Tatuagem no cu da FREIRA

Essa história foi contada por um comunista pra um chavista do Podemos, o cara do Podemos contou pra um amigo meu do mesmo ramo, e esse aí soltou numa resenha depois do almoço. É sobre um padre safado e três irmãos — eles eram padres e ela era freira. Eu conto porque tem um puta tesão, mas, como eu disse, acho que é uma dessas merdas que os vermelhos inventam pra foder com os padres... Ou não, vai saber. Juan era um jovem moreno, magrinho, altura mediana, bonito, e trabalhava como faxineiro da igreja — limpava os cestos de coleta, pra ser mais exato. Naquele dia, sentado num banco, viu uma freira ajoelhada na frente do confessionário, com as mãos juntas e olhando pra baixo. Depois de um tempo, viu ela sumir atrás do altar, onde ficava a sacristia. A freira tinha uns trinta anos e era feia no estilo Rossy de Palma, ou seja, o nariz aquilino dela já sentia o cheiro da primavera do ano que vem. Pouco depois, o padre saiu do confessionário, passou do lado de Juan e saiu da igreja pela porta da frente. A freira continuava no confessionário, e Juan ficou com a pulga atrás da orelha. A porta da sacristia tinha um buraco de fechadura grande, e se você colocasse o olho, via quase tudo lá dentro. Juan colocou e viu a freira de pé, encostada de costas na lareira, com os braços abertos em cruz, amarrados com umas fitas em duas saliências. Com ela estava um homem de uns cinquenta anos, alto, gordo, vestido com um terno preto e colarinho clerical. A freira só estava com a coifa. Que corpaço ela tinha! O Gordo segurava um pincel pequeno e um pote de vidro com chocolate líquido. Pintou os lábios dela com chocolate e depois passou a língua neles. Pintou as axilas peludas dela e lambeu até deixar limpinhas. Pintou as aréolas dos peitões e depois chupou. Pintou o umbigo e limpou com a língua. Pintou os dedos dos pés dela e, de joelhos, lambeu cada um. Fez duas listras de chocolate pelas panturrilhas e pela parte interna das coxas, e depois apagou tudo com a língua. Depois passou o cabo do pincel pela buceta dela, tirou ele cheio de sumo e deu pra freira lamber. A freira chupou, e depois disse: — Tava sentindo falta das nossas putarias, irmão. O Gordo deu um tapa na cara dela. — Respeito, vagabunda! A freira entrou na brincadeira. — O senhor é um guloso, eminência. Eminência? Se tratava ele assim, devia ser um peixe grande, ou não. O Gordo disse: — Cala a boca, pecadora. Depois pegou um rosário em cima da mesa. Devagar foi enfiando as 59 contas, e devagar foi tirando enquanto a freira rezava sei lá o quê nem pra quem, já que fazia isso baixinho. Depois de tirar a última conta, pintou os lábios da buceta e o clitóris dela com chocolate e comeu a buceta inteira... Na sequência, enfiou dois dedos da mão esquerda dentro da buceta e masturbou o clitóris fazendo círculos com a ponta do polegar da mão direita até a freira gozar, ofegando e tremendo dos pés à nuca. Juan, que tava se tocando por cima da calça, encharcou a cueca com o leite da punheta ao ver aquele espetáculo. Na hora de gozar, o Gordo disse pra freira: — Você tem que ser castigada, pecou. — Sim, eminência, me castigue. O Gordo pegou duas presilhas de plástico em cima da mesa, foi até ela e colocou nos pezões enormes com auréolas cor de pele. Depois pegou dois cilícios com espinhos em cima da mesa e colocou um em cada coxa, fazendo sair sangue deles. Por fim, pegou um chicote em cima da mesa e perguntou: — Qual é seu nome, pecadora? — Conceição, eminência, me chamo Conceição, e quero conceber. O Gordo ficou furioso. — Puuuta!! Deu com o chicote nas duas nádegas. A freira começou a gemer. — Me castigue, eminência, me castigue, sou uma mulher má. Ele bateu nos