Desde cedo, desenvolvi um instinto sexual feroz. Na escola, eu fazia parte daquele grupo de excluídas por ser gordinha, então, se quisesse fazer amigos e entrar nos grupos sociais dos caras, tinha que dar algo em troca. Sei que parece filme americano e tal, mas era minha realidade. No começo, eram só boquetes, mas depois passei pra penetração. Optei pelo anal, por causa daquela história de virgindade e gravidez. Os caras não ligavam muito, contanto que pudessem meter no cu e gozar. Depois, perdi a virgindade vaginal e, sinceramente, não era tudo isso. Na verdade, preferia o sexo anal, me dava tanto prazer quanto o vaginal e não tinha restrição de data menstrual. Sim, adoro sexo em quase todas as suas variações. Mas não pense que ando por aí vestida e agindo como uma puta viciada, sou uma mulher de vinte e cinco anos comum e normal como qualquer outra que você vê na rua, com a diferença de que sou gordinha. Tenho peitos tamanho 120, e minha bunda dá pra bater palma — se você já viu filme pornô, sabe do que tô falando. Depois que saí da escola, tive que mudar de cidade por causa dos estudos, então minha vida sexual mudou bastante. Transava de vez em quando e não tinha um parceiro fixo, nem queria. Tava focada em terminar minha faculdade de Marketing. Nessa espécie de abstinência, minha libido aumentou pra caralho. Comecei a ter muitas fantasias sexuais alimentadas por pornô na internet e contos eróticos. As mais frequentes eram sobre submissão e masoquismo. Acontece que me acostumei com a solidão e a me satisfazer com longas sessões de masturbação — e quando digo longas, são mais de duas horas esmagando meu clitóris, buceta e cu até ficar exausta.
Consegui um trampo bem pago, mas muito estressante, numa agência de publicidade que tomava a maior parte do meu tempo. Isso, somado à minha falta de autoestima por causa da minha condição física, dificultou ainda mais arrumar parceiros pra foder. Até que ele chegou... Entrou na agência pra cuidar dos computadores e de tudo relacionado à área de TI, então a gente mal se falava, já que trabalhávamos em áreas totalmente diferentes. De vez em quando a gente se cumprimentava e só. Um dia, meu notebook quebrou... — ...Então fala com o Dionísio. Ele com certeza pode dar uma olhada e consertar — disse a Susana, minha colega de escritório. — Ele é um cara muito gente boa, consertou o meu uns dois meses atrás. — Beleza. Vou lá falar com ele agora, ver no que dá. Fui na hora pro escritório do Dionísio, e ele me recebeu com um sorriso. — Oi! Como posso te ajudar, Natália? — Me surpreendeu um pouco ele saber meu nome. — Então, olha. É uma parada pessoal. Meu notebook quebrou, e queria saber se você podia dar uma olhada pra ver se tem conserto. — Claro, sem problema. Me traz ele... mas preciso levar pra minha casa. Não curto fazer consertos pessoais no trabalho, não é por nada não, é pra evitar encrenca, cê me entende? — Lógico. Trago ele antes das quatro... muito obrigada. — Imagina.
