No dejes de pasar por mi mejor post
http://www.poringa.net/posts/imagenes/4084661/Mi-amada-esposa.html
No te vas a arrepentir!
JAVI
Había estado con muchos hombres en mi vida, pero sin dudas Javier sería diferente, alguien que dejaría una marca, un antes y un después.
Me había cruzado con él en unos de esos sitios de citas casuales, uno de los tantos por los que solía deambular buscando alguien compatible conmigo, sitios que generalmente me traían más problemas que beneficios, primero encontrar a alguien de mí misma ciudad, después, compartir un interés común, y luego, lo más difícil, ser compatibles.
Había pasado ya por muchos fiascos, personas que no eran quienes decían ser, personas que publicaban fotos de la web, personas que solo estaban para pasar el rato y me hacían perder el tiempo, en resumen, prefería el encuentro a la antigua, en algún boliche, en algún sitio real, lejos de la web.
Pero Javier me había parecido diferente, premonición. No vivía muy lejos de mi barrio, respondió rápido, cambiamos algunos chats y fui directo al objetivo, sin rodeos, un poco de buen sexo.
Por qué lo había elegido? fácil, si las fotos eran reales, pues tenía una pija hermosa, enorme, cabezona y lo que más me gustaba, bien gorda, que seguro me enloquecería al sentirla adentro.
Cambiamos contactos y nos pusimos de acuerdo cambiando palabras por WhatsApp.
Así fue, rápido, sencillo, sin preámbulos ni mucho más por contar.
Javier me había preguntado si conocía el parque de los Inocentes, un predio que estaba a media hora de casa en auto, así que si, no tendría inconvenientes, solo me pareció raro el lugar de encuentro en ese momento, pero sería una de las tantas rarezas que descubriría en él.
Al primer contacto visual me pareció un chico atractivo, de cabellos lacios, con un corte moderno, barba bastante corta, bien prolija, que a los rayos del sol se tornaba un tanto colorada, tenía unos ojos color miel muy llamativos y unas gruesas cejas muy marcadas. Era casi de mi estatura, y yo soy de estatura entre media y alta, de contextura armónica, a pesar de las prendas que cubrían su cuerpo pude distinguir una anatomía privilegiada, una sonrisa se marcó entre sus labios al verme
Vos sos Ricardo, o Ricky, cierto?
Fueron las primeras palabras, en ese atardecer cuando el sol moría en el horizonte, me tendió la mano como un caballero y cuando yo se la aferré fuerte con la mía entendí que estaba preso de su trampa, puesto que ya no me la soltó. Javier me arrastró a su lado y me forzó a que le acariciara la verga por sobre las ropas, me dio un poco de pudor puesto que estábamos en un lugar púbico y si bien no había muchas personas, esas cosas siempre me ponían en alerta, no es que no me gustarán, solo me sabían peligrosas.
Él tenía un jogging de algodón en color gris oscuro, y se me hizo excitante sobar su paquete, más al notar como su verga crecía rápidamente marcándose de una manera muy llamativa, él me observaba a los ojos quemándome con su perversa mirada, y yo solo me perdía en la situación, al punto de olvidarme de la peligrosidad del entorno.
Volvió a tomar mi mano y esta vez la llevó bajo su slip y pude palpar la generosidad de lo que cargaba, era gorda, llamativa y todo se fue de control
Con disimulo la sacó de su escondite, que rica y hermosa se veía, lo seguía masturbando y mis ojos caían con peso a su hermosa pija, se la acariciaba con ganas y mi boca se inundaba con saliva de deseo, mi culito goloso latía esperando su oportunidad, quise arrodillarme a sus pies para chupársela, pero él lo impidió, solo así, solo con mis manos.
Ahí estuvimos un rato, frente a frente, en silencio, con el calor del pecado en mi mano derecha, tan grande, tan preciosa, tan deseable. Los ojos de mi acompañante de pronto se cerraron con fuerza y sentí como sus espasmos lo sacudían de repente, solo hice lo que sabía hacer, entregado, sumiso, su leche caliente saltó con fuerza para ir a parar al verde césped, uno, dos, tres chorros, hasta que no salió más nada y las últimas gotas pegajosas chorrearon por su glande y por mi mano.
