Meu nome é Alberto, tenho 52 anos, minha esposa Silvia tem 48 e temos um filho, Mario, de 23. Quero contar as experiências que tive com minha mulher desde que a conheci até hoje.
Conheci a Silvia há 30 anos, nós dois estávamos na faculdade, eu terminando Economia e ela começando Pedagogia. A que hoje é minha esposa era uma morena de cabelo comprido, esbelta, com 1,70 de altura. Às vezes, de salto, ela passa de mim — eu tenho 1,78.
Na época da faculdade, ela era muito admirada entre os colegas pela beleza e simpatia dela.
Nunca fui uma pessoa ciumenta, mas reconheço que, às vezes, tanta olhada me dava um pouco de nervoso. Silvia me dizia: "Não se preocupa, nada disso, você é meu amor e eu só tenho olhos pra você."
Tivemos um namoro de três anos, até que finalmente decidimos dar o passo e casar no civil.
Tudo correu normal, na aparência, e quatro anos depois chegou nosso filho Mario. Como é de costume hoje em dia, nos casamos jovens.
Silvia sempre foi uma mulher fogosa, apaixonada na cama, pra ser sincero, uma puta na cama e uma senhora durante o dia. Agora ela é diretora numa escola em Madri, e sempre gostou de se vestir elegante com seus saltos, seus conjuntos de blusa, blazer e saia. Tipo uma mulher perfeita que fazia todo mundo desviar o olhar.
Os anos foram passando, até que há dois anos, durante uma mudança de casa, encontrei num armário uma caixa que abri. Lá dentro, achei dois cadernos grandes que, no começo, não dei muita importância, mas quando abri, tive a sensação de que era uma espécie de diário da minha mulher.
Quando comecei a ler, vi que ela estava se referindo aos tempos de faculdade, quando me conheceu.
O primeiro capítulo se chamava:A UNIVERSIDADEMe sentei confortavelmente e comecei a ler:Entrar na universidade foi uma mudança total, gente nova, experiências novas. Conheci o Alberto, um cara maravilhoso, muito carinhoso, educado e com um olhar que me encanta. Comecei a sair com ele e me sinto super à vontade na companhia dele. É verdade que sempre tive atração por caras, até pelos professores. Talvez por causa da minha altura, meu cabelo moreno, meus olhos pretos, meu peito bem desenvolvido. Lembro de um dia na aula, tinha um professor de Matemática, um homem de uns 42 anos, cabelo preto e grisalho, olhos castanhos, super atraente. Os movimentos dele na sala me hipnotizavam, ele era gostoso pra caralho no geral. O nome dele era Mario.
As aulas dele, no geral, me pareciam legais, mas tinha uma sensação que tomava conta do meu corpo toda vez que eu o via. Eu já tava saindo com o Alberto, mas ver aquele homem me dava uns arrepios gostosos.
Eu me sentava na última fileira e um dia lembro que, ouvindo ele, minha mão direita desceu automaticamente pra minha entreperna. Eu tava usando uma saia larga com botões na frente e lembro de desabotoar um deles, meus dedos chegarem na minha calcinha e sentir que ela tava completamente molhada. Eu tava excitada na aula, e ainda sentia meus bicos duros. Ainda bem que a roupa disfarçava um pouco e não dava pra perceber.
Eu tava toda excitada, olhando pra um lado e pro outro pra ver se nenhum dos meus colegas tava me vendo, a tesão só aumentava a cada segundo. Puxei a calcinha de lado e a ponta dos meus dedos chegou no meu clitóris durinho, todo molhado, olhando pro Mario. Eu queria ele, e naquela hora eu seria dele sem pensar duas vezes.
Abri mais minhas pernas e aumentei o ritmo dos meus dedos, comecei a sentir uma convulsão que me fez tremer e, mordendo os lábios, tive um orgasmo que me fez fechar os olhos.
Depois que as aulas acabaram, fui até a cantina pra matar tempo enquanto esperava o Alberto pra gente voltar pra casa junto, como a gente fazia quase sempre.
