
Oi, muitos de vocês me pediram pra me apresentar, pra contar minha história como casal, entre outras coisas.
Pois chegou a hora de me abrir pro público na forma das minhas frases.
Durante meus anos de faculdade, sempre vivi alheia ao mundo lá fora. Focava nos meus estudos sem me preocupar em sair, muito menos em ir pra festas. Fazia parte de um grupo de amigas que sempre se perguntava por que o pessoal saía pra farrear.
Quando terminei de estudar, foquei num negócio de família de confeitaria e foi lá que conheci meu marido e, espero, pai dos meus futuros filhos/filhas.
Ele passava o verão na minha cidade porque lá tem praias boas, é uma terra de turistas. Acho que sem turismo minha cidade nem existiria. Num dia qualquer, ele entrou pra fazer uma encomenda e, como tantos outros homens que chegavam, ficou falando da região (como se eu não conhecesse), mas ele foi especial, parecia tão gostoso com os óculos que usava... então resolvi sugerir que talvez ele gostasse de visitar uma certa praia natural onde quase não tem gente.
Depois de 5 dias, ele voltou a me ver, dizendo que amou a praia, especialmente porque era uma praia de nudismo, que tinha umas minas e uns caras super interessantes lá. Eu não sabia de nada que era praia de nudismo, depois me informei e realmente era. Tinha sido classificada como praia de interesse nudista pelo município vizinho para favorecer o turismo. Eu, morrendo de vergonha, pedi desculpas, mas ele não quis aceitar porque realmente curtiu a experiência de visitar uma praia de nudismo aqui.
Naquele mesmo dia, quando terminei meu expediente, fui praquela praia porque tava curioso.
A praia era uma maravilha. Desci por umas escadas de madeira enquanto o vento batia na minha cara e balançava meu vestido. Quando cheguei, fiquei observando a praia totalmente vazia. Acho que o fato de ser nudista desagradava muita gente, então a praia inteira era só minha. Andei e andei e, antes de voltar pra casa, resolvi subir no topo de uma colina coberta por pouca vegetação, com trilhas de areia. Fiquei parada e em silêncio, apreciando a vista da praia, quando, no meio do silêncio, ouvi uns barulhos a uns 50 metros, de um animal. Decidi ir ver o que era, já que não tinha nada por ali, e o que encontrei foi o começo do meu fetiche. Tinha um casal transando na areia, em cima de uma toalha bem grande. Os barulhos de animal vinham daquela mulher de uns 30 anos, morena de pele e com cabelo bem escuro. Os peitos dela eram grandes e naturais, uma cintura fininha, mas a bunda era bem maior. Ela não usava biquíni, mas o cara segurava ele pelo pescoço, tipo um cabide.
O cara era alto, moreno também e, meu deus, era a primeira pica que eu tinha visto. Não via pornô, não ficava com caras, então foi a primeira. Agora sei que o tamanho dele era enorme, mas na época achei que era o normal.
Saí correndo daquele lugar de vergonha de me verem ali.
Na noite seguinte fiquei pensando nisso, em como a mina parecia estar se sentindo bem, naquele cara, em como a rola não parava de enfiar na buceta dela uma vez atrás da outra, fiquei excitada.
No dia seguinte, voltei no mesmo horário, pra ver se eles ainda estavam lá. E estavam. Dessa vez ela tava por cima do cara, mas gemendo forte, igual no dia anterior. Nesse dia, já coloquei o biquíni por baixo de propósito, pensando que se alguém me visse ali, pelo menos tava de roupa de banho, porque se me pegassem de roupa normal iam saber que eu tava espiando. Tirei a parte de cima, deixando meus peitos à mostra naquele biquíni branco novinho. Por baixo do meu short, eu tava de fio dental. Enfiei a mão dentro do short, queria sentir o que aquela mina sentia. Tava toda molhada. De tanto enfiar a mão e esfregar meu clitóris, o short desceu um pouquinho, de um jeito que se alguém me visse por trás, ia ver meu fio dental.
Depois de me sentir satisfeita, fui embora do lugar.Esse ato eu repeti no dia seguinte, mas não fui além porque aquele casal parou de ir no lugar.