Recobré la calma y revisé con disimulo mi entorno, para asegurarme que nadie estuviera observando, no sabía cómo seguiríamos, solo esperé en silencio, pasando mi lengua a modo de limpiar mi mano y saber a qué sabía mi casual compañero, yo tenía un dolor punzante entre mis piernas, bajo el pantalón, y miles de preguntas rodando por mi loca cabeza.
Pero Javier solo recuperó su respiración para guardar su verga ya en reposo en su sitio
Solo dijo
Suficiente por hoy, estuvo bien para empezar, yo te llamo.
Me hizo un guiño de ojos, dio media vuelta y partió caminando, lo vi alejarse y ahí me pasó lo que siempre me pasaba, las palabras se me anudaron en la garganta y ya no salieron, acaso era todo? y que había de mí? deseaba descargar mi calor y él así me había dejado, una mierda.
Voltei pra casa com um ódio misturado com frustração, porque não foi assim que imaginei as coisas. Me cortei fundo, com certeza não foi o que ele esperava. Já tinha passado por essa situação várias vezes, de não estar satisfeito com o parceiro da vez, só que eu sabia sair do jogo sem machucar ninguém, mas o Javier...
Ceei sozinho, como sempre, pensando no que aconteceu. Ficava olhando pro meu celular do lado da mesa, esperando alguma coisa que me fizesse mudar de ideia, mas nada. Pensei em ser eu quem entrasse em contato de novo, mas ainda me restava um pouco de orgulho. Mas é que o Javier, que piroca linda que o Javier tinha...
Antes de ir pra cama, dei uma última olhada no celular, mas nada, nada de nada.
Fui pegar meus brinquedos, escolhi entre os muitos que tenho um com as mesmas proporções da piroca do Ricardo e só me animei a viajar na minha imaginação.
Comecei a chupar ele, bem gostoso, como se estivesse chupando ele de verdade. Imaginava a glande dele na minha boca, tão gostosa, enchia de saliva e enfiava tão fundo que dava ânsia, mas não importava. Senti minha garganta esticar a cada enfiada daquele brinquedo e abusei do jogo até chegar naquelas bolas de plástico, me indicando que já tinha tudo dentro.
Não aguentava mais, me masturbei com força sem parar de enfiar aquele brinquedo na boca, imaginando que era a do Javier, e não consegui mais segurar.
Quando terminei, estava pelado na cama, com a barriga e o peito encharcados de porra e suor, com a respiração ofegante e a garganta dolorida por causa do jogo abusivo. Só assim consegui pegar no sono.
Passou um dia, dois, três, uma semana, e em pouco tempo comecei a esquecer dele, quando, sem pensar, ele me ligou uma manhã. Queria que a gente conversasse. Aceitei por um gesto de cortesia, mas com medo de que, depois, ele se esquecesse de mim de novo.
Javier chegou pontualmente no meu apartamento, com alguns pães debaixo do braço. Convidei ele pra entrar, preparei um café com leite pra ele, como ele pediu, e um copo de leite gelado pra mim.
Sentamos frente a frente, e... Começamos a conversar, mas na verdade foi quase um monólogo da parte dele.
Javier era o clássico caso de vida dupla: tinha uma esposa que amava, doze anos de casado, um menino de sete e uma menina de quatro, morava não muito longe do meu apartamento, trabalhava num projeto pessoal e familiar com o qual se sustentava, tinha um cachorro chamado Buffy e um papagaio falante, gostava da natureza, de jogos de futebol e de sair pra caminhar de manhã, quando o sol acabava de nascer no horizonte.
Ele me contou sobre seu mau humor, seu vício em cigarro e seu amor pela música em espanhol, sobre seus sonhos, seus fracassos e... seus amores...
Aí veio o assunto das amantes dele. Me disse que era feliz do jeito que era, mas que por acaso uma vez tinha transado com outro cara jovem. Não era pra dar em nada, já que tinham combinado uma grana no meio e aquilo ia ser só isso, mas naquele encontro ele percebeu que não seria só o pagamento que ele ia dar — ele também assumiu que tinha gostado, e adorou a bunda daquele moleque, e foi tentador demais pra não repetir.
E aí foi o primeiro, e veio um segundo, e um terceiro, e ele já não conseguiu parar. O Javier secreto, o das sombras, o que curtia o papel de comedor com outros comedores. E aí cheguei eu...
Ele me disse que eu parecia muito atraente, muito sincero, mas que eu entendesse que ele lutava com seus próprios demônios, que ele não podia carregar aquela vida dupla com gostos tão diferentes, e o peso na consciência, olhar nos olhos da esposa, e dos filhos, e da mãe dele...