Enquanto eu tomava um refri, vi o Mario, o professor, passar. Eu o cumprimentei, ele no começo não me reconheceu, e quando eu disse que era do primeiro ano de Matemática, ele lembrou melhor quem eu era.
Lembro daquele olhar, eu precisava ter uma conversa mais longa com aquele homem, ver ele fazia tremer tudo dentro de mim e sentia arrepios na pele.
Não sei como, mas criei coragem pra falar pra ele que tinha umas dúvidas pequenas sobre um assunto que ele explicou na aula. Ele disse que não teria problema em me explicar de novo, mas que eu teria que esperar até o dia seguinte, porque naquele momento ele tava numa reunião. E aí ele falou:
Bom, se não se importa, amanhã à uma hora, depois da aula, passa lá no escritório do departamento de matemática que eu vou estar por lá e tiro suas dúvidas num instante.
Pensar naquele encontro me deixava ainda mais nervosa, lembro de estar com o Alberto, mas meu pensamento estava no Mario, meu professor, um homem que tinha quase 24 anos a mais que eu. À noite, na minha cama, meus dedos procuravam meus peitos, meus mamilos, minha buceta. Fechava os olhos e pensava naquele homem que tinha invadido meus pensamentos. Lembro de ouvir meus pais transando naquela noite, ouvia minha mãe gemer e me imaginava sendo eu sentindo a pica do Mario.
Não consegui evitar me levantar. O quarto dos meus pais era ao lado, e pela fresta da porta, que eles não tinham fechado direito, pude ver meu pai pegando minha mãe de quatro, com as mãos apoiadas nas costas dela. Dava pra ver um pedaço grosso de carne aparecendo e desaparecendo por trás dela, na bunda largona dela, enquanto ela gemia e os peitos balançavam com cada estocada forte e seca que meu pai dava.
Aquela imagem fez meus dedos deslizarem por cima da calça. Quando toquei, minha buceta já estava toda molhada. Com um dedo, abri meus lábios e comecei a me esfregar, procurando meu clitóris. Abri as pernas pra facilitar a entrada dos dedos. Comecei com um e, no final, já eram dois fodendo minha boceta, enquanto com a outra mão eu já tinha levantado a camiseta do pijama e apertava meus mamilos, que estavam durinhos.
Observei meu pai saindo de dentro da minha mãe e se deitando de barriga pra cima, e ela pegou na pica do meu pai. Fiquei impressionada com o tamanho, era grande, de uma grossura considerável, e minha mãe começou a chupar com muito frenesi enquanto massageava os ovos dele.
Em poucos instantes, vi meu pai arquear os quadris, e um gemido escapou da garganta dele. Um jato de porra jorrou da pica que me deu a vida, caindo sobre os peitos grandes da minha mãe, que com os dedos recolheu e levou à boca pra saborear.
Gozei pra caralho ouvindo meus pais e imaginando que era eu quem recebia aquele jato de porra.
No dia seguinte, Alberto veio me buscar como fazia toda manhã pra ir junto pra faculdade. Quando entrei no carro, ele falou:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você tá realmente gostosa".
Ele me deu um beijo na boca e arrancou. Eu tava usando uma blusa branca, com uma saia curta justa, e falei pra ele:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vem, tira logo essa buceta que a gente vai se atrasarDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
A manhã passou sem eu tirar os olhos do relógio, com meus nervos à flor da pele, e quando deu uma da tarde, exatamente como ele tinha dito, fui até o escritório dele. Ele estava sentado corrigindo umas provas, me ofereceu uma cadeira e disse:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Então me conta essas dúvidas que você tem pra ver se eu posso te ajudar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Comecei a explicar as dúvidas da lição que a gente tinha dado no dia anterior. Num certo momento, me inclinei sobre a mesa e o decote que eu tava apareceu pra ele, meus peitos balançavam na inclinação e eu vi ele me encarando fixo. A situação começou a me excitar, mesmo ele tentando manter a compostura.