peitos molengas. — "Que tipo de jogo macabro é esse?" — se perguntou Juan. Logo ele ia saber. Perdeu o Gordo num ponto cego. Quando o viu de novo, ele tava com a porta aberta na frente dele, o Gordo pegou ele pela camisa e com um puxão meteu ele pra dentro da sacristia, fechou a porta com chave, pegou um abre-cartas que parecia um estilete, e disse: —Vai morrer, filho da puta! O pau de Juan subiu até o pescoço de tão nervoso. —Não vi nada, não vi nada! —Você viu tudo, seu putinho! O Gordo encostou o abre-cartas na barriga dele e disse: —Tira meu pau e chupa! —e colocou o abre-cartas no pescoço dele—. Chupa ou morre!! A coragem voltou de repente pro Juan. Ele deu dois passos pro lado, ficou na posição de defesa, como se fosse boxear, e disse: —Sua mãe puta vai chupar o seu! O Gordo não esperava aquela reação. Baixou o abre-cartas e o repreendeu: —Esse linguajar não fazia parte do jogo! Fala sério e diz pro Pedro que você não serve pra mim. —O que acabei de ver... Ele ia dizer que o que acabara de ver até o cachorro do Tato ia saber, mas percebeu que Pedro era o nome do padre. Quando ficou calado, o Gordo disse: —O quê? Juan decidiu entrar na brincadeira. —Que não vou contar pra ninguém. Desculpa, dom Pedro não me disse qual era meu papel, falou pra improvisar. Posso ficar? O Gordo olhava pra Juan e babava, não podia dizer não, respondeu: —Pode, mas não fala mais comigo com essas palavras grosseiras. Beija a irmã Conceição. A freira disse pro Gordo: —Não, eminência, deixa ele chupar, deixa ele chupar. Quero ver ele chupando. O Gordo pegou o chicote e deu nos peitos dela. —Cala a boca, puta! Juan beijou a freira. A irmã Conceição meteu a língua na boca dele e procurou a língua do jovem. Aquela mulher não parecia uma freira, parecia uma loba. Como beijava a desgraçada! De repente, todos os medos do Juan sumiram e ele devolveu os beijos... O Gordo acariciava a bunda do Juan e mordia os peitos da freira, os lóbulos das orelhas, chupava o pescoço dela e dava tapas nos peitos... Depois de um tempo, disse pro Juan: —Come a buceta dela. Ele se abaixou e viu que da buceta dela, rodeada por uma mata preta, escorria pela coxas molhadas que faziam uma espécie de sulcos até chegar aos cílios, dali para baixo os finos sulcos eram de sangue. Buscou com dois dedos sua racha, abriu e se deparou com uma buceta encharcada, uma buceta totalmente cheia de sucos, lambendo-os a freira disse: -Beija-me com minhas delícias celestiais na tua boca. Além disso, a puta era refinada, "delícias celestiais", meleca, caralho, ou sucos, e se forçar, fluidos gostosos, mas delícias celestiais, disso nada. Juan enfiou a língua pastosa na boca dela e a Promíscua devorou. Depois o Gordo disse: -Afasta. Juan viu o Gordo tirar a pica e ela estava morecilhona... A de Juan estava dura de novo como uma rocha. O Gordo se agachou na frente da irmã dele. Juan, por um momento, pensou que era um vampiro, pois foi lambendo os finos fios de sangue das pernas até chegar na buceta, ao chegar nela, levantou-se e enfiou dois dedos dentro... Os dedos entraram e saíram a mil por hora da vagina até que a freira disse: -Vou gozar! O Gordo apertou a garganta dela com uma das mãos grandes até quase sufocá-la. A freira gozou como um rio. O Gordo se agachou e lambeu o que ela expelia, depois com os sucos da gozada na boca, beijou ela e ao terminar de beijar, disse a Juan: -Fode ela. Juan estava morrendo de vontade. Tirou a pica dura e enfiou de uma estocada. O Gordo, balançando a pica, acariciou a bunda dela com a mão direita de novo. Juan deixou... Enquanto não quisesse baixar as calças dele... Fodeu a freira olhando na cara dela. Fodeu... uns trinta segundos, que foi o que aguentou