Aurora me olhava com um sorriso debochado. — Kkkk, olha só, o Paco tinha razão — disse Aurora da porta enquanto se masturbava vendo o vídeo dela mamando o pauzão do Paco. Fiquei vermelhão e perdi a ereção na hora. — Aaah, o passarinho murchou. Vou ter que esperar até amanhã? Pulei da cadeira do PC como uma mola. — Me conta tudo, por favor. Desde o começo — implorei. — Táááá bom. Vem pra cama que te conto lá melhor kkk — e falando isso, a gente se enfiou debaixo dos lençóis. Aurora começou a me contar o que rolou, do ponto de vista dela, então vou escrever como se estivesse acontecendo agora. 1 A QUEBRA Levantei da cama, pronta pra começar o dia com um monte de tarefas de casa. Tirei o dia pra resolver uns roles, então aproveitei pra adiantar isso. Abri a gaveta da cômoda e fucei entre as roupas íntimas. Não tinha nada básico à mão, tava tudo pra lavar, então peguei uma calcinha fio-dental preta, com o sutiã combinando. Como o dia tava quente, me atrevi a pegar uma saia jeans curta, que batia um pouco acima do joelho, e uma camiseta branca. Nos pés, coloquei umas sandálias. Fui pro tanque e comecei a tirar a roupa da máquina. Roupa minha e do meu boy. Separei a roupa normal da íntima e, num desses movimentos, fiquei olhando fixamente pro que tinha nas mãos. A calcinha fio-dental com a mensagem do vizinho Paco. Meu boy e suas fantasias. Eu não compartilhava essas fantasias totalmente, mas admito que me davam um certo tesão. A verdade é que, de tanto joguinho, foto e vídeo sobre o assunto, começou a me dar uma coceirinha. No fim, nossa roupa íntima não ia pro varal de fora nem ferrando, então a gente tinha um varalzinho de alumínio dobrável na sala. Pendurei toda a roupa íntima nele e saí pro quintal pra pendurar o resto. A surpresa, claro, foi ver o Paco sentado na porta dele, esperando eu sair. Ele ficou me encarando. — Bom dia, Paco — falei, sorrindo educadamente. — Bom dia, vizinha, e melhor ainda agora que te vejo — respondeu Paco. Dito isso, não falamos mais nada; eu me apressei a terminar de estender a roupa rapidamente, enquanto Paco continuava me observando. Entrei em casa e suspirei. Fui limpar o banheiro. Enquanto esfregava o fundo da banheira, cantarolava uma música de um comercial que estava passando na TV ultimamente. Estiquei um pouco as costas pra descansar e coloquei as mãos nos bolsos. Qual não foi minha surpresa: nem tinha percebido que a calcinha fio-dental estava ali. Parece que quando peguei ela da máquina de lavar, guardei no bolso em vez de estender. Bom, que diferença faz, pensei, vou deixar aqui em cima da borda da banheira. Me preparei pra lavar o cabelo. Me ajoelhei e abri o chuveiro. Saía muito pouca água. Fazia uns dias que o chuveiro não tava lá essas coisas, então era só o que faltava. De repente, virei o registro com força, meio irritada, e fiquei com o registro na mão, literalmente. Começou a sair água, bastante, do buraco que ficou, e me levantei furiosa, soltando uns palavrões que não vou descrever aqui. Fechei a válvula geral da água, que fica no tanque, e me sequei o pouco de cabelo que tinha molhado. Lembrei de repente do Paco, que estava lá fora, e fui até o quintal. — Paco, escuta, a água do banheiro... a gente te falou umas semanas atrás que tava tendo problema, e hoje o chuveiro morreu de vez. Você pode dar uma olhada, por favor? — Claro que sim, mocinha. Espera aí, me dá uns minutos que vou pegar a caixa de ferramentas. — Paco se levantou, entrou na casa dele e saiu com uma caixa de ferramentas grande. — Vamos lá ver o que suas tubulações tão aprontando. — Muito obrigada, Paco — falei, e fomos pra dentro, eu na frente. 