Esclarecimento 1: esta história não é de minha autoria, foi escrita por adrianreload, que não está mais aqui no P!; estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Após a experiência prazerosa, Mili se contraiu por causa do frio da água e do frio que percorreu sua espinha ao ver o velho se aproximando irritado. Como de costume em momentos de tensão, ela apertava as nádegas…
— Me solta… sussurrei no ouvido dela, me agachando atrás dela, enquanto ela relaxava.
Não seria uma imagem muito bonita para o militar me pegar brincando de trenzinho com a filha dele, enfiado com meu pau no cu dela, com meu gozo boiando ao redor…
— Se esconde… murmurou nervosa.
As nádegas dela tinham soltado meu pau, o velho se aproximava, eu me abaixei, passei na frente dela pra que ela me cobrisse com o corpo. Pela borda da piscina e pelo ângulo que o velho vinha, seria difícil me ver. Mas Mili, ao notar que o pai se aproximava mais, pegou minha cabeça e a mergulhou, e eu, já prevendo isso, tinha enchido os pulmões de ar. Agora eu estava debaixo d'água, preso entre o corpo de Mili e a parede da piscina.
— Por que você está demorando tanto, filha?… há meia hora você deveria ter voltado… repreendeu o pai.
— Desculpa, papai… é que aqui não tem relógio… disse a espertinha.
Imaginando que o pai poderia mandar ela sair da piscina na hora, notei que o biquíni dela estava torto, porque ela tinha mexido pra me deixar penetrar. Então, lentamente, fui ajeitando a roupa de banho dela, o que provocou um tremor nervoso nela.
— Cadê aquele seu namorado?… perguntou o velho, desconfiado.
— Ah… ele foi pegar umas toalhas pra mim… já tá frio… disse ela, justificando os tremores.
— Não demora… avisou o pai de novo, se preparando pra ir embora.
— Não exagera, deixa os meninos em paz… disse a mãe de Mili, vindo levar o marido.
— Tá, já vou, papai… tentava Mili afastar o pai.
Enquanto isso, eu, debaixo d'água, ficava roxo de tanto segurar a respiração. Quando mergulhei, ainda estava ofegante pela trepada que dei nela. Resisti. O máximo que pude, porque conhecendo o velho da Mili, ele ia embora mas virando de vez em quando pra ver se era verdade o que a filha tava dizendo.
Até que finalmente saí quando não aguentei mais. Pra minha sorte, o velho dela tinha sumido, e de novo a Mili me enchia de beijos se desculpando por ter me afundado na água… bom, eu também tinha afundado ela no esfíncter e não pedi desculpa… mas aquela afundada ela curtiu…
Pouco depois saímos da piscina, ela se limpou e se cobriu com as toalhas, meu gozo parecia ter se dissolvido na água da piscina. Tomara que troquem a água no dia seguinte, quem engolir essa água vai levar um gostinho de mim… pensei.
O rapaz da limpeza tinha deixado umas toalhas gentilmente, depois de nos trocarmos, peguei elas pra secar nosso cabelo e disfarçar o pretexto que a Mili deu pro pai dela… e foi uma boa estratégia. Pouco depois, do nada, o pai dela apareceu de novo, quase tive um infarto de vê-lo do nosso lado.
— Mili… sua mãe tá te chamando… — disse o militar pra afastá-la.
Me caguei… pensei, suei frio… talvez o velho escondido tivesse nos visto.
— Preciso falar com esse jovem… coisa de homem… — insistiu ele.
— Mas pai… — ela protestou, quase fazendo birra.
— Entendo, senhor… Não se preocupa, Mili… — falei resignado, acalmando ela.
Se ele fosse me moer de porrada ou gritar comigo, seria vergonhoso ela estar por perto. Por outro lado, vi a Mili ir embora feito bichinho de castigo, talvez reclamar com a mãe, e aquela senhora seria minha salvação.
— Então… Quais são suas intenções com minha filha? — perguntou na lata.
— As mais honrosas, senhor… Vim aqui por ela… — respondi sem me intimidar.
Ufa… pelo menos não perguntou sobre os incidentes no bosque e na piscina, tava tudo bem…
— Sabe que me treinaram pra causar dor no inimigo… — quase me ameaçou.
— Claro, senhor… Só espero continuar como aliado… — respondi engolindo seco.
Essa última resposta Ele achou graça, se relaxou um pouco, pelo menos já tinha deixado claro o ponto, posto as coisas no lugar… se machucar a filha dele, ele machuca eu… simples e doloroso assim…
Aí, pra minha surpresa, ele mandou trazer do bar uma garrafa de uísque, gelo e uns copos. Eu não era muito chegado nesse tipo de bebida… como vocês podem imaginar, estudante sem grana toma cerveja, rum barato, vinho de caixa ou cachaça de procedência duvidosa misturada com refrigerante…
Não sou de ficar bêbado rápido, mas com todo o estresse do dia, a perseguição e as fodas, na real eu queria era ir dormir, mas não podia desfeitar o velho da Mili, que parecia ter simpatizado comigo e eu queria acreditar que o militar, pelo menos do jeito dele, me respeitava.
Na beira da piscina onde eu tinha esbagaçado a filha dele… a gente conversou, eu e o militar, sobre um monte de coisa. Ele perguntou da minha família, o que eu queria pro futuro da vida… ver se meu círculo e minhas ambições encaixavam com o que ele, como pai, queria pra filha dele… do lado dele, ele também me contou da família dele, como conheceu a esposa, a filha, histórias da carreira militar…
O gelo era enfeite, o velho tomava o uísque puro e, pra não ficar pra trás, eu tomei igual. No começo, senti a bebida queimando minha garganta, depois, já anestesiado, nem sentia mais a garganta. A gente terminou a garrafa e ele mandou pedir outra.
Acho que o velho da Mili queria soltar minha língua na base do uísque, eu, na real, sentia que a língua travava mais por causa do álcool. Como dizem, só criança e bêbado falam a verdade… com certeza o militar esperava que eu confessasse ou deixasse escapar algo do que rolou no pouco tempo que tive com a filha dele, ou descobrir minhas verdadeiras intenções com ela.
