As tetas divinas da filha da minha amigaCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/4420279/Deseo-Prohibido-Capitulo-l.htmlNo avião, Romina fazia uma contagem regressiva, faltavam só 10 minutos pra chegarem ao destino. Do lado esquerdo dela, a mãe estava sentada, sem parar de olhar as horas e batendo as unhas na tela do celular. A mulher sentia algo apertando por dentro e dando um frio na barriga. Não imaginava que ficaria tão nervosa pra ver o amigo, talvez porque não se viam há muito tempo e tinham um monte de coisas pra contar. Do lado direito de Romina, ia um cara da idade dela, que alucinava com os peitos da moça e como eles pulavam com o movimento do avião.
Romina sabia que aquele cara tava de olho nas tetas dela, na verdade desde que começaram a viagem ele não tirava os olhos dela, só quando ia ao banheiro. A garota não tinha falado nada porque ele só ficava olhando, diferente de outros tarados que tentavam pegar e apalpar os encantos enormes dela. A contagem da jovem era interrompida quando o celular dela, que tava entre as coxas, vibrou, fazendo ela sentir um arrepio gostoso na buceta.
Ela pegou o celular pra ver quem tinha mandado mensagem, era a melhor amiga, perguntando se ela já tinha chegado. Ela respondeu que não, mas que faltava só uns minutos. Aproveitando a conversa espontânea, ela contou pra amiga que durante toda a viagem um cara não tinha tirado os olhos das tetas dela, e mandou uma foto onde dava pra ver o jovem hipnotizado por aqueles melões.—"Como é que não vai ter um tarado te olhando, com esse decote que você usa, até de boca aberta ele fica, talvez seja um dos seus admiradores, Romia garota comentou, Romina solta uma risadinha e responde,—"Talvez seja, ou só é louco por elas que nem teu pai, Vanessa, passaram uns 2 minutos e ela não teve resposta da amiga, pensou que talvez ela tivesse ficado brava, mas a jovem demorou pra responder porque tirou uma foto, onde além do rostinho lindo, destacava suas duas bênçãos gordas, acompanhada da mensagem,—"Acho que esse par deixa meu pai mais louco, querida. Até o tarado do teu lado também.
Romina ficou impressionada com o que via, até ela tinha se excitado ao ver a foto da Vanessa. A loira não parou naquele comentário e ainda completou,—"Aproveita o teu tarado e pergunta pra ele qual das duas ele prefere"—Romina sorri, aquela rivalidadezinha infantil com a Vanessa era exatamente o que as tornava amigas. Virando o olhar para onde o garoto estava, ela sorri pra ele, e ele, ao ver aqueles olhos lindos e aquele sorriso angelical, fica vermelho que nem um tomate. Nervoso, desvia o olhar, então a Romina toca o ombro dele com o dedo.
Romina: Com licença, mas preciso da sua ajuda, quero que me diga quem você prefere.
O moleque engole seco e, tentando falar normal, gagueja:A-a-a-a… Quem vo-vo-você prefe-fe-re-ria…Romina: (Rindo) Sim, quero saber se você tem que escolher uma, qual você prefere? Minha amiga (mostrando a foto) ou eu. (Apertando os peitos com os braços)
Aquele moleque ficou nas nuvens, não conseguia acreditar no que tava rolando, se sentia sortudo por estar naquela situação. Duas gostosas com corpos magistrais e umas tetonas redondinhas e divinas, que enlouqueciam qualquer um, qual escolher?, ele se perguntava. Embora a Romina o deixasse bobão com aquele par lindo, a loira despertava nele algo a mais, uma excitação sufocante. Mordendo os lábios e com a voz trêmula, ele diz,—"Não sei… As duas são maravilhosas, um idiota como eu daria tudo pra ficar com umas minas gostosas como vocês"—Romina, ao ouvir essa resposta, não conseguiu segurar uma gargalhada, o que chamou a atenção da mãe, já que durante a viagem, a garota tinha ficado séria.E aí, qual bicho te mordeu?perguntou a mulher. Aquele rapazinho sentiu que ia ter um treco ao ver aquela Milf gostosa, não tinha feito aquilo por estar cego pela Romina, com certeza era seu dia de sorte ou ele tinha morrido e ido para o céu, onde tem uns anjos lindos.
Romina: Nada, mãe, só estava rindo das besteiras que meu novo amigo falava.
Lorena: (Atônita) Novo amigo?
Romina: Sim, ele, você não acha ele bonitinho?... (Sorri e olha pro garoto) Aliás, qual é o seu nome?
O garoto ficou em silêncio e respirou fundo até conseguir falar.—"Maximiliano, mas pode me chamar de Max"—disse o jovem com certa vergonha. A coroa deu uma olhada rápida e notou um volume na virilha dele que lutava para se soltar, com o dedo indicador entre os lábios, ela se morde.
Lorena: É, não está nada mal.
Romina: Parece um bom garoto, mas não parou de olhar pras minhas tetas durante toda a viagem.
Disse a moça, apertando os seios contra o peito dele e os lábios roçando os de Max.
Romina: Mãe, você não acha que o Maxi merece um castigo por isso?
Lorena: Claro que sim, não pode assediar sua filha e sair sem uma correção.
Apontou a mulher, com os olhos ainda fixos na virilha do jovem.
Romina: (Rindo) Bom, eu acho que ele mesmo fez a própria sentença. Já que podia ter falado comigo, em vez de só me olhar, e talvez a gente tivesse trocado números de telefone, mas não foi assim. Agora vai ter que se consolar usando a fantasia com algo que talvez podia ter acontecido se ele tivesse tido culhão pra falar comigo, ou usando as fotos dessa talLuxúriaimaginando que sou eu.
A jovenzinha sentenciou num tom debochado, vendo como ela se afastava dele. O garoto, na mente dele, disse:—"Com certeza vou ter que ir no banheiro, pra bater uma punheta"—Lorena: (Intrigada) “Luxure”
Romina: Sim, é uma modelo erótica, mami. Tá bombando entre os punheteiros na França.—"Aaahh"—exclamou a mulher, ainda com certa curiosidade, Romina sorri para Max e diz:—"Aliás, foi um prazer ter te conhecido, Maxienquanto o avião começava a descer. Ao mesmo tempo, na casa de Eduardo, Victoria era atacada por Carlos.
Vicky: (Em voz baixa) O que você tá fazendo?
Carlos: Continuar de onde a gente parou ontem à noite, gostosa. Antes que aquele egoísta do Piero interrompesse a gente, pra ser ele quem te comesse.
Vicky ficou de boca aberta com a declaração de Carlos, que aproveitou aquele momento de fraqueza da mulher pra roubar um beijo dela, sem nem se importar que, a poucos metros, estava Eduardo e que podia encontrá-los. Aquele beijo pra mulher que já estava toda excitada foi como jogar gasolina no fogo, tão ardente que o corpo dela tava.
Eduardo: Vicky, você tá aí?
Eduardo perguntava de novo, prestes a abrir a porta. Victoria, toda cachonda, se afasta da boca daquele homem robusto e responde pro namorado, ao mesmo tempo que enfiava as mãos na calça de Carlos.
Vicky: (Meio ofegante) Sim, love... Tô limpando.
Eduardo: Limpando? Precisa de ajuda com alguma coisa?
Vicky: (Pegando na pica de Carlos e andando) Não... Não precisa, love...
Victoria sabia que era um risco continuar ali, por isso foi até a cozinha com Carlos. Onde decide chupar toda a pica grossa dele. Eduardo não conseguiu abrir a porta antes e encontrar a namorada com a pica de um dos colegas de trabalho na mão, porque não percebeu que a porta estava trancada. Quando ele abre, Victoria já tinha sumido. Gabriela se aproxima do homem com o celular dele e diz que estava tocando. O cara olha pro telefone e vê que eram mensagens da amiga Lorena, avisando que já tinham chegado no aeroporto e que estavam esperando por ele.
Eduardo, pra não perder mais tempo, decide usar o banheiro do primeiro andar, onde lava o rosto, passa perfume e arruma a camisa pra não ficar tão amassada. Gabriela pergunta pro homem se ele pode levá-la até a casa dela, ele responde que não tinha tempo, mas ela apela dizendo que se ele o pai dela não ia deixar, ele ia dar uma bronca nela. Eduardo, sem ter outra opção, aceita e manda a garota ir pro carro enquanto isso. Vicky, naquele momento, tinha o pau inteiro do Carlos na boca, que gemia de satisfação.
Carlos: Aaahhh, mas como você chupa bem, putinha...
Ela levanta o olhar e sorri pra ele, com o membro ainda na boca.
Carlos: Não para, por favor... Continua que você manda muito bem.
Só que Vicky tira aquela vara da boca, só pra dizer:
Vicky: Quero toda sua porra... Então espero que me dê até a última gota.
Carlos: Pode ter certeza disso, mas em troca quero comer sua buceta ou seu cu, mesmo que seja na frente do Eduardo.
Vicky: (Sorri) Vamos fazer um trato: se sua porra for gostosa, deixo você arrebentar meu rabo. Aceita ou não?
Carlos: Claro que aceito, gostosa...
Vicky continuou no serviço, mas dessa vez também usava os peitões dela. Era impossível resistir a essa punheta e boquete magistrais. Carlos gozou com gosto na boca da Vitória, que ainda espirrou um pouco de leite nos peitos e no corpo. Sorrindo, a mulher saboreia a boca. Eduardo sai do banheiro, apressado, e só grita pra noiva:
Eduardo: Vicky, amor! Vou buscar minha amiga Lorena e a filha dela!
Vitória, limpando o pau do Carlos, responde:
Vicky: Ok... Vai com Deus, amor.
Eduardo saiu de casa, sem desconfiar que a amada noiva tinha traído ele com o melhor amigo e que naquele momento continuava fazendo ele de corno. Mas nem tudo era ruim pro coroa, porque, ao abrir a porta do carro, ele levou um baita susto. Gabriela estava esticada pelos bancos entre o motorista e o carona, com a raba levantada na direção do Eduardo. Ele engole seco e, gaguejando, pronuncia o nome da garota. Ela fala que tinha caído um brinco dela e por isso estava naquela pose, o que era mentira, porque ela só tava assim pra continuar exibindo a bunda pra ele. homem.
O que estava funcionando, já que Eduardo não tirava os olhos daquela bundinha minúscula e começava a se excitar de novo com ela. Finalmente para de brincar com ele e se senta, Eduardo meio atordoado começa a dirigir, embora já não tivesse aquelas nádegas redondinhas na frente dele, já as tinha guardadas na memória e não conseguia tirá-las da cabeça, era incapaz de falar com Gabriela ou olhar pra ela sem lembrar daquela raba. No aeroporto, Lorena e Romina esperavam que entregassem as malas, nisso a MILF observou Maximiliano, que caminhava desconfortavelmente para o banheiro.
Lorena: Pode me fazer um favor, amor?
Perguntou a mulher com um rostinho inocente.
Romina: Claro, mãe, do que você precisa?
Lorena: Pode cuidar das malas? É que quero ir ao banheiro.
Romina: Sim, sem problema.