2 TUBULAÇÕES Quando entrou no banheiro, Paco foi "ipso facto" direto pra banheira. Eu fiquei paralisada na porta do banheiro, vendo minha calcinha fio-dental estendida bem em cima da cabeça dele, com as letras bem grandes que diziam: "Por favor, vizinho Paco...", o resto da mensagem ficava pra dentro do chuveiro. Paco estava me falando e eu de repente me toquei. - ... anda, menina - disse Paco. - D-d-desculpa Paco, me distraí, o que você tava dizendo? - Tenta abrir a água e me avisa, acho que já arrumei - disse ele sorrindo. Saí de ré do banheiro, dando uma olhada rápida na calcinha fio dental e no Paco, e ele me sorriu de orelha a orelha. Fiquei toda vermelha e fui abrir o registro da água. - Já, Paco!! - gritei. Sem resposta. - Paco!!! - gritei. Voltei pro banheiro e lá estava ele. Com o celular na mão direita e minha calcinha fio dental na esquerda. Vermelha que nem pimentão, sem dizer nada. Paco me olhou com cara de safado. - Ora ora, o que é isso? Acho que é pra mim, né? Sou o único Paco aqui perto, haha. - Eu... a gente... - nem conseguia formar palavras. - Fica tranquila, menina, o cuck já me contou tudo - ele soltou. - Como?? Te contou o quê? - tava num estado estranho, entre vergonha, indignação e, não vou mentir, tesão. - É, olha, ele me falou dessa parada de fantasias. A verdade é que hoje em dia tem muito casal que curte esses roleplays e se diverte pra caramba. Eu até que sou por dentro do assunto, mas nada demais, igual muita gente, a internet tá cheia de informação. - Paco me explicou numa boa. - Não sei quem você pensa que é, Paco... - comecei a falar, tentando parecer indignada. - Cala a boca, foxy! - ele falou seco. Calei na hora. - O que tá escrito aqui? Hein? Devolver cheio, e não pra um cara imaginário, mas pra mim. Baixei a cabeça, sem saber como resolver a situação. - Olha, seu boy, seu cuck, quer testar isso de verdade. E eu já te digo que pode confiar em mim. Sou discreto, sou solteiro e não tenho vícios ruins. Também não tenho DST nenhuma, sou saudável, só tenho uma barriguinha. Mas outra coisa fica mais gordinha quando vejo um negócio desses. Falando isso, ele mostrou a tela do celular e lá estava eu. Com as pernas abertas, fazendo o gesto de chifre e usando a calcinha fio dental do Paco. 3 O EMPRÉSTIMO — Olha, vamos fazer uma coisa, um joguinho. Acho que daqui a umas horas seu namorado chega, e embora ele seja um cuck em potencial, ainda precisa ser treinado e preparado. E é aí que a gente entra. Toma! — e ele jogou a tanga na minha mão. Fiquei olhando pra tanga e falei: — E o-que que a gente faz? — Primeiro, se acalma, como já te falei antes. Quero te foder, mas quero fazer direito. Que você curta, e olha que sim, quero te encher como um pastel de nata, com toda a minha nata, claro. — A gente não pode fazer isso, não quero engravidar, e ainda mais de alguém que não é meu parceiro — falei. — Ah, menina, menina, eu sou vasectomizado, não se preocupa com meu gozo, que você vai se fartar e não vai acontecer nada; por isso te falei que sou o candidato perfeito. — Que loucura, mas você viu o que a gente tá falando?? — falei enquanto sentia uma umidade na minha entreperna. — Acredita em mim, já passamos do pior, de trocar uns alôs pra falar de putaria