Mamãe dirigia o carro com uma mão enquanto com a outra brincava com minha rola dura. Eu estava sentado no banco do carona, com as mãos amarradas. Mamãe tinha preparado minha roupa naquela mesma manhã. Eu vestia uma camiseta que tinha guardado antes de jogar fora quase toda minha roupa dois dias antes e um shorts que agora descansava nos meus pés, totalmente abaixado. Mamãe também tinha me dado uma calcinha fio dental vermelha da minha irmã. Agora ela tinha puxado um pouco, liberando a rola que ela batia. Eu estava desesperado pra gozar, porque mamãe tinha me provocado a manhã inteira sem deixar eu descarregar. A gente tinha saído cedo de casa pra ir pra cidade. Segundo ela, íamos em alguns lugares de compras, comer num restaurante bonito e arrumar tempo pra encontrar minha amiga Júlia. Antes de entrar no carro, mamãe tinha amarrado minhas mãos e me sentado no carro, colocando ela mesma o cinto de segurança. Depois, tinha abaixado meu shorts até os tornozelos, segundo ela pra eu não passar calor durante a viagem de umas duas horas até a cidade. Durante a direção, ela me apalpava e batia punheta com uma mão enquanto zoava de mim. – Coitadinho do meu filho que a mamãe não deixa gozar. Ao chegar na cidade, mamãe estacionou num lugar discreto, me desamarrou e mandou eu subir o shorts. A primeira parada foi num mercado que vendia roupas. Mamãe comprou uma quantidade considerável de lingerie pra mim. Quando voltamos pro carro, eu carregava um par de sacolas com tangas, calcinhas de todo tipo, sutiãs e meias. Também comprou calcinhas brancas com desenhos infantis, mais apropriadas pra uma menina do que pra uma mulher. Mas eu não era nada dessas duas coisas, eu era simplesmente a putinha da mamãe. O lugar onde a gente tinha estacionado estava deserto e mamãe abaixou meu shorts e a calcinha fio dental com um movimento rápido e fluido. Ela me colocou de bruços contra o capô do carro e começou a bater punheta com força. Encostou o corpo dela no meu e sussurrou no meu ouvido. – Agora. Vamos pra um lugar onde conhecem a mamãe. Espero que se comporte direito. Se não se comportar, vou te surrar com o cinto e dessa vez não vão ser só quatro golpes. Tá certo? – Sim, mamãe. – Consegui dizer. – Não vai falar a menos que te perguntem, e vai mostrar o respeito devido. – Eu não imaginava pra onde ela ia me levar, mas não tinha outra escolha a não ser fazer tudo que ela mandasse. Ela parou a masturbação, de novo sem deixar eu gozar, subiu minha calça e a gente entrou no carro. O trajeto durou uns minutos e a mamãe estacionou na frente de uma loja de artigos eróticos. Na porta tinha um cartaz dizendo que o estabelecimento era especializado em artigos BDSM. A mamãe entrou e eu fui atrás. A loja era grande. Era um espaço retangular amplo com vários corredores cheios de todo tipo de artigo. Dei uma olhada rápida e vi consolos, cintas penianas, algemas, chicotes, varas, pás, filmes… No fundo tinha um balcão onde duas mulheres conversavam tranquilamente. A primeira era uma mulher bem gorda, de uns trinta anos. As formas roliças dela apareciam por baixo de uma camiseta e calça preta. O cabelo era uma longa, sedosa e bem penteada juba preta. No rosto, uns lábios carnudos pintados com um batom vermelho berrante se destacavam. A segunda era uma garota mais nova. O cabelo tingido de mogno, o pescoço e um dos braços tatuados, e as orelhas cheias de brincos. Vestia um vestido preto curto e justo. Na hora que vi, pensei que ela era muito gostosa. Era magra, com umas pernas bonitas e torneadas, e um pouco mais alta que eu. O vestido deixava ver dois peitos não muito grandes, mas bem formados. De rosto, era uma verdadeira belezinha, com uns lábios finos que pediam beijos, uns olhos claros, um nariz pequeno e bem feito… – Maria, quanto tempo sem te ver. – A mulher gorda cumprimentou minha mãe assim que a viu e, enquanto me olhava, completou. – Achava que você tinha se aposentado. – Ana, que bom te ver. – Elas se abraçaram. Dois beijos. — Essa aqui é uma putinha que, digamos, adotei. Virei a mamãe dela faz pouco tempo e ela me