No começo de 2017, eu tinha dois empregos: de manhã trabalhava com construção a seco e à tarde era segurança num clube onde meu filho jogava. Graças a esse último, comecei a conhecer muita gente, uma delas era a mãe de um colega do meu filho (magrinha, bem gostosa e com umas tetas operadas que ficavam mortais). A questão é que toda vez que me via, era um "oi" e um sorriso (eu sou meio lerdo com os sinais das gatas; se não for na lata, não avanço e passo por otário, hahaha). Até que um dia, o amigo do meu filho me diz: "Minha mãe trabalha num lugar e tão procurando alguém de manhã." Beleza, falei: "Passa meu número pra ela." A gata me ligou, ofereceu o trampo e aceitei. O problema é que eu não sabia que o dono (muita grana, o filho da puta) do lugar comia essa gata regularmente, tipo amante. Começamos a trabalhar, ela era minha chefa direta. Putz, queimava a buceta e as tetas quando ela tava perto, óbvio que tentava disfarçar, porque até então minha cabeça dizia: "Onde se come, não se caga." Passaram os meses e a coisa começou a ficar mais interessante. Lembro de algumas coisas, tipo: a primeira foi eu no computador fazendo um trampo, e ela chegou, tirou o mouse da minha mão, me empurrou com o braço e encostou todas as tetas no meu peito. Ali acendeu um alerta, mas eu me segurava (só na punheta mesmo, hahaha). Segunda vez: ela me chamou no escritório dela pra eu ditar uns dados. Entrei e ela tava de costas, empinando a bunda, com a calça bem enfiada na racha (você não tem noção como aquela calça comia a buceta dela... hihihi). Terceira vez: ela se ofereceu pra me deixar perto de casa, e o caminho inteiro ficou passando a mão na minha perna, bem perto do saco. Aí sim eu percebi, mas precisava do trampo e não queria cagar o pau. Chegou a semana seguinte e eu não conseguia parar de olhar pra bunda dela todo dia (juro que bati umas punhetas pensando nela). Aí ela me diz: "Meu filho convidou o seu e mais cinco pra comer umas pizzas." Falei: "Ué, você não sabe cozinhar? Claro, me diz!! Vai fazer você mesma... quá! Cheguei e comecei a amassar a massa, ela tomando vinho. De novo, a cozinha era apertada, então a cada movimento eu esbarrava na bunda ou nas tetas dela, porque ela se fazia de ajudante. Terminei de fazer as pizzas pros caras, eles foram jogar videogame, e ela me disse: "vamos pro quincho". Tinha um todo fechado, com portas de vidro, churrasqueira, um luxo. Começamos a falar de tudo, e ela começou a me contar do dono do lugar onde a gente trabalhava, que era um filho da puta que usava ela e blá blá blá. Tava bem frio, ofereci minha jaqueta pra ela e, mesmo tendo resistido uns 6 meses aos sinais, naquela noite não aguentei e caguei o pau: comecei a meter a mão na buceta dela (tava de legging... uffa), beijava ela e com as duas mãos abria bem a racha dela. Fiquei um tempão assim e encostei ela na churrasqueira, abaixei um pouco a legging dela, cuspi na pica e só meti a cabeça. Enfiei e tirei umas 4 vezes até que meu eu conservador voltou e eu falei: "aqui não, os meninos estão" (a dez metros, todos dentro de um salão). Na semana seguinte já comemos num hotel (sou de Córdoba) e o melhor dessa gostosa é que ela engolia o veneno com um amor, uma paixão, dá pra ver que ela adora a piroca kkkkk. Bom, vou encerrando porque tem mais coisas pra contar, mas acho que me estendi demais no relato. A questão é que essa gostosa, sei lá o que deu nela, quis contar pro dono do trampo que tava comigo. Eu falei: "cê tá louca? Deixa eu arrumar outro trampo primeiro e depois você conta". Nunca me ouviu, a bocetuda! Duas semanas depois, ela contou!!! E adivinha quem ficou sem trampo? Kkkkk. Tudo isso me aconteceu por ser tarado?? Mas não sei quantos teriam aguentado... Às vezes penso que minha conduta é a cara da pica, mas tem uma voz dentro de mim que, toda vez que tô numa situação assim, fala: "Caga ela... caga ela... caga ela". Lembrando que a história é 100% real. Córdoba, 2017.
3 comentários - Mi jefa