Este relato faz parte de uma continuação extensa, recomendo começar pelo início e ir avançando aos poucos, ou de uma vez só sem parar... haha.
Capítulo 1:
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Durante aquela noite, acordei umas três vezes. Infelizmente, por mais machão que eu pudesse parecer ao recolocar os dedos depois da queda, a recuperação ia ser igualmente dolorosa se algum dos meus dedos esbarrasse em algum objeto e levasse um pequeno tranco. Mesmo acordando de noite e com a mão esquerda toda ferrada, ainda queria sair pra correr. Em parte pra não perder a rotina, como já tinha acontecido no passado... e também um pouco pra rever a Violeta, mesmo que ela me visse como um moleque por causa da diferença de idade...Me vesti, dei uns alongamentos e fui correr! Segui meu percurso (pelo menos o que eu tinha feito nos poucos dias que saí) como qualquer outro dia, cumprimentei todo mundo que via, fossem poucos ou muitos. A única diferença foi que, ao passar pelo bar da Violeta, soltei um gritinho: "já vou!" Violeta já estava arrumando o terraço e tirando as cadeiras; dessa vez, ela respondeu ao meu cumprimento e também tirava as cadeiras com mais cuidado pra não repetir o que tinha acontecido. Enquanto me afastava, ouvi Violeta me dizer pra parar um pouquinho na volta. Pra mim, sem problema, pensei. Continuei correndo e, quando já estava pronto pra voltar, decidi parar como já tinha planejado pra fazer uma visitinha pra Violeta. Entrei no bar, que parecia deserto pela falta de gente, com a clara exceção da Violeta. Ela já estava atrás do balcão me esperando, pronta pra perguntar o que eu queria beber, por conta da casa, claro. Sentei no mesmo banco do dia anterior e falei num tom de brincadeira: — Um uísque bem bom, mocinha — falei. Violeta franziu a testa enquanto me encarava e começou a resmungar: — Certeza que você não tem idade pra beber — disse Violeta. Interrompi ela antes que confirmasse ou negasse, com medo de que, por compromisso, ela acabasse me dando: — Era brincadeira, era brincadeira... com um suco de laranja já tô servido — falei. Disse e soltei uma gargalhada. No começo, Violeta se interessou pelo meu estado atual, queria saber como estava minha mão e se eu tinha me machucado em mais algum lugar. Não podia contar pra ela que eu tinha dado uns quantos socos enquanto comia minha tia... não, isso não. Depois de deixar esse assunto de lado, Violeta mostrou muito interesse por mim, mais especificamente pelo que eu fazia (provavelmente pra confirmar minha idade), já que quando falei que estava estudando e não exatamente na universidade, ela não resistiu e perguntou diretamente minha idade. Parece que ela lembrou muito bem de eu ter dito que não tinha namorada nem nunca tive, então esclareci que isso não significava que eu fosse virgem, caso ela estivesse pensando nisso — o que estava, porque ficou meio corada... isso ou não estava preparada pra receber essa informação e ficou um pouco desconcertada. Violeta deixou bem claro que naquele dia eu não saberia nada sobre ela, que usaria tudo pra si mesma e que, se quisesse saber mais, teria que aparecer nos outros dias pra fazer companhia naquele tempinho de solidão que ela tinha todo dia. Depois de uns quantos sucos de laranja acompanhados de torradas e umas tapas, dei por encerrado o resumo da minha vida, obviamente omitindo os detalhes de com quem perdi a virgindade e o que rolou depois disso. Como já estava quase na hora de aparecer gente e eu não teria mais nada pra contar, demos por encerrada a visita daquele dia. Me despedi, e Violeta ameaçou me armar umas ciladas no caminho se eu não aparecesse no dia seguinte. Ri e tentei voltar o pouco caminho que faltava num bom ritmo, mas desisti quando percebi que tinha acabado de tomar café da manhã. Voltei andando e entrei no apartamento da Chloé com toda naturalidade, já parecia quase um vizinho qualquer do prédio. Continuavam me olhando estranho os que eu encontrava na portaria, e isso me fazia pensar que provavelmente achavam que eu era o amante ou algo assim da Chloé, mas depois, ao imaginar o quarto à prova de som... talvez pudessem pensar isso, mas não pelos barulhos de gemidos ou melhor dizendo, gritos da Chloé. Ao entrar no corredor, vi a porta do quarto aberta. Depois de aguçar um pouco a audição, ouvi barulho de água vindo do banheiro; a Chloé estava tomando banho e, como eu estava suado de correr, entrei no chuveiro com ela com toda a naturalidade. Sinceramente, pensei em foder a Chloé no chuveiro. Ela ficou feliz ao me ver e quando entrei, mas recusou a oferta; preferia que fizéssemos na cama, onde não se desperdiçasse nem uma gotinha da minha porra. O fato de não poder foder a Chloé no chuveiro não significava que eu não tivesse permissão para me esfregar nela, passar a mão à vontade e beijar ou mordiscar seu pescoço, lábios ou peitos. Afinal, eu estava "doentinho" e sozinho não conseguiria me virar...