Naquele dia, entreguei o notebook pra ele e, sem pensar, também entreguei todos os meus segredos. Não tinha me tocado que tinha tanta informação comprometedora, tipo o histórico dos sites que eu visitava, contos e coisas que eu escrevia, e umas fotos e vídeos meus me masturbando, que eu achava que estavam bem escondidos e seguros. Mas claro, ele era engenheiro da computação... No dia seguinte, Dionísio me devolveu o laptop funcionando. — Não era nada grave. Uns vírus e malwares. Mas tá tudo resolvido. — Muito obrigada, quanto te devo? — Bom... Que tal umas cervejas depois do trabalho? Se você não estiver ocupada, claro. — Não vou negar que fiquei muito nervosa. O convite me pegou de surpresa. Além disso, Dionísio era bem gostoso. Tipo, não era um galã nem nada, mas tinha um corpo legal e um rosto agradável. — Fechou. Umas cervejas. Quando saímos do trabalho, fomos pra um bar. E uma cerveja virou duas, três, quatro... Não dei importância pra isso, era sexta-feira, e a companhia do Dionísio era muito boa. Rimos pra caralho. A gente se pegou de madrugada conversando e bebendo. — Essa é a última. Se eu desmaiar, você não vai conseguir me carregar pra casa. — Não tava bêbada, digamos que tava alegre. — A última? Na verdade, eu preferia tomar a última na sua casa... — O olhar e o tom que ele usou deixaram bem claro o que aquela proposta significava. Pensei comigo: "Por que não? Tô há quase seis meses sem tocar numa pica." — Fechou. A última na minha casa. Caminhamos até meu prédio, umas cinco quadras. Num trecho do caminho, ele pegou na minha mão, talvez por causa do álcool, mas sei lá, eu gostei pra caramba. Chegamos no prédio, e quando entrei no elevador, ele me beijou. Foi um beijo intenso que durou até chegar no último andar. Quando eu ia abrir a porta do meu apartamento, ele me abraçou por trás e apertou meus peitos, quase derrubo as chaves no chão. Assim que entrei e fechei a porta, ele me encostou na parede e começamos a nos tocar e tirar a roupa. Confesso que tava desesperada por dar, e mais ainda quando senti o pau dele nas minhas mãos. Qualquer um dos meus brinquedos era maior, mas aquele era um pau de verdade com um homem junto, e não era um pau ruim, longe disso, digamos que tinha o tamanho certo, grande sem ser exagerado. Fomos até meu quarto deixando um rastro de roupa pelo chão. Ao chegar na cama, ele começou a chupar meus peitos e a me tocar em todos os lugares que eu gostava, e do jeito que eu gostava. Ele apertava minha carne com força, me pressionava e controlava meus movimentos. Eu queria tocar nele, mas ele não deixava, afastava minhas mãos, isso me excitava ainda mais. Ele colocou meus joelhos na altura dos ombros para que eu os segurasse com as mãos, eu estava totalmente aberta e exposta. Quando o primeiro dedo entrou na minha buceta, quase gozei. Uma cabeça entre minhas pernas, fazia tanto tempo que não sentia aquilo que quase tinha esquecido como era sentir alguém chupando minha buceta. Ele agarrou os lábios da minha vagina com os dedos e os separou ao máximo. Gritei como uma possessa quando ele chupou meu clitóris, sugava com força, mordiscava e lambia com raiva, como se fosse arrancá-lo de mim. Eu amava aquela agressividade, era como se ele lesse minha mente, pensei. Mais tarde eu descobriria a verdade. Quando eu estava toda molhada e prestes a gozar, ele enfiou um dedo no meu cu, sem mais, de uma vez e de surpresa. Eu explodi de prazer. Enquanto eu gozava, ele continuava chupando minha buceta e enfiando o dedo no meu cu a toda velocidade. Quase mijei na cara dele, e é que na verdade eu não tinha mijado depois de beber tanta cerveja. O orgasmo foi genial. Sem me dar tempo de me recuperar, ele me colocou de quatro. — Espera um pouco, espera, tenho que mijar. Espera que vou me mijar — ele não me dava atenção e continuava me posicionando, eu resisti um pouco, foi então que levei o primeiro tapa na bunda.