A garota olhou pro celular enquanto esperava e a coroa foi pro banheiro com um sorrisinho safado. Vários caras se viravam pra olhar aquela mulher que desfilava pelo corredor com aqueles saltos que ecoavam por todo o lugar, aquela calça jeans justa que levantava e exibia a bunda firme e aqueles peitos que balançavam dentro de uma blusa preta. Lorena, sem se importar com as consequências, entra no banheiro masculino. Pra sorte dela, não tinha ninguém lá e nos cubículos só tinha uma pessoa, por motivos óbvios, devia ser o Max.
Ela, safada, bate na porta. O garoto, que estava com a rola na mão e dedicava a punheta a todas aquelas gostosas que tinha visto, suspira nervoso e entra em pânico. Mas aquele medo se transformou em confusão ao ver que na parte de baixo apareciam uns saltos. Ele não disse nada e, depois de alguns segundos de silêncio, a MILF sussurrou provocante através da porta.Vamos, Max, me abre antes que outro pegue seu prêmio., aquele tom de voz era familiar pra ela, mas ela se recusava a acreditar que fosse a mulher que conheceu no avião.—"Deve ser minha imaginação"—Disse pra si mesmo, fechou os olhos e respirou fundo. Mas quando olha pra baixo de novo, percebe que aqueles saltos ainda estavam ali. Com cuidado e um certo medo, tira a trava da porta, abrindo devagar. Ao ver a Lorena, Max ficou paralisado, ela sorriu e seus olhos foram direto praquele pau duro. A MILF entrou no cubículo sem tirar os olhos daquele pinto, mal colocou a trava na porta, ela se ajoelha e, sem dizer nada, pega aquele pacote entre as mãos. Aperta e esfrega, enquanto continua examinando com o olhar.Sabia que você tinha uma bela rolaA mulher murmura, passando a língua pelos lábios.
O garoto só engole seco, sem acreditar no que estava rolando.—"Com certeza você tá assim por causa da minha filha, mas deixa eu esfriar esse tesãoafirmou, mordendo os lábios,–"Afinal, tenho um belo par de peitos, igual ela"–acrescentou enquanto abria a blusa e liberava os seios. As pupilas de Maximiliano se dilataram ao ver aqueles peitos maduros, ela com um sorriso de orelha a orelha, pergunta se ele gostava das tetas dela, ao que o jovem confirma que sim. A MILF gostosa segura aquela pica jovem com a mão direita e abre a boca, enfiando a glande dentro dela.
Hhhhmmmmgg, ooohhexclamou o garoto, ao sentir a língua da mulher rodeando a cabeça do pau dele e encharcando ele com a saliva dela. O sabor salgado daquele membro enlouquecia a coroa, que desde a separação do marido, não tinha comido um. Teve várias ofertas e oportunidades pra acalmar aquela ardência das necessidades carnais dela, mas preferiu focar só na educação da filha.
No entanto, desde que conversou com o amigo, as necessidades dela tinham virado algo sufocante e insuportável, tendo que recorrer a punhetas toda noite pra se acalmar. Talvez tivesse continuado aliviando os desejos com brinquedos sexuais, se não tivesse visto aquele volume marcado no avião, daí não conseguiu tirar da cabeça e só queria comer ele inteiro.
Lorena: Mmmhh… Que delícia…
Disse a MILF sem parar de saborear a glande e com a mão esquerda apertando os próprios mamilos.
Max: Aaaaiii Deeeeusss… Aaaaiiiii Deeeeeusss… Aaaaaaaaaiii Deeeeeeeusss…
Gemia o jovem com aquela boquete maravilhosa que recebia da Lorena. Ele olhou pro teto e se segurava nas paredes do cubículo, quando baixou o olhar, viu que aquela MILF já tinha comido metade da vara dele. Aquela boca era incrível, era uma delícia estar dentro dela, ainda mais com o percurso e o movimento que aquela língua fazia, envolvendo aquele pau por completo. A coroa só precisou de mais alguns segundos pra ter aquele pau inteiro no fundo da garganta dela, o moleque alucinava, porque nunca tinham engolido a ferramenta dele por completo.
Max: Ca-caralhoo…
Lorena continuou o trabalho dela por uns longos minutos, os sons obscenos que ela fazia com a boca por ter aquele membro dentro, eram estimulantes pros dois. Ao tirar aquele pinto da garganta, a mulher respirou fundo, enquanto a boca dela ainda ficava ligada naquele pau por fios de saliva e esperma.Fazia um tempão que eu não devorava uma boa picadiz rindo e olhando ela com atenção, ver ela coberta de saliva dela, deixava ela ainda mais gostosa. Não conseguiu resistir e teve que dar uma mordida naquela vara de carne, fazendo Maximiliano gritar de dor e prazer.
Lorena: Uuuufff… É dura igual um ferro… (Sorri) E eu adoro quando são assim durinhas.
Ela solta uma risadinha curta e depois enfia de novo aquela pica toda dentro da boca dela. As pernas de Max começaram a tremer, mas ainda dava pra aguentar uns dois minutos de boquete daquela mulher. Lorena tira aquele pauzão da boca mais uma vez, e lambendo os lábios, olha pro garotão e fala.
Lorena: Que piroca gostosa você tem, Max, dava pra chupar o dia inteiro, mas infelizmente tempo não me sobra, então tenho que fazer você gozar rápido, por isso vou usar minhas meninas. (Apertando os peitos)
Maximiliano não achou ruim a ideia, na verdade tava doido pra sentir aqueles melões em volta do pau dele. A coroa aproximou os peitos e abraçou aquele tronco duro. Ofegante, Max via aqueles peitos macios de coroa abraçando o membro dele e deslizando pra cima e pra baixo, enquanto ela chupava a cabeça. Era questão de tempo até ele gozar, então a Milf perguntou se ele tinha namorada, e ele respondeu que não.
Lorena: Isso explica por que você tem os ovos tão cheios, meses sem serem ordenhados, né?
Falou a mulher, passando as unhas nas bolas do moleque.
Max: S… Sim…
Lorena: Mas já teve namorada?
Max: S-sim… Mas desde que terminei com ela não fiquei com outra mulher.
Lorena: Posso saber o motivo?
Max: Aaaahh… Po-porque ainda tô apaixonado pela minha ex.
Lorena: Uuuyy… Diria que é fofo, mas não é, se você se excita com outras mulheres e deixa uma coroa igual eu chupar sua pica…
Max tava bufando igual um touro, perto de soltar a carga de meses acumulada, mas de repente, Lorena parou.
Max: Q-que… O que foi?
Perguntou o garoto completamente desnorteado.
Lorena: Cê tá pensando na sua ex, quer voltar com ela, então não é justo eu te fazer correr atrás…
Max: Não fala isso agora… (Agitado) Cê me deixou louco com aquela chupada que tava me dando e esses peitos que você tem.
Lorena: Mas a sua ex…
Ela balbucia com um sorrisinho safado.
Max: É verdade que ainda amo ela, mais que tudo porque fomos amigos de infância e me acostumei a ver ela e ter ela por perto sempre.
Lorena: Amigos?
Ela interrompeu, pressentindo que ouviria uma história que ela conhecia muito bem.
Max: Sim, a gente era tão inocente quando começou o namoro, que parecia que íamos ficar juntos pra vida toda. Claro que eu era o otário por pensar isso, já que uns meses atrás ela pediu um tempo, eu não entendi por que ela queria se separar de mim, se tudo parecia bem entre a gente, dos 4 anos de namoro nunca tivemos problemas.
A coroa um pouco desconfortável com o que ouvia e ao mesmo tempo com tesão.
Max: Ela me disse que tava entediada da rotina e queria dar um tempo, que seriam só uns meses e eu entendi assim. Mas, dois dias depois que terminamos, ela começou a sair com um babaca, acho que ela só falou aquilo de dar um tempo pra não me dizer na cara que já não me amava ou talvez foi a última piada dela comigo.
Lorena não conseguiu evitar se sentir comovida com o que o garoto disse, colocando de novo aquele pau duro entre os peitos, começa a bater uma.
Lorena: Beleza, então solta essa carga e amaldiçoa essa desgraçada.
Max: Po-porra senhora… Sabe que o pior é…
Lorena: O quê? E me chama de Lorena. (Passando a língua em volta da glande)
Max: O-ok Lo-Lo-Lorena… O pior, é… É… É que minha ex vai vir me buscar…
Lorena: Então aquela putinha vem te buscar… Ou melhor, querer voltar com você…
Max: A-a senhora acha?
Lorena: É óbvio que ela percebeu que foi uma idiota por deixar passar um pedaço de carne desse. ou então, ela só quer que você coma ela e depois quebrar seu coração de novo... Mas relaxa, vou cuidar de esvaziar suas bolas agora mesmo e deixar você sem leite pra aquela foxy...
Lorena continuou balançando os peitos, até que o moleque começou a tremer e o pau dele a pulsar, soltando uma porrada de esperma, que banhou o rosto da mulher. Por outro lado, Vitória, depois de ter chupado o pau de Carlos e engolido o gozo dele, se levantou e, de um jeito sensual e bem safado, caminhou até a bancada comprida da cozinha, se apoiou nela, levantou aquele rabo enorme e gostoso, que ela rebola de forma provocante.
Vicky: Vem, Carlinhos... Meu cu tá à sua disposição, igual eu prometi... Espero que seu pau gordo consiga arrombar e encher minha bunda de leite...
Carlos admirando aquela raba infernal, vai se aproximando e apontando o tronco, que já tava pronto pra entrar naquele cu apertado. Abrindo as nádegas com as mãos, cuspiu um pouco pra facilitar a penetração. A buceta da Vitória já tava toda molhada e, quando sentiu aquele mastrão grosso entrando devagar no cu dela, não aguentou o tesão e gozou.
Vicky: Aaaaaaaiii, porraaaaaaa... Que delíciaaaaaa... Mmmmhhh... Mais, enfia mais fundoooo...
Essas palavras motivaram Carlos, que, sem pena nenhuma, começou a foder aquela raba enorme. Os gemidos da Vitória começaram a ecoar pela casa toda. Entregue ao prazer e à luxúria, não demorou pra gozar de novo.
Carlos: Uuuuufff... Que mulher mais faminta que você é...
Vicky: Aaaaahhh, aaaaaaahhh, aaaahhggrrr... Você não faz ideia da fome que eu tô...
Carlos: (Sorri) Bom, toda essa fome que você tem, vou saciar eu.
Carlos voltando ao ritmo bestial de antes, não dá descanso pra Vitória, que cada vez mais tá ficando viciada naquele pau no cu dela. Enquanto isso, Eduardo chegava na casa do chefe dele pra deixar Gabriela. O pai da moça abre a porta e Eduardo explica que... A garota ficou pra dormir na casa dele, porque nem ele nem Piero estavam em condições de dirigir à noite, e não iam deixar ela ir sozinha. Horácio entende e agradece ao Eduardo, ele se despede dos dois, mas antes que ela saia, a garota abraça ele, aproveitando que o pai tinha virado as costas pra fazer Eduardo tocar na bunda dela mais uma vez.