O militar quis pedir outra garrafa de bebida, já passava um pouco da meia-noite. Pra minha sorte, o bar já tava fechando e minha sogra veio me resgatar com a Mili… a gente deixaria pra outro dia. Aquele gigante foi embora todo engraçado, abraçado com a mulher pequenininha dele. Enquanto a Mili me rebocava, eu sorria de Verme tonto e que tava na moral com o pai dela.
Com todo o cansaço físico e mental das últimas semanas de estudo e rolos amorosos, tava nocauteado. Me atrevi a pedir pra Mili fazer de novo… mas não dava porque tava cheirando a cachaça e ela não curtia, além de que o pai dela tava esperando e não dava pra abusar da sorte… mais tarde o azar ia abusar de mim…
Caí na cama destruído mas satisfeito… Feliz porque tudo tinha se resolvido…
Horas depois acordei meio sonâmbulo, na minha tontura percebi que ainda era noite… talvez perto do amanhecer… um pouco da luz artificial dos postes entrava pela janela do meu quarto…
Senti que não tava sozinho no quarto… além disso… sentia uma ereção crescendo, umidade na minha pica… talvez tinha tido um sonho erótico sem perceber… uma vez um tio dormiu bêbado e mijou dormindo… tomara que não tenha rolado comigo, me lamentava porque ia ser vergonhoso…
Mas sentia que algo se mexia na minha pica… Porra… um inseto, pensei com medo de ser uma barata ou, pior ainda, uma aranha que me picasse e deixasse minha pica envenenada… mas não era isso…
- Que?... gritei assustado olhando minha virilha.
Tinha uma sombra chupando minha pica… caralho… ela se levantou de leve ao me ouvir, era uma silhueta feminina… era um sonho?, bom, parecia real… só na alucinação do momento, esperava que não fosse a Samara, a garota do filme “O Chamado”… porque ela se inclinou de novo pra me chupar e eu só via os cabelos dela… mesmo assim ia quebrar o DVD dela por atrapalhar meu sonho…
Depois pensei: essa Mili desesperada, pelo visto curtiu minha proposta e não aguentou esperar amanhecer… fugiu da cabana dos pais e veio me espremer… afinal ela me deixou aqui horas antes, conhecia a cabana e onde eu dormia, certeza que deixou as portas abertas pra voltar depois.
Quis acariciar o cabelo dela enquanto me mamava desesperada a pica… estiquei o braço, mas não alcancei… porra… que que houve, fiquei travado, contraído… tentei de novo e nada… porra… Esse gole me deixou paraplégico… ainda tonto, virei pra ver o que tinha acontecido com minhas mãos, que não se mexiam…
— Mas que porra!… exclamei de novo, surpreso.
Minha mão tava amarrada numa das bordas da cama… assustado, virei pra ver a outra mão e também tava amarrada… tentei chutar, mas… também não consegui… meus tornozelos também estavam presos.
— Uau… não era assim, era eu quem devia te amarrar e vendar… falei confuso.
— É que eu precisava de você agora… disse ela em voz baixa, talvez pra não acordar a Guille e a Vane.
— Acende a luz pelo menos pra te ver… falei ansioso.
— Não, melhor não… ela vai perceber… disse envergonhada.
Enquanto falava, não parava de me punhetar, pra me deixar bem duro… quando sentiu que não precisava mais de estímulo, se levantou, andando de joelhos na cama, com as pernas me ladeando… tava se posicionando pra eu penetrar ela, enquanto eu só via a sombra e a silhueta dela…
— Ohhhhh…. Uhmmmm… exclamou satisfeita ao sentir que tinha se encaixado direitinho no meu pau.
Senti toda a umidade dela, a buceta super molhada me recebia com gosto… meu pau afundou com facilidade no calor dela…
— Ufff… exclamei satisfeito por ter ela empalada.
De vez em quando, uma mudança não faz mal, pensei… eu sempre metia e enfiava nela, agora era a vez dela fazer o sacrifício… ela tava com tudo lá dentro e curtia quase sem se mexer, depois começou a reboltar a bunda na minha virilha, queria sentir meu pau em todos os ângulos…
— Uyyy… te falei que não dava pra esperar pra te sentir dentro de mim… disse com voz apaixonada.
— Perdão?… perguntei pasmo, lembrava daquela frase.
Não era a voz da Mili… era a voz da… Vane…
— Espera… não… caralho… o que cê tá fazendo?… falei me sentindo violado.
— Tô fazendo o que você devia ter feito comigo… disse provocadora.
Eu tava com ela enfiada até as tripas… meu pau, seguindo o instinto natural, tava duro… tentei afundar minha bunda o colchão pra tirar meu pau, mas as molas do colchão devolveram minha virilha pra posição natural, cravando a Vane… que agradeceu meu movimento…
Depois dessa tentativa frustrada de escapar, percebi que não tinha como me soltar, tava grudado nela… queria fazer a doida da Vane entrar na razão…
- Vamos, Vane… você gosta do Guille… falei.
- Esse mestiço já teve o suficiente de mim, tomara que tenha aproveitado… disse desdenhosa e completou: agora eu vou ter você, do jeito que eu queria e como você se ofereceu… ela falou.
Essa maluca tinha feito direitinho o papel de garota arrependida, de vilã em busca de redenção, eu e o Guille caímos na dela: a ligação dela pra descobrir onde a Mili tava, a oferta de nos trazer, sabendo que o Guille tava apaixonado e que não deixaria ela ir embora, mas chegar ao ponto de fingir sentir algo mais por ele, enganar ele, dar corda só pra se vingar de mim e da Mili… isso era muito maquiavélico.
Ou ela tinha feito tudo de forma premeditada ou essa mina era maluca. Era como a Mili tinha me avisado, não dava pra confiar porque a Vane era bipolar… mudava de atitude do nada… horas atrás tava de mãos dadas, abraçada e beijando o Guille, até no rio… e agora me amarrava e me usava…
- Se prepara que vou te fazer gozar como nunca… disse bem confiante.
