Na banca de jornal

Mais uma das minhas experiências, dessa vez bem forte.
Pra quem não sabe, na Argentina, "canillita" é como chamam quem trabalha nas bancas de jornal. Como devem saber, no centro tá cheio deles.
Tudo começou quando comecei nesse trampo na capital, como não conhecia a área, não fazia ideia de onde almoçar. Um dia, fui entregar um pedido na quadra de lá e, na volta, cruzei com a canillita — vamos chamar ela de Caro (pra manter a privacidade).

Caro é uma gostosa com cara de quem manda, branquinha bonita, cheinha mas com curvas e um par de tetas enorme, especial pra um boobs fuck.
Cumprimentei a Caro numa boa e ela engatou no meu salve. Acontece que ela tava com um amigo, e os dois me interrogaram sobre onde eu trabalhava. Contei tudo, e como o amigo dela tava no meio, ela me deu um cartão de contato — o cartão de trabalho dela.

Voltei pro trampo e, num momento do dia, anotei o número dela e comecei a conversar. No fim, ela é solteira e ficou doida por mim. Foi uma conversa normal, mas no dia seguinte fui lá continuar o papo e percebi que ela era perversa. Não parava de olhar pro meu volume, e até um dia fez um comentário sobre isso com uma amiga da área, outra trabalhadora de lá.

Caro: E aí, veio de aniversário?
Eu: Não, por quê? — Estranhei o comentário.
Caro: Digo pela velinha. — Sorriu e começou a desviar o olhar.
Eu: E eu ando sempre assim, só preciso dos balões e já temos a festa. — Soltei o comentário sem escrúpulo.
Caro: Apaa, tô convidada pro aniversário? — Corada.
Eu: Quando quiser, vem e a gente faz uma festinha.

E lá no fundo vinha a amiga e o amigo enchendo o saco, então aproveitei e vazei.
Continuamos conversando por mensagem e os dois queriam, mas por causa dos nossos trampos, não dava pra ser doida e arriscada. Combinamos de aparecer de manhã cedo, antes de começar o expediente.

Caro: Nunca estreiei minha guarita, tá meio bagunçada.

Eu: Não me incomodo com bagunça, cê devia Se preocupar com a bagunça.
Caro: Aaay cê acha?? Olha que eu não deixo escapar nada não.
Eu: Olha que é muita gostosa, cê vai tomar tudo??
Caro: Vou mandar até o fundo e você soltar toda a porra na garganta.

Tudo isso vinha no trem indo me encontrar com ela e me surpreendeu esse nível de perversidade, coisa que me encantava e me deixava toda mais excitada. Desci do trem e peguei o ônibus o mais rápido possível, no caminho ia com uma ereção enorme só de pensar no que ia rolar e o que rolou... foi melhor do que eu podia imaginar. Umas quadras adiante no busão o celular toca:

Caro: Cheguei, tá um frio
Eu: Tô a três quadras, já chego, vou te dar um negócio pra te esquentar quando eu chegar.
Caro: Entre o aquecedor e você, vou acabar super quente. Bate duas vezes, te espero.
Eu: Fechou, gostosa, já cheguei.

Cheguei quase correndo, tanto pela pressa quanto pela emoção, bati duas vezes e entrei na guarita distinta de verde escuro, ela estava do outro lado com uma luz branca fraca e um aquecedorzinho de lado. Entrei e fechei a porta.

O espaço era pequeno, mas os dois sabíamos que não ia ser problema, enquanto eu me aproximava dela decidido a me afundar naqueles lábios delicados, ela me olhava com uma cara de desejo, como se tivesse conseguido o que queria.

Começamos a nos entrelaçar com a língua e no silêncio daquela rua, naquela madrugada, só se ouvia os pequenos estalos dos beijos. Ela, sem perder tempo, pega na minha pica por cima da calça e começa a esfregar de cima pra baixo, eu não ia ficar pra trás e devolvi o toque por cima da legging preta meio transparente dela.

Caro: Finalmente vou poder ver essa pica que você tem. – Ofegante e excitada pela situação.
Eu: Que gulosa que você é. Quer ver ela inteira?? Abaixa. – Falei num tom de ordem.
Caro: Sim, lindo. – Obedeceu e se abaixou bem submissa.

Tirei a pica pra fora e coloco bem na cara dela. percorrendo o rosto dela, minhas bolas no queixo dela e por toda a parte do meio da cara dela. Dava pra sentir a respiração quente dela nas minhas bolas e uns beijinhos começaram a aparecer, deixando meu pau mais duro. Depois disso, ela preparou a bundinha minúscula pro que eu esperava.

Caro: Que pau lindo e grande que você temmm. — enquanto segura firme no tronco e apoia os lábios no freio do meu pau.

Ela abaixa a legging e a calcinha até os tornozelos e, com o espaço reduzido, se ajoelha e abre as pernas com uma mão na buceta e a outra na base do meu pau. Nunca esqueço a cena seguinte: ela olhou nos meus olhos e disse:

Caro: Tô com fome do teu pau, vou comer ele todinho. — Lambeu os lábios devagar.

