O que teria acontecido naquela época distante se tivesse internet, ou celulares, WhatsApp, hahaha. O que teria acontecido se a única coisa pornográfica que a gente podia ver fossem umas revistas com fotos pornô velhíssimas que a gente emprestava entre amigos? Existiam os filmes super 8, mas eram só para grupos selecionados que podiam comprar o projetor, luxo da época. O que teria acontecido se as mulheres tivessem se depilado, ou os homens, ou tantas outras coisas que foram transformando nossa vida no que é hoje? Já não sei se pra melhor ou pior, nada é mais igual, nada. O sexo era tabu, e só se falava disso na mais absoluta intimidade, e com o parceiro quase nada, só o essencial e básico. Mas por sorte já tinha chegado a bendita minissaia, que nos permitia apreciar aquelas coxas carnudas, apetitosas, e deixava a pica dura em segundos, era o único adereço parecido com o que vemos hoje. "A minissaia" hahaha, invenção maluca pra época em que os casais se casavam, e pra completar, todo mundo muito jovem, tinha que sair o mais rápido possível da vigilância familiar. Hahaha, o sexo era quase proibido, com governos militares, alguns sangrentos, que nem deixavam a gente ver um filme que mostrasse um peito. Que hipócritas filhos da puta!!!!
Foi nessa época distante e querida que aconteceu o episódio que marcaria um antes e depois na minha vida, e na da minha esposa Laura, e como sempre, numa noite de verão. Essas coisas sempre acontecem em noites quentes. Dezembro em Buenos Aires era terrível, à tarde o termômetro tinha marcado 37 graus, muito pra aquele mês, e justo nessa noite, festa de casamento de um amigo da turma que, claro, como era de se esperar, casava com a namorada de toda a sua curta vida, ele com 24 anos e ela com 22, praticamente como quase todos nós casávamos, hehehe. O meu com Laura tinha sido alguns meses antes.
Meu nome é Raul, tinha 23 anos, e minha amada esposa Laura, 22, só nós. Separavam 10 meses e a gente já tinha casado, com festa de família e todas as cerimônias que existem, namorando desde os 19 anos, eu com 18 e ela com 18, 3 anos de namoro, como era de costume, hahaha, se passasse dos 4 anos, a mãe da noiva já começava a se preocupar. Claro que os pais ajudavam, dando uma mão pro casal com as compras do que precisava pra montar uma casa, primeiro uma cozinha moderna e a geladeira, tendo esse par, o casal oficializava, hahaha, e depois o resto. A mãe dava de presente de aniversário pra Laura, em vez de um vestido bonito, um lindo jogo de lençóis e toalhas pro futuro ninho de amor, hahaha, e nossa casa, a grande ajuda foi o apartamento que os avós falecidos da minha esposa deixaram, nos fundos do terreno comprido onde ficava a casa da família da minha amada esposa. Na frente, a casa dos meus sogros e do meu cunhado pequeno, atrás, o nosso, menor, com só um quarto, banheiro, cozinha e sala, e o quintalzão no meio com parreiral, claro, pra dar sombra no verão, e por sorte tinha entrada pela rua por um corredor separado. Digamos que não faltava nenhum impedimento financeiro pra adiar o casamento, a gente se amava loucamente, o que mais? Marido e mulher, hahaha.
A gente se apresentava, eu era um cara magrelo, desengonçado, 1,80m e só uns 72 kg, e a Laura, uma gostosa de 1,65 descalça e só 54 kg, peitinho pequeno, mas uma bunda de dar inveja e umas pernas que me deixavam louco, e claro, com as minissaias que usavam na época, ela as exibia sem vergonha, hahaha. A minissaia, por imposição da mãe severa dela, minha sogra, não podia ser muito curta, apesar da moda que escandalizava as velhas da época, algumas usavam a 10 cm da bunda. Quando a gente saía pra passear ou ir ao cinema, antes de subir no ônibus, eu já mandava ela levantar um pouco, a Laura habilmente dobrava pela cintura e conseguia subir uns 10 cm, isso me deixava doido e, como bom futuro conivente, eu adorava. Eu curtia e me excitava que ficassem olhando pra elas.