- Espera… não… não faz isso… implorei, me sentindo abusado.
Agora eu sabia o que a Mili sentiu quando, nas minhas raivas, eu metia nela sem dó, prendendo ela contra um móvel, o banheiro ou uma árvore… os papéis tinham se invertido… agora eu era o submisso…
- Ouuu…. Uhmmm… ufff… exclamava a Vane com meu pau empalando ela.
- Uy… merda… uggg… eu dizia me segurando.
A Vane tinha começado a pular no meu pau, cravando ela mesma à vontade… tava como possuída, quase sentia que dançava em cima de mim… às vezes com o peito pra mim, apoiando as mãos no meu ombro, outras vezes com o tronco pra trás, com meu pau esticado pra baixo. Fez de mim e do meu pau o que ela quisesse, só pra se dar prazer.
- Hummm… já sei por que a morena adora isso… hummm… disse ela, louca.
Eu sentia algo percorrendo minhas intimidades, obviamente não curtia, mas me sentia excitado… apertava os dedos dos pés, torcia a sola do pé, aguentando firme, tentando não soltar nem uma gota de sêmen… imagina se escapava alguma coisa e eu engravidava aquela maluca…
- Oh my god… oh my god… ohhh… ela gemia apaixonada, cada vez mais seguido.
Só esperava que ela terminasse e saísse de cima de mim… pelo menos na escuridão eu tinha certeza que dessa vez não tiraram fotos, nada que mostrasse pra Mili… não, parecia que a parada da Vane era mais pessoal… uma vingança pelo que eu fiz, ou melhor, pelo que não fiz no apartamento do Guille… matar a vontade que deu de me ter, sabendo que eu tava com a Mili, a rival dela…
Porra… devia ter percebido na escuridão que era ela… a buceta dela era diferente, mais apertada talvez… a bunda não era tão macia e carnuda que nem a da Mili, mas mais firme e musculosa… o jeito que ela chupava… eram detalhes pequenos que na minha bebedeira eu não notei… mas mesmo assim… não dava pra fazer muita coisa, afinal… a puta… me deixou amarrado!…
- Ohhhh… Hummm… gemeu finalmente, contraindo o corpo atlético todo.
A Vane tinha gozado sozinha, às custas do meu pau… enquanto eu me sentia sujo e abusado, que nem um consolo ambulante…
- Oh god… ufff… que gostoso foi… exclamou satisfeita.
- Ué… foi bom sim… ufff… falei, indo na onda dela.
Talvez, nem louco se contraria, melhor seguir o jogo até dar pra tomar o controle da situação. Pelo menos já tinha cumprido o que essa caprichosa desgraçada queria…
- Viu que você curtiu… mas… não gozou?… disse decepcionada.
- Não precisa, além disso você chupa maravilhosamente bem… respondi.
Tava com o pau ainda duro, Fiquei no meio do caminho e queria deixar assim. Eu precisava evitar que essa louca montasse em mim de novo, extraindo meu leite. Preferia que ela fizesse com a boca pra não ter acidentes (gravidez). Se ela subisse em mim, me excitando, e eu antes de gozar avisasse… será que ela sairia? Ou deixaria eu descarregar tudo dentro dela pra engravidá-la?... eu não sabia até onde a vingança dela podia ir…
— Vou chupar você… ela disse toda safada.
— Excelente!… falei aliviado.
— Mas depois de extrair todo o seu leite… ela me avisou.
— Bom, mas já te satisfiz… e eu tô de boa… pode descer… pedi.
— Vou te soltar quando eu quiser… respondeu a Vane.
— Para, Vane… já deu, chega…
— Não, eu falei que você ia fazer comigo o mesmo que fez com ela… e vai fazer!… disse decidida.
Merda… a Vane queria serviço completo… não ia me soltar até eu enfiar meu pau no cu dela, como ela queria desde que me viu empalando a Mili no banheiro do Guille, durante a festa… ela consolidou essa ideia quando viu meu pau enfiado de novo no cu da Mili na sala do professor.
Pra minha azar, o Guille no quarto ao lado roncava satisfeito por ter conquistado a Vane, sem perceber a ausência dela… sem saber que a que ele achava que era a namorada dele, estava pulando alegremente em cima do meu pau, abusando de mim a poucos metros dele.
Eu não sabia se gritava e pedia ajuda… primeiro, era vergonhoso; segundo, não sabia como o Guille ia reagir. Será que ele ia me culpar por isso? Será que ia se decepcionar com ela?... O Guille não era violento, mas quem sabe como ele reagiria com aquela cena, não só contra mim, mas contra ela…
E a Vane não tava nem aí pro que ia acontecer, ela queria se satisfazer de qualquer jeito, mas às minhas custas… ela tirou meu pau da buceta ainda molhada dela… me deixou todo encharcado com os fluidos dela. Depois desceu da cama… aliviado, pensei que ela ia embora e me deixaria…
Ela se abaixou debaixo da cama… procurou alguma coisa, merda… se ela tirar um taco de beisebol… Me jodi, com essa louca nunca se sabe… mas não, era um envelope… essa bruxa veio preparada… no escuro, imaginei que era creme lubrificante o que ela tinha nas mãos. Confirmei quando vi ela levar a mão até a bunda, lambuzando o próprio cu recém-desvirginado…
Ela quis evitar que meu pau murchasse… então me chupou de novo por uns instantes, batendo punheta, sugando… assim que deixou ele duro do jeito que queria… também passou lubrificante em mim… queria que meu pau deslizasse dentro dela…
Tentei me livrar uma última vez… puxei minhas amarras, mas aquela bruxa tinha me amarrado bem… só me soltaria com lubrificante pra fazer minhas mãos escorregarem… ou se ela me desamarrasse… senti que naquele momento minhas duas opções malucas eram impossíveis… eu seria abusado de novo…
O bom é que no escuro eu não conseguia ver que era ela, então não me senti tão culpado por trair a Mili… na real, eu não podia evitar, era prisioneiro dela… Afinal, era meio excitante que uma mulher chegasse a esse ponto por me ter… ela era uma mulher muito gostosa e a silhueta com as curvas harmoniosas me hipnotizava… além disso, eu tava com uma ressaca começando e viajando na maionese…
Enquanto isso, Vane de novo foi se posicionando sobre meu pau… dessa vez mirando no cu dela… a ansiosa Vane foi sentando no meu pau duro… o esfíncter apertado dela não abria tão fácil, mal acertou a cabeça do meu pau… e ela sentava, desesperada por estar emperrada…
- Cuidado… você tá entortando meu pau… auuu… reclamei.
