Javi

No dejes de pasar por mi mejor post

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No te vas a arrepentir!


JAVI

Había estado con muchos hombres en mi vida, pero sin dudas Javier sería diferente, alguien que dejaría una marca, un antes y un después.
Me había cruzado con él en unos de esos sitios de citas casuales, uno de los tantos por los que solía deambular buscando alguien compatible conmigo, sitios que generalmente me traían más problemas que beneficios, primero encontrar a alguien de mí misma ciudad, después, compartir un interés común, y luego, lo más difícil, ser compatibles.
Había pasado ya por muchos fiascos, personas que no eran quienes decían ser, personas que publicaban fotos de la web, personas que solo estaban para pasar el rato y me hacían perder el tiempo, en resumen, prefería el encuentro a la antigua, en algún boliche, en algún sitio real, lejos de la web.

Pero Javier me había parecido diferente, premonición. No vivía muy lejos de mi barrio, respondió rápido, cambiamos algunos chats y fui directo al objetivo, sin rodeos, un poco de buen sexo.
Por qué lo había elegido? fácil, si las fotos eran reales, pues tenía una pija hermosa, enorme, cabezona y lo que más me gustaba, bien gorda, que seguro me enloquecería al sentirla adentro.
Cambiamos contactos y nos pusimos de acuerdo cambiando palabras por WhatsApp.
Así fue, rápido, sencillo, sin preámbulos ni mucho más por contar.

Javier me había preguntado si conocía el parque de los Inocentes, un predio que estaba a media hora de casa en auto, así que si, no tendría inconvenientes, solo me pareció raro el lugar de encuentro en ese momento, pero sería una de las tantas rarezas que descubriría en él.
Al primer contacto visual me pareció un chico atractivo, de cabellos lacios, con un corte moderno, barba bastante corta, bien prolija, que a los rayos del sol se tornaba un tanto colorada, tenía unos ojos color miel muy llamativos y unas gruesas cejas muy marcadas. Era casi de mi estatura, y yo soy de estatura entre media y alta, de contextura armónica, a pesar de las prendas que cubrían su cuerpo pude distinguir una anatomía privilegiada, una sonrisa se marcó entre sus labios al verme

Vos sos Ricardo, o Ricky, cierto?

Fueron las primeras palabras, en ese atardecer cuando el sol moría en el horizonte, me tendió la mano como un caballero y cuando yo se la aferré fuerte con la mía entendí que estaba preso de su trampa, puesto que ya no me la soltó. Javier me arrastró a su lado y me forzó a que le acariciara la verga por sobre las ropas, me dio un poco de pudor puesto que estábamos en un lugar púbico y si bien no había muchas personas, esas cosas siempre me ponían en alerta, no es que no me gustarán, solo me sabían peligrosas.
Él tenía un jogging de algodón en color gris oscuro, y se me hizo excitante sobar su paquete, más al notar como su verga crecía rápidamente marcándose de una manera muy llamativa, él me observaba a los ojos quemándome con su perversa mirada, y yo solo me perdía en la situación, al punto de olvidarme de la peligrosidad del entorno.
Volvió a tomar mi mano y esta vez la llevó bajo su slip y pude palpar la generosidad de lo que cargaba, era gorda, llamativa y todo se fue de control

Con disimulo la sacó de su escondite, que rica y hermosa se veía, lo seguía masturbando y mis ojos caían con peso a su hermosa pija, se la acariciaba con ganas y mi boca se inundaba con saliva de deseo, mi culito goloso latía esperando su oportunidad, quise arrodillarme a sus pies para chupársela, pero él lo impidió, solo así, solo con mis manos.
Ahí estuvimos un rato, frente a frente, en silencio, con el calor del pecado en mi mano derecha, tan grande, tan preciosa, tan deseable. Los ojos de mi acompañante de pronto se cerraron con fuerza y sentí como sus espasmos lo sacudían de repente, solo hice lo que sabía hacer, entregado, sumiso, su leche caliente saltó con fuerza para ir a parar al verde césped, uno, dos, tres chorros, hasta que no salió más nada y las últimas gotas pegajosas chorrearon por su glande y por mi mano.

