Agora que eu era uma sissy, ela me deixou transar com ela de novo.
Fiz um oral nela, mas agora com um vibrador preto. Era a primeira vez que a gente transava em meses. Depois disso, ela me deu a liberdade de tirar meu cinto de castidade e foi pra festa.


Noite após noite ela me mandava fotos coberta de porra, os lábios que eu costumava beijar agora estavam cheios da porra de outro macho. Uma noite que ela chegou, eu quebrei.
Comecei a chorar e falei pra ela que não me sentia tão gostosa quanto ela e que sentia falta de ser homem.
Ela cuspiu na minha cara e mandou eu engolir toda a saliva dela.
Depois começamos a nos beijar, me senti uma puta.
Ela disse que eu podia transar com ela, tirou os patins e tava toda cheia de porra de outro cara e falou: "se você me comer como se fosse um macho, vou aceitar que você é o dominante e a gente pode reverter o processo. Mas se você limpar a porra com a lÃngua, vai aceitar que é uma mulher submissa e a gente pode ser melhores amigas." Depois de muito tempo, eu fiquei de pau duro e fiz o que mais me dava tesão.
Limpei toda a buceta dela, não sei se foi o cheiro de porra ou o quanto ela tava gostosa, mas me senti uma puta e engoli toda aquela porra.
Mais uma vez pude ver a carinha de satisfação dela, igual antes de eu me feminizar, e me senti completa. Ela me disse:
— Agora eu tenho um namorado, ele é afro-americano e tem uma rola bem grande. Não podemos ficar juntos porque você é uma puta sem jeito, então o que posso fazer é compartilhar meu namorado com você.
Eu aceitei encantada.

A partir daÃ, ela me convidou pra ver ela transar com o namorado dela.
Quando ela não podia estar comigo, me mandava fotos e falava comigo pelo telefone.

Nem quando eu comia ela ela fazia uma cara de satisfação tão gostosa assim.
Quando ela não me mandava foto, voltava com gozo na buceta dela e eu limpava enquanto implorava pra ela me deixar provar o pau do namorado dela.
Um dia, enquanto eu implorava, ela topou me levar pra ser penetrado pela primeira vez.
Me preparei e peguei as melhores roupas de puta que a gente guardava no nosso armário que dividÃamos.
Primeiro foi a vez dela
Depois senti aquela pica de macho pela primeira vez e entendi tudo, não tinha nada a ver com um vibrador, dava pra sentir ela pulsando dentro de mim.
Quando eu provei, entendi por que minha dona fazia aquelas caras de puta.
Depois disso, nunca mais fui a mesma.
Eles gozaram na nossa cara e naquele dia eu agradeci ela por me transformar numa puta, ela me disse -você aceitou tudo e tomou iniciativa, sempre foi uma puta enrustida.
Desde então, minha namorada era mais como minha melhor amiga e a gente dividia as desgraças, porque claro, eu tava botando chifre no namorado dela.
Aos poucos fui ficando mais piranha e comecei a sair sozinha
Agora era eu quem mandava as fotos pra minha amiga.

Como eu adorava fazer cara de prazer quando tirava as fotos
Ela me disse que estava orgulhosa de mim e me propôs voltarmos a ser um casal. Eu estava muito confusa e perguntei sobre o namorado dela, e ela respondeu:
— hahaha, só queria ele pela pica dele, não aguento o tratamento, exagerei na castidade e, pra ser sincera, ele não é tão submisso quanto você.
Agora o pau dele é ainda menor que o seu. Eu ri e falei pra ele que aceitava.
Desde então, o sexo ficou mais interessante.
Agora a gente ia pra umas aventuras com maldade juntas.

Eu era a putinha submissa dele, mas agora


Ela tinha uma cara de satisfação e felicidade maior do que nunca quando eu enchia ela de porra e agora era ainda melhor.
Por que agora a gente divide tudo
Fiz um oral nela, mas agora com um vibrador preto. Era a primeira vez que a gente transava em meses. Depois disso, ela me deu a liberdade de tirar meu cinto de castidade e foi pra festa.


Noite após noite ela me mandava fotos coberta de porra, os lábios que eu costumava beijar agora estavam cheios da porra de outro macho. Uma noite que ela chegou, eu quebrei.
Comecei a chorar e falei pra ela que não me sentia tão gostosa quanto ela e que sentia falta de ser homem.
Ela cuspiu na minha cara e mandou eu engolir toda a saliva dela.
Depois começamos a nos beijar, me senti uma puta.
Ela disse que eu podia transar com ela, tirou os patins e tava toda cheia de porra de outro cara e falou: "se você me comer como se fosse um macho, vou aceitar que você é o dominante e a gente pode reverter o processo. Mas se você limpar a porra com a lÃngua, vai aceitar que é uma mulher submissa e a gente pode ser melhores amigas." Depois de muito tempo, eu fiquei de pau duro e fiz o que mais me dava tesão.
Limpei toda a buceta dela, não sei se foi o cheiro de porra ou o quanto ela tava gostosa, mas me senti uma puta e engoli toda aquela porra.
Mais uma vez pude ver a carinha de satisfação dela, igual antes de eu me feminizar, e me senti completa. Ela me disse: — Agora eu tenho um namorado, ele é afro-americano e tem uma rola bem grande. Não podemos ficar juntos porque você é uma puta sem jeito, então o que posso fazer é compartilhar meu namorado com você.
Eu aceitei encantada.


A partir daÃ, ela me convidou pra ver ela transar com o namorado dela.
Quando ela não podia estar comigo, me mandava fotos e falava comigo pelo telefone.

Nem quando eu comia ela ela fazia uma cara de satisfação tão gostosa assim.
Quando ela não me mandava foto, voltava com gozo na buceta dela e eu limpava enquanto implorava pra ela me deixar provar o pau do namorado dela.
Um dia, enquanto eu implorava, ela topou me levar pra ser penetrado pela primeira vez.
Me preparei e peguei as melhores roupas de puta que a gente guardava no nosso armário que dividÃamos.
Primeiro foi a vez dela
Depois senti aquela pica de macho pela primeira vez e entendi tudo, não tinha nada a ver com um vibrador, dava pra sentir ela pulsando dentro de mim.
Quando eu provei, entendi por que minha dona fazia aquelas caras de puta.
Depois disso, nunca mais fui a mesma.
Eles gozaram na nossa cara e naquele dia eu agradeci ela por me transformar numa puta, ela me disse -você aceitou tudo e tomou iniciativa, sempre foi uma puta enrustida.
Desde então, minha namorada era mais como minha melhor amiga e a gente dividia as desgraças, porque claro, eu tava botando chifre no namorado dela.
Aos poucos fui ficando mais piranha e comecei a sair sozinha
Agora era eu quem mandava as fotos pra minha amiga.

Como eu adorava fazer cara de prazer quando tirava as fotos
Ela me disse que estava orgulhosa de mim e me propôs voltarmos a ser um casal. Eu estava muito confusa e perguntei sobre o namorado dela, e ela respondeu: — hahaha, só queria ele pela pica dele, não aguento o tratamento, exagerei na castidade e, pra ser sincera, ele não é tão submisso quanto você.
Agora o pau dele é ainda menor que o seu. Eu ri e falei pra ele que aceitava.
Desde então, o sexo ficou mais interessante.
Agora a gente ia pra umas aventuras com maldade juntas.

Eu era a putinha submissa dele, mas agora


Ela tinha uma cara de satisfação e felicidade maior do que nunca quando eu enchia ela de porra e agora era ainda melhor.
Por que agora a gente divide tudo
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