- Tá bem… tá bem… ufff… vou fazer mais devagar… ouuu… ela disse.
De novo repetiu a operação, com os joelhos pra frente, os pés apoiados nas minhas costelas e aquele cuzão branco descendo no meio das minhas pernas. Dessa vez ela se controlou mais, relaxando e deixando a cabeça do meu pau entrar…
- Uyyy… já foi… que bommm… uhmmm… ela disse animada.
Agora ela, como uma expert, começou a subir e descer, dilatando o próprio cu, cada vez subindo mais e descendo. mais… eu já tinha meio pau dentro, mas pra ela não bastava… queria ele todo dentro como eu imaginava, e não ia me soltar até conseguir, nem que rasgasse o cu dela…
- Ufff… que pica gostosa… ouuu… uffff… falou num tom que soou vingativo contra o Guille
Acho que a Vane não tinha gostado nada de ser desvirginada no cu pelo Guille, parecia o trauma dela: um mestiço ter montado nela e feito ela gozar sem permissão. Acho até que fazendo tudo isso, ela também se vingava dele. Sabia que ele era apaixonado por ela e que isso ia afetá-lo.
Eu não sabia se devia me sentir lisonjeado por ter uma pica melhor… porque isso ia dificultar ainda mais a penetração, ia demorar mais pra eu meter tudo e ela se satisfazer… E já estava amanhecendo… O Guille podia acordar a qualquer momento e se deparar com aquele espetáculo chocante…
- Uyyy… finalmente… finalmente tenho ele todo dentro… ufff… exclamou satisfeita.
O cu guloso dela estava aberto… com meu pau escancarando suas nádegas bem torneadas e meu pênis feito uma estaca entalado nela como ela queria. Ela sentou um tempo, se acostumando a ficar empalada… sentia o cu apertado pulsando em volta do meu pau, quase enforcando ele… e ela satisfeita por ser assim.
A luz fraca do amanhecer começava a entrar pela janela, já dava pra ver bem as formas da Vane… os peitos brancos com os mamilos rosados apontando pra mim, o peito salpicado de umas sardas deliciosas… as panturrilhas e coxas bem definidas de academia… as bochechas vermelhas de esforço, o cabelo castanho caindo nos ombros, o rosto com expressão excitada…
Na real, a Vane era uma mulher linda, pena que era meio doida… se ela tivesse mostrado interesse em mim antes da Mili, muito provavelmente essa história teria outro título, trocando o nome da Mili pelo da Vane… Arrombando a Vane…
Com aquele corpo maravilhoso, claro que eu teria vontade de iniciar ela no cu, possuir ela em mais de uma posição… mas agora era só um corpo com alma turva… duvido que conseguiria me apaixonar pelo jeito dela, pelo jeito racista de se referir ao Guille (mestiço) e à Mili (morena)… em compensação, foi fácil cair nas garras da Mili, que não tinha complexos nem ressentimentos…
Dentro de todos os defeitos da Mili (ciumenta, impulsiva, mandona, etc.), não tinha maldade nas ações dela. Mili não era capaz de conspirar contra ninguém, de por capricho obrigar os outros a fazer algo… de chantagear, de fingir gostar de alguém só pra se vingar de outra pessoa… isso a Vane fazia e isso não a tornava desejável na minha opinião…
Mas às vezes a cabeça de baixo se deixa levar por outros estímulos… e a Vane sabia como estimular, rebolava aquele rabo bem formado na minha virilha, provocando meus genitais, mantendo meu pau duro pra dar a ela um prazer que considerava incompleto com o Guille, porque ele não era o capricho dela… ele não era o parceiro da rival dela…
Era isso que ela buscava em mim, talvez, uma revanche, roubar o cara de uma mina que não considerava rival à altura, mas que tirou dela o cara que a Vane se interessou… mesmo já tendo perdido a virgindade do cu, ela não considerava a fantasia satisfeita até que eu fosse o cara que arrombasse a bunda dela…
- Uhmmm… oh my god… que delícia… Uhmmm… delirando de prazer, a Vane.
Os gemidos dela não eram tão inspiradores quanto os da Mili, mas ela começou a subir e descer, aquela fricção deixava meu pau a mil… por mais que eu tentasse não aproveitar, minha excitação só aumentava… me deixei levar porque sabia que ela não ia parar até eu gozar dentro dela como tanto queria…
Ela acelerou os movimentos e eu tive que acompanhar, mexendo minha cintura pra cima e pra baixo, isso encheu ela de mais prazer, ver que eu tava colaborando. Enquanto isso, de vez em quando eu fechava os olhos e lembrava das fodas excitantes que tive com a Mili, nos banheiros, bibliotecas, coliseu, garagens, mato…
- Ohhhh… Siiiiim… finalmente… exclamou a Vane, triunfante, num orgasmo trêmulo, Satisfeita por meu gozo encher as tripas dela pela primeira vez.
Já tinha amanhecido, e eu, meio sem fôlego, esperava que fosse a última vez que aquilo acontecesse… enquanto a Vane estava feliz, com meu pau ainda enfiado, não queria se levantar, queria continuar curtindo aqueles segundos de orgasmo…
De repente, levanto o olhar e vejo pela janela… dou um sorriso sarcástico e, mexendo a mão, aceno provocativamente… alguém nos viu… merda… a Mili…
Continua…
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade
Após a experiência prazerosa, Mili se contraiu por causa do frio da água e do frio que percorreu sua espinha ao ver o velho se aproximando irritado. Como de costume em momentos de tensão, ela apertava as nádegas…
— Me solta… sussurrei no ouvido dela, me agachando atrás dela, enquanto ela relaxava.
