Enquanto Carlos foi ao banheiro com minhas instruções precisas para ver como elas estavam deitadas, fiquei parado na varanda ao ar livre, com todo o calor de uma noite tórrida, quando ele se aproximou vinha com um sorriso
- Mabel deitou contra a parede, morta está roncando, hahaha não acorda nem a pau, e Laura de lado com a bunda virada pra cá, como você quer fazer??
- Primeiro entramos os dois já de cueca, você fica colado na cama e eu atrás, põe a mão na virilha dela com decisão, porque se você hesitar ela vai perceber que não sou eu. Ela já faz isso sempre, quando eu ponho a mão ela abre as pernas e aí eu deixo a mão bem coladinha na buceta dela
- E depois o que eu faço?
- Depois a gente vê. Se ela ficar quieta, você começa a mexer bem devagarinho o dedo que estiver perto do clitóris dela, suave. Sempre faço isso e acabamos transando, seja a hora que for. Mas hoje como não estamos sozinhos e na nossa casa, a gente vê. Mas isso esquenta muito ela, ela fica molhada rápido. Veremos como continua, estou morrendo de ansiedade
- Eu já estava com tesão pela Laura, mas agora isso me deixou ainda mais excitado. Mas vamos deixar nossa roupa na cozinha. (C)
Foi o que fizemos. Nos despimos, só ficamos de cueca, os dois empinados como cavalos. Doía de tão dura que eu estava e suponho que o Carlos também. Dentro do quarto, Mabel tinha ligado um ventilador que não só jogava ar quente como fazia barulho. Para nossos planos, pensei que era melhor. O calor da madrugada daquele domingo era sufocante. Entramos no escuro, sabendo ambos onde nos colocaríamos, e foi o que fizemos. Carlos colado na cama, com seu braço, sem muito esforço, podia enfiar a mão sem problemas. E eu empurrei ele para que fizesse, porque ele ficou em dúvida e hesitou, mas empurrei seu cotovelo para que levantasse a mão e de uma vez fizesse o que tanto desejávamos. O ruim é que eu não via nada, minha vista ainda não estava acostumada com a escuridão. A tensão era insuportável e os nervos também. Senti que ele esticou o braço e roguei que minha amada não percebesse. Silêncio, apenas um... sussurro
- mmmm o que você tá fazendo? fica quieto, não mexe e dorme (L)
Isso a Laura disse meio dormindo, mas consciente da mão, dava pra sentir a voz dela quase adormecida, mas obviamente não totalmente, porque ela aceitou fazer o de sempre, que era levantar a perna pra minha mão descansar na sua virilha. Silêncio total, 5 minutos, 10 minutos, nada. Não podia falar porque a gente ia se descobrir, só com apertões pra chamar a atenção do Carlos e ele me dar algum sinal.
Ele vira a cabeça, encosta a boca no meu ouvido e, graças ao barulho do ventilador, conseguiu me dizer...
- tá molhada (C)
Meu Deus, por que ele me disse isso? Com certeza eu teria gozado se não tivesse apertado a ponta do meu pau pra segurar. Esse "tá molhada" foi a coisa mais tarada que vivi nos meus muitos anos de corno consentido. A ideia era que ele movesse o dedo suavemente, como eu costumava fazer, pra ver o que acontecia. Supus que ele já estava fazendo, porque se já tá molhada... mas mesmo assim esperei o ventilador girar e o barulho permitiu que eu chegasse perto do ouvido dele e dissesse:
- mexe o dedo (Y)
Ele fez que sim com a cabeça, como se já estivesse fazendo. Não vinha nada e eu estava quente e desesperado. Ele se vira de novo e me diz:
- tô chegando ela na beirada e tá vindo (C)
NÃÃÃOOO era o que eu suspeitava. A Laura estava esquentando e aproximava a bunda pra ele enfiar os dedos. Com isso ela gozava, a gente costumava fazer isso muitas vezes e ela podia dormir tranquila. Além disso, o ronco da Mabel a tranquilizava, por isso ela avançava quente também, igual uma cadela no cio.