De certa forma, a Chloé estava gostando muito do meu comportamento, mas ao ver que já fazia um tempo que meu pau não parava de se esfregar na bunda dela, ela decidiu terminar o banho e sair do chuveiro antes que eu gozasse de tanto me esfregar.
Continuei tomando banho sozinho, me preparando para a ideia de que, ao sair, a Chloé estaria me esperando atrás da porta para me espremer sem piedade. Fui surpreendido pela minha previsão errada de que a Chloé me atacaria assim que eu saísse do chuveiro; na verdade, a intenção dela era exatamente o oposto: a Chloé queria que eu me jogasse nela como um louco, pois ao entrar no quarto, encontrei a Chloé deitada na cama com meias-calças pretas, ligas e uma camisola incrivelmente sexy.
O dia mal tinha começado e eu já tava imaginando como seria o resto da manhã... tarde... e noite. Chloé ia me espremer até o talo, mas mesmo assim me joguei igual um louco na cama ao ver como ela tava me esperando. O mais lógico seria me acalmar e guardar energia, mas eu me atirei em cima da Chloé. Quase na hora, coloquei minha mão direita no peito dela e, com muito cuidado, acariciei a coxa da Chloé por cima da meia-calça com a minha mão machucada. Chloé não esperava que eu tocasse a perna dela, já que a gente tinha descartado que eu conseguisse fazer algo com aquela mão. O mais lógico seria essa mão ir subindo devagar e começar a brincar um pouquinho com a bucetinha dela, mas difícil... Enquanto beijava ela desesperadamente, desci a mão direita pra masturbar a Chloé um pouco antes de foder. A posição era meio desconfortável, mas mesmo assim continuei por um tempinho. Já com a Chloé bem molhadinha, lembrei que fazia um tempão que não chupava a buceta da minha querida tia e me joguei nisso naquele exato momento. Em parte, Chloé gostava, mas ao mesmo tempo não; ela só tava pensando em ser mãe naquele momento, e se teria ou não um orgasmo, não ligava muito. Depois de uns minutos chupando a buceta dela e perceber que o que Chloé queria era que eu gozasse quantas vezes fosse possível, contanto que fosse dentro da bucetinha dela... Me posicionei na frente da Chloé e comecei.