sem gozar. Tinha enchido a buceta de porra e se retirava quando o filho da puta do Gordo pegou a cabeça dele, colocou a boca entre as pernas da irmã Conceição, e disse: -Termina o que começou, uma mulher não se deixa pela metade. A buceta estava nojenta e agora cheirava a bacalhau, a porra dele e os sucos da freira escorriam pelos lados da língua... Juan, fazendo das tripas coração, no começo, e Depois de gostar, ele lambeu até que a freira disse: —Vou pro céu! A vagabunda tava indo pro inferno, mas enquanto isso gozou igual uma porca, gemendo e se debatendo. Juan achou que a coisa tinha acabado quando o Gordo tirou os prendedores e os cilícios da freira e a desamarrou, mas tava enganado. O Gordo amarrou as mãos dela de novo, só que agora ela tava de cara pra lareira e mostrando a bunda, uma bunda com a Via Láctea tatuada. Onde é que uma freira faria uma tatuagem na bunda? Nunca soube. O Gordo disse: —Lambe o braço de Sagitário. Pra Juan foi como se ele tivesse falando de física quântica, ele perguntou: —O braço de quem?! O Gordo apontou com o dedo. —Esse é o braço de Sagitário, esse é o braço de Carina, esse é o braço de Órion, esse é o braço de Perseu, esse ponto é o sistema solar —abriu as nádegas dela, e esse é... —Ele interrompeu. —Um buraco negro. —Não, é o núcleo da Via Láctea. Lambe. —Isso é a bunda, chefe, e se você gosta de merda, lambe você. O Gordo agarrou ele pela nuca, levou a boca dele até a bunda, apertou com força e Juan, obrigado, não teve escolha a não ser lamber. A freira começou a gemer. Juan ficou duro, o Gordo, tocando a bunda dela com um dedo, disse: —Mete sua língua pra dentro, filho da puta! —Tá bom, tá bom, mas me solta, viado! Juan agarrou com as duas mãos aquela bunda de freira, grande e branca que nem porra, com a Via Láctea tatuada nela. Era uma bunda única e Juan ia aproveitar. Beijou e lambeu todos os braços, e depois comeu a bunda dela com a língua até onde dava. O Gordo se levantou, beijou a boca dela e apalpou os peitos da irmã. A freira ofegava que nem uma puta sentindo uma língua dentro da boca e a outra dentro da bunda... Pouco depois, Juan enfiou o pau na bunda dela. Entrou apertado porque era a bunda, mas entrou de uma vez. Soror Concepción já tinha dado aquilo... Enfim, Juan tinha o defeito de gozar logo depois de meter, e dessa vez a única O que mudou foi que a irmã Conceição gozou quando ele gozou, já que o Gordo voltou a acariciar a bunda dela. Depois disso, o Gordo soltou ela, levantou ela no alto e enfiou no cu dela, deixando a buceta aberta pra disposição do Juan, mas o pau do Juan murchou. A freira, que sabia latim, com o pau do irmão entrando e saindo da buceta dela, disse pro Juan: — Esfrega teu pau na minha buceta, gostosão de cara. Juan esfregou o pau na buceta dela, e em nada, sentindo os gemidos da freira e ouvindo o Gordo chamando ela de "puta, porca, doente" e outras delicadezas, o pau dele endureceu de novo, enfiou e, como era costume dele, já gozou, mas dessa vez não tirou. Daí a pouco, a freira disse: — Tô gozando, viadinhos, tô gozando! Com a freira tendo um pau dentro do cu e outro dentro da buceta, o pau do Juan tava bem apertado. Ele sentiu apertar ainda mais com as contrações da vagina, e encheu ela de porra de novo. Depois da gozada, o Gordo convidou eles pra um vinho de missa. Juan estranhou que ele não gozou com a pica dura que tava, mas imaginou que iam continuar trepando. Uma hora depois, acordou pelado em cima da mesa da sacristia, tava de barriga pra cima e com uma dor danada no cu. Viu um bilhete em cima da mesa assinado pelo padre, que dizia: — Tranca a porta quando for embora, meu passarinho.

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