Num dado momento, levantei e fiquei do lado dele pra tentar explicar melhor uma dúvida que eu tinha. Ele tava sentado e o ombro dele roçava na minha coxa. Eu sentia vontade de sentar no colo dele, quando ele se virou e, fixando o olhar em mim, começou a falar, explicando minhas dúvidas. Eu tava totalmente perturbada, ouvia mas não escutava. A gente cruzou os olhares e eu percebi a mão dele apoiada na minha coxa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O que que cê tá fazendo?- Foi a primeira coisa que me veio na cabeça pra falar, tava toda confusa, mesmo querendo que aquele momento chegasse.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você é uma mulher inteligente, gostosa, jovem e eu sou uma pessoa que poderia ser seu pai, mas desde que você entrou, você está me embriagando de desejo. Sou sincero e é assim que te falo, desculpa minhas palavras se estão te ofendendo, mas digo o que sinto neste momento. Desculpa, não sei o que está acontecendo comigo.
Sem pensar, peguei na mão dela e levei de volta pra coxa. Pela minha saia, sentia o calor da mão dela apoiada. Me inclinei e juntei meus lábios suavemente nos dela, eram quentes. Eu separava e juntava até que num momento ficou mais intenso.
Abri os lábios e senti a língua dele procurando a minha, roçando nos meus dentes, na minha língua... uma onda de tesão me percorreu, senti que ficava molhada, meus mamilos endureceram. Segurei ele pelo pescoço e puxei pra perto, o beijo virou algo apaixonado, cheio de desejo. Ele me pegou pela cintura e me puxou pra ele, me sentou no colo dele, começou a desabotoar minha blusa... meus peitos ficaram expostos diante do olhar dele, só cobertos pelo meu sutiã de renda preta. Os lábios dele se aproximaram dos meus peitos enquanto tirava o sutiã, até que, finalmente, meus mamilos duros, com a auréola grande e rosada, ficaram expostos pra ele.
Com a ponta da língua, ele tocou eles bem de leve, com mordiscadas suaves. Aquilo já era demais — ver aquele homem maduro diante da flor da juventude que eu era fez meus fluidos começarem a escorrer da minha buceta, molhando as coxas. Meu corpo inteiro pulsava.
Enquanto isso, com a mão dela abrindo minhas pernas e os dedos acariciando a parte interna das minhas coxas, eu sentia o calor das mãos grandes, mas ao mesmo tempo suaves e delicadas, subindo em direção à minha calcinha. Ela alternava beijos nos meus mamilos com a minha boca, e a cada momento eu sentia mais embriaguez de desejo e paixão. Ela abriu minha calcinha com os dedos e eu senti a ponta do dedo médio abrir meus lábios da buceta e chegar ao meu clitóris, que já estava durinho como um grão de bico. Ela esfregou suavemente em círculos, e meu corpo tremia em espasmos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sobe na mesa e senta.Ele me disse.
Sentei na mesa do escritório dele depois de tirar o que tinha, minha saia estava levantada, ele tirou a calcinha e eu fiquei totalmente exposta na frente do rosto dele. Minha buceta não parava de escorrer sucos, parecia lava de vulcão em erupção constante. Ele se abaixou e passou a língua inteira ao longo da minha fenda, desde o cu até o clitóris, aumentando o ritmo. Eu segurava a cabeça dele pra ele continuar mais e mais, que não parasse.
Num instante percebi que ele tava me comendo com a língua enquanto com o dedo de uma mão esfregava meu clitóris e com dois dedos da outra me penetrava a buceta primeiro com um e depois enfiou o outro, eu massageava meus peitos, meus bicos tavam bem duros, eu gemia sem parar.
Ela se separou de mim e, ao abaixar a calcinha, apareceu na minha frente uma piroca, dura, grossa, com as veias inchadas de tesão. Peguei ela com meus dedos com suavidade, era grande, mimoseei, acariciei até que meus dedos começaram a massagear ela de cima pra baixo, sentia ela pulsar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quero que você me foda. Não aguento mais, por favor!— eu falei pra ela.
Ele tirou um preservativo e fui desenrolando até a base do pau dele, ficou justinho como uma segunda pele, por causa da ereção forte que ele tava.
