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http://www.poringa.net/posts/relatos/4386550/Mi-esposa-y-Rodo-2.htmlO dia do churrasco no rancho onde o Rodo trabalha, minha esposa tava muito bêbada, ajudei ela a descer do carro e preparei um banho quente. A pele do peito dela tava meio pegajosa, pensei que era suor, mas ela me disse que, enquanto bebia cerveja, uma tinha derramado nela, o que é estranho, porque a blusa de barriga de fora não tava molhada. Ajudei ela a entrar na banheira cheia d'água e ela se deitou, me beijava toda melosa e eu sentia o gosto de cerveja e sexo nos lábios dela. "Você se divertiu?" perguntei. "Muuuito" ela respondeu sorrindo. "Ninguém passou dos limites com você? Não te desrespeitaram? Seu short tá muito curto." "Você sabe como os homens são" ela disse "eles tavam dando em cima de mim quando o Rodo não tava por perto." "Quando o Rodo não tava? Ele te deixou sozinha com eles?" perguntei. Ela me olhou com aqueles olhos lindos cor de mel, sabia que tinha quase falado demais. "Como ele te apresentou pra eles? Como amiga dele?" Ela hesitou um pouco, riu e disse "como esposa do amigo dele, por isso tinha respeito." Veio na minha cabeça a imagem do chinês conversando com ela, passando a mão nas costas nuas dela e olhando descaradamente pras tetas dela enquanto ela ria. "Ei, você sabe que pode me contar tudo, né?" falei enquanto passava a esponja com sabão no pescoço e no peito dela. "Mas contar o quê?" ela perguntou meio desconfortável. "Qualquer coisa, o que tiver acontecido, o que você tiver feito" eu disse "nunca vou te julgar. Pode me contar qualquer coisa." Ela só baixou o olhar. Do jeito mais amoroso que pude, perguntei "não aconteceu nada?" Ela hesitou. "E se tivesse acontecido alguma coisa, o que você me diria?" "Depende do que tivesse acontecido" respondi. Ela riu de um jeito provocante "e se eu te dissesse que transei com ele?" Eu sorri pra ela e dei um beijo nos lábios dela. "Eu pediria detalhe por detalhe enquanto te como." "Agora eu tenho certeza que você é maluco" rimos os dois. "Mas não aconteceu nada" ela disse.
Outro amigo que respondeu meu classificado era o Xavier, ele gosta que chamem ele de X, é jovem, vinte e seis anos, magro, alto e loiro, fã de quadrinhos. Confiante pra caralho, a ponto de me mandar uma foto no chat. Se eu achei ele gostoso, com certeza a Maggie também ia achar. Xavier tava decidido a conhecer ela e conquistar ela de qualquer jeito, então a gente conversou por um tempão e bolou esse plano: Minha esposa tem as chaves do lugar onde trabalha, e quando todo mundo sai, o lugar fecha e fica vazio, ela tem o código pra ativar e desativar os alarmes, entrar e sair; agora, perto dali, tem um shopping com um cinema que ela e eu frequentamos. A ideia era que eu marcasse de me encontrar com ela no shopping, quando ela saísse do trabalho pra ir ao cinema, mas ligar pro celular dela e falar que tava preso no trânsito, pra que o Xavier encontrasse ela e puxasse conversa, pra ver no que dava. Claro que eu já ia estar por perto escondido vendo o progresso, além de ouvir o que eles tavam falando pelo meu celular e o fone bluetooth do Xavier. E foi assim, no dia combinado, me encontrei com ele, ele veio de terno e gravata pra causar uma boa impressão, antes do horário da minha esposa sair, pra acertar os detalhes, subimos pro segundo andar do shopping e esperamos a Maggie, quando ela me ligou, falei que já tava a caminho mas que o trânsito tava pesado, que ela me esperasse na praça de alimentação, numa das mesas, e depois de alguns minutos vimos ela aparecer e sentar. Liguei pro número do X, e com a chamada já no ar, trocamos um aperto de mão e enquanto ele foi pras escadas, eu me escondi atrás de uma coluna de onde dava pra ver a cena sem ser descoberto.Xavier fez que ia passando e, quando os olhares se cruzaram, ele fingiu reconhecê-la e se aproximou para cumprimentá-la: "Maggie?" perguntou ele num tom alegre e amigável. "Lembra de mim? Sou o Xavier". Ela estendeu