Minha tia e o supositório 2

Depois de bater uma baita punheta, dormi feito um anjo e, quando acordei no outro dia, minha tia já tava acordada tomando chimarrão. Me viu acordado e trouxe um pra cama. Perguntou como eu tava e eu falei que tava muito melhor, mas que ainda não tinha passado a vergonha.
— Vergonha de quê, sobrinho? De te ver pelado? É a coisa mais normal do mundo, meu bem! Não seja bobo, sou sua tia.
— Não foi só me ver pelado, tia, você também enfiou um... dedo no meu cu. Tava com tesão, mas também me dava vergonha falar assim com ela. Tava vermelho de vergonha.
— Não seja bobo, guri, quer ver minha bunda pra ficarmos quites? Somos família.
Não terminou a frase e já tava de costas pra mim, abaixando o pijama e a calcinha. Não podia acreditar, fiquei paralisado. Com as duas mãos, ela abriu as bandas e me mostrou a bunda, a primeira que eu conheci. Mal conseguia falar, as palavras saíam tremendo.
— Posso tocar pra ver como é?
Ela não respondeu, pegou minha mão e levou até a bunda dela. Fiquei um tempão explorando aquela bunda com pelinhos, agora era eu quem abria as nádegas e bisbilhotava. Tinha um buraquinho pequeno e bem escuro, considerando que ela era muito branca. Tava suado de calor. Timidamente, aproximei um dedo e apoiei no centro do cu dela. Deixei ali um pouco e comecei a fazer pressão pra enfiar. Foi o único momento em que minha tia falou alguma coisa.
— Se vai enfiar um dedo na minha bunda, faz devagar e passa um pouco de creme. Vai buscar no banheiro que te espero.
Voltei com o creme, abri o pote e passei no dedo.
— Vou devagar, tia. Se doer, me avisa.
Ao contrário do que eu pensava, a bunda dela não ofereceu resistência. Meu dedo deslizou até o fundo sem problema nenhum. Fiquei um tempão remexendo a bunda dela, e ela parada, sem dizer nada. Enfiava e tirava fazendo círculos devagar. Por fim, tirei o dedo e não consegui me segurar: cheirei o dedo. O cheiro de cu da minha tia era lindo. Com ela de costas, com a mão que sobrou, eu apertava minha pica pra caralho. Sem poder. Viro a cabeça, ela me olha sorrindo e foi pro banheiro. Quando voltou, só tinha vestido sutiã e calcinha, sentou do meu lado e disse que agora estávamos quites e que não precisávamos mais ter vergonha um do outro. Perguntei se tinha doído e ela respondeu que não, e que até tinha gostado um pouquinho. Pediu pra eu não contar nada e que na próxima a gente continuava explorando.

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