Recobré la calma y revisé con disimulo mi entorno, para asegurarme que nadie estuviera observando, no sabía cómo seguiríamos, solo esperé en silencio, pasando mi lengua a modo de limpiar mi mano y saber a qué sabía mi casual compañero, yo tenía un dolor punzante entre mis piernas, bajo el pantalón, y miles de preguntas rodando por mi loca cabeza.
Pero Javier solo recuperó su respiración para guardar su verga ya en reposo en su sitio
Solo dijo

Suficiente por hoy, estuvo bien para empezar, yo te llamo.

Me hizo un guiño de ojos, dio media vuelta y partió caminando, lo vi alejarse y ahí me pasó lo que siempre me pasaba, las palabras se me anudaron en la garganta y ya no salieron, acaso era todo? y que había de mí? deseaba descargar mi calor y él así me había dejado, una mierda.


JaviVoltei pra casa com um ódio misturado com frustração, não era assim que eu tinha imaginado as coisas, me enfiei facas, com certeza não tinha sido o que ele esperava, muitas vezes já tinha passado por essa situação de não estar à vontade com meu parceiro de momento, só que eu sabia sair do jogo sem machucar, mas o Javier...

Jantei sozinho, como sempre, pensando no que tinha acontecido, olhava em vão pro meu celular ali do lado da mesa esperando alguma coisa que me fizesse mudar de ideia, mas nada, pensei em ser eu quem entrasse em contato de novo, mas ainda tinha um pouco de orgulho, mas é que o Javier, que pica linda o Javier tinha...

Antes de ir pra cama olhei pela última vez pro meu celular, mas nada, nadinha mesmo.

Fui buscar meus brinquedos, escolhi entre os muitos que tenho um com as mesmas proporções da pica do Ricardo e só me animei a voar com a imaginação.

Comecei a chupar, bem gostoso como teria chupado a dele, imaginava a cabeça do pau dele na minha boca tão gostosa, enchia de saliva e enfiava tão fundo que dava ânsia, mas não importava, sentia minha garganta esticar a cada enfiada daquele brinquedo e abusava do jogo chegando naquelas bolas de plástico, me indicando que já tinha tudo dentro.

Não aguentava mais, me masturbei com força sem parar de enfiar aquele brinquedo na boca, imaginando que era a do Javier e já não consegui segurar.

Quando terminei estava pelado na cama, com a barriga e o peito encharcados de porra e suor, com a respiração ofegante e a garganta dolorida por causa do abuso. Só assim consegui pegar no sono.

Passou um dia, dois, três, uma semana, e em pouco tempo já começava a esquecer dele quando, sem pensar, ele me ligou uma manhã, queria que a gente conversasse, aceitei por um gesto de cortesia, mas com medo de que depois, de novo, ele se esquecesse de mim.

Javier chegou pontual no meu apartamento, com algumas contas debaixo do braço, convidei ele pra entrar, preparei um café com leite como ele pediu e um copo de leite gelado pra mim.

nos sentamos frente a frente, e começamos a conversar, mas na verdade foi quase um monólogo da parte dele. Javier era o clássico cara de dupla vida: tinha uma esposa que amava, doze anos de casado, um menino de sete e uma menina de quatro, morava não muito longe do meu apartamento, trabalhava num projeto pessoal e familiar que garantia seu sustento, tinha um cachorro chamado Buffy e um papagaio tagarela, gostava da natureza, dos jogos de futebol e de sair pra caminhar de manhã, bem quando o sol nascia no horizonte. Me contou do seu mau humor, do vício em cigarro e do seu amor por música em espanhol, dos seus sonhos, dos seus fracassos e... dos seus amores... Veio o assunto das amantes, ele disse que era feliz do jeito que era, mas por acaso uma vez tinha transado com outro rapaz. Não era pra ter significado nada, já que tinham combinado uma grana e seria só isso, mas naquele encontro ele percebeu que não seria só o pagamento que receberia – também assumiu que tinha gostado, e adorou o bumbum daquele garoto, e foi tentador demais pra não repetir. E foi o primeiro, e veio um segundo, e um terceiro, e já não dava mais pra parar. O Javier secreto, o das sombras, o que curtia seu papel de macho com outros machos... e aí apareci eu...sexoEle me disse que me achava muito atraente, muito sincero, mas que eu entendesse que ele lutava com seus próprios demônios, que não conseguia carregar essa vida dupla com gostos tão diferentes, e o peso na consciência, olhar nos olhos da esposa, dos filhos, da mãe...

