Mamãe me acordou na manhã seguinte com um beijo suave. Ela já estava vestida. Usava uma saia colorida de verão que batia no joelho e uma camiseta branca justa que destacava os peitos lindos dela.
– Vamos, tá na hora de você preparar o café da manhã. – Ela me acompanhou até o banheiro e ficou me observando enquanto eu fazia minhas necessidades. Eu já não tinha mais privacidade. Em apenas um dia, minha vida tinha virado de cabeça pra baixo. Tanto faz, pensei enquanto lembrava de tudo que tinha rolado no dia anterior. Mamãe tinha me submetido sexualmente, e eu só podia esperar, com tesão e ansiedade, o que o novo dia podia me trazer. Sem sair do banheiro, ela me mandou entrar no chuveiro. Ela mesma me secou e depois mandou eu escovar os dentes. Quando terminei, nas mãos dela já tinha uma das calcinhas da minha irmã. Eram de renda, cor de rosa. Quando vi, meu pau reagiu e começou a crescer. Mamãe se ajoelhou e começou a subir a calcinha pelas minhas pernas.
– Tô vendo que meu menino fica de pau duro só de pensar que vai passar o dia inteiro de calcinha. – Falou, e sem terminar de subir a calcinha, começou um boquete suave. Quando meu pau já tava duro, ela parou e terminou de subir a calcinha. – A gente vai ter tempo de continuar mais tarde, temos coisas pra fazer. – Eu fiquei frustrado e só pude segui-la quando ela foi pra cozinha. A pia tava cheia de louça suja do dia anterior. – Você não ia achar que eu ia lavar a louça, né. Primeiro prepara o café da manhã, depois você lava. De agora em diante, você vai fazer as tarefas de casa enquanto eu supervisiono. Se eu não gostar do que vejo ou se você não fizer direito, vai levar um castigo. Vou começar a te educar pra você ser um homem que me agrada e que seja digno de mim.
Sob as ordens da mamãe, preparei o café da manhã pra ela: suco de laranja, café e torradas. Pra mim, ela mandou preparar uma tigela de cereais. Ela cuspiu umas duas vezes dentro da tigela, mexeu tudo enquanto me olhava sorrindo, mas dessa vez não teve nenhuma brincadeira, e a gente comeu em silêncio enquanto ela lia o jornal. Mamãe me entregou umas luvas de cozinha e apontou pra pia. Comecei a lavar a louça enquanto ela se enfiou atrás de mim e começou a acariciar meu corpo todo. — Que bem que meu menino lava a louça. — Ela pegou meu pau com suavidade e começou a bater uma por cima da calcinha. Durante o café da manhã, meu pau tinha perdido a dureza, mas rapidamente reagiu aos carinhos dela. Eu larguei a esponja. Mamãe parou a punheta e me deu um tapa forte na bunda. — Eu te mandei parar de lavar a louça? — Eu peguei a esponja de novo. Mamãe baixou minha calcinha o suficiente pra liberar meu pau e voltou a bater uma, dessa vez com força. Eu gemia tentando limpar os pratos. Quando estava quase gozando, avisei a mamãe com um gemido e ela soltou meu pau. — Temos que começar a trabalhar no controle. Você já sabe o que vai acontecer se gozar sem permissão. Vamos, termina de lavar a louça que temos outras coisas pra fazer. Quando terminei, mamãe inspecionou os pratos. A verdade é que em mais de um ainda tinha resto de comida ressecada. Com a punheta dela, não consegui me concentrar e nem percebi que tava deixando sujeira nos pratos. Mamãe me olhou com desaprovação. — Isso é intolerável. Vamos pro quarto de castigo, depois você volta pra lavar de novo. — Lembrei do cinto enquanto seguia mamãe pelo corredor. O quarto de castigo era um cômodo pequeno com um colchão sem lençóis. Mamãe sentou na cama e tirou o chinelo de casa, deixando ele do lado, em cima da cama. Mandou eu chegar perto e tirou minha calcinha. Nu na frente dela, ela pegou meu pau com suavidade, que mesmo assim continuava duro. — Que pervertido você é. Fica com tesão de a mamãe te castigar? — Apesar dos quatro golpes dolorosos de cinto que ela tinha me dado na tarde anterior, eu lembrava como o castigo da mamãe tinha terminado, então concordei de cabeça baixa. Mamãe continuava batendo uma pra mim devagar. — O castigo que eu tinha pensado é te dar uma boa Surra de chinelo na bunda, igual se faz com criança pequena que se comporta mal. Se aguentar o castigo, vou deixar você gozar. Se preferir, a gente pode parar quando quiser, mas não vai ter prêmio no final. O que você prefere, castigo e prêmio ou continuar com as tarefas de casa? — O castigo. — Afirmei sem hesitar nem um segundo. — Sua putinha virgem pervertida. — Com um pedaço de corda, amarrou minhas mãos, dessa vez na frente das costas. Depois, me fez deitar de bruços sobre ela, com a bunda pra cima. Meu pau duro ficou preso entre as coxas dela. Mamãe começou a surra de chinelo. Depois de umas palmadas, minhas nádegas começaram a arder. Meu pau continuava duríssimo entre as coxas quentes dela, mas, por causa da dor na bunda, reclamei. — Por... favor. — Supliquei. — Silêncio. Se continuar reclamando, não vai ter prêmio. — Continuei aguentando as palmadas em silêncio até ela se cansar. Minha bunda doía pra caralho, mas mamãe começou a massagear devagar. — Muito bem, meu menino se comportou direitinho. Acho que agora quer o prêmio