Novinho beta - Caminhoneiro ALFA - Namorada puta

SEGUNDA PARTE: https://m.poringa.net/posts/relatos/4393562/Noviecito-beta---Camionero-ALFA---Novia-slut -2.htmlNovinho beta - Caminhoneiro ALFA - Namorada putaTERCEIRA E ÚLTIMA PARTE: Eu estava desesperado. Tinha reunido meus dois amigos mais próximos, meu primo e um vizinho de confiança pra me ajudar, pra me dar ideias, grana, qualquer coisa pra tirar minha namorada da putaria em que ela tava metida. Olhei pra cada um deles, engolindo seco. Ia ser foda não sair como o maior corno do mundo. —É sobre a Violeta… Eles me olharam preocupados. —Aconteceu alguma coisa? —Não. Bem, sim. Mas nada grave. Ou sim, muito grave… —O que foi, Henry? Vocês vão se separar? A gente tava na sala da minha casa, sentados nos sofás. —Ela tá com problemas. Tem um tipo de… vício… —Drogas…? Olhei pra eles. Não sabia como contar. —Ela é viciada… em sexo. Um dos meus amigos sorriu como se eu tivesse brincando. —Não é legal. Nem excitante. Não é só viciada em sexo… —me sentia tão desconfortável em me abrir assim na frente deles—. Ela é viciada em sexo com… caminhoneiros… Tá obcecada… É uma história longa, mas… Ela passa o tempo todo dando pra caminhoneiros… Primeiro eles riram. Depois viram minha cara destruída e entenderam que, por mais estranho que parecesse, era verdade. Eu desabei a chorar. —Henry, desculpa… —disse um dos meus amigos—. Achei que era piada… —Não tô chorando por causa de vocês, mas ela… Preciso fazer algo… não quero perder ela… —Ela vai te largar? —quis saber meu primo. —Não. Ela ainda me ama. E eu também. Mas ela não consegue sair dessa parrilha de puta… —Que parrilha? —Ela trabalha numa parrilha e o dono faz ela dar pros caminhoneiros por 100 pila… E ela aceita… —Não pode ser… —Até eu… Pra comer ela também tenho que pagar… Preciso de ajuda… —implorei. Todos conheciam a Violeta e, embora vissem ela sempre de saia curta e blusa apertada, com as tetas quase estourando e a carinha de puta feliz, não conseguiam acreditar. —Quer que a gente converse com ela? —É perda de tempo conversar. Ela não liga pra nada. Não é que ela não me ame, é que ela não consegue evitar… É como uma droga, ela não para de dar pra caminhoneiros… Eu tava de cabeça baixa, choramingando, e não Consegui ver como os quatro trocaram olhares entre si. —Como é o sistema…? —me perguntou meu primo. —Os caminhoneiros comem alguma coisa, se inscrevem numa lista e quando chega a vez deles, pagam pela comida e pela queca e levam minha mina pro caminhão deles… —Por quanto tempo? —Meia hora… Eles se olharam de novo. —E tem alguma restrição… ou qualquer um pode ir e…? —Acho que qualquer um. Não sei. Desde que paguem pro filho da puta do Antonio, o churrasqueiro… Nessa hora, a Violeta entrou na sala e sorriu pra gente. Já tinham se cumprimentado antes, e ela ia e vinha pela casa sem saber do que a gente tava falando. Ela tava usando um mini short colorido, bem enfiado no meio da bunda, que mostrava demais. Isso era outra coisa que me irritava em toda essa história: o filho da puta do Antonio, além de prostituir ela, tinha mudado o jeito dela se vestir e se comportar. Já no bairro, tava rolando fofoca de que ela era uma puta. Meus amigos seguiram ela com o olhar, especialmente quando ela se abaixou pra arrumar umas coisas numa mesinha. Meu primo, viciado em bundas grandes e redondas, ficou vidrado no mini short da minha namorada, que quase deixava metade da bunda de fora. —Viram? —falei pra eles quando ela saiu—. Viram como ela mudou? —Eu não acho ela tão diferente —disse meu primo—. Ou talvez um pouco mais magra, com uma bunda muito melhor do que