Cala a boca, puta suja! — Foi aí que comecei a desconfiar que ele tinha lido meus textos no notebook. «Puta suja» eu amo ser chamada assim, e adoro que me deem palmadas. Mesmo assim, protestei e continuei resistindo, claro, com a intenção de ser domada, tava disposta a isso, mas não ia facilitar senão não seria excitante nem divertido. Além disso, queria ver o potencial dele. E olha se ele tinha potencial. Me controlava com força mesmo eu pesando o dobro. Segurou minhas duas mãos nas minhas costas com uma só, e enfiou a pica de uma vez no meu cu até o fundo. Acho que o grito deve ter sido ouvido no prédio inteiro. Soltou minhas mãos pra me agarrar pelo cabelo, era bestial. Meu cu tava doendo porque não tava totalmente preparado pra receber aquele pedaço de carne tão bruscamente, mas aos poucos meu ânus foi dilatando e o prazer foi aumentando, mesmo eu continuando pedindo pra ele parar e dizendo que tava me machucando. A pica entrava até as bolas dele baterem na minha buceta molhada. Parou um momento pra pegar minhas mãos e me obrigar a separar minhas nádegas, resisti, e por isso levei três palmadas deliciosas que me fizeram gritar. Quando ele me chamou de puta suja de novo, e me bateu outra vez, aceitei separar meu cu, já tava domada, pelo menos por enquanto. Tirava a pica totalmente, e enfiava de novo e de novo até o fundo, dava pra sentir meu ânus ficando aberto esperando a pica dele. A vontade de mijar continuava ali, e aumentou quando meu segundo orgasmo começou a surgir, pensei que ia aguentar, mas me enganei. Dionísio começou a me foder a toda velocidade, a pélvis dele batendo com toda força no meu corpo. Eu não parava de gritar, tava na glória mais pura e ele tinha virado meu deus do sexo. Um orgasmo brutal veio, e quando digo brutal… é brutal. Meu corpo tremeu na cama e eu mijei sem controle. Tentei tapar minha buceta com as mãos, mas ele as tirou — que mijada, hein orgasmo! Fiquei deitada de bruços e ele por cima de mim com o pau todo dentro do meu cu. Depois de um minuto, ele tirou, me virou — porque naquela hora eu era tipo uma marionete — e meteu na minha buceta. A gente tava na posição de papai e mamãe, e ele se movia devagar enquanto me beijava. Eu abracei ele e enrolei minhas pernas nele. — Você vai ser minha putinha suja. Minha propriedade, ok? — Eu respondi que sim. Tava rendida a ele. — Fala... fala que você é minha putinha suja, fala. — «Sou sua putinha suja» Era tão gostoso falar isso pra alguém de verdade, alguém que não fosse das minhas fantasias. Ele continuou metendo e mudando o ritmo por um bom tempo, e pra completar, eu sou multiorgásmica, então vocês podem imaginar quantas vezes gozei — acho que umas três em menos de meia hora. A cada orgasmo, eu falava mais convencida que era a putinha suja dele. No final, senti o gozo quente dele dentro de mim, me senti viva, mais viva e feliz do que nunca. Dionísio ficou um tempinho em cima de mim, sem tirar o pau. Foi um momento lindo pra mim. Ter ele ali, calmo, se acariciando comigo. — Você leu muito? — perguntei. — Li tudo, vi os vídeos e todos os seus sites. Tinha um que eu nem conhecia. — E agora, o que vai acontecer? Isso foi real ou só uma foda selvagem de uma noite? — Tava com medo da resposta. — Isso foi real, quero que você seja minha... totalmente minha. Você tá disposta a isso? Quer de verdade que eu te transforme naquela putinha suja que você fantasia? — Demorei pra responder. Mil coisas passaram pela minha cabeça, mil dúvidas... mas no final eu respondi — Sim, quero que você faça de mim sua putinha suja... — E foi assim que tudo começou....
Consegui um trampo bem pago, mas muito estressante, numa agência de publicidade que tomava a maior parte do meu tempo. Isso, somado à minha falta de autoestima por causa da minha condição física, dificultou ainda mais arrumar parceiros pra foder. Até que ele chegou... Entrou na agência pra cuidar dos computadores e de tudo relacionado à área de TI, então a gente mal se falava, já que trabalhávamos em áreas totalmente diferentes. De vez em quando a gente se cumprimentava e só. Um dia, meu notebook quebrou... — ...Então fala com o Dionísio. Ele com certeza pode dar uma olhada e consertar — disse a Susana, minha colega de escritório. — Ele é um cara muito gente boa, consertou o meu uns dois meses atrás. — Beleza. Vou lá falar com ele agora, ver no que dá. Fui na hora pro escritório do Dionísio, e ele me recebeu com um sorriso. — Oi! Como posso te ajudar, Natália? — Me surpreendeu um pouco ele saber meu nome. — Então, olha. É uma parada pessoal. Meu notebook quebrou, e queria saber se você podia dar uma olhada pra ver se tem conserto. — Claro, sem problema. Me traz ele... mas preciso levar pra minha casa. Não curto fazer consertos pessoais no trabalho, não é por nada não, é pra evitar encrenca, cê me entende? — Lógico. Trago ele antes das quatro... muito obrigada. — Imagina.
