Que tal, a continuação da Rosário...
Depois do primeiro encontro, a gente continuou se vendo de vez em quando. As vezes anteriores foram boas, ela perdeu a timidez, mas ainda não me dá uma boa chupada porque diz que não gosta, e eu não forço. Mas tô pensando em tentar algo mais com ela, meter no cu dela, porque disso tenho certeza que ela é virgem. Quando eu toco lá, ela não fala nada, e eu encaro como se ela aceitasse e fosse me deixar fazer por ali.
Pois é, chegou o dia em que fiquei sozinho em casa, não ia perder a chance. Então chamei a Rosário, falei pra ela passar lá em casa me visitar, disse que não tinha ninguém. Ela respondeu que ia sair da escola, que diria pros pais que ia sair tarde porque faria trabalho com as amigas. Eu já tinha chegado da escola, a gente estudava em lugares diferentes.
Umas 2 horas depois, ela mandou mensagem dizendo que tava perto, pra eu sair pra encontrá-la. Quando saí, vi ela chegando na esquina com as amigas. Ela veio andando até a casa, e as amigas foram embora. Ela tava de uniforme da escola, uma colegial, com os lábios vermelhos que eu adorava, mas já sabia que não ia ver eles me dando uma boa chupada. Ela entrou em casa, fechei a porta e comecei a beijá-la loucamente. Falei que já tava morrendo de saudades, tava muito excitado por vê-la de uniforme, uufff. Ela enfiou a mão dentro da minha calça pra começar a tocar meu pau, e disse:
— Anda, vamos, que já quero ele dentro de mim.
Chegamos no quarto, acariciei o corpo todo dela, joguei ela na cama, tirei a calcinha dela. Queria ver aquela imagem de como ia meter nela com o uniforme vestido. Abri as pernas dela, comecei a penetrar sem proteção, fui devagar e depois rápido. Dessa vez, ela começou a gemer cada vez que eu metia. Ela subiu as pernas até meus ombros e disse:
— Mete até o fundo.
Comecei a meter mais forte, abri a blusa dela, baixei o sutiã, comecei a morder os biquinhos dela, que estavam duros e empinados. Me excita muito ver ela de uniforme. Continuei metendo... Penetrando até que vejo que os gemidos dela ficam mais constantes e fortes, era o que eu tava pensando? Ela tava tendo um orgasmo, tão rápido?, ela fala não para e eu continuei repetindo, logo vejo ela esticar as pernas, apertar, dar um grito de prazer, depois de uns segundos ela abaixa as pernas dos meus ombros, deixo meu pau dentro, percebo ela ofegante, enquanto dou um tempo continuo tocando ela, tiro toda a roupa dela, já pelados falo no ouvido dela, agora é minha vez, e ela responde que sim, me pede um copo d'água, me ofereci pra buscar mas ela fala eu vou, veste só minha camisa, e vai pegar água, quando vira vejo aquela bunda linda toda descoberta, quando volta se deita do meu lado, começo a excitar ela de novo, começo a beijar ela toda, toco o clitóris dela com meus dedos, enfio os dedos, começo a tocar a bunda dela ela não fala nada, enfio um dedo, dois, eu sentia que aquela bunda já tava pronta pra ser arrombada, me jogo de novo sobre ela, com as pernas abertas começo a tocar o clitóris dela, penetro ela pra molhar mais meu pau, já bem molhada viro ela e coloco de quatro na beira da cama, fico de pé, coloco a ponta da pica no cu dela, sempre ligado se percebesse que ela não ia deixar, também não faria à força, ela não fez nem disse nada só parecia ofegante ou assustada, então continuei empurrando mais e mais, tava fechado ainda não entrava nem a cabeça, empurrei com mais força naquele momento senti uma sensação que nunca tinha sentido antes, tava dentro do cu dela só a cabeça, apertava muito forte, era muito prazeroso pra mim, Rosário só fez um barulho de dor, era lógico, tava arrombando o cu dela, queria meter tudo, ela falou, tá doendo!, tá doendo!, tiro e meto na buceta dela pra molhar meu pau, não ia perder essa oportunidade, tento de novo, sinto a mesma coisa, tá muito fechado, não deixa meu pau entrar, empurro mais forte, entro de novo, sinto muito prazer de novo, a sacanagem de estar dentro do cu dela, ver sua Uniforme tirado, tava metendo no cu de uma colegial virgem e, por ser minha primeira vez arrombando um cu, fico parado por uns segundos. Adoro sentir como o cu da Rosario aperta minha pica, sinto ele abrindo e fechando de novo, esse