antes, acho que ela tá mais gostosa do que nunca… —Mudou de atitude, porra! —Ah, sim, sim —ele admitiu, meio se desculpando. Olhei pros quatro, implorando. Eram meu pessoal de maior confiança. —E aí? Vão me ajudar ou não? —Claro, Henry. A gente vai ter que dar um jeito. Mas me diz… essa churrasqueira… fica onde…? Eles bolram um plano rápido. Me pediram 400 pila, 100 pra cada um. Iam durante a semana ver como funcionava esse sistema que o tal Antonio usava pra prostituir a Violeta. Santiago, um dos meus amigos, conseguiu um caminhão. Iam pagar, levar minha namorada pra cabine e tentar convencer ela. Claro, eles não iam fazer nada com ela. Isso me aliviava. Mesmo que fosse me custar 400 pila, pelo menos naquela noite ela não seria tão usada como de costume. Chegamos no churrasquinho e meus amigos e meu primo se inscreveram na lista. Quase engasgaram quando viram ela chegar de caminhão com o uniforme daquele dia, uma minissaia plissada e curtíssima, que deixava metade da bunda de fora, e uma fio dental muito enfiada no rego. Em cima, um top curto onde os peitões brigavam pra sair. — Oi, meu amor — me cumprimentou minha namorada —. Trouxe uma graninha pra me fazer o amor? — N-não… — gaguejei —. Mas meus amigos… — Ela virou pra olhar pra eles e sorriu —. Eles vêm falar com você. — Que se inscrevam na listinha, meu amor… — disse com certa indiferença. Meia hora depois, meu amigo Dani levava minha gordinha gostosa pro caminhão, depois de pagar os 100 pila que eu tinha dado pra ele. Dani era o mais pilantra de todos, talvez só perdendo pro meu primo, então ver os dois entrando na cabine me acendeu um alerta. E se ele passasse dos limites com ela? — Fica tranquilo — pediram os outros três —. Você conhece o Dani desde o primário. Como ele vai fazer uma coisa dessas? Me acalmei. Essa história toda tava me deixando paranoico. Foi uma meia hora interminável, que nunca acabava. Por um lado, melhor, pensei, esse tempo todo ele ia tentar convencer ela. Mas quando voltaram, a paranoia também voltou. Porque conheço a Violeta e na cara dela vi que tinha transado. Meu amigo vinha feliz e relaxado. Algo tava errado. — Santiago — anunciou a Viole com o papelzinho na mão, e sorriu pro meu vizinho quando ele pulou da cadeira. Vi o volume que fazia na calça dele e notei que ele tava muito pouco focado na missão real. — Ei! — reclamei enquanto ele se afastava com minha namorada pela cintura e apertava disfarçadamente as nádegas dela —. Tenta convencer ela, hein? Vi os dois entrarem no caminhão e de novo algo me entalou na garganta. Virei ansioso pro Dani, o que tinha acabado de ficar com a Viole. — E aí? — Formidável… — respondeu com um sorriso de satisfação total. — Como assim formidável? — Quer dizer, difícil… Olha, tentei conversar, mas é impossível, Você tinha razão… — E o que você fez meia hora ali? Não esperei ele responder. Saí correndo que nem um louco pro caminhão. Cheguei ofegante, subi no estribo e me espiei pela janelinha. O Santiago tava de calça arriada até o tornozelo, metendo na minha mina, que tava de pernas abertas abraçada na cintura dele. Tava comendo a minha namorada! — Santiago! — gritei indignado. Mas o filho da puta continuava fodendo e amassando os peitões dela, enquanto ela fechava os olhinhos. — Santiago, para de comer a Violeta! — gritei de novo. Parece que ele não tava me ouvindo, porque meu amigo continuava socando e penetrando ela que nem um animal. Aí bati no vidro da janela —. Filho da puta, larga a minha namorada! Aí eles pularam de susto. O Santiago me olhou com culpa, mas não saiu de entre as pernas da minha gata. Deu de ombros e fez