un conejo cobarde y el pastel de amor

olá~Faz tempo que não escrevo um conto.

Meu nome é Norma, sou uma mulher de 35 anos, divorciada e sozinha. Atualmente moro num complexo de apartamentos, focada no meu trabalho e cuidando da minha saúde o máximo que posso com exercícios constantes.

Durante toda a minha juventude, tive problemas com a sexualidade porque, na adolescência, descobri que era infértil. Isso gerava brigas constantes com meus parceiros, até que me divorciei de quem eu achava que era o amor da minha vida.

Por causa da minha condição, sempre ajudava minha irmã com o filho dela, Lucas, sempre que podia. Ele me via como uma segunda mãe, já que morava comigo sempre que os pais viajavam a trabalho. A gente passava o tempo passeando ou brincando lá em casa, porque meu trabalho é remoto e não tenho problema em trabalhar de casa.

A pandemia pegou todo mundo de surpresa. Meu sobrinho estava prestes a fazer o vestibular da universidade dos sonhos dele, então não pôde viajar com os pais. Depois de um acordo com eles, tomei a decisão de ser sua tutora legal e deixá-lo ficar na minha casa, pra minha irmã e o marido ficarem tranquilos.

Lucas: Muito obrigado, tia, por me deixar morar com você por enquanto. Mesmo tendo sugerido pros meus pais que eu podia ficar sozinho, eles só queriam que eu viajasse com eles ou ficasse com você.

Eu: Nada disso! Como é que você vai ficar sozinho, ainda mais durante uma pandemia? Entendo que você já é quase um adulto, mas a situação não é normal. Além do mais, você já dormiu aqui várias vezes comigo, então não precisa se preocupar.

Lucas: ...

Eu: O que foi? Tô te vendo vermelho.

Lucas: N-nada, não. Só tava imerso nos meus pensamentos. Mesmo assim, muito obrigado. Prometo ajudar com as tarefas de casa.

Eu: Muito obrigada, mas não se preocupa muito. Já é algo normal pra mim, então quero que você foque nos seus estudos.

Lucas: B-bom, vou continuar arrumando minhas coisas. Não vou te incomodar mais, tia.

Eu: Sim, não se preocupa. Não se preocupe...

Era estranho, já que nunca vi meu sobrinho tão na defensiva e tão formal. Achei que fosse algo relacionado ao fato de ele já ser um adolescente e ter seus problemas. Talvez alguma namorada ou amiga estivesse deixando ele preocupado por causa da pandemia, então pensei que deixá-lo em paz era o melhor, embora também não fosse que ele melhorasse.

-

As primeiras semanas passaram e o Lucas só ficava no quarto dele, só vinha falar comigo quando eu pedia ou quando era a vez dele fazer as tarefas.

Lucas: ...
Eu: Bom dia, coelhinho. De novo você está cabisbaixo e calado.
Lucas: Bom dia, tia. Só estava pensando em algumas coisas.
Eu: Bom, eu sei que você já é quase um adulto e as coisas vão começar a ficar complicadas pra você, mas não deixa isso escurecer seus dias.
Lucas: Eu sei, tia, fica tranquila. Não é nada de ruim, é só algo p-pessoal.
Eu: Pessoal?
Lucas: ...
Eu: OHHH, desculpa. É que faz anos que me divorciei do meu ex e, tipo, homens são um mistério pra mim. Do mesmo jeito, você continua sendo meu coelhinho ❤️
Lucas: Eu também te amo, tia, mas por favor, dá pra parar de me chamar assim? É vergonhoso.
Eu: Vou parar quando você deixar de ser um coelho... O que acha? Vou parar quando você for alguém tão seguro de si quanto um lobo.
Lucas: Tanto faz. Você é superprotetora e esquisita demais. Quem trata as pessoas como animais?
Eu: Calma, só faço isso com você porque te amo <3
Lucas: Pff-
Minhas palavras quase derrubaram o Lucas, porque essa simples frase fez ele se engasgar com a xícara de café.
Eu: Ei, cuidado!!
Pum!

Pum!

Pum!

lucas: cof-cof

desculpa

yo: você tem que tomar mais cuidado

lucas: eu sei, voltando ao assunto pra ficarmos em pé de igualdade, que tal se eu te der um apelido já que você usa um comigo

eu: não me incomodaria, mas por que agora?

Lucas: Pois é, agora a gente passa mais tempo junto e ouvir essa história do coelho o dia inteiro me dá vergonha.

eu: tá bom~

se isso me permitir continuar cuidando do meu coelhinho do meu jeito, não vai ser um problema

Lucas: ...