Não seria uma imagem muito bonita para o militar me pegar brincando de trenzinho com a filha dele, enfiado com meu pau no cu dela, com meu gozo boiando ao redor…
— Se esconde… murmurou nervosa.
As nádegas dela tinham soltado meu pau, o velho se aproximava, eu me abaixei, passei na frente dela pra que ela me cobrisse com o corpo. Pela borda da piscina e pelo ângulo que o velho vinha, seria difícil me ver. Mas Mili, ao notar que o pai se aproximava mais, pegou minha cabeça e a mergulhou, e eu, já prevendo isso, tinha enchido os pulmões de ar. Agora eu estava debaixo d'água, preso entre o corpo de Mili e a parede da piscina.
— Por que você está demorando tanto, filha?… há meia hora você deveria ter voltado… repreendeu o pai.
— Desculpa, papai… é que aqui não tem relógio… disse a espertinha.
Imaginando que o pai poderia mandar ela sair da piscina na hora, notei que o biquíni dela estava torto, porque ela tinha mexido pra me deixar penetrar. Então, lentamente, fui ajeitando a roupa de banho dela, o que provocou um tremor nervoso nela.
— Cadê aquele seu namorado?… perguntou o velho, desconfiado.
— Ah… ele foi pegar umas toalhas pra mim… já tá frio… disse ela, justificando os tremores.
— Não demora… avisou o pai de novo, se preparando pra ir embora.
— Não exagera, deixa os meninos em paz… disse a mãe de Mili, vindo levar o marido.
— Tá, já vou, papai… tentava Mili afastar o pai.
Enquanto isso, eu, debaixo d'água, ficava roxo de tanto segurar a respiração. Quando mergulhei, ainda estava ofegante pela trepada que dei nela. Resisti. O máximo que pude, porque conhecendo o velho da Mili, ele ia embora mas virando de vez em quando pra ver se era verdade o que a filha tava dizendo.
Até que finalmente saí quando não aguentei mais. Pra minha sorte, o velho dela tinha sumido, e de novo a Mili me enchia de beijos se desculpando por ter me afundado na água… bom, eu também tinha afundado ela no esfíncter e não pedi desculpa… mas aquela afundada ela curtiu…
Pouco depois saímos da piscina, ela se limpou e se cobriu com as toalhas, meu gozo parecia ter se dissolvido na água da piscina. Tomara que troquem a água no dia seguinte, quem engolir essa água vai levar um gostinho de mim… pensei.
O rapaz da limpeza tinha deixado umas toalhas gentilmente, depois de nos trocarmos, peguei elas pra secar nosso cabelo e disfarçar o pretexto que a Mili deu pro pai dela… e foi uma boa estratégia. Pouco depois, do nada, o pai dela apareceu de novo, quase tive um infarto de vê-lo do nosso lado.
— Mili… sua mãe tá te chamando… — disse o militar pra afastá-la.
Me caguei… pensei, suei frio… talvez o velho escondido tivesse nos visto.
— Preciso falar com esse jovem… coisa de homem… — insistiu ele.
— Mas pai… — ela protestou, quase fazendo birra.
— Entendo, senhor… Não se preocupa, Mili… — falei resignado, acalmando ela.
Se ele fosse me moer de porrada ou gritar comigo, seria vergonhoso ela estar por perto. Por outro lado, vi a Mili ir embora feito bichinho de castigo, talvez reclamar com a mãe, e aquela senhora seria minha salvação.
— Então… Quais são suas intenções com minha filha? — perguntou na lata.
— As mais honrosas, senhor… Vim aqui por ela… — respondi sem me intimidar.
Ufa… pelo menos não perguntou sobre os incidentes no bosque e na piscina, tava tudo bem…
— Sabe que me treinaram pra causar dor no inimigo… — quase me ameaçou.
— Claro, senhor… Só espero continuar como aliado… — respondi engolindo seco.
Essa última resposta Ele achou graça, se relaxou um pouco, pelo menos já tinha deixado claro o ponto, posto as coisas no lugar… se machucar a filha dele, ele machuca eu… simples e doloroso assim…
Aí, pra minha surpresa, ele mandou trazer do bar uma garrafa de uísque, gelo e uns copos. Eu não era muito chegado nesse tipo de bebida… como vocês podem imaginar, estudante sem grana toma cerveja, rum barato, vinho de caixa ou cachaça de procedência duvidosa misturada com refrigerante…
Não sou de ficar bêbado rápido, mas com todo o estresse do dia, a perseguição e as fodas, na real eu queria era ir dormir, mas não podia desfeitar o velho da Mili, que parecia ter simpatizado comigo e eu queria acreditar que o militar, pelo menos do jeito dele, me respeitava.
Na beira da piscina onde eu tinha esbagaçado a filha dele… a gente conversou, eu e o militar, sobre um monte de coisa. Ele perguntou da minha família, o que eu queria pro futuro da vida… ver se meu círculo e minhas ambições encaixavam com o que ele, como pai, queria pra filha dele… do lado dele, ele também me contou da família dele, como conheceu a esposa, a filha, histórias da carreira militar…
O gelo era enfeite, o velho tomava o uísque puro e, pra não ficar pra trás, eu tomei igual. No começo, senti a bebida queimando minha garganta, depois, já anestesiado, nem sentia mais a garganta. A gente terminou a garrafa e ele mandou pedir outra.
Acho que o velho da Mili queria soltar minha língua na base do uísque, eu, na real, sentia que a língua travava mais por causa do álcool. Como dizem, só criança e bêbado falam a verdade… com certeza o militar esperava que eu confessasse ou deixasse escapar algo do que rolou no pouco tempo que tive com a filha dele, ou descobrir minhas verdadeiras intenções com ela.
