Essa história é louca, mas é real. Apesar de ter acontecido há alguns anos, troquei os nomes por segurança. Meu nome é Jorge, tenho 1,85m, sou casado, bonitão pelo que minhas amigas falam, tenho um pau de 20 centímetros e adoro sexo. Eu trabalhava numa empresa como Diretor Regional e, como todo ano, a firma reunia todos os diretores do país num hotel cinco estrelas por três dias e duas noites pra fazer o planejamento e a projeção de vendas do ano seguinte. Éramos vários, homens e mulheres. Dessa vez, eu dividia o quarto com o Alberto, que me apresentou duas amigas diretoras, a Cristina e a Alva. A Alva foi quem me chamou a atenção: era uma mulher de 25 anos, cheinha mas não gorda, pele branca, cabelo castanho na altura dos ombros. O que mais me atraía nela eram aquelas duas nádegas arquitetônicas, não muito grandes, mas do tipo que se abrem pros lados, sabe? Pra fora. Isso, junto com as duas pernas lindas e compridas, fazia dela uma mulher desejável. Ah, e os peitos dela eram médios e firmes.
Durante o primeiro dia inteiro, ficamos muito amigos os quatro, no mesmo grupo de trabalho, preenchemos os formulários e fizemos a apresentação final do primeiro dia. À noite, fomos todos pro bar do hotel. Lá, descobri que a Alva era casada há dois anos, sem filhos. Ficamos bebendo e zoando entre todos. Como o lugar era bar e balada, chamei a Alva pra dançar, enquanto o Alberto dançava com a Cristina. Dançamos um tempão, vários estilos de música. Quando colocaram uma música romântica, não deixei a Alva ir sentar, puxei ela e a mantive colada no meu corpo. Com uma mão nas costas dela, de vez em quando eu a puxava pra perto, pra ela se esfregar em mim. Nossas barrigas estavam bem juntinhas, e minha mão ameaçava descer pelas costas dela até aquela bunda gostosa. Pensei que a Alva fosse me parar, mas não foi assim. Era óbvio que eu tava afim dela, e a gente dançou várias músicas no mesmo ritmo. posição. Em uma delas, fiz ela esfregar a barriga dela na minha, meu pau acabou ficando durasso por baixo da calça, parece que ela percebeu, mas só me deu um sorrisinho safado. O efeito da bebida tava fazendo o papel dela de soltar as amarras. Na próxima música romântica, dei uns beijinhos no pescoço dela, no começo ela falou que não porque era casada. Mas dois minutos depois tava deixando de novo, dessa vez já não recusou. Depois de beijar o pescoço dela, passei pro queixo, depois pras bochechas e finalmente meus lábios pegaram os lábios dela, eram macios e lisos. Ficamos uns 30 segundos naquela posição, com movimentos lentos. De repente, ela me afasta e fala que não é bom isso. Fomos sentar com Alberto e Cristina, que estavam de mãos dadas. Decidimos ir pros quartos dormir. Ao chegar no quarto da Alva e da Cristina, que dividiam o quarto. Algo a Cristina falou no ouvido da Alva, as duas se olharam com um sorriso safado, e aí Cristina entrou no quarto com o Alberto, que se despediu de mim com a mão levantada e fechou a porta. Alva ficou comigo no corredor, eu sabia que a gente ia ter que dormir no mesmo quarto. Ia ter ela a noite toda!. Ao entrar no quarto, peguei ela por trás, abracei e falei no ouvido. -Isso é o destino e foi assim que ele quis- Lambi o pescoço dela e enfiei a língua no ouvido direito dela. Ela se deixou fazer. Aí com as mãos, rodeei e acariciei os peitos dela por cima da blusa. Continuei beijando o pescoço dela até deixar ela excitada, e então minhas mãos desceram dos peitos dela pra buceta dela, sempre por cima do vestido. Depois levantei a saia e acariciei por cima da calcinha dela, ela empinou a bunda pra trás e esfregou no meu pacote já duro. A gente tava naquele movimento erótico, quando decidi enfiar uma mão por dentro da calcinha dela e acariciar a monte de vênus dela, que era ralinho porque ela se depilava, procurei pra baixo a rachinha dela, com dois dedos percorri até chegar na entrada da buceta, que acariciei por cima, a garota estava tão molhada que meus dedos ficaram encharcados. Nessa hora, Alva gemia que nem uma gatinha no cio. Assim, parados no meio do quarto, eu atrás