Passou a língua em volta da minha cabeça, deixando pequenos espaços babados, e começou a enfiar até o fundo. Eu tava no céu com aquela chupada de pau incrível, uma das melhores. Ela ia até a base e colocava a língua pra fora, com a pontinha acariciando minhas bolas — uma habilidade foda, tenho que admitir. Ela gemia enquanto chupava e se tocava com dois dedos.

Caro: Deus, que delíciaaaa.

Eu: Vai mais uma vez até o fundo, gostosa.

Caro: Assim??? — Com um jeito safado, foi até o fundo.

Eu: Uff, assim. — Segurei firme atrás da cabeça dela e comecei a comer a boquinha dela de verdade.

Caro: Aaaah (com pequenas fungadas, mal conseguia falar).

Caro: Aagh... que... gostoso... Neném.

Depois de 15 segundos, deixei ela respirar.

Eu: Vou te partir ao meio, putinha. — Peguei na mão dela, levantei e virei ela. Queria fazer de tudo, mas o espaço me dava uma raiva. Ela tirou uma camisinha e eu entendi a situação — era daquelas ultrafinas (não vou falar a marca, mas vocês imaginam). Dava pra ver que na carteira dela sempre ia ter camisinha, hahaha. Coloquei a camisinha e apoiei ela contra a parede da guarita.

Eu: Vou te devolver essa chupada de pau foda. Você me deu um bebê, aqui está sua vela.
Caro: Aiiii sim, por favor, enfia em mim, não aguento mais. — Suplicava com prazer.
Apontei pra buceta dela e brinquei na entrada sem penetrar, via ela se mexer igual minhoca. Depois de brincar, enfiei até o fundo sem avisar.
Caro: Aaaai filha da puta... adorei, me viola.
Eu: Que puta você é, pena que não temos tempo, mas vou deixar você com vontade de querer mais. — Enquanto metia com tudo e sentia a cama balançar toda.
Caro: Aaaai sim, já quero mais... Aaai que gostoso você se mexe.
Eu já tava no final, tirei a pica no meio da foda.
Caro: Não para, não me deixa assim, por favor, eu já tava chegando.
Eu: Implora, puta. — Falei dominante.
Caro: Me come, por favor, enfia esse pedaço, quero ser sua puta, por favor... Mete.
Sem controle, comecei a meter com o que me restava de energia, dava pra ouvir aquele som gostoso de tapas com muito barulho. Não tinha reparado até aquele momento, mas o chão tava todo molhado e escorria pelas pernas dela.
Caro: Tô gozandooo... aaai sim... Sim, vai, não para... já acabei.
Eu: Toma, puta. — Ofegante, segurei o pescoço dela e tapei a boca.
Caro: AAAAAAAAH Hmpppp..SIIIII.
Das pernas dela começou a cair um tsunami de água e o chão ficou encharcado, ela apertou minha pica de um jeito que eu já tinha o gozo na ponta.
Eu: Agora é minha vez, puta.
Caro: Sim, bebê, quero gozo. — Ela vira, se ajoelha, levanta a camiseta e abaixa o sutiã, mostra aqueles peitos espetaculares com pontas rosadas e auréolas quase da mesma cor.
Vendo aquilo, ela agarra minha pica na hora, tira a camisinha e engole. Eu começo a comer a boquinha dela, vejo Caro começar a lacrimejar e engasgar com minha pica.
Eu: Vou fazer você engasgar com meu gozo, aaaah. — Ofegante, extasiado.
Caro: Aaawp sim... — Engasgando enquanto a baba escorre pelo queixo dela.
Soltei todo o gozo nela e tirei, mandei ela segurar os peitos e joguei o que sobrou nos peitos dela. Ela começou a brincar com a porra na boca e me olhava, engoliu tudo.
Caro: Porra, a quantidade de porra que você gozou, filho da puta kkkk. – Dando grandes baforadas de ar
Eu: Mostra sua boquinha pra mim. – Também tentando respirar.
Ela mostrou a língua e, como se fosse igualzinho ao pornô, me mostrou que não tinha nada na boca, tipo head master. Pegou a porra que tinha sobrado nos peitos e espalhou entre aqueles balões fantásticos.
Caro: Quero mais na próxima.
Eu: Se não fosse o trampo, foda-se tudo o que você quiser, putinha. Vamos ver quando rola de novo.
Antes de ir, olhei pra ela, vi a bagunça que fizemos, o rosto dela com maquiagem borrada, vermelha de calor, o chão molhado pelos fluidos dela. Uma zona completa... tudo isso em 40 minutos que pareceram eternos. Meu coração batia a mil, dei um selinho nela e saí da guarita.
Assim que saí, fui até a próxima quadra e entrei no meu trampo. Mais tarde, levei um pedido na rua dela e lá estavam os amigos dela. Cumprimentei ela como sempre, mas dessa vez nos nossos olhos escondia um desejo sexual silencioso.

Com certeza, uma experiência muito boa.
Valeu por ler e até a próxima num outro relato.

2 comentários - Na banca de jornal

Muy buen relato... mira q subiste 2 veces una parte del relato. Te aviso por si queres editarlo... saludos
Gracias crack