haha — riu Paco. Tive que rir com a situação surreal. — Olha, pra começar, quero que você me masturbe — soltou Paco. Dito isso, sentou no vaso. — Abaixa minha calça, rápido!! Nesse ponto, eu tava muito tesuda. Então segui meus instintos. Era tesão da minha parte e a vontade de falar pro meu namorado: cê gosta de corno? Então toma uma dose de realidade pra ver o que acha!! Me abaixei, tirei os sapatos do Paco e desabotoei o zíper dele. Ao fazer isso, Paco tinha uma vista privilegiada da minha tanga. Eu de cócoras, com as pernas abertas. — Espera, quero que você tire isso — disse nervoso. Olhei pra onde ele apontava, me levantei e deslizei de forma sensual as coxas pra baixar minha tanga. — Bate uma pra mim com ela — murmurou Paco, enquanto me puxava pra perto dele. Me encostou tanto no corpo dele que não conseguia olhar pra baixo. — Sabe que foi com essa tanga que tudo começou? Seu cuck tava recolhendo a roupa, a primeira vez que viu sua calcinha. E peguei a tanga e passei minha língua toda nela. pra quando você colocasse, fosse como se eu estivesse chupando — ele sussurrou no meu ouvido. Eu derreti com aquela declaração. Ele pegou minha mão com a calcinha fio-dental e a puxou pra baixo. Colocou ela em cima do pau dele... aquele pauzão. Tentei olhar pra baixo pra ver, e ele segurou meu queixo e disse: — Faz rápido que esse aqui já vai gozar, depois a gente tem tempo de fazer de outros jeitos. Agora me beija. — Siiim... — eu falei. Começamos uma briga de mordidas e línguas, enquanto com minha mão enfiada na calcinha preta eu batia uma pro pau do Paco. — Mais rápido, mais! — ele sussurrava, mordendo meu pescoço. — Ahhh... Ahhhh!! — eu comecei a ter um orgasmo com toda a situação. — Vou gozar!! — e na hora o Paco começou a pulsar. Senti o pau dele como quando você segura uma mangueira com um beliscão e acaba de abrir a torneira com toda a pressão possível. Sentia ele pulsando. Minha mão ficou toda molhada da porra do Paco, e a calcinha ficou encharcada. — Que putaria — ele disse. Eu fiquei calada, meio em branco. Tinha sido incrível, mas eu tava com uma sensação estranha no corpo. — Ufa, nem sei o que eu fiz, a gente tem que parar com isso e... nem fodendo que esse vai ficar sabendo — falei rápido pra sair da situação. — É normal ter dúvidas, menina. Olha, vamos fazer uma coisa. Da minha parte, não precisa se preocupar, se você não quiser continuar com o jogo, então tchau e boa sorte. Voltamos pros cumprimentos educados e tal, mas não me mostra mais essa calcinha com essa mensagem, haha. Eu me acalmei. — Vou guardar uma lembrancinha disso como meu primeiro dia (e espero que não seja o último) de putaria haha — dito isso, ele colocou o celular bem perto do pau e com a calcinha na mão disse — Pega aí, segura você e tira umas fotos pra mim. Focando o membro dele com o celular, consegui ver o tronco grosso cheio de veias, bem largo no meio. — Bom, acabou o show haha — e ele se arrumou — Como eu disse, se você quiser continuar nesse jogo, a gente faz uma coisa. Me passa seu número de telefone que amanhã eu te chamo pra um encontro na minha casa. casa, pra ficarmos mais tranquilos. Dá uma saída pra fazer algum mandado, passa em casa antes de ir pra sua. Mas olha, veste uma saia curta, tipo a que você tá usando já serve, e aquele tapa-sexo que você já sabe. Fiquei olhando pro tapa-sexo preto molhado, joguei na roupa suja e me virei. — Anota aí, meu número é... 04 REPOSTANDO