dele. — Eu concordei. Ela me colocou de joelhos no chão na frente dela, levantou a saia com um sorriso e tirou uma calcinha branca de algodão. — Mamãe também ficou com tesão castigando a putinha dela, então por que você não ajuda ela a relaxar um pouco? — Sem me deixar responder, me pegou pela cabeça e me enfiou na buceta peluda e brilhante dela. Comecei a chupar a boceta dela com devoção. Ela de novo me corrigia e instruía. — Meu menino tem que virar um comedor de buceta de primeira. — Dizia. — Digamos que faz parte do seu novo programa de estudos. — Eu aprendia rápido, e cada vez ela gemia mais forte, e o orgasmo dela não demorou a chegar. — Agora é a vez do meu menino. — Ela se levantou e se deitou de barriga pra cima no colchão. — Já que ele aguentou tão bem o castigo da mamãe, acho que merece um prêmio. — Sem nem se despir, sentou na minha cara, mas de costas, esmagando a bunda redonda dela contra o meu rosto. Pegou meu pau e começou um sobe e desce lento. — Será que ele não gosta? meu filho, a bunda da mamãe. – Como pude, abri a boca e comecei a beijar e chupar a nádega dela. Mamãe se mexeu e encaixou a rachadura do cu dela na minha boca. Eu coloquei a língua pra fora e comecei a lamber o cu dela. Minha língua entrou, tímida, lá dentro. Mamãe gemeu e aumentou o ritmo da punheta. Ela esfregava a bunda na minha cara e eu mal conseguia respirar. Me senti completamente dominado por ela. – E agora meu filho vai gozar pra mim. – Pegou a calcinha dela em cima da cama e enrolou no meu pau. A mão dela batia uma pra mim com força. – Goza, meu filho. – Eu ouvi enquanto continuava lambendo o cu dela. Não aguentei por muito tempo e rapidamente gozei na calcinha da mamãe. Ela se levantou e eu pude respirar aliviado. A pressão e o orgasmo me faziam respirar ofegante. Mamãe secou meu pau com a calcinha dela e vestiu de novo, levantando a saia. – Mamãe gosta de ter o leitinho do filho dela por perto. – Disse enquanto piscava um olho pra mim. – Chegou perto de mim pra me soltar e me deu um beijo carinhoso nos lábios. – Veste a calcinha e me segue, ainda temos coisas pra fazer. (…) Voltei a lavar os pratos que tinham ficado sujos sob o olhar atento da mamãe, mas dessa vez sem brincadeiras. Passamos o resto da manhã fazendo as tarefas de casa. Na verdade, eu fazia enquanto mamãe me mandava. Quando eu fazia algo errado, mamãe tirava o chinelo, abaixava um pouco minha calcinha e me dava umas palmadas. Quando eu fazia algo certo, ela chegava perto de mim, esfregando meu pau e me beijando com paixão, mas quando meu tesão aumentava, ela se afastava e me deixava com tesão e frustrado por não poder gozar. Aí ela me mandava fazer outra tarefa. Comemos na cozinha, de novo sem ela me amarrar e sem cuspir na minha comida ou mastigar pra mim. A gente só comia enquanto via TV. Podia parecer uma cena normal, se não fosse porque eu só tava vestido com uma calcinha rosa de renda bem pequena. Depois de comer, lavei os pratos enquanto mamãe tomava um café. Tranquilo. Quando terminei de lavar a louça, mamãe me olhou pensativa. Ela se aproximou de mim e deslizou a mão por baixo da minha calcinha para acariciar meu pau. — Você se comportou muito bem, meu menino. Quer vir com a mamãe tirar um cochilo no meu quarto? — Ela piscou um olho e me beijou. Meu pau endureceu na hora. Ao chegar no quarto, mamãe sentou na beira da cama, baixou minha calcinha e começou um boquete lento, enquanto brincava com minhas bolas. De novo, ela me levou quase até gozar e, instantes antes do orgasmo, deixou meu pau no ar. — Você gosta que a mamãe chupe seu pau? — Ela olhava nos meus olhos. — Se você gosta tanto, por que não mostra pra mamãe o quanto agradece? — Eu me ajoelhei, e mamãe apontou para os pés descalços dela. Peguei um dos pés dela com cuidado e beijei seu peito do pé. Fui beijando o pé dela até chegar nos dedos. Coloquei o dedão do pé dela na minha boca e saboreei como se fosse o doce mais gostoso. Passei pela boca cada um dos dedos dela. Troquei de pé e repeti a operação. Fazia tudo devagar e com dedicação, e fiquei um bom tempo lambendo os pés da mamãe. — Que bem que meu menino faz isso. Você é uma verdadeira raposinha submissa. — Sou sua raposinha submissa. — Falei, tirando minha língua do espaço entre dois dedos dela. — Meu menino. — Ela se levantou e se despiu completamente, só ficando de calcinha. Era a mesma calcinha branca com que ela tinha feito uma punheta pra mim naquela manhã e limpado meu esperma. Ela também tirou a calcinha e colocou na minha boca. Segurei uma careta de nojo, embora já tivesse provado meu próprio sêmen, era algo que eu não curtia muito. Era o mal menor pra continuar aproveitando aquela mulher. Mamãe se deitou de barriga pra cima e abriu as pernas. — Fique de joelhos na minha frente. — Mamãe começou a se dedilhar enquanto eu me ajoelhava na cama na frente dela. — Ela agarrou meu pau e começou a esfregar na sua moita de pelos. — Você gostaria de me foder? Gostaria que sua própria mãe te perdesse a virgindade? — Eu não conseguia responder com a calcinha na boca. – Muito