Não aguentei mais, só fui até o lugar dele, sentei no colo dele e o beijei fundo, bem fundo, pra calar as palavras dele com meus lábios, percebi que ele se derreteu na minha boca, percebi que as barreiras dele caíram, percebi que ele se entregava ao jogo, Javier tirou minha camisa e começou a beijar meu peito, a mordiscar meus pequenos mamilos e o calor dos dois corpos se esfregando um no outro nos invadiu de repente, a gente se levantou por um instante pra se despir com pressa.
Javier e eu éramos pontos opostos, o pau dele era enorme, o meu pequeno, ele era muito peludo, com pelos masculinos, eu me depilava por completo, até minha bunda, era óbvio que 'ele seria ele' e 'eu seria ela'
Javier sentou abrindo as pernas, com o pau dele durinho, muito sexy, muito quente, fui fazer meu trabalho, sentei no meio, peguei com uma mão e acariciei suavemente, beijei as bolas dele por um bom tempo, longos e macios, fiz ele desejar e pra ser sincero eu também desejava, subi um pouco e mais um pouco, com beijinhos, minúsculos, deixando minha respiração ofegante na pele dele, subindo devagar até a ponta, mas sem chegar nela, desci de novo, estiquei minha língua como uma cobra e percorri de novo, tão gostoso, tão macio!
Parei então na cabeça dele, vermelha apagada, linda, lambi uma vez e outra, em círculos, enfiei um pouco e mais um pouco
O frenesi e a loucura foram nos invadindo aos poucos, Javier dizia que eu chupava muito gostoso, me pegava pela nuca e me levava a uma penetração mais funda, não me incomodou porque era o que eu queria fazer, queria tudo, e empurrei mais e mais fazendo ele atravessar minha garganta, mesmo que as lágrimas caíssem, mesmo que eu tivesse ânsia, mesmo que não se eu pudesse respirar, não me importava, a penetração profunda me fez bater o nariz no púbis dele e passar a língua pelos testículos dele, lindo demais pra deixar escapar.
Javier gemia a cada penetração funda, e eu empurrava cada vez mais pra dentro, e não pensava em parar, não ia parar.
Só chupava ele e me masturbava com força, era emocionante, parecia sentir a glande dele no meu esôfago, e ele me incentivava a continuar, e de repente, vinha o melhor, o pau dele se contraiu e começou a explodir, um melaço grosso e consistente começou a descer lá no fundo, até começou a escorrer pelos buracos do meu nariz, foi tão forte que eu mesmo comecei a gozar, sujando o chão e tudo ao redor.
Me afastei com a respiração ofegante, saboreando um gosto profundo de porra, exausto, mas com o dever cumprido.
Javier então me pegou e me deitou sobre a mesa, levantou minhas pernas e, embora ele tivesse um pau bem grosso, na real meu cu era muito guloso e treinado, ele só apontou e meteu, me fazendo berrar, que delícia que foi, inteiro pra dentro, exatamente como eu tinha desejado, e ele começou a se mexer de um jeito muito gostoso.
Eu gemia com as pernas abertas seguras pelos braços dele, por baixo dos meus joelhos, ele me fazia desejar, metia devagar até o fundo e depois tirava tudo, metia devagar de novo e tirava outra vez, sabia que ele olhava meu cu todo dilatado e isso me excitava, adorava ser a putinha dele, além disso, ele me masturbava com vontade e sentir a mão dele no meu pau era uma delícia.
Ele mudou o jogo, me pegou por trás e me levantou no ar como se eu fosse uma mina, me enrolei no corpo dele e ficamos só apoiados nas pernas fortes e másculas dele, ele meteu com vontade, ele era muito macho, e eu a garotinha dele.
Continuou até que a força dos braços e das pernas dele chegou no limite, então ele me abaixou e me levou de volta pra mesa, só que agora de costas, empinei a raba, perguntei se ele Adorei minha bunda depilada enquanto ele se preparava pra me enfiar de novo, vi o brilho nos olhos dele e ele meteu tudo outra vez, me dava tapas na bunda e falava umas coisas gostosas.
Meu pau tinha ficado preso entre a bancada e minha própria barriga, e com o atrito das investidas senti que ia gozar a qualquer momento.