Voltei a xingar em silêncio aquela posição em que estávamos todo esse tempo e comecei a foder a Chloé como dava. Parece que a Chloé percebeu que não dava pra fazer muita coisa confortável assim ou que ela tava a fim de ser mais dominante, mas no meio da parada a Chloé colocou a mão no meu cotovelo esquerdo e com cuidado afastou minha mão pro lado junto com meu corpo todo, me deixando deitado de lado. Com muito cuidado, me colocou de barriga pra cima e, devagar e com atenção, tomou cuidado pra não encostar nem roçar a mão dela no joelho enquanto subia em cima de mim, o que agradeci pra caralho. A Chloé começou a se mexer sem nenhuma piedade na hora de me cavalgar; tanto as investidas dela quanto o ritmo tinham um único objetivo: me fazer gozar e gozar o mais rápido possível. Quando a Chloé se abaixou pra me beijar, sussurrou no meu ouvido pra eu não me segurar, que se eu tivesse vontade de gozar, gozasse e pronto, mas que não tentasse prolongar mais, e aí começou a me beijar. Aguentei pouco com a Chloé me dando essa porrada toda e gozei com pouco esforço e sem muita resistência em questão de tempo... afinal, era o que a Chloé queria que eu fizesse. Imaginei que depois de gozar, ia ver a Chloé de novo naquela posição estranha, mas não foi assim, ela simplesmente se jogou do meu lado e ficamos os dois de barriga pra cima. Enquanto descansávamos, a Chloé passava a mão no meu corpo com a mão mais próxima de mim, as intenções dela eram óbvias, só queria me deixar com tesão, porque de vez em quando ela olhava pra baixo, direto pro meu pau, pra ver se já tava duro ou não. Um tempinho com a Chloé me apalpando e eu já tava pronto, não importava se eu quisesse ou não... a intenção da Chloé era clara. A Chloé subiu em cima de mim e literalmente repetimos a mesma coisa que tinha acabado de acontecer minutos atrás, só que com um pouco mais de duração. Não sei quantas vezes a gente fez exatamente, mas gostei que todas foram com a Chloé por cima e naquela vibe dominante. Quando a hora do almoço chegou e notei que Estávamos famintos e exaustos ao mesmo tempo. Chloé pediu comida por delivery de um bar-restaurante perto do apartamento dela que entregava em casa. Ficamos nos apalpando e nos beijando no sofá enquanto esperávamos o entregador chegar. Quando ouvimos a campainha, Chloé levantou e abriu a porta do prédio. Sorte que eu me toquei da cena que tinha na minha frente, senão o entregador ia ficar maluco... Acontece que a gente já tinha tão normalizado ficar sozinhos em casa que estávamos o tempo todo pelados... Levantei ela rápido do sofá, entrei no banheiro e joguei o roupão para Chloé. Quando bateu nela e caiu no chão, ela estranhou um pouco, mas ao ver o que eu tinha jogado, reagiu na hora e vestiu correndo. Ouvimos baterem na porta, e Chloé abriu enquanto eu me escondia pra não ser visto. Depois de pagar, Chloé insistiu pro moleque não entrar pra deixar a comida na sala — mesmo sendo muitas sacolas pra uma pessoa só, ela disse que dava conta sozinha. O entregador tava com as duas mãos ocupadas e uma mochila, mas Chloé insistiu em deixar tudo na entrada e levar em duas ou três viagens. Quando tive certeza de que ninguém mais podia nos ouvir, caí na risada. A imagem da Chloé de roupão com um calor infernal e dizendo pro cara não entrar... com certeza ele imaginou o que tava rolando dentro daquela casa... ou o moleque era muito tapado...Fui pro banheiro antes de comer, e Chloé arrumou tudo na mesa da sala. Quando voltei, já tava tudo pronto e Chloé me esperando completamente pelada de novo pra comer na mesa como se fosse a coisa mais normal do mundo. Comemos como qualquer outro dia, sem nenhuma loucura ou barbaridade do estilo da Chloé, tipo me fazer gozar com os pés dela... ou do nada levantar pra foder enquanto eu comia. Mas mesmo assim, sentia algo estranho nela. Quando já tava quase terminando, faltava pouco pra limpar o prato, Chloé soltou uma risada e começou a comemorar alguma coisa... Perguntei o que ela tinha... a idade fez ela perder um parafuso? Ela não gostou muito que eu zoasse a idade dela, e aquela risadinha adorável se transformou numa mais sinistra e calculista: "Já é tarde pra você... você tomou..." — disse Chloé me olhando como se fosse uma vilã. "Tomei..." — falei baixinho. "Não me fode que você me deu uma..." Não precisei terminar a frase, com a cara de má que ela fez e balançando a cabeça afirmativamente... aquilo já me fez pensar que Chloé estava lendo minha mente e sabia que eu tava me referindo claramente a ela ter colocado uns comprimidinhos azuis bem triturados na minha comida... "em que momento ela comprou?" — pensei... com certeza meu tio não precisava deles, ela foi capaz... "será que já faz tempo que ela planejou tudo isso?"