bem, meu garoto. Se aguentar cinco minutos sem gozar, a mamãe te fode. Se não, a mamãe vai te manter virgem por um bom tempo. Você vai ser uma slut virgem. Coitadinho do meu menino. Aceita a aposta da mamãe? – Assenti com a cabeça, finalmente, e apesar de a mamãe ter me iniciado sexualmente, eu ainda era virgem e tinha uma chance de resolver isso. – Muito bem, meu garoto. – Ela olhou o relógio; quando o ponteiro bateu no ponto certo, começou a me punhetar com força. – O tempo começa agora. Vamos, meu garoto, aguenta. – Ela esfregava meu pau na buceta dela. Com a mão, apertou a base da rola contra a racha dela e mexeu com força. A umidade da vagina dela chegava ao meu pau. – Aguenta. A bucetinha da mamãe é macia e quentinha. Muito melhor que a boquinha dela. Vamos, meu garoto, aguenta e a mamãe vai te fazer homem. – Eu tentava aguentar como podia. Queria que minha mãe me desvirgasse. Queria sentir a buceta dela envolvendo minha rola. – Vamos, meu garoto, aguenta e a mamãe deixa você foder ela pelo cu. É tão apertadinho. – Mordi com força a calcinha na minha boca. Não ia aguentar muito mais. A mamãe me punhetava mais com a vagina esfregando meu pau na racha do que com a mão, sem chegar a enfiar. Olhei o relógio. Mal tinha passado um minuto quando um espasmo anunciou minha gozada. A mamãe reagiu rápido e apontou meu pau pra buceta dela. Enquanto meu sêmen se espalhava contra a moita de pelos dela, ela se masturbava, espalhando tudo pela buceta e misturando com os fluidos dela. Ela se levantou um pouco e tirou a calcinha da minha boca. – Coitadinho do meu garoto. – Ela ria. – Não conseguiu aguentar. A mamãe deixa o filhinho dela com muito tesão? Coitadinho, vai ficar virgem e com a mamãe pra sempre. – Ela colocou os dedos sujos de sêmen e fluidos vaginais dentro da minha boca. Mesmo assim, eu lambia eles. – E ainda por cima gosta do próprio leitinho. Que slut que é. – A mamãe apontou pra buceta dela. Ainda mostrava uns bons grumos de sêmen. – Vamos, minha slut virgem, deixa a buceta da mamãe bem brilhando. Hesitei por uns instantes. A mamãe me pegou pelo testíbooties e me deu um tapa. - Será que minha putinha tá se rebelando? - Não, mamãe. - Fechei os olhos e fui pro trabalho. Os sucos da mamãe se misturavam com minha gozada e eu engolia sem pensar muito. - Assim mesmo, minha putinha, limpa bem a buceta da mamãe do seu leitinho sujo. - Tava puto comigo mesmo. Tinha perdido a chance de foder com a mamãe, de perder minha virgindade. Ainda por cima, a mamãe zoava de mim e me fazia "limpar" a bagunça. Enquanto eu ofegava, ela continuava com as provocações. - Coitadinho do meu filho. Minha pinto rápido vou te chamar agora. Que tal a gente contar pra Júlia que a mamãe te deixa tão tarado que você mal aguenta um minuto? - De novo ela mencionava a garota que eu gostava. Parecia que tinha passado uma vida desde que eu tinha falado com ela. A mamãe continuava com as provocações e eu só consegui reagir de um jeito, comendo a buceta dela com mais vontade. Ela não demorou a apertar minha cara ainda mais forte contra a virilha dela e aproveitar um orgasmo. A mamãe tentou então separar minha cara da buceta dela, mas eu ignorei e continuei lambendo. Eu mesmo tava me excitando de novo e sentia como meu pau, devagar, voltava a crescer. - Mmmmh, como meu filho adora a buceta peluda da mamãe. - Ela apertou minha cara contra ela de novo. - Quer que a mamãe goze de novo, putinha? Quer me fazer de bola? - Respondi envolvendo o clitóris inchado dela com meus lábios. - Aaaggghhh - Foi tudo que ela conseguiu dizer em seguida. Continuei lambendo, chupando, beijando e penetrando com minha língua aquela buceta até a mamãe ter um segundo orgasmo. Dessa vez não tive opção de continuar e com um puxão de cabelo a mamãe me afastou dela. Meu pau tava duro como pedra. - Meu filhinho brincalhão. - A mamãe se levantou e amarrou minhas mãos atrás das costas com força. Pegou a calcinha suja dela no chão e colocou de novo na minha boca, e dessa vez eu não senti tanto nojo. Ela sentou na cama se apoiando na cabeceira com as pernas abertas e me sentou apoiando em mim no peito dela com as costas. Sentada assim, começou a brincar com meu pau e minhas bolas enquanto mordiscava minha orelha. De vez em quando, levava dois dedos à boca, molhava e beliscava meus mamilos em seguida. Eu sentia os dela cravados nas minhas costas. Mamãe me levava à beira do orgasmo com fortes sacudidas no meu pau e depois parava, me deixava recuperar e recomeçava. Perdi todo o controle de novo. Só existia minha mãe, as mãos dela e a voz sensual no meu ouvido. — Meu filhinho da mamãe, minha piquitinha virgem. — A língua dela entrava no meu ouvido enquanto as mãos acariciavam meu pau. De repente, ela imobilizou minhas pernas com as dela. Era muito forte. Com uma das mãos, agarrou minhas bolas. — Muito bem, pequenino. Amanhã vamos à cidade fazer umas compras. Já te disse que preciso de um material pra te disciplinar direito. Vamos passar a noite num hotel lá e acho que assim teremos tempo pra você me apresentar a Júlia. — Na