As mãos dele apertando aquela raba deixaram o coroa nervoso. Depois disso, finalmente ele tava livre, não precisava mais se preocupar com a Gabriela, embora não parasse de pensar nela enquanto dirigia até o aeroporto. Aqueles lábios macios e aquela boquinha que ele devorou, junto com aquele cuzão, não deixavam ele se concentrar. Mas quando chegou perto do aeroporto, esqueceu dela. Porque o reencontro com a Lorena era algo que ele esperava há muito tempo, e rever a pequena Romina, que naquela época era tão pequena e já não era mais. A moça tava com as malas esperando a mãe perto dos banheiros, onde ela tinha demorado uns 20 minutos.
A mulher, que tinha limpado o rosto do sêmen do Max, olhava pasma como o guri tinha o pau duro de novo. Chegando perto dele, dá um beijo fabuloso, onde as línguas pareciam não se soltar. Ela acariciando a nuca dele com uma mão e com a outra segurando aquele pinto que ela tinha adorado chupar, sussurra:Se eu tivesse mais tempo, deixaria você enfiar essa pica linda na minha buceta que tá há 8 anos sem ser comida, essas palavras tornaram aquela despedida ainda mais dolorosa, mesmo assim o garoto não parava de murmurar que era o melhor dia da vida dele.
A MILF sai do banheiro, surpreendendo alguns homens que estavam entrando ou passando por ali, e vê rapidamente a filha, que estava sentada olhando o celular. Naquele exato momento, Eduardo liga pedindo que ela diga a localização, para que ele possa encontrá-las. Ele não perde tempo e vai direto para aquela área. Quando vê a amiga, um sorriso se desenha no rosto dele; encontrar a mulher não foi tão difícil quanto ele pensava, embora ela tivesse mudado desde a última vez que se viram — não só o cabelo estava diferente, mas também fisicamente ela estava mais magra. Ao lado da amiga, ele vê uma garota alta e magra, com um corpo espetacular, mas a ignora, achando que é uma desconhecida. Indo direto até Lorena, ele a abraça bem forte, e ela, um pouco exaltada, diz:
Lorena: E... Eduardo, se acalma um pouco, cara.
Eduardo: Faz muito tempo que não te vejo, como você quer que eu fique calmo?
Lorena: (Sorrindo) Você tem razão... Já faz uns 10 anos desde a última vez que nos vimos.
Eduardo: 8 anos para ser exato... E, por falar nisso, você disse que ia vir com a Romina... Cadê minha sobrinha pequena?
Eduardo não tinha percebido que Romina estava ao lado dele o tempo todo. A garota que ele tinha ignorado era exatamente ela. Romina, sabendo da surpresa que ia causar no mais velho, tocou as costas dele, enquanto mordia o lábio inferior. O coração da jovem batia muito forte; os sentimentos puros que ela tinha quando se foi haviam se fortalecido naqueles anos de distância, e naquele instante em que o via de novo, ela percebia que estava mais do que perdidamente apaixonada por ele. Ao sentir aquele toque leve nas costas, o homem solta Lorena, que diz:–“Olha atrás de você”–em tom provocante.
Eduardo: Atrás de mim?
Romina: (Safada) Tio Eduardo, cê não me reconheceu não?
O homem se vira e, ao olhar pra aquela garota, fica de boca aberta, pasmo e sem palavras. A pequena que ele amava e queria como uma sobrinha, até como uma filha, já tinha se transformado numa gostosa e bem provocante. Romina, vendo a cara de surpresa do Eduardo, se aproxima e abraça ele. Ela não era nada parecida fisicamente com a Lorena quando jovem, mas agora que a mulher emagreceu, eram bem parecidas, principalmente naquele par de peitões que tinham. O cheiro do perfume dela começa a hipnotizar um pouco mais o Eduardo, que sente uma leve ereção, mais uma vez provocada por uma novinha naquele dia.
Romina: (Sussurrando no ouvido dele) Que foi, tio? Um gato comeu sua língua?
Eduardo, engolindo seco, tentava entender que a menina que ele conhecia já não existia mais; pelo menos aquele corpo inocente agora tinha virado um bem voluptuoso.
Eduardo: (Gaguejando) Ro... Ro... Romina?
Romina: Sim, tio, sou eu... Sua pequena.
Lorena dá uma risadinha com o espanto do Eduardo. Ele se sente meio desconfortável e se afasta da Romina, mas a garota não ia dar sossego pro homem, e se pendura no braço direito dele. Sentir o braço entre os peitos daquela adolescente fez a leve ereção do Eduardo aumentar e o pau dele ficar mais duro.
Eduardo: Ro... Romina?
Romina: Que foi, tio? Parece que cê não sentiu nem um pouquinho de saudade de mim.
Eduardo: Não... Não é isso, só que... Tô chocado com a mudança que cê teve.
Romina: Tio Eduardo, já tenho 18 anos, é óbvio que ia crescer, ou cê achava que eu ia continuar igual quando tinha 10 anos?
Eduardo: Não... Mas também não esperava que cê tivesse mudado e crescido tanto.
Romina: E isso é ruim?
Eduardo: De jeito nenhum... Só que me surpreende demais.
Romina: Ainda te pareço bonita?
Eduardo: Claro, e Você ainda continua sendo minha pequena. (Sorri)
Lorena: Acho que eu já fiquei em segundo plano.
Eduardo: Não fala besteira, Lorena, vem aqui.
Eduardo abraça Lorena de novo, mas dessa vez também puxa Romina pra perto, que aproveita pra roçar os peitos no peito do Eduardo e se encostar o máximo possível nele. De longe, Max observava a MILF e sorria, até ser pego pela Ximena, sua amiga e ex-namorada. A garota, vendo que ele estava bobão olhando pra aquela coroa, dá um empurrão nele.
Max: Ximena? Desde quando você tá aqui?
Ximena: Desde uns minutos atrás, mas parece que você só tem olhos pra aquela coroa.
Max vira de novo pra olhar a Lorena e sorri, mesmo que a imagem dela já estivesse ficando mais distante.
Ximena: (Irritada) Vamos logo.
A jovem pega na mão do rapaz e puxa ele.
Ximena: Anda, meus pais não tão em casa e quero aproveitar pra dar uma trepada com você.
Max: O quê?
Ximena: (Parando) Te falei que só queria um tempo, meu amor. Agora vamos pra casa e foder como antes.
Max sorriu, porque apesar da dor que aquela garota tinha causado nele, ela era gostosa demais pra recusar voltar com ela. Definitivamente, era o dia de sorte dele. De volta com Eduardo, ele ia falando sobre como a noiva dele era maravilhosa. Lorena ouvia atentamente, enquanto Romina só pensava em como ia provocar aquele homem e confessar o que sentia. Enquanto isso, Victoria tinha terminado de trepar com Carlos. O homem tinha enchido a bunda dela de porra, além de ter arrebentado ela. Satisfeita, ela se veste. Carlos faz o mesmo, e quando estão prontos, ela se aproxima dele e dá um beijo bem safado, depois sussurra no ouvido dele.
Vicky: Quando você quiser, sou toda sua.
Carlos, sorrindo, dá um tapa forte naquela bunda que ele tinha feito sua e sai de casa, deixando Victoria sozinha pra arrumar a bagunça da festa. Aquela tarefa parecia difícil de fazer, mas a mulher lembrou que ela ainda tinha um dos amantes em casa, que devia ajudá-la a limpar e arrumar. Então, quando Eduardo chegou com Lorena e Romina, a casa estava completamente arrumada. Vicky tinha ido tomar banho, Piero pretendia ir embora para evitar ver Eduardo. No entanto, seu amigo chega bem naquele instante, que, meio surpreso, fica olhando para ele enquanto carregava as malas das convidadas.
Eduardo: Piero? O que você está fazendo aqui?
Piero: Acabei de chegar, tinha deixado meu celular, então vim buscá-lo. De qualquer forma, já vou indo, amigo.
Eduardo: Não, não, não... Fica, por favor.
Naquele momento, os olhos de Piero se fixaram em Romina. A jovem se aproxima de Eduardo e dá um beijo na bochecha dele.
Romina: Obrigada, tio.
Eduardo: Romina, te apresento o Piero, um amigo.
A garota sorri para Piero e vai encostando mais os peitos no braço de Eduardo.
Romina: Olá, senhor Piero.
Piero: (Gaguejando) Oi-oi-olá...
Lorena entra na casa e se aproxima deles. Eduardo apresenta sua amiga a Piero. Este, sem tirar os olhos de Romina, cumprimenta a mãe da garota, mas ao vê-la, também se surpreende com a beleza da mulher e aquelas tetonas. Eduardo diz a elas para irem para a sala enquanto isso, que ele ia subir as malas para os quartos, que mostraria mais tarde. Tanto a mãe quanto a filha obedeceram a Eduardo. Piero se aproxima do amigo, olhando a raba das duas, e diz:
Piero: Caralho, umas gostosas são suas convidadas. Tenho que admitir que a garota me deixou louco com esse corpaço e a pica bem dura.
Essas palavras não agradaram nada a Eduardo, que olha seriamente para Piero e responde:
Eduardo: É uma garota de 18 anos e é filha da minha amiga.
Piero: E daí? Já é maior de idade. Tenho certeza de que não é tão inocente quanto você pensa.
Eduardo: Mesmo que tenha 18 anos e não seja tão inocente... Você não encosta um fio de cabelo nela, igual fez com a Gabriela, ouviu?
Piero: (Surpreso) Ok... Beleza, não vou fazer nada com a garota, mas acho que posso conversar com ela.
Eduardo: Claro que pode falar com ela. Mas se passar do limite, você já sabe.
Piero: Eu sei, ficou bem claro pra mim, então fica tranquilo.
Eduardo: Aliás, cadê a Vicky?
Piero: Vi-Victória... Ela me disse que ia tomar um banho, então acho que está no quarto de vocês agora.
Eduardo: Entendi.
Eduardo sobe com as malas para o segundo andar e Piero, com um sorriso safado, olha para a sala, observando Romina e Lorena. Ele senta no mesmo sofá onde a jovem estava com a mãe, começa a bater um papo com elas, perguntando coisas bestas, tipo como foi a viagem, com o objetivo de chegar a perguntas mais pessoais, direto com a Romina. Eduardo tinha deixado as malas nos quartos que a amiga e a garota iam ocupar, respectivamente. Ele ficou sentado na cama onde a sobrinha já crescida ia dormir, não conseguia parar de pensar nela, em como ela estava diferente e na sua figura gostosa.
Ainda não conseguia aceitar que aquela menina que ele carregou nos braços quando era um bebê agora era uma jovenzinha muito ardente, que lembrava alguém. Tentava desviar esses pensamentos, mas a imagem daquele par de peitos não ia embora. Pelo contrário, começavam a ser mais frequentes, assim como a bunda da Gabriela, e ele sentia outra ereção. Por outro lado, a garota percebia as intenções do Piero e se sentia desconfortável, ainda mais com os minutos que o coroa demorava pra descer, parecendo uma eternidade. Desesperada pra se afastar das garras do Piero, ela levanta e vai andando enquanto fala com a mãe.
Romina: O tio Eduardo está demorando muito, acho que vou procurar ele.