Nós sentamos no sofá com a TV ligada depois de comer, Chloé não parava de soltar risadinhas e, depois de uns quarenta e cinco minutos, comecei a sentir meu pau ficar bem duro. Não sei se foi por causa do comprimidinho ou por ter a Chloé do meu lado fazendo cócegas em mim com as duas mãos naquele exato momento... pode ter sido coincidência, mas quando Chloé viu que meu pau já tava pronto, ela pulou em cima de mim, ficou de frente pra mim, subiu em cima, apoiou a bunda nos meus joelhos, esticou as pernas e abraçou minha cintura com força com as duas pernas, enquanto com uma mão ela guiava meu pau pra enfiar na bucetinha dela devagar. Depois de fazer isso, colocou as duas mãos nos meus ombros e pescoço. Ela não fez assim por prazer ou tesão, simplesmente não conseguia fazer mais rápido. Chloé começou a se mexer o mais rápido que podia naquela posição e, por consequência, eu sentia os tornozelos dela cravando nas minhas costas enquanto usava eles como apoio pra cada estocada. Se não fosse pelo orgasmo que tive ao gozar dentro da Chloé, nem teria percebido que gozei, porque ainda tava com tanta vontade dela como se o que a gente acabasse de fazer nunca tivesse acontecido. Chloé ignorou o fato de eu ter gozado e continuou me montando sem parar. Sim, dava pra ouvir os gemidos dela e parecia que ela tava adorando, ainda mais sentindo o meu gozo dentro, mas isso não ia me fazer parar. Continuei firme no objetivo de espremer até a última gota. Na hora, estranhei a Chloé não parar e pensei que talvez ela nem tivesse percebido que eu já tinha gozado. Falei que já tinha acabado e perguntei se não era melhor descansar um pouco. Quando a Chloé disse que não ia tirar meu pau de dentro nem por um segundo pelo resto da tarde ou do dia... Ao ouvir aquilo, decidi que ela ia se arrepender do que falou. Com a mão boa, agarrei com força uma das nádegas dela, dei uma forte arrancada com o quadril pra me levantar do sofá, joguei ela — ou melhor, a gente se jogou, porque a Chloé tava me segurando firme com as pernas — e caímos no sofá com a Chloé embaixo. Soltei a nádega dela e agarrei com força os dois pulsos dela, levantei os braços dela acima da cabeça e, com força, raiva e toda a paixão que eu tinha, comecei a meter sem piedade na Chloé.