dela, me ajoelhei e, por trás, puxei a calcinha dela até o chão, depois levantei a saia pra admirar aquele par de bundas que deixava muitos caras na empresa loucos. Sério, eram quase perfeitas, pareciam dois balões de carne que se abriam naturalmente, deixando uma visãozinha da rachinha dela e do cuzinho enrugado. Excitado com aquela visão, passei a língua do começo das costas dela, passando pelo cuzinho, onde fiz vários círculos ao redor do ânus, até chegar na rachinha molhada. Ali, fui direto pro clitóris, que apertei com meus lábios naquela posição difícil, já que tava fazendo por trás. Alva apertava os lábios e curtia o oral que eu tava dando. Ela abriu mais as pernas pra minha cabeça entrar bem entre as coxas dela e minha língua percorrer toda a rachinha até os pelinhos pubianos. Puxei os lábios da buceta dela com a boca e estiquei delicadamente. Alva ofegava feito uma louca, me puxando pelos cabelos, e alguns fios ficaram na mão dela. A paixão era imensa e o tesão tava no talo. Encostei ela na parede do quarto, de costas, sempre em pé. Depois de tirar a pica da calça, coloquei na entrada da gruta dela e meti de uma vez. Alva gemeu que nem uma puta quando sentiu a pica entrando. A lubrificação da buceta facilitou a penetração. Continuei enfiando na xota até estar completamente dentro, o interior dela tava quentíssimo. Aí comecei a bombar meu pedaço de carne, me segurando na cintura dela e naquela bunda linda que eu apertava sem parar. As bombadas foram profundas e secas, ela se deixava penetrar, curtindo meus movimentos que faziam ela gozar gostoso. Em vários momentos, ela ajudava rebolando a bunda. Ficamos transando assim por vários minutos. até que ouvi a Alva ter um orgasmo gostoso, enquanto pedia pra eu não parar o ritmo da foda, pude sentir a gozada dela molhando minha pica por dentro. Aí, tirei minha pica de dentro dela, peguei na mão dela e levei pra cama, deitei ela, em um minuto tirei minha roupa, depois puxei a saia e a blusa dela, Alva ficou toda pelada, era muito gostosa mesmo, abri as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela, minhas chupadas e lambidas eram tão intensas e profundas que pude sentir o gosto da gozada anterior, os líquidos que a buceta dela jorrou eram amargos e eu engoli tudo. Ela pegou minha cabeça de novo e, num ato de tesão, esfregou contra a boceta dela, e eu aproveitei pra enfiar minha língua dentro da buceta dela, que já tava molhadona e aberta. Alva continuava gemendo e ofegando de prazer, até ter o segundo orgasmo dela. Depois de chupar a bucetinha dela, pedi pra ela ficar de quatro na cama. Era a posição que uma bunda daquelas merecia, ela tava com o rabo virado pra mim, pronto pra eu lamber. Lambi e chupei cada centímetro daquelas nádegas gostosas, parando no cuzinho dela e depois na racha, ela rebolava sentindo prazer com o oral que eu tava dando. A ponta da minha língua brincou com o cuzinho e tentei enfiar, mas ele tava bem apertadinho. Enquanto eu chupava, enfiei dois dedos na buceta dela e mexi num ritmo acelerado, fazendo uma punheta gostosa. Os dedos entravam até o talo, arrancando gritos de tesão da Alva. Ela já tava pronta! Em questão de segundos, me posicionei atrás e enfiei de novo fundo até minha pica inteira estar dentro do corpo dela. Me agarrei na cinturinha dela pra enterrar até o último centímetro de pica. Depois, fiquei metendo dentro dela com um vai-e-vem gostoso que fez ela gozar de novo nos minutos seguintes, os gemidos dela vinham junto com contorções das costas e da bunda, eu continuei entretido fodendo ela com força, era uma delícia meter minha pica enquanto admirava aquele par de nádegas gostoso. mexendo. Pouco tempo depois que ela veio, acelerei o ritmo buscando meu próprio clímax, e logo em seguida estava gozando dentro da bucetinha dela, que enchi com uma boa dose de esperma quente. Alva esfregou a bunda contra minha barriga, querendo tirar até a última gota de porra. Sem perder totalmente a ereção, coloquei ela de barriga pra cima na cama e subi em cima pra ela me chupar, ela fez um trabalho