compensa sendo minha vadiazinha complacente. Por isso vim te ver, preciso de material pra educá-la direitinho. — Você sabe que aqui encontra tudo que precisa. Vem, quero te apresentar minha amiga Vicky. — Nós nos aproximamos da garota tatuada que já tinha saído de trás do balcão. — Vicky, essa é a doutora María Gómez, já te falei dela. — É um prazer conhecê-la, Doutora. Sou uma grande admiradora do seu trabalho e uma seguidora fervorosa das suas teorias. Além disso, a Ana me falou maravilhas da senhora. — A garota mostrava um entusiasmo genuíno. — Me chama de María, por favor, faz anos que não exerço. Você é muito gentil de mencionar meus livros. — Suas teorias sobre a dominação do homem através de uma combinação de administração de orgasmos, humilhação e dor são fascinantes. Até a Ana me falar da senhora, eu achava que era tudo teoria. — E o garoto, tem nome? — Perguntou a mulher gorda chamada Ana, interrompendo a conversa. Eu sentia curiosidade pelos livros da mamãe e me arrependi de não ter me interessado pela vida e obra dela muito antes. — Podem chamar ele de putinho virgem. — Respondeu a mamãe apertando meu pacote por cima da calça. Eu só consegui baixar a cabeça, submisso diante daquelas mulheres. A mamãe tinha sido bem clara sobre como eu deveria me comportar. — Ele é virgem? — Perguntou a Vicky, espantada. — Sim. Faz só uns dois dias que comecei a treinar ele. Ele nem consegue se controlar, muito menos controlar a piroquinha dele. Até que ele se esforça, mas ainda falta muito pra aprender a chupar uma buceta como deve ser. Também comecei a abrir um pouco o cuzinho dele. Até ele estar melhor treinado, não vou desvirginar ele. Por que você não mostra pras amigas da mamãe como você é bonitinho? — Olhei pra mamãe sem entender. Ela me deu dois tapas fortes. — Tira a camiseta e a calça. Vamos. — Ordenou com a voz mais autoritária dela enquanto estendia a mão pra mim. e eu tirava a roupa e dava pra ela. Fiquei na frente das três mulheres só de fio dental vermelho. Sem perceber, meu pau ficou duro e lutava pra sair daquela prisão. – Agora sim, como vocês podem ver, é um submisso natural. Só de se despir e mostrar pra duas desconhecidas como gosta de se vestir, já fica toda excitada. – Mamãe esfregou o volume do fio dental enquanto me dava um beijo. Eu olhava de soslaio pra porta. Qualquer pessoa podia entrar na loja e me ver daquele jeito. Mamãe curtia minha humilhação e, enquanto me beijava, percebi que eu também curtia. Ser exibido e tratado daquela maneira despertava em mim algo que eu não conseguia controlar. Mamãe se afastou e pediu pra Ana mostrar as coleiras de escravo. A mulher gorda e a garota tatuada nos levaram até um dos corredores onde várias coleiras e suas respectivas guias estavam penduradas. Mamãe as avaliou, experimentou algumas em mim pra ver como ficavam na minha pele e finalmente escolheu uma. Era uma coleira de couro que se ajustava perfeitamente ao meu pescoço e me deixava respirar tranquilo, a menos que alguém puxasse a guia que vinha junto. Mamãe colocou numa cesta e continuou com as compras. – Ana, você se importa de fechar a loja um tempinho pra gente? Obviamente vou pagar pelo que você perder com isso. Assim podemos brincar à vontade com minha putinha. – Por favor, Maria, você me ensinou tudo que sei, te devo minha vida. – Ana foi devagar até a porta, colocou um cartaz de fechado virado pra fora e trancou o ferrolho. Eu observava ela, aterrorizado. Havia algo naquela mulher cheia de gordura que me apavorava. – Você é muito gentil, Maria. – Disse Vicky. – Tô começando nesse mundo e, sinceramente, ver uma lenda como você ao vivo e me deixar brincar com um dos seus submissos é uma honra. – Você é uma fofa. – Respondeu mamãe. Mamãe tirou da bolsa um pedaço de corda, amarrou minhas mãos atrás das costas e continuamos andando pela loja em busca dos artigos que ela queria pro meu novo educação, sabendo que ninguém nos incomodaria. Eu estava terrivelmente nervoso e excitado. Ser exibido e humilhado daquela maneira mantinha meu pau numa luta exaustiva para se libertar