outra mão dela, apareceu meu celular. Abriu o aplicativo de mensagem instantânea e selecionou o contato da Júlia. Comecei a me debater, mas mamãe me segurava com força. Fui cuspir a calcinha da boca, mas os dedos de ferro da minha mãe apertaram minhas bolas. — Se você ousar tirar a calcinha da boca, vai se dar mal. E fica quieto. — A voz dela era firme e autoritária, e eu me acalmei. Soltou minhas bolas e começou, de novo, uma punheta lenta. Com a outra mão, começou a escrever uma mensagem pra Júlia se passando por mim. — Oi Júlia, como você tá? — Oi. Bem. E você? Como vai no interior e com sua mãe? — Ela sabia da minha relação quase inexistente com ela antes daquela semana e, principalmente, dos últimos dois dias. Continuou escrevendo. — Andei lendo uns livros dela e são interessantíssimos. É uma pena que ela tenha se aposentado tão jovem. — Eu sabia que minha mãe, antes de casar e ter minha irmã e eu, tinha estudado e praticado psicologia e escrito alguns livros, mas nunca tinha me dado ao trabalho nem me interessado por nada daquilo. viesse dela. Não me surpreendeu, mas que a Júlia tivesse lido eles, já que além de ser uma boa aluna, no ano que vem ia pra faculdade estudar psicologia, justamente. — Isso tá ficando interessante. — Minha mãe disse e continuou escrevendo. — Olha, se você quiser conhecê-la amanhã a gente vai estar na cidade. Mamãe quer comprar umas coisas e a gente pode se encontrar à tarde pra tomar um café. — Com a outra mão, ela continuava se masturbando. — Perfeito. A verdade é que tô com vontade de te ver, você sabe que é meu melhor amigo e ainda por cima conhecer sua mãe vai ser muito interessante. Ela é uma mulher inteligentíssima. Umas cinco horas na cafeteria da esquina da minha casa? — Perfeito. A gente se vê amanhã. Um beijo. — Um beijo. Ela largou o celular na mesinha e me virou, me deixando de joelhos na frente dela. Me olhou e começou a brincar com meu pau e minhas bolas. — Espero que amanhã você se comporte. Calma, se você obedecer, não vou contar nada pra Júlia sobre nossa relação especial. Digamos que eu tava curiosa pra conhecê-la e que surpresa agradável! Ela leu meus livros! Você vai se comportar amanhã? — Como eu tava com a calcinha na boca, afirmei com a cabeça. — Muito bem. Meu menino merece um prêmio! — Mamãe me ajudou a levantar da cama e ela sentou na borda, na minha frente. Eu ainda tava amarrado. Esperei que ela me desse um boquete quando, surpreso, vi ela pegar os dois peitões enormes e envolver meu pau com eles. Cuspiu na minha cabecinha, que aparecia entre aqueles dois globos, e começou a mexer pra cima e pra baixo. O calor e a maciez dos peitos dela era algo indescritível. — Você gosta da cubana que a mamãe te faz? Gosta que a mamãe te foda com as tetas dela? — Não só gostava, como em pouco tempo já sentia o orgasmo chegando. Me concentrei tentando não gozar, porque conhecia o castigo por gozar sem permissão. Mamãe viu na minha cara. — Coitadinho do meu menino que quer gozar. Que putinha é meu menino, que não aguenta as tetas da mamãe. Vai, dá o leitinho do seu pau pras tetas da mamãe. — Eu aceitei. aquilo como uma permissão pra gozar, relaxei e logo meu sêmen espirrou no peito e no pescoço da mamãe. Quando terminei, mamãe tirou a calcinha da minha boca e me desamarrou. Fomos ao banheiro e tomamos banho juntos. Mamãe se vestiu e deixou eu colocar a calcinha rosa que eu tinha usado o dia todo e que agora descansava no chão do quarto dela. Passamos o resto da tarde descansando no sofá vendo TV. Preparei o jantar e fiquei feliz quando mamãe pediu pra eu servir num prato só. Jantamos na sala de jantar, eu amarrado enquanto ela mastigava pedacinhos de carne e me dava na boca com generosas doses da saliva dela. Quando terminamos de jantar, ela me levou pro quarto dela e brincamos um pouco. Foi algo parecido com a noite anterior. Finalmente, depois de lamber a buceta da mamãe um par de vezes e me obrigar a implorar por um orgasmo, ela me bateu uma punheta com o vibrador no meu cu e eu gozei na mão quentinha dela. — Hora de dormir. — Ela disse quando terminamos. Que amanhã temos que acordar cedo pra ir pra cidade. Você vai ver como vamos nos divertir. — Me deu um beijo, apagou a luz e eu dormi, nervoso, pelo que o dia seguinte me reservava. Continua…
– Vamos, tá na hora de você preparar o café da manhã. – Ela me acompanhou até o banheiro e ficou me observando enquanto eu fazia minhas necessidades. Eu já não tinha mais privacidade. Em apenas um dia, minha vida tinha virado de cabeça pra baixo. Tanto faz, pensei enquanto lembrava de tudo que tinha rolado no dia anterior. Mamãe tinha me submetido sexualmente, e eu só podia esperar, com tesão e ansiedade, o que o novo dia podia me trazer. Sem sair do banheiro, ela me mandou entrar no chuveiro. Ela mesma me secou e depois mandou eu escovar os dentes. Quando terminei, nas mãos dela já tinha uma das calcinhas da minha irmã. Eram de renda, cor de rosa. Quando vi, meu pau reagiu e começou a crescer. Mamãe se ajoelhou e começou a subir a calcinha pelas minhas pernas.