cara de desculpa. E virou de novo e continuou metendo nela. Bati de novo, sem adiantar nada. Resolvi abrir a porta do caminhão. O filho da puta tinha trancado. Forcei a maçaneta enquanto via, desesperado, meu amigo continuar socando pra cima e pra baixo entre as pernas dela. A bunda peluda dele se mexendo contra a minha princesa linda, e ela com as perninhas pra cima, recebendo o pau, segurando ele pela cintura e puxando pra perto pra penetração ser mais funda. Forcei de novo. Fiquei no estribo do caminhão a meia hora que durou aquela fodida, me espiando desesperado pela janela e tentando abrir. Em nenhum momento o Santiago parou de comer ela e gozou dentro umas duas vezes. Quando saiu da cabine, me encontrou meio manso, resignado, com certeza, e com uma ereção que não era pra ser. Tentou me explicar alguma coisa, mas eu fiquei ali, sem reação, e ele e minha namorada voltaram pro churrasquinho. Ninguém me viu entrar no caminhão. Não iam me passar a perna de novo, meu primo e meu outro amigo iam me ter lá dentro pra evitar que me roubassem ela de novo. Surpreendi eles quando entraram. A Violeta e o meu… amigo Juanjo. —O que você tá fazendo aqui? —me repreendeu ela—. Não vem me causar confusão no trabalho. —Vim impedir que esses filhos da puta continuem me ferrando. —Mas o que você tá dizendo? São seus amigos! —É, Henry, como a gente vai te ferir? —disse Juanjo surpreso, enquanto abria o cinto da calça jeans. —Tão comendo minha namorada desde que chegaram, seus filhos da puta! Era pra só conversarem com ela! —E o que você quer que eles façam se já pagaram pro Antonio, meu amor? —Ainda por cima minha namorada tava defendendo eles. —Quem te entende, Henry? A gente tá tentando te ajudar —e aí falou com Violeta num outro tom: —Vira essa bundinha mais pra cá, meu amor… assim… —Deixa a Violeta em paz! Não come ela, Juanjo! —Não vou comer ela, idiota! —tentou me acalmar meu amigo, mas já tava com a pica dura na mão e minha namorada sem a calcinha. Pegou ela pela mão e guiou até ele. —Henry, para de fazer papel de trouxa… quer? —Tô tentando te ajudar com a Violeta. —Juanjo fez ela passar a perna por cima e ajudou minha namorada a montar nele, de frente, com a buceta gostosa prestes a enfiar. —Vai comer ela, filho da puta! Larga ela! —Tô falando que não vou comer ela! —Mas pegou a Viole pela cintura e encaixou ela na pica dele, forçando a entrada, e indicou pra ela o movimento pra baixo. Violeta só se deixou cair naquela pica duríssima e a enterrada do pau naquela buceta foi impecável—. Mmm… —Seu filho da puta, tá comendo minha namorada! —Não… Não… —ofegava o filho da puta enquanto fazia Viole subir e descer na pica dele. —Não tô… uhhh… comendo ela… —Tá comendo ela, filho da puta, tô vendo! —Juro que… não tô… uhhh… uhhh… siiiim… assiiim… —A pica venosa dele saía da minha namorada e voltava a entrar, e os fluidos dela brilhavam naquela fodida. —Henry, não seja… uhhh… sem noção…! —me repreendeu minha namorada, cavalgando ele como uma puta. —Disseram que iam convencer ela a sair daqui —falei pro meu amigo com um nó na garganta. —Não, Henry… Ahhhh… Nós dissemos que… íamos ver como… ahnnn pelo amor de Deussss… como era todo esse sistema… Isso é parte do sistema… — e gemeu baixinho pra ela: — Que gostosa que você é, meu bem… Tive vontade de dar um soco nele, mas o filho da puta começou a acelerar as estocadas e eu vi claramente como o pau dele perfurava sem parar aquela buceta que era minha propriedade. Isso me distraiu e eu já não soube o que responder. Viole foi mais prática. — Além disso ele já pagou, meu amor... Você não acha justo que eu dê uma trepadinha…? Agora