delicioso!, limpando todo o tronco do meu esperma e dos sucos vaginais dela. Quando terminou, desci meu pau pra penetrar ela de novo, as pernas longas dela se prenderam na minha cintura e começamos um ritmo selvagem de foda, com movimentos fortes pra dentro e pra fora. Procurei os peitos dela pra chupar enquanto comíamos gostoso, chupei cada peito incluindo os biquinhos, minha boca tentou sugar cada montanha carnuda e gostosa. Depois de um tempo, me separei dos peitos dela pra levantar a pélvis dela com minhas mãos debaixo da bunda, isso era pra ter a penetração máxima na buceta dela. Alva gritava de prazer. Estimulei o clitóris dela esfregando com meus dedos, Alva respirava fundo, mostrando que estava prestes a gozar de novo. Acelerei as bombadas do meu pau, e num gemido alto gozamos juntos, a buceta dela chapinhava entre porra e a ejaculação dos fluidos vaginais. Finalmente, desabei em cima dela, ainda com meu pau dentro. Até que foi encolhendo e virando nada. Ficamos assim por um bom tempo. Alva foi a primeira a levantar e ir ao banheiro se limpar. Eu fui atrás depois. Deitamos e dormimos até o amanhecer. De manhã, ao acordar, fodemos de novo antes de ir tomar café. Alva montou no meu pau, rebolando a bunda linda pra todos os lados. Até que me fez gozar dentro dela. –Gostou do bom dia que te dei?– ela disse com voz melosa. Tínhamos uma certa afinidade sexual, sem dúvida!. Durante o evento do dia seguinte, tivemos que disfarçar pra não levantar suspeitas com os colegas, considerando que todos Sabiam que ela era casada. Mas qualquer pausa ou descanso a gente aproveitava pra se encontrar no quarto e meter uma rapidinha ou fazer oral, seja chupando a bucetinha dela ou ela mamando minha pica, ou um 69. Em poucos minutos a gente se devorava. Não dava pra ficar a sós sem se desejar e se agarrar. Naquela noite continuamos nos pegando, meu objetivo principal era comer ela por trás pra apertar e amassar aquelas nalgas gostosas. Aconteceu algo super erótico na segunda noite: quando eu tava montando ela de quatro, o celular dela tocou, ela pegou na mesinha e era o marido. Ela fez sinal pra eu parar de meter, e eu parei. Ela atendeu e disse: — Oi, amor, tô aqui descansando no quarto —, — também te amo — (e a putinha com uma pica dentro da buceta). Mas isso me excitou, foi tão quente que continuei metendo nela mesmo ela fazendo sinal pra eu parar. Não obedeci, pelo contrário, comi ela com força e gosto. Ela gemia e tampava o fone do celular pra o corno do marido não ouvir os gemidos. No fim, ela se despediu rápido. — Você é foda! — ela disse. Continuei comendo ela até gozarmos gostoso. Naquela noite dormimos pelados de lado, enfiei minha pica na buceta dela e ficamos assim, claro que com o tempo minha pica murchou e saiu do buraquinho, mas foi sensacional. No dia seguinte foi o encerramento. Alva me deu o telefone dela, nos despedimos. Fiquei tentando contato nos dias seguintes, mas não conseguimos nos ver porque ela morava numa cidade muito longe. Era quase impossível se encontrar! Passou quase um ano, e a gente ainda se falava. Até que chegou de novo a data do novo planejamento e projeção da empresa. Iam usar o mesmo lugar, o mesmo hotel. Quinze dias antes, entrei em contato com a Alva pra dizer que tava louco pra ver ela de novo e ter ela na minha cama. Ela não recebeu a ligação com alegria. Notei que ela tava meio diferente. agora que a gente ia se ver de novo. –O que foi com você?- perguntei, não queria falar sobre isso, mas finalmente ela confessou: -É que eu tô grávida do meu marido- Fez-se um silêncio. -Tô de quatro meses- ela disse de novo. -Já tô satisfeito só de te ver- falei quase atônito. Foi assim. Durante o evento, fui procurá-la e a gente se encontrou no meu quarto, ela tinha uma barriguinha. Pedi pra gente conversar no meu quarto. Ela veio e a gente se abraçou com carinho. -Quero te comer agora- falei -Assim, grávida?- ela respondeu -Não tô nem aí!