Mesmo depois de eu ter gozado no cu, o amigo do Pablo, de quem ainda não sabia o nome, continua com o pau duro e empinado. Com uma cara de tarado que mete medo, não me dá tempo pra nada, ele vem na minha direção, eu ainda largada no sofá, escorrendo porra, e me segurando pelas pernas, ele abre elas e me penetra.
Agora sim, consigo sentir a diferença entre uma rola e outra. A do Pablo é linda, foi a que me fez reconciliar com o sexo e o prazer, mas a do amigo é uma pica tremenda. Uma daquelas pirocas que nos vídeos pornô devem levar todos os close-ups.
Olha, o Pablo me comeu como ninguém nunca fez, mas esse cara é um trator. Num momento ele até me levanta e me fode assim, no ar, deslizando eu mesma por toda a pica dele.
Pablo vai até a geladeira, pega uma cerveja e se prepara pra olhar. Deve gostar do que vê, porque também tá com a rola dura.
Eu só sou gemidos e suspiros, e mesmo me entregando, ainda parece inacreditável estar dando pra um cara que acabei de conhecer e nem sei o nome.
—Aguentem aí — o Pablo fala pra gente.
O amigo tá parado do lado do sofá, comigo levantada e bem enfiada. Pablo dá um gole de cerveja, levanta e vem na nossa direção, a pica, com aquela curva divina, balançando ameaçadora entre as coxas dele. Ele chega perto, abre minhas bandas e mete limpinho por trás. De novo tô entupida dos dois lados, os buracos abertos e receptivos.
Eu fico de saco cheio com os dois, parados, se pegando entre si, comigo suspensa entre os corpos deles, todos excitados.
Quando me soltam, caio desabada no chão, de joelhos, e eles aproveitam pra esfregar as picas deles na minha cara toda. A do amigo cheira a buceta, a corrimento vaginal, a do Pablo cheira a cu, mesmo assim não tenho escolha senão chupá-las, engolindo essas espadas brutais até quase rasgar minha garganta.
Não sei quem me levanta e me põe de quatro no sofá. Só me dou conta de quem é quando ele enfia. É o amigo, que já está me submetendo a um vai e vem devastador. Primeiro me come pela buceta, depois pelo cu, nos dois buracos com aquele impacto que me faz pedir pra ele não ser tão bruto. Claro que ele ri de mim quando peço.
Depois vem o Pablo, que me fode igual ao amigo, na brutalidade, sem a menor consideração pela integridade dos meus buracos íntimos.
Quando terminam, me levantam e me levam pro quarto, me jogam na cama, assim, como se eu fosse um objeto, e de novo me comem, cada um na sua vez, se jogando em cima de mim e me submetendo a uma foda que me deixa com os passarinhos rodando na cabeça.
De costas, de quatro, de lado, em pé, me pegam em todas as posições conhecidas, e improvisando outras, deixando meus buracos em brasa.
De novo me pegam entre os dois, de frente e de costas, e num certo momento, me deixando ali deitada, com a bunda bem levantada, brincam pra ver quem consegue meter mais fundo. Óbvio que os dois.
Quando eles terminam, me lambuzam toda de porra, e me deixam largada na cama, voltam pra sala pra continuar enchendo a cara de cerveja.
Fico dormida toda enbolada. Quando acordo já é noite, o amigo já foi embora e Pablo dorme pesado do meu lado.
Levanto devagarzinho, tentando não fazer barulho nenhum, pra não correr o risco dela acordar e querer me comer de novo. Não é que eu não queira, mas depois da surra que os dois me deram, vou precisar de um bom tempo pra sarar os machucados.
Levanto minha roupa que tá no chão, me visto, pego a bolsinha da academia e saio do apartamento do Pablo pra voltar pro meu.
Meu marido tá vendo um filme, os moleques no computador, da cozinha vem um cheirinho de fritura, certeza que ao ver que eu tava demorando, ele começou a cozinhar.
—E aí, como foi na academia? — ela me pergunta.
—Fizemos uma rotina nova (acho que chama dupla penetração), então tô destruída, vou tomar um banho e cair na cama — falo pra ele.
—Fala, assim que a comida ficar pronta, te levo um tira-gosto.
-Obrigado-
A atitude do meu marido só me faz sentir muito mais bosta ainda. Acabei de transar com dois caras, de um deles ainda nem sei o nome, e ele não só se oferece pra cozinhar, como também pra trazer a comida na cama. Re girl la cutie.
Com sentimento de culpa e tudo, não me arrependo dessas experiências. A parada com o Pablo tinha sido incrível, maravilhosa, e agora com o amigo dele, depois que o susto passou, foi épico, majestoso pra caralho.