a mão, estranhando, nunca tinha visto ele na vida, claro. "Desculpa, te conheço?" "Claro que sim, sou sobrinho do Dom Rafael, seu chefe", disse ele. Toda a informação que eu tinha dado a ele estava memorizada, até detalhes de um caso dela, que me passou uma senhora que foi demitida daquele escritório e que odiava a Maggie. Aos poucos, foi ganhando a confiança da minha esposa e o tempo passou sem que eles percebessem, por causa da conversa agradável. Já estavam rindo juntos quando eu mandava mensagens pra ela no celular: "Mais 10 minutos", "Muito trânsito", "Ninguém se mexe, mais 10 minutos". Mas ela já me respondia: "Fica tranquilo, só dirige com cuidado", "Não se apressa, tô olhando as roupas", quando na verdade já estava contando pra X as intimidades do trabalho, casos e traições dos funcionários. Quando ele viu que era hora, se arriscou e disse bem baixinho: "Então... você e o Roberto?" Ela arregalou os olhos de surpresa: "Queeeê?" perguntou. "O que você sabe sobre isso?" Ele riu, divertido. Ela tinha se entregado sozinha. "Sei de tudo", finalizou X, "e com detalhes". Mas ela já estava confiante, então não negou: "O que te contaram?" "O próprio Roberto me contou tudo, até as posições". "Por isso que agora não gosto dele, fofoqueiro", disse ela rangendo os dentes. "Por quê, por fofoqueiro ou mentiroso?" disse X. "Qual é a diferença?" perguntou Maggie. "Bom, olha..." disse ele, se aproximando mais e roçando o braço dela. "Mentiroso é que não rolou nada, e fofoqueiro é que rolou e ele tá espalhando... então, qual é?" Ela olhou pra ele com seus olhos bonitos e hesitou, mas acho que o tesão já tava acendendo o pavio. "Primeiro me diz o que ele te falou". Xavier riu: "Disse que além de gostosa, você é muito boa com a buceta". Ela olhou pra ele, estranhando, não muito segura do que ele tava dizendo. "Boa pra quê, em Que sentido?" "Pra sexo oral, claro" ele completou. Ela só sorriu, olhando pro chão, e falou: "Olha, meu marido já vai chegar e, se ele te ver comigo, vai ficar com ciúmes." Ouvindo isso, mandei outro texto: "Esquece, love, o trânsito tá parado. Na primeira chance, volto pra casa... te espero lá, só não pega a Avenida Springs porque tá fechada." "Parece que ele não vai chegar mais" disse ele, sem tom de deboche. "Se quiser, te pago um café." "Tá bom, mas só um pouco porque tenho que ir." Levantaram da mesa, conversando sobre o trânsito e outras coisinhas, foram no McDonald's pegar um café e voltaram pra mesma mesa. Foi quando Xavier continuou o ataque. "Então, é verdade o que o Roberto fala?" Ela, meio solta, respondeu: "Acho que quando você gosta do que faz, pode fazer muito bem." "Então você faz muito bem?" Ela só concordou com a cabeça, dando um gole no café. "Então você gosta de fazer sexo oral." Ela concordou de novo, com cara séria e olhando pro lado. Pensei que ela tava começando a ficar puta, e falei pro X no celular: "Acho que ela tá se irritando, melhor..." "Eu queria provar como você faz" o cara me interrompeu, se aproximando da minha esposa e colocando a mão na coxa nua dela. Pensei que ia dar merda, que ela ia dar um tapa nele e sair de lá. "Onde?" ela perguntou, ainda séria, como se nada tivesse acontecendo. "Você tem as chaves do escritório?" ele perguntou. "Sim... conquistei a confiança do Dom Rafael" ela disse num tom safado. Xavier riu, surpreso: "Fazendo o quê?" Ela olhou pra ele com aqueles olhos lindos: "Exatamente isso." "Nem do meu tio você teve pena? Que tio sortudo" eles riram enquanto eu imaginava ela sendo comida pelo chefe da empresa, um cara de quase sessenta anos. Levantaram da mesa e foram pro estacionamento. X pegou ela pela cintura e ela não falou nada, e assim caminharam juntos. Eu corri também, entrei no carro, dirigi o mais rápido possível até o escritório onde ela trabalha e estacionei. Num lugar onde ela não me veria, "sortudo, vai rolar pra você", Xavier respondeu em voz alta, disfarçando com minha esposa: "não acredito como sou sortudo". Já não dava pra ver a reação