O barulho que nossos corpos faziam ao se chocar um contra o outro a cada estocada, além de muito altos, soavam como se alguém estivesse dando tapas com a mão aberta – parecia mais uma agressão do que duas pessoas transando. Os gemidos leves que Chloé soltava antes agora eram metade gemidos, metade gritos a cada investida que recebia. Ao perceber que estávamos na sala e não no quarto dela, coloquei minha mão machucada sobre a boca de Chloé com muito cuidado, pra ela sacar que não podia fazer aquele barulho. Chloé se assustou por um momento ao se dar conta dos sons que tinha feito até então... Ela começou a se debater agressivamente com uma das mãos, escapou do meu aperto e saiu dando tapas por todo o sofá. Quando acertou um desses tapas num almofada, parou de repente e apertou ela, levou até o rosto e pressionou contra si. Não sei se os vizinhos conseguiam ouvir ou não, mas eu ouvia perfeitamente seus gritos de prazer. Ao notar que eu também estava segurando a almofada, ela parou de fazer isso e juntou a mão com a outra pra que eu segurasse as duas também. Depois de mais algumas estocadas, Chloé começou a gozar que nem uma louca no sofá, mas eu não quis parar nem por brincadeira... e continuei como se nada, e os gritos de prazer que ela soltava a cada investida agora eram constantes. Milagre Chloé conseguir respirar entre tanto grito e gemido, mas eu tava quase gozando e não pensava em parar. Terminei pouco depois gozando dentro de Chloé e parei de meter. Mesmo eu completamente parado e Chloé também, ainda dava pra ouvir perfeitamente, por trás da almofada, Chloé gemendo e não era pouco... Ouvi o barulho de duas pernas caindo de uma vez no sofá – era Chloé, completamente exausta e sem forças pra continuar me abraçando com as pernas na cintura. Tirei meu pau de dentro de Chloé com muito cuidado, já que parecia que o menor movimento que eu fizesse vinha acompanhado de... Gemidinhos abafados no travesseiro. Já com o pau pra fora, me levantei ao lado da cabeça da Chloé e tirei o travesseiro de cima dela. O rosto da Chloé transbordava prazer, e me bateu uma estranheza ver a carinha de anjo dela desfeita por lágrimas de tesão, toda a maquiagem arruinada. Fui ao banheiro e trouxe pra Chloé um espelho de mão e uns lencinhos umedecidos. Me virei e fui na direção que a Chloé achou que seria o banheiro, enquanto lembrava em voz alta: "não vou deixar você tirar ele a tarde toda". Chloé se assustou um pouco ao ouvir isso depois do que tinha acontecido segundos atrás. Parei de repente no meio da sala e me virei. Chloé estranhou e me perguntou se eu não ia ao banheiro, mas eu disse que em nenhum momento era minha intenção ir ao banheiro. A única coisa que eu queria era ir ao quarto dela pegar os "brinquedos", mas falei que ela provavelmente gritaria tanto quanto antes, e que era melhor fazer isso no quarto dela. Chloé soltou uma risada bem forçada, dava pra ver na cara dela a preocupação com o que poderia rolar e se ela ia aguentar ou não. Peguei a Chloé por debaixo dos joelhos e, com uma mão nas costas, levantei ela como se fosse uma noiva e a carreguei no colo até a cama dela. Joguei ela na cama e deixei ela limpar a maquiagem. Enquanto isso, peguei todos os brinquedinhos dela e comecei a selecionar. Decidi por um jogo de algemas de couro, mais especificamente quatro algemas, que coloquei em cada canto da cama, tudo na frente da Chloé, ignorando ela como se naquele quarto só existíssemos eu e os brinquedinhos... Depois, peguei uma mordaça de bola sem a Chloé ver e me aproximei dela. Comecei a beijar ela por um tempinho curto e, quando terminei, me preparei pra colocar a mordaça. Quando a Chloé abriu os olhos depois do beijo que a gente tinha acabado de trocar, já era tarde pra ela escapar das minhas intenções. Ela aceitou que agora quem mandava era eu e não ofereceu muita resistência. Coloquei a mordaça bem firme, não o suficiente pra machucar, mas o bastante pra ela não conseguir tirar. Depois de colocar, parti pra... Colocar as algemas nela com muito cuidado e delicadeza, a Chloé cooperava enquanto me olhava com uma carinha de menina boazinha, a intenção dela era fazer pena pra eu não passar dos limites. Infelizmente pra ela, isso ela me contou depois e eu não entendi as intenções dela. Já com a Chloé bem amarrada em forma de cruz.