- respondi de volta. Deitei ela com cuidado na cama e tirei toda a roupa dela, vi que os peitos dela estavam maiores, chupei as pernas dela, os pés e os dedos de cada um, depois subi e chupei a buceta dela até ela gozar jorrando na minha boca, aí enfiei sem piedade, só tomando cuidado pra não colocar peso na barriga dela, levantei as pernas dela nos meus ombros e meti num ritmo suave que foi ficando selvagem aos poucos. Ela gemeu de novo, me pedindo desculpa pela gravidez, mas que o marido dela tava pedindo um filho, eu mandava ela calar a boca que não tinha nada pra perdoar, eu não era o marido dela. No auge da foda, pedi uma coisa: que ela ligasse pro marido. Ela hesitou um instante, mas eu repeti. Ela com meu pau dentro, discou o número no celular, ele atendeu e eles conversaram um pouco. Ele perguntou como ela tava, Alva respondia, isso me esquentou de novo como da outra vez e eu meti fundo com bombadas fortes, me abaixei com cuidado pra chupar os peitos dela que estavam maiores que o normal por causa da gravidez, ela teve que desligar a ligação e se despedir pra poder gemer à vontade por causa de um orgasmo que tomou conta dela e não se entregar. Apesar da barriga, a gente transou várias vezes durante esses dois dias. Normalmente ela ficava por cima de mim, assim conseguia controlar melhor a barriga e cavalgar meu pau do jeito dela. No segundo dia, eu falei De propósito, eu disse que perdoava a gravidez, mas que ela me desse a bunda dela. Ela não concordava muito, mas depois de eu esquentá-la, aceitou. Lubrifiquei bem o cuzinho apertado dela e penetrei até o fundo, desflorando aquele olhinho do cu dela, só minhas bolas ficaram pra fora enquanto eu a fodia com força. No começo, ela fez caretas de dor, mas depois pedia pra eu não parar de comer ela. Finalmente, gozei dentro do reto dela, enchi de esperma aquele buraquinho gostoso que já era meu. No ano seguinte, as ligações que eu fazia pra ela foram raras; ela tinha sido promovida, virou chefe de região. O filho dela já tinha quase sete meses quando nos vimos de novo na reunião anual, agora foi em outro hotel. Dessa vez, o marido deixou ela no hotel. Era tanta a nossa adicção e obsessão por transar nesses eventos que deixávamos o menino dormindo numa cama e comíamos na outra. Lembro que os peitos dela estavam enormes porque ela estava amamentando. Aliás, quando eu chupava aqueles peitões, às vezes sugava leite materno e tomava como um elixir delicioso. Dessa vez, só transamos duas vezes, uma sessão por noite. Depois dessa ocasião, nunca mais a vi. Ela pediu demissão da empresa, foi contratada por outra e nunca mais soube dela. Fim.
Durante o primeiro dia inteiro, ficamos muito amigos os quatro, no mesmo grupo de trabalho, preenchemos os formulários e fizemos a apresentação final do primeiro dia. À noite, fomos todos pro bar do hotel. Lá, descobri que a Alva era casada há dois anos, sem filhos. Ficamos bebendo e zoando entre todos. Como o lugar era bar e balada, chamei a Alva pra dançar, enquanto o Alberto dançava com a Cristina. Dançamos um tempão, vários estilos de música. Quando colocaram uma música romântica, não deixei a Alva ir sentar, puxei ela e a mantive colada no meu corpo. Com uma mão nas costas dela, de vez em quando eu a puxava pra perto, pra ela se esfregar em mim. Nossas barrigas estavam bem juntinhas, e minha mão ameaçava descer pelas costas dela até aquela bunda gostosa. Pensei que a Alva fosse me parar, mas não foi assim. Era óbvio que eu tava afim dela, e a gente dançou várias músicas no mesmo ritmo. posição. Em uma delas, fiz ela esfregar a barriga dela na minha, meu pau acabou ficando durasso por baixo da calça, parece que ela percebeu, mas só me deu um sorrisinho safado. O efeito da bebida tava fazendo o papel dela de soltar as amarras. Na próxima música romântica, dei uns beijinhos no pescoço dela, no começo ela falou que não porque era casada. Mas dois minutos depois tava deixando de novo, dessa vez já não recusou. Depois de beijar o pescoço dela, passei pro queixo, depois pras bochechas e finalmente meus lábios pegaram os lábios dela, eram macios e lisos. Ficamos uns 30 segundos naquela posição, com movimentos lentos. De