Ela sobe pro segundo andar, gritando.—"Tio Eduardo"—Mas ele não responde nem escuta ela, porque depois de fazer uma compra no celular, tinha ido ao banheiro tomar um banho frio, esperando se refrescar e tirar aqueles pensamentos obscenos que estava tendo. Talvez tenha sido um capricho do destino ou intuição da garota, já que, mesmo sem conhecer aquela casa e sem saber onde o homem poderia estar, ela o encontra. Entra no quarto sem fazer muito barulho e se aproxima do banheiro do cômodo, vê o coroa pelado, embora estivesse de costas, ela fica vermelha, porque nunca tinha visto ele sem roupa. Romina conseguiu ver de leve o pau dele, e mesmo flácido, suspeitava que podia ser grande.
Ficando ali parada, morde os lábios e toca o próprio corpo, enquanto imaginava as possibilidades do que podia fazer. A primeira opção era se despir e entrar no chuveiro junto com ele, abraçá-lo e confessar seus sentimentos. Depois beijar aquela boca com que sonhava desde menina, tentá-lo com o corpo, até que ele tomasse sua virgindade. No entanto, sabia que essa opção era um perigo, apesar de ele ter mostrado certo interesse no corpo dela, não ia cair tão fácil assim; pelo contrário, o mais provável era que ele se afastasse e a rejeitasse. Então escolheu a segunda opção, que era ficar ali e mandar mensagem para a Vanessa pedindo ajuda pra tomar a melhor decisão.
A loira recomendou que ela se despisse e ficasse só de calcinha e sutiã, esperando ele pacientemente, deitada na cama. Eduardo demorou uns 10 minutos mais ou menos no banho. Quando fecha a torneira da água, suspira aliviado, pensando que tudo tinha acabado, pega a toalha, seca a cabeça e o corpo, depois a enrola na cintura pra se cobrir e ir se trocar no quarto. Quando sai do banheiro e vê Romina deitada na cama, fica perplexo, sem tirar os olhos dos peitos da novinha. Ela, sorrindo, levanta da cama e se aproxima dele, abraçando-o, enquanto fala de forma safada. Romina: Tio, tava entediada, então resolvi subir pra te procurar, te chamei várias vezes, mas você não respondeu, mesmo assim consegui te achar. (Sorri)
Eduardo: (Nervoso) Po-por que você tá assim?
Romina: Assim como?
Eduardo: De calcinha e sutiã. (Tentando olhar pra outro lado)
Romina: Aaah, é que tá calor demais… Por que você desvia o olhar? Será que não gosta do meu corpo?
Eduardo: Não, não, não, não. Claro que não.
Romina: (Sorri e passa a mão no corpo) Então você gosta do que vê.
Eduardo se sentia encurralado, sem nenhuma saída daquela situação. Mesmo assim, tentou pensar numa desculpa perfeita pra se afastar e evitar que ela percebesse que ele começava a ficar excitado.
Eduardo: (Suspira) Bom, Romina…
Romina: (Interrompe) Tio, preciso da sua ajuda. (Segurando as mãos dele) Tô com uma dor nas costas e queria que você me desse uma massagem.
Eduardo: Uma mas… Massagem?
Romina: Sim, tio, uma massagem. Na minha mala tem um óleo pra você usar.
A garota, sem soltar a mão dele, se abaixa e procura o frasco na mala. O homem, desconfortável, fecha os olhos e tenta se acalmar. Romina, por sua vez, sorria, porque percebia que o plano da amiga tava funcionando e, se continuasse assim, logo o coroa ia se render à safadeza e ela ia poder confessar o que sentia por ele. Com o óleo na mão, ela se levanta e observa o tio de olhos fechados, se aproxima e dá uma lambidinha rápida e passageira nos lábios dele. Eduardo abre os olhos e, meio alterado, fica olhando pra ela.
Eduardo: Você… Você…
Romina: Aconteceu alguma coisa, tio?
Eduardo: Eu… Eu… (Passando a mão nos lábios)
Romina: Tem alguma coisa no seu lábio? Se tiver, deixa eu dar uma olhada. (Se aproximando)
Eduardo: Não, não… Esquece…
Romina: Tem certeza?
Eduardo: Sim…
A jovem se deita na cama e tira o sutiã. Eduardo ficava ainda mais tesudo quando via aqueles peitões grandes e soltos, o coração dele batia acelerado, enquanto por dentro… Ela se dizia,–Calma, calma, calma…No entanto, seus esforços eram em vão, pois só aumentavam o tesão da situação e sua ereção ficava ainda mais dura. Romina, com o frasco nas mãos, diz pro coroa chegar mais perto dela. Ele obedece, mas como não tava pensando com a cabeça de cima, sobe na cama e, sentando entre as pernas dela, o pau dele fica entre as nádegas da garota.
Pega a loção, abre e derrama nas costas dela, começando a massagear a pele delicada daquela novinha. Aquelas mãos de milf deslizavam por toda a costa dela, fazendo ela soltar uns gemidos. Ela não só tava adorando a massagem que tava recebendo, como também tava ficando com muito tesão. Ele, por sua vez, cada vez mais perdia a cabeça, já não se contentava só em tocar as costas da garota, mas também passava a mão nos ombros dela e roçava naqueles peitos que pareciam macios como algodão. Aqueles roços não demoraram pra virar carícias, Romina não falava nada, só suspirava e sorria.
Eduardo discutia consigo mesmo por dentro, a parte moral dizia que ele não podia desejar o corpo da jovem, porque era filha da amiga dele, que ele conhece desde pequena e gosta pra caralho. Além disso, ele tava noivo, não podia trair a Vicky, que era uma mulher extraordinária e boa. Mas a luxúria tentadora rebatia os argumentos da moral, dizendo que, mesmo ele amando a Lorena, fazer isso com a Romina não ia machucar ninguém, até porque foi ela quem ficou provocando ele com aquele corpo gostoso.
A moral só fala pra ele pensar na Vicky e em como ela ficaria triste se ele traísse ela, a luxúria ataca dizendo que tocar, apalpar e brincar com aqueles peitos não é traição, nem se rolar um beijo, igual deu na Gabriela. Por fim, a luxúria sussurra pro Eduardo que ele talvez tava agindo que nem um idiota, porque quem sabe a Vicky já não fez ele de corno e tá rindo na cara dele, por isso a Isidora tinha... disse que a irmã dela não merecia aquilo. Então ele tinha que aproveitar a oportunidade que tinha com aquela novinha e deixar uma coisa levar à outra.
A moral desesperada implora pra Eduardo pensar bem no que ia fazer e não cair na tentação, já que o mais certo era que Victoria, no lugar dela, resistiria. Ele fala baixinho:
Eduardo: Talvez você tenha razão… Igual o Piero, que disse que ela é uma gostosa…
A novinha, agitada, vira um pouco a cabeça pra olhar pro homem e perguntar:
Romina: Você falou alguma coisa, tio Eduardo?
Eduardo: Não, nada.
Romina: Tem certeza? Juro que ouvi você falar algo.
Eduardo: Bom, eu falei comigo mesmo como elas estão diferentes e grandes.
Romina: (Confusa) Você tá falando da minha mãe e de mim?
Eduardo: Não… Não tô falando de vocês…
Romina: Ah, não? Então de quem?
A luxúria tinha conseguido convencer Eduardo. Ele tinha a intenção de tocar aqueles peitos e apertá-los, ver a reação da novinha, e se ela não mandasse parar ou dissesse que era errado, ele ia continuar massageando aquele par e deixar tudo fluir. Mas bem naquele momento, Victoria, que tinha saído do chuveiro, anda pelo corredor e grita.–“Eduardo, cadê você?”-Essas palavras foram suficientes pra que o homem não fizesse nada. Recuperando a sanidade, ele se afasta da garota. Romina só observa ele ir embora, suspirando amargamente.
Romina: Porra, se aquela puta estúpida não tivesse aberto a boca, tenho certeza que ele ia me comer… Aquele volume grande e duro entre minhas nádegas é a prova de que ele é louco pelas minhas tetas e pelo meu corpo… (Sorri) A Vanessa tinha razão, tem que ser mais ousada e menos caretice, mas pensar bem nos movimentos pra não falhar.
Eduardo se aproximou de Victoria, sem perceber que ainda estava de pau duro e só usava uma toalha.
Eduardo: Aconteceu alguma coisa, love?
Vicky: Tava te procurando, onde você tava enfiado?
Eduardo: No quarto onde a Romina vai dormir, ajudando ela a arrumar as coisas dela.
Vicky: Ajudando ela, vestido assim? E o que você tem nas mãos? Tão meio oleosas.
Eduardo: Aproveitei pra tomar um banho e minhas mãos têm loção.
Vicky: Você passou loção?
Eduardo: Depois te explico tudo… (Segurando ela pela cintura) Que tal a gente ir pra nossa cama e transar?
Eduardo, desesperado, beijava o pescoço da mulher e tocava o corpo dela, ela resistindo dizia que não e pra parar. Mas o homem continuava, precisava acalmar a ereção que a Romina tinha causado.
Vicky: (Irritada) Eduardo, eu falei pra parar… Não dá agora.
Eduardo: Por que não?
Vicky: Porque não quero e além disso vou me encontrar com minhas amigas, então para, Eduardo.
O homem se acalma, arrependido olha pra noiva, se sentindo mal pelo comportamento.
Eduardo: Desculpa, Vicky… Fui um idiota… (Suspira) Acho que tô assim porque a gente não transa faz três dias…
Vicky: (Suspira) Love, eu também quero, mas agora mesmo minhas amigas me chamaram porque querem me contar algo importante. Se quiser, à noite a gente faz algo, agora preciso que você me dê dinheiro em espécie.
Eduardo: Pra quê?
Vicky: Porque vou sair com minhas amigas, seu bobinho. Já Sabe que quando elas me veem com os cartões, sempre me fazem pagar tudo, mas se eu for com dinheiro vivo, elas vão ter que pagar também.
Eduardo: Beleza, quanto você precisa?
Vicky: Não sei… Por que você não me dá tudo que tem na sua carteira?
Eduardo entra no quarto e Vitória o segue, enquanto Romina, que tinha observado tudo, sorri.
Romina: Sabia, essa puta é só uma interesseira. Não me culpe por querer satisfazer meu tio, fazer ele feliz e dar o que ele quer, afinal é culpa sua, por não fazer isso você mesma.
Eduardo entrega o dinheiro pra Vitória, ela dá um beijo na bochecha dele e sai. O homem, frustrado e confuso, começa a se vestir. Ele se sentia enojado por ter desejado o corpo de Romina e tentado forçar Vicky a transar com ele. Por outro lado, Lorena, que estava cansada da viagem, acabou dormindo do lado de Piero, com quem ficou conversando o tempo todo. Os dois se deram bem, embora ela tenha percebido na hora que ele era um galinha.
Piero, aproveitando a situação, se acomoda junto com a mulher no sofá, deixando ela descansar no peito dele e assim ficar perto daqueles peitões. A jovem tinha falado de novo com a amiga e explicado tudo o que aconteceu, então a loira sugeriu que ela pegasse uma das roupas mais ousadas dela e fosse falar com o coroa, com uma atitude dócil, mas tentando com a inocência dela deixar ele com tesão. Bem na hora, tanto o celular dela quanto o dele, que tinha ficado em cima de um móvel, vibram. Ela, curiosa, pega o celular do Eduardo e vê que ele tinha um e-mail deLuxúriaEspero que vocês tenham gostado deste capítulo tanto quanto do anterior.