Passei minhas mãos por debaixo das coxas dela com muito cuidado pra não me machucar e levantei os quadris dela na altura dos meus. Enfiei meu pau com cuidado e devagar na Chloé, olhei pra trás pra ter certeza de que a porta estava fechada e voltei a olhar pra Chloé. Como se o tempo entre o que rolou no sofá e agora não tivesse existido... retomei de onde parei com a mesma vontade e as porradas secas de corpo contra corpo voltaram de novo. Os gemidos da Chloé agora sem o travesseiro, mas com aquela bolinha na boca, soavam mais gostosos do que antes e ela não se segurava nem um pouco pra provocá-los. Pra minha surpresa, não passaram nem cinco minutos quando começou a sair respingos das minhas enfiadas, era a Chloé gozando, mas nem percebi por causa do líquido, já que os gemidos dela eram os mesmos de quando não gozava. Eu sabia que mesmo me segurando pra não gozar, não ia aguentar muito mais e continuei, afinal, naquele dia já tinha gozado umas quantas vezes e a cada uma eu aguentava mais e mais... Continuei como se nada, enfiada após enfiada, mas parecia que a Chloé tava se arrependendo da ideia de não tirar o pau dela a tarde toda, porque ela fazia movimentos rápidos com as mãos amarradas, como se estivesse sacudindo elas, e mesmo com a boca amordaçada dava pra entender que ela pedia pra eu parar. Continuei e continuei e depois de um tempo ela gozou de novo. Podia ter parado, mas... queria gozar de novo e foi o que fiz, mas não antes de uma terceira gozada da Chloé. Depois de gozar e mesmo sentindo meu pau dolorido, continuei fudendo a Chloé um pouquinho e devagar, achava muita graça nos gemidinhos que ela soltava quando eu fazia devagar, mas parei, tirei a mordaça dela e me deitei do lado dela de barriga pra cima. Fiquei em silêncio enquanto a Chloé não parava de me xingar baixinho, depois de um tempo ela pediu pra eu desamarrar ela, que precisava ir ao banheiro e não aguentava mais... erro meu ter feito isso, porque aí Verso livre aproveitou o mínimo descuido meu pra algemar minha mão direita. Na teoria, isso não seria problema... com só uma mão algemada, eu só precisaria usar a outra pra soltar, o problema é que a única mão livre que eu tinha tava lesionada e, ao olhar pra algema, depois pra minha mão e depois pra Chloé... a cara de ódio que ela fez e que me dizia, balançando devagar o pescoço de um lado pro outro... claramente tava me avisando que se eu não quisesse dor... melhor não forçar. Chloé pegou com muito cuidado e carinho meu pulso e algemou do mesmo jeito que ela tava há uns instantes, com mais raiva colocou nos meus tornozelos e agora era eu que tava amarrado em cruz. Chloé me encarou, depois olhou pro chão e se levantou da cama enquanto murmurava "vou ser boazinha com você..." enquanto saía do quarto. Eu ouvi o som da água caindo no box do chuveiro, depois parou e daí a pouco vejo Chloé voltar arrastando os pés numa toalha. Ela se jogou na cama de um jeito que colocou os pés no travesseiro e a cabeça a uns centímetros do meu pau, apoiada numa das minhas pernas. Chloé aproximou a mão do meu pau e começou a bater uma, em segundos parou de repente e com tom sarcástico disse - ai, esqueci a mordaça... - e mal terminou a frase começou a apalpar minha cara com um dos pés, quando achou minha boca enfiou com cuidado e falou de novo - e agora chupa, cachorrinho, ou vai doer... - e começou a fechar mais e mais o punho que segurava meu pau. Já tinha esquecido que é melhor não irritar a Chloé... mas infelizmente, o que tá feito, tá feito...Agradeci ela ter lavado os pés no banheiro porque o dia inteiro a gente andou descalço pelo chão da Chloé e por mais limpo que estivesse... Pensei que, pra um fetichista, essa situação de castigo teria pouco a ver... na época eu não me interessava muito por esse aspecto do sexo, mas é verdade que, mesmo assim, eu reconhecia que os pés da Chloé eram muito gostosos. bonitos. Depois de uns minutos, Chloé me lembrou que se eu gozasse sem avisar ela, ia me arrepender, então melhor deixar ela satisfeita... aí quando tava perto de gozar, avisei a Chloé e, o mais rápido que pôde, ela subiu em cima de mim de costas e terminou de me foder com umas poucas cavalgadas em cima de mim pra eu gozar dentro dela.