da calcinha. Por outro lado, a incerteza do que aconteceria com minha mãe e aquelas duas desconhecidas para quem eu me oferecera me deixava tenso e na expectativa. Ela parou na frente das mordaças e pegou uma. Era um pedaço de couro com uma bola vermelha no centro. Mamãe colocou em mim e eu mordi aquela bola quando ela me deu um tapa forte. — Essa também vai ficar conosco. Mamãe tirou da bolsa uma elástico de cabelo e fez um rabo de cavalo em mim. — Por favor, sirvam-se vocês mesmas. — Acrescentou mamãe, apontando para mim. — Mas lembrem-se de que ele ainda é uma putinha virgem e só tem alguns dias de treino. — Perfeito. — Disse Ana e se aproximou de mim, agarrando o volume da tanga. Colou a enorme e gordurosa massa que era o corpo dela no meu. Cheirava a suor. — A putinha virgem gosta de mulheres gordas? — Eu não conseguia responder por causa da mordaça. Ela lambeu meus lábios e a bola vermelha. O hálito dela cheirava a cerveja e tabaco. Cuspiu na minha cara e me deu um tapa. — Você gosta de ser tratado como a putinha que é? — Eu concordei, com medo. — Sua mãe — disse ela, entrando no que certamente achava que era um roleplay e não a realidade. — disse que você está aprendendo a comer bucetas. Vai ensinar pra tia Ana? — Concordei com a cabeça de novo. Ela apertou minhas bolas e me empurrou na frente da Vicky. Ela se aproximou. Era realmente uma garota lindíssima. Me olhou com curiosidade e, pegando meu rabo de cavalo, deu um puxão forte que me colocou de joelhos. — Cumprimenta como deve, putinha. — Apontou para os pés dela, que usavam uns sapatos de salto preto. Comecei a lamber e beijar. Ela mexeu um pouco o corpo e colocou o salto na minha frente, que comecei a lamber e, quando ela levantou o pé, comecei a chupar como se fosse um consolo. — Parece que passou a vida inteira sendo uma putinha. Foxy. –Vicky disse pra minha mãe. Tirou o salto da minha boca e com outro puxão de cabelo levantou minha cara e cuspiu em mim com desprezo. Mais um puxão de cabelo e um empurrão me jogaram de cara no chão, e senti o peso da Ana em cima de mim. Ela me sufocou, e a mordaça abafou um grito. Eu vi a mamãe andando um pouco pela loja enquanto pegava um cinto que tinha uma rola de plástico pendurada. – Tá gostando da sua tia Ana? – Ela dizia enquanto me esmagava com o peso. – Maria, se não se importa, vou levar sua putinha pra sala dos fundos, quero ver como ela chupa bem a buceta da tia dela. A Vicky vai te atender tão bem quanto eu. – Sem problema, Ana. Aproveita. Só te aviso: se não tomar cuidado, ela vai gozar rapidinho, passei a manhã inteira esquentando ele sem deixar descarregar. – Eu olhava pra mamãe apavorado. – Ana tirou o peso de cima de mim e me colocou de joelhos. Mamãe se aproximou e acariciou minha bochecha. – Se comporta com a Ana e faz tudo que ela mandar, senão o castigo do cinto vai parecer uma bênção. Pode gozar se a Ana deixar. Ana começou a me arrastar pelo cabelo até os fundos, sem me deixar levantar. Antes de entrar, ouvi a voz da minha mãe acalmando a Vicky. – Fica tranquila, não preciso de muita coisa e você vai ter tempo de brincar com ele. Os fundos eram um quartinho com uma escrivaninha, um sofá velho e caindo aos pedaços e um colchão no chão. – Não costumamos trazer nossas putinhas aqui, mas de vez em quando a gente abre uma exceção, e estamos preparadas. – Ela me jogou no colchão. Ana começou a se despir. Tirou a camiseta e vi que não tinha nada por baixo. Dois peitões enormes e caídos apareceram na minha frente. Tinha uns bicos enormes e umas aréolas maiores ainda. Tirou a calça. Cobria a boceta com uma calcinha branca que, apesar do tamanho, parecia prestes a rasgar de tanta tensão. Ana se aproximou de mim com um sorriso malicioso e sentou em cima da minha rola. Começou a se mexer como se a gente tivesse transando. Eu tinha as mãos esmagadas contra o Minhas costas estavam doendo pra caralho. A Ana tava rindo. Com uma mão, ela tirou a mordaça e deixou ela descansando no meu pescoço. Abriu minha boca com os dedos e enfiou eles sem cerimônia pra dentro. Se inclinou e