repente, ela me afasta e fala que não é bom isso. Fomos sentar com Alberto e Cristina, que estavam de mãos dadas. Decidimos ir pros quartos dormir. Ao chegar no quarto da Alva e da Cristina, que dividiam o quarto. Algo a Cristina falou no ouvido da Alva, as duas se olharam com um sorriso safado, e aí Cristina entrou no quarto com o Alberto, que se despediu de mim com a mão levantada e fechou a porta. Alva ficou comigo no corredor, eu sabia que a gente ia ter que dormir no mesmo quarto. Ia ter ela a noite toda!. Ao entrar no quarto, peguei ela por trás, abracei e falei no ouvido. -Isso é o destino e foi assim que ele quis- Lambi o pescoço dela e enfiei a língua no ouvido direito dela. Ela se deixou fazer. Aí com as mãos, rodeei e acariciei os peitos dela por cima da blusa. Continuei beijando o pescoço dela até deixar ela excitada, e então minhas mãos desceram dos peitos dela pra buceta dela, sempre por cima do vestido. Depois levantei a saia e acariciei por cima da calcinha dela, ela empinou a bunda pra trás e esfregou no meu pacote já duro. A gente tava naquele movimento erótico, quando decidi enfiar uma mão por dentro da calcinha dela e acariciar a monte de vênus dela, que era ralinho porque ela se depilava, procurei pra baixo a rachinha dela, com dois dedos percorri até chegar na entrada da buceta, que acariciei por cima, a garota estava tão molhada que meus dedos ficaram encharcados. Nessa hora, Alva gemia que nem uma gatinha no cio. Assim, parados no meio do quarto, eu atrás dela, me ajoelhei e, por trás, puxei a calcinha dela até o chão, depois levantei a saia pra admirar aquele par de bundas que deixava muitos caras na empresa loucos. Sério, eram quase perfeitas, pareciam dois balões de carne que se abriam naturalmente, deixando uma visãozinha da rachinha dela e do cuzinho enrugado. Excitado com aquela visão, passei a língua do começo das costas dela, passando pelo cuzinho, onde fiz vários círculos ao redor do ânus, até chegar na rachinha molhada. Ali, fui direto pro clitóris, que apertei com meus lábios naquela posição difícil, já que tava fazendo por trás. Alva apertava os lábios e curtia o oral que eu tava dando. Ela abriu mais as pernas pra minha cabeça entrar bem entre as coxas dela e minha língua percorrer toda a rachinha até os pelinhos pubianos. Puxei os lábios da buceta dela com a boca e estiquei delicadamente. Alva ofegava feito uma louca, me puxando pelos cabelos, e alguns fios ficaram na mão dela. A paixão era imensa e o tesão tava no talo. Encostei ela na parede do quarto, de costas, sempre em pé. Depois de tirar a pica da calça, coloquei na entrada da gruta dela e meti de uma vez. Alva gemeu que nem uma puta quando sentiu a pica entrando. A lubrificação da buceta facilitou a penetração. Continuei enfiando na xota até estar completamente dentro, o interior dela tava quentíssimo. Aí comecei a bombar meu pedaço de carne, me segurando na cintura dela e naquela bunda linda que eu apertava sem parar. As bombadas foram profundas e secas, ela se deixava penetrar, curtindo meus movimentos que faziam ela gozar gostoso. Em vários momentos, ela ajudava rebolando a bunda. Ficamos transando assim por vários minutos. até que ouvi a Alva ter um orgasmo gostoso, enquanto pedia pra eu não parar o ritmo da foda, pude sentir a gozada dela molhando minha pica por dentro. Aí, tirei minha pica de dentro dela, peguei na mão dela e levei pra cama, deitei ela, em um minuto tirei minha roupa, depois puxei a saia e a blusa dela, Alva ficou toda pelada, era muito gostosa mesmo, abri as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela, minhas chupadas e lambidas eram tão intensas e profundas que pude sentir o gosto da gozada anterior, os líquidos que a buceta dela jorrou eram amargos e eu engoli tudo. Ela pegou minha cabeça de novo e, num ato de tesão, esfregou contra a boceta dela, e eu aproveitei pra enfiar minha língua dentro da buceta dela, que já tava molhadona e aberta. Alva continuava gemendo e ofegando de prazer, até ter o segundo orgasmo dela. Depois de chupar a bucetinha dela, pedi