Sábado depois do almoço. Saio pra fazer compras e paro na frente da porta. Toco a campainha. Paco abre. Olho pra ele, vermelha, ele sorri. Levanto a saia e mostro o tapa-sexo com a mensagem. — Entra! Não fala nada, nem uma palavra, foxy — diz Paco, sorrindo ainda mais. Sigo ele pelo corredor, enquanto ele vai se despindo e vejo ele sentar numa poltrona na frente de um PC com webcam. O pau já tá duro, dá pra ver que ele se preparou pra minha visita. — Senta pra repostar! — fala Paco. Não faço ideia se alguém tá vendo, mas na tela só aparece o pauzão do Paco. É excitante. Viro de costas pra tela, olhando pra ela, e garanto que meu rosto não aparece. Imagino que esse vídeo ele vai usar pros próprios fins e pro "treinamento" do meu namorado. Puxo o tapa-sexo pro lado e sento devagar naquele mastro. — Mmmmmgggg — gemo de prazer — Vamo, que tô com pressa, pussy — falando isso, Paco me dá um empurrão e enfia tudo de uma vez. — Ahhhh!! — grito Começa uma metida e tirada frenética, bem intensa. Ele não muda de posição nenhuma hora. Não paro de gemer, tô gozando gostoso. — E aí vai, serviço completo!! — grita Paco. Sinto seis jatos quentes e grossos dentro de mim. — Cuidado ao levantar, pra não vazar nada. Levanto devagar, arrumo o tapa-sexo direitinho e começo a andar pra saída. — Até semana que vem, hein? Da próxima vez, vou eu na sua casa, haja — diz Paco. Saio no patamar, ando até a porta da nossa casa. — Amor, cheguei, vem me ajudar com as sacolas — falo ao entrar. — Já vou!! — escuto ele dizer. — E aí, como você tá? — respondo — Pois eu tô meio excitada também, hein - Vamos pro quarto!!! - ele grita. Entramos no quarto, ele me joga na cama sem nem me despir. - Hahaha, que tesão danado que você tá, hein - respondo rindo. - Pra caralho!! - ele me diz. - Vai, chupa um pouquinho - e pisco o olho pra ele. Ele se abaixa na minha frente, abre minhas pernas e fica besta com a calcinha fio dental que tô usando. 4 ENCONTRO E Aurora terminou de contar a história. Nem preciso dizer que tava uma merda, então parti pra cima dela. A gente transou feito loucos. - E agora, o que a gente faz? - pergunto. - Você vai me perguntar?? Você que é o expert no assunto?? - ela me diz. - Pois é verdade também. - Acho que a gente devia se encontrar os três na mesma mesa e definir os termos - Aurora soltou - Não me olha com essa cara de estranho, na verdade foi ideia do Paco, parece que ele também é um expert nisso. Dito isso, no dia seguinte encontramos o Paco em território neutro, um bar a algumas quadras dali. - Olha só, galera - Paco falava baixinho - Já falei com a Aurora e agora tô falando com você. Não precisa ter medo de mim, se em qualquer momento quiserem acabar com isso, é só falar e pronto. Ninguém tem idade pra frescura. Eu me divirto com a Aurora e com esse papel de touro, e acho que sou bom nisso e que vocês vão curtir. - Beleza, e qual é o próximo passo? - falei um pouco mais relaxado. - Agora vem a consumação dos chifres - ele comentou - Isso é o mais excitante, se é que me entende. - Do que se trata exatamente? É tipo um batismo? - disse Aurora - Nada disso, é só um jeito de chamar. Olha, eu vou dar minha ideia e vocês me falam. A gente ficou na expectativa. - Então, vamos nos encontrar na sua casa, todos presentes. Aurora e eu vamos transar na sua cama e você vai ficar de serviço: nos atender, gravar, trazer bebidas, o que a gente mandar. Podemos combinar uma palavra de segurança