Continuação de "Os gêmeos 12. Aprendendo na penumbra
Damián dormia no beliche de cima, a irmã dele, Jessy, no de baixo. Quase colada, ficava a cama da Andrea, a mãe deles. Além das camas, tinha pouco mais, pouco cabia: só um fogão, uma geladeira velha e uns trecos. Pequeno, apertado, mas melhor ali do que na favela. Depois que o irmãozinho nasceu, o macho da mãe deles tirou eles da favela e pagava esse quartinho na Vila D, um subúrbio de classe média baixa, um bairro de velhos, onde os gêmeos ficavam sozinhos quase o dia inteiro. Até lá vinha o macho, quando conseguia escapar da mulher oficial, pra dar uma trepada na mãe e ver o bebê dele. Dos gêmeos, já com 16, ele nem ligava. Por sorte, o quarto dava pra rua, então Dami e Jessy passavam mais tempo sentados na calçada do que dentro do quartinho. Quando o cara vinha cedo, eles eram expulsos do quarto e preferiam sentar, jogar e conversar na calçada da casa ao lado, que vivia fechada. De dia, não queriam ouvir os gemidos da mãe nem as putarias que o cara falava pra ela. Andrea, nos seus 40, tinha um peitão do caralho e uma bunda espetacular, e nas poucas vezes que andava pelo bairro de braço dado com o macho dela, bem mais novo que ela, com aquelas legging velhas, apertadíssimas não por querer parecer puta, mas porque não tinha outras, o rebolado da bunda dela se destacava, como quem diz "olha o macho que eu como e olha o que meu macho come". Os gêmeos sacavam tudo, os dois adolescentes sabiam que, por mais raiva que desse ver a mãe deles com aquele cara, sem a grana do macho eles teriam que voltar pra favela e largar aquela escola atrasada, mas escola, pelo menos. Além disso, quando o macho ia embora, a mãe comprava pizza e cantava até de noite. Transar devia ser muito bom se a mãe ficava tão feliz.
Às vezes o cara ficava pra dormir, e por mais que vontade de arrebentar eles não faltasse, os gêmeos não podiam passar a noite na calçada. Então o bebezão ia dormir com a Jessy e a cama ficava pro "padrasto" dela e pra Andrea. Naquela noite a Andrea cozinhava alguma coisa mais ou menos boa, nada de salsicha nem hambúrguer pro seu macho, e o cara trazia um tetra ou uma breja.
Assim que apagavam a luz, começavam as risadinhas e os cochichos: "jiji, nãooo, espera eles dormirem, ai, não seja bruto, nãooo, tira a mão daí, nãoo, jiji". Os gêmeos ficavam parados, imóveis nas camas. Tinha que ver o que deixava a mãe tão feliz.
O show não demorava pra chegar, a luz dos postes da rua que entrava pela janela entreaberta pra não morrer de calor era mais que suficiente pra ver tudo que rolava na cama, então, duros pra não fazer o colchão chiar, os gêmeos olhavam em silêncio.
Os peitos voluptuosos da Andrea abrigavam a pica, que pra eles parecia enorme, do macho da coroa dela, e a Andrea apertava eles pra aumentar a pressão na pica. Dos peitos pra boca, sempre, e aquele barulho de chupada, e as tossidas da Andrea, enquanto o macho agarrava ela pelos cabelos e metia furiosamente na boca dela. Às vezes ele gozava e eles se acalmavam um pouco por um tempo.
- Você gostou, vadia?
- O que a bruxa te dá de comer pra sua porra ter um gosto tão ruim?
—Feio, por isso que cuspiu, né? Mas tu engole tudo e ainda limpa meu palito.
—Porque é a porra do meu macho! —murmurava a mãe, se levantando e apertando as nádegas peludas do seu jovem amante.
—Para, não me arranha, que se a bruxa perceber, vai dar uma merda danada.
Se não tinha gozo na boca, com certeza continuava usando a buceta, Andrea de pernas abertas, duras e fortes do trampo, apesar dos seus quarenta e tantos, o moleque, com a virilidade dos seus 23 anos e as horas de academia, metendo nela igual um animal enquanto mordiscava os mamilos com gosto dos sucos da pica dela e Andrea gemia e ele bufava e os gêmeos, olhos imensos, pra transformar a penumbra em sol, Dami com a mão direita se esfregando a pica e Jessy com dois dedos mimando o clitóris. Cada um do seu jeito, comia e gozava, Andrea com o moleque, o moleque com Andrea, Jessy com uma pica sem rosto que penetrava ela devagar, e Dami, Dami se sentia estranho, às vezes pensava na buceta que tinha mais perto, mas não, nunca, jamais, não podia, e às vezes fechava os olhos e via uma pica escura e sonhava abrir os lábios e saborear ela igual sua mãe, mas não, nunca, jamais, não podia.
Se tivesse gozo na boca, com certeza depois de um tempo ouviam "vira", a cama rangia, os lençóis voavam, as bundas imensamente brancas da Andrea iluminavam o quarto, a cabeça do macho sumia entre as duas nádegas e logo começavam a sentir o chapinhar.