pra ela ficar de quatro na cama. Era a posição que uma bunda daquelas merecia, ela tava com o rabo virado pra mim, pronto pra eu lamber. Lambi e chupei cada centímetro daquelas nádegas gostosas, parando no cuzinho dela e depois na racha, ela rebolava sentindo prazer com o oral que eu tava dando. A ponta da minha língua brincou com o cuzinho e tentei enfiar, mas ele tava bem apertadinho. Enquanto eu chupava, enfiei dois dedos na buceta dela e mexi num ritmo acelerado, fazendo uma punheta gostosa. Os dedos entravam até o talo, arrancando gritos de tesão da Alva. Ela já tava pronta! Em questão de segundos, me posicionei atrás e enfiei de novo fundo até minha pica inteira estar dentro do corpo dela. Me agarrei na cinturinha dela pra enterrar até o último centímetro de pica. Depois, fiquei metendo dentro dela com um vai-e-vem gostoso que fez ela gozar de novo nos minutos seguintes, os gemidos dela vinham junto com contorções das costas e da bunda, eu continuei entretido fodendo ela com força, era uma delícia meter minha pica enquanto admirava aquele par de nádegas gostoso. mexendo. Pouco tempo depois que ela veio, acelerei o ritmo buscando meu próprio clímax, e logo em seguida estava gozando dentro da bucetinha dela, que enchi com uma boa dose de esperma quente. Alva esfregou a bunda contra minha barriga, querendo tirar até a última gota de porra. Sem perder totalmente a ereção, coloquei ela de barriga pra cima na cama e subi em cima pra ela me chupar, ela fez um trabalho delicioso!, limpando todo o tronco do meu esperma e dos sucos vaginais dela. Quando terminou, desci meu pau pra penetrar ela de novo, as pernas longas dela se prenderam na minha cintura e começamos um ritmo selvagem de foda, com movimentos fortes pra dentro e pra fora. Procurei os peitos dela pra chupar enquanto comíamos gostoso, chupei cada peito incluindo os biquinhos, minha boca tentou sugar cada montanha carnuda e gostosa. Depois de um tempo, me separei dos peitos dela pra levantar a pélvis dela com minhas mãos debaixo da bunda, isso era pra ter a penetração máxima na buceta dela. Alva gritava de prazer. Estimulei o clitóris dela esfregando com meus dedos, Alva respirava fundo, mostrando que estava prestes a gozar de novo. Acelerei as bombadas do meu pau, e num gemido alto gozamos juntos, a buceta dela chapinhava entre porra e a ejaculação dos fluidos vaginais. Finalmente, desabei em cima dela, ainda com meu pau dentro. Até que foi encolhendo e virando nada. Ficamos assim por um bom tempo. Alva foi a primeira a levantar e ir ao banheiro se limpar. Eu fui atrás depois. Deitamos e dormimos até o amanhecer. De manhã, ao acordar, fodemos de novo antes de ir tomar café. Alva montou no meu pau, rebolando a bunda linda pra todos os lados. Até que me fez gozar dentro dela. –Gostou do bom dia que te dei?– ela disse com voz melosa. Tínhamos uma certa afinidade sexual, sem dúvida!. Durante o evento do dia seguinte, tivemos que disfarçar pra não levantar suspeitas com os colegas, considerando que todos Sabiam que ela era casada. Mas qualquer pausa ou descanso a gente aproveitava pra se encontrar no quarto e meter uma rapidinha ou fazer oral, seja chupando a bucetinha dela ou ela mamando minha pica, ou um 69. Em poucos minutos a gente se devorava. Não dava pra ficar a sós sem se desejar e se agarrar. Naquela noite continuamos nos pegando, meu objetivo principal era comer ela por trás pra apertar e amassar aquelas nalgas gostosas. Aconteceu algo super erótico na segunda noite: quando eu tava montando ela de quatro, o celular dela tocou, ela pegou na mesinha e era o marido. Ela fez sinal pra eu parar de meter, e eu parei. Ela atendeu e disse: — Oi, amor, tô aqui descansando no quarto —, — também te amo — (e a putinha com uma pica dentro da buceta). Mas isso me excitou, foi tão quente que continuei metendo nela mesmo ela fazendo sinal pra eu parar. Não obedeci, pelo contrário, comi ela com força e gosto. Ela gemia e tampava o fone do celular pra o corno do marido não ouvir os gemidos. No fim, ela se despediu rápido. — Você é