caso alguém não esteja curtindo, ok? - Beleza, a gente topa - disse Aurora. - Hmm, táááá bom? - falei eu olhando pra ela, surpreso. — Tá vendo? Se tem no sangue, kkk. 5 LARANJA A palavra-chave é laranja. Do lado dela da cama, um vestido transparente vermelho de lycra, bem justo e bem curto. Uns saltos agulha. Do meu lado da cama, uma calça jeans e uma camisa branca. Uns sapatos comuns. Dois detalhes a pedido do Paco: a calcinha fio dental com a mensagem "devolver cheio" e um cinto de castidade. Ajudei a Aurora a vestir o vestido, um vestido que eu jamais usaria na rua. Como toque final, ela colocou o fio dental e os saltões. O rabo dela ficou bem empinado e dava pra ver parte das nádegas. Me vesti fácil e fiquei olhando pro aparelho de castidade. — Vai, amor, coloca logo que o Paco já tá chegando — falou Aurora, me tirando do devaneio. — Hmmm, não tô muito convencido disso não, hein? — falei. — Faz parte do jogo, love. — Mas e se machucar? — perguntei. — Já chega, você já sabe a palavra pra falar se quiser parar o jogo. Comecei a colocar no meu pau, mas não sabia direito como funcionava. — Isso é complicado pra caralho, hein — falei. — Deixa eu verrr — dizendo isso, Aurora se agachou de cócoras e foi montando o dispositivo. Reparei nas coxas dela e em toda a mensagem do fio dental... parece mentira que a gente fosse fazer aquilo de verdade, mas é assim. Senti que começava a ficar duro e, de repente, zás, tava como que travado, numa meia-bomba. Era uma sensação estranha, também não dava pra me tocar porque tava "enjaulado". Muitas sensações, mas por enquanto, tesão, pouco. Aurora guardou a chave pequena num bolso interno do próprio vestido. A campainha tocou. — Fuck, isso aí, e começa com sua tarefa — falou Aurora. Fomos os dois pro hall de entrada, eu atrás da minha mina. Ela abriu a porta. Sem dizer nada, o Paco entrou. Minha mina fechou a porta. — Olha só, vamos em frente com isso. Oi, slutty — e deu um beijão nela. — Oi, cuck, vejo que você tá com a câmera na mão, beleza, vou me apresentar, sou o Paco, seu vizinho, e vou foder sua namorada, que tá aqui do meu lado — disse enquanto me olhava. — Vamos, foca aqui — levantou o vestido da Aurora pra dar pra ver bem a mensagem — O que tá escrito aqui, cuck? Fala bem alto pra ficar registrado. — Por favor, vizinho Paco, devolve... CHEIO — falei enquanto filmava. — E você, o que vai dizer? — disse pra Aurora enquanto passava a mão na bunda dela. — Meu vizinho vai encher minha buceta de porra pro cuck do meu namorado se divertir — falou enquanto se abraçava no Paco e fazia o gesto de chifre. — Beleza, vamo pro quarto! — gritou o Paco, dando um tapa na bunda. Foram pro quarto, primeiro a Aurora, atrás o Paco e por último o câmera, ou seja, eu. Paco puxou minha mina pra perto dele e cochichou no ouvido dela. Aurora tava rindo. — Vem cá, cuck — ela me chamou. Cheguei perto. Paco tirou a câmera de mim por um instante e Aurora começou a baixar minha calça. Eu ainda tava meio broxado, então tava com uma cara ridícula com a gaiola de castidade. Aurora segurou minha "gaiola". — Isso aí, tudo pronto — falou Paco, que me devolveu a câmera. Na mesma posição, com os três tão perto, Aurora começou a tirar a calça do Paco. Ela se agachou entre nós dois e terminou de puxar o pauzão do Paco pra fora. Aurora segurou minha "gaiola" com a mão direita e o pau do Paco com a esquerda. — Qual é a sua preferida, Aurora? — riu Paco. — A