Foi assim mesmo, muito gostoso, com o prazer indescritível da carne dele enchendo meu cu, comecei a jorrar porra igual um bicho, gemendo igual uma gata no cio, apertando o pau dele com as contrações involuntárias do meu esfíncter.
Javier também não aguentaria muito mais, mas ele, na hora H, tirou o pau do meu cu, apoiou uma das mãos nas minhas costas e com a outra se masturbou, foi foda o jeito proposital que ele gozou bem pertinho da minha bunda, senti os suquinhos quentes dele banhando toda a entrada da minha caverna dilatada e escorrendo aos poucos pelas minhas nádegas e pelas minhas bolas.
A respiração ofegante e as sacudidas com batidas na minha pele, muito quentes, depois senti a cabeça do pau dele passando pelo sêmen e por fim enfiando tudo de novo, ele fez isso umas duas vezes até que senti ele perder a ereção.
Meu boy tinha que ir trabalhar, a gente se lavou um pouco, trocou de roupa e antes de sair ele me deu um beijão na boca que me desmontou inteira.
De noite, sozinho na cama, a gente trocava mensagem no chat. Ele tava com a mulher dele na cama, mas tinha intimidade suficiente pra conversar comigo. Me disse que tinha adorado tudo. Pedi fotos da pica dele, ele mandou várias em preto e branco e eu fiquei besta, igual um idiota, suspirando ao ver elas e, claro, ia terminar aquela noite me masturbando de novo com um brinquedo enfiado no meu rabo.
A gente virou amantes na escuridão. Ele era hétero pra todo mundo, mas se permitia uns deslizes íntimos comigo, e eu me contentava com o que aparecia. Não queria mais dele, já bastava ele arrebentar meu cu com aquela pica linda sempre que dava.
De vez em quando eu mandava fotos minhas de fio dental, depilado, com algum brinquedo no meu rabo, algum vídeo. E ele, em troca, só me enchia com aquele monstro dele, vídeos se masturbando, gozando, jorrando igual uma fonte, só pra eu morrer de tesão.
A gente trepou muito, pra caralho. O que vocês pensarem, o que imaginarem... Lembro que ele adorava quando eu batia uma pra ele com uma mão e fazia ele gozar num copo ou numa taça. Depois a gente sentava de frente um pro outro e os olhos dele brilhavam vendo eu beber o leite dele como se fosse um vinho seleto.
E é, hoje eu falei no passado, falo de lembranças, porque eu tava cometendo o erro que não podia cometer: tava me apaixonando por alguém que nunca ia me corresponder, porque ele sempre manteria a postura de hétero pra todo mundo ao redor.
E doeu, puta que pariu, doeu...
Naquele dia, depois de transar, ele saiu correndo porque a esposa tinha chamado, e eu sabia que sempre seria assim...
Fui rápido pro meu carro e segui ele de longe. Estacionei num lugar afastado onde ele não pudesse me ver. Ele entrou em casa e esperei o suficiente.
Pouco depois ele saiu de novo, tinha trocado de roupa, conversava animado com uma morena. Muito gostosa, adivinhando que era sua amada esposa. O filho parecia todo excitado correndo atrás de uma bola de futebol, e ele carregava a menina nos braços, a pequena tinha os mesmos cabelos escuros da mãe. Dava até uma certa graça na situação, observando com Buffy, o cachorro, preso por uma coleira na mão da esposa, dando puxões inesperados que ela mal conseguia segurar, quase derrubando ela na calçada. Eles riam e brigavam de brincadeira com o pobre animal, que ignorava cada bronca.
Era a foto da família perfeita, aquele cartão-postal de cinema, e eu entendi que estava sobrando na história toda. Mais cedo ou mais tarde, ia estragar tudo, porque ainda dava pra deixar ele, mas se continuasse me apaixonando por Javier, tinha certeza que faria qualquer loucura por ele.
O bichinho do love ainda não tinha se incrustado no meu coração e, com todo o pesar, decidi botar um ponto final na nossa relação.
Falei pra ele numa noite de maio, depois de transarmos, depois de beber seus sucos pela última vez, ainda com o amargor recente na boca, criei coragem pra dizer que tinha acabado, que não teria próxima vez. Ele negou, não quis saber de nada, não pareceu entender naquele momento, mas tenho certeza que deve entender agora, agora que o tempo passou.
