Reencuentro con mi ex Katherine 2.1 - Made In Perú

Después de aquel domingo que tuvimos nuestra conversación Katherine se puso mas emocionada saber que seria cogida por mi que se puso cachonda, aunque no podíamos vernos aun lo único que podíamos es hacer videollamada y mensajes (fotos y gifs) cachondos como seria cuando nos encontráramos en persona y así paso ese domingo al medio día ya para que cierre el negocio se fue hacia los servicios higiénicos a grabarse por que me debía ya que no se pudo hacer realidad follarmela por culpa de juan su esposo ya que se quedo con ella en el negocio. ( el video no se puedes subir )

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fotos caseiras

infielDepois disso, ela foi pra casa com o marido e a gente não conversou mais. Porque era um domingo em que Juan e Katherine, mesmo com brigas e tudo, sempre moravam juntos no mesmo lugar, o que não foi um problema tão grande pra mim, porque eu sabia em que situação a gente tava: na tal situação de vingança e luxúria dos dois lados, uma luxúria fogosa que foi aumentando com o passar do tempo e dos meses até o tal dia chegar. De maio, quando voltei, até setembro, quando decidimos que a gente tinha que dar um jeito de se ver e que ela arrumasse um tempo ou pedisse folga no trabalho pra sair uma tarde comigo. Aí ela me disse que podia numa sexta à tarde, porque naquele dia a chefe dela ia dar 3 horas de folga, das 2 da tarde até as 5, já que o negócio não tava com muita clientela, e ela pegou essas horas. Então esperei aquele dia chegar, mas antes de tudo acontecer, ela me pediu pra levar ela num hotel longe do trabalho, por precaução com o marido ou algum conhecido. Foi assim que levei ela num hotel perto do estádio do P.C.L.P. Quando o dia chegou, peguei ela a uma quadra do trabalho pra não levantar suspeitas, eu de máscara bem tampado e tudo pra, supostamente, não ser reconhecido, porque eu tinha uma namorada que morava perto do centro. E foi assim que passei pra pegar ela e depois ir pro lugar (hotel) chamado "Diana Carolina". Quando chegamos lá, ela me disse que não gosta de ser comida com camisinha, sempre gostou de sentir a pele, e foi assim que rolou: pele contra pele, a gente se beijou primeiro pra soltar os nervos dela, a Katherine. Aliás, aqui mando uma foto de como ela tava vestida naquele dia.casadas infieisDepois eu fiz ela ir embora, porque mesmo estando ali, ela me disse que era errado fazer aquilo com o marido dela. Foi aí que eu falei: "Errado como? Se você não começou com isso, ele não pensou assim quando tava com sua melhor amiga Almendra, tipo, minha outra ex do colégio também." Foi nessa hora que ela se decidiu e falou: "Tá, vamos fazer isso." E aí ela foi se despindo, e eu mandei ela tirar o fio dental que tava usando, mas ficar com a saia, porque era uma fantasia minha gozar na saia dela, pra ela voltar pro trabalho e todo mundo perceber que ela tinha transado. Pois é, ela topou esse meu pedido sem saber o que eu realmente queria fazer. Comecei beijando ela e depois acariciando cada canto do corpo dela. Tirei aqueles peitões, chupei eles, usei a palavra "buceta" — embora ela dissesse que não queria, que era nojento tudo aquilo. Também falei pra gente fazer um 69, e ela aceitou, porque disse que seria minha puta só naquele dia. Ah, e eu pensei comigo mesmo: "Duvido!" Depois passei a chupar os peitos dela pra deixar tudo lubrificado, e aí parti pra foder ela. No começo, na posição de conchinha, a clássica, pra gente se soltar no clima. Ela me dizia que eu era gostoso e que, se desse tempo, a gente podia continuar até passar as 3 horas de folga que ela tinha no trabalho. Então, fiquei comendo ela num ritmo lento no começo, pra esquentar o corpo, tipo um pré-treino. Depois, com o passar dos minutos, aumentei o ritmo, o que ela não gostou muito, porque me disse que não curtia que eu fosse tão rápido, ainda mais quando eu tinha ela de pernas pra cima na beirada da cama, porque, segundo o marido dela, ele não fazia daquele jeito e doía na hora de meter, já que ela não tava acostumada com meu pau na buceta dela. Foi aí que eu falei que sempre seria assim, porque ela era minha puta. E dali em diante, ela foi se acostumando e se adaptando ao vai e vem. No meio do calor, os dois suados na mesma cama, ela me disse que queria tomar um banho. Molhadinha no chuveiro pra esfriar um pouco o corpo, ela levantou da cama, tirou a saia e entrou no box pra se jogar uma aguinha e se refrescar. Foi aí que eu me recuperei e fui atrás da rabeta dela, e quando tentei enfiar meu pau no cuzinho dela, ela me parou e ficou puta porque nunca tinha feito por ali, já que umas amigas dela disseram que doía. Aí eu fiquei irritado e falei: "então já vamos embora, já que você não quer experimentar mais nada". Depois disso, ela disse pra gente tentar e que, se doesse só um pouquinho, a gente não faria e tentaria outro dia. Pois bem, a gente tentou, mas doeu na hora de enfiar. Foi aí que ela pediu pra parar e que eu fodesse ela na buceta. E foi o que aconteceu: continuei fodendo ela na buceta até ficarmos exaustos, e já eram umas 5:30. Foi quando ela disse que o João ia buscá-la umas 6 horas e que a gente tinha meia hora pra levar ela no trabalho. A gente se arrumou rápido pra deixar ela lá. Depois, naquela noite, umas 10 horas em ponto, perguntei o que houve com o João. Foi aí que ela disse que, quando chegou no trabalho, percebeu que a parte de trás da saia dela estava cheia de porra e que teve que ir pro banheiro pra chefe não perceber. E que tinha gostado de ficar comigo e que a gente tentaria outro dia ou talvez quando desse. ............................................................................................ Depois conto o que rolou em 2020-2021.

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