A primeira impressão dos gêmeos foi sentir nojo, mas pelo jeito que os dois gemiam, devia ser bom pra caralho chupar aquele cu.
Depois o cara se levantava e a Andrea colocava o travesseiro debaixo do quadril dela. Dami e Jessy conseguiam ver então aquele pau grosso e duro em todo o seu esplendor, e, estranhamente, as duas sentiam um formigamento na bunda, que doideira! Ele apoiava as mãos no colchão e começava a descer, primeiro um gemido, depois o primeiro "ai, love, cada vez você tá mais grosso, como dói!", e o "aguenta, puta, que você pelo cu gosta mais do que pela boceta", — E é por isso que você tá comigo, né? Pelo jeito que eu aguento no cu —, — siiiim, Andre, você sabe que não vivo sem arrebentar sua bunda —, — arrebenta, guy, ai, ai, assim, ahhh, já sinto suas bolas, ahhhh —
Damy e Jessy acompanhavam devagar com suas cadeiras os movimentos do cara, a mão de Jessy tinha ido pra trás, a da Dami continuava no pau e devagar, sem fazer barulho, levava à boca cada gotinha de porra que saía da rola.
A cama rangia que nem carro desgovernado, homem e mulher gemiam, trocavam putaria, se esqueciam completamente que os gêmeos "dormiam" na cama do lado. E os dois adolescentes se masturbavam, foda-se!, com todo aquele barulho da cama, só a Jessy sabia o que o Dami tava fazendo e o Dami o que a Jessy tava fazendo.
Certeza que no café da manhã tinha conta pra pagar e depois mandavam eles fazer algum trampo longo. Quando voltavam, a mãe já tava sozinha e meio tristonha, com aquele cheiro de sexo que ficava na boca depois do boquete de despedida, desesperada, furiosa, engolindo com orgulho aquele jato final de porra, aquela porra que tirava daquela mina que ela não conhecia, mas sabia que com a bunda dela tava vencendo, engolia secando os ovos do macho dela pra ele não comer aquela mina que era a esposa oficial dele, ela, a coroa, cagando pra mina, ela, a favelada, cagando pra patricinha.
Às vezes, numa tarde sozinhas no quarto enquanto a Andrea trabalhava e elas cuidavam do irmãozinho, na cama da mãe, a Damy chupou a buceta da Jessy, outras vezes a Jessy chupou a buceta da Damy, nenhuma das duas sentiu nada, só uma estranha sensação de culpa que durou vários dias. (Continua)
Damián dormia no beliche de cima, a irmã dele, Jessy, no de baixo. Quase colada, ficava a cama da Andrea, a mãe deles. Além das camas, tinha pouco mais, pouco cabia: só um fogão, uma geladeira velha e uns trecos. Pequeno, apertado, mas melhor ali do que na favela. Depois que o irmãozinho nasceu, o macho da mãe deles tirou eles da favela e pagava esse quartinho na Vila D, um subúrbio de classe média baixa, um bairro de velhos, onde os gêmeos ficavam sozinhos quase o dia inteiro. Até lá vinha o macho, quando conseguia escapar da mulher oficial, pra dar uma trepada na mãe e ver o bebê dele. Dos gêmeos, já com 16, ele nem ligava. Por sorte, o quarto dava pra rua, então Dami e Jessy passavam mais tempo sentados na calçada do que dentro do quartinho. Quando o cara vinha cedo, eles eram expulsos do quarto e preferiam sentar, jogar e conversar na calçada da casa ao lado, que vivia fechada. De dia, não queriam ouvir os gemidos da mãe nem as putarias que o cara falava pra ela. Andrea, nos seus 40, tinha um peitão do caralho e uma bunda espetacular, e nas poucas vezes que andava pelo bairro de braço dado com o macho dela, bem mais novo que ela, com aquelas legging velhas, apertadíssimas não por querer parecer puta, mas porque não tinha outras, o rebolado da bunda dela se destacava, como quem diz "olha o macho que eu como e olha o que meu macho come". Os gêmeos sacavam tudo, os dois adolescentes sabiam que, por mais raiva que desse ver a mãe deles com aquele cara, sem a grana do macho eles teriam que voltar pra favela e largar aquela escola atrasada, mas escola, pelo menos. Além disso, quando o macho ia embora, a mãe comprava pizza e cantava até de noite. Transar devia ser muito bom se a mãe ficava tão feliz.
Às vezes o cara ficava pra dormir, e por mais que vontade de arrebentar eles não faltasse, os gêmeos não podiam passar a noite na calçada. Então o bebezão ia dormir com a Jessy e a cama ficava pro "padrasto" dela e pra Andrea. Naquela noite a Andrea cozinhava alguma coisa mais ou menos boa, nada de salsicha nem hambúrguer pro seu macho, e o cara trazia um tetra ou uma breja.