– Tô vendo que meu menino fica de pau duro só de pensar que vai passar o dia inteiro de calcinha. – Falou, e sem terminar de subir a calcinha, começou um boquete suave. Quando meu pau já tava duro, ela parou e terminou de subir a calcinha. – A gente vai ter tempo de continuar mais tarde, temos coisas pra fazer. – Eu fiquei frustrado e só pude segui-la quando ela foi pra cozinha. A pia tava cheia de louça suja do dia anterior. – Você não ia achar que eu ia lavar a louça, né. Primeiro prepara o café da manhã, depois você lava. De agora em diante, você vai fazer as tarefas de casa enquanto eu supervisiono. Se eu não gostar do que vejo ou se você não fizer direito, vai levar um castigo. Vou começar a te educar pra você ser um homem que me agrada e que seja digno de mim.
Sob as ordens da mamãe, preparei o café da manhã pra ela: suco de laranja, café e torradas. Pra mim, ela mandou preparar uma tigela de cereais. Ela cuspiu umas duas vezes dentro da tigela, mexeu tudo enquanto me olhava sorrindo, mas dessa vez não teve nenhuma brincadeira, e a gente comeu em silêncio enquanto ela lia o jornal. Mamãe me entregou umas luvas de cozinha e apontou pra pia. Comecei a lavar a louça enquanto ela se enfiou atrás de mim e começou a acariciar meu corpo todo. — Que bem que meu menino lava a louça. — Ela pegou meu pau com suavidade e começou a bater uma por cima da calcinha. Durante o café da manhã, meu pau tinha perdido a dureza, mas rapidamente reagiu aos carinhos dela. Eu larguei a esponja. Mamãe parou a punheta e me deu um tapa forte na bunda. — Eu te mandei parar de lavar a louça? — Eu peguei a esponja de novo. Mamãe baixou minha calcinha o suficiente pra liberar meu pau e voltou a bater uma, dessa vez com força. Eu gemia tentando limpar os pratos. Quando estava quase gozando, avisei a mamãe com um gemido e ela soltou meu pau. — Temos que começar a trabalhar no controle. Você já sabe o que vai acontecer se gozar sem permissão. Vamos, termina de lavar a louça que temos outras coisas pra fazer. Quando terminei, mamãe inspecionou os pratos. A verdade é que em mais de um ainda tinha resto de comida ressecada. Com a punheta dela, não consegui me concentrar e nem percebi que tava deixando sujeira nos pratos. Mamãe me olhou com desaprovação. — Isso é intolerável. Vamos pro quarto de castigo, depois você volta pra lavar de novo. — Lembrei do cinto enquanto seguia mamãe pelo corredor. O quarto de castigo era um cômodo pequeno com um colchão sem lençóis. Mamãe sentou na cama e tirou o chinelo de casa, deixando ele do lado, em cima da cama. Mandou eu chegar perto e tirou minha calcinha. Nu na frente dela, ela pegou meu pau com suavidade, que mesmo assim continuava duro. — Que pervertido você é. Fica com tesão de a mamãe te castigar? — Apesar dos quatro golpes dolorosos de cinto que ela tinha me dado na tarde anterior, eu lembrava como o castigo da mamãe tinha terminado, então concordei de cabeça baixa. Mamãe continuava batendo uma pra mim devagar. — O castigo que eu tinha pensado é te dar uma boa Surra de chinelo na bunda, igual se faz com criança pequena que se comporta mal. Se aguentar o castigo, vou deixar você gozar. Se preferir, a gente pode parar quando quiser, mas não vai ter prêmio no final. O que você prefere, castigo e prêmio ou continuar com as tarefas de casa? — O castigo. — Afirmei sem hesitar nem um segundo. — Sua putinha virgem pervertida. — Com um pedaço de corda, amarrou minhas mãos, dessa vez na frente das costas. Depois, me fez deitar de bruços sobre ela, com a bunda pra cima. Meu pau duro ficou preso entre as coxas dela. Mamãe começou a surra de chinelo. Depois de umas palmadas, minhas nádegas começaram a arder. Meu pau continuava duríssimo entre as coxas quentes dela, mas, por causa da dor na bunda, reclamei. — Por... favor. — Supliquei. — Silêncio. Se continuar reclamando, não vai ter prêmio. — Continuei aguentando as palmadas em silêncio até ela se cansar. Minha bunda doía pra caralho, mas mamãe começou a massagear devagar. — Muito bem, meu menino se comportou direitinho. Acho que agora quer o prêmio dele. — Eu concordei. Ela me colocou de joelhos no chão na frente dela, levantou a saia com um sorriso e tirou uma calcinha branca de algodão. — Mamãe também ficou com tesão castigando a putinha dela, então por que você não ajuda ela a relaxar um pouco? — Sem me deixar responder, me pegou pela cabeça e me enfiou na buceta peluda e brilhante dela. Comecei a chupar a boceta dela com devoção. Ela de novo me corrigia e instruía. — Meu menino tem que virar um comedor de buceta de primeira. — Dizia. — Digamos que faz parte do seu novo programa de