O militar quis pedir outra garrafa de bebida, já passava um pouco da meia-noite. Pra minha sorte, o bar já tava fechando e minha sogra veio me resgatar com a Mili… a gente deixaria pra outro dia. Aquele gigante foi embora todo engraçado, abraçado com a mulher pequenininha dele. Enquanto a Mili me rebocava, eu sorria de Verme tonto e que tava na moral com o pai dela.
Com todo o cansaço físico e mental das últimas semanas de estudo e rolos amorosos, tava nocauteado. Me atrevi a pedir pra Mili fazer de novo… mas não dava porque tava cheirando a cachaça e ela não curtia, além de que o pai dela tava esperando e não dava pra abusar da sorte… mais tarde o azar ia abusar de mim…
Caí na cama destruído mas satisfeito… Feliz porque tudo tinha se resolvido…
Horas depois acordei meio sonâmbulo, na minha tontura percebi que ainda era noite… talvez perto do amanhecer… um pouco da luz artificial dos postes entrava pela janela do meu quarto…
Senti que não tava sozinho no quarto… além disso… sentia uma ereção crescendo, umidade na minha pica… talvez tinha tido um sonho erótico sem perceber… uma vez um tio dormiu bêbado e mijou dormindo… tomara que não tenha rolado comigo, me lamentava porque ia ser vergonhoso…
Mas sentia que algo se mexia na minha pica… Porra… um inseto, pensei com medo de ser uma barata ou, pior ainda, uma aranha que me picasse e deixasse minha pica envenenada… mas não era isso…
- Que?... gritei assustado olhando minha virilha.
Tinha uma sombra chupando minha pica… caralho… ela se levantou de leve ao me ouvir, era uma silhueta feminina… era um sonho?, bom, parecia real… só na alucinação do momento, esperava que não fosse a Samara, a garota do filme “O Chamado”… porque ela se inclinou de novo pra me chupar e eu só via os cabelos dela… mesmo assim ia quebrar o DVD dela por atrapalhar meu sonho…
Depois pensei: essa Mili desesperada, pelo visto curtiu minha proposta e não aguentou esperar amanhecer… fugiu da cabana dos pais e veio me espremer… afinal ela me deixou aqui horas antes, conhecia a cabana e onde eu dormia, certeza que deixou as portas abertas pra voltar depois.
Quis acariciar o cabelo dela enquanto me mamava desesperada a pica… estiquei o braço, mas não alcancei… porra… que que houve, fiquei travado, contraído… tentei de novo e nada… porra… Esse gole me deixou paraplégico… ainda tonto, virei pra ver o que tinha acontecido com minhas mãos, que não se mexiam…
— Mas que porra!… exclamei de novo, surpreso.
Minha mão tava amarrada numa das bordas da cama… assustado, virei pra ver a outra mão e também tava amarrada… tentei chutar, mas… também não consegui… meus tornozelos também estavam presos.
— Uau… não era assim, era eu quem devia te amarrar e vendar… falei confuso.
— É que eu precisava de você agora… disse ela em voz baixa, talvez pra não acordar a Guille e a Vane.
— Acende a luz pelo menos pra te ver… falei ansioso.
— Não, melhor não… ela vai perceber… disse envergonhada.
Enquanto falava, não parava de me punhetar, pra me deixar bem duro… quando sentiu que não precisava mais de estímulo, se levantou, andando de joelhos na cama, com as pernas me ladeando… tava se posicionando pra eu penetrar ela, enquanto eu só via a sombra e a silhueta dela…
— Ohhhhh…. Uhmmmm… exclamou satisfeita ao sentir que tinha se encaixado direitinho no meu pau.
Senti toda a umidade dela, a buceta super molhada me recebia com gosto… meu pau afundou com facilidade no calor dela…
— Ufff… exclamei satisfeito por ter ela empalada.
De vez em quando, uma mudança não faz mal, pensei… eu sempre metia e enfiava nela, agora era a vez dela fazer o sacrifício… ela tava com tudo lá dentro e curtia quase sem se mexer, depois começou a reboltar a bunda na minha virilha, queria sentir meu pau em todos os ângulos…
— Uyyy… te falei que não dava pra esperar pra te sentir dentro de mim… disse com voz apaixonada.
— Perdão?… perguntei pasmo, lembrava daquela frase.
Não era a voz da Mili… era a voz da… Vane…
— Espera… não… caralho… o que cê tá fazendo?… falei me sentindo violado.
— Tô fazendo o que você devia ter feito comigo… disse provocadora.
Eu tava com ela enfiada até as tripas… meu pau, seguindo o instinto natural, tava duro… tentei afundar minha bunda o colchão pra tirar meu pau, mas as molas do colchão devolveram minha virilha pra posição natural, cravando a Vane… que agradeceu meu movimento…
Depois dessa tentativa frustrada de escapar, percebi que não tinha como me soltar, tava grudado nela… queria fazer a doida da Vane entrar na razão…
- Vamos, Vane… você gosta do Guille… falei.
- Esse mestiço já teve o suficiente de mim, tomara que tenha aproveitado… disse desdenhosa e completou: agora eu vou ter você, do jeito que eu queria e como você se ofereceu… ela falou.
Essa maluca tinha feito direitinho o papel de garota arrependida, de vilã em busca de redenção, eu e o Guille caímos na dela: a ligação dela pra descobrir onde a Mili tava, a oferta de nos trazer, sabendo que o Guille tava apaixonado e que não deixaria ela ir embora, mas chegar ao ponto de fingir sentir algo mais por ele, enganar ele, dar corda só pra se vingar de mim e da Mili… isso era muito maquiavélico.
Ou ela tinha feito tudo de forma premeditada ou essa mina era maluca. Era como a Mili tinha me avisado, não dava pra confiar porque a Vane era bipolar… mudava de atitude do nada… horas atrás tava de mãos dadas, abraçada e beijando o Guille, até no rio… e agora me amarrava e me usava…
- Se prepara que vou te fazer gozar como nunca… disse bem confiante.
