Uma visita louca 2

olá~
então, eu de novo, continuando com o conto curto
vale destacar que essa história é inventada

os dias foram passando e a presença da minha prima foi ficando mais comum, e com isso a liberdade e confiança foram crescendo entre nós, dividindo as tarefas de casa pra ela não se sentir pressionada

arleth: oi primo, tudo bem? queria te perguntar uma coisa
eu: claro, fala aí, o que foi?
arleth: tava pensando se eu poderia trabalhar pra te ajudar com algumas contas
eu: não, prefiro que não, porque pode ser perigoso você sair sozinha pela cidade, isso aqui não é igual nossa cidade

arleth: mas...
eu sabia que se deixasse ela arrumar um emprego, seria mais difícil ela voltar pros pais, além disso, vendo que ela não tinha muita roupa, era muito arriscado ela andar com aquelas roupas apertadas
eu: nada disso, e além do mais, mesmo que não pareça, eu ganho o suficiente pra sustentar uma pessoa
arleth: bom...
eu: que tal? posso te ajudar a marcar consultas com diferentes profissionais pra ver se você gosta de alguma carreira
arleth: sim, o que você disser
eu: ...
bom, de qualquer forma, vou ver o que encontro, por enquanto cuida das suas tarefas e quem sabe no dia que eu estiver livre te levo pra comprar umas roupas
arleth: mas eu gosto dessas roupas
eu: sim, mas você não vai andar todo dia com a mesma roupa
arleth: tá... mas você vai deixar eu escolher algo que eu goste?
eu: claro

queria aproveitar a chance pra ela trocar aquelas roupas apertadas que usava e que deixavam o corpo dela bem à mostra, e de quebra ter uma perspectiva feminina sobre roupas
eu: bem, preciso ir, já tá na hora das minhas aulas começarem

nossa conversa, mesmo que meio estranha em alguns momentos, me deu energia pra começar o dia, porque tinha alguém me esperando, e embora a gente fosse só primos, a sensação era boa

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o dia foi passando e já era hora de eu ir pro trabalho, enquanto pego minhas coisas e dou uma olhada no meu pelo telefone, percebo que a mina que eu tinha mandado solicitação começou a me perguntar um monte de coisa e puxar conversa
X: oi gostoso, parece que você tá ocupado
eu: kkkk oi, tô sim, tava indo pro trampo
beleza?
X: tô de boa, mas meio entediada
eu: então a gente pode conversar, se quiser
X: adoraria

eu: beleza, do que cê quer falar?
X: que tal a gente brincar de se perguntar coisas? e quem sabe eu te dou um presente surpresa
eu: claro, começa
X: cê tem namorada?
eu: se eu tivesse, cê acha que eu teria perfil nesse aplicativo?
X: só queria ter certeza
eu: beleza, agora é minha vez
cê tem namorado?
X: infelizmente não, moro sozinha mas não consigo sair fácil, o que dificulta ter um relacionamento
eu: te entendo
mas olha, cedo ou tarde a pessoa certa aparece
X: AHAHAHAH que fofo
eu: é a verdade
X: beleza, minha vez
que tipo de mulher cê curte?
eu: bom, não tem algo específico que me chame atenção, só que seja legal e carinhosa comigo
X: não tô falando disso
tô falando do físico
eu: cê me complica
diria que...
que tenha um bom quadril?
X: hmmm~ parece que eu me encaixo na categoria
eu: kkkk quem sabe
beleza, minha vez
que tipo de cara cê gosta?
X: não vale copiar minhas perguntas, mas tudo bem
gosto de caras que são confiáveis mas têm um certo jeito ingênuo
eu: não sei se quero me candidatar, mas aceito a resposta
X: se quiser, posso te dar o cargo
eu: a gente pode ver
X: que sem graça, mas isso tá me agradando
eu: beleza, sua vez
e assim a gente passou o dia inteiro, pergunta atrás de pergunta, e entre umas indiretas acabamos marcando de nos ver
se ela era meio atrevida, isso a tornava divertida
embora às vezes passasse do ponto, tipo quando me mandou uma foto da bunda dela só pra provar que tinha um quadril grande, mostrando que tinha uma pintinha na bunda direita, realçando o erotismo
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o dia tinha Terminado e já era hora de eu me mandar
embora uma hora antes dava tempo de comprar a janta, tipo comer algo rápido e descansar cedo, mas tinha algo estranho
o trinco da porta estava posto e dava pra ouvir a televisão num volume alto

apesar de mil coisas terem passado pela minha cabeça, a preocupação com minha prima cresceu ao pensar que alguém tinha invadido a casa e podia ter feito algo com ela, mas eu não era idiota — se entrasse fazendo barulho, podia alertar o criminoso, então minha única opção era a janela que dá no escritório da minha casa, onde guardo várias coisas da faculdade e uns papéis do trampo, e entrei feito uma puta ou criminoso sem soltar um barulho que pudesse alertar ninguém.

uma vez dentro do quarto, com todo cuidado, passo a passo, comecei a espiar pela porta, mas o que vi me deixou gelado, sem palavras.

bem, é isso por hoje. espero que vocês estejam gostando dos meus relatos e, se quiserem, podem passar no meu Twitter ou deixar um comentário me falando se tão gostando, e prometo que isso vai ficar bom.

sem mais delongas, me despeço até o próximo relato.https://twitter.com/J68072025

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