Se não leram a primeira parte, vão lá pra entender a história. Vou ser bem sincera com vocês: passaram-se vários dias em que nós dois estávamos desconfortáveis, ninguém falava nada, mas o clima era diferente. Quando sentávamos pra almoçar, ninguém dizia uma palavra. Assim se passaram uns 2 ou 3 dias, até que eu fui e conversei com ele:— Filho, desculpa pelo que eu fiz. Sei que é errado e tô percebendo que o clima tá estranho e bem desconfortável.
— Não precisa se desculpar, mãe. O erro foi dos dois. Sempre tive essa fantasia, mas era só isso, uma fantasia. Na hora foi gostoso, mas agora tá estranho, sei lá.
— Entendo, querido. Acho que o melhor é agir como se nada tivesse acontecido e esquecer. Suponho que aos poucos tudo volte ao normal.
— Ok, mãe. É, acho que vai ser o melhor.
Passaram-se umas duas semanas mais ou menos em que ainda era desconfortável, mas aos poucos voltou ao normal e retomamos a mesma relação de mãe e filho. E quando digo que tudo voltou ao normal, é tudo mesmo: ele continuou pegando minhas tangas usadas pra se masturbar. Teve algumas mudanças, por exemplo, ele começou a se masturbar com a porta aberta, já não escondia a meia, deixava em cima do criado-mudo, assim como minha calcinha fio dental, que eu pegava e colocava pra lavar. Sendo sincera, não me incomodava nem me deixava desconfortável que ele fizesse isso. Na verdade, uma coisa curiosa é que depois disso a gente ficou com muito mais confiança um com o outro.
Passou uma semana e um dia, quando ele chegou do trabalho, umas 6:30/7 da manhã, ele estava me esperando. Isso me pareceu estranho, porque geralmente ele tava dormindo, mas foi legal, já que a gente tomou café da manhã junto. Por mais que eu estivesse muito cansada, decidi comer com ele, porque isso raramente acontece. Mas aconteceu algo que eu não esperava: ele me perguntou:
— Mãe.
— Fala, querido.
— Você poderia me dar a calcinha fio dental que tá usando?
Essa pergunta me pegou de surpresa, porque eu não esperava.
— Mas você já não tem alguma?
— Sim, mas quero a que você tá usando agora.
— Bom, ok. Deixa eu ir ao banheiro e te dou.
— Não. Tira a roupa na minha frente
— Por que você quer que eu tire a roupa na sua frente?
— É que não paro de pensar naquela vez que você me chupou
— Tá bom, filho, mas a gente não tinha combinado que aquilo foi um erro?
— Foi um erro sim, mas o melhor erro da minha vida
— Então você não tem mais vergonha de que sua mãe te deu um boquete?
— Nenhuma, na verdade eu queria repetir
— Agora não, tô muito cansada, então vou te dar minha calcinha fio dental e vou dormir, ok?
— Beleza, com a calcinha já me contento
Tiro os sapatos, a calça e dou minha calcinha fio dental pra ele. Ele cheira, esfrega no próprio pau e quando vou pro meu quarto, ele me dá um tapa na bunda. Eu só respondo com um sorriso.
Acordei meio-dia pra preparar o almoço, mas assim que saí do quarto, ele tava sentado no sofá de pernas abertas, se masturbando e cheirando minha calcinha
— Ainda não dormiu, filho?
— Não, tava esperando você acordar
— E pra quê você queria que eu acordasse?
— É que não aguento mais de vontade de você me chupar
— Olha, tenho que preparar o almoço, então se quiser, enquanto eu cozinho, você se masturba olhando pra minha bunda, tá bom?
— Claro, mamãe
Nessa hora, comecei a preparar o almoço. Abri a geladeira, peguei um pedaço de carne e coloquei no forno. Apoiei na mesa e comecei a rebolar de um lado pro outro. Fiquei uns 30 a 50 segundos nessa até que fui até ele. Me ajoelhei, prendi o cabelo e comecei a chupar o pau dele. Dessa vez tava bem mais duro, dava pra ver que ele já tava se masturbando há um tempão, porque não levei nem um minuto pra ele gozar dentro da minha boca. Fiquei meio decepcionada, mas fazer o quê. Levantei e cada um voltou pro seu canto.
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