- Espera… não… não faz isso… implorei, me sentindo abusado.
Agora eu sabia o que a Mili sentiu quando, nas minhas raivas, eu metia nela sem dó, prendendo ela contra um móvel, o banheiro ou uma árvore… os papéis tinham se invertido… agora eu era o submisso…
- Ouuu…. Uhmmm… ufff… exclamava a Vane com meu pau empalando ela.
- Uy… merda… uggg… eu dizia me segurando.
A Vane tinha começado a pular no meu pau, cravando ela mesma à vontade… tava como possuída, quase sentia que dançava em cima de mim… às vezes com o peito pra mim, apoiando as mãos no meu ombro, outras vezes com o tronco pra trás, com meu pau esticado pra baixo. Fez de mim e do meu pau o que ela quisesse, só pra se dar prazer.
- Hummm… já sei por que a morena adora isso… hummm… disse ela, louca.
Eu sentia algo percorrendo minhas intimidades, obviamente não curtia, mas me sentia excitado… apertava os dedos dos pés, torcia a sola do pé, aguentando firme, tentando não soltar nem uma gota de sêmen… imagina se escapava alguma coisa e eu engravidava aquela maluca…
- Oh my god… oh my god… ohhh… ela gemia apaixonada, cada vez mais seguido.
Só esperava que ela terminasse e saísse de cima de mim… pelo menos na escuridão eu tinha certeza que dessa vez não tiraram fotos, nada que mostrasse pra Mili… não, parecia que a parada da Vane era mais pessoal… uma vingança pelo que eu fiz, ou melhor, pelo que não fiz no apartamento do Guille… matar a vontade que deu de me ter, sabendo que eu tava com a Mili, a rival dela…
Porra… devia ter percebido na escuridão que era ela… a buceta dela era diferente, mais apertada talvez… a bunda não era tão macia e carnuda que nem a da Mili, mas mais firme e musculosa… o jeito que ela chupava… eram detalhes pequenos que na minha bebedeira eu não notei… mas mesmo assim… não dava pra fazer muita coisa, afinal… a puta… me deixou amarrado!…
- Ohhhh… Hummm… gemeu finalmente, contraindo o corpo atlético todo.
A Vane tinha gozado sozinha, às custas do meu pau… enquanto eu me sentia sujo e abusado, que nem um consolo ambulante…
- Oh god… ufff… que gostoso foi… exclamou satisfeita.
- Ué… foi bom sim… ufff… falei, indo na onda dela.
Talvez, nem louco se contraria, melhor seguir o jogo até dar pra tomar o controle da situação. Pelo menos já tinha cumprido o que essa caprichosa desgraçada queria…
- Viu que você curtiu… mas… não gozou?… disse decepcionada.
- Não precisa, além disso você chupa maravilhosamente bem… respondi.
Tava com o pau ainda duro, Fiquei no meio do caminho e queria deixar assim. Eu precisava evitar que essa louca montasse em mim de novo, extraindo meu leite. Preferia que ela fizesse com a boca pra não ter acidentes (gravidez). Se ela subisse em mim, me excitando, e eu antes de gozar avisasse… será que ela sairia? Ou deixaria eu descarregar tudo dentro dela pra engravidá-la?... eu não sabia até onde a vingança dela podia ir…
— Vou chupar você… ela disse toda safada.
— Excelente!… falei aliviado.
— Mas depois de extrair todo o seu leite… ela me avisou.
— Bom, mas já te satisfiz… e eu tô de boa… pode descer… pedi.
— Vou te soltar quando eu quiser… respondeu a Vane.
— Para, Vane… já deu, chega…
— Não, eu falei que você ia fazer comigo o mesmo que fez com ela… e vai fazer!… disse decidida.
Merda… a Vane queria serviço completo… não ia me soltar até eu enfiar meu pau no cu dela, como ela queria desde que me viu empalando a Mili no banheiro do Guille, durante a festa… ela consolidou essa ideia quando viu meu pau enfiado de novo no cu da Mili na sala do professor.
Pra minha azar, o Guille no quarto ao lado roncava satisfeito por ter conquistado a Vane, sem perceber a ausência dela… sem saber que a que ele achava que era a namorada dele, estava pulando alegremente em cima do meu pau, abusando de mim a poucos metros dele.
Eu não sabia se gritava e pedia ajuda… primeiro, era vergonhoso; segundo, não sabia como o Guille ia reagir. Será que ele ia me culpar por isso? Será que ia se decepcionar com ela?... O Guille não era violento, mas quem sabe como ele reagiria com aquela cena, não só contra mim, mas contra ela…
E a Vane não tava nem aí pro que ia acontecer, ela queria se satisfazer de qualquer jeito, mas às minhas custas… ela tirou meu pau da buceta ainda molhada dela… me deixou todo encharcado com os fluidos dela. Depois desceu da cama… aliviado, pensei que ela ia embora e me deixaria…
Ela se abaixou debaixo da cama… procurou alguma coisa, merda… se ela tirar um taco de beisebol… Me jodi, com essa louca nunca se sabe… mas não, era um envelope… essa bruxa veio preparada… no escuro, imaginei que era creme lubrificante o que ela tinha nas mãos. Confirmei quando vi ela levar a mão até a bunda, lambuzando o próprio cu recém-desvirginado…
Ela quis evitar que meu pau murchasse… então me chupou de novo por uns instantes, batendo punheta, sugando… assim que deixou ele duro do jeito que queria… também passou lubrificante em mim… queria que meu pau deslizasse dentro dela…
Tentei me livrar uma última vez… puxei minhas amarras, mas aquela bruxa tinha me amarrado bem… só me soltaria com lubrificante pra fazer minhas mãos escorregarem… ou se ela me desamarrasse… senti que naquele momento minhas duas opções malucas eram impossíveis… eu seria abusado de novo…
O bom é que no escuro eu não conseguia ver que era ela, então não me senti tão culpado por trair a Mili… na real, eu não podia evitar, era prisioneiro dela… Afinal, era meio excitante que uma mulher chegasse a esse ponto por me ter… ela era uma mulher muito gostosa e a silhueta com as curvas harmoniosas me hipnotizava… além disso, eu tava com uma ressaca começando e viajando na maionese…
Enquanto isso, Vane de novo foi se posicionando sobre meu pau… dessa vez mirando no cu dela… a ansiosa Vane foi sentando no meu pau duro… o esfíncter apertado dela não abria tão fácil, mal acertou a cabeça do meu pau… e ela sentava, desesperada por estar emperrada…
- Cuidado… você tá entortando meu pau… auuu… reclamei.