Naquele dia, entreguei o notebook pra ele e, sem pensar, também entreguei todos os meus segredos. Não tinha me tocado que tinha tanta informação comprometedora, tipo o histórico dos sites que eu visitava, contos e coisas que eu escrevia, e umas fotos e vídeos meus me masturbando, que eu achava que estavam bem escondidos e seguros. Mas claro, ele era engenheiro da computação... No dia seguinte, Dionísio me devolveu o laptop funcionando. — Não era nada grave. Uns vírus e malwares. Mas tá tudo resolvido. — Muito obrigada, quanto te devo? — Bom... Que tal umas cervejas depois do trabalho? Se você não estiver ocupada, claro. — Não vou negar que fiquei muito nervosa. O convite me pegou de surpresa. Além disso, Dionísio era bem gostoso. Tipo, não era um galã nem nada, mas tinha um corpo legal e um rosto agradável. — Fechou. Umas cervejas. Quando saímos do trabalho, fomos pra um bar. E uma cerveja virou duas, três, quatro... Não dei importância pra isso, era sexta-feira, e a companhia do Dionísio era muito boa. Rimos pra caralho. A gente se pegou de madrugada conversando e bebendo. — Essa é a última. Se eu desmaiar, você não vai conseguir me carregar pra casa. — Não tava bêbada, digamos que tava alegre. — A última? Na verdade, eu preferia tomar a última na sua casa... — O olhar e o tom que ele usou deixaram bem claro o que aquela proposta significava. Pensei comigo: "Por que não? Tô há quase seis meses sem tocar numa pica." — Fechou. A última na minha casa. Caminhamos até meu prédio, umas cinco quadras. Num trecho do caminho, ele pegou na minha mão, talvez por causa do álcool, mas sei lá, eu gostei pra caramba. Chegamos no prédio, e quando entrei no elevador, ele me beijou. Foi um beijo intenso que durou até chegar no último andar. Quando eu ia abrir a porta do meu apartamento, ele me abraçou por trás e apertou meus peitos, quase derrubo as chaves no chão. Assim que entrei e fechei a porta, ele me encostou na parede e começamos a nos tocar e tirar a roupa. Confesso que tava desesperada por dar, e mais ainda quando senti o pau dele nas minhas mãos. Qualquer um dos meus brinquedos era maior, mas aquele era um pau de verdade com um homem junto, e não era um pau ruim, longe disso, digamos que tinha o tamanho certo, grande sem ser exagerado. Fomos até meu quarto deixando um rastro de roupa pelo chão. Ao chegar na cama, ele começou a chupar meus peitos e a me tocar em todos os lugares que eu gostava, e do jeito que eu gostava. Ele apertava minha carne com força, me pressionava e controlava meus movimentos. Eu queria tocar nele, mas ele não deixava, afastava minhas mãos, isso me excitava ainda mais. Ele colocou meus joelhos na altura dos ombros para que eu os segurasse com as mãos, eu estava totalmente aberta e exposta. Quando o primeiro dedo entrou na minha buceta, quase gozei. Uma cabeça entre minhas pernas, fazia tanto tempo que não sentia aquilo que quase tinha esquecido como era sentir alguém chupando minha buceta. Ele agarrou os lábios da minha vagina com os dedos e os separou ao máximo. Gritei como uma possessa quando ele chupou meu clitóris, sugava com força, mordiscava e lambia com raiva, como se fosse arrancá-lo de mim. Eu amava aquela agressividade, era como se ele lesse minha mente, pensei. Mais tarde eu descobriria a verdade. Quando eu estava toda molhada e prestes a gozar, ele enfiou um dedo no meu cu, sem mais, de uma vez e de surpresa. Eu explodi de prazer. Enquanto eu gozava, ele continuava chupando minha buceta e enfiando o dedo no meu cu a toda velocidade. Quase mijei na cara dele, e é que na verdade eu não tinha mijado depois de beber tanta cerveja. O orgasmo foi genial. Sem me dar tempo de me recuperar, ele me colocou de quatro. — Espera um pouco, espera, tenho que mijar. Espera que vou me mijar — ele não me dava atenção e continuava me posicionando, eu resisti um pouco, foi então que levei o primeiro tapa na bunda.