encostou a cara na minha. Um cheiro forte de suor, cerveja e tabaco invadiu minhas narinas. – Ela deixou cair uma cusparada grossa na minha boca e eu engoli. Apesar da dor e do nojo que aquela mulher me dava, eu tava muito tesudo e agradeci aquela cusparada. – Valeu, tia Ana. – Ela sorriu e deixou cair outra cusparada. – Você é muito putinha vadia. A Maria teve sorte. – Ela se levantou e eu me senti livre do peso dela. Sem se mexer muito, ela se virou e plantou aquele rabão branco na minha cara. Começou a esfregar a bunda e a buceta com força no meu rosto. Com as mãos, ela puxou o tecido da calcinha fio dental e liberou meu pau e minhas bolas. Meu pau duro apontou pro céu e ela começou uma punheta lenta enquanto beliscava meus ovos. Rapidinho, notei que o tecido branco da calcinha dela tava ficando molhado. O cheiro dela era muito mais forte que o da mamãe. Ela ficou um tempão assim até que me soltou daquela bunda sufocante e eu respirei fundo, aliviado, mas muito mais excitado. Com um puxão forte no cabelo, ela me colocou de joelhos de novo. A Ana abaixou a calcinha e eu vi uma mata de pelo preto selvagem. Enfiou dois dedos na vagina dela e começou a mexer eles freneticamente. Tirou eles e colocou na minha boca. – Tá gostando do gosto da sua tia, minha menina? – Sim. – Respondi sem nenhum controle sobre mim mesmo, naquele momento eu só conseguia pensar em comer aquela buceta peluda e fedida. Ela me pegou com as duas mãos na cabeça e me levou até a vagina dela. Eu comecei a lamber, chupar e engolir fluidos vaginais e pelo. Ela soltava gemidos roucos pela boca. De repente, ela me afastou e me deu um tapa forte na bochecha pra, automaticamente, me esmagar de novo contra aquela mata de pelo e rir. Ela repetiu isso umas duas vezes antes de gozar e me deixar cair no colchão. – Muito bem, putinha. Sua mãe tem razão, você ainda é muito impulsivo e meio desajeitado, mas isso se cura com a experiência. Mesmo assim, parece que você nasceu pra chupar bucetas. – Enquanto dizia isso, a porta se abriu e entraram Vicky e Mamãe. – Tô vendo que minha putinha virgem se comportou muito bem com a titia. – Olhou pra minha cara de tesão e, rindo, disse: – Que malvada foi a titia, você ainda não gozou. Vai ficar com as bolas roxas. Ana se inclinou sobre mim e apertou meus ovos. – Pobrezinha, raposinha. – Me colocou de joelhos com o rosto no colchão e abriu minhas pernas. Me deu um puxão forte no cabelo e me levantou, olhando pra mamãe e Vicky. – Vamos ver a bunda da putinha. – Sem soltar meu cabelo, deixou cair uma cuspida grossa no meu cu e, sem mais, me penetrou com dois dedos até o fundo. O grito de dor que soltei inundou o quartinho e as calcinhas da minha boca caíram no chão. Vicky se aproximou rindo e se inclinou até colocar o rosto a poucos centímetros do meu. Me acariciou com suavidade e pegou com o dedo uma lágrima que escorria pela minha bochecha. – Pobrezinha, putinha. Ana é uma besta, né? Fez a putinha chorar. – Ana acelerou o ritmo da fodida com os dedos e mais lágrimas caíram dos meus olhos. – Não se preocupa, putinha. Vicky é muito mais boazinha que Ana e vai te tratar bem. – Abriu minha boca com os dedos e cuspiu. – Agarrou meu pau e bateu uma punheta suave. – Você gostou, né? Sua mamãe me disse que você me devorou com o olhar assim que me viu. Cê acha que eu sou gostosa? – Sim. – Minha voz saiu fraca. – Você gostaria de me ver pelada? – – Eu sim. – Respondeu por mim, minha mãe, se aproximou dela e a separou de mim com cuidado. Colocou de volta as calcinhas de Ana na minha boca e beijou com ternura os lábios de Vicky. Eu não sabia que mamãe também gostava de mulheres e não conseguia tirar os olhos daquele espetáculo. Mamãe tirou o vestido de Vicky e deixou entrever um conjunto de lingerie sexy azul transparente que rapidamente também desapareceu. Como já tinha adivinhado, os peitos de Vicky eram pequenos, mas perfeitamente formados, com dois deliciosos mamilos que já estavam durinhos. A buceta dela estava perfeitamente depilada e com um aspecto brilhante. Além da tatuagem no pescoço e no braço, ela