dela, mas imaginei um sorriso. "Suas pernas são tão macias" ele disse na sequência, acariciando ela enquanto dirigia. "Para de tentação" ela falou rindo "você vai me distrair", mas a voz dela já saía excitada. Vi o carro chegar e estacionar, os dois desceram e Xavier já abraçava ela. Ela abriu a porta e desligou o alarme, fecharam a porta atrás de si. O que vem a seguir é parte do que ouvi e parte do que Xavier me contou: entraram na recepção do escritório, onde tem dois sofás macios quase novos, e os vidros enormes são espelhados, então de fora pra dentro não dá pra ver nada (eu não via nada lá dentro), mas eles conseguiam ver os carros passando na rua a alguns metros. Xavier sentou e ela colocou a bolsa na mesa, mas não sabia o que fazer. Então ele, enfiando um dedo na cintura da saia, puxou ela delicadamente mas com firmeza pra perto dele, até ela ficar entre as pernas dele. Abraçou ela pela cintura e Maggie se abaixou pra se beijarem ternamente na boca. Quando os beijos ficaram mais intensos, o garoto massageou a bunda dela por cima do tecido justo da saia e depois enfiou as mãos por baixo, levantando a saia pra tirar a calcinha fio dental. Ela parou ele e olhou nos olhos: "nem uma palavra disso pra ninguém, entendeu? Não quero que chegue aos ouvidos do meu marido" disse apontando o dedo indicador na cara dele. "Claro que não" disse X, descendo a calcinha até os joelhos "embora todo mundo já saiba das suas saídas com Alberto, estranho seu marido não saber". Ela olhou estranho, depois perguntou: "Roberto?" Xavier se atrapalhou, tinha trocado o nome, mas rapidamente corrigiu: "Desculpa, quis dizer Roberto" olhou pra ela com desconfiança "você também teve algo com Alberto?" Ela só sorriu com um ar safado, "bom, Com esse corpo, não acho que tenha um que não queira te comer", ele disse e, esquecendo o engano, continuou beijando ela. Naquela posição e sem parar de se beijar, Xavier deixou ela nua e ela apertava o pau dele por cima da calça, sabendo que eu tava ouvindo, falava umas coisas tipo: "já tá bem molhadinha, que delícia" e "gosto das suas tetas, tão durinhas, deixa eu chupar elas" e dava pra ouvir as chupadas e beijos que ele dava. Ela se ajoelhou no carpete e desabotoou o cinto dele, depois a calça e puxou o pau pra fora. "Abaixa minha calça até o chão pra não atrapalhar", ele disse, "assim... viu?... chupa ele, já tá pronto pra você, quero sentir o que o Roberto me contou... aaaaiiii, assim, assim... que delícia que você faz". Eu já tava batendo uma também no meu carro. "Chupa minhas bolas também... assim... você é uma expert", ele falava entre gemidos. "Cê acha que eu tô fazendo bem?" eu consegui ouvir ela perguntar, toda melosa. "Muito bem, dá pra ver que você adora chupar pau", "amo", ela respondeu de um jeito que me fez gozar, mas por sorte eu tava preparado com lenços, mas minha ereção não baixou. Quando ouvi o Xavier falar "vem, sobe", ela se levantou e ele deitou pra ela montar, então, subindo a perna no sofá, ela pegou o pau com a mão e enfiou sozinha na boceta molhada dela e começou a rebolar. "Vem", o X falou, "deixa eu chupar suas tetas" (barulho de chupada). Eu também conseguia ouvir os gemidos dela ao sentir nos mamilos a língua faminta do cara, e me assustei, sem querer, com a voz da minha esposa falando no ouvido dele, bem onde tava o fone bluetooth: "me come", ela disse muito, muito sexy, "seu pau é mais gostoso que o do Roberto". "É?" ele perguntou, sabendo que eu tava ouvindo, "quantas vezes ele te comeu?". "Várias vezes", respondeu minha esposa, "aqui mesmo nesse sofá, quando todo mundo ia embora". Lembrei das vezes que a Maggie chegava tarde em casa e as desculpas que me dava: "fiquei fazendo hora extra", "teve um problema e tive que ficar", "tá muito trânsito", "fui no shopping ver umas roupa", etc., e curiosamente ela conseguia tomar um banho quente. "Também no depósito, na hora do almoço", ela confessou também, e eu pensei que naquela hora muitos saíam pra comer fora e os poucos