- Tá bem… tá bem… ufff… vou fazer mais devagar… ouuu… ela disse.
De novo repetiu a operação, com os joelhos pra frente, os pés apoiados nas minhas costelas e aquele cuzão branco descendo no meio das minhas pernas. Dessa vez ela se controlou mais, relaxando e deixando a cabeça do meu pau entrar…
- Uyyy… já foi… que bommm… uhmmm… ela disse animada.
Agora ela, como uma expert, começou a subir e descer, dilatando o próprio cu, cada vez subindo mais e descendo. mais… eu já tinha meio pau dentro, mas pra ela não bastava… queria ele todo dentro como eu imaginava, e não ia me soltar até conseguir, nem que rasgasse o cu dela…
- Ufff… que pica gostosa… ouuu… uffff… falou num tom que soou vingativo contra o Guille
Acho que a Vane não tinha gostado nada de ser desvirginada no cu pelo Guille, parecia o trauma dela: um mestiço ter montado nela e feito ela gozar sem permissão. Acho até que fazendo tudo isso, ela também se vingava dele. Sabia que ele era apaixonado por ela e que isso ia afetá-lo.
Eu não sabia se devia me sentir lisonjeado por ter uma pica melhor… porque isso ia dificultar ainda mais a penetração, ia demorar mais pra eu meter tudo e ela se satisfazer… E já estava amanhecendo… O Guille podia acordar a qualquer momento e se deparar com aquele espetáculo chocante…
- Uyyy… finalmente… finalmente tenho ele todo dentro… ufff… exclamou satisfeita.
O cu guloso dela estava aberto… com meu pau escancarando suas nádegas bem torneadas e meu pênis feito uma estaca entalado nela como ela queria. Ela sentou um tempo, se acostumando a ficar empalada… sentia o cu apertado pulsando em volta do meu pau, quase enforcando ele… e ela satisfeita por ser assim.
A luz fraca do amanhecer começava a entrar pela janela, já dava pra ver bem as formas da Vane… os peitos brancos com os mamilos rosados apontando pra mim, o peito salpicado de umas sardas deliciosas… as panturrilhas e coxas bem definidas de academia… as bochechas vermelhas de esforço, o cabelo castanho caindo nos ombros, o rosto com expressão excitada…
Na real, a Vane era uma mulher linda, pena que era meio doida… se ela tivesse mostrado interesse em mim antes da Mili, muito provavelmente essa história teria outro título, trocando o nome da Mili pelo da Vane… Arrombando a Vane…
Com aquele corpo maravilhoso, claro que eu teria vontade de iniciar ela no cu, possuir ela em mais de uma posição… mas agora era só um corpo com alma turva… duvido que conseguiria me apaixonar pelo jeito dela, pelo jeito racista de se referir ao Guille (mestiço) e à Mili (morena)… em compensação, foi fácil cair nas garras da Mili, que não tinha complexos nem ressentimentos…
Dentro de todos os defeitos da Mili (ciumenta, impulsiva, mandona, etc.), não tinha maldade nas ações dela. Mili não era capaz de conspirar contra ninguém, de por capricho obrigar os outros a fazer algo… de chantagear, de fingir gostar de alguém só pra se vingar de outra pessoa… isso a Vane fazia e isso não a tornava desejável na minha opinião…
Mas às vezes a cabeça de baixo se deixa levar por outros estímulos… e a Vane sabia como estimular, rebolava aquele rabo bem formado na minha virilha, provocando meus genitais, mantendo meu pau duro pra dar a ela um prazer que considerava incompleto com o Guille, porque ele não era o capricho dela… ele não era o parceiro da rival dela…
Era isso que ela buscava em mim, talvez, uma revanche, roubar o cara de uma mina que não considerava rival à altura, mas que tirou dela o cara que a Vane se interessou… mesmo já tendo perdido a virgindade do cu, ela não considerava a fantasia satisfeita até que eu fosse o cara que arrombasse a bunda dela…
- Uhmmm… oh my god… que delícia… Uhmmm… delirando de prazer, a Vane.
Os gemidos dela não eram tão inspiradores quanto os da Mili, mas ela começou a subir e descer, aquela fricção deixava meu pau a mil… por mais que eu tentasse não aproveitar, minha excitação só aumentava… me deixei levar porque sabia que ela não ia parar até eu gozar dentro dela como tanto queria…
Ela acelerou os movimentos e eu tive que acompanhar, mexendo minha cintura pra cima e pra baixo, isso encheu ela de mais prazer, ver que eu tava colaborando. Enquanto isso, de vez em quando eu fechava os olhos e lembrava das fodas excitantes que tive com a Mili, nos banheiros, bibliotecas, coliseu, garagens, mato…
- Ohhhh… Siiiiim… finalmente… exclamou a Vane, triunfante, num orgasmo trêmulo, Satisfeita por meu gozo encher as tripas dela pela primeira vez.
Já tinha amanhecido, e eu, meio sem fôlego, esperava que fosse a última vez que aquilo acontecesse… enquanto a Vane estava feliz, com meu pau ainda enfiado, não queria se levantar, queria continuar curtindo aqueles segundos de orgasmo…
De repente, levanto o olhar e vejo pela janela… dou um sorriso sarcástico e, mexendo a mão, aceno provocativamente… alguém nos viu… merda… a Mili…
Continua…
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