Depois de ter vivido aquela noite tão quente no Microcine, a Gaby ficava toda molhadinha, desejando ter a pica da Yise só pra ela, sem o marido por perto. Depois daquela trepada violenta que o transa deu nela no banheiro, onde a língua dele comeu a bunda dela, ela pediu pra ele arrebentar com a pica, quase implorando, e a Yise comeu ela com raiva e sem camisinha, enchendo a bunda dela de porra quente. Passaram-se várias semanas, até que os astros se alinharam e o César, por causa do trabalho, teve que ir pro Brasil por duas semanas. Foi o momento ideal que a Gabi aproveitou pra ligar pra Yise, quase acordando, porque toda noite ela se masturbava quando o marido dormia e até cenouras, bananas ou pepinos enfiava na buceta e no cu. Como naquela madrugada em que o César dormia profundamente, a Gaby foi até a geladeira, pegou o pepino da gaveta de verduras, se abaixou porque ele tava embaixo, e foi passando ele na buceta, ensopando ele, percorria a racha, e com os fluidos dela e um pouco de margarina vegetal, passou a ponta do dedo indicador no cu, e no próprio pepino, e foi enfiando ele devagarzinho no rabo. Uff, parada na frente da porta do freezer, ela se comia gostoso o cu. No começo devagar e pausado pra bunda se acostumar, e depois freneticamente. No escuro, porque fechou a porta, ela fechava os olhos com a imagem da Yise comendo ela contra a parede daquele banheiro com cheiro forte de pica, porra e merda. Gozou freneticamente pelo cu, com aquele pepino enfiado lá dentro. A Gaby ligou pra Yise, que lembrou daquela noite, já era novembro e tava calor. O diálogo foi assim: Gaby: "Oi, Yise, não sei se você lembra de mim, já que passaram vários meses. Eu e meu marido fomos com você num microcine viver uma noite louca." Yise: "Oi, sim, como esquecer aquela noite. Gaby, a que devo a honra?" Gaby: "Bom, continuo toda molhada por você e quero repetir. Onde posso te ver?" Yise: "Opa, que honra. Bom, olha, com esse calor eu vou pra praia às 18h30. Você pode me encontrar na Miramar, com uma cadeira de praia e umas amigas. Tomamos sol e batemos papo, vem se quiser, claro. Qual é a Miramar? É a única praia gay... A Gaby tá passando a Carrasco antes de chegar no Arroyo, uhj. Já dá, às 18h30 vou e a gente se encontra, te ligo antes pra te achar quando chegar. Beleza, ok. Eram 3 da tarde, então a Gaby se depilou, passou creme, tomou banho, vestiu o biquíni vinho, a saída de praia branca vazada, os óculos escuros, um chapeuzinho tipo capelina e as havaianas combinando com o biquíni. Subiu no carro feita uma gostosa total, com seus óculos escuros, o incrível era aquela produção toda pra uma transexual que tava super excitada. Chegou na praia onde, logicamente, encontrou a Yise, que tava numa roda de chimarrão com a Fabi e a Yanina, todas amigas da profissão. A Yani era pela semelhança com a Latorre, com aquela cara de puta safada que, em particular, me deixa toda molhada, mesmo ela sendo afim do Gordo Lanata. Me veio um déjà vu, do Gordo metendo nela e ela gritando pedindo cock enquanto o Diego Latorre analisava o futebol na Fox naquele momento, o gordo fazia a análise da bunda com a cock. A questão é que na praia as três minas e a Gabi tinham uma conversa animada de garotas, com histórias engraçadas das experiências de trabalho das transexuais. O tempo passou rápido quando a gente se diverte, então logo anoiteceu, a luz bem pouca porque as dunas não deixavam ver direito, o que por um lado dava a privacidade necessária. Foi aí que o último chimarrão ficou pra Gaby, que começou a chupar. A Yise teve a ideia de falar pras outras: "Viram como ela chupa bem?" "Uff, sim", disseram as duas. "Será que dá conta de outro tipo de canudinho?" E se aproximaram, uma de cada lado da Gabi, que sentiu a pussy pulsar. Ela puxou o biquíni das duas pra baixo e começou um boquete delicioso, ufff uff, faziam a Fabi e a Yami. A Yeni, nem lenta nem preguiçosa, tirou a cock e ficou no meio. A Gaby tava no paraíso, sentada na cadeira de praia, chupando à vontade as três picas alternadamente. A Fabi e a Yami puxaram os peitos dela pra fora, uma em cada teta, e... Amavam e passavam a cabeça da pica pelos mamilos. Gaby Glup glup glup passava de pica em pica, sua buceta empapada, Yisela cajetava, enquanto Fabi chupava uma teta dela, a praia vazia com a Luz da Rambla (Costanera) foi o momento perfeito onde Fabi tirou a pica da boca da Gabi e da sua bolsa de praia tirou a esteira e estendeu na areia. Gabi largou por um momento as picas da Yami e Yani se colocou de 4 pra Fabi meter a pica na buceta, passou a língua na racha, até o cu, a buceta da Gabi era uma poça de porra. Ela tinha as duas picas da Yami e Yeni na boca, Gloc Gloc gloc, Que Slut linda disse Yami pra Yeni é sua amiga. Gabi por favor me dá muita pica, quero sentir todas vocês. Fabi sem camisinha apoiou a pica na buceta que entrou toda, era uma buceta muito dilatada, plof plof plof plof plof, uffg uffg me dá pica por favor, Fabi investiu com força na buceta da Gabi e metia dois dedos no cu dela, que entravam e saíam facilmente. Aggggg Agggggg agggggggg Gabi gritava afogada em picas, Fabi dava com tudo segurando as tetas dela, Yanina já queria comer ela, então Fabi cedeu o lugar, sim me dá pica Yani que nem lerda nem preguiçosa entrou pela coletora, apoiou a pica no ânus e enterrou de uma vez no cu até os ovos, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhjhhhhhhhhhbhbb gritou Gabi, que tirou a pica da Yeni da boca, Fabi tinha se jogado pra chupar as tetas dela, num movimento magistral, Fabi ficou embaixo e meteu a pica de uma vez na buceta, uggggggggggggggggggvvvggggvvccccccvvvvcvv, Gabi gritava com a pica da Yeni na boca. plof plof plof. Yani bombava o cu dela sem piedade, toda a pica entrava e saía daquele cu dilatado, Fabi perfurava a buceta e mordia os mamilos, e fazia ela se sentir nas nuvens. Tirou por um instante pra respirar a pica da Yeni e exclamou como pôde, quiiiiieeeeeeerooooooo o leiteeee no cuuu, ooo Yami acelerou plaf plaf plaf Uggg uggggg ugggg Gaby com a cock da Yeni na boca dela, Yami tremeu, e uafgggggggvvv gozei Putaaaaaaa, Enchi a bunda dela de porra, tirei a cock e deixei o cu livre pra Yeni que enfiou dois dedos na bunda dela enquanto ela cavalgava a Fabi, tirou porra dos dedos do cu da Gaby, chupa essa putona, Gaby com um tesão extremo chupou os dedos da Yami que enfiou a cock devagar na bunda dela, Yanina que já tinha gozado fez a Gaby limpar a cock dela com a boca, que tava puta total, gloc gloc gloc, aquela mistura de porra com gosto da própria bunda deixou ela em êxtase, foi a vez da Fabi que rapidamente, tirou a cock da pussy, se levantou deu duas porradas na boca e Gaby engoliu inteiro o pó dessa vez da Fabi., finalmente Yeni com muita força metia na bunda dela plof plof plof plof plof, tremeu Uffffff os olhos dela viraram pra trás, e esvaziou os ovos num pó antológico. Que a Gaby gritou porque sentiu os intestinos queimando, Aggggggggggggggggvvggvvgggvgggggggghghhhhhhhhhhhhh, ufffffgffccgggggvhhhbbb. A noite tava só começando, comeram ela a noite toda uma por uma, chupou as picas, teve uma infinidade de orgasmos, encheram a bunda dela, a boca, os peitos, a pussy de porra. Em diferentes lugares da praia que naquela noite estrelada ela viveu a maior experiência sexual dela. Aqueles dias comeram ela todo dia e ela acabou sendo macetada por seis transexuais, que virou o vício dela, comeram ela na praia, em parques, num caminhão, numa obra em construção, realmente Gaby era a mais puta de todas, a ponto do tesão dela ser tanto que ela chegou a ir com o love dela pra ser comida por ele e pelos clientes de ocasião. Quando o César voltou, encontrou uma carta onde a Gaby tinha ido morar com a Yeni que virou o macho fixo dela, que paradoxo. A vida sexual dela virou promíscua e prazerosa, ela amava a liberdade que a Yeni dava pra ela e adorava aquela ambiguidade de ser uma transexual que comia como um verdadeiro macho que fazia ela delirar de prazer....... Fim
1 comentários - Fantasía Realizada 3: O Final