continuou em contato pelo WhatsApp e, às vezes, se encontrava pra tomar algo e bater papo, sem buscar nada. Como sou fanático por futebol, toda vez que meu time joga, vou ao estádio, e ela também vai com os amigos dela. A gente não se via muito, só se cumprimentava, nada além disso, ou talvez uma conversa rápida na arquibancada.
Em 2019, um dia fui ao estádio e encontrei ela na porta. Ela disse que os amigos não tinham ido naquele dia e que estava sozinha. Como eu sempre vou só, falei: "Vem comigo então, a gente fica junto na arquibancada". E ela respondeu: "Bora, melhor assim, não fico sozinha aqui". Subimos pra parte mais alta da arquibancada, e o lugar começou a lotar, a gente ficava cada vez mais apertado.
No meio do jogo, ela chegou perto do meu ouvido e falou: "Olha ali na sua direita, aqueles dois se pegando". Virei disfarçadamente e vi um casal se amassando gostoso. Falei, rindo: "Deixa eles se divertirem". E ela respondeu: "Pois é". Mas eu percebia que ela ficava olhando pra eles toda hora. Num momento, falei: "Se continuar olhando, vai te fazer mal". Ela caiu na risada. Até aí, era só conversa, e na minha cabeça não passava disso. A gente continuou vendo o jogo e... Ela me perguntou se podia ficar na minha frente, porque parecia que atrás tinha alguém que vivia encostando nela e ela não gostava muito. Falei que sim, mas que ia segurar ela pela cintura pra não cair, o que fiz, e ao mesmo tempo tentei não apertar pra não deixar ela mais desconfortável. Mas de repente ela jogou a cabeça pra trás, encostou no meu peito, pegou nas minhas mãos e ficou assim. Depois de um tempo, percebi que a bunda dela estava encostada no meu volume e começou a endurecer. Eu não queria que percebesse e me afastei um pouco, mas ela também se mexia e se apoiava. Então mudei minha postura e comecei a encostar mais nela. Claro, meu pau começou a endurecer e ficou bem visível. Em um momento, a mão dela foi até meu volume e, por cima da calça, segurou ele, enquanto dizia: "Pelo visto você é bem dotado." Fiquei de pau duro o segundo tempo inteiro.
Quando o jogo terminou, eram 23h30. Estávamos sentados na arquibancada e perguntei como ela ia voltar. Ela respondeu: "Vou a pé; você pode me levar em casa?" Claro que falei que sim. No caminho até o carro, conversamos sobre o que aconteceu. Ela disse: "Viu como aqueles dois estavam se pegando? Não aguentei mais. Espero não ter te incomodado." Falei: "Não me incomodou nada, mas e agora, como fica?" Ela ficou pensando, me segurou pelo braço e continuamos andando. Percebi os peitos dela encostando no meu braço.
Quando chegamos no carro, entrei e não sabia como abordar o assunto, já estava decidido a arriscar tudo. Quando fui falar, ela disse: "Quero chupar seu pau aqui, tira ele." Vendo que não tinha ninguém e estava escuro, tirei. Ela começou a chupar, e conforme endurecia de novo, percebia que ela enfiava cada vez mais fundo, fazendo um boquete profundo que me deixou meio louco. Enquanto isso, ela pegou minhas mãos e colocou na cabeça dela, como quem diz "me empurra". Então comecei a empurrar, e ela engoliu tudo, sugando com força e gemendo, até que gozei na boca dela. Ela engoliu todo o sêmen e disse: "Seu pau é uma delícia." Comentei que não esperava por isso. que isso acontecesse e ela me disse que também não, então eu falei "sempre fui um bom amigo, merecia alguma coisa, né?" Ela riu e disse que sim, que apesar de tudo me amava muito e não se arrependia do que rolou. Quando chegamos na casa dela; na porta era quase meia noite e meia e ela fala "quero chupar seu pau de novo" me surpreendeu um pouco pelo lugar (a porta da casa dela) mas aceitei, ela se abaixou de novo e enfiou tudo na boca, eu empurrava a cabeça dela até eu gozar de novo e ela se levantou se lambuzando toda de porra, tenho que admitir que nunca tinham me chupado daquele jeito, ela me fez gozar duas vezes rápido, minhas pernas tremiam. A gente ficou ali um tempão, e eu falei que adorava a boca dela e queria beijá-la, a gente se pegou num beijão fenomenal, e de quebra tirei os peitos dela pra fora e beijei um pouco. A partir daí nossas conversas no zap ficaram mais frequentes, a gente não conseguia se encontrar mas no jogo seguinte a coisa foi mais completa, mas em outro relato vou contar.