Se você gostou dessa história, pode me escrever com o título JAVI para dulces.placeres@live.com
http://www.poringa.net/posts/imagenes/4084661/Mi-amada-esposa.html
No te vas a arrepentir!
JAVI
Había estado con muchos hombres en mi vida, pero sin dudas Javier sería diferente, alguien que dejaría una marca, un antes y un después.
Me había cruzado con él en unos de esos sitios de citas casuales, uno de los tantos por los que solía deambular buscando alguien compatible conmigo, sitios que generalmente me traían más problemas que beneficios, primero encontrar a alguien de mí misma ciudad, después, compartir un interés común, y luego, lo más difícil, ser compatibles.
Había pasado ya por muchos fiascos, personas que no eran quienes decían ser, personas que publicaban fotos de la web, personas que solo estaban para pasar el rato y me hacían perder el tiempo, en resumen, prefería el encuentro a la antigua, en algún boliche, en algún sitio real, lejos de la web.
Pero Javier me había parecido diferente, premonición. No vivía muy lejos de mi barrio, respondió rápido, cambiamos algunos chats y fui directo al objetivo, sin rodeos, un poco de buen sexo.
Por qué lo había elegido? fácil, si las fotos eran reales, pues tenía una pija hermosa, enorme, cabezona y lo que más me gustaba, bien gorda, que seguro me enloquecería al sentirla adentro.
Cambiamos contactos y nos pusimos de acuerdo cambiando palabras por WhatsApp.
Así fue, rápido, sencillo, sin preámbulos ni mucho más por contar.
Javier me había preguntado si conocía el parque de los Inocentes, un predio que estaba a media hora de casa en auto, así que si, no tendría inconvenientes, solo me pareció raro el lugar de encuentro en ese momento, pero sería una de las tantas rarezas que descubriría en él.
Al primer contacto visual me pareció un chico atractivo, de cabellos lacios, con un corte moderno, barba bastante corta, bien prolija, que a los rayos del sol se tornaba un tanto colorada, tenía unos ojos color miel muy llamativos y unas gruesas cejas muy marcadas. Era casi de mi estatura, y yo soy de estatura entre media y alta, de contextura armónica, a pesar de las prendas que cubrían su cuerpo pude distinguir una anatomía privilegiada, una sonrisa se marcó entre sus labios al verme
Vos sos Ricardo, o Ricky, cierto?
Fueron las primeras palabras, en ese atardecer cuando el sol moría en el horizonte, me tendió la mano como un caballero y cuando yo se la aferré fuerte con la mía entendí que estaba preso de su trampa, puesto que ya no me la soltó. Javier me arrastró a su lado y me forzó a que le acariciara la verga por sobre las ropas, me dio un poco de pudor puesto que estábamos en un lugar púbico y si bien no había muchas personas, esas cosas siempre me ponían en alerta, no es que no me gustarán, solo me sabían peligrosas.
Él tenía un jogging de algodón en color gris oscuro, y se me hizo excitante sobar su paquete, más al notar como su verga crecía rápidamente marcándose de una manera muy llamativa, él me observaba a los ojos quemándome con su perversa mirada, y yo solo me perdía en la situación, al punto de olvidarme de la peligrosidad del entorno.
Volvió a tomar mi mano y esta vez la llevó bajo su slip y pude palpar la generosidad de lo que cargaba, era gorda, llamativa y todo se fue de control
Con disimulo la sacó de su escondite, que rica y hermosa se veía, lo seguía masturbando y mis ojos caían con peso a su hermosa pija, se la acariciaba con ganas y mi boca se inundaba con saliva de deseo, mi culito goloso latía esperando su oportunidad, quise arrodillarme a sus pies para chupársela, pero él lo impidió, solo así, solo con mis manos.
Ahí estuvimos un rato, frente a frente, en silencio, con el calor del pecado en mi mano derecha, tan grande, tan preciosa, tan deseable. Los ojos de mi acompañante de pronto se cerraron con fuerza y sentí como sus espasmos lo sacudían de repente, solo hice lo que sabía hacer, entregado, sumiso, su leche caliente saltó con fuerza para ir a parar al verde césped, uno, dos, tres chorros, hasta que no salió más nada y las últimas gotas pegajosas chorrearon por su glande y por mi mano.
