Depois de bater uma punheta braba, dormi feito um anjo e, quando acordei no dia seguinte, minha tia já tava acordada tomando mate. Ela me viu acordado e trouxe um pra mim na cama. Me perguntou como eu tava e eu falei que tava muito melhor, mas que ainda não tinha passado a vergonha.
— Vergonha de quê, sobrinho? De te ver pelado? É a coisa mais normal do mundo, meu bem! Não seja bobo, sou sua tia.
— Não foi só me ver pelado, tia, a senhora também enfiou um... dedo no meu cu. Eu tava excitado, mas também me sentia estranho falando disso com ela. Tava vermelho de vergonha.
— Não seja bobo, guri, quer ver minha bunda pra ficarmos quites? Somos família.
Ela nem terminou a frase e já tava de costas pra mim, abaixando o pijama e a calcinha. Não podia acreditar, fiquei paralisado. Com as duas mãos, ela abriu as bandas e me mostrou a bunda, a primeira que eu conhecia. Mal conseguia falar, as palavras saíam tremendo.
— Posso tocar pra ver como é?
Ela não respondeu, pegou minha mão e levou até a bunda dela. Fiquei um tempão explorando aquela bunda com pelinhos, agora era eu quem abria as nádegas dela e bisbilhotava. Tinha um buraquinho pequeno e bem escuro, considerando que ela era muito branca, e tava suado por causa do calor. Timidamente, aproximei um dedo e apoiei no centro do cu dela. Deixei ali um pouco e comecei a fazer pressão pra enfiar. Foi o único momento em que minha tia falou alguma coisa.
— Se vai meter um dedo na minha buceta, vai devagar e passa um pouco de creme. Vai buscar no banheiro que eu te espero.
Voltei com o creme, abri o pote e passei no dedo.
— Vou devagar, tia. Se doer, me avisa.
Ao contrário do que eu pensava, a buceta dela não ofereceu resistência. Meu dedo deslizou até o fundo sem problema nenhum. Fiquei um tempão remexendo a buceta dela, e ela parada, sem dizer nada. Eu enfiava e tirava, fazendo círculos devagar. Por fim, tirei o dedo e não consegui me segurar: cheirei o dedo. O cheiro da buceta da minha tia era maravilhoso. Com ela de costas, com a mão que sobrou, eu apertava meu pau pra caralho. Sem poder. Viro a cabeça, ela me olha sorrindo e foi pro banheiro. Quando voltou, só tava de sutiã e calcinha, sentou do meu lado e disse que agora távamos quites e que não precisava mais ter vergonha entre a gente. Perguntei se tinha doído e ela respondeu que não e que até gostou um pouquinho, pediu pra eu não contar nada e que na próxima a gente continuava explorando.
— Vergonha de quê, sobrinho? De te ver pelado? É a coisa mais normal do mundo, meu bem! Não seja bobo, sou sua tia.
— Não foi só me ver pelado, tia, a senhora também enfiou um... dedo no meu cu. Eu tava excitado, mas também me sentia estranho falando disso com ela. Tava vermelho de vergonha.
— Não seja bobo, guri, quer ver minha bunda pra ficarmos quites? Somos família.
Ela nem terminou a frase e já tava de costas pra mim, abaixando o pijama e a calcinha. Não podia acreditar, fiquei paralisado. Com as duas mãos, ela abriu as bandas e me mostrou a bunda, a primeira que eu conhecia. Mal conseguia falar, as palavras saíam tremendo.
— Posso tocar pra ver como é?
Ela não respondeu, pegou minha mão e levou até a bunda dela. Fiquei um tempão explorando aquela bunda com pelinhos, agora era eu quem abria as nádegas dela e bisbilhotava. Tinha um buraquinho pequeno e bem escuro, considerando que ela era muito branca, e tava suado por causa do calor. Timidamente, aproximei um dedo e apoiei no centro do cu dela. Deixei ali um pouco e comecei a fazer pressão pra enfiar. Foi o único momento em que minha tia falou alguma coisa.
— Se vai meter um dedo na minha buceta, vai devagar e passa um pouco de creme. Vai buscar no banheiro que eu te espero.
Voltei com o creme, abri o pote e passei no dedo.
— Vou devagar, tia. Se doer, me avisa.
Ao contrário do que eu pensava, a buceta dela não ofereceu resistência. Meu dedo deslizou até o fundo sem problema nenhum. Fiquei um tempão remexendo a buceta dela, e ela parada, sem dizer nada. Eu enfiava e tirava, fazendo círculos devagar. Por fim, tirei o dedo e não consegui me segurar: cheirei o dedo. O cheiro da buceta da minha tia era maravilhoso. Com ela de costas, com a mão que sobrou, eu apertava meu pau pra caralho. Sem poder. Viro a cabeça, ela me olha sorrindo e foi pro banheiro. Quando voltou, só tava de sutiã e calcinha, sentou do meu lado e disse que agora távamos quites e que não precisava mais ter vergonha entre a gente. Perguntei se tinha doído e ela respondeu que não e que até gostou um pouquinho, pediu pra eu não contar nada e que na próxima a gente continuava explorando.
2 comentários - Minha tia e o supositório 2
Y van +10