Romina sabia que aquele cara tava de olho nas tetas dela, na verdade desde que começaram a viagem ele não tirava os olhos dela, só quando ia ao banheiro. A garota não tinha falado nada porque ele só ficava olhando, diferente de outros tarados que tentavam pegar e apalpar os encantos enormes dela. A contagem da jovem era interrompida quando o celular dela, que tava entre as coxas, vibrou, fazendo ela sentir um arrepio gostoso na buceta.
Ela pegou o celular pra ver quem tinha mandado mensagem, era a melhor amiga, perguntando se ela já tinha chegado. Ela respondeu que não, mas que faltava só uns minutos. Aproveitando a conversa espontânea, ela contou pra amiga que durante toda a viagem um cara não tinha tirado os olhos das tetas dela, e mandou uma foto onde dava pra ver o jovem hipnotizado por aqueles melões.—"Como é que não vai ter um tarado te olhando, com esse decote que você usa, até de boca aberta ele fica, talvez seja um dos seus admiradores, Romia garota comentou, Romina solta uma risadinha e responde,—"Talvez seja, ou só é louco por elas que nem teu pai, Vanessa, passaram uns 2 minutos e ela não teve resposta da amiga, pensou que talvez ela tivesse ficado brava, mas a jovem demorou pra responder porque tirou uma foto, onde além do rostinho lindo, destacava suas duas bênçãos gordas, acompanhada da mensagem,—"Acho que esse par deixa meu pai mais louco, querida. Até o tarado do teu lado também.
Romina ficou impressionada com o que via, até ela tinha se excitado ao ver a foto da Vanessa. A loira não parou naquele comentário e ainda completou,—"Aproveita o teu tarado e pergunta pra ele qual das duas ele prefere"—Romina sorri, aquela rivalidadezinha infantil com a Vanessa era exatamente o que as tornava amigas. Virando o olhar para onde o garoto estava, ela sorri pra ele, e ele, ao ver aqueles olhos lindos e aquele sorriso angelical, fica vermelho que nem um tomate. Nervoso, desvia o olhar, então a Romina toca o ombro dele com o dedo.Romina: Com licença, mas preciso da sua ajuda, quero que me diga quem você prefere.
O moleque engole seco e, tentando falar normal, gagueja:A-a-a-a… Quem vo-vo-você prefe-fe-re-ria…Romina: (Rindo) Sim, quero saber se você tem que escolher uma, qual você prefere? Minha amiga (mostrando a foto) ou eu. (Apertando os peitos com os braços)
Aquele moleque ficou nas nuvens, não conseguia acreditar no que tava rolando, se sentia sortudo por estar naquela situação. Duas gostosas com corpos magistrais e umas tetonas redondinhas e divinas, que enlouqueciam qualquer um, qual escolher?, ele se perguntava. Embora a Romina o deixasse bobão com aquele par lindo, a loira despertava nele algo a mais, uma excitação sufocante. Mordendo os lábios e com a voz trêmula, ele diz,—"Não sei… As duas são maravilhosas, um idiota como eu daria tudo pra ficar com umas minas gostosas como vocês"—Romina, ao ouvir essa resposta, não conseguiu segurar uma gargalhada, o que chamou a atenção da mãe, já que durante a viagem, a garota tinha ficado séria.E aí, qual bicho te mordeu?perguntou a mulher. Aquele rapazinho sentiu que ia ter um treco ao ver aquela Milf gostosa, não tinha feito aquilo por estar cego pela Romina, com certeza era seu dia de sorte ou ele tinha morrido e ido para o céu, onde tem uns anjos lindos.
Romina: Nada, mãe, só estava rindo das besteiras que meu novo amigo falava.
Lorena: (Atônita) Novo amigo?
Romina: Sim, ele, você não acha ele bonitinho?... (Sorri e olha pro garoto) Aliás, qual é o seu nome?
O garoto ficou em silêncio e respirou fundo até conseguir falar.—"Maximiliano, mas pode me chamar de Max"—disse o jovem com certa vergonha. A coroa deu uma olhada rápida e notou um volume na virilha dele que lutava para se soltar, com o dedo indicador entre os lábios, ela se morde.
Lorena: É, não está nada mal.
Romina: Parece um bom garoto, mas não parou de olhar pras minhas tetas durante toda a viagem.
Disse a moça, apertando os seios contra o peito dele e os lábios roçando os de Max.
Romina: Mãe, você não acha que o Maxi merece um castigo por isso?
Lorena: Claro que sim, não pode assediar sua filha e sair sem uma correção.
Apontou a mulher, com os olhos ainda fixos na virilha do jovem.
Romina: (Rindo) Bom, eu acho que ele mesmo fez a própria sentença. Já que podia ter falado comigo, em vez de só me olhar, e talvez a gente tivesse trocado números de telefone, mas não foi assim. Agora vai ter que se consolar usando a fantasia com algo que talvez podia ter acontecido se ele tivesse tido culhão pra falar comigo, ou usando as fotos dessa talLuxúriaimaginando que sou eu.
A jovenzinha sentenciou num tom debochado, vendo como ela se afastava dele. O garoto, na mente dele, disse:—"Com certeza vou ter que ir no banheiro, pra bater uma punheta"—Lorena: (Intrigada) “Luxure”
Romina: Sim, é uma modelo erótica, mami. Tá bombando entre os punheteiros na França.—"Aaahh"—exclamou a mulher, ainda com certa curiosidade, Romina sorri para Max e diz:—"Aliás, foi um prazer ter te conhecido, Maxienquanto o avião começava a descer. Ao mesmo tempo, na casa de Eduardo, Victoria era atacada por Carlos.
Vicky: (Em voz baixa) O que você tá fazendo?
Carlos: Continuar de onde a gente parou ontem à noite, gostosa. Antes que aquele egoísta do Piero interrompesse a gente, pra ser ele quem te comesse.
Vicky ficou de boca aberta com a declaração de Carlos, que aproveitou aquele momento de fraqueza da mulher pra roubar um beijo dela, sem nem se importar que, a poucos metros, estava Eduardo e que podia encontrá-los. Aquele beijo pra mulher que já estava toda excitada foi como jogar gasolina no fogo, tão ardente que o corpo dela tava.
Eduardo: Vicky, você tá aí?
Eduardo perguntava de novo, prestes a abrir a porta. Victoria, toda cachonda, se afasta da boca daquele homem robusto e responde pro namorado, ao mesmo tempo que enfiava as mãos na calça de Carlos.
Vicky: (Meio ofegante) Sim, love... Tô limpando.
Eduardo: Limpando? Precisa de ajuda com alguma coisa?
Vicky: (Pegando na pica de Carlos e andando) Não... Não precisa, love...
Victoria sabia que era um risco continuar ali, por isso foi até a cozinha com Carlos. Onde decide chupar toda a pica grossa dele. Eduardo não conseguiu abrir a porta antes e encontrar a namorada com a pica de um dos colegas de trabalho na mão, porque não percebeu que a porta estava trancada. Quando ele abre, Victoria já tinha sumido. Gabriela se aproxima do homem com o celular dele e diz que estava tocando. O cara olha pro telefone e vê que eram mensagens da amiga Lorena, avisando que já tinham chegado no aeroporto e que estavam esperando por ele.
Eduardo, pra não perder mais tempo, decide usar o banheiro do primeiro andar, onde lava o rosto, passa perfume e arruma a camisa pra não ficar tão amassada. Gabriela pergunta pro homem se ele pode levá-la até a casa dela, ele responde que não tinha tempo, mas ela apela dizendo que se ele o pai dela não ia deixar, ele ia dar uma bronca nela. Eduardo, sem ter outra opção, aceita e manda a garota ir pro carro enquanto isso. Vicky, naquele momento, tinha o pau inteiro do Carlos na boca, que gemia de satisfação.
Carlos: Aaahhh, mas como você chupa bem, putinha...
Ela levanta o olhar e sorri pra ele, com o membro ainda na boca.
Carlos: Não para, por favor... Continua que você manda muito bem.
Só que Vicky tira aquela vara da boca, só pra dizer:
Vicky: Quero toda sua porra... Então espero que me dê até a última gota.
Carlos: Pode ter certeza disso, mas em troca quero comer sua buceta ou seu cu, mesmo que seja na frente do Eduardo.
Vicky: (Sorri) Vamos fazer um trato: se sua porra for gostosa, deixo você arrebentar meu rabo. Aceita ou não?
Carlos: Claro que aceito, gostosa...
Vicky continuou no serviço, mas dessa vez também usava os peitões dela. Era impossível resistir a essa punheta e boquete magistrais. Carlos gozou com gosto na boca da Vitória, que ainda espirrou um pouco de leite nos peitos e no corpo. Sorrindo, a mulher saboreia a boca. Eduardo sai do banheiro, apressado, e só grita pra noiva:
Eduardo: Vicky, amor! Vou buscar minha amiga Lorena e a filha dela!
Vitória, limpando o pau do Carlos, responde:
Vicky: Ok... Vai com Deus, amor.
Eduardo saiu de casa, sem desconfiar que a amada noiva tinha traído ele com o melhor amigo e que naquele momento continuava fazendo ele de corno. Mas nem tudo era ruim pro coroa, porque, ao abrir a porta do carro, ele levou um baita susto. Gabriela estava esticada pelos bancos entre o motorista e o carona, com a raba levantada na direção do Eduardo. Ele engole seco e, gaguejando, pronuncia o nome da garota. Ela fala que tinha caído um brinco dela e por isso estava naquela pose, o que era mentira, porque ela só tava assim pra continuar exibindo a bunda pra ele. homem.
O que estava funcionando, já que Eduardo não tirava os olhos daquela bundinha minúscula e começava a se excitar de novo com ela. Finalmente para de brincar com ele e se senta, Eduardo meio atordoado começa a dirigir, embora já não tivesse aquelas nádegas redondinhas na frente dele, já as tinha guardadas na memória e não conseguia tirá-las da cabeça, era incapaz de falar com Gabriela ou olhar pra ela sem lembrar daquela raba. No aeroporto, Lorena e Romina esperavam que entregassem as malas, nisso a MILF observou Maximiliano, que caminhava desconfortavelmente para o banheiro.
Lorena: Pode me fazer um favor, amor?
Perguntou a mulher com um rostinho inocente.
Romina: Claro, mãe, do que você precisa?
Lorena: Pode cuidar das malas? É que quero ir ao banheiro.
Romina: Sim, sem problema.
A garota olhou pro celular enquanto esperava e a coroa foi pro banheiro com um sorrisinho safado. Vários caras se viravam pra olhar aquela mulher que desfilava pelo corredor com aqueles saltos que ecoavam por todo o lugar, aquela calça jeans justa que levantava e exibia a bunda firme e aqueles peitos que balançavam dentro de uma blusa preta. Lorena, sem se importar com as consequências, entra no banheiro masculino. Pra sorte dela, não tinha ninguém lá e nos cubículos só tinha uma pessoa, por motivos óbvios, devia ser o Max.