Recobré la calma y revisé con disimulo mi entorno, para asegurarme que nadie estuviera observando, no sabía cómo seguiríamos, solo esperé en silencio, pasando mi lengua a modo de limpiar mi mano y saber a qué sabía mi casual compañero, yo tenía un dolor punzante entre mis piernas, bajo el pantalón, y miles de preguntas rodando por mi loca cabeza.
Pero Javier solo recuperó su respiración para guardar su verga ya en reposo en su sitio
Solo dijo
Suficiente por hoy, estuvo bien para empezar, yo te llamo.
Me hizo un guiño de ojos, dio media vuelta y partió caminando, lo vi alejarse y ahí me pasó lo que siempre me pasaba, las palabras se me anudaron en la garganta y ya no salieron, acaso era todo? y que había de mí? deseaba descargar mi calor y él así me había dejado, una mierda.
Voltei pra casa com um ódio misturado com frustração, porque não foi assim que imaginei as coisas. Me cortei fundo, com certeza não foi o que ele esperava. Já tinha passado por essa situação várias vezes, de não estar satisfeito com o parceiro da vez, só que eu sabia sair do jogo sem machucar ninguém, mas o Javier...Ceei sozinho, como sempre, pensando no que aconteceu. Ficava olhando pro meu celular do lado da mesa, esperando alguma coisa que me fizesse mudar de ideia, mas nada. Pensei em ser eu quem entrasse em contato de novo, mas ainda me restava um pouco de orgulho. Mas é que o Javier, que piroca linda que o Javier tinha...
Antes de ir pra cama, dei uma última olhada no celular, mas nada, nada de nada.
Fui pegar meus brinquedos, escolhi entre os muitos que tenho um com as mesmas proporções da piroca do Ricardo e só me animei a viajar na minha imaginação.
Comecei a chupar ele, bem gostoso, como se estivesse chupando ele de verdade. Imaginava a glande dele na minha boca, tão gostosa, enchia de saliva e enfiava tão fundo que dava ânsia, mas não importava. Senti minha garganta esticar a cada enfiada daquele brinquedo e abusei do jogo até chegar naquelas bolas de plástico, me indicando que já tinha tudo dentro.
Não aguentava mais, me masturbei com força sem parar de enfiar aquele brinquedo na boca, imaginando que era a do Javier, e não consegui mais segurar.
Quando terminei, estava pelado na cama, com a barriga e o peito encharcados de porra e suor, com a respiração ofegante e a garganta dolorida por causa do jogo abusivo. Só assim consegui pegar no sono.
Passou um dia, dois, três, uma semana, e em pouco tempo comecei a esquecer dele, quando, sem pensar, ele me ligou uma manhã. Queria que a gente conversasse. Aceitei por um gesto de cortesia, mas com medo de que, depois, ele se esquecesse de mim de novo.
Javier chegou pontualmente no meu apartamento, com alguns pães debaixo do braço. Convidei ele pra entrar, preparei um café com leite pra ele, como ele pediu, e um copo de leite gelado pra mim.
Sentamos frente a frente, e... Começamos a conversar, mas na verdade foi quase um monólogo da parte dele.
Javier era o clássico caso de vida dupla: tinha uma esposa que amava, doze anos de casado, um menino de sete e uma menina de quatro, morava não muito longe do meu apartamento, trabalhava num projeto pessoal e familiar com o qual se sustentava, tinha um cachorro chamado Buffy e um papagaio falante, gostava da natureza, de jogos de futebol e de sair pra caminhar de manhã, quando o sol acabava de nascer no horizonte.
Ele me contou sobre seu mau humor, seu vício em cigarro e seu amor pela música em espanhol, sobre seus sonhos, seus fracassos e... seus amores...
Aí veio o assunto das amantes dele. Me disse que era feliz do jeito que era, mas que por acaso uma vez tinha transado com outro cara jovem. Não era pra dar em nada, já que tinham combinado uma grana no meio e aquilo ia ser só isso, mas naquele encontro ele percebeu que não seria só o pagamento que ele ia dar — ele também assumiu que tinha gostado, e adorou a bunda daquele moleque, e foi tentador demais pra não repetir.
E aí foi o primeiro, e veio um segundo, e um terceiro, e ele já não conseguiu parar. O Javier secreto, o das sombras, o que curtia o papel de comedor com outros comedores. E aí cheguei eu...