aperto vai ficando cada vez mais forte. Começo a meter mais fundo, ouço os gemidos dela, que eram de dor, não de prazer. Tô demorando pra enfiar tudo, cada estocada entrava mais e mais, até que a Rosario não aguentou e se deixou cair na cama, o que fez com que eu fosse pra cima dela e metesse sem piedade até o fundo. Fico por cima dela sem me mexer, não queria sair de tão gostoso que tava. Ela me diz várias vezes: "Tá doendo, tira!!!" Falo no ouvido dela: "Sei que dói, mas você tá comigo, é minha. Deixa molhar mais que vai começar a gostar." Ela só responde balançando a cabeça. Tiro, molho de novo e dessa vez meto de uma vez, de um jeito selvagem. Ela continua gemendo de dor, mas logo a cara dela muda de dor pra prazer. Continuo metendo forte e rápido, já queria gozar, era tão gostoso que não conseguia me segurar. Tiro pra aguentar mais um pouco e aproveitar aquele cu. Ia gozar na minha posição favorita: viro ela de barriga pra cima, abro as pernas dela e levanto até erguer um pouco a cintura pra conseguir penetrar pelo cu. Entra de uma vez. Ela vira o rosto, não me deixa ver a cara dela. Viro o rosto dela e começo a beijar. Não aguento mais, vou gozar. Gozo dentro, sinto que não paro de jorrar. Caio em cima dela, relaxo, é a coisa mais gostosa que já senti. Ela mantém as pernas pra cima, me abraça com as pernas e braços. Minha pica continua dentro dela, mas aquele cu continua apertando. Enchi aquele cu de porra!!! Depois de um tempo, levanto pra tirar. Vou tirando devagar. Quando sai, vejo que ficou um buraco enorme que não fecha, vejo como tá cheio de porra, começa a escorrer e vejo um pouco de sangue. Acho que machuquei ela, mas ela não fala nada, continua deitada. Eu começo a me vestir e falo pra ela que vou pedir comida pra nós dois, era o mínimo que eu podia fazer depois de arrebentar aquela buceta dela. Saio do quarto, peço a comida, volto pro quarto. Ela começa a se vestir, o que me excita pra caralho, mas eu sabia que dessa vez não ia rolar uma segunda transa. Saímos do quarto pra comer, mas dava pra ver que ela não tava andando direito, hahaha. Terminamos de comer, batemos um papo, e ela disse que já tinha que ir, que tava tarde. Nos despedimos como sempre, com um beijo bem gostoso, e acompanhei ela até a porta.
Levei meu gozo no cu dela, porque não tinha nenhum papel na lixeira, tava limpa.
Que bunda gostosa a da Rosário, e vou continuar aproveitando ela.
Depois do primeiro encontro, a gente continuou se vendo de vez em quando. As vezes anteriores foram boas, ela perdeu a timidez, mas ainda não me dá uma boa chupada porque diz que não gosta, e eu não forço. Mas tô pensando em tentar algo mais com ela, meter no cu dela, porque disso tenho certeza que ela é virgem. Quando eu toco lá, ela não fala nada, e eu encaro como se ela aceitasse e fosse me deixar fazer por ali.
Pois é, chegou o dia em que fiquei sozinho em casa, não ia perder a chance. Então chamei a Rosário, falei pra ela passar lá em casa me visitar, disse que não tinha ninguém. Ela respondeu que ia sair da escola, que diria pros pais que ia sair tarde porque faria trabalho com as amigas. Eu já tinha chegado da escola, a gente estudava em lugares diferentes.
Umas 2 horas depois, ela mandou mensagem dizendo que tava perto, pra eu sair pra encontrá-la. Quando saí, vi ela chegando na esquina com as amigas. Ela veio andando até a casa, e as amigas foram embora. Ela tava de uniforme da escola, uma colegial, com os lábios vermelhos que eu adorava, mas já sabia que não ia ver eles me dando uma boa chupada. Ela entrou em casa, fechei a porta e comecei a beijá-la loucamente. Falei que já tava morrendo de saudades, tava muito excitado por vê-la de uniforme, uufff. Ela enfiou a mão dentro da minha calça pra começar a tocar meu pau, e disse:
— Anda, vamos, que já quero ele dentro de mim.
Chegamos no quarto, acariciei o corpo todo dela, joguei ela na cama, tirei a calcinha dela. Queria ver aquela imagem de como ia meter nela com o uniforme vestido. Abri as pernas dela, comecei a penetrar sem proteção, fui devagar e depois rápido. Dessa vez, ela começou a gemer cada vez que eu metia. Ela subiu as pernas até meus ombros e disse:
— Mete até o fundo.