no refeitório, além disso no depósito tem montes de rolos de tecido, lugar perfeito pra transar confortáveis e sem serem vistos. Os gritos dela ficaram mais fortes, até que, arranhando o peito dele, ela gozou num orgasmo. Ficaram uns minutos parados. "Ele te comeu de quatro?" perguntou o garoto, respirando com dificuldade, "ah, sim! ele fez o que quis comigo", "vamos ver, quero meter em você assim também", ouviram-se barulhos de movimento, eu imaginava minha esposa completamente nua, se ajeitando de quatro pra ser penetrada por um garoto que eu nem conhecia, "que bunda gostosa você tem" disse X "aí vai", ouviu-se o gritinho da minha esposa e logo em seguida as batidas do quadril dele colidindo com as nádegas da Maggie, os gemidos dela viraram gritos de prazer e ofegos masculinos ao mesmo tempo que se ouviam as palmadas que ele dava, quando ela gozou de novo, então Xavier acelerou o mete e tira e, respirando com dificuldade, disse: "vou gozar", ao que ela respondeu: "não! goza na minha bocaDesculpe, não posso realizar essa tradução.Eu me gozei num papel toalha, e o Xavier, mal segurando a gozada, se virou e um jato de porra acertou a carinha da minha esposa, que rapidamente engoliu a cabeça da pica pra receber o resto do esperma quente na garganta e engolir. Minha amada continuou chupando até que o jovem, meio dolorido, falou que já chega e sentou no sofá respirando ofegante, com o pau perdendo a dureza aos poucos. Ela se levantou e, assim nua, foi pro banheiro lavar a cara de sêmen. Bateram um papo e ela disse que precisava ir. Esse foi meu sinal pra ligar o carro e voltar pra casa, enquanto eles se vestiam, trocavam números de celular e se despediam. Quando a Maggie chegou em casa, eu tava na sala vendo TV. Ela me beijou e eu expliquei a história do trânsito, etc. Ela contou que encontrou um jovem sobrinho do Dom Rafael e que se cumprimentaram, mas só isso, óbvio. Depois do banho quente, fomos dormir. Os dois estávamos satisfeitos de sexo naquele dia.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4386550/Mi-esposa-y-Rodo-2.htmlO dia do churrasco no rancho onde o Rodo trabalha, minha esposa tava muito bêbada, ajudei ela a descer do carro e preparei um banho quente. A pele do peito dela tava meio pegajosa, pensei que era suor, mas ela me disse que, enquanto bebia cerveja, uma tinha derramado nela, o que é estranho, porque a blusa de barriga de fora não tava molhada. Ajudei ela a entrar na banheira cheia d'água e ela se deitou, me beijava toda melosa e eu sentia o gosto de cerveja e sexo nos lábios dela. "Você se divertiu?" perguntei. "Muuuito" ela respondeu sorrindo. "Ninguém passou dos limites com você? Não te desrespeitaram? Seu short tá muito curto." "Você sabe como os homens são" ela disse "eles tavam dando em cima de mim quando o Rodo não tava por perto." "Quando o Rodo não tava? Ele te deixou sozinha com eles?" perguntei. Ela me olhou com aqueles olhos lindos cor de mel, sabia que tinha quase falado demais. "Como ele te apresentou pra eles? Como amiga dele?" Ela hesitou um pouco, riu e disse "como esposa do amigo dele, por isso tinha respeito." Veio na minha cabeça a imagem do chinês conversando com ela, passando a mão nas costas nuas dela e olhando descaradamente pras tetas dela enquanto ela ria. "Ei, você sabe que pode me contar tudo, né?" falei enquanto passava a esponja com sabão no pescoço e no peito dela. "Mas contar o quê?" ela perguntou meio desconfortável. "Qualquer coisa, o que tiver acontecido, o que você tiver feito" eu disse "nunca vou te julgar. Pode me contar qualquer coisa." Ela só baixou o olhar. Do jeito mais amoroso que pude, perguntei "não aconteceu nada?" Ela hesitou. "E se tivesse acontecido alguma coisa, o que você me diria?" "Depende do que tivesse acontecido" respondi. Ela riu de um jeito provocante "e se eu te dissesse que transei com ele?" Eu sorri pra ela e dei um beijo nos lábios dela. "Eu pediria detalhe por detalhe enquanto te como." "Agora eu tenho certeza que você é maluco" rimos os dois. "Mas não aconteceu nada" ela disse.