Bom, já coloquei vocês no contexto, então vamos pra noite em questão: casamento num salão grande, cheio de convidados, a turma toda, alguns sozinhos, outros com parceiros, todo mundo sentado na mesma mesa, a dança de sempre, muita bebida. A gente tinha ido com meu amigo de infância e a esposa nova dele também, eles casaram dois meses depois da gente. Carlos e Mabel. Com o Carlos éramos irmãos, amigos desde pequenos, nossas casas eram coladas, a infância e a juventude inteira inseparáveis. Unha e carne.
Eles, diferente da gente, moravam num apartamentinho bem pequeno no terraço de uma casa, daquelas que tinha muito naquela época, vários cômodos num corredor comprido, mas os donos, quando podiam, construíam algo menor no terraço pra alugar também. Esse era composto por um quarto com banheiro, um corredor descoberto que dava numa cozinha bem grande com um tanquinho, que servia de cozinha e sala, e só, era isso. Bom pra começar, o que eles tinham era o terraço inteiro como um quintal exclusivo, que por ficar no primeiro andar era um luxo pras noites de verão. Tinham instalado umas espreguiçadeiras pra tomar sol, um guarda-sol e uma mesa de jardim. As noites com cerveja e uma tábua de frios viraram rotina pra turma, e às vezes só nós quatro.
O salão onde rolou a festa ficava bem perto da casa do Carlos e muito longe de onde a gente morava, então a gente já tinha decidido como voltar tarde: de táxi, ninguém tinha carro, outros tempos hahaha. Então a gente ia dormir os quatro no apartamentinho deles, do jeito que desse, e no dia seguinte a gente ia aproveitar o dia tomando sol no terraço lindo. Tudo isso já tinha sido combinado antes, então quando a festa acabou, nós três meio bêbados — porque a Laura não bebe álcool, mas a Mabel sim — a gente pegou um táxi pra quatro e partiu pra descansar da noite agitada. Carlos e Mabel, quando o táxi que pedimos chegou, subimos: eu na frente com o motorista e eles três atrás. As minas subiram primeiro, depois Carlos, e Laura ficou no meio. O trajeto era de uns 20 minutos no máximo. Num momento, fiz um comentário pro meu amigo, virei a cabeça e vi que os três estavam dormindo, de olhos fechados, a mão de Carlos apoiada no joelho da minha esposa, Mabel apagada, mas aquela mão acariciava suavemente a perna da Laura, que também tava de olhos fechados. Quando cruzei o olhar com o Carlos, ele tirou a mão como se tivesse tocado em algo que queimava e que tinha se confundido. Tudo ficou por ali, supus que foi algo involuntário e que ele achou que era a Mabel, com certeza, e não a Laura, minha mulher. Mas naquele instante exato, algo passou pela minha cabeça, não foi ciúme nem incômodo pelo episódio, mas senti um formigamento nas minhas bolas e, quando desci do táxi, tava com uma ereção de campeão que só consegui disfarçar porque tava com a jaqueta na mão e me tapei com ela.
Chegamos e eles já tinham decidido, antes, como a gente ia dormir os quatro. Não tinha sala nem sofá, no mesmo e único quarto que tinha, meu amigo encostou a cama de casal numa janela grudada na parede, e no lugar mais amplo que sobrou montou uma cama improvisada no chão com cobertores macios, que iam fazer de colchão. A gente ia dormir ali, os homens, e as mulheres iam ocupar a única cama que tinha. As camas eram baixas, com colchão, não existiam somiers.
Enquanto as minas se deitavam, a gente ficou na varanda, comentando a noite incrível que a gente tinha passado e esperando nossas esposas dormirem. Carlos fumando um cigarro e eu com um último copo na mão, já não lembro do quê, e aí tudo explodiu de vez, inclusive minha cabeça.