Eu: e?

lucas: que?

eu: não vai me dar um apelido?
lucas: ainda vou pensar em um
eu: tá bom
Se apressa e termina teu café da manhã que eu preciso usar a sala pra trabalhar.
lucas: ah, desculpaFico feliz em ter essas conversas durante as manhãs, e mesmo que pareça estranho, não me importaria se me chamassem por um apelido, desde que seja bonitinho.
Os dias foram passando e o clima continuava desconfortável, ele se trancava no quarto direto, até que um dia percebi uma coisa estranha.
O Lucas só agia daquele jeito tão retraído quando eu tava usando algum suéter justo ou quando me pegava fazendo exercício nas minhas máquinas. Até que um dia, na minha tentativa de descobrir o que ele fazia no quarto — já que ele sempre trancava com chave —, mas tinha uma coisa que ele nunca descobriu, e nem era algo que importasse pra ele: a porta dele tinha um defeito de fábrica. Quando compramos, nem notamos que ela deixava uma fresta pequena, dando pra ver o lado de dentro se você espiasse pela abertura.
Até agora, nunca tinha tirado da cabeça a imagem de um coelhinho em cima do meu sobrinho, mas até coelhos são seres vivos que têm suas necessidades, né?
Quando espiei pela brecha, vi meu sobrinho se masturbando enquanto olhava pro computador dele.
Aquela imagem me deu um choque de realidade, porque nunca pensei que veria meu sobrinho fazendo aquilo. Pra mim, não teria sido estranho ver o pau dele, já que vi várias vezes enquanto ele crescia, mas nunca daquele jeito.
Era um pau tão grande e grosso que daria tesão em qualquer mulher.

A noite passou, e eu não conseguia tirar aquela imagem da cabeça — meu coelhinho estava se dando prazer sozinho.
Lucas: Bom dia, tia.
Eu: ...
Lucas: Tia?
Eu: Ah, desculpa, tava distraída.
Lucas: Hmmm.
Tá, você tá bem?
Eu: Sim, não é nada, só tava pensando em...
Lucas: Em?
Eu: Em coelhos!
Tava pensando neles.
Lucas: *suspira*
É, é, coelhos.
Eu: ...
Lucas: Ah! Falando em coelhos, já pensei num apelido, tia.
Eu: ...
Ah, sim, o apelido. Qual vai ser?
Lucas: Que tal "loba"?
Você é alguém linda que sempre se esforça e cuida de Os teus fazem como os lobos com suas alcateias
Eu: ...
Lucas: Não gostou?
Eu: Não, não é isso, só pensei que seria um apelido mais bonitinho, tipo docinho, pela minha doçura ❤️
Lucas: Um apelido tão meloso assim só se dá entre casais
Eu: E daí? Já posso esquecer de ter um homem que me chame assim, então queria que meu sobrinho querido me chamasse
Lucas: *suspira*
Tá bom então, vou te chamar de docinho. A propósito, chegou um pacote
Eu: O que você pediu?
Lucas: Não é pra mim, a etiqueta tá com seu nome
Eu: Vou ver depois, não lembro de ter pedido nada
Lucas: Bom, vou continuar estudando no meu quarto, qualquer coisa é só me chamar
Eu: Tá bom...
Sabia que ele ia fazer outra coisa, porque deu pra perceber que ele tava nervoso quando disse que ia se retirar, mas minha atenção foi pro pacote, já que o remetente era minha irmã. Depois de ligar pra ela, ela me contou que tinha achado um conjunto de roupa lindo num bazar que visitou com o marido e, como agradecimento por ter o filho dela, mandou pra mim, pensando em mim
O pacote também tinha dinheiro, mas sendo sincera, repreendi ela, porque meu sobrinho não era nenhum peso
Depois de encerrar a ligação, fui pro meu quarto guardar o dinheiro, porque ia dar pro Lucas, e aproveitei pra experimentar o conjunto
Era bonito, mas meio apertado. Pensei que se forçasse um pouco meus quadris, a calça cedia e vestia, então depois de respirar fundo e me preparar pra tensão, consegui fazer a calça passar, mas meus quadris eram grandes demais pra ela, fazendo com que desse um pequeno estalo rasgando na parte da virilha, se ajustando na minha cintura e impedindo a calça de soltar
Enquanto deixava minha calcinha exposta

Bom, por enquanto a gente para por aqui com o relato. Experimentei um pouco e, mesmo que talvez não seja tão erótico, o que vem no segundo capítulo vai ser a ação
Sem mais, me despeço
E se quiserem, podem me seguir no Twitter, onde vou postar uns rabiscos que faço digitalmente:
https://twitter.com/J68072025

1 comentários - un conejo cobarde y el pastel de amor

Muy buen relato espero saber como continúa y que reacción tuvo si te vio con ese regalo puesto