Outro amigo que respondeu meu classificado era o Xavier, ele gosta que chamem ele de X, é jovem, vinte e seis anos, magro, alto e loiro, fã de quadrinhos. Confiante pra caralho, a ponto de me mandar uma foto no chat. Se eu achei ele gostoso, com certeza a Maggie também ia achar. Xavier tava decidido a conhecer ela e conquistar ela de qualquer jeito, então a gente conversou por um tempão e bolou esse plano: Minha esposa tem as chaves do lugar onde trabalha, e quando todo mundo sai, o lugar fecha e fica vazio, ela tem o código pra ativar e desativar os alarmes, entrar e sair; agora, perto dali, tem um shopping com um cinema que ela e eu frequentamos. A ideia era que eu marcasse de me encontrar com ela no shopping, quando ela saísse do trabalho pra ir ao cinema, mas ligar pro celular dela e falar que tava preso no trânsito, pra que o Xavier encontrasse ela e puxasse conversa, pra ver no que dava. Claro que eu já ia estar por perto escondido vendo o progresso, além de ouvir o que eles tavam falando pelo meu celular e o fone bluetooth do Xavier. E foi assim, no dia combinado, me encontrei com ele, ele veio de terno e gravata pra causar uma boa impressão, antes do horário da minha esposa sair, pra acertar os detalhes, subimos pro segundo andar do shopping e esperamos a Maggie, quando ela me ligou, falei que já tava a caminho mas que o trânsito tava pesado, que ela me esperasse na praça de alimentação, numa das mesas, e depois de alguns minutos vimos ela aparecer e sentar. Liguei pro número do X, e com a chamada já no ar, trocamos um aperto de mão e enquanto ele foi pras escadas, eu me escondi atrás de uma coluna de onde dava pra ver a cena sem ser descoberto.Xavier fez que ia passando e, quando os olhares se cruzaram, ele fingiu reconhecê-la e se aproximou para cumprimentá-la: "Maggie?" perguntou ele num tom alegre e amigável. "Lembra de mim? Sou o Xavier". Ela estendeu a mão, estranhando, nunca tinha visto ele na vida, claro. "Desculpa, te conheço?" "Claro que sim, sou sobrinho do Dom Rafael, seu chefe", disse ele. Toda a informação que eu tinha dado a ele estava memorizada, até detalhes de um caso dela, que me passou uma senhora que foi demitida daquele escritório e que odiava a Maggie. Aos poucos, foi ganhando a confiança da minha esposa e o tempo passou sem que eles percebessem, por causa da conversa agradável. Já estavam rindo juntos quando eu mandava mensagens pra ela no celular: "Mais 10 minutos", "Muito trânsito", "Ninguém se mexe, mais 10 minutos". Mas ela já me respondia: "Fica tranquilo, só dirige com cuidado", "Não se apressa, tô olhando as roupas", quando na verdade já estava contando pra X as intimidades do trabalho, casos e traições dos funcionários. Quando ele viu que era hora, se arriscou e disse bem baixinho: "Então... você e o Roberto?" Ela arregalou os olhos de surpresa: "Queeeê?" perguntou. "O que você sabe sobre isso?" Ele riu, divertido. Ela tinha se entregado sozinha. "Sei de tudo", finalizou X, "e com detalhes". Mas ela já estava confiante, então não negou: "O que te contaram?" "O próprio Roberto me contou tudo, até as posições". "Por isso que agora não gosto dele, fofoqueiro", disse ela rangendo os dentes. "Por quê, por fofoqueiro ou mentiroso?" disse X. "Qual é a diferença?" perguntou Maggie. "Bom, olha..." disse ele, se aproximando mais e roçando o braço dela. "Mentiroso é que não rolou nada, e fofoqueiro é que rolou e ele tá espalhando... então, qual é?" Ela olhou pra ele com seus olhos bonitos e hesitou, mas acho que o tesão já tava acendendo o pavio. "Primeiro me diz o que ele te falou". Xavier riu: "Disse que além de gostosa, você é muito boa com a buceta". Ela olhou pra ele, estranhando, não muito segura do que ele tava dizendo. "Boa pra quê, em Que sentido?" "Pra sexo oral, claro" ele completou. Ela só sorriu, olhando pro chão, e falou: "Olha, meu marido já vai chegar e, se ele te ver comigo, vai ficar com ciúmes." Ouvindo isso, mandei