Essa é uma história que me deixa muito excitado, espero que seja o mesmo pra vocês. Uma vez, eu e minha esposa fomos a uma festa de família num sítio, uma casa grande e um terreno enorme de um parente dela. Como era algo informal, não fomos muito arrumados. Minha roupa não importa, mas ela foi com uma legging que marcava bem aquele rabo gostoso que ela tem, salto alto e um top vermelho que realçava aquele peito tão lindo que levanta tantos suspiros e mais 😏.
A festa transcorria sem novidades, mas com o passar das horas e principalmente do álcool, o clima foi ficando interessante. Não tínhamos nada em mente, era festa de família. Mas, quando só ficou a galera mais animada, tomando qualquer tipo de bebida alcoólica, e ao som de músicas variadas, minha amada dançava com seus familiares e amigos de maneira alegre. Até que percebi que ela repetia muito com um primo dela, um que não morava mais na cidade, pois eu só o tinha visto algumas vezes em ocasiões especiais como essa.
Perguntei quem era e ela me disse que era um primo segundo da infância com quem cresceu e brincou até os 15 anos. Mas, no calor dos copos, ela me confessou que sempre se gostaram, que quando entraram na idade do despertar hormonal, chegaram a se tocar e até a se beijar de leve, mas não passou disso.
Com essa confissão, me deu um tesão e perguntei se ela teria gostado de ir mais longe com o primo. Ela disse que naquela idade não tinha pensado nisso, mas quando ele voltou à cidade, todo um homem, não achava ele feio. Aí eu fiquei ligado e disse que se ela fosse capaz de dar pro primo, que não ficasse com vontade. E aí rolou a seguinte conversa:
A: Pra falar a verdade, tô com vontade do meu primo, ele tá gostoso, é bonito e dança bem, mas principalmente dá pra sentir que ele tem como se defender na entreperna.
H: Então por mim não se segura, realiza sua fantasia de dar pro seu primo, eu fico encantado.
A: E como a gente faria? Tá cheio de família e não quero problema, só eu e você. A gente sabe dos nossos joguinhos. H: Olha, só ficou quem tá bebendo e quase todo mundo já tá meio bêbado. Você diz que vai pôr o menino pra dormir (a gente só tinha um filho) e eu distraio a galera enquanto você fala pro seu primo te seguir. A: Você tá maluco, mas gostei da ideia. Ok, vou fazer pra ver se ele me segue. H: Do jeito que ele te olha, dá pra ver que ele te deseja e vai te seguir pra onde você for kkkk. Esperamos uns minutos e fizemos o combinado. Tudo saiu perfeito, ela deu uma desculpa pra sair por uns minutos e o primo pouco depois fez o mesmo. Eu também fiz minha parte e comecei uma conversa sobre política e todos os presentes entraram no papo, ficamos envolvidos numa discussão política que durou tempo suficiente para o que vou contar agora, como se eu tivesse visto, contado pela minha esposa. Como você me disse, dancei e conversei com meu primo, de coisas banais no começo e mais quentes depois, o que deixou ele de pau duro e me deixou molhada. Comentei que ia pôr o menino pra dormir e ele perguntou se me acompanhava e eu disse que sim, mas que fosse discreto e desse uma desculpa depois que eu entrasse em casa. Foi assim, me retirei pra dentro, entrei no quarto deixando a porta aberta de propósito, deitei meu filho que já estava bem dormindo, quando ouvi passos no corredor finji demência fazendo de conta que falava com o menino, que já tava virando um peso, quando ouvi ele entrar e trancar a porta, aquele barulho da fechadura me arrepiou toda. Assim que entrou, me pegou pela cintura. P: Que gostosa você tá, prima. A: Obrigada, primo. P: Que sorte a do seu marido de experimentar tudo isso (ele me segurava pela cintura e começou a falar no meu ouvido, me deixou ainda mais excitada). A: Espera aí, primo, isso não tá certo. P: Ok, eu te deixo em paz só se você me deixar ver esses peitos lindos. A: Eu tava tão excitada que me deixei levar sem pensar, e fiz o que ele pediu, até tirei o sutiã enquanto ele os acariciava.



A: Não contente com isso, ele pediu para eu modelar minha bunda, ao que eu disse não, mas ele insistiu e eu aceitei com a condição de que fosse só isso.
Mas quando senti ele começar a puxar minha legging pra baixo e me fez mostrar a calcinha, que nem era nada sensual... Poxa, eu não estava preparada pra nada disso. Mas ele me deixou tão excitada que eu deixei rolar e curti cada segundo.


A: Primo, isso não tá certo, e o pior é que me sentindo exposta assim me dá vontade, e meu marido não tá aqui pra acalmar meus desejos.
P: Mas eu tô aqui e posso resolver isso, prima.
A: Não, como é que você pensa, somos família e isso não é certo.
P: É melhor assim, fica tudo entre a gente, não me diz que você não quer, dá pra ver que você tá toda molhada, e eu aqui durasso. Vai, priminha, só a putinha sabe, ninguém vai perceber.
A: Tá bom, mas só isso, hein? Só porque tô ardendo de tesão. Vai, primo, enfia só a cabecinha do seu pau, que você me deixou bem quente.
E assim foi, ele começou a esfregar a cabecinha do pau nos lábios da minha esposa, e ela só gemía e se jogava pra trás, esperando encontrar aquele pau que tanto desejava. Até que ele pegou ela pela cintura e enfiou com tudo, arrancando um grito de prazer da minha esposa.


Ele a fodia tão gostoso que ela só gemía baixinho para não ser ouvida, até que ela virou deixando sua buceta exposta, mas ainda com a calcinha no lugar.
Não durou muito assim, então ele tirou a calça legging dela e meteu assim, a seco. Tanta era a sua tesão que deixou o primo comer ela assim. Ela gozou duas vezes, abrindo as pernas, e ele encheu a buceta dela de porra, porra do próprio primo que ela tanto desejava e finalmente estava experimentando.



Ele se vestiu rapidamente e saiu do quarto. Ela ficou deitada alguns minutos na cama ao lado do nosso filho, depois se vestiu e foi para a festa, se juntando à folia trocando olhares com o primo e comigo, cada um com uma cumplicidade diferente. Espero que gostem, se sim, mostrem com comentários quentes. Saudações e até a próxima entrega.
A festa transcorria sem novidades, mas com o passar das horas e principalmente do álcool, o clima foi ficando interessante. Não tínhamos nada em mente, era festa de família. Mas, quando só ficou a galera mais animada, tomando qualquer tipo de bebida alcoólica, e ao som de músicas variadas, minha amada dançava com seus familiares e amigos de maneira alegre. Até que percebi que ela repetia muito com um primo dela, um que não morava mais na cidade, pois eu só o tinha visto algumas vezes em ocasiões especiais como essa.
Perguntei quem era e ela me disse que era um primo segundo da infância com quem cresceu e brincou até os 15 anos. Mas, no calor dos copos, ela me confessou que sempre se gostaram, que quando entraram na idade do despertar hormonal, chegaram a se tocar e até a se beijar de leve, mas não passou disso.
Com essa confissão, me deu um tesão e perguntei se ela teria gostado de ir mais longe com o primo. Ela disse que naquela idade não tinha pensado nisso, mas quando ele voltou à cidade, todo um homem, não achava ele feio. Aí eu fiquei ligado e disse que se ela fosse capaz de dar pro primo, que não ficasse com vontade. E aí rolou a seguinte conversa:
A: Pra falar a verdade, tô com vontade do meu primo, ele tá gostoso, é bonito e dança bem, mas principalmente dá pra sentir que ele tem como se defender na entreperna.
H: Então por mim não se segura, realiza sua fantasia de dar pro seu primo, eu fico encantado.
A: E como a gente faria? Tá cheio de família e não quero problema, só eu e você. A gente sabe dos nossos joguinhos. H: Olha, só ficou quem tá bebendo e quase todo mundo já tá meio bêbado. Você diz que vai pôr o menino pra dormir (a gente só tinha um filho) e eu distraio a galera enquanto você fala pro seu primo te seguir. A: Você tá maluco, mas gostei da ideia. Ok, vou fazer pra ver se ele me segue. H: Do jeito que ele te olha, dá pra ver que ele te deseja e vai te seguir pra onde você for kkkk. Esperamos uns minutos e fizemos o combinado. Tudo saiu perfeito, ela deu uma desculpa pra sair por uns minutos e o primo pouco depois fez o mesmo. Eu também fiz minha parte e comecei uma conversa sobre política e todos os presentes entraram no papo, ficamos envolvidos numa discussão política que durou tempo suficiente para o que vou contar agora, como se eu tivesse visto, contado pela minha esposa. Como você me disse, dancei e conversei com meu primo, de coisas banais no começo e mais quentes depois, o que deixou ele de pau duro e me deixou molhada. Comentei que ia pôr o menino pra dormir e ele perguntou se me acompanhava e eu disse que sim, mas que fosse discreto e desse uma desculpa depois que eu entrasse em casa. Foi assim, me retirei pra dentro, entrei no quarto deixando a porta aberta de propósito, deitei meu filho que já estava bem dormindo, quando ouvi passos no corredor finji demência fazendo de conta que falava com o menino, que já tava virando um peso, quando ouvi ele entrar e trancar a porta, aquele barulho da fechadura me arrepiou toda. Assim que entrou, me pegou pela cintura. P: Que gostosa você tá, prima. A: Obrigada, primo. P: Que sorte a do seu marido de experimentar tudo isso (ele me segurava pela cintura e começou a falar no meu ouvido, me deixou ainda mais excitada). A: Espera aí, primo, isso não tá certo. P: Ok, eu te deixo em paz só se você me deixar ver esses peitos lindos. A: Eu tava tão excitada que me deixei levar sem pensar, e fiz o que ele pediu, até tirei o sutiã enquanto ele os acariciava.




A: Não contente com isso, ele pediu para eu modelar minha bunda, ao que eu disse não, mas ele insistiu e eu aceitei com a condição de que fosse só isso.
Mas quando senti ele começar a puxar minha legging pra baixo e me fez mostrar a calcinha, que nem era nada sensual... Poxa, eu não estava preparada pra nada disso. Mas ele me deixou tão excitada que eu deixei rolar e curti cada segundo.


A: Primo, isso não tá certo, e o pior é que me sentindo exposta assim me dá vontade, e meu marido não tá aqui pra acalmar meus desejos. P: Mas eu tô aqui e posso resolver isso, prima.
A: Não, como é que você pensa, somos família e isso não é certo.
P: É melhor assim, fica tudo entre a gente, não me diz que você não quer, dá pra ver que você tá toda molhada, e eu aqui durasso. Vai, priminha, só a putinha sabe, ninguém vai perceber.
A: Tá bom, mas só isso, hein? Só porque tô ardendo de tesão. Vai, primo, enfia só a cabecinha do seu pau, que você me deixou bem quente.
E assim foi, ele começou a esfregar a cabecinha do pau nos lábios da minha esposa, e ela só gemía e se jogava pra trás, esperando encontrar aquele pau que tanto desejava. Até que ele pegou ela pela cintura e enfiou com tudo, arrancando um grito de prazer da minha esposa.



Ele a fodia tão gostoso que ela só gemía baixinho para não ser ouvida, até que ela virou deixando sua buceta exposta, mas ainda com a calcinha no lugar.
Não durou muito assim, então ele tirou a calça legging dela e meteu assim, a seco. Tanta era a sua tesão que deixou o primo comer ela assim. Ela gozou duas vezes, abrindo as pernas, e ele encheu a buceta dela de porra, porra do próprio primo que ela tanto desejava e finalmente estava experimentando.



Ele se vestiu rapidamente e saiu do quarto. Ela ficou deitada alguns minutos na cama ao lado do nosso filho, depois se vestiu e foi para a festa, se juntando à folia trocando olhares com o primo e comigo, cada um com uma cumplicidade diferente. Espero que gostem, se sim, mostrem com comentários quentes. Saudações e até a próxima entrega.
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