A Gim

Esta é a pequena história da Vanesa, uma patricinha do bairro Pocitos, que de repente, sem mais nem menos, deu uma vontade louca de dar um mergulho no populismo. Digo isso porque que metáfora melhor usar do que essa, com esse calor infernal que tá pegando, né? Só podia ser assim.

A Vane, filha de engenheiro e arquiteta, é uma loiraça de chamar atenção, com seus 29 anos, olhão, e pra resumir: ela tem tudo grande e lindo ao mesmo tempo. Quando falo tudo, tô falando de peito e raba, olhos, pernas, muito hóquei na grama no colégio particular onde estudava.

Pra grande maioria dos meus leitores, meus e aqui eu enfatizo manos argentinos, e não tô pagando pau não. Quem já teve a chance, como esse humilde contador de histórias, de interagir com gente de outras culturas na vida real, não virtual, por causa do trampo, posso garantir que não temos nada em comum, como no meu caso, com europeus ou com os ianques da América do Norte, e sem ir muito longe, nem com os bróderes do Brasil. A barreira do idioma é um puta impedimento, mas com um argentino a parada muda.

Desde o mate, a cerveja, o rock e mil etcéteras, a Vane tava deixando os pais bem preocupados. Ela era uma mina independente que tinha terminado recentemente um namoro de anos, onde morava junto num apê lindo no bairro onde cresceu. Era a dona do escritório de advocacia onde tocava todo tipo de caso, principalmente na área trabalhista.

Dava pra entender a preocupação dos pais: a menina tinha resolvido dar uma guinada radical. De ir pra uma das melhores academias do país, que ainda tinha SPA, sauna e todo o conforto que vocês podem imaginar, passou a frequentar uma de nível bem modesto num bairro humilde.