estudos. — Eu aprendia rápido, e cada vez ela gemia mais forte, e o orgasmo dela não demorou a chegar. — Agora é a vez do meu menino. — Ela se levantou e se deitou de barriga pra cima no colchão. — Já que ele aguentou tão bem o castigo da mamãe, acho que merece um prêmio. — Sem nem se despir, sentou na minha cara, mas de costas, esmagando a bunda redonda dela contra o meu rosto. Pegou meu pau e começou um sobe e desce lento. — Será que ele não gosta? meu filho, a bunda da mamãe. – Como pude, abri a boca e comecei a beijar e chupar a nádega dela. Mamãe se mexeu e encaixou a rachadura do cu dela na minha boca. Eu coloquei a língua pra fora e comecei a lamber o cu dela. Minha língua entrou, tímida, lá dentro. Mamãe gemeu e aumentou o ritmo da punheta. Ela esfregava a bunda na minha cara e eu mal conseguia respirar. Me senti completamente dominado por ela. – E agora meu filho vai gozar pra mim. – Pegou a calcinha dela em cima da cama e enrolou no meu pau. A mão dela batia uma pra mim com força. – Goza, meu filho. – Eu ouvi enquanto continuava lambendo o cu dela. Não aguentei por muito tempo e rapidamente gozei na calcinha da mamãe. Ela se levantou e eu pude respirar aliviado. A pressão e o orgasmo me faziam respirar ofegante. Mamãe secou meu pau com a calcinha dela e vestiu de novo, levantando a saia. – Mamãe gosta de ter o leitinho do filho dela por perto. – Disse enquanto piscava um olho pra mim. – Chegou perto de mim pra me soltar e me deu um beijo carinhoso nos lábios. – Veste a calcinha e me segue, ainda temos coisas pra fazer. (…) Voltei a lavar os pratos que tinham ficado sujos sob o olhar atento da mamãe, mas dessa vez sem brincadeiras. Passamos o resto da manhã fazendo as tarefas de casa. Na verdade, eu fazia enquanto mamãe me mandava. Quando eu fazia algo errado, mamãe tirava o chinelo, abaixava um pouco minha calcinha e me dava umas palmadas. Quando eu fazia algo certo, ela chegava perto de mim, esfregando meu pau e me beijando com paixão, mas quando meu tesão aumentava, ela se afastava e me deixava com tesão e frustrado por não poder gozar. Aí ela me mandava fazer outra tarefa. Comemos na cozinha, de novo sem ela me amarrar e sem cuspir na minha comida ou mastigar pra mim. A gente só comia enquanto via TV. Podia parecer uma cena normal, se não fosse porque eu só tava vestido com uma calcinha rosa de renda bem pequena. Depois de comer, lavei os pratos enquanto mamãe tomava um café. Tranquilo. Quando terminei de lavar a louça, mamãe me olhou pensativa. Ela se aproximou de mim e deslizou a mão por baixo da minha calcinha para acariciar meu pau. — Você se comportou muito bem, meu menino. Quer vir com a mamãe tirar um cochilo no meu quarto? — Ela piscou um olho e me beijou. Meu pau endureceu na hora. Ao chegar no quarto, mamãe sentou na beira da cama, baixou minha calcinha e começou um boquete lento, enquanto brincava com minhas bolas. De novo, ela me levou quase até gozar e, instantes antes do orgasmo, deixou meu pau no ar. — Você gosta que a mamãe chupe seu pau? — Ela olhava nos meus olhos. — Se você gosta tanto, por que não mostra pra mamãe o quanto agradece? — Eu me ajoelhei, e mamãe apontou para os pés descalços dela. Peguei um dos pés dela com cuidado e beijei seu peito do pé. Fui beijando o pé dela até chegar nos dedos. Coloquei o dedão do pé dela na minha boca e saboreei como se fosse o doce mais gostoso. Passei pela boca cada um dos dedos dela. Troquei de pé e repeti a operação. Fazia tudo devagar e com dedicação, e fiquei um bom tempo lambendo os pés da mamãe. — Que bem que meu menino faz isso. Você é uma verdadeira raposinha submissa. — Sou sua raposinha submissa. — Falei, tirando minha língua do espaço entre dois dedos dela. — Meu menino. — Ela se levantou e se despiu completamente, só ficando de calcinha. Era a mesma calcinha branca com que ela tinha feito uma punheta pra mim naquela manhã e limpado meu esperma. Ela também tirou a calcinha e colocou na minha boca. Segurei uma careta de nojo, embora já tivesse provado meu próprio sêmen, era algo que eu não curtia muito. Era o mal menor pra continuar aproveitando aquela mulher. Mamãe se deitou de barriga pra cima e abriu as pernas. — Fique de joelhos na minha frente. — Mamãe começou a se dedilhar enquanto eu me ajoelhava na cama na frente dela. — Ela agarrou meu pau e começou a esfregar na sua moita de pelos. — Você gostaria de me foder? Gostaria que sua própria mãe te perdesse a virgindade? — Eu não conseguia responder com a calcinha na boca. – Muito bem, meu garoto. Se aguentar cinco minutos sem gozar, a mamãe te fode. Se não, a mamãe vai te manter virgem por um bom tempo. Você