Comecei a meter mais forte, abri a blusa dela, baixei o sutiã, comecei a morder os biquinhos dela, que estavam duros e empinados. Me excita muito ver ela de uniforme. Continuei metendo... Penetrando até que vejo que os gemidos dela ficam mais constantes e fortes, era o que eu tava pensando? Ela tava tendo um orgasmo, tão rápido?, ela fala não para e eu continuei repetindo, logo vejo ela esticar as pernas, apertar, dar um grito de prazer, depois de uns segundos ela abaixa as pernas dos meus ombros, deixo meu pau dentro, percebo ela ofegante, enquanto dou um tempo continuo tocando ela, tiro toda a roupa dela, já pelados falo no ouvido dela, agora é minha vez, e ela responde que sim, me pede um copo d'água, me ofereci pra buscar mas ela fala eu vou, veste só minha camisa, e vai pegar água, quando vira vejo aquela bunda linda toda descoberta, quando volta se deita do meu lado, começo a excitar ela de novo, começo a beijar ela toda, toco o clitóris dela com meus dedos, enfio os dedos, começo a tocar a bunda dela ela não fala nada, enfio um dedo, dois, eu sentia que aquela bunda já tava pronta pra ser arrombada, me jogo de novo sobre ela, com as pernas abertas começo a tocar o clitóris dela, penetro ela pra molhar mais meu pau, já bem molhada viro ela e coloco de quatro na beira da cama, fico de pé, coloco a ponta da pica no cu dela, sempre ligado se percebesse que ela não ia deixar, também não faria à força, ela não fez nem disse nada só parecia ofegante ou assustada, então continuei empurrando mais e mais, tava fechado ainda não entrava nem a cabeça, empurrei com mais força naquele momento senti uma sensação que nunca tinha sentido antes, tava dentro do cu dela só a cabeça, apertava muito forte, era muito prazeroso pra mim, Rosário só fez um barulho de dor, era lógico, tava arrombando o cu dela, queria meter tudo, ela falou, tá doendo!, tá doendo!, tiro e meto na buceta dela pra molhar meu pau, não ia perder essa oportunidade, tento de novo, sinto a mesma coisa, tá muito fechado, não deixa meu pau entrar, empurro mais forte, entro de novo, sinto muito prazer de novo, a sacanagem de estar dentro do cu dela, ver sua Uniforme tirado, tava metendo no cu de uma colegial virgem e, por ser minha primeira vez arrombando um cu, fico parado por uns segundos. Adoro sentir como o cu da Rosario aperta minha pica, sinto ele abrindo e fechando de novo, esse aperto vai ficando cada vez mais forte. Começo a meter mais fundo, ouço os gemidos dela, que eram de dor, não de prazer. Tô demorando pra enfiar tudo, cada estocada entrava mais e mais, até que a Rosario não aguentou e se deixou cair na cama, o que fez com que eu fosse pra cima dela e metesse sem piedade até o fundo. Fico por cima dela sem me mexer, não queria sair de tão gostoso que tava. Ela me diz várias vezes: "Tá doendo, tira!!!" Falo no ouvido dela: "Sei que dói, mas você tá comigo, é minha. Deixa molhar mais que vai começar a gostar." Ela só responde balançando a cabeça. Tiro, molho de novo e dessa vez meto de uma vez, de um jeito selvagem. Ela continua gemendo de dor, mas logo a cara dela muda de dor pra prazer. Continuo metendo forte e rápido, já queria gozar, era tão gostoso que não conseguia me segurar. Tiro pra aguentar mais um pouco e aproveitar aquele cu. Ia gozar na minha posição favorita: viro ela de barriga pra cima, abro as pernas dela e levanto até erguer um pouco a cintura pra conseguir penetrar pelo cu. Entra de uma vez. Ela vira o rosto, não me deixa ver a cara dela. Viro o rosto dela e começo a beijar. Não aguento mais, vou gozar. Gozo dentro, sinto que não paro de jorrar. Caio em cima dela, relaxo, é a coisa mais gostosa que já senti. Ela mantém as pernas pra cima, me abraça com as pernas e braços. Minha pica continua dentro dela, mas aquele cu continua apertando. Enchi aquele cu de porra!!! Depois de um tempo, levanto pra tirar. Vou tirando devagar. Quando sai, vejo que ficou um buraco enorme que não fecha, vejo como tá cheio de porra, começa a escorrer e vejo um pouco de sangue. Acho que machuquei ela, mas ela não fala nada, continua deitada. Eu começo a me vestir e falo pra ela que vou pedir comida pra nós dois, era o mínimo que eu podia fazer depois de arrebentar aquela buceta dela. Saio do quarto, peço a comida, volto pro quarto. Ela começa a se vestir, o que me excita pra caralho, mas eu sabia que dessa vez não ia rolar uma segunda transa. Saímos do quarto pra comer, mas dava pra ver que ela não tava andando direito, hahaha. Terminamos de comer, batemos um papo, e ela disse que já tinha que ir, que tava tarde. Nos despedimos como sempre, com um beijo bem gostoso, e acompanhei ela até a porta.
Levei meu gozo no cu dela, porque não tinha nenhum papel na lixeira, tava limpa.
Que bunda gostosa a da Rosário, e vou continuar aproveitando ela.
1 comentários - A partida de buceta da Rosário