
Quando eu tinha uns 19 anos, uma vizinha e a irmã dela, ambas com uns 60 anos. Uma delas, a Emilia, me disse: "Vem aqui à tarde tomar um mate, que minha irmã foi pra casa da nossa prima". Ela não era muito bonita, mas eu sempre tinha batido muita punheta pensando nas duas. Essa era viúva, e eu já tinha visto ela tomando banho por um basculante... peitos normais e a buceta dela parecia uma delícia. Bom, cheguei lá perto das 4:30 da tarde, a gente conversou um pouco e começou a tomar mate. Contei pra ela que a vizinha do corredor, uma ruiva de 40 anos, andava nua pelo pátio à noite e eu via da minha varanda. Ela perguntou o que eu ficava olhando aquilo, e eu disse que me dava tesão e depois eu batia uma boa punheta. Ela riu, olhou pro meu volume que já tava durasso e falou: "Deixa eu ver isso". Rapidão eu puxei meu pau pra fora. "Uhhhh", ela disse, pegou na minha rola e começou a me masturbar. Falei que ia gozar, mas ela disse: "Não, vamos pro quarto". Ela passou no banheiro e eu fui direto pra cama, fiquei pelado e me cobri com o lençol. Ela entrou enrolada numa toalha, se meteu debaixo do lençol e começou a me chupar. Gozei na boca dela. Ela limpou a boca e meu pau com a toalha. Começou a me tocar, de repente se levantou e disse: "Agora me fode". Ela deitou e eu subi em cima dela, mas não conseguia enfiar, tava muito apertada. Então ela foi pegar creme, passou na buceta dela e no meu pau, e aí sim entrou tudo. A gente transou uns 15 minutos, ela gozou três vezes e na quarta foi junto comigo, os dois ao mesmo tempo. Fui no banheiro, quando voltei me deitei do lado dela e encostei meu pau na bunda dela. Ela disse: "De novo assim?" E eu: "É... sabe quantas punheta eu bati pensando em você?" Coloquei a ponta com um pouco de creme, ela não falou nada. Comecei a empurrar devagar, a cabecinha entrou primeiro, e depois fui até o talo... fiquei serrando até gozar. Fui me lavar, ela foi pra cozinha e a gente continuou tomando mate. Ela disse: "Isso é nosso segredo, ninguém pode saber". Na semana seguinte, comi a outra irmã. Irmã Maria contando de volta aquela história da outra vizinha que ficava andando pelada.
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