Ela abriu minhas pernas o máximo que pôs e, colocando a ponta na entrada da minha buceta, começou a lamber e mordiscar meus peitos, lambia meus mamilos, mordiscava eles. Quando comecei a sentir o pau dele se abrindo dentro de mim, ele fazia com calma, parando pra minhas paredes se ajustarem ao tamanho do pau dele, até que senti as bolas dele batendo em mim.
Parou naquele momento e nossas salivas se misturaram com paixão, babamos, nossas línguas se procuravam, quando começou a aumentar o ritmo eu sentia o pau dele inchar dentro de mim, ele tirava inteiro e voltava a me penetrar com força, a respiração dele ficava ofegante, eu ficava louca.
Ouvi um barulho de uma porta, tava tão extasiada que nem percebi que alguém tinha entrado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Entra e tranca a porta.— disse Mario.
Fiquei paralisada, a princípio.
Entrou um colega seu, professor de Língua.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mmm, que deliciosa essa putinha— disse o colega que já teria passado dos 50, de aparência cheinha e barriga saliente.
Comecei a pensar que aquilo foi premeditado, e mesmo que eu estivesse procurando, caí na armadilha dos professores.
Luis, que era o nome do outro professor, começou a me beijar enquanto Mario continuava me metendo com força. Fui direto no volume dele, abaixei o zíper e tirei o pau dele pra fora. Não era tão grosso quanto o do Mario, nem quanto o do meu pai, mas era bem gostoso. Tinha um pelo pubiano branco em volta. Comecei a chupar ele. Eu já tava em êxtase, me sentindo sendo comida pela boca e pela buceta. Queria mais.
Trocaram de posição e naquele momento o Luis me penetrou com força, de forma selvagem, dava pra ver que ele tava muito excitado. Minha boca recebeu a piroca do Mario, tirei a camisinha, e a gente gemiava os três como se fôssemos um só.
Acabaram me levantando e me sentaram na cadeira, um de cada lado meteram a pica na minha boca, eu tava saboreando e lambendo com frenesi as duas picas, enquanto eu me esfregava a buceta, era uma enxurrada de fluidos e eu queria receber a porra dos dois.
Senti os paus pulsando e os dois corpos tremendo de prazer, até que um mar de porra invadiu minha boca enquanto os dois homens gemiam sem parar.
Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode enviá-lo novamente?Você é maravilhosa e espero que suas dúvidas tenham sido resolvidas— Mario me disse.
Banhada na porra dos dois caras, sorri pra eles, terminei de me vestir de novo e fui embora.
Chegando em casa, entrei no quarto lembrando do que vivi, me sentia culpada pelo Alberto, que eu amava pra caralho, mas por outro lado sentia que tava me transformando numa ninfomaníaca louca por sexo, querendo experimentar todas as posições. Eu me masturbava na aula, no banheiro, as sensações eram indescritíveis e ali começou uma corrida desenfreada de sexo.um tapa na cara do Alberto, mas que ela precisava continuamente.
Ler aquilo me deixou bem incrédulo, era o lado oculto da minha mulher que eu desconhecia, mas ao mesmo tempo senti uma ereção forte que fez minha mão descer até minha virilha e me excitar lendo aquelas aventuras de posse e desejo às quais ela foi submetida.
Conheci a Silvia há 30 anos, nós dois estávamos na faculdade, eu terminando Economia e ela começando Pedagogia. A que hoje é minha esposa era uma morena de cabelo comprido, esbelta, com 1,70 de altura. Às vezes, de salto, ela passa de mim — eu tenho 1,78.
Na época da faculdade, ela era muito admirada entre os colegas pela beleza e simpatia dela.
Nunca fui uma pessoa ciumenta, mas reconheço que, às vezes, tanta olhada me dava um pouco de nervoso. Silvia me dizia: "Não se preocupa, nada disso, você é meu amor e eu só tenho olhos pra você."
Tivemos um namoro de três anos, até que finalmente decidimos dar o passo e casar no civil.
Tudo correu normal, na aparência, e quatro anos depois chegou nosso filho Mario. Como é de costume hoje em dia, nos casamos jovens.