Como tudo na vida, tinha uma explicação, e nesse caso o nome era Mateo, o professor da academia. Mateo, 22 anos, era simplesmente um Adônis. Pra não me alongar muito e vocês formarem uma imagem mental, ele era muito parecido com o Homem de Aço, o ator que interpreta ele, que não lembro o nome, mil perdões. Podia dar um Google, mas Não tô nem aí, dito isso, ela depois do trampo e de se trocar às 20h aparecia na academia. Pra ser sincero, ele não tava nem aí pra Vane, típica patricinha rica e sem modos. Zero empatia, entrava, nem dava bom dia, aquecia com um cardiozinho na bicicleta ergométrica, esteira e depois ia pros aparelhos sem dar bola pra ninguém, muito narcisista, se exibia mais do que andava pelos espelhões e com o celular não parava de fazer poses e selfies. Os caras tudo de pau duro por ela e as patricinhas odiavam ela. Dava pra ver que era uma puta de outro nível, mas ela tava pouco se lixando. A filha da puta, por assim dizer, vestia, como não podia deixar de ser, aquelas leggings que marcavam a buceta e a raba dela de um jeito infernal, que geralmente era o conjunto, onde os peitões dela pareciam explodir pra fora do top ou como caralho chama, aquela regata de lycra que combinava com a legging. O pior é que ela não usava calcinha, ou seja, roubava todos os olhares, menos o do Mateo. Ele, nem preciso dizer, já tinha comido umas ninfetinhas da academia no passado e, de certa forma, tinha se aquietado, tava namorando há uns anos. Como Vane foi parar na academia, muito simples: uma amiga de uma amiga que frequentava passou a fofoca com ênfase, já que tinha sido comida pelo Mateo na época. O que mais destacava do professor era o vigor pra foder e, especialmente, aquela pica de 20 cm mole que fazia ela delirar. Não tem receita nem fórmula mágica pra fisgar uma patricinha, mas aquele desprezo do professor por ela fazia ela se molhar e, ao mesmo tempo, era um desafio pra Vane, que por mais maduro e musculoso que o Mateo parecesse, não deixava de ser um cara. Ela voltava da academia pra casa e assim que entrava no chuveiro, batia umas punhetas assassinas, imaginando a pica do Mateo e ele fodendo ela selvagemente. É verdade que pros negócios e pro prazer, o boca a boca é essencial, ela sabia daquele segredo que pendia entre as pernas do professor, era a vantagem dela. Ele, por outro lado, não gostou dela de cara, o que Vai pela primeira vez a uma academia, é quase regra o instrutor de plantão te orientar, seja homem ou mulher, sobre tudo que envolve o funcionamento dos aparelhos e, principalmente, a rotina. Vane, na primeira interação com o instrutor, cortou o barato dele, quase que se achando, e disse: "Não precisa se preocupar em me explicar, eu sei como os aparelhos funcionam, eu treino." Isso foi quase como enfiar o dedo no cu dele, não tanto pela informação em si, mas pelo tom. "Ok", disse Mateo, enquanto pensava: "Que gostosa mal comida e metida a besta você é". Desde aquele dia, Mateo cuidava da vida dele no balcão da recepção, ou ficava orientando alguém, ou, no fim das contas, também tinha que manter o shape. Tava sempre ocupado, ou com os números da academia, ou vendendo bebidas, varrendo, arrumando, etc. Até tinha aquele maldito aviso: "Se usar os pesos ou o que for, deixe arrumado no lugar onde pegou", mas é como se dissesse: "Deixa tudo largado". Uma noite como tantas, depois de três meses de Vane indo na academia, já entrando na primavera, tinha pouca gente naquela quarta-feira. Vane tava no cio, tinha vestido uma legging branca que parecia que ela tava pelada, junto com uma regata da mesma cor e tecido, que dava pra ver claramente a auréola e os bicos. É quando, pela roupa, um homem percebe que falta rola ou quando as gatas tão no cio. Óbvio que todos os caras, que eram três na hora, e as duas gatinhas que estavam na esteira não acreditavam no que ela tinha vestido. Era um convite pra comer ela, ninguém chegava junto, os caras se sentiam inibidos e as gatinhas tavam devorando ela com os olhos. Mateo tava full focado nos números que não fechavam e que tavam preocupando ele há uns dois meses, porque a clientela tinha caído e tinha que pagar fornecedor e o aluguel do local. Vane tinha que fazer a jogada dela, mesmo que em três meses o contato com Mateo tivesse sido zero, dessa vez, esperta, ela chegou à conclusão de que tinha que ser a última a sair e ficar a sós com o instrutor. Fechava às 22h. Foi assim que, deitada de bruços no banco, com os pesos atrás da Talonando pra fazer glúteo, Vanesa se fez de sonsa, com os fones no ouvido escutando Viva la Vida do Coldplay. Tava viajando na maionese, como de costume. Mateo já tinha fechado a gaveta da mesa e desligado as luzes, todo mundo já tinha ido embora. No fundo, tava a Vane, que quando Mateo foi em direção ao quadro de luz, se assustou. Ver aquela bunda de calça branca