Viole se virava e oferecia as costas, sempre sentada no pau dele. Meu amigo a ergueu por um instante, com o pau na mão. — Sai, Henry — me repreendeu enquanto a segurava pela cintura pra baixar ela e enfiar de novo. — Você tá muito perto e não me deixa mexer a perna pra meter bem fundo… Eu saí. — Ahhhhhh… — gemeu minha namorada quando o pau do Juanjo entrou nessa nova posição. — Valeu — meu amigo finalmente empurrou a Violeta pra baixo e enfiou até as bolas. — Ai… Siiiim… — gemeu ela —. Assim, Juanjo…. que pau gostoso…! — Viole! Pelo menos tenha a decência de calar a boca! Mas ela continuou gemendo como uma puta no cio enquanto meu amigo comia ela sem piedade, aproveitando cada estocada, sentindo ela toda pra ele. — Henry, segura ela um pouquinho aí pra não sair pra frente — me pediu. Eu fiz, o que eu podia fazer? Meu amigo agarrou ela pelas nádegas e a cada penetração abria a raba dela pra meter mais fundo. Violeta tava gostando de verdade, embora também pudesse ser a atuação que aprendeu nesse trabalho. O que não era atuação, tenho certeza, foi quando meia hora depois o último dos quatro que eu tava pagando comeu ela: meu primo. É que aquele filho da puta, minha namorada sempre teve vontade. E eu sabia disso por uma conversa besta que tive uma vez com a Violeta. Já dentro do caminhão, meu primo se impôs na minha primeira reclamação e não me deixou margem pra negociação: — Chifrudo, não enche o saco porque sua namorada Estou de olho nela há anos e vou meter sem dó —fiquei pasmo—. Então cala a boca e se comporta. Não me senti tão humilhado quanto deveria. Talvez porque ele já era o quarto que ia comer ela e estava claro pra todo mundo que eu era um baita corno. Meu primo colocou a Violeta de quatro no banco, com aquele rabão gostoso e redondo totalmente à mercê dele. Levantou a minissaia indecente dela e apoiou o pacotinho da camisinha na cintura dela, bem onde termina as costas. "Ainda bem", pensei. "Pelo menos esse vai comer ela com capa." Mas o que meu primo fez na real foi ficar com as duas mãos livres, e aí abriu com gula as nádegas da minha namorada. —Que pedaço de bunda que você tem, Violeta! Não sabe há quanto tempo quero entrar aí. —Minha namorada deu uma risadinha vaidosa e empinou mais a raba. Meu primo apalpou ela com luxúria, aproveitando cada centímetro de carne, e cada segundo que a tinha só pra ele. Pegou o pauzão dele, duro pra caralho, e foi chegando devagar até começar a penetrar ela. Com o movimento de quadril que minha mina fez pra penetração entrar mais fundo, percebi que o pacotinho da camisinha ainda estava fechado na cintura dela. —Uhhh… —ele gemia. —Que delícia você tá… Você é tão gostosa como sempre imaginei… —Primo, você tá comendo ela sem camisinha… —reclamei mais resignado que firme, patético—. Coloca a capa, pelo amor de Deus… —Uff, não faz escândalo —menosprezou, e continuou se movendo nela uma e outra vez, devagar, mas penetrando cada vez mais fundo—. Ahhh… Que gostosa que é sua namorada, corno… —Não seja filho da puta, coloca a camisinha, pelo menos… —Ai, meu amor —interrompeu Violeta—. Não enche o saco, afinal de contas é da família. Meu primo não parava de enterrar o pau até o saco nem por um segundo. Tirava quase inteiro e enfiava de novo devagar, mas sem parar nunca. E o filho da puta aproveitava aquele atrito molhado e me mostrava com cada gemido. —Vou gozar dentro de você, Viole… Não sabe as às vezes sonhei em fazer isso com você... — Ai, sim, me enche de porra... — Mas vocês são loucos! Violeta, ela pode engravidar! — Não estou ovulando, meu amor... E já te falei pra não me incomodar quando tô