- vou baixar a calcinha dela (C)
- nããão, ela vai perceber (Y)
- tá escorrendo (C)
- vai então (Y)
Essa conversa era com murmúrios inaudíveis por causa do barulho do ventilador velho. Sinto o Carlos se sentar no chão, estico minha mão e vejo que ele ainda tem a dele entre as pernas da Laura e com a outra tenta baixar a calcinha dela. Isso depois o Carlos me contou, que ela se levantou um pouquinho pra facilitar a tarefa. Aí estava minha esposa tarada, sem se importar. um caralho, a gente estava na casa de uns amigos, o que eu queria era gozar. Aquela situação toda e a tensão me deixavam louco, a morbidez do que estávamos fazendo, com a cumplicidade da escuridão da noite.
Toquei o cotovelo do Carlos e o movimento já estava intenso, então a mão também estava punhetando ela, o cheiro de sexo e o barulho do líquido viscoso batendo nos dedos. Mas tudo tem um porém, estava tudo indo maravilhosamente até que ele teve a brilhante ideia de enfiar o focinho no meio da buceta encharcada da minha mulher, queria chupá-la. O degenerado.
Quero comentar aqui que naquela época distante que descrevi antes, não só as mulheres não se depilavam, como também raramente algum homem se abaixava para chupar uma buceta, só nos filmes, e eu era desses. Meu amigo não, chupador e dos bons, hehehe.
Carlos, graças a uma namorada muito mais velha que ele, que teve quando ainda era um moleque, aprendeu coisas que naquela época não eram habituais e se tornou um fodedor daqueles. Acabou que meu querido amigo era um verdadeiro macho alfa, que fazia as mulheres delirar com a língua dele, e não só tinha o hábito de fazer isso como também curtia pra caralho. Mas claro, quando minha amada esposa sentiu uns lábios na sua buceta virgem de lábios, se assustou de um jeito que meu amigo, apavorado, rapidamente não só se deitou como passou por cima de mim para trocar de lugar. Tudo no maior silêncio possível, nada se mexia e não víamos o que minha mulher fazia, só que ela se aproximou do meu lado, baixou a cabeça e falou bem baixinho:
— Raul, era você, não é?
— Sim, fui eu.
— Mas você nunca...
— Mulher, estou com muito tesão.
— O Carlos está dormindo?
— Como uma pedra, e acho que a Mabel também.
— Então continua, mmmm, gostei do que você fez. (L)
E se deitou, empinando mais a bunda e me dando para que eu continuasse com a suposta língua que estava proporcionando tanto prazer. Como o Carlos ouviu tudo isso, nem precisei pedir para ele continuar, porque, como fez antes, agora ele me empurrou. para o outro lado, saindo do lugar privilegiado que eu tinha, e ele se acomodou, enfiou a língua na minha buceta, os suspiros de Laura não abafavam nem o barulho do ventilador, ela estava desconcertada e movia lentamente o quadril para frente e para trás, gozando como nunca tinha gozado antes, vendo o tesão que Laura estava sentindo, ele nem pediu permissão, se ajoelhou colado na cama, o pau dele ficou na altura da buceta da minha esposa, que não precisou fazer nenhum esforço para enfiá-lo até as bolas.
E aí já não conseguimos evitar o que era tão óbvio, isso parecia diferente, embora o tamanho fosse quase igual, mas o Carlos tinha não só um pouco mais grosso que o meu, mas também uma curvatura para o lado, bem pronunciada, uma banana, e isso sim, não conseguimos mais esconder da minha amada esposa que, apesar de sentir que não era o meu, continuou se movendo freneticamente até alcançar a explosão mágica, era um barulho impossível de disfarçar, só a Mabel, muito bêbada, ficou alheia. Para nós, foi um concerto de gemidos e suspiros, não precisei esperar eles terminarem porque, quando senti que ele a penetrava, já estava jorrando na lençol que servia de colchão, de um jeito escandaloso como nunca tinha gozado antes, e depois eles gozaram quase gritando. O melhor foi que as primeiras luzes da manhã davam uma iluminação suave e especial ao quarto, já dava para distinguir com toda clareza a figura do Carlos ajoelhado ao lado da cama, a minha esposa com a bunda empinada para fora, olhando para trás, para finalmente descobrir que quem a estava comendo não era seu amado marido, mas seu amigo Carlos que, depois de descarregar litros de porra na sua buceta, se abaixou e deu um beijo daqueles que, dadas as circunstâncias, Laura não evitou, mas correspondeu.
Já a luz nos permitia ver os rostos, ela virou, me olhou e eu, para acalmá-la, joguei um beijo. Eles continuaram se beijando até que o pau saiu daquela buceta. Encharcada. Pela primeira vez tive desejos incontroláveis de chupá-la, mas isso viria muito mais pra frente. Por aquela noite, já tinha sido mais do que suficiente.