Não aguentei mais, simplesmente fui até onde ele estava, sentei no colo dele e o beijei fundo, muito fundo, para calar suas palavras com meus lábios. Percebi que ele se dissolveu na minha boca, percebi que as barreiras caíram, percebi que ele se entregou ao jogo. Javier despiu meu torso e começou a beijar meu peito, a mordiscar meus pequenos mamilos, e o calor de dois corpos se esfregando nos invadiu de repente. Nos levantamos por um instante para nos despirmos com urgência.

Javier e eu éramos opostos. O pau dele era enorme, o meu pequeno. Ele era bem peludo, com pelos masculinos, eu me depilava completamente, até a bunda. Era óbvio que "ele seria ele" e "eu seria ela".

Javier se sentou abrindo as pernas, com seu pau delicioso ereto, muito sexual, muito quente. Fui fazer meu trabalho. Sentei no meio, peguei ele com uma mão e acariciei suavemente. Beijei suas bolas por um bom tempo, beijos longos e suaves. Fiz ele desejar e, pra ser sincero, eu também desejava. Subi um pouco e mais um pouco, com pequenos beijos, minúsculos, deixando minha respiração agitada sobre sua pele, subindo lentamente até a ponta, mas sem chegar lá. Desci de novo, soltei a língua como uma cobra e percorri de novo, tão gostoso, tão macio!

Parei então na cabeça do pau dele, vermelho-escuro, lindo. Lambi uma e outra vez, em círculos, coloquei um pouco na boca e mais um pouco.

O frenesi e a loucura foram nos invadindo aos poucos. Javier me dizia que eu chupava muito gostoso, me pegava pela nuca e me levava a uma penetração mais profunda. Não me incomodei porque era exatamente o que eu queria fazer. Eu queria tudo, e empurrei mais e mais, fazendo ele atravessar minha garganta, mesmo com lágrimas caindo, mesmo engasgando, mesmo sem... Pudesse respirar, não importava, a penetração profunda fez meu nariz esbarrar no seu púbis e passar minha língua pelos seus testículos, lindos demais para deixar escapar.

Javier gemia a cada penetração profunda, e eu empurrava cada vez mais fundo, e não pensava em parar, não pararia.
Só chupava ele e me masturbava com força, era excitante, parecia sentir a cabeça do pau dele no meu esôfago, e ele me encorajava a continuar, e de repente, veio o melhor: o pau dele contraiu e começou a explodir, um melado grosso e consistente começou a descer lá no fundo, até começou a escorrer pelos buracos do meu nariz, foi tão potente que eu mesmo comecei a gozar, sujando o chão e tudo em volta.

Me afastei com a respiração ofegante, saboreando um gosto profundo de porra, exausto, mas com o dever cumprido.
Javier então me pegou e me deitou sobre a mesa, levantou minhas pernas e, embora ele tivesse um pau muito grosso, na verdade meu cu era guloso e bem treinado, ele só mirou e enfiou, me fazendo gritar, que delícia que foi, tudo dentro, tanto quanto eu tinha desejado, e ele começou a se mover muito gostoso.
Eu gemia com as pernas abertas nos braços dele, por baixo dos meus joelhos, ele me fazia desejar, enfiava devagar até o fundo e depois tirava tudo, enfiava devagar de novo e tirava de novo, sabia que ele estava olhando meu cu todo aberto e isso me excitava, eu adorava ser a putinha dele, além disso, ele me masturbava com vontade e sentir a mão dele no meu pau era uma delícia.

Ele mudou a jogada, me pegou pelas costas e me levantou no ar como se eu fosse uma garota, me enrolei no corpo dele e ficamos só nas pernas fortes e masculinas dele, ele me deu com veemência, ele era muito macho, e eu, sua menina.
Continuou até que a força dos braços e pernas dele chegou ao limite da resistência, então me baixou e me levou de novo para a mesa, só que, agora de costas, empinei a bunda, perguntei se ele Adorava minha bunda lisinha enquanto se preparava para me enfiar de novo, vi o brilho nos olhos dele e ele enfiou tudo outra vez, me dava palmadas na bunda e falava umas coisas gostosas.

Minha rola tinha ficado presa entre a bancada e minha própria barriga e pelo atrito das enfiadas senti que ia gozar a qualquer momento.

