Quando desci pra cozinha, a Clau tava só de fio dental e peito de fora, fazendo uns mates. A gente sentou e ela falou: "Pussy, não me faz cena de ciúme. Você tá comendo minha filha, não tá em condições de fazer isso." Pedi desculpa e expliquei que desde a primeira vez que a gente ficou, não consigo parar de pensar e ficar com tesão por você. Ela, Clau: "Olha, desde que me separei, me libertei total no sexo. Meu ex não me comia muito, e eu preciso que o sexo esteja presente na minha vida. Então eu fazia as minhas, ele nunca descobriu, ele achava. Por exemplo, eu comia o sócio dele. Meu ex tava comendo a secretária, e o sócio me contou depois. Percebi que ele não fez por bondade, não, era porque queria me comer. Aí uma noite que meu ex viajou a trabalho — na verdade, tava com a secretária no Sul —, o Ariel, o sócio do meu ex, me convida pra jantar na casa dele. Aceitei decidida a dar o troco na mesma moeda. Coloquei uma camiseta branca sem sutiã e um shortinho bem curto que fica um arraso. Quando ele veio me buscar, o Ariel ficou de boca aberta e falou: 'Claudia, você tá uma gostosa.' Entrei no carro e falei: 'Valeu, Ari, você também tá muito bem.' Fomos pra casa dele, e no caminho, falei: 'Ari, você também deve ter seu caso na empresa, né?' Ele respondeu rápido: 'Não, sou bem tranquilo.' 'Você tem um corpo muito definido, isso não se faz só na academia, tem outras atividades aí.' 'Não me mente', e toquei na perna dele enquanto ele dirigia. Ele riu nervoso e, no semáforo, me beijou de boca aberta. Respondi o beijo, ele me abraçou e passou a mão nas minhas pernas. Eu fui direto no volume dele, já tava duro. A gente continuou se beijando, e a mão dele já ia nas minhas tetas, a outra enfiava entre minhas pernas. A surpresa do rapaz quando sentiu que eu não tava de fio dental. Nessa hora, os carros começaram a buzinar, o semáforo tinha aberto. Ele arrancou todo apressado, e eu comecei a desabotoar a calça dele. Ele tentou parar, mas eu falei: 'Não, continua, continua que eu cuido disso.' Seguimos o caminho, eu já... com o pau dele na minha mão, um pau super grosso e cheio de veias, tava me deixando louca de tesão, nessa altura minha buceta já tava melada. comecei a dar beijinhos naquela cabeça enorme e vermelha, parecia que ia explodir. passei a língua e comecei a chupar ele. era tão grosso que não cabia na minha boca, parecia que minha boca ia rasgar, e só de pensar em ter ele dentro, minha pussy pulsava (enquanto ela contava isso, eu tava com o pau duro, amassando ele, e a claudia me olhava e parecia que tava gostando). ele se segurava como podia enquanto eu chupava. tirei o pau da boca e falei: ari, paro? não, não, continua, ele disse. você gosta? perguntei com minha melhor cara de puta, e ele respondeu: adoro. então falei: se eu não fizer você gozar antes de chegar na sua casa, deixo você fazer o que quiser. se eu conseguir, eu escolho, ok? e ele: dale, sim! nessa altura, o pau dele já tava encharcado de saliva. como era tão grosso, toda a baba escorria quando eu tentava enfiar. comecei a acelerar o ritmo, e ele se contorcia. quando sentia que ele tava perto de gozar, eu parava. na verdade, tava pensando se seria melhor eu escolher ou deixar ele escolher, quando percebi que já távamos perto. então, não sei como fiz, enfiei o pau todo na boca, quase vomitei, mas aquela sensação de sufoco me deixou com mais tesão ainda. chupei, chupei. ele fez força, como se quisesse não gozar, mas senti o primeiro jato de porra quente. bateu com tanta força na minha garganta que me fez lacrimejar, mas, como toda uma puta, chupei até a última gota. limpei a boca, dei um beijo nele e falei: você tá encrencado agora, quem manda sou eu. entramos e fomos direto pro sofá. ele tirou minha camiseta, eu tirei o short e fiquei pelada. ele tirou a calça e a cueca enquanto me olhava com uma cara de tarado do caralho. eu abri as pernas e falei: vem, ajoelha. você vai ter que lamber minha buceta. ele não fez questão, se perdeu entre minhas pernas. eu, nessa altura, tava voando de tesão. agarrei ele pelos cabelos, dei um beijo e falei: agora me fode, pussy. muito obediente, ele enfiou. Até o fundo senti que minha buceta tava cheia de carne, o pau dele pulsava dentro de mim e me bombava bem rápido. Eu queria aproveitar aquele pau, então falei: "Deita aqui que eu vou por cima" e montei. Que delícia sentir aquele pau entrando devagarzinho. Quando tava bem dentro, comecei a me mexer, fazendo movimentos bem pequenos, enquanto ele não parava de apertar e chupar meus peitos. Cavalguei por 20 minutos e depois fiquei de quatro. Já estávamos os dois suados, mas nada importava. Ele aproximou a cabeça da besta dele da minha buceta, e eu falei: "Não é por aí, quero que você me coma o cu". Ele nem hesitou, esfregou o pau na minha boceta pra lubrificar e meteu no meu cu. Era uma dor gostosa, doía, mas eu adorava. Aí ele foi mais devagar, não enfiava com tanta força como quando me comia pela boceta. Enquanto ele metia, eu tocava nos ovos dele e na minha buceta por baixo das pernas. Ficamos assim uns 15 minutos até ele falar: "Vou gozar". Tirou o pau e jorrou um monte de porra nas minhas costas e na bunda. Foi uma delícia essa transa (eu também tava quase gozando). O que começou com uma esfregada terminou numa punheta. Ela percebeu e se ajoelhou pra eu gozar nos peitos dela, e depois limpou meu pau com a boca. Clau: "Martin, você ficou um pouco excitado, né? Parece que já é a sua vez. Agora é a minha... Continua...
8 comentários - Minha sogra gostosa Claudia 4