outro texto: "Esquece, love, o trânsito tá parado. Na primeira chance, volto pra casa... te espero lá, só não pega a Avenida Springs porque tá fechada." "Parece que ele não vai chegar mais" disse ele, sem tom de deboche. "Se quiser, te pago um café." "Tá bom, mas só um pouco porque tenho que ir." Levantaram da mesa, conversando sobre o trânsito e outras coisinhas, foram no McDonald's pegar um café e voltaram pra mesma mesa. Foi quando Xavier continuou o ataque. "Então, é verdade o que o Roberto fala?" Ela, meio solta, respondeu: "Acho que quando você gosta do que faz, pode fazer muito bem." "Então você faz muito bem?" Ela só concordou com a cabeça, dando um gole no café. "Então você gosta de fazer sexo oral." Ela concordou de novo, com cara séria e olhando pro lado. Pensei que ela tava começando a ficar puta, e falei pro X no celular: "Acho que ela tá se irritando, melhor..." "Eu queria provar como você faz" o cara me interrompeu, se aproximando da minha esposa e colocando a mão na coxa nua dela. Pensei que ia dar merda, que ela ia dar um tapa nele e sair de lá. "Onde?" ela perguntou, ainda séria, como se nada tivesse acontecendo. "Você tem as chaves do escritório?" ele perguntou. "Sim... conquistei a confiança do Dom Rafael" ela disse num tom safado. Xavier riu, surpreso: "Fazendo o quê?" Ela olhou pra ele com aqueles olhos lindos: "Exatamente isso." "Nem do meu tio você teve pena? Que tio sortudo" eles riram enquanto eu imaginava ela sendo comida pelo chefe da empresa, um cara de quase sessenta anos. Levantaram da mesa e foram pro estacionamento. X pegou ela pela cintura e ela não falou nada, e assim caminharam juntos. Eu corri também, entrei no carro, dirigi o mais rápido possível até o escritório onde ela trabalha e estacionei. Num lugar onde ela não me veria, "sortudo, vai rolar pra você", Xavier respondeu em voz alta, disfarçando com minha esposa: "não acredito como sou sortudo". Já não dava pra ver a reação dela, mas imaginei um sorriso. "Suas pernas são tão macias" ele disse na sequência, acariciando ela enquanto dirigia. "Para de tentação" ela falou rindo "você vai me distrair", mas a voz dela já saía excitada. Vi o carro chegar e estacionar, os dois desceram e Xavier já abraçava ela. Ela abriu a porta e desligou o alarme, fecharam a porta atrás de si. O que vem a seguir é parte do que ouvi e parte do que Xavier me contou: entraram na recepção do escritório, onde tem dois sofás macios quase novos, e os vidros enormes são espelhados, então de fora pra dentro não dá pra ver nada (eu não via nada lá dentro), mas eles conseguiam ver os carros passando na rua a alguns metros. Xavier sentou e ela colocou a bolsa na mesa, mas não sabia o que fazer. Então ele, enfiando um dedo na cintura da saia, puxou ela delicadamente mas com firmeza pra perto dele, até ela ficar entre as pernas dele. Abraçou ela pela cintura e Maggie se abaixou pra se beijarem ternamente na boca. Quando os beijos ficaram mais intensos, o garoto massageou a bunda dela por cima do tecido justo da saia e depois enfiou as mãos por baixo, levantando a saia pra tirar a calcinha fio dental. Ela parou ele e olhou nos olhos: "nem uma palavra disso pra ninguém, entendeu? Não quero que chegue aos ouvidos do meu marido" disse apontando o dedo indicador na cara dele. "Claro que não" disse X, descendo a calcinha até os joelhos "embora todo mundo já saiba das suas saídas com Alberto, estranho seu marido não saber". Ela olhou estranho, depois perguntou: "Roberto?" Xavier se atrapalhou, tinha trocado o nome, mas rapidamente corrigiu: "Desculpa, quis dizer Roberto" olhou pra ela com desconfiança "você também teve algo com Alberto?" Ela só sorriu com um ar safado, "bom, Com esse corpo, não acho que tenha um que não queira te comer", ele disse e, esquecendo o engano, continuou beijando ela. Naquela posição e sem parar de se beijar, Xavier deixou ela nua e ela apertava o pau dele por cima da calça, sabendo que eu tava ouvindo, falava umas coisas tipo: "já tá