esticada fazendo flexão de perna e panturrilha, mesmo sem clima, era de carne e osso. Sentiu um arrepio na espinha. "Já vou fechar", ele disse. Ela nem ligou, até que ele teve que tocar no ombro dela, ela tava full no som. "Uhh, desculpa", ela disse, tentando se levantar, "upss, puxei a panturrilha, que dor". Pode parecer brega, mas o acidente aconteceu mesmo, ela teve um estiramento nos gêmeos. "Me ajuda a levantar?" E ele, "por favor", retrucou Mateo. Vane, dolorida, não tava nem aí nem com tempo. "Fala sério, mano, me ajuda". "Neném, te falta educação, levanta sozinha". "Não consigo, cuzão", ela retrucou, já irritada. "Como você me chamou?" "Cuzão, quer que eu soletre?" "Ahhh, tá, você é mal-educada". "E você é um viadinho". Mateo não aguentou mais e rebateu: "Você é uma mal comida, frígida do rabo. Bem que dizem que do ódio ao amor é um passo, e dos insultos à foda também". Isso excitou Vane, que finalmente tinha ele onde queria. "Vai ser você que vai me comer?" (M) "Não, eu não como patricinhas frígidas". (V) "Ah, então é viado?" Já (M) não aguentava mais. Naquela posição, de V deitada de bruços, com a bunda empinada, "vai ver que viado eu sou", disse (M). Ele abaixou a legging dela bem devagar, enfiou a língua bem no cu. "Sai, viado, filho da puta". Agora era (M) que não escutava. "Você vai saber o que é um male slut". Puxou aquela pica enorme que já tava dura, cuspiu na mão e meteu de uma vez, sem piedade, todo aquele pedaço de carne no cu babado. "Ahhhhjjjjjjhhhjjhhhjjjbb", foi o grito de V, "filho da mil putaaaaaaa". Com a legging nos joelhos, M metia com fúria o pau, plaf play plaf plaf plaf plaf plaf, segurava ela pelo cabelo, naquela posição. via como a pijota dele entrava e saía daquele cu impressionante, tava metendo com muita fúria, plaf plaf plaf plaf plaf, um uff não gosta, vadia, como eu te meto no cu, queria pau no cu, né, uhhhhhbb uhhhhjjj uhhhhjjjjj. Mmmmmmmmmmmmmm Siiiiii vai, me arromba o cu com essa porra Putoooooooo, aggghhh, já não sentia dor nos gemeos, era o cu, um que tava sendo comido com Fúria e até os ovos Pelo.profe que a fazia jorrar cataratas de porra da use the word: pussy, aggghhhhhgvvvvvvvvvvvvvbvbbbbbnnnnnnnn, M tinha enfiado por baixo uma mão na use the word: pussy e os dedos esfregavam o clitóris, V tava entregue ao prazer daquela pijota entrando e saindo do cu. M plaf plaf pla quer sentir o gosto do teu cu, vadia, Ufff uffgg Uffggggg V sim, me dá essa porra que vou devorar, Sentou no aparelho, M aproveitou pra beijar a boca dela num chupão profundo, V com as duas mãos fazia a punheta naquele martelo de carne, tirou as tetas pra fora, e começou a deslizar aquele pau no meio, beijando a ponta, a habitual Turca na Argentina, Russa no Uruguai. M mexia a pelve pra comer aquelas tetas, pegou a cabeça dela pela nuca e enfiou o pau todo, aggggg V fez uma ânsia, é muito grande enquanto acariciava os ovos dele exclamou. Glop Glop Glop Glop, sim vadia molha tudo que vou te arrebentar essa use the word: pussy na base do pau. Vem, disse Mateo, sentou na barra de fazer peito, V montou nele, vai me come Putaaaas, plof plof plof, subia e descia V em cima daquele pau, M chupava as tetas dela, amassava o cu e enfiava um e depois outro dedo no cu, ahhhhhjjjjbbbbbnnbhhhjj que filho da putaaaaa você é Sweetie. M deixou ela cavalgar um tempo, até que se levantaram ela ficou de lado encostada no aparelho, ele por trás, plaf plaf plaf plaf plaf o pau todo na use the word: pussy entrando e saindo numa metida intensa, V já tinha gozado três vezes, uffgg se ouviu Mateo que gritou quer na boca, vadia???? uggggg sim, me dá toda a porra, ele pegou a Pelo la ajoelhou com violência, ela abriu bem a boca e olhando pra ele, "Me dá tudoooo", eu me contorci e esvaziei literalmente os ovos com uma quantidade imensa de porra, agggg que a Vane engoliu por inteiro. Ela se recuperou com a ajuda dele, ele a acompanhou até a caminhonete, ela ainda estava meio dolorida dos gêmeos e da bunda. Tendinite que por duas semanas impediu ela de ir à academia, com repouso e gelo a Vane se recuperou, seguiu o mesmo modus operandi: zero bola ele, zero bola ela, exceto que três vezes por semana quando ela ia, ele comia ela no fechamento da academia. Nunca ninguém suspeitou que viraram amantes. Mateo largou a namorada e foi morar com a Vane, e hoje, há vários anos, são um casal. A moral da história é que do ódio ao amor e do amor ao ódio é um passo. Fim.

3 comentários - A Gim

Muy buen relato salió pajaso en el descanso del laburo gracias

Tendrías que hacer uno con las villeritas me encantan las cumbieras
Gracias Master un placer q me leas y comentes ,soy Uru ,acá serían Planchas las Villeritas de allí.te convidó a leer mi último relato.Anrazo Capo.
Sublime maestro! Me imaginé a esa puta hermosa cheta. Van puntos
Gracias Querido por comentar.Abrazo.