Silvia sempre foi uma mulher fogosa, apaixonada na cama, pra ser sincero, uma puta na cama e uma senhora durante o dia. Agora ela é diretora numa escola em Madri, e sempre gostou de se vestir elegante com seus saltos, seus conjuntos de blusa, blazer e saia. Tipo uma mulher perfeita que fazia todo mundo desviar o olhar.
Os anos foram passando, até que há dois anos, durante uma mudança de casa, encontrei num armário uma caixa que abri. Lá dentro, achei dois cadernos grandes que, no começo, não dei muita importância, mas quando abri, tive a sensação de que era uma espécie de diário da minha mulher.
Quando comecei a ler, vi que ela estava se referindo aos tempos de faculdade, quando me conheceu.
O primeiro capítulo se chamava:A UNIVERSIDADEMe sentei confortavelmente e comecei a ler:Entrar na universidade foi uma mudança total, gente nova, experiências novas. Conheci o Alberto, um cara maravilhoso, muito carinhoso, educado e com um olhar que me encanta. Comecei a sair com ele e me sinto super à vontade na companhia dele. É verdade que sempre tive atração por caras, até pelos professores. Talvez por causa da minha altura, meu cabelo moreno, meus olhos pretos, meu peito bem desenvolvido. Lembro de um dia na aula, tinha um professor de Matemática, um homem de uns 42 anos, cabelo preto e grisalho, olhos castanhos, super atraente. Os movimentos dele na sala me hipnotizavam, ele era gostoso pra caralho no geral. O nome dele era Mario.
As aulas dele, no geral, me pareciam legais, mas tinha uma sensação que tomava conta do meu corpo toda vez que eu o via. Eu já tava saindo com o Alberto, mas ver aquele homem me dava uns arrepios gostosos.
Eu me sentava na última fileira e um dia lembro que, ouvindo ele, minha mão direita desceu automaticamente pra minha entreperna. Eu tava usando uma saia larga com botões na frente e lembro de desabotoar um deles, meus dedos chegarem na minha calcinha e sentir que ela tava completamente molhada. Eu tava excitada na aula, e ainda sentia meus bicos duros. Ainda bem que a roupa disfarçava um pouco e não dava pra perceber.
Eu tava toda excitada, olhando pra um lado e pro outro pra ver se nenhum dos meus colegas tava me vendo, a tesão só aumentava a cada segundo. Puxei a calcinha de lado e a ponta dos meus dedos chegou no meu clitóris durinho, todo molhado, olhando pro Mario. Eu queria ele, e naquela hora eu seria dele sem pensar duas vezes.
Abri mais minhas pernas e aumentei o ritmo dos meus dedos, comecei a sentir uma convulsão que me fez tremer e, mordendo os lábios, tive um orgasmo que me fez fechar os olhos.
Depois que as aulas acabaram, fui até a cantina pra matar tempo enquanto esperava o Alberto pra gente voltar pra casa junto, como a gente fazia quase sempre.
Enquanto eu tomava um refri, vi o Mario, o professor, passar. Eu o cumprimentei, ele no começo não me reconheceu, e quando eu disse que era do primeiro ano de Matemática, ele lembrou melhor quem eu era.
Lembro daquele olhar, eu precisava ter uma conversa mais longa com aquele homem, ver ele fazia tremer tudo dentro de mim e sentia arrepios na pele.
Não sei como, mas criei coragem pra falar pra ele que tinha umas dúvidas pequenas sobre um assunto que ele explicou na aula. Ele disse que não teria problema em me explicar de novo, mas que eu teria que esperar até o dia seguinte, porque naquele momento ele tava numa reunião. E aí ele falou:
Bom, se não se importa, amanhã à uma hora, depois da aula, passa lá no escritório do departamento de matemática que eu vou estar por lá e tiro suas dúvidas num instante.
Pensar naquele encontro me deixava ainda mais nervosa, lembro de estar com o Alberto, mas meu pensamento estava no Mario, meu professor, um homem que tinha quase 24 anos a mais que eu. À noite, na minha cama, meus dedos procuravam meus peitos, meus mamilos, minha buceta. Fechava os olhos e pensava naquele homem que tinha invadido meus pensamentos. Lembro de ouvir meus pais transando naquela noite, ouvia minha mãe gemer e me imaginava sendo eu sentindo a pica do Mario.