Ela, safada, bate na porta. O garoto, que estava com a rola na mão e dedicava a punheta a todas aquelas gostosas que tinha visto, suspira nervoso e entra em pânico. Mas aquele medo se transformou em confusão ao ver que na parte de baixo apareciam uns saltos. Ele não disse nada e, depois de alguns segundos de silêncio, a MILF sussurrou provocante através da porta.Vamos, Max, me abre antes que outro pegue seu prêmio., aquele tom de voz era familiar pra ela, mas ela se recusava a acreditar que fosse a mulher que conheceu no avião.—"Deve ser minha imaginação"—Disse pra si mesmo, fechou os olhos e respirou fundo. Mas quando olha pra baixo de novo, percebe que aqueles saltos ainda estavam ali. Com cuidado e um certo medo, tira a trava da porta, abrindo devagar. Ao ver a Lorena, Max ficou paralisado, ela sorriu e seus olhos foram direto praquele pau duro. A MILF entrou no cubículo sem tirar os olhos daquele pinto, mal colocou a trava na porta, ela se ajoelha e, sem dizer nada, pega aquele pacote entre as mãos. Aperta e esfrega, enquanto continua examinando com o olhar.Sabia que você tinha uma bela rolaA mulher murmura, passando a língua pelos lábios.
O garoto só engole seco, sem acreditar no que estava rolando.—"Com certeza você tá assim por causa da minha filha, mas deixa eu esfriar esse tesãoafirmou, mordendo os lábios,–"Afinal, tenho um belo par de peitos, igual ela"–acrescentou enquanto abria a blusa e liberava os seios. As pupilas de Maximiliano se dilataram ao ver aqueles peitos maduros, ela com um sorriso de orelha a orelha, pergunta se ele gostava das tetas dela, ao que o jovem confirma que sim. A MILF gostosa segura aquela pica jovem com a mão direita e abre a boca, enfiando a glande dentro dela.

Hhhhmmmmgg, ooohhexclamou o garoto, ao sentir a língua da mulher rodeando a cabeça do pau dele e encharcando ele com a saliva dela. O sabor salgado daquele membro enlouquecia a coroa, que desde a separação do marido, não tinha comido um. Teve várias ofertas e oportunidades pra acalmar aquela ardência das necessidades carnais dela, mas preferiu focar só na educação da filha.
No entanto, desde que conversou com o amigo, as necessidades dela tinham virado algo sufocante e insuportável, tendo que recorrer a punhetas toda noite pra se acalmar. Talvez tivesse continuado aliviando os desejos com brinquedos sexuais, se não tivesse visto aquele volume marcado no avião, daí não conseguiu tirar da cabeça e só queria comer ele inteiro.
Lorena: Mmmhh… Que delícia…
Disse a MILF sem parar de saborear a glande e com a mão esquerda apertando os próprios mamilos.
Max: Aaaaiii Deeeeusss… Aaaaiiiii Deeeeeusss… Aaaaaaaaaiii Deeeeeeeusss…
Gemia o jovem com aquela boquete maravilhosa que recebia da Lorena. Ele olhou pro teto e se segurava nas paredes do cubículo, quando baixou o olhar, viu que aquela MILF já tinha comido metade da vara dele. Aquela boca era incrível, era uma delícia estar dentro dela, ainda mais com o percurso e o movimento que aquela língua fazia, envolvendo aquele pau por completo. A coroa só precisou de mais alguns segundos pra ter aquele pau inteiro no fundo da garganta dela, o moleque alucinava, porque nunca tinham engolido a ferramenta dele por completo.
Max: Ca-caralhoo…
Lorena continuou o trabalho dela por uns longos minutos, os sons obscenos que ela fazia com a boca por ter aquele membro dentro, eram estimulantes pros dois. Ao tirar aquele pinto da garganta, a mulher respirou fundo, enquanto a boca dela ainda ficava ligada naquele pau por fios de saliva e esperma.Fazia um tempão que eu não devorava uma boa picadiz rindo e olhando ela com atenção, ver ela coberta de saliva dela, deixava ela ainda mais gostosa. Não conseguiu resistir e teve que dar uma mordida naquela vara de carne, fazendo Maximiliano gritar de dor e prazer.
Lorena: Uuuufff… É dura igual um ferro… (Sorri) E eu adoro quando são assim durinhas.
Ela solta uma risadinha curta e depois enfia de novo aquela pica toda dentro da boca dela. As pernas de Max começaram a tremer, mas ainda dava pra aguentar uns dois minutos de boquete daquela mulher. Lorena tira aquele pauzão da boca mais uma vez, e lambendo os lábios, olha pro garotão e fala.
Lorena: Que piroca gostosa você tem, Max, dava pra chupar o dia inteiro, mas infelizmente tempo não me sobra, então tenho que fazer você gozar rápido, por isso vou usar minhas meninas. (Apertando os peitos)
Maximiliano não achou ruim a ideia, na verdade tava doido pra sentir aqueles melões em volta do pau dele. A coroa aproximou os peitos e abraçou aquele tronco duro. Ofegante, Max via aqueles peitos macios de coroa abraçando o membro dele e deslizando pra cima e pra baixo, enquanto ela chupava a cabeça. Era questão de tempo até ele gozar, então a Milf perguntou se ele tinha namorada, e ele respondeu que não.
Lorena: Isso explica por que você tem os ovos tão cheios, meses sem serem ordenhados, né?
Falou a mulher, passando as unhas nas bolas do moleque.
Max: S… Sim…
Lorena: Mas já teve namorada?
Max: S-sim… Mas desde que terminei com ela não fiquei com outra mulher.
Lorena: Posso saber o motivo?
Max: Aaaahh… Po-porque ainda tô apaixonado pela minha ex.
Lorena: Uuuyy… Diria que é fofo, mas não é, se você se excita com outras mulheres e deixa uma coroa igual eu chupar sua pica…
Max tava bufando igual um touro, perto de soltar a carga de meses acumulada, mas de repente, Lorena parou.
Max: Q-que… O que foi?
Perguntou o garoto completamente desnorteado.
Lorena: Cê tá pensando na sua ex, quer voltar com ela, então não é justo eu te fazer correr atrás…
Max: Não fala isso agora… (Agitado) Cê me deixou louco com aquela chupada que tava me dando e esses peitos que você tem.
Lorena: Mas a sua ex…
Ela balbucia com um sorrisinho safado.
Max: É verdade que ainda amo ela, mais que tudo porque fomos amigos de infância e me acostumei a ver ela e ter ela por perto sempre.
Lorena: Amigos?
Ela interrompeu, pressentindo que ouviria uma história que ela conhecia muito bem.
Max: Sim, a gente era tão inocente quando começou o namoro, que parecia que íamos ficar juntos pra vida toda. Claro que eu era o otário por pensar isso, já que uns meses atrás ela pediu um tempo, eu não entendi por que ela queria se separar de mim, se tudo parecia bem entre a gente, dos 4 anos de namoro nunca tivemos problemas.
A coroa um pouco desconfortável com o que ouvia e ao mesmo tempo com tesão.
Max: Ela me disse que tava entediada da rotina e queria dar um tempo, que seriam só uns meses e eu entendi assim. Mas, dois dias depois que terminamos, ela começou a sair com um babaca, acho que ela só falou aquilo de dar um tempo pra não me dizer na cara que já não me amava ou talvez foi a última piada dela comigo.
Lorena não conseguiu evitar se sentir comovida com o que o garoto disse, colocando de novo aquele pau duro entre os peitos, começa a bater uma.
Lorena: Beleza, então solta essa carga e amaldiçoa essa desgraçada.
Max: Po-porra senhora… Sabe que o pior é…
Lorena: O quê? E me chama de Lorena. (Passando a língua em volta da glande)
Max: O-ok Lo-Lo-Lorena… O pior, é… É… É que minha ex vai vir me buscar…
Lorena: Então aquela putinha vem te buscar… Ou melhor, querer voltar com você…
Max: A-a senhora acha?
Lorena: É óbvio que ela percebeu que foi uma idiota por deixar passar um pedaço de carne desse. ou então, ela só quer que você coma ela e depois quebrar seu coração de novo... Mas relaxa, vou cuidar de esvaziar suas bolas agora mesmo e deixar você sem leite pra aquela foxy...
Lorena continuou balançando os peitos, até que o moleque começou a tremer e o pau dele a pulsar, soltando uma porrada de esperma, que banhou o rosto da mulher. Por outro lado, Vitória, depois de ter chupado o pau de Carlos e engolido o gozo dele, se levantou e, de um jeito sensual e bem safado, caminhou até a bancada comprida da cozinha, se apoiou nela, levantou aquele rabo enorme e gostoso, que ela rebola de forma provocante.
Vicky: Vem, Carlinhos... Meu cu tá à sua disposição, igual eu prometi... Espero que seu pau gordo consiga arrombar e encher minha bunda de leite...
Carlos admirando aquela raba infernal, vai se aproximando e apontando o tronco, que já tava pronto pra entrar naquele cu apertado. Abrindo as nádegas com as mãos, cuspiu um pouco pra facilitar a penetração. A buceta da Vitória já tava toda molhada e, quando sentiu aquele mastrão grosso entrando devagar no cu dela, não aguentou o tesão e gozou.
Vicky: Aaaaaaaiii, porraaaaaaa... Que delíciaaaaaa... Mmmmhhh... Mais, enfia mais fundoooo...
Essas palavras motivaram Carlos, que, sem pena nenhuma, começou a foder aquela raba enorme. Os gemidos da Vitória começaram a ecoar pela casa toda. Entregue ao prazer e à luxúria, não demorou pra gozar de novo.
Carlos: Uuuuufff... Que mulher mais faminta que você é...
Vicky: Aaaaahhh, aaaaaaahhh, aaaahhggrrr... Você não faz ideia da fome que eu tô...
Carlos: (Sorri) Bom, toda essa fome que você tem, vou saciar eu.
Carlos voltando ao ritmo bestial de antes, não dá descanso pra Vitória, que cada vez mais tá ficando viciada naquele pau no cu dela. Enquanto isso, Eduardo chegava na casa do chefe dele pra deixar Gabriela. O pai da moça abre a porta e Eduardo explica que... A garota ficou pra dormir na casa dele, porque nem ele nem Piero estavam em condições de dirigir à noite, e não iam deixar ela ir sozinha. Horácio entende e agradece ao Eduardo, ele se despede dos dois, mas antes que ela saia, a garota abraça ele, aproveitando que o pai tinha virado as costas pra fazer Eduardo tocar na bunda dela mais uma vez.
As mãos dele apertando aquela raba deixaram o coroa nervoso. Depois disso, finalmente ele tava livre, não precisava mais se preocupar com a Gabriela, embora não parasse de pensar nela enquanto dirigia até o aeroporto. Aqueles lábios macios e aquela boquinha que ele devorou, junto com aquele cuzão, não deixavam ele se concentrar. Mas quando chegou perto do aeroporto, esqueceu dela. Porque o reencontro com a Lorena era algo que ele esperava há muito tempo, e rever a pequena Romina, que naquela época era tão pequena e já não era mais. A moça tava com as malas esperando a mãe perto dos banheiros, onde ela tinha demorado uns 20 minutos.