— Me pegou no táxi, Raulito, hehehehe (C)
— Te peguei no quê? (Y)
— Acariciando as pernas da Laura, hahaha (C)
— Tá doidão?? (Y)
— Não, ainda bem que vinha meio dormindo, mas não fica bravo, Laura tem umas pernas de puta do caralho e a verdade é que fiquei a noite toda excitado com a sua mulher, aquela mini que ela vestiu hoje, puta merda, me deixou duro a noite inteira e não me segurei, tinha que apalpar ela e você me pegou no flagra, hahahaha, me perdoa, irmão?? (C)
Ele soltou isso como quem diz que amanhã vai chover e é aqui o que acontece com a gente, futuros cornos com certeza, nossa cabeça dá um clique que nunca mais vai ser a mesma, porque em vez de ficar puto e dar um soco nele, como qualquer pessoa normal faria, minha pica ficou dura pra caralho e não consegui disfarçar nem justificar, porque pra piorar, naquela época a gente usava calças bem justas com bocas largas, umas loucuras da moda, e o Carlos percebeu minha ereção e eu a dele, a gente riu pra caralho os dois, meio sem entender o que tava rolando, mas que estávamos muito excitados com a situação, disso não tinha dúvida. E foi um turbilhão, minha mente já tramava tudo, queria mais, aquela mão no joelho da Laura não me bastava, queria mais e propus pra ele, e ele me olhou estranho mas também ansioso igual a mim, tudo indicava que sim e fomos nessa, por sugestão minha, ver como as mulheres tinham se deitado, quem em cada lugar, precisava saber mais e já tinha um plano
- vai no banheiro e vê como elas se deitaram pra gente deitar também e se quiser, você apalpa ela um pouco mais, e na buceta, se for bonzinho hahahaha (Y)
- sério que você deixa?? e como a gente faz (C)
- vai lá que a ideia me excita pra caralho, te explico, a gente sempre dorme de conchinha e eu com a mão na buceta entre as pernas dela, se ela tiver deitada desse lado da cama, de onde a gente vai deitar, no chão hahahaha vai ser fácil se ela tiver dormindo, claro hahaha, topa, cagão?? (Y)
- claro que topo e se der, eu como ela, elas estão do jeito que a gente queria, a Mabel encostada na parede roncando igual uma desenfreada, e a Laura com a bunda virada pro nosso lado, hoje eu como ela com certeza, hahahaha Esse comentário me deixou louco.
Já tava decidido, não tinha volta, eu tinha me tornado um futuro corno manso consentidor.
Continua..................
Foi nessa época distante e querida que aconteceu o episódio que marcaria um antes e depois na minha vida, e na da minha esposa Laura, e como sempre, numa noite de verão. Essas coisas sempre acontecem em noites quentes. Dezembro em Buenos Aires era terrível, à tarde o termômetro tinha marcado 37 graus, muito pra aquele mês, e justo nessa noite, festa de casamento de um amigo da turma que, claro, como era de se esperar, casava com a namorada de toda a sua curta vida, ele com 24 anos e ela com 22, praticamente como quase todos nós casávamos, hehehe. O meu com Laura tinha sido alguns meses antes.
Meu nome é Raul, tinha 23 anos, e minha amada esposa Laura, 22, só nós. Separavam 10 meses e a gente já tinha casado, com festa de família e todas as cerimônias que existem, namorando desde os 19 anos, eu com 18 e ela com 18, 3 anos de namoro, como era de costume, hahaha, se passasse dos 4 anos, a mãe da noiva já começava a se preocupar. Claro que os pais ajudavam, dando uma mão pro casal com as compras do que precisava pra montar uma casa, primeiro uma cozinha moderna e a geladeira, tendo esse par, o casal oficializava, hahaha, e depois o resto. A mãe dava de presente de aniversário pra Laura, em vez de um vestido bonito, um lindo jogo de lençóis e toalhas pro futuro ninho de amor, hahaha, e nossa casa, a grande ajuda foi o apartamento que os avós falecidos da minha esposa deixaram, nos fundos do terreno comprido onde ficava a casa da família da minha amada esposa. Na frente, a casa dos meus sogros e do meu cunhado pequeno, atrás, o nosso, menor, com só um quarto, banheiro, cozinha e sala, e o quintalzão no meio com parreiral, claro, pra dar sombra no verão, e por sorte tinha entrada pela rua por um corredor separado. Digamos que não faltava nenhum impedimento financeiro pra adiar o casamento, a gente se amava loucamente, o que mais? Marido e mulher, hahaha.