sua, óbvio — riu Aurora. Não falei nada, tava começando a ficar excitado. Dei um zoom com a câmera e peguei os olhos da Aurora em close. O olhar dela mostrava muita excitação. Mesmo com o papel que a gente tinha montado, Aurora começou a massagear os dois paus. E o primeiro que ela meteu na boca foi o meu; mas como eu tava com a porra do aparelho, só me deu uma meia-broxa e dor, então me afastei. — Ahhh — não foi prazer nem dor extrema, mas incomodou. — Kkkk, olha o cuck, a namoradinha dele oferece a língua e ele não aceita. kkkk — zoou o Paco. Aurora me olhou com deboche e virou a cabeça pra esquerda. Levantou a mão direita. fazendo o gesto dos chifres e começou a morder e dar beijinhos na glande do Paco. - Assim, assim, chupa ela toda. Grava, cuck, não perde nenhum detalhe que depois você vai usar bem o vídeo. Aurora enfiava o tronco venoso do Paco até quase a metade, bem antes de quase engasgar. Ficou nessa posição por alguns minutos, feito uma campeã. Eu não perdia nenhum detalhe do que rolava e tentava a duras penas manter o pulso firme com a câmera. Paco decidiu mudar de cena, então começou a se mover em direção à cama, de lado, com a pica enfiada na boca da Aurora. Quando chegou aos pés da cama, tirou ela e se deitou de barriga pra cima em cima de umas toalhas que a gente tinha colocado antes. Aurora se deitou no lado direito do Paco. - Deixa a câmera na cômoda que você vai participar da cena - me ordenou Paco. Cheguei perto do móvel e comecei a mexer na câmera, pra deixar num ângulo bom. Tava demorando mais do que devia. - Vai, cuck, que a gente vai ficar aqui até o ano novo - soltou Aurora de repente. - Jajaja, bem dito, tirou as palavras da minha boca - riu Paco. Terminei de arrumar ela bem naquele momento e quando me virei, vi Aurora batendo uma punheta pro Paco, me olhando com um sorrisão. Ela tava se divertindo pra caralho e eu comecei a curtir também. - Chega aqui e fica do meu lado esquerdo - ordenou Paco. - Beleza, Paco - respondi. - Eu, eu, eu, Dom Paco pra você - ele falou. - Sim, Dom Paco. - Jajaja - riu Aurora. Senti o Paco colocar a mão esquerda na minha nuca e ir me aproximando do pauzão dele. Não tava gostando nada pra onde a situação tava indo, mas comecei a abrir a boca e bem quando tava a alguns centímetros, Paco me deu um cascudo. Não foi forte, nem nada, mas me surpreendeu. - Aonde cê vai, corno manso, que essa pica é só da Aurora!! haha. Mostra pra ele. E dizendo isso, Aurora, sem parar de me olhar, abriu a boca e começou um boquete monumental, com o olhar fixo em mim. Era uma expressão facial sem emoção porque ela tava com a boca muito aberta, então não dava pra ver se ela tava sorrindo ou não. Mas os olhos dela exalavam safadeza pra caralho. De repente ela parou e puxou pra fora. - Mmmmmm, olha que pedaço de pau que o Paco tem, hein? Exatamente o que você queria - ela soltou. - Sim. - Ahhhhh, olha que saco enorme, cheio de porra, cê quer que o Paco esvazie tudo na minha bucetinha? - Sim. - Mmmmmm, cê quer provar? - Sim. - Então não, porque o Paco não curte isso. - ela falou rindo e começou a passar a língua no tronco. Fiquei calado olhando ela. Paco sorria sem dizer nada. - Vem cá - ela disse, me puxando pra perto, e começou a passar a língua no meu rosto inteiro e a me beijar igual nos últimos dias de tesão. Eu deixava rolar. - Tá sentindo o gosto? Mmmmm, eu amo isso - ela falava. Ficamos vários minutos assim, trocando beijos no meio das