vai ser uma slut virgem. Coitadinho do meu menino. Aceita a aposta da mamãe? – Assenti com a cabeça, finalmente, e apesar de a mamãe ter me iniciado sexualmente, eu ainda era virgem e tinha uma chance de resolver isso. – Muito bem, meu garoto. – Ela olhou o relógio; quando o ponteiro bateu no ponto certo, começou a me punhetar com força. – O tempo começa agora. Vamos, meu garoto, aguenta. – Ela esfregava meu pau na buceta dela. Com a mão, apertou a base da rola contra a racha dela e mexeu com força. A umidade da vagina dela chegava ao meu pau. – Aguenta. A bucetinha da mamãe é macia e quentinha. Muito melhor que a boquinha dela. Vamos, meu garoto, aguenta e a mamãe vai te fazer homem. – Eu tentava aguentar como podia. Queria que minha mãe me desvirgasse. Queria sentir a buceta dela envolvendo minha rola. – Vamos, meu garoto, aguenta e a mamãe deixa você foder ela pelo cu. É tão apertadinho. – Mordi com força a calcinha na minha boca. Não ia aguentar muito mais. A mamãe me punhetava mais com a vagina esfregando meu pau na racha do que com a mão, sem chegar a enfiar. Olhei o relógio. Mal tinha passado um minuto quando um espasmo anunciou minha gozada. A mamãe reagiu rápido e apontou meu pau pra buceta dela. Enquanto meu sêmen se espalhava contra a moita de pelos dela, ela se masturbava, espalhando tudo pela buceta e misturando com os fluidos dela. Ela se levantou um pouco e tirou a calcinha da minha boca. – Coitadinho do meu garoto. – Ela ria. – Não conseguiu aguentar. A mamãe deixa o filhinho dela com muito tesão? Coitadinho, vai ficar virgem e com a mamãe pra sempre. – Ela colocou os dedos sujos de sêmen e fluidos vaginais dentro da minha boca. Mesmo assim, eu lambia eles. – E ainda por cima gosta do próprio leitinho. Que slut que é. – A mamãe apontou pra buceta dela. Ainda mostrava uns bons grumos de sêmen. – Vamos, minha slut virgem, deixa a buceta da mamãe bem brilhando. Hesitei por uns instantes. A mamãe me pegou pelo testíbooties e me deu um tapa. - Será que minha putinha tá se rebelando? - Não, mamãe. - Fechei os olhos e fui pro trabalho. Os sucos da mamãe se misturavam com minha gozada e eu engolia sem pensar muito. - Assim mesmo, minha putinha, limpa bem a buceta da mamãe do seu leitinho sujo. - Tava puto comigo mesmo. Tinha perdido a chance de foder com a mamãe, de perder minha virgindade. Ainda por cima, a mamãe zoava de mim e me fazia "limpar" a bagunça. Enquanto eu ofegava, ela continuava com as provocações. - Coitadinho do meu filho. Minha pinto rápido vou te chamar agora. Que tal a gente contar pra Júlia que a mamãe te deixa tão tarado que você mal aguenta um minuto? - De novo ela mencionava a garota que eu gostava. Parecia que tinha passado uma vida desde que eu tinha falado com ela. A mamãe continuava com as provocações e eu só consegui reagir de um jeito, comendo a buceta dela com mais vontade. Ela não demorou a apertar minha cara ainda mais forte contra a virilha dela e aproveitar um orgasmo. A mamãe tentou então separar minha cara da buceta dela, mas eu ignorei e continuei lambendo. Eu mesmo tava me excitando de novo e sentia como meu pau, devagar, voltava a crescer. - Mmmmh, como meu filho adora a buceta peluda da mamãe. - Ela apertou minha cara contra ela de novo. - Quer que a mamãe goze de novo, putinha? Quer me fazer de bola? - Respondi envolvendo o clitóris inchado dela com meus lábios. - Aaaggghhh - Foi tudo que ela conseguiu dizer em seguida. Continuei lambendo, chupando, beijando e penetrando com minha língua aquela buceta até a mamãe ter um segundo orgasmo. Dessa vez não tive opção de continuar e com um puxão de cabelo a mamãe me afastou dela. Meu pau tava duro como pedra. - Meu filhinho brincalhão. - A mamãe se levantou e amarrou minhas mãos atrás das costas com força. Pegou a calcinha suja dela no chão e colocou de novo na minha boca, e dessa vez eu não senti tanto nojo. Ela sentou na cama se apoiando na cabeceira com as pernas abertas e me sentou apoiando em mim no peito dela com as costas. Sentada assim, começou a brincar com meu pau e minhas bolas enquanto mordiscava minha orelha. De vez em quando, levava dois dedos à boca, molhava e beliscava meus mamilos em seguida. Eu sentia os dela cravados nas minhas costas. Mamãe me levava à beira do orgasmo com fortes sacudidas no meu pau e depois parava, me deixava recuperar e recomeçava. Perdi todo o controle de novo. Só existia minha mãe, as mãos dela e a voz sensual no meu ouvido. — Meu filhinho da mamãe, minha piquitinha virgem. — A língua dela entrava no meu ouvido enquanto as mãos acariciavam meu pau. De repente, ela imobilizou minhas pernas com as dela. Era