A gente se apresentava, eu era um cara magrelo, desengonçado, 1,80m e só uns 72 kg, e a Laura, uma gostosa de 1,65 descalça e só 54 kg, peitinho pequeno, mas uma bunda de dar inveja e umas pernas que me deixavam louco, e claro, com as minissaias que usavam na época, ela as exibia sem vergonha, hahaha. A minissaia, por imposição da mãe severa dela, minha sogra, não podia ser muito curta, apesar da moda que escandalizava as velhas da época, algumas usavam a 10 cm da bunda. Quando a gente saía pra passear ou ir ao cinema, antes de subir no ônibus, eu já mandava ela levantar um pouco, a Laura habilmente dobrava pela cintura e conseguia subir uns 10 cm, isso me deixava doido e, como bom futuro conivente, eu adorava. Eu curtia e me excitava que ficassem olhando pra elas.
Bom, já coloquei vocês no contexto, então vamos pra noite em questão: casamento num salão grande, cheio de convidados, a turma toda, alguns sozinhos, outros com parceiros, todo mundo sentado na mesma mesa, a dança de sempre, muita bebida. A gente tinha ido com meu amigo de infância e a esposa nova dele também, eles casaram dois meses depois da gente. Carlos e Mabel. Com o Carlos éramos irmãos, amigos desde pequenos, nossas casas eram coladas, a infância e a juventude inteira inseparáveis. Unha e carne.
Eles, diferente da gente, moravam num apartamentinho bem pequeno no terraço de uma casa, daquelas que tinha muito naquela época, vários cômodos num corredor comprido, mas os donos, quando podiam, construíam algo menor no terraço pra alugar também. Esse era composto por um quarto com banheiro, um corredor descoberto que dava numa cozinha bem grande com um tanquinho, que servia de cozinha e sala, e só, era isso. Bom pra começar, o que eles tinham era o terraço inteiro como um quintal exclusivo, que por ficar no primeiro andar era um luxo pras noites de verão. Tinham instalado umas espreguiçadeiras pra tomar sol, um guarda-sol e uma mesa de jardim. As noites com cerveja e uma tábua de frios viraram rotina pra turma, e às vezes só nós quatro.
O salão onde rolou a festa ficava bem perto da casa do Carlos e muito longe de onde a gente morava, então a gente já tinha decidido como voltar tarde: de táxi, ninguém tinha carro, outros tempos hahaha. Então a gente ia dormir os quatro no apartamentinho deles, do jeito que desse, e no dia seguinte a gente ia aproveitar o dia tomando sol no terraço lindo. Tudo isso já tinha sido combinado antes, então quando a festa acabou, nós três meio bêbados — porque a Laura não bebe álcool, mas a Mabel sim — a gente pegou um táxi pra quatro e partiu pra descansar da noite agitada. Carlos e Mabel, quando o táxi que pedimos chegou, subimos: eu na frente com o motorista e eles três atrás. As minas subiram primeiro, depois Carlos, e Laura ficou no meio. O trajeto era de uns 20 minutos no máximo. Num momento, fiz um comentário pro meu amigo, virei a cabeça e vi que os três estavam dormindo, de olhos fechados, a mão de Carlos apoiada no joelho da minha esposa, Mabel apagada, mas aquela mão acariciava suavemente a perna da Laura, que também tava de olhos fechados. Quando cruzei o olhar com o Carlos, ele tirou a mão como se tivesse tocado em algo que queimava e que tinha se confundido. Tudo ficou por ali, supus que foi algo involuntário e que ele achou que era a Mabel, com certeza, e não a Laura, minha mulher. Mas naquele instante exato, algo passou pela minha cabeça, não foi ciúme nem incômodo pelo episódio, mas senti um formigamento nas minhas bolas e, quando desci do táxi, tava com uma ereção de campeão que só consegui disfarçar porque tava com a jaqueta na mão e me tapei com ela.