Continua............
- Mabel deitou contra a parede, morta está roncando, hahaha não acorda nem a pau, e Laura de lado com a bunda virada pra cá, como você quer fazer??
- Primeiro entramos os dois já de cueca, você fica colado na cama e eu atrás, põe a mão na virilha dela com decisão, porque se você hesitar ela vai perceber que não sou eu. Ela já faz isso sempre, quando eu ponho a mão ela abre as pernas e aí eu deixo a mão bem coladinha na buceta dela
- E depois o que eu faço?
- Depois a gente vê. Se ela ficar quieta, você começa a mexer bem devagarinho o dedo que estiver perto do clitóris dela, suave. Sempre faço isso e acabamos transando, seja a hora que for. Mas hoje como não estamos sozinhos e na nossa casa, a gente vê. Mas isso esquenta muito ela, ela fica molhada rápido. Veremos como continua, estou morrendo de ansiedade
- Eu já estava com tesão pela Laura, mas agora isso me deixou ainda mais excitado. Mas vamos deixar nossa roupa na cozinha. (C)
Foi o que fizemos. Nos despimos, só ficamos de cueca, os dois empinados como cavalos. Doía de tão dura que eu estava e suponho que o Carlos também. Dentro do quarto, Mabel tinha ligado um ventilador que não só jogava ar quente como fazia barulho. Para nossos planos, pensei que era melhor. O calor da madrugada daquele domingo era sufocante. Entramos no escuro, sabendo ambos onde nos colocaríamos, e foi o que fizemos. Carlos colado na cama, com seu braço, sem muito esforço, podia enfiar a mão sem problemas. E eu empurrei ele para que fizesse, porque ele ficou em dúvida e hesitou, mas empurrei seu cotovelo para que levantasse a mão e de uma vez fizesse o que tanto desejávamos. O ruim é que eu não via nada, minha vista ainda não estava acostumada com a escuridão. A tensão era insuportável e os nervos também. Senti que ele esticou o braço e roguei que minha amada não percebesse. Silêncio, apenas um... sussurro
- mmmm o que você tá fazendo? fica quieto, não mexe e dorme (L)
Isso a Laura disse meio dormindo, mas consciente da mão, dava pra sentir a voz dela quase adormecida, mas obviamente não totalmente, porque ela aceitou fazer o de sempre, que era levantar a perna pra minha mão descansar na sua virilha. Silêncio total, 5 minutos, 10 minutos, nada. Não podia falar porque a gente ia se descobrir, só com apertões pra chamar a atenção do Carlos e ele me dar algum sinal.
Ele vira a cabeça, encosta a boca no meu ouvido e, graças ao barulho do ventilador, conseguiu me dizer...
- tá molhada (C)
Meu Deus, por que ele me disse isso? Com certeza eu teria gozado se não tivesse apertado a ponta do meu pau pra segurar. Esse "tá molhada" foi a coisa mais tarada que vivi nos meus muitos anos de corno consentido. A ideia era que ele movesse o dedo suavemente, como eu costumava fazer, pra ver o que acontecia. Supus que ele já estava fazendo, porque se já tá molhada... mas mesmo assim esperei o ventilador girar e o barulho permitiu que eu chegasse perto do ouvido dele e dissesse:
- mexe o dedo (Y)
Ele fez que sim com a cabeça, como se já estivesse fazendo. Não vinha nada e eu estava quente e desesperado. Ele se vira de novo e me diz:
- tô chegando ela na beirada e tá vindo (C)
NÃÃÃOOO era o que eu suspeitava. A Laura estava esquentando e aproximava a bunda pra ele enfiar os dedos. Com isso ela gozava, a gente costumava fazer isso muitas vezes e ela podia dormir tranquila. Além disso, o ronco da Mabel a tranquilizava, por isso ela avançava quente também, igual uma cadela no cio.
- vou baixar a calcinha dela (C)
- nããão, ela vai perceber (Y)
- tá escorrendo (C)
- vai então (Y)
Essa conversa era com murmúrios inaudíveis por causa do barulho do ventilador velho. Sinto o Carlos se sentar no chão, estico minha mão e vejo que ele ainda tem a dele entre as pernas da Laura e com a outra tenta baixar a calcinha dela. Isso depois o Carlos me contou, que ela se levantou um pouquinho pra facilitar a tarefa. Aí estava minha esposa tarada, sem se importar. um caralho, a gente estava na casa de uns amigos, o que eu queria era gozar. Aquela situação toda e a tensão me deixavam louco, a morbidez do que estávamos fazendo, com a cumplicidade da escuridão da noite.