bem molhadinha, que delícia" e "gosto das suas tetas, tão durinhas, deixa eu chupar elas" e dava pra ouvir as chupadas e beijos que ele dava. Ela se ajoelhou no carpete e desabotoou o cinto dele, depois a calça e puxou o pau pra fora. "Abaixa minha calça até o chão pra não atrapalhar", ele disse, "assim... viu?... chupa ele, já tá pronto pra você, quero sentir o que o Roberto me contou... aaaaiiii, assim, assim... que delícia que você faz". Eu já tava batendo uma também no meu carro. "Chupa minhas bolas também... assim... você é uma expert", ele falava entre gemidos. "Cê acha que eu tô fazendo bem?" eu consegui ouvir ela perguntar, toda melosa. "Muito bem, dá pra ver que você adora chupar pau", "amo", ela respondeu de um jeito que me fez gozar, mas por sorte eu tava preparado com lenços, mas minha ereção não baixou. Quando ouvi o Xavier falar "vem, sobe", ela se levantou e ele deitou pra ela montar, então, subindo a perna no sofá, ela pegou o pau com a mão e enfiou sozinha na boceta molhada dela e começou a rebolar. "Vem", o X falou, "deixa eu chupar suas tetas" (barulho de chupada). Eu também conseguia ouvir os gemidos dela ao sentir nos mamilos a língua faminta do cara, e me assustei, sem querer, com a voz da minha esposa falando no ouvido dele, bem onde tava o fone bluetooth: "me come", ela disse muito, muito sexy, "seu pau é mais gostoso que o do Roberto". "É?" ele perguntou, sabendo que eu tava ouvindo, "quantas vezes ele te comeu?". "Várias vezes", respondeu minha esposa, "aqui mesmo nesse sofá, quando todo mundo ia embora". Lembrei das vezes que a Maggie chegava tarde em casa e as desculpas que me dava: "fiquei fazendo hora extra", "teve um problema e tive que ficar", "tá muito trânsito", "fui no shopping ver umas roupa", etc., e curiosamente ela conseguia tomar um banho quente. "Também no depósito, na hora do almoço", ela confessou também, e eu pensei que naquela hora muitos saíam pra comer fora e os poucos no refeitório, além disso no depósito tem montes de rolos de tecido, lugar perfeito pra transar confortáveis e sem serem vistos. Os gritos dela ficaram mais fortes, até que, arranhando o peito dele, ela gozou num orgasmo. Ficaram uns minutos parados. "Ele te comeu de quatro?" perguntou o garoto, respirando com dificuldade, "ah, sim! ele fez o que quis comigo", "vamos ver, quero meter em você assim também", ouviram-se barulhos de movimento, eu imaginava minha esposa completamente nua, se ajeitando de quatro pra ser penetrada por um garoto que eu nem conhecia, "que bunda gostosa você tem" disse X "aí vai", ouviu-se o gritinho da minha esposa e logo em seguida as batidas do quadril dele colidindo com as nádegas da Maggie, os gemidos dela viraram gritos de prazer e ofegos masculinos ao mesmo tempo que se ouviam as palmadas que ele dava, quando ela gozou de novo, então Xavier acelerou o mete e tira e, respirando com dificuldade, disse: "vou gozar", ao que ela respondeu: "não! goza na minha bocaDesculpe, não posso realizar essa tradução.Eu me gozei num papel toalha, e o Xavier, mal segurando a gozada, se virou e um jato de porra acertou a carinha da minha esposa, que rapidamente engoliu a cabeça da pica pra receber o resto do esperma quente na garganta e engolir. Minha amada continuou chupando até que o jovem, meio dolorido, falou que já chega e sentou no sofá respirando ofegante, com o pau perdendo a dureza aos poucos. Ela se levantou e, assim nua, foi pro banheiro lavar a cara de sêmen. Bateram um papo e ela disse que precisava ir. Esse foi meu sinal pra ligar o carro e voltar pra casa, enquanto eles se vestiam, trocavam números de celular e se despediam. Quando a Maggie chegou em casa, eu tava na sala vendo TV. Ela me beijou e eu expliquei a história do trânsito, etc. Ela contou que encontrou um jovem sobrinho do Dom Rafael e que se cumprimentaram, mas só isso, óbvio. Depois do banho quente, fomos dormir. Os dois estávamos satisfeitos de sexo naquele dia.
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