Durante a tarde, repetimos esse mesmo processo umas três ou quatro vezes. Numa vez, ela começou a brincar mais com os pés, usando eles pra tentar me fazer gozar; noutra, ficou fazendo cócegas na minha pica com um tufo de cabelo; também chupou e fodeu. Agradeci que a Chloé era uma mulher que se molhava fácil e gozava também, porque de tanto fazer, imaginei que minha pica ia sair queimando de tanta fricção. Se eu não tivesse me comportado mal com a Chloé, talvez ela tivesse me deixado descansar entre uma gozada e outra, pode ser que não tantas vezes... mas isso era só suposição. Chloé me desamarrou e pensei que ela já tinha cansado, mas não era por isso... depois de olhar o relógio na mesinha, entendi; passamos a tarde inteira sem parar e já era hora do jantar. Também minha pica, sorte a minha, começava a perder força... pouca... mas aos poucos ia diminuindo.
Ficamos um tempinho deitados, abraçados... mas principalmente grudados e suados, e depois da festa que a gente fez, não tinha a menor vontade de tomar banho, porra... não tinha vontade nem de ficar de pé. A gente pensou em pedir de novo onde a gente tinha almoçado, mas... se o mesmo entregador aparecesse e visse o antes e depois da Chloé... eu, felizmente, por ter cabelo curto, não dava tanto pra notar, mas a Chloé passou da noite pro dia de ter um cabelão pra ter um bagaço. Acabamos pedindo uma pizza e, usando minhas últimas forças, fui até a porta buscar ela enquanto a Chloé se limpava um pouco, só um banho rápido com água. Depois de pagar e fechar a porta, me vi no meio da sala com uma caixa numa mão e uma garrafa na outra... fiquei pensando e sem dizer nada. Retomei minha caminhada até o quarto, deixei ele numa poltrona que tava num canto, coloquei do lado da cama e me joguei nela. Quando a Chloé saiu do chuveiro, me procurou na sala, depois na cozinha, mas quando viu que eu não tava em nenhum desses lugares, voltou se cagando de rir pro quarto.
- Sério? - Disse a Chloé, pelada na minha frente, apontando pra cama com o braço.
- Sim, tem problema? Você me deixou sem vitalidade, súcubo!!! Daqui não saio pelo resto do dia - falei entre risadas.
- Jaja, coitadinho... O que é isso? - disse Chloé, deitando do meu lado e acariciando meu cabelo com uma mão.
- O que é o quê? - falei, olhando ao redor.
- Súcubo, isso. O que é?
- Bom, é um demônio... com o corpo de uma mulher muito muito MUITO gostosa, com o único objetivo de seduzir homens pra roubar a força vital deles enquanto tão trepando, ou algo assim... mais ou menos...
- Tá me chamando de demônio... bom... gostei da parte de "exageradamente gostosa"... - disse Chloé, sorriu e começou a comer junto comigo.
Depois do elogio que a Chloé arrancou de mim sem querer, quando falei que ela parecia uma mulher muito gostosa, somado a todas as vezes que gozei dentro dela... (perdi a conta, pra ser sincero) ela não fez o menor esforço pra esconder a felicidade e me garantiu que não tentaria me foder de novo pelo resto da noite. Eu garanti que não conseguiria nem se deixasse, já que depois de tudo ela me deixou sem energia lá embaixo... e me certifiquei de que essa janta não tava "envenenada", isso com certeza.
Jantamos, relaxamos e vimos um pouco de TV. Quando peguei um pouco de força, aproveitei pra tomar um banho e tirar a Chloé da cama na base do empurrão pra trocar os lençóis. Ela me ajudou e, com a cama recém-feita, deitamos sem vontade de nada além de descansar. A Chloé ligou o ar-condicionado e programou pra desligar sozinho. A única intenção dela era dormir o mais colada possível em mim, dizia que isso aumentava as chances de engravidar...

Capítulo 21:http://www.poringa.net/posts/relatos/4454927/21-Me-toca-embarazar-a-mi-tia-III.html
1 comentários - 20. Vou engravidar minha tia II