Chegamos e eles já tinham decidido, antes, como a gente ia dormir os quatro. Não tinha sala nem sofá, no mesmo e único quarto que tinha, meu amigo encostou a cama de casal numa janela grudada na parede, e no lugar mais amplo que sobrou montou uma cama improvisada no chão com cobertores macios, que iam fazer de colchão. A gente ia dormir ali, os homens, e as mulheres iam ocupar a única cama que tinha. As camas eram baixas, com colchão, não existiam somiers.
Enquanto as minas se deitavam, a gente ficou na varanda, comentando a noite incrível que a gente tinha passado e esperando nossas esposas dormirem. Carlos fumando um cigarro e eu com um último copo na mão, já não lembro do quê, e aí tudo explodiu de vez, inclusive minha cabeça.
— Me pegou no táxi, Raulito, hehehehe (C)
— Te peguei no quê? (Y)
— Acariciando as pernas da Laura, hahaha (C)
— Tá doidão?? (Y)
— Não, ainda bem que vinha meio dormindo, mas não fica bravo, Laura tem umas pernas de puta do caralho e a verdade é que fiquei a noite toda excitado com a sua mulher, aquela mini que ela vestiu hoje, puta merda, me deixou duro a noite inteira e não me segurei, tinha que apalpar ela e você me pegou no flagra, hahahaha, me perdoa, irmão?? (C)
Ele soltou isso como quem diz que amanhã vai chover e é aqui o que acontece com a gente, futuros cornos com certeza, nossa cabeça dá um clique que nunca mais vai ser a mesma, porque em vez de ficar puto e dar um soco nele, como qualquer pessoa normal faria, minha pica ficou dura pra caralho e não consegui disfarçar nem justificar, porque pra piorar, naquela época a gente usava calças bem justas com bocas largas, umas loucuras da moda, e o Carlos percebeu minha ereção e eu a dele, a gente riu pra caralho os dois, meio sem entender o que tava rolando, mas que estávamos muito excitados com a situação, disso não tinha dúvida. E foi um turbilhão, minha mente já tramava tudo, queria mais, aquela mão no joelho da Laura não me bastava, queria mais e propus pra ele, e ele me olhou estranho mas também ansioso igual a mim, tudo indicava que sim e fomos nessa, por sugestão minha, ver como as mulheres tinham se deitado, quem em cada lugar, precisava saber mais e já tinha um plano
- vai no banheiro e vê como elas se deitaram pra gente deitar também e se quiser, você apalpa ela um pouco mais, e na buceta, se for bonzinho hahahaha (Y)
- sério que você deixa?? e como a gente faz (C)
- vai lá que a ideia me excita pra caralho, te explico, a gente sempre dorme de conchinha e eu com a mão na buceta entre as pernas dela, se ela tiver deitada desse lado da cama, de onde a gente vai deitar, no chão hahahaha vai ser fácil se ela tiver dormindo, claro hahaha, topa, cagão?? (Y)
- claro que topo e se der, eu como ela, elas estão do jeito que a gente queria, a Mabel encostada na parede roncando igual uma desenfreada, e a Laura com a bunda virada pro nosso lado, hoje eu como ela com certeza, hahahaha Esse comentário me deixou louco.
Já tava decidido, não tinha volta, eu tinha me tornado um futuro corno manso consentidor.
Continua..................
4 comentários - Como comecei minha vida de corno manso
La saga anterior terminó o tiene continuación?