trabalhando pro Antonio... — Primo, você não pode fazer isso comigo... — implorei. — Não quero, chifrudo... — ele abria as nádegas dela e olhava com tesão a penetração que ele mesmo dava na minha namorada. E gozava. — Mas não sei se vou resistir à tentação... — A cada metida que ele enfiava, ela gemia mais e mais. — Você não sabe... Ahhh... o que é... Uhhh... isso... mmm... É a melhor foda que já tive na vida... — Para de merda, e se ela engravidar! — Vou encher ela, chifrudo, vou encher... — anunciou e começou a acelerar as estocadas. Minha namorada gemia no ritmo do meu primo. — Não seja filho da puta...! — Vou encher ela... Me desculpa, primo, mas vou encher ela de porra... E acelerou mais e começou a bufar alto, e de repente o filho da puta do meu primo começou a gozar dentro da minha namorada. — Siimm... — se animou Violeta. — Me enche... Me enche de porra, priminho! — Você é um filho da puta! — gritei quase chorando. — Tô enchendo ela, chifrudo! Tô enchendo ela! — ele se empolgou enquanto continuava bombando. — Olha! Olha como eu encho ela! E eu olhava. Como não ia olhar? Me sentia furioso, indignado, cheio de raiva prestes a explodir em choro, mas hipnotizado por aquela imagem surreal do pau do meu primo pulsando dentro da buceta delicada da minha namorada. E sabia que cada pulsação era um jato de porra direto no útero, e cada gemido dela não era nada além de um pedido de prazer, porque também sabia que ela adorava sentir a porra quente dos caras dentro dela. Gozei seco sem conseguir evitar e uma mancha de umidade apareceu na minha calça, me envergonhando. Já o filho da puta do meu primo continuava bombando a minha garota enquanto segurava as nádegas dela com as garras e a enchia sem piedade. Pensei que tudo ia acabar ali. Minha humilhação não podia ser pior. Como eu estava enganado! Meu primo Tirou aquela boa peça de pau que tem e apoiou nas nádegas dela. Tava brilhando de fluidos e ainda duro. O peso daquele pau na Booty, e o estalo que o semen viscoso deu naquela pele foram premonitórios. —Uuuy… —disse minha namorada, toda dengosa. —Vou arrebentar teu cu, bonequinha. Sempre quis fazer essa tiny ass linda que tu tem. “Já”, me vangloriei nos meus pensamentos. “Se quer fazer o cu dela tá fudido, só pagou 100 pila pro Antonio, e pra fazer a Booty também devia ter pagado 150” —Mmm… adoraria, priminho… —respondeu minha namorada. A resposta da Violeta não me agradou nem um pouco. —Meu amor, ele não pode fazer tua Booty —lembrei—. Ele te pagou só 100 pila. Meu primo se irritou. —Cala a boca, cuck, não seja dedo-duro. —É que é um pau tão yummy… —Viole, tu é uma filha da puta, comigo tu não deixou! —Cala a boca, seu corno! —Se deixar fazer a Booty por cem pila, conto pro Antonio. Me senti tão estranho falando uma merda dessas. Mas já tava tudo muito fora do lugar. Meu primo me olhou com ódio. Talvez se não tivesse recomeçando a foder minha namorada, de novo, ele teria me batido. Viole gemeu ao receber aquele pau, mas sorriu pra mim e me tranquilizou: —Nunca falharia com o Antonio, amor… Ninguém pode fazer minha Booty se não pagar 150. Sorri triunfante. Sim, sorri triunfante pro meu primo, que tava de joelhos atrás da minha namorada, penetrando ela de novo, fazendo ela gemer e pedir mais pau. Sim, triunfante, mesmo sem saber por quê. —Que pedaço de cuck… —sentenciou meu primo. E meu triunfalismo vacilou. Começou a salivar o cu da minha namorada, massageando ele, de passagem, mas só pra salivar de novo e de novo. —O que cê tá fazendo? —Vou arrebentar o bum da puta gostosa da tua namorada… —Não pode… Já ouviu a Viole, tem que pagar 150. —Tô acumulando