Toquei o cotovelo do Carlos e o movimento já estava intenso, então a mão também estava punhetando ela, o cheiro de sexo e o barulho do líquido viscoso batendo nos dedos. Mas tudo tem um porém, estava tudo indo maravilhosamente até que ele teve a brilhante ideia de enfiar o focinho no meio da buceta encharcada da minha mulher, queria chupá-la. O degenerado.
Quero comentar aqui que naquela época distante que descrevi antes, não só as mulheres não se depilavam, como também raramente algum homem se abaixava para chupar uma buceta, só nos filmes, e eu era desses. Meu amigo não, chupador e dos bons, hehehe.
Carlos, graças a uma namorada muito mais velha que ele, que teve quando ainda era um moleque, aprendeu coisas que naquela época não eram habituais e se tornou um fodedor daqueles. Acabou que meu querido amigo era um verdadeiro macho alfa, que fazia as mulheres delirar com a língua dele, e não só tinha o hábito de fazer isso como também curtia pra caralho. Mas claro, quando minha amada esposa sentiu uns lábios na sua buceta virgem de lábios, se assustou de um jeito que meu amigo, apavorado, rapidamente não só se deitou como passou por cima de mim para trocar de lugar. Tudo no maior silêncio possível, nada se mexia e não víamos o que minha mulher fazia, só que ela se aproximou do meu lado, baixou a cabeça e falou bem baixinho:
— Raul, era você, não é?
— Sim, fui eu.
— Mas você nunca...
— Mulher, estou com muito tesão.
— O Carlos está dormindo?
— Como uma pedra, e acho que a Mabel também.
— Então continua, mmmm, gostei do que você fez. (L)
E se deitou, empinando mais a bunda e me dando para que eu continuasse com a suposta língua que estava proporcionando tanto prazer. Como o Carlos ouviu tudo isso, nem precisei pedir para ele continuar, porque, como fez antes, agora ele me empurrou. para o outro lado, saindo do lugar privilegiado que eu tinha, e ele se acomodou, enfiou a língua na minha buceta, os suspiros de Laura não abafavam nem o barulho do ventilador, ela estava desconcertada e movia lentamente o quadril para frente e para trás, gozando como nunca tinha gozado antes, vendo o tesão que Laura estava sentindo, ele nem pediu permissão, se ajoelhou colado na cama, o pau dele ficou na altura da buceta da minha esposa, que não precisou fazer nenhum esforço para enfiá-lo até as bolas.
E aí já não conseguimos evitar o que era tão óbvio, isso parecia diferente, embora o tamanho fosse quase igual, mas o Carlos tinha não só um pouco mais grosso que o meu, mas também uma curvatura para o lado, bem pronunciada, uma banana, e isso sim, não conseguimos mais esconder da minha amada esposa que, apesar de sentir que não era o meu, continuou se movendo freneticamente até alcançar a explosão mágica, era um barulho impossível de disfarçar, só a Mabel, muito bêbada, ficou alheia. Para nós, foi um concerto de gemidos e suspiros, não precisei esperar eles terminarem porque, quando senti que ele a penetrava, já estava jorrando na lençol que servia de colchão, de um jeito escandaloso como nunca tinha gozado antes, e depois eles gozaram quase gritando. O melhor foi que as primeiras luzes da manhã davam uma iluminação suave e especial ao quarto, já dava para distinguir com toda clareza a figura do Carlos ajoelhado ao lado da cama, a minha esposa com a bunda empinada para fora, olhando para trás, para finalmente descobrir que quem a estava comendo não era seu amado marido, mas seu amigo Carlos que, depois de descarregar litros de porra na sua buceta, se abaixou e deu um beijo daqueles que, dadas as circunstâncias, Laura não evitou, mas correspondeu.
Já a luz nos permitia ver os rostos, ela virou, me olhou e eu, para acalmá-la, joguei um beijo. Eles continuaram se beijando até que o pau saiu daquela buceta. Encharcada. Pela primeira vez tive desejos incontroláveis de chupá-la, mas isso viria muito mais pra frente. Por aquela noite, já tinha sido mais do que suficiente.
Continua............
5 comentários - Como comecei minha vida de corno consentido II
Muy buena saga