Precisa nem dizer que naquela noite dormi que nem um anjinho.
Agora sim, consigo sentir a diferença entre uma rola e outra. A do Pablo é linda, foi a que me fez reconciliar com o sexo e o prazer, mas a do amigo é uma pica tremenda. Uma daquelas pirocas que nos vídeos pornô devem levar todos os close-ups.
Olha, o Pablo me comeu como ninguém nunca fez, mas esse cara é um trator. Num momento ele até me levanta e me fode assim, no ar, deslizando eu mesma por toda a pica dele.
Pablo vai até a geladeira, pega uma cerveja e se prepara pra olhar. Deve gostar do que vê, porque também tá com a rola dura.
Eu só sou gemidos e suspiros, e mesmo me entregando, ainda parece inacreditável estar dando pra um cara que acabei de conhecer e nem sei o nome.
—Aguentem aí — o Pablo fala pra gente.
O amigo tá parado do lado do sofá, comigo levantada e bem enfiada. Pablo dá um gole de cerveja, levanta e vem na nossa direção, a pica, com aquela curva divina, balançando ameaçadora entre as coxas dele. Ele chega perto, abre minhas bandas e mete limpinho por trás. De novo tô entupida dos dois lados, os buracos abertos e receptivos.
Eu fico de saco cheio com os dois, parados, se pegando entre si, comigo suspensa entre os corpos deles, todos excitados.
Quando me soltam, caio desabada no chão, de joelhos, e eles aproveitam pra esfregar as picas deles na minha cara toda. A do amigo cheira a buceta, a corrimento vaginal, a do Pablo cheira a cu, mesmo assim não tenho escolha senão chupá-las, engolindo essas espadas brutais até quase rasgar minha garganta.
Não sei quem me levanta e me põe de quatro no sofá. Só me dou conta de quem é quando ele enfia. É o amigo, que já está me submetendo a um vai e vem devastador. Primeiro me come pela buceta, depois pelo cu, nos dois buracos com aquele impacto que me faz pedir pra ele não ser tão bruto. Claro que ele ri de mim quando peço.
Depois vem o Pablo, que me fode igual ao amigo, na brutalidade, sem a menor consideração pela integridade dos meus buracos íntimos.
Quando terminam, me levantam e me levam pro quarto, me jogam na cama, assim, como se eu fosse um objeto, e de novo me comem, cada um na sua vez, se jogando em cima de mim e me submetendo a uma foda que me deixa com os passarinhos rodando na cabeça.
De costas, de quatro, de lado, em pé, me pegam em todas as posições conhecidas, e improvisando outras, deixando meus buracos em brasa.
De novo me pegam entre os dois, de frente e de costas, e num certo momento, me deixando ali deitada, com a bunda bem levantada, brincam pra ver quem consegue meter mais fundo. Óbvio que os dois.
Quando eles terminam, me lambuzam toda de porra, e me deixam largada na cama, voltam pra sala pra continuar enchendo a cara de cerveja.
Fico dormida toda enbolada. Quando acordo já é noite, o amigo já foi embora e Pablo dorme pesado do meu lado.
Levanto devagarzinho, tentando não fazer barulho nenhum, pra não correr o risco dela acordar e querer me comer de novo. Não é que eu não queira, mas depois da surra que os dois me deram, vou precisar de um bom tempo pra sarar os machucados.
Levanto minha roupa que tá no chão, me visto, pego a bolsinha da academia e saio do apartamento do Pablo pra voltar pro meu.
Meu marido tá vendo um filme, os moleques no computador, da cozinha vem um cheirinho de fritura, certeza que ao ver que eu tava demorando, ele começou a cozinhar.
—E aí, como foi na academia? — ela me pergunta.
—Fizemos uma rotina nova (acho que chama dupla penetração), então tô destruída, vou tomar um banho e cair na cama — falo pra ele.
—Fala, assim que a comida ficar pronta, te levo um tira-gosto.
-Obrigado-
A atitude do meu marido só me faz sentir muito mais bosta ainda. Acabei de transar com dois caras, de um deles ainda nem sei o nome, e ele não só se oferece pra cozinhar, como também pra trazer a comida na cama. Re girl la cutie.
Com sentimento de culpa e tudo, não me arrependo dessas experiências. A parada com o Pablo tinha sido incrível, maravilhosa, e agora com o amigo dele, depois que o susto passou, foi épico, majestoso pra caralho.
Precisa nem dizer que naquela noite dormi que nem um anjinho.
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