Ele me disse que eu parecia muito atraente, muito sincero, mas que eu entendesse que ele lutava com seus próprios demônios, que ele não podia carregar aquela vida dupla com gostos tão diferentes, e o peso na consciência, olhar nos olhos da esposa, e dos filhos, e da mãe dele...Não aguentei mais, só fui até o lugar dele, sentei no colo dele e o beijei fundo, bem fundo, pra calar as palavras dele com meus lábios, percebi que ele se derreteu na minha boca, percebi que as barreiras dele caíram, percebi que ele se entregava ao jogo, Javier tirou minha camisa e começou a beijar meu peito, a mordiscar meus pequenos mamilos e o calor dos dois corpos se esfregando um no outro nos invadiu de repente, a gente se levantou por um instante pra se despir com pressa.
Javier e eu éramos pontos opostos, o pau dele era enorme, o meu pequeno, ele era muito peludo, com pelos masculinos, eu me depilava por completo, até minha bunda, era óbvio que 'ele seria ele' e 'eu seria ela'
Javier sentou abrindo as pernas, com o pau dele durinho, muito sexy, muito quente, fui fazer meu trabalho, sentei no meio, peguei com uma mão e acariciei suavemente, beijei as bolas dele por um bom tempo, longos e macios, fiz ele desejar e pra ser sincero eu também desejava, subi um pouco e mais um pouco, com beijinhos, minúsculos, deixando minha respiração ofegante na pele dele, subindo devagar até a ponta, mas sem chegar nela, desci de novo, estiquei minha língua como uma cobra e percorri de novo, tão gostoso, tão macio!
Parei então na cabeça dele, vermelha apagada, linda, lambi uma vez e outra, em círculos, enfiei um pouco e mais um pouco
O frenesi e a loucura foram nos invadindo aos poucos, Javier dizia que eu chupava muito gostoso, me pegava pela nuca e me levava a uma penetração mais funda, não me incomodou porque era o que eu queria fazer, queria tudo, e empurrei mais e mais fazendo ele atravessar minha garganta, mesmo que as lágrimas caíssem, mesmo que eu tivesse ânsia, mesmo que não se eu pudesse respirar, não me importava, a penetração profunda me fez bater o nariz no púbis dele e passar a língua pelos testículos dele, lindo demais pra deixar escapar.
Javier gemia a cada penetração funda, e eu empurrava cada vez mais pra dentro, e não pensava em parar, não ia parar.
Só chupava ele e me masturbava com força, era emocionante, parecia sentir a glande dele no meu esôfago, e ele me incentivava a continuar, e de repente, vinha o melhor, o pau dele se contraiu e começou a explodir, um melaço grosso e consistente começou a descer lá no fundo, até começou a escorrer pelos buracos do meu nariz, foi tão forte que eu mesmo comecei a gozar, sujando o chão e tudo ao redor.
Me afastei com a respiração ofegante, saboreando um gosto profundo de porra, exausto, mas com o dever cumprido.
Javier então me pegou e me deitou sobre a mesa, levantou minhas pernas e, embora ele tivesse um pau bem grosso, na real meu cu era muito guloso e treinado, ele só apontou e meteu, me fazendo berrar, que delícia que foi, inteiro pra dentro, exatamente como eu tinha desejado, e ele começou a se mexer de um jeito muito gostoso.
Eu gemia com as pernas abertas seguras pelos braços dele, por baixo dos meus joelhos, ele me fazia desejar, metia devagar até o fundo e depois tirava tudo, metia devagar de novo e tirava outra vez, sabia que ele olhava meu cu todo dilatado e isso me excitava, adorava ser a putinha dele, além disso, ele me masturbava com vontade e sentir a mão dele no meu pau era uma delícia.
Ele mudou o jogo, me pegou por trás e me levantou no ar como se eu fosse uma mina, me enrolei no corpo dele e ficamos só apoiados nas pernas fortes e másculas dele, ele meteu com vontade, ele era muito macho, e eu a garotinha dele.
Continuou até que a força dos braços e das pernas dele chegou no limite, então ele me abaixou e me levou de volta pra mesa, só que agora de costas, empinei a raba, perguntei se ele Adorei minha bunda depilada enquanto ele se preparava pra me enfiar de novo, vi o brilho nos olhos dele e ele meteu tudo outra vez, me dava tapas na bunda e falava umas coisas gostosas.
Meu pau tinha ficado preso entre a bancada e minha própria barriga, e com o atrito das investidas senti que ia gozar a qualquer momento.