mamadas dela, e tudo tava sendo gravado na câmera. - Amor, prepara minha bucetinha pro Paco, que esse pauzão precisa que ela esteja bem molhadinha. Falando isso, ela abriu as pernas, mostrando a calcinha fio dental. Eu me abaixei pra lamber, mas pra ser sincero, já tava bem molhada. Aurora continuava do lado dela umedecendo o pau do Paco, dava pra ouvir muita saliva. - Já chega, não sou de pedra, haja - soltou Paco - Se continuar assim, vou gozar, e já te falei que não quero desperdiçar combustível. - Sim, Paco - disse Aurora, senti a mão dela afastar minha cabeça. Ela se levantou e se colocou em cima do Paco, ainda com o vestido e a calcinha fio dental, que tinha voltado pro lugar depois da minha chupada. Ficou naquela posição, se beijando de língua com o Paco. Eu levantei e fui pegar a câmera de novo. Aurora balançava pra frente e pra trás, roçando o pau do Paco na bucetinha dela por cima da calcinha. Eu foquei em dar zoom no tronco do Paco se esfregando na bucetinha da minha namorada, e de repente Aurora disse: - cuck!!! Dei zoom out e vi ela com a cabeça virada, olhando de canto. - Ajuda o Paco a enfiar em mim, agora! - ela ordenou. - Sim, amor. - Mmmmmm - Paco não articulava palavras, acho que tava mordiscando os peitinhos da Aurora. Me aproximei apontando a câmera pra minha mão, e bem devagar, peguei o pauzão do Paco. Tava durasso e molhado, trabalho prévio da minha mina. — Mete logo, que cê tá demorando — me instigou a Aurora. Ela afastou a calcinha fio-dental pro lado com as mãos. Eu, por minha vez, coloquei o tronco na entrada da bucetinha da minha Aurora. — Assim tá bom... agora, enche o meu cu, Paco! — falou pro Paco. Paco não disse nada, botou uma mão em cada nádega e começou a meter forte. A cena era digna de filme pornô. Empurrões alucinantes, as molas da cama rangendo e a cabeceira batendo na parede. — Ahhhh, ahhhh, ahhh — Aurora já não falava mais. — Mmmmffff, mffff, mffff — Paco bufava. Eu tava em silêncio, concentrado em gravar. Não dava pra bater uma por causa da porra do cinto. — Vou gozar, putaaa — falou o Paco. — Enche tudo pro cornoooo — falou a Aurora. Paco mudou a posição das mãos de segurar a bunda da Aurora pra fazer com cada mão o símbolo de chifre, e Aurora, por sua vez, colocou uma das mãos na altura da lombar fazendo o mesmo gesto. — Ahhhhhhhh — Paco começou a tremer. Na câmera ficaram registrados 6 jatos, e dois últimos espasmos. Ficaram juntinhos por uns minutos, recuperando o fôlego. A Aurora se mexeu, reclamando um pouco de ter as cadeiras abertas por tanto tempo. Paco ficou como tava, com o pau descansando na barriga avantajada. — Vem cá, amor — minha mina me chamou. Me aproximei meio sem jeito e passei a câmera pro Paco. Ele tirou a chave do bolso e abriu o cadeado. Finalmente meu passarinho tava livre. Fui meter nela e ela disse: — Ehhh pera aí, coelhinho, tô com a buceta pegando fogo depois do que rolou, então vai bater uma. Dito isso, começou a beijar o Paco enquanto acariciava os genitais já murchos. Abriu as pernas e me mostrou a bucetinha aberta, transbordando de porra, uns pingões. — Relaxa que tô guardando pra você — piscou um olho e continuou com o Paco. Bati uma rapidona por causa de tudo que tinha visto. aguentado. Aí Paco se levantou e focou por trás da Aurora. — Vai buscar teu prêmio, corno — disse pra câmera. Eu me abaixei pra fazer o que vocês já tão imaginando.
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