A mulher, que tinha limpado o rosto do sêmen do Max, olhava pasma como o guri tinha o pau duro de novo. Chegando perto dele, dá um beijo fabuloso, onde as línguas pareciam não se soltar. Ela acariciando a nuca dele com uma mão e com a outra segurando aquele pinto que ela tinha adorado chupar, sussurra:Se eu tivesse mais tempo, deixaria você enfiar essa pica linda na minha buceta que tá há 8 anos sem ser comida, essas palavras tornaram aquela despedida ainda mais dolorosa, mesmo assim o garoto não parava de murmurar que era o melhor dia da vida dele.
A MILF sai do banheiro, surpreendendo alguns homens que estavam entrando ou passando por ali, e vê rapidamente a filha, que estava sentada olhando o celular. Naquele exato momento, Eduardo liga pedindo que ela diga a localização, para que ele possa encontrá-las. Ele não perde tempo e vai direto para aquela área. Quando vê a amiga, um sorriso se desenha no rosto dele; encontrar a mulher não foi tão difícil quanto ele pensava, embora ela tivesse mudado desde a última vez que se viram — não só o cabelo estava diferente, mas também fisicamente ela estava mais magra. Ao lado da amiga, ele vê uma garota alta e magra, com um corpo espetacular, mas a ignora, achando que é uma desconhecida. Indo direto até Lorena, ele a abraça bem forte, e ela, um pouco exaltada, diz:
Lorena: E... Eduardo, se acalma um pouco, cara.
Eduardo: Faz muito tempo que não te vejo, como você quer que eu fique calmo?
Lorena: (Sorrindo) Você tem razão... Já faz uns 10 anos desde a última vez que nos vimos.
Eduardo: 8 anos para ser exato... E, por falar nisso, você disse que ia vir com a Romina... Cadê minha sobrinha pequena?
Eduardo não tinha percebido que Romina estava ao lado dele o tempo todo. A garota que ele tinha ignorado era exatamente ela. Romina, sabendo da surpresa que ia causar no mais velho, tocou as costas dele, enquanto mordia o lábio inferior. O coração da jovem batia muito forte; os sentimentos puros que ela tinha quando se foi haviam se fortalecido naqueles anos de distância, e naquele instante em que o via de novo, ela percebia que estava mais do que perdidamente apaixonada por ele. Ao sentir aquele toque leve nas costas, o homem solta Lorena, que diz:–“Olha atrás de você”–em tom provocante.
Eduardo: Atrás de mim?
Romina: (Safada) Tio Eduardo, cê não me reconheceu não?
O homem se vira e, ao olhar pra aquela garota, fica de boca aberta, pasmo e sem palavras. A pequena que ele amava e queria como uma sobrinha, até como uma filha, já tinha se transformado numa gostosa e bem provocante. Romina, vendo a cara de surpresa do Eduardo, se aproxima e abraça ele. Ela não era nada parecida fisicamente com a Lorena quando jovem, mas agora que a mulher emagreceu, eram bem parecidas, principalmente naquele par de peitões que tinham. O cheiro do perfume dela começa a hipnotizar um pouco mais o Eduardo, que sente uma leve ereção, mais uma vez provocada por uma novinha naquele dia.
Romina: (Sussurrando no ouvido dele) Que foi, tio? Um gato comeu sua língua?
Eduardo, engolindo seco, tentava entender que a menina que ele conhecia já não existia mais; pelo menos aquele corpo inocente agora tinha virado um bem voluptuoso.
Eduardo: (Gaguejando) Ro... Ro... Romina?
Romina: Sim, tio, sou eu... Sua pequena.
Lorena dá uma risadinha com o espanto do Eduardo. Ele se sente meio desconfortável e se afasta da Romina, mas a garota não ia dar sossego pro homem, e se pendura no braço direito dele. Sentir o braço entre os peitos daquela adolescente fez a leve ereção do Eduardo aumentar e o pau dele ficar mais duro.
Eduardo: Ro... Romina?
Romina: Que foi, tio? Parece que cê não sentiu nem um pouquinho de saudade de mim.
Eduardo: Não... Não é isso, só que... Tô chocado com a mudança que cê teve.
Romina: Tio Eduardo, já tenho 18 anos, é óbvio que ia crescer, ou cê achava que eu ia continuar igual quando tinha 10 anos?
Eduardo: Não... Mas também não esperava que cê tivesse mudado e crescido tanto.
Romina: E isso é ruim?
Eduardo: De jeito nenhum... Só que me surpreende demais.
Romina: Ainda te pareço bonita?
Eduardo: Claro, e Você ainda continua sendo minha pequena. (Sorri)
Lorena: Acho que eu já fiquei em segundo plano.
Eduardo: Não fala besteira, Lorena, vem aqui.
Eduardo abraça Lorena de novo, mas dessa vez também puxa Romina pra perto, que aproveita pra roçar os peitos no peito do Eduardo e se encostar o máximo possível nele. De longe, Max observava a MILF e sorria, até ser pego pela Ximena, sua amiga e ex-namorada. A garota, vendo que ele estava bobão olhando pra aquela coroa, dá um empurrão nele.
Max: Ximena? Desde quando você tá aqui?
Ximena: Desde uns minutos atrás, mas parece que você só tem olhos pra aquela coroa.
Max vira de novo pra olhar a Lorena e sorri, mesmo que a imagem dela já estivesse ficando mais distante.
Ximena: (Irritada) Vamos logo.
A jovem pega na mão do rapaz e puxa ele.
Ximena: Anda, meus pais não tão em casa e quero aproveitar pra dar uma trepada com você.
Max: O quê?
Ximena: (Parando) Te falei que só queria um tempo, meu amor. Agora vamos pra casa e foder como antes.
Max sorriu, porque apesar da dor que aquela garota tinha causado nele, ela era gostosa demais pra recusar voltar com ela. Definitivamente, era o dia de sorte dele. De volta com Eduardo, ele ia falando sobre como a noiva dele era maravilhosa. Lorena ouvia atentamente, enquanto Romina só pensava em como ia provocar aquele homem e confessar o que sentia. Enquanto isso, Victoria tinha terminado de trepar com Carlos. O homem tinha enchido a bunda dela de porra, além de ter arrebentado ela. Satisfeita, ela se veste. Carlos faz o mesmo, e quando estão prontos, ela se aproxima dele e dá um beijo bem safado, depois sussurra no ouvido dele.
Vicky: Quando você quiser, sou toda sua.
Carlos, sorrindo, dá um tapa forte naquela bunda que ele tinha feito sua e sai de casa, deixando Victoria sozinha pra arrumar a bagunça da festa. Aquela tarefa parecia difícil de fazer, mas a mulher lembrou que ela ainda tinha um dos amantes em casa, que devia ajudá-la a limpar e arrumar. Então, quando Eduardo chegou com Lorena e Romina, a casa estava completamente arrumada. Vicky tinha ido tomar banho, Piero pretendia ir embora para evitar ver Eduardo. No entanto, seu amigo chega bem naquele instante, que, meio surpreso, fica olhando para ele enquanto carregava as malas das convidadas.
Eduardo: Piero? O que você está fazendo aqui?
Piero: Acabei de chegar, tinha deixado meu celular, então vim buscá-lo. De qualquer forma, já vou indo, amigo.
Eduardo: Não, não, não... Fica, por favor.
Naquele momento, os olhos de Piero se fixaram em Romina. A jovem se aproxima de Eduardo e dá um beijo na bochecha dele.
Romina: Obrigada, tio.
Eduardo: Romina, te apresento o Piero, um amigo.
A garota sorri para Piero e vai encostando mais os peitos no braço de Eduardo.
Romina: Olá, senhor Piero.
Piero: (Gaguejando) Oi-oi-olá...
Lorena entra na casa e se aproxima deles. Eduardo apresenta sua amiga a Piero. Este, sem tirar os olhos de Romina, cumprimenta a mãe da garota, mas ao vê-la, também se surpreende com a beleza da mulher e aquelas tetonas. Eduardo diz a elas para irem para a sala enquanto isso, que ele ia subir as malas para os quartos, que mostraria mais tarde. Tanto a mãe quanto a filha obedeceram a Eduardo. Piero se aproxima do amigo, olhando a raba das duas, e diz:
Piero: Caralho, umas gostosas são suas convidadas. Tenho que admitir que a garota me deixou louco com esse corpaço e a pica bem dura.
Essas palavras não agradaram nada a Eduardo, que olha seriamente para Piero e responde:
Eduardo: É uma garota de 18 anos e é filha da minha amiga.
Piero: E daí? Já é maior de idade. Tenho certeza de que não é tão inocente quanto você pensa.
Eduardo: Mesmo que tenha 18 anos e não seja tão inocente... Você não encosta um fio de cabelo nela, igual fez com a Gabriela, ouviu?
Piero: (Surpreso) Ok... Beleza, não vou fazer nada com a garota, mas acho que posso conversar com ela.
Eduardo: Claro que pode falar com ela. Mas se passar do limite, você já sabe.
Piero: Eu sei, ficou bem claro pra mim, então fica tranquilo.
Eduardo: Aliás, cadê a Vicky?
Piero: Vi-Victória... Ela me disse que ia tomar um banho, então acho que está no quarto de vocês agora.
Eduardo: Entendi.
Eduardo sobe com as malas para o segundo andar e Piero, com um sorriso safado, olha para a sala, observando Romina e Lorena. Ele senta no mesmo sofá onde a jovem estava com a mãe, começa a bater um papo com elas, perguntando coisas bestas, tipo como foi a viagem, com o objetivo de chegar a perguntas mais pessoais, direto com a Romina. Eduardo tinha deixado as malas nos quartos que a amiga e a garota iam ocupar, respectivamente. Ele ficou sentado na cama onde a sobrinha já crescida ia dormir, não conseguia parar de pensar nela, em como ela estava diferente e na sua figura gostosa.
Ainda não conseguia aceitar que aquela menina que ele carregou nos braços quando era um bebê agora era uma jovenzinha muito ardente, que lembrava alguém. Tentava desviar esses pensamentos, mas a imagem daquele par de peitos não ia embora. Pelo contrário, começavam a ser mais frequentes, assim como a bunda da Gabriela, e ele sentia outra ereção. Por outro lado, a garota percebia as intenções do Piero e se sentia desconfortável, ainda mais com os minutos que o coroa demorava pra descer, parecendo uma eternidade. Desesperada pra se afastar das garras do Piero, ela levanta e vai andando enquanto fala com a mãe.
Romina: O tio Eduardo está demorando muito, acho que vou procurar ele.
Ela sobe pro segundo andar, gritando.—"Tio Eduardo"—Mas ele não responde nem escuta ela, porque depois de fazer uma compra no celular, tinha ido ao banheiro tomar um banho frio, esperando se refrescar e tirar aqueles pensamentos obscenos que estava tendo. Talvez tenha sido um capricho do destino ou intuição da garota, já que, mesmo sem conhecer aquela casa e sem saber onde o homem poderia estar, ela o encontra. Entra no quarto sem fazer muito barulho e se aproxima do banheiro do cômodo, vê o coroa pelado, embora estivesse de costas, ela fica vermelha, porque nunca tinha visto ele sem roupa. Romina conseguiu ver de leve o pau dele, e mesmo flácido, suspeitava que podia ser grande.
Ficando ali parada, morde os lábios e toca o próprio corpo, enquanto imaginava as possibilidades do que podia fazer. A primeira opção era se despir e entrar no chuveiro junto com ele, abraçá-lo e confessar seus sentimentos. Depois beijar aquela boca com que sonhava desde menina, tentá-lo com o corpo, até que ele tomasse sua virgindade. No entanto, sabia que essa opção era um perigo, apesar de ele ter mostrado certo interesse no corpo dela, não ia cair tão fácil assim; pelo contrário, o mais provável era que ele se afastasse e a rejeitasse. Então escolheu a segunda opção, que era ficar ali e mandar mensagem para a Vanessa pedindo ajuda pra tomar a melhor decisão.
A loira recomendou que ela se despisse e ficasse só de calcinha e sutiã, esperando ele pacientemente, deitada na cama. Eduardo demorou uns 10 minutos mais ou menos no banho. Quando fecha a torneira da água, suspira aliviado, pensando que tudo tinha acabado, pega a toalha, seca a cabeça e o corpo, depois a enrola na cintura pra se cobrir e ir se trocar no quarto. Quando sai do banheiro e vê Romina deitada na cama, fica perplexo, sem tirar os olhos dos peitos da novinha. Ela, sorrindo, levanta da cama e se aproxima dele, abraçando-o, enquanto fala de forma safada. Romina: Tio, tava entediada, então resolvi subir pra te procurar, te chamei várias vezes, mas você não respondeu, mesmo assim consegui te achar. (Sorri)
Eduardo: (Nervoso) Po-por que você tá assim?
Romina: Assim como?
Eduardo: De calcinha e sutiã. (Tentando olhar pra outro lado)
Romina: Aaah, é que tá calor demais… Por que você desvia o olhar? Será que não gosta do meu corpo?
Eduardo: Não, não, não, não. Claro que não.
Romina: (Sorri e passa a mão no corpo) Então você gosta do que vê.
Eduardo se sentia encurralado, sem nenhuma saída daquela situação. Mesmo assim, tentou pensar numa desculpa perfeita pra se afastar e evitar que ela percebesse que ele começava a ficar excitado.
Eduardo: (Suspira) Bom, Romina…
Romina: (Interrompe) Tio, preciso da sua ajuda. (Segurando as mãos dele) Tô com uma dor nas costas e queria que você me desse uma massagem.
Eduardo: Uma mas… Massagem?
Romina: Sim, tio, uma massagem. Na minha mala tem um óleo pra você usar.
A garota, sem soltar a mão dele, se abaixa e procura o frasco na mala. O homem, desconfortável, fecha os olhos e tenta se acalmar. Romina, por sua vez, sorria, porque percebia que o plano da amiga tava funcionando e, se continuasse assim, logo o coroa ia se render à safadeza e ela ia poder confessar o que sentia por ele. Com o óleo na mão, ela se levanta e observa o tio de olhos fechados, se aproxima e dá uma lambidinha rápida e passageira nos lábios dele. Eduardo abre os olhos e, meio alterado, fica olhando pra ela.
Eduardo: Você… Você…
Romina: Aconteceu alguma coisa, tio?
Eduardo: Eu… Eu… (Passando a mão nos lábios)
Romina: Tem alguma coisa no seu lábio? Se tiver, deixa eu dar uma olhada. (Se aproximando)
Eduardo: Não, não… Esquece…
Romina: Tem certeza?
Eduardo: Sim…
A jovem se deita na cama e tira o sutiã. Eduardo ficava ainda mais tesudo quando via aqueles peitões grandes e soltos, o coração dele batia acelerado, enquanto por dentro… Ela se dizia,–Calma, calma, calma…No entanto, seus esforços eram em vão, pois só aumentavam o tesão da situação e sua ereção ficava ainda mais dura. Romina, com o frasco nas mãos, diz pro coroa chegar mais perto dela. Ele obedece, mas como não tava pensando com a cabeça de cima, sobe na cama e, sentando entre as pernas dela, o pau dele fica entre as nádegas da garota.
Pega a loção, abre e derrama nas costas dela, começando a massagear a pele delicada daquela novinha. Aquelas mãos de milf deslizavam por toda a costa dela, fazendo ela soltar uns gemidos. Ela não só tava adorando a massagem que tava recebendo, como também tava ficando com muito tesão. Ele, por sua vez, cada vez mais perdia a cabeça, já não se contentava só em tocar as costas da garota, mas também passava a mão nos ombros dela e roçava naqueles peitos que pareciam macios como algodão. Aqueles roços não demoraram pra virar carícias, Romina não falava nada, só suspirava e sorria.
Eduardo discutia consigo mesmo por dentro, a parte moral dizia que ele não podia desejar o corpo da jovem, porque era filha da amiga dele, que ele conhece desde pequena e gosta pra caralho. Além disso, ele tava noivo, não podia trair a Vicky, que era uma mulher extraordinária e boa. Mas a luxúria tentadora rebatia os argumentos da moral, dizendo que, mesmo ele amando a Lorena, fazer isso com a Romina não ia machucar ninguém, até porque foi ela quem ficou provocando ele com aquele corpo gostoso.
A moral só fala pra ele pensar na Vicky e em como ela ficaria triste se ele traísse ela, a luxúria ataca dizendo que tocar, apalpar e brincar com aqueles peitos não é traição, nem se rolar um beijo, igual deu na Gabriela. Por fim, a luxúria sussurra pro Eduardo que ele talvez tava agindo que nem um idiota, porque quem sabe a Vicky já não fez ele de corno e tá rindo na cara dele, por isso a Isidora tinha... disse que a irmã dela não merecia aquilo. Então ele tinha que aproveitar a oportunidade que tinha com aquela novinha e deixar uma coisa levar à outra.
A moral desesperada implora pra Eduardo pensar bem no que ia fazer e não cair na tentação, já que o mais certo era que Victoria, no lugar dela, resistiria. Ele fala baixinho:
Eduardo: Talvez você tenha razão… Igual o Piero, que disse que ela é uma gostosa…
A novinha, agitada, vira um pouco a cabeça pra olhar pro homem e perguntar:
Romina: Você falou alguma coisa, tio Eduardo?
Eduardo: Não, nada.
Romina: Tem certeza? Juro que ouvi você falar algo.
Eduardo: Bom, eu falei comigo mesmo como elas estão diferentes e grandes.
Romina: (Confusa) Você tá falando da minha mãe e de mim?
Eduardo: Não… Não tô falando de vocês…
Romina: Ah, não? Então de quem?
A luxúria tinha conseguido convencer Eduardo. Ele tinha a intenção de tocar aqueles peitos e apertá-los, ver a reação da novinha, e se ela não mandasse parar ou dissesse que era errado, ele ia continuar massageando aquele par e deixar tudo fluir. Mas bem naquele momento, Victoria, que tinha saído do chuveiro, anda pelo corredor e grita.–“Eduardo, cadê você?”-Essas palavras foram suficientes pra que o homem não fizesse nada. Recuperando a sanidade, ele se afasta da garota. Romina só observa ele ir embora, suspirando amargamente.
Romina: Porra, se aquela puta estúpida não tivesse aberto a boca, tenho certeza que ele ia me comer… Aquele volume grande e duro entre minhas nádegas é a prova de que ele é louco pelas minhas tetas e pelo meu corpo… (Sorri) A Vanessa tinha razão, tem que ser mais ousada e menos caretice, mas pensar bem nos movimentos pra não falhar.
Eduardo se aproximou de Victoria, sem perceber que ainda estava de pau duro e só usava uma toalha.
Eduardo: Aconteceu alguma coisa, love?
Vicky: Tava te procurando, onde você tava enfiado?
Eduardo: No quarto onde a Romina vai dormir, ajudando ela a arrumar as coisas dela.
Vicky: Ajudando ela, vestido assim? E o que você tem nas mãos? Tão meio oleosas.
Eduardo: Aproveitei pra tomar um banho e minhas mãos têm loção.
Vicky: Você passou loção?
Eduardo: Depois te explico tudo… (Segurando ela pela cintura) Que tal a gente ir pra nossa cama e transar?
Eduardo, desesperado, beijava o pescoço da mulher e tocava o corpo dela, ela resistindo dizia que não e pra parar. Mas o homem continuava, precisava acalmar a ereção que a Romina tinha causado.
Vicky: (Irritada) Eduardo, eu falei pra parar… Não dá agora.
Eduardo: Por que não?
Vicky: Porque não quero e além disso vou me encontrar com minhas amigas, então para, Eduardo.
O homem se acalma, arrependido olha pra noiva, se sentindo mal pelo comportamento.
Eduardo: Desculpa, Vicky… Fui um idiota… (Suspira) Acho que tô assim porque a gente não transa faz três dias…
Vicky: (Suspira) Love, eu também quero, mas agora mesmo minhas amigas me chamaram porque querem me contar algo importante. Se quiser, à noite a gente faz algo, agora preciso que você me dê dinheiro em espécie.
Eduardo: Pra quê?
Vicky: Porque vou sair com minhas amigas, seu bobinho. Já Sabe que quando elas me veem com os cartões, sempre me fazem pagar tudo, mas se eu for com dinheiro vivo, elas vão ter que pagar também.
Eduardo: Beleza, quanto você precisa?
Vicky: Não sei… Por que você não me dá tudo que tem na sua carteira?
Eduardo entra no quarto e Vitória o segue, enquanto Romina, que tinha observado tudo, sorri.
Romina: Sabia, essa puta é só uma interesseira. Não me culpe por querer satisfazer meu tio, fazer ele feliz e dar o que ele quer, afinal é culpa sua, por não fazer isso você mesma.
Eduardo entrega o dinheiro pra Vitória, ela dá um beijo na bochecha dele e sai. O homem, frustrado e confuso, começa a se vestir. Ele se sentia enojado por ter desejado o corpo de Romina e tentado forçar Vicky a transar com ele. Por outro lado, Lorena, que estava cansada da viagem, acabou dormindo do lado de Piero, com quem ficou conversando o tempo todo. Os dois se deram bem, embora ela tenha percebido na hora que ele era um galinha.
Piero, aproveitando a situação, se acomoda junto com a mulher no sofá, deixando ela descansar no peito dele e assim ficar perto daqueles peitões. A jovem tinha falado de novo com a amiga e explicado tudo o que aconteceu, então a loira sugeriu que ela pegasse uma das roupas mais ousadas dela e fosse falar com o coroa, com uma atitude dócil, mas tentando com a inocência dela deixar ele com tesão. Bem na hora, tanto o celular dela quanto o dele, que tinha ficado em cima de um móvel, vibram. Ela, curiosa, pega o celular do Eduardo e vê que ele tinha um e-mail deLuxúriaEspero que vocês tenham gostado deste capítulo tanto quanto do anterior.
1 comentários - Desejo Proibido. Capítulo II