vontade há três anos, primo… Me olhava e continuava dilatando o buraco da Violeta. O filho da puta apoiou a ponta do pau na entrada do cu. Só apoiou, e empurrou quase nada, como pra marcar presença. —Você tem que me dar antes os 50 reais que tão faltando, coração —anunciou minha namorada, se rendendo à obediência do cafetão churrasqueiro. —Já sei. —Ele apoiou a cabeça da pica com mais força e enfiou uns dedos na buceta dela. —Não faz isso, filho da puta! Viole, não deixa, senão eu aviso o Antonio. —Não vai precisar, fofoqueiro… —reclamou meu primo. Enfiou meia cabeça de pica no cu já bem dilatado da minha namorada e me disse todo tranquilo:— Me empresta 50 reais. A puta gostosa se desmanchou num sorriso de satisfação total. —Você é um filho da puta… —elogiou ele. Eu não queria entender. —O quê? Como? —Que me empreste 50 reais, corno! —ordenou bem firme, quase com violência—. Me dá a grana que eu quero arrebentar o cu da sua namorada. —Não me chama de corno! —foi minha reação desesperada, confusa. —Me dá os 50 conto, sua puta que pariu! —Viole, fala alguma coisa! —Ah, Henry, para de agir como um moleque. Depois ele te devolve. Sabia que nunca ia me devolver. —Vai, corno, que eu tô com a pica dura e o cu da sua namorada no ponto… Te prometo que não vai doer…. Violeta riu. E eu me vi como um robô tirando minha carteira devagar, incrédulo, vendo minha gordinha putona, de cu pra cima, me olhando nos olhos e mandando um beijinho silencioso. —Só tenho uma nota e é de cem. —Melhor —disse meu primo—. Assim fica de gorjeta. Não quero que sua namorada pense que sou um pão-duro. Dei os 100 reais. —Assim que eu gosto, corno. Meu primo pegou os 100 reais e tirou a própria carteira. Tirou de lá uma nota de 50 e guardou a de cem. Vi que ele tinha pelo menos mais 200 reais. Derrotado, vi meu primo pegar a nota de 50 e prender no elástico da calcinha da minha namorada, na cintura, onde termina as costas. O elástico estalou e minha namorada se contorceu de prazer. —Puta… —disse meu primo—. Agora sim… Voltou a salivar a pica e o cu dela. Massageou um pouquinho e foi enfiando a cabecinha devagar. mas firmemente. A boa da minha namorada bufou em silêncio e se esforçou pra se abrir. Não foi difícil. Mesmo sem ter levado Booty naquela noite, prática não faltava. A cabeça da pica do meu primo entrou inteira e descansou ali uns segundos. Depois continuou perfurando. — Vem, corno, olha — me chamou orgulhoso. Mesmo odiando ele, fui. — Tá vendo? — perguntava enquanto enfiava bem devagarinho a pica no cu dela. Eu não acreditava nos meus olhos. Nunca tinha visto minha namorada sendo penetrada de tão perto. E ficou ainda mais perto: — Chega mais, primo. Olha bem de pertinho como eu encho o cu dela de pica. Obedeci e coloquei meu rosto colado nas nádegas da minha Viole, enquanto a pica do meu primo continuava furando ela a quatro centímetros do meu nariz. — Cospe nela — ordenou meu primo de repente. E apontou pro cu da Viole, que tava tampado pela grossura do pau dele, enfiado bem fundo nela. Eu cuspi ali onde ele mandou, e então ele puxou a pica uns centímetros —. Cospe de novo, vai. E começou a enfiar outra vez. Repetimos a parada umas duas vezes, eu cuspindo na pica dele, e ele tirando e metendo. — Agora me ajuda, corno, segura a calcinha da sua namorada pro lado, pra não atrapalhar. Tive que roçar a mão dele, que tava agarrando as nádegas da minha namorada como se fossem massa, abrindo o máximo possível as bandas dela pra começar a penetrar mais rápido. E eu segurei a tanga pro lado, pra ele sodomizar ela mais à vontade. — Uhhh — gemeu ela. Meu primo puxou a pica um