E foi assim, muito gostoso, com o prazer indescritível da carne dele enchendo meu cu comecei a jorrar porra que nem um animal, gemendo que nem uma gatinha no cio, apertando a rola dele com as contrações involuntárias do meu esfíncter.

Javier também não ia aguentar muito mais, mas ele, na hora H, tirou a rola do meu cu, apoiou uma das mãos nas minhas costas e com a outra se masturbou, foi incrível o jeito de propósito que ele gozou bem pertinho do meu bum, senti os jorros quentes banhando toda a entrada da minha caverna dilatada e como aos poucos escorria pelas minhas nádegas e pelos meus testículos.

O arfar e os tremidos com batidas na minha pele, bem quentes, depois senti ele passar a cabeça pelo sêmen e por último enfiava tudo de novo, ele fez mais algumas vezes até que senti ele perder a ereção.gayMeu boy tinha que ir trabalhar, a gente se arrumou um pouco, trocou de roupa e antes de sair ele me deu um beijo profundo na boca que me desmanchou toda.

À noite, sozinha na cama, a gente se falou pelo chat. Ele estava com a mulher dele na cama, mas tinha intimidade suficiente pra conversar comigo. Disse que tinha adorado muito. Pedi fotos do pau dele, ele mandou várias em preto e branco e eu fiquei só babando, que nem uma trouxa, suspirando ao ver aquilo e, obviamente, terminei a noite me masturbando de novo com um brinquedo enfiado na minha bunda.

A gente virou amantes na escuridão. Ele era uma pessoa hétero pra todo mundo, mas se permitia deslizes íntimos comigo, e eu me contentava com o que me cabia. Não queria mais dele, era suficiente que ele me arrombasse com aquele pau lindo sempre que desse.

De vez em quando eu mandava fotos minhas, de calcinha fio-dental, depilada, com algum brinquedo na bunda, algum vídeo... E ele, em troca, só me encharcava com o monstro dele. Vídeos se masturbando, gozando, jorrando que nem fonte, só pra eu morrer de desejo.

Transamos muito, demais. O que pensarem, o que imaginarem... Lembro que ele adorava quando eu batia uma pra ele e fazia ele gozar num copo, ou numa taça. Depois a gente se sentava frente a frente e os olhos dele brilhavam vendo eu beber os fluidos dele como se fosse um vinho seleto.

E sim, hoje falei no passado, falo de lembranças, porque estava cometendo o erro que não podia cometer: estava me apaixonando por alguém que nunca me corresponderia, porque ele sempre manteria a postura de hétero pra todo o entorno dele.

E doeu, viu como doeu...

Aquele dia, depois de fazer amor, ele saiu correndo porque a esposa tinha ligado, e eu sabia que sempre seria assim...

Fui rápido pro meu carro e segui ele de longe. Estacionei num canto afastado onde ele não pudesse me ver. Ele entrou em casa e eu esperei o suficiente.

Pouco depois ele saiu de novo, tinha trocado de roupa, e conversava animado com uma morena. muito gostosa, adivinhando que era sua amada esposa, seu filho parecia muito excitado correndo com uma bola de futebol, e ele carregava nos braços a menina, a pequena tinha os mesmos cabelos escuros da mãe. Um pouco de graça me daria a situação observada com Buffy, o cachorro, preso por uma coleira na mão de sua esposa, dava puxões inesperados que ela mal conseguia resistir, ameaçando derrubá-la na calçada, eles riam e repreendiam de forma amigável o pobre animal que ignorava cada repreensão.

Era a foto da família perfeita, aquela cena de filmes e entendi que estava sobrando em toda a história, cedo ou tarde estragaria tudo, porque ainda podia deixá-lo, mas se continuasse me apaixonando por Javier, tinha certeza que faria qualquer loucura por ele.

O bichinho do amor ainda não tinha se incrustado no meu coração e com todo o pesar decidi colocar um ponto final na nossa relação.

Disse a ele uma noite de maio, depois de fazermos amor, depois de beber seus sucos pela última vez, ainda com o amargor recente na minha boca, tomei coragem para dizer que estava acabado, que não haveria próxima vez, ele se recusou, não queria saber de nada, não pareceu entender naquele momento, mas tenho certeza que deve entender agora, agora que o tempo passou.

Se você gostou dessa história pode me escrever com o título JAVI para dulces.placeres@live.com

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