tinha outra abaixo do umbigo. Mamãe acariciou a buceta depilada dela e sussurrou algo no ouvido dela. Ambas me olharam com malícia enquanto Ana continuava fodendo meu cu com força com dois dedos, mantendo minha cabeça erguida puxando meu rabo de cavalo. Vicky se deitou na minha frente, com as pernas abertas. Eu tinha uma visão perfeita do corpo soberbo dela. Das pernas finas e macias, da pele lisa, da barriga firme, dos peitos, dos lindos olhos verdes e da bucetinha depilada. Ela começou a se masturbar com um dedo. — Sua mamãe me prometeu que quando você for uma putinha bem treinada e ela te desvirginar, ela vai me deixar foder você. Você gostaria? Mas antes, você tem que ser uma putinha bem-educada e fazer tudo que sua mamãe mandar. Mamãe ficou ao lado da Ana. Enquanto segurava meu pau e começava um sobe e desce frenético, ela disse: — Goza, putinha, goza pras amigas da mamãe. — Não posso dizer que demorou muito. Uma gozada generosa jorrou em direção ao corpo da Vicky, sujando os peitos, as coxas, a barriga, o pescoço, o rosto e até o cabelo dela. Ela se afastou um pouco sem se levantar, enquanto mamãe me desamarrava e Ana parava de foder meu cu e soltava meu cabelo. Caí de mãos no chão e fiquei assim, de joelhos, recuperando o fôlego. Eu teria recuperado um pouco da sanidade se não tivesse levantado a vista e visto o rosto da Vicky. Eu sabia que ainda não tinha acabado assim que a vi, suja do meu gozo, me olhando com luxúria. — Olha como você me deixou. Agora você vai ter que me limpar. — Ela pegou umas gotas do meu gozo do cabelo dela e passou nos próprios lábios, deixando uma mancha esbranquiçada. Ela apontou para aqueles lábios lindos e olhou para mamãe. Ela assentiu com um sorriso doce. Me aproximei dela engatinhando e coloquei meus lábios nos dela. Nós Ficamos assim por um segundo até que ela enfiou a língua na minha boca. Por trás, senti alguém puxar o fio da tanga que eu ainda vestia e soltá-lo sobre a fenda indefesa da minha bunda. Outra mão agarrou meu pau, que mal tinha começado a perder a dureza depois do orgasmo, e começou uma punheta lenta. A Vicky separou a boca da minha e me sorriu com luxúria, apontando para outra mancha de porra na bochecha dela. Fui até lá e beijei a bochecha dela antes de chupar toda a sujeira que tinha deixado. Ela foi me mostrando diferentes manchas em partes do corpo dela. Beijei e lambi o pescoço dela, a barriga e as coxas. Chupei e beijei os peitos e mamilos dela e o umbigo. Limpei todo o corpo dela da minha porra com a boca, menos uma parte, e quando finalmente ela apontou para a buceta dela, eu estava quase tão excitado quanto antes de gozar. A punheta, que pelo canto do olho vi que a mamãe estava fazendo em mim, me deixou duro de novo, apesar de ter gozado há poucos minutos. Comecei a comer a buceta depilada da Vicky com cuidado. Era quase tão gostosa quanto a da mamãe. Passei a língua de cima a baixo, enfiei dentro da caverna dela, beijei e lambi o clitóris dela até que, com um gemido suave, ela chegou ao orgasmo. Quando acabou, pegou meu rosto com cuidado e enfiou a língua na minha boca com um beijo sensual. Senti a mão da mamãe se afastar do meu pau e vi com decepção a Vicky se levantar e vestir a tanga e o sutiã azuis. — A gente teria que ir almoçar. — Disse a mamãe. — É uma pena que vocês tenham que ir tão cedo. — A Vicky me olhava com luxúria. — E ainda não pude provar a piquitinha virgem dele. — Ela se aproximou de mim, ajoelhando na minha frente. Acariciou meu pau. — Você gostaria que eu te chupasse, putinha? — Por que vocês não vêm esta noite ao nosso hotel e brincamos mais um pouco? — Disse a Mamãe. — É uma pena, mas eu não vou poder ir, tenho outro compromisso — Respondeu a Ana. Eu não senti nenhuma pena. — Mas você deveria aproveitar a oportunidade, pelo que vejo você gosta dessa putinha. — Não vou desperdiçar essa chance. — Respondeu Vicky e, olhando nos meus olhos com um tom de voz que prometia uma noite inesquecível, disse: — A gente se vê hoje à noite, putinha. Continua…
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