pouco. — Cospe de novo, corno. Cospe. E meu primo avançou de novo perfurando o cu da minha Viole. — Ahhhh… Siiim… — Que bunda gostosa que a tua mulher tem… — bufou ele —. Cospe, cuck! Ajuda tua namorada. Ele me deixou assim, lubrificando a própria fodida umas quatro ou cinco vezes mais. Pra cuspir eu tinha que chegar bem perto com o rosto, e como ele nunca tirava a pica de vez, tudo ficava muito próximo. Eu tinha uma visão tão detalhada da penetração que foi inevitável soltar outro jato de porra dentro da minha calça. Meu primo começou a bombar ela cada vez mais rápido. Eu continuava segurando a calcinha com uma mão pra ele não ficar desconfortável enquanto comia ela. Com o passar das estocadas, a pica do meu primo foi ficando cada vez mais ousada, e ele ia cada vez mais rápido e mais fundo. Violeta gemia e gritava como uma puta. Bom, ela era. Mas tava gozando de verdade. A pica do meu primo já tava furando ela com violência, entrando e saindo inteira, sem delicadeza nenhuma, e cada investida daquele filho da puta enterrava a pica até a garganta, fazendo ela gemer. Ele ficou sodomizando ela por uns dez minutos, talvez menos, enquanto meu primo se deliciava com a raba da minha namorada: "tô arrombando teu cu, Viole. Finalmente tô arrombando..." e minha namorada, toda puta: "sim, priminho, sim... sempre quis saber como sua pica ia ser dentro de mim..." Até que ele anunciou que ia gozar. —Vou gozar, meu amor... Vou encher teu cu de porra... —Sim, piranha, sim —suplicava Violeta. Meu primo mudou um pouquinho de posição, se levantando pra conseguir uma penetração mais funda ainda. E começou a acelerar. Nessa altura, ele já bufava como uma locomotora, e a cada estocada que dava na minha namorada, no mesmo movimento separava as nádegas dela, chegando literalmente até os ovos. —Vou encher teu cu, Viole, vou encher... —Sim, sim, sim, sim... Enche ele! —Corno, solta a calcinha e segura minha pica que vou gozar na tua mulher... Tentei fazer cara de ofendido, mas não consegui. —Vai, porra, que você nunca mais vai ter outra chance igual essa. Soltei a fio dental e com dois dedos fiz um círculo na base da pica do meu primo, ali onde começava, que era o único lugar que não penetrava a raba da minha namorada. Meus dedos ficaram como um anel na base da pica dele, batendo sem parar na raba da minha amada a cada estocada que ele dava nela. —Aperta, corno. Quero que você sinta a porra vindo. —Obedeci e apertei. —Assim, assim, corno, muito bem... Uhhh... —Era puro Mórbido pra caralho toda essa situação. Eu segurava a base da pica do meu primo e a pele que eu tocava não mexia, mas sentia como a carne da pica, a que tava dentro daquela pele, corria pra frente e pra trás que nem um pistão, cravando na minha mina—. Muito bem, Henry… senti como te fodi… —Ela continuava se balançando dentro do cu da minha Violeta com violência—. Que cuck bom você deu, eu sabia… me sente, primo, me sente… —E olha que eu sentia mesmo. Era uma barra de pica que ele cravava no cu da minha mina e meus dedos eram tabeliães que certificavam de verdade a superioridade dele como macho sobre a minha patética inferioridade de cuck. Aí meu primo mostrou pra Violeta: —Olha o que teu namorado tá fazendo, gostosa. Violeta virou e o tesão de me ver anelando a pica que tava furando ela foi demais. —Meu amor… —murmurou. E começou a gozar que nem uma gostosa, e isso fez o mesmo com o safado do meu primo. —Vou encher você, corno! —falou pra mim com um sorriso sádico—. Aperta mais forte que vou encher de porra. Obedeci e apertei mais a pica dele, já com três dedos. De repente senti ela pulsar com uma força do caralho. Tava prestes a gozar. —Vou gozar, priminho… —quase gozando, ele tentava se levantar um pouco pra penetrar minha mina mais de cima e continuar cravando mais fundo, se é que isso era possível. A redondeza gordinha da bunda da minha garota era uma perfeição que me enlouquecia. E era minha perfeição. Ver aquela coisinha imaculada sendo furada pelo pistão do meu primo me humilhava mas me excitava que nem nada—. Vou gozar, pedaço de cuck… Agarrado nas nádegas já vermelhas da minha mina, meu primo começou —finalmente— a encher ela literalmente de porra e eu pude ver como a pica dele dilatava e contraía, e senti os jatos fluindo entre meus dedos como se fosse um sachê de maionese. —Tô enchendo você de porra, meu amor… —dizia meu primo. Violeta já tava gozando morbidamente enquanto não parava de me olhar anelando o macho dela. —Vou encher de porra, corno, vou encher… —repetia pra mim primo enquanto continuava bombando dentro dela e inundando ela com os últimos jatos —. Encho sua buceta de porra… Ele desabou em cima dela, encharcado de suor e exausto. Eu fiquei meio sem reação, mas com minha calça toda molhada da minha própria porra. Um minuto depois ele se ergueu e antes de tirar disse: — Quer fazer ela gozar agora, mano? Não esperava uma compensação dessas, e concordei agradecido. Mesmo sem saber se ia subir, já que tinha acabado de gozar sem me tocar. Desabotoei a calça. — Não, corno, não seja iludido… — ele tirou o pau do cu da minha mina, a coitada estava toda dilatada, como eu nunca tinha visto, e lambuzada de porra, por dentro e por fora —. Vai lá — me convidou. Não entendi —. Vai lá — insistiu. Ele me pegou pela nuca e me empurrou pra rabeta da minha mina, praquele cu explorado e estourado, coberto de porra dele. Chupei, comi, limpei. E minha cara ficou toda lambuzada de porra do meu primo e dos sucos da minha mina. — Você não queria dar prazer pra ela? Vai ver que ela vai adorar. E pela primeira vez na vida fiz ela gozar só de chupar ela. Na volta, a gente voltava os seis na caminhonete: Violeta, meu primo no meio e eu dirigindo. O resto, atrás. Ninguém falava nada. Bem antes de chegar na cidade, minha mina se deitou no banco, apoiando a cabeça entre as pernas do meu primo, que tava do meu lado, e começou a chupar o pau dele com toda naturalidade, como se nada fosse. Olhei de canto. Supostamente não podia… O Antonio não deixava… Ela não devia estar fazendo aquilo… Mas meu primo me mostrou um detalhe que me encheu de esperança. — Tá vendo? — ele falou no meu ouvido —. Já não obedece tão cegamente a esse Antonio… Com duas ou três sessões como a de hoje, acho que tiramos ela dessa fogueira sem problema nenhum… — O quê? Mas… Vocês vão continuar comendo ela, seus filhos da puta…? — falei num sussurro, enquanto minha novinha chupava carne lá embaixo. Minha indignação era total —. E ainda querem que eu pague? No dia seguinte, dei 400 pila pros meus amigos pra eles irem A parrilla continuou convencendo minha namorada a largar aquela vida perdida. E no fim de semana, mais 400. Ela foi comida duas ou três vezes por semana durante um mês e meio, sempre por minha conta, e eu tive que começar a fazer hora extra pra juntar a grana pra continuarem comendo ela. Mas meu primo tinha razão, porque os resultados chegaram. Um belo dia, ele mesmo me apresentou uma solução, algo que jamais teria passado pela minha cabeça e que, pra ser sincero, me dava um pouco de medo. Mas isso, amigos, já é história pro próximo capítulo. Fim.vadia

1 comentários - Novinho beta - Caminhoneiro ALFA - Namorada puta

El relato es muy bueno ,en mi opinión no tendría que terminar