foda! — ela disse. Continuei comendo ela até gozarmos gostoso. Naquela noite dormimos pelados de lado, enfiei minha pica na buceta dela e ficamos assim, claro que com o tempo minha pica murchou e saiu do buraquinho, mas foi sensacional. No dia seguinte foi o encerramento. Alva me deu o telefone dela, nos despedimos. Fiquei tentando contato nos dias seguintes, mas não conseguimos nos ver porque ela morava numa cidade muito longe. Era quase impossível se encontrar! Passou quase um ano, e a gente ainda se falava. Até que chegou de novo a data do novo planejamento e projeção da empresa. Iam usar o mesmo lugar, o mesmo hotel. Quinze dias antes, entrei em contato com a Alva pra dizer que tava louco pra ver ela de novo e ter ela na minha cama. Ela não recebeu a ligação com alegria. Notei que ela tava meio diferente. agora que a gente ia se ver de novo. –O que foi com você?- perguntei, não queria falar sobre isso, mas finalmente ela confessou: -É que eu tô grávida do meu marido- Fez-se um silêncio. -Tô de quatro meses- ela disse de novo. -Já tô satisfeito só de te ver- falei quase atônito. Foi assim. Durante o evento, fui procurá-la e a gente se encontrou no meu quarto, ela tinha uma barriguinha. Pedi pra gente conversar no meu quarto. Ela veio e a gente se abraçou com carinho. -Quero te comer agora- falei -Assim, grávida?- ela respondeu -Não tô nem aí!- respondi de volta. Deitei ela com cuidado na cama e tirei toda a roupa dela, vi que os peitos dela estavam maiores, chupei as pernas dela, os pés e os dedos de cada um, depois subi e chupei a buceta dela até ela gozar jorrando na minha boca, aí enfiei sem piedade, só tomando cuidado pra não colocar peso na barriga dela, levantei as pernas dela nos meus ombros e meti num ritmo suave que foi ficando selvagem aos poucos. Ela gemeu de novo, me pedindo desculpa pela gravidez, mas que o marido dela tava pedindo um filho, eu mandava ela calar a boca que não tinha nada pra perdoar, eu não era o marido dela. No auge da foda, pedi uma coisa: que ela ligasse pro marido. Ela hesitou um instante, mas eu repeti. Ela com meu pau dentro, discou o número no celular, ele atendeu e eles conversaram um pouco. Ele perguntou como ela tava, Alva respondia, isso me esquentou de novo como da outra vez e eu meti fundo com bombadas fortes, me abaixei com cuidado pra chupar os peitos dela que estavam maiores que o normal por causa da gravidez, ela teve que desligar a ligação e se despedir pra poder gemer à vontade por causa de um orgasmo que tomou conta dela e não se entregar. Apesar da barriga, a gente transou várias vezes durante esses dois dias. Normalmente ela ficava por cima de mim, assim conseguia controlar melhor a barriga e cavalgar meu pau do jeito dela. No segundo dia, eu falei De propósito, eu disse que perdoava a gravidez, mas que ela me desse a bunda dela. Ela não concordava muito, mas depois de eu esquentá-la, aceitou. Lubrifiquei bem o cuzinho apertado dela e penetrei até o fundo, desflorando aquele olhinho do cu dela, só minhas bolas ficaram pra fora enquanto eu a fodia com força. No começo, ela fez caretas de dor, mas depois pedia pra eu não parar de comer ela. Finalmente, gozei dentro do reto dela, enchi de esperma aquele buraquinho gostoso que já era meu. No ano seguinte, as ligações que eu fazia pra ela foram raras; ela tinha sido promovida, virou chefe de região. O filho dela já tinha quase sete meses quando nos vimos de novo na reunião anual, agora foi em outro hotel. Dessa vez, o marido deixou ela no hotel. Era tanta a nossa adicção e obsessão por transar nesses eventos que deixávamos o menino dormindo numa cama e comíamos na outra. Lembro que os peitos dela estavam enormes porque ela estava amamentando. Aliás, quando eu chupava aqueles peitões, às vezes sugava leite materno e tomava como um elixir delicioso. Dessa vez, só transamos duas vezes, uma sessão por noite. Depois dessa ocasião, nunca mais a vi. Ela pediu demissão da empresa, foi contratada por outra e nunca mais soube dela. Fim.
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