Foi assim mesmo, muito gostoso, com o prazer indescritível da carne dele enchendo meu cu, comecei a jorrar porra igual um bicho, gemendo igual uma gata no cio, apertando o pau dele com as contrações involuntárias do meu esfíncter.
Javier também não aguentaria muito mais, mas ele, na hora H, tirou o pau do meu cu, apoiou uma das mãos nas minhas costas e com a outra se masturbou, foi foda o jeito proposital que ele gozou bem pertinho da minha bunda, senti os suquinhos quentes dele banhando toda a entrada da minha caverna dilatada e escorrendo aos poucos pelas minhas nádegas e pelas minhas bolas.
A respiração ofegante e as sacudidas com batidas na minha pele, muito quentes, depois senti a cabeça do pau dele passando pelo sêmen e por fim enfiando tudo de novo, ele fez isso umas duas vezes até que senti ele perder a ereção.
Meu boy tinha que ir trabalhar, a gente se lavou um pouco, trocou de roupa e antes de sair ele me deu um beijão na boca que me desmontou inteira.De noite, sozinho na cama, a gente trocava mensagem no chat. Ele tava com a mulher dele na cama, mas tinha intimidade suficiente pra conversar comigo. Me disse que tinha adorado tudo. Pedi fotos da pica dele, ele mandou várias em preto e branco e eu fiquei besta, igual um idiota, suspirando ao ver elas e, claro, ia terminar aquela noite me masturbando de novo com um brinquedo enfiado no meu rabo.
A gente virou amantes na escuridão. Ele era hétero pra todo mundo, mas se permitia uns deslizes íntimos comigo, e eu me contentava com o que aparecia. Não queria mais dele, já bastava ele arrebentar meu cu com aquela pica linda sempre que dava.
De vez em quando eu mandava fotos minhas de fio dental, depilado, com algum brinquedo no meu rabo, algum vídeo. E ele, em troca, só me enchia com aquele monstro dele, vídeos se masturbando, gozando, jorrando igual uma fonte, só pra eu morrer de tesão.
A gente trepou muito, pra caralho. O que vocês pensarem, o que imaginarem... Lembro que ele adorava quando eu batia uma pra ele com uma mão e fazia ele gozar num copo ou numa taça. Depois a gente sentava de frente um pro outro e os olhos dele brilhavam vendo eu beber o leite dele como se fosse um vinho seleto.
E é, hoje eu falei no passado, falo de lembranças, porque eu tava cometendo o erro que não podia cometer: tava me apaixonando por alguém que nunca ia me corresponder, porque ele sempre manteria a postura de hétero pra todo mundo ao redor.
E doeu, puta que pariu, doeu...
Naquele dia, depois de transar, ele saiu correndo porque a esposa tinha chamado, e eu sabia que sempre seria assim...
Fui rápido pro meu carro e segui ele de longe. Estacionei num lugar afastado onde ele não pudesse me ver. Ele entrou em casa e esperei o suficiente.
Pouco depois ele saiu de novo, tinha trocado de roupa, conversava animado com uma morena. Muito gostosa, adivinhando que era sua amada esposa. O filho parecia todo excitado correndo atrás de uma bola de futebol, e ele carregava a menina nos braços, a pequena tinha os mesmos cabelos escuros da mãe. Dava até uma certa graça na situação, observando com Buffy, o cachorro, preso por uma coleira na mão da esposa, dando puxões inesperados que ela mal conseguia segurar, quase derrubando ela na calçada. Eles riam e brigavam de brincadeira com o pobre animal, que ignorava cada bronca.
Era a foto da família perfeita, aquele cartão-postal de cinema, e eu entendi que estava sobrando na história toda. Mais cedo ou mais tarde, ia estragar tudo, porque ainda dava pra deixar ele, mas se continuasse me apaixonando por Javier, tinha certeza que faria qualquer loucura por ele.
O bichinho do love ainda não tinha se incrustado no meu coração e, com todo o pesar, decidi botar um ponto final na nossa relação.
Falei pra ele numa noite de maio, depois de transarmos, depois de beber seus sucos pela última vez, ainda com o amargor recente na boca, criei coragem pra dizer que tinha acabado, que não teria próxima vez. Ele negou, não quis saber de nada, não pareceu entender naquele momento, mas tenho certeza que deve entender agora, agora que o tempo passou.
Se você gostou dessa história, pode me escrever com o título JAVI para dulces.placeres@live.com
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