Cala a boca, puta suja! — Foi aí que comecei a desconfiar que ele tinha lido meus textos no notebook. «Puta suja» eu amo ser chamada assim, e adoro que me deem palmadas. Mesmo assim, protestei e continuei resistindo, claro, com a intenção de ser domada, tava disposta a isso, mas não ia facilitar senão não seria excitante nem divertido. Além disso, queria ver o potencial dele. E olha se ele tinha potencial. Me controlava com força mesmo eu pesando o dobro. Segurou minhas duas mãos nas minhas costas com uma só, e enfiou a pica de uma vez no meu cu até o fundo. Acho que o grito deve ter sido ouvido no prédio inteiro. Soltou minhas mãos pra me agarrar pelo cabelo, era bestial. Meu cu tava doendo porque não tava totalmente preparado pra receber aquele pedaço de carne tão bruscamente, mas aos poucos meu ânus foi dilatando e o prazer foi aumentando, mesmo eu continuando pedindo pra ele parar e dizendo que tava me machucando. A pica entrava até as bolas dele baterem na minha buceta molhada. Parou um momento pra pegar minhas mãos e me obrigar a separar minhas nádegas, resisti, e por isso levei três palmadas deliciosas que me fizeram gritar. Quando ele me chamou de puta suja de novo, e me bateu outra vez, aceitei separar meu cu, já tava domada, pelo menos por enquanto. Tirava a pica totalmente, e enfiava de novo e de novo até o fundo, dava pra sentir meu ânus ficando aberto esperando a pica dele. A vontade de mijar continuava ali, e aumentou quando meu segundo orgasmo começou a surgir, pensei que ia aguentar, mas me enganei. Dionísio começou a me foder a toda velocidade, a pélvis dele batendo com toda força no meu corpo. Eu não parava de gritar, tava na glória mais pura e ele tinha virado meu deus do sexo. Um orgasmo brutal veio, e quando digo brutal… é brutal. Meu corpo tremeu na cama e eu mijei sem controle. Tentei tapar minha buceta com as mãos, mas ele as tirou — que mijada, hein orgasmo! Fiquei deitada de bruços e ele por cima de mim com o pau todo dentro do meu cu. Depois de um minuto, ele tirou, me virou — porque naquela hora eu era tipo uma marionete — e meteu na minha buceta. A gente tava na posição de papai e mamãe, e ele se movia devagar enquanto me beijava. Eu abracei ele e enrolei minhas pernas nele. — Você vai ser minha putinha suja. Minha propriedade, ok? — Eu respondi que sim. Tava rendida a ele. — Fala... fala que você é minha putinha suja, fala. — «Sou sua putinha suja» Era tão gostoso falar isso pra alguém de verdade, alguém que não fosse das minhas fantasias. Ele continuou metendo e mudando o ritmo por um bom tempo, e pra completar, eu sou multiorgásmica, então vocês podem imaginar quantas vezes gozei — acho que umas três em menos de meia hora. A cada orgasmo, eu falava mais convencida que era a putinha suja dele. No final, senti o gozo quente dele dentro de mim, me senti viva, mais viva e feliz do que nunca. Dionísio ficou um tempinho em cima de mim, sem tirar o pau. Foi um momento lindo pra mim. Ter ele ali, calmo, se acariciando comigo. — Você leu muito? — perguntei. — Li tudo, vi os vídeos e todos os seus sites. Tinha um que eu nem conhecia. — E agora, o que vai acontecer? Isso foi real ou só uma foda selvagem de uma noite? — Tava com medo da resposta. — Isso foi real, quero que você seja minha... totalmente minha. Você tá disposta a isso? Quer de verdade que eu te transforme naquela putinha suja que você fantasia? — Demorei pra responder. Mil coisas passaram pela minha cabeça, mil dúvidas... mas no final eu respondi — Sim, quero que você faça de mim sua putinha suja... — E foi assim que tudo começou....
5 comentários - Natiii: uma gordita viciada
Felicitaciones y vamos por más!