Assim que apagavam a luz, começavam as risadinhas e os cochichos: "jiji, nãooo, espera eles dormirem, ai, não seja bruto, nãooo, tira a mão daí, nãoo, jiji". Os gêmeos ficavam parados, imóveis nas camas. Tinha que ver o que deixava a mãe tão feliz.
O show não demorava pra chegar, a luz dos postes da rua que entrava pela janela entreaberta pra não morrer de calor era mais que suficiente pra ver tudo que rolava na cama, então, duros pra não fazer o colchão chiar, os gêmeos olhavam em silêncio.
Os peitos voluptuosos da Andrea abrigavam a pica, que pra eles parecia enorme, do macho da coroa dela, e a Andrea apertava eles pra aumentar a pressão na pica. Dos peitos pra boca, sempre, e aquele barulho de chupada, e as tossidas da Andrea, enquanto o macho agarrava ela pelos cabelos e metia furiosamente na boca dela. Às vezes ele gozava e eles se acalmavam um pouco por um tempo.
- Você gostou, vadia?
- O que a bruxa te dá de comer pra sua porra ter um gosto tão ruim?
—Feio, por isso que cuspiu, né? Mas tu engole tudo e ainda limpa meu palito.
—Porque é a porra do meu macho! —murmurava a mãe, se levantando e apertando as nádegas peludas do seu jovem amante.
—Para, não me arranha, que se a bruxa perceber, vai dar uma merda danada.
Se não tinha gozo na boca, com certeza continuava usando a buceta, Andrea de pernas abertas, duras e fortes do trampo, apesar dos seus quarenta e tantos, o moleque, com a virilidade dos seus 23 anos e as horas de academia, metendo nela igual um animal enquanto mordiscava os mamilos com gosto dos sucos da pica dela e Andrea gemia e ele bufava e os gêmeos, olhos imensos, pra transformar a penumbra em sol, Dami com a mão direita se esfregando a pica e Jessy com dois dedos mimando o clitóris. Cada um do seu jeito, comia e gozava, Andrea com o moleque, o moleque com Andrea, Jessy com uma pica sem rosto que penetrava ela devagar, e Dami, Dami se sentia estranho, às vezes pensava na buceta que tinha mais perto, mas não, nunca, jamais, não podia, e às vezes fechava os olhos e via uma pica escura e sonhava abrir os lábios e saborear ela igual sua mãe, mas não, nunca, jamais, não podia.
Se tivesse gozo na boca, com certeza depois de um tempo ouviam "vira", a cama rangia, os lençóis voavam, as bundas imensamente brancas da Andrea iluminavam o quarto, a cabeça do macho sumia entre as duas nádegas e logo começavam a sentir o chapinhar.
A primeira impressão dos gêmeos foi sentir nojo, mas pelo jeito que os dois gemiam, devia ser bom pra caralho chupar aquele cu.
Depois o cara se levantava e a Andrea colocava o travesseiro debaixo do quadril dela. Dami e Jessy conseguiam ver então aquele pau grosso e duro em todo o seu esplendor, e, estranhamente, as duas sentiam um formigamento na bunda, que doideira! Ele apoiava as mãos no colchão e começava a descer, primeiro um gemido, depois o primeiro "ai, love, cada vez você tá mais grosso, como dói!", e o "aguenta, puta, que você pelo cu gosta mais do que pela boceta", — E é por isso que você tá comigo, né? Pelo jeito que eu aguento no cu —, — siiiim, Andre, você sabe que não vivo sem arrebentar sua bunda —, — arrebenta, guy, ai, ai, assim, ahhh, já sinto suas bolas, ahhhh —
Damy e Jessy acompanhavam devagar com suas cadeiras os movimentos do cara, a mão de Jessy tinha ido pra trás, a da Dami continuava no pau e devagar, sem fazer barulho, levava à boca cada gotinha de porra que saía da rola.
A cama rangia que nem carro desgovernado, homem e mulher gemiam, trocavam putaria, se esqueciam completamente que os gêmeos "dormiam" na cama do lado. E os dois adolescentes se masturbavam, foda-se!, com todo aquele barulho da cama, só a Jessy sabia o que o Dami tava fazendo e o Dami o que a Jessy tava fazendo.
Certeza que no café da manhã tinha conta pra pagar e depois mandavam eles fazer algum trampo longo. Quando voltavam, a mãe já tava sozinha e meio tristonha, com aquele cheiro de sexo que ficava na boca depois do boquete de despedida, desesperada, furiosa, engolindo com orgulho aquele jato final de porra, aquela porra que tirava daquela mina que ela não conhecia, mas sabia que com a bunda dela tava vencendo, engolia secando os ovos do macho dela pra ele não comer aquela mina que era a esposa oficial dele, ela, a coroa, cagando pra mina, ela, a favelada, cagando pra patricinha.
Às vezes, numa tarde sozinhas no quarto enquanto a Andrea trabalhava e elas cuidavam do irmãozinho, na cama da mãe, a Damy chupou a buceta da Jessy, outras vezes a Jessy chupou a buceta da Damy, nenhuma das duas sentiu nada, só uma estranha sensação de culpa que durou vários dias. (Continua)
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