muito forte. Com uma das mãos, agarrou minhas bolas. — Muito bem, pequenino. Amanhã vamos à cidade fazer umas compras. Já te disse que preciso de um material pra te disciplinar direito. Vamos passar a noite num hotel lá e acho que assim teremos tempo pra você me apresentar a Júlia. — Na outra mão dela, apareceu meu celular. Abriu o aplicativo de mensagem instantânea e selecionou o contato da Júlia. Comecei a me debater, mas mamãe me segurava com força. Fui cuspir a calcinha da boca, mas os dedos de ferro da minha mãe apertaram minhas bolas. — Se você ousar tirar a calcinha da boca, vai se dar mal. E fica quieto. — A voz dela era firme e autoritária, e eu me acalmei. Soltou minhas bolas e começou, de novo, uma punheta lenta. Com a outra mão, começou a escrever uma mensagem pra Júlia se passando por mim. — Oi Júlia, como você tá? — Oi. Bem. E você? Como vai no interior e com sua mãe? — Ela sabia da minha relação quase inexistente com ela antes daquela semana e, principalmente, dos últimos dois dias. Continuou escrevendo. — Andei lendo uns livros dela e são interessantíssimos. É uma pena que ela tenha se aposentado tão jovem. — Eu sabia que minha mãe, antes de casar e ter minha irmã e eu, tinha estudado e praticado psicologia e escrito alguns livros, mas nunca tinha me dado ao trabalho nem me interessado por nada daquilo. viesse dela. Não me surpreendeu, mas que a Júlia tivesse lido eles, já que além de ser uma boa aluna, no ano que vem ia pra faculdade estudar psicologia, justamente. — Isso tá ficando interessante. — Minha mãe disse e continuou escrevendo. — Olha, se você quiser conhecê-la amanhã a gente vai estar na cidade. Mamãe quer comprar umas coisas e a gente pode se encontrar à tarde pra tomar um café. — Com a outra mão, ela continuava se masturbando. — Perfeito. A verdade é que tô com vontade de te ver, você sabe que é meu melhor amigo e ainda por cima conhecer sua mãe vai ser muito interessante. Ela é uma mulher inteligentíssima. Umas cinco horas na cafeteria da esquina da minha casa? — Perfeito. A gente se vê amanhã. Um beijo. — Um beijo. Ela largou o celular na mesinha e me virou, me deixando de joelhos na frente dela. Me olhou e começou a brincar com meu pau e minhas bolas. — Espero que amanhã você se comporte. Calma, se você obedecer, não vou contar nada pra Júlia sobre nossa relação especial. Digamos que eu tava curiosa pra conhecê-la e que surpresa agradável! Ela leu meus livros! Você vai se comportar amanhã? — Como eu tava com a calcinha na boca, afirmei com a cabeça. — Muito bem. Meu menino merece um prêmio! — Mamãe me ajudou a levantar da cama e ela sentou na borda, na minha frente. Eu ainda tava amarrado. Esperei que ela me desse um boquete quando, surpreso, vi ela pegar os dois peitões enormes e envolver meu pau com eles. Cuspiu na minha cabecinha, que aparecia entre aqueles dois globos, e começou a mexer pra cima e pra baixo. O calor e a maciez dos peitos dela era algo indescritível. — Você gosta da cubana que a mamãe te faz? Gosta que a mamãe te foda com as tetas dela? — Não só gostava, como em pouco tempo já sentia o orgasmo chegando. Me concentrei tentando não gozar, porque conhecia o castigo por gozar sem permissão. Mamãe viu na minha cara. — Coitadinho do meu menino que quer gozar. Que putinha é meu menino, que não aguenta as tetas da mamãe. Vai, dá o leitinho do seu pau pras tetas da mamãe. — Eu aceitei. aquilo como uma permissão pra gozar, relaxei e logo meu sêmen espirrou no peito e no pescoço da mamãe. Quando terminei, mamãe tirou a calcinha da minha boca e me desamarrou. Fomos ao banheiro e tomamos banho juntos. Mamãe se vestiu e deixou eu colocar a calcinha rosa que eu tinha usado o dia todo e que agora descansava no chão do quarto dela. Passamos o resto da tarde descansando no sofá vendo TV. Preparei o jantar e fiquei feliz quando mamãe pediu pra eu servir num prato só. Jantamos na sala de jantar, eu amarrado enquanto ela mastigava pedacinhos de carne e me dava na boca com generosas doses da saliva dela. Quando terminamos de jantar, ela me levou pro quarto dela e brincamos um pouco. Foi algo parecido com a noite anterior. Finalmente, depois de lamber a buceta da mamãe um par de vezes e me obrigar a implorar por um orgasmo, ela me bateu uma punheta com o vibrador no meu cu e eu gozei na mão quentinha dela. — Hora de dormir. — Ela disse quando terminamos. Que amanhã temos que acordar cedo pra ir pra cidade. Você vai ver como vamos nos divertir. — Me deu um beijo, apagou a luz e eu dormi, nervoso, pelo que o dia seguinte me reservava. Continua…
0 comentários - La disciplina de mamá. Cap. 4: La nueva educación