Depois de pedir demissão do trabalho, a gente continuou em contato pelo WhatsApp e, às vezes, se encontrava pra tomar algo e bater papo, sem buscar nada. Como sou fanático por futebol, toda vez que meu time joga, vou ao estádio, e ela também vai com os amigos dela. A gente não se via muito, só se cumprimentava, nada além disso, ou talvez uma conversa rápida na arquibancada.
Em 2019, um dia fui ao estádio e encontrei ela na porta. Ela disse que os amigos não tinham ido naquele dia e que estava sozinha. Como eu sempre vou só, falei: "Vem comigo então, a gente fica junto na arquibancada". E ela respondeu: "Bora, melhor assim, não fico sozinha aqui". Subimos pra parte mais alta da arquibancada, e o lugar começou a lotar, a gente ficava cada vez mais apertado.
No meio do jogo, ela chegou perto do meu ouvido e falou: "Olha ali na sua direita, aqueles dois se pegando". Virei disfarçadamente e vi um casal se amassando gostoso. Falei, rindo: "Deixa eles se divertirem". E ela respondeu: "Pois é". Mas eu percebia que ela ficava olhando pra eles toda hora. Num momento, falei: "Se continuar olhando, vai te fazer mal". Ela caiu na risada. Até aí, era só conversa, e na minha cabeça não passava disso. A gente continuou vendo o jogo e... Ela me perguntou se podia ficar na minha frente, porque parecia que atrás tinha alguém que vivia encostando nela e ela não gostava muito. Falei que sim, mas que ia segurar ela pela cintura pra não cair, o que fiz, e ao mesmo tempo tentei não apertar pra não deixar ela mais desconfortável. Mas de repente ela jogou a cabeça pra trás, encostou no meu peito, pegou nas minhas mãos e ficou assim. Depois de um tempo, percebi que a bunda dela estava encostada no meu volume e começou a endurecer. Eu não queria que percebesse e me afastei um pouco, mas ela também se mexia e se apoiava. Então mudei minha postura e comecei a encostar mais nela. Claro, meu pau começou a endurecer e ficou bem visível. Em um momento, a mão dela foi até meu volume e, por cima da calça, segurou ele, enquanto dizia: "Pelo visto você é bem dotado." Fiquei de pau duro o segundo tempo inteiro.
Quando o jogo terminou, eram 23h30. Estávamos sentados na arquibancada e perguntei como ela ia voltar. Ela respondeu: "Vou a pé; você pode me levar em casa?" Claro que falei que sim. No caminho até o carro, conversamos sobre o que aconteceu. Ela disse: "Viu como aqueles dois estavam se pegando? Não aguentei mais. Espero não ter te incomodado." Falei: "Não me incomodou nada, mas e agora, como fica?" Ela ficou pensando, me segurou pelo braço e continuamos andando. Percebi os peitos dela encostando no meu braço.
Quando chegamos no carro, entrei e não sabia como abordar o assunto, já estava decidido a arriscar tudo. Quando fui falar, ela disse: "Quero chupar seu pau aqui, tira ele." Vendo que não tinha ninguém e estava escuro, tirei. Ela começou a chupar, e conforme endurecia de novo, percebia que ela enfiava cada vez mais fundo, fazendo um boquete profundo que me deixou meio louco. Enquanto isso, ela pegou minhas mãos e colocou na cabeça dela, como quem diz "me empurra". Então comecei a empurrar, e ela engoliu tudo, sugando com força e gemendo, até que gozei na boca dela. Ela engoliu todo o sêmen e disse: "Seu pau é uma delícia." Comentei que não esperava por isso. que isso acontecesse e ela me disse que também não, então eu falei "sempre fui um bom amigo, merecia alguma coisa, né?" Ela riu e disse que sim, que apesar de tudo me amava muito e não se arrependia do que rolou. Quando chegamos na casa dela; na porta era quase meia noite e meia e ela fala "quero chupar seu pau de novo" me surpreendeu um pouco pelo lugar (a porta da casa dela) mas aceitei, ela se abaixou de novo e enfiou tudo na boca, eu empurrava a cabeça dela até eu gozar de novo e ela se levantou se lambuzando toda de porra, tenho que admitir que nunca tinham me chupado daquele jeito, ela me fez gozar duas vezes rápido, minhas pernas tremiam. A gente ficou ali um tempão, e eu falei que adorava a boca dela e queria beijá-la, a gente se pegou num beijão fenomenal, e de quebra tirei os peitos dela pra fora e beijei um pouco. A partir daí nossas conversas no zap ficaram mais frequentes, a gente não conseguia se encontrar mas no jogo seguinte a coisa foi mais completa, mas em outro relato vou contar.
2 comentários - Julia, futebol e boquete no carro
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