Num dia daquela semana, minha mina veio de novo me confessar que queria sair comigo e tal. Foi assim que começou nosso love.
Nos casamos depois de 3 anos juntos, vim pra Espanha morar com ele e desde então tudo foi perfeito.
No sexo, tudo era maravilhoso. A gente transava todo dia por um tempão, sem faltar um dia sequer. A gente complementava vendo pornô, mesmo que no começo eu não gostasse, e com brinquedos, que na real não me davam mais prazer do que ele, mas era pelo tesão. Não precisava me masturbar porque ele me dava tudo.
Mas no dia 14 de fevereiro do ano passado começou uma loucura. Naquele dia, ele chegou em casa com um brinquedo novo de presente. Eu, toda feliz de transar com meu marido, vesti uma lingerie bonita e uns saltos altos. Quando cheguei na cama, vi o consolo que ele comprou: um dildo roxo de 16 centímetros, realista, com a cabeça desenhada, veias... era bem bonitinho. Depois de usar e gozar com aquele maldito brinquedo umas 3 vezes, ele me comeu e eu gozei de novo. Foi uma noite incrível e eu terminei morta de prazer.
No dia seguinte, ele me acordou com o brinquedo e me comeu de novo. Ele fez isso por muitos dias, talvez um mês.
Depois de um mês, ele comprou outro brinquedo, esse de 18 cm e um pouco mais grosso. Dava pra sentir ele perfurando minha buceta, preenchendo as paredes, sentia que chegava no fundo, e se ele movia pra baixo, dava pra sentir até pelo cu. Eu gemia e gemia. Ele se encaixava e se ajustava em mim.
Naquela noite, ele não me comeu, não entendi por quê, mas eu terminei satisfeita. Meu parceiro fez isso por uma semana. Ele só brincava comigo e não gozava.
Uma vez na banheira, fui fazer um boquete nele e, enquanto chupava, comentei que a gente fosse transar, mas sem brinquedo. Meu marido disse:
- Já não consigo mais te satisfazer, agora você precisa de um pau maior.
- O que você tá dizendo?
- O objetivo de brincar com esses brinquedos era alargar sua buceta e fazer você sentir mais prazer, perceber que você gosta de paus grandes.
- Como assim uns brinquedos vão abrir minha buceta? Quero te comer agora. Mesmo.
- Podem, e você já fez isso. Te vi gostar mais desses brinquedos do que transando, até deu uma esguichadinha leve ontem à noite.
- Vem aqui que vou te foder e aí você vai ver se é verdade.
Fingi meus gemidos por 10 minutos de trepada. Eu gostava, mas não sentia a mesma coisa, não sei o que tava rolando, era como se eu estivesse realmente mais aberta. Apertava as paredes da minha buceta pra sentir melhor o pau dele, mas não conseguia, não achava ele por mais que eu apertasse.
Lubrificada pelo gozo dele, brincou com o dildo por 15 minutos. Fiquei louca com as gozadas que tive.
Mesmo que eu não gozasse com ele, meu namorado fazia a mesma coisa: me comia e depois brincava com o dildo, uma e outra vez, durante semanas.
No meu aniversário, ele me deu outro brinquedo, outro dildo, mais durinho, de 20 centímetros por 4,4 de largura. Minha buceta se dilatava cada vez mais quando eu experimentava aquele brinquedo, era enorme, demorei dias pra me acostumar, mas consegui, consegui, e quando consegui, ele me dava uns orgasmos incríveis.
Realmente, eu tinha me adaptado àqueles paus, não sentia nada com meu marido, e percebi que tinha um problema, já que o pau dele só servia pra lubrificar meu brinquedo com o gozo dele.
Depois disso, ele me convenceu a contar essas experiências pro público, contar o quanto eu era uma puta, como comecei a me interessar por pornô, mulheres, outros homens...
E o que meu marido não sabia é que eu também tinha a fantasia de Voyeur há anos, e me deu vontade de viver essa experiência de novo. Mas shhhhh, ele vai ficar sabendo agora junto com vocês e com esse post.
0 comentários - Mi historia, como me convertí en hotwife!