Não consegui evitar me levantar. O quarto dos meus pais era ao lado, e pela fresta da porta, que eles não tinham fechado direito, pude ver meu pai pegando minha mãe de quatro, com as mãos apoiadas nas costas dela. Dava pra ver um pedaço grosso de carne aparecendo e desaparecendo por trás dela, na bunda largona dela, enquanto ela gemia e os peitos balançavam com cada estocada forte e seca que meu pai dava.
Aquela imagem fez meus dedos deslizarem por cima da calça. Quando toquei, minha buceta já estava toda molhada. Com um dedo, abri meus lábios e comecei a me esfregar, procurando meu clitóris. Abri as pernas pra facilitar a entrada dos dedos. Comecei com um e, no final, já eram dois fodendo minha boceta, enquanto com a outra mão eu já tinha levantado a camiseta do pijama e apertava meus mamilos, que estavam durinhos.
Observei meu pai saindo de dentro da minha mãe e se deitando de barriga pra cima, e ela pegou na pica do meu pai. Fiquei impressionada com o tamanho, era grande, de uma grossura considerável, e minha mãe começou a chupar com muito frenesi enquanto massageava os ovos dele.
Em poucos instantes, vi meu pai arquear os quadris, e um gemido escapou da garganta dele. Um jato de porra jorrou da pica que me deu a vida, caindo sobre os peitos grandes da minha mãe, que com os dedos recolheu e levou à boca pra saborear.
Gozei pra caralho ouvindo meus pais e imaginando que era eu quem recebia aquele jato de porra.
No dia seguinte, Alberto veio me buscar como fazia toda manhã pra ir junto pra faculdade. Quando entrei no carro, ele falou:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você tá realmente gostosa".
Ele me deu um beijo na boca e arrancou. Eu tava usando uma blusa branca, com uma saia curta justa, e falei pra ele:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vem, tira logo essa buceta que a gente vai se atrasarDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
A manhã passou sem eu tirar os olhos do relógio, com meus nervos à flor da pele, e quando deu uma da tarde, exatamente como ele tinha dito, fui até o escritório dele. Ele estava sentado corrigindo umas provas, me ofereceu uma cadeira e disse:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Então me conta essas dúvidas que você tem pra ver se eu posso te ajudar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Comecei a explicar as dúvidas da lição que a gente tinha dado no dia anterior. Num certo momento, me inclinei sobre a mesa e o decote que eu tava apareceu pra ele, meus peitos balançavam na inclinação e eu vi ele me encarando fixo. A situação começou a me excitar, mesmo ele tentando manter a compostura.
Num dado momento, levantei e fiquei do lado dele pra tentar explicar melhor uma dúvida que eu tinha. Ele tava sentado e o ombro dele roçava na minha coxa. Eu sentia vontade de sentar no colo dele, quando ele se virou e, fixando o olhar em mim, começou a falar, explicando minhas dúvidas. Eu tava totalmente perturbada, ouvia mas não escutava. A gente cruzou os olhares e eu percebi a mão dele apoiada na minha coxa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O que que cê tá fazendo?- Foi a primeira coisa que me veio na cabeça pra falar, tava toda confusa, mesmo querendo que aquele momento chegasse.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você é uma mulher inteligente, gostosa, jovem e eu sou uma pessoa que poderia ser seu pai, mas desde que você entrou, você está me embriagando de desejo. Sou sincero e é assim que te falo, desculpa minhas palavras se estão te ofendendo, mas digo o que sinto neste momento. Desculpa, não sei o que está acontecendo comigo.
Sem pensar, peguei na mão dela e levei de volta pra coxa. Pela minha saia, sentia o calor da mão dela apoiada. Me inclinei e juntei meus lábios suavemente nos dela, eram quentes. Eu separava e juntava até que num momento ficou mais intenso.
Abri os lábios e senti a língua dele procurando a minha, roçando nos meus dentes, na minha língua... uma onda de tesão me percorreu, senti que ficava molhada, meus mamilos endureceram. Segurei ele pelo pescoço e puxei pra perto, o beijo virou algo apaixonado, cheio de desejo. Ele me pegou pela cintura e me puxou pra ele, me sentou no colo dele, começou a desabotoar minha blusa... meus peitos ficaram expostos diante do olhar dele, só cobertos pelo meu sutiã de renda preta. Os lábios dele se aproximaram dos meus peitos enquanto tirava o sutiã, até que, finalmente, meus mamilos duros, com a auréola grande e rosada, ficaram expostos pra ele.
Com a ponta da língua, ele tocou eles bem de leve, com mordiscadas suaves. Aquilo já era demais — ver aquele homem maduro diante da flor da juventude que eu era fez meus fluidos começarem a escorrer da minha buceta, molhando as coxas. Meu corpo inteiro pulsava.
Enquanto isso, com a mão dela abrindo minhas pernas e os dedos acariciando a parte interna das minhas coxas, eu sentia o calor das mãos grandes, mas ao mesmo tempo suaves e delicadas, subindo em direção à minha calcinha. Ela alternava beijos nos meus mamilos com a minha boca, e a cada momento eu sentia mais embriaguez de desejo e paixão. Ela abriu minha calcinha com os dedos e eu senti a ponta do dedo médio abrir meus lábios da buceta e chegar ao meu clitóris, que já estava durinho como um grão de bico. Ela esfregou suavemente em círculos, e meu corpo tremia em espasmos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sobe na mesa e senta.Ele me disse.
Sentei na mesa do escritório dele depois de tirar o que tinha, minha saia estava levantada, ele tirou a calcinha e eu fiquei totalmente exposta na frente do rosto dele. Minha buceta não parava de escorrer sucos, parecia lava de vulcão em erupção constante. Ele se abaixou e passou a língua inteira ao longo da minha fenda, desde o cu até o clitóris, aumentando o ritmo. Eu segurava a cabeça dele pra ele continuar mais e mais, que não parasse.
Num instante percebi que ele tava me comendo com a língua enquanto com o dedo de uma mão esfregava meu clitóris e com dois dedos da outra me penetrava a buceta primeiro com um e depois enfiou o outro, eu massageava meus peitos, meus bicos tavam bem duros, eu gemia sem parar.
Ela se separou de mim e, ao abaixar a calcinha, apareceu na minha frente uma piroca, dura, grossa, com as veias inchadas de tesão. Peguei ela com meus dedos com suavidade, era grande, mimoseei, acariciei até que meus dedos começaram a massagear ela de cima pra baixo, sentia ela pulsar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quero que você me foda. Não aguento mais, por favor!— eu falei pra ela.
Ele tirou um preservativo e fui desenrolando até a base do pau dele, ficou justinho como uma segunda pele, por causa da ereção forte que ele tava.
Ela abriu minhas pernas o máximo que pôs e, colocando a ponta na entrada da minha buceta, começou a lamber e mordiscar meus peitos, lambia meus mamilos, mordiscava eles. Quando comecei a sentir o pau dele se abrindo dentro de mim, ele fazia com calma, parando pra minhas paredes se ajustarem ao tamanho do pau dele, até que senti as bolas dele batendo em mim.
Parou naquele momento e nossas salivas se misturaram com paixão, babamos, nossas línguas se procuravam, quando começou a aumentar o ritmo eu sentia o pau dele inchar dentro de mim, ele tirava inteiro e voltava a me penetrar com força, a respiração dele ficava ofegante, eu ficava louca.
Ouvi um barulho de uma porta, tava tão extasiada que nem percebi que alguém tinha entrado.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Entra e tranca a porta.— disse Mario.
Fiquei paralisada, a princípio.
Entrou um colega seu, professor de Língua.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mmm, que deliciosa essa putinha— disse o colega que já teria passado dos 50, de aparência cheinha e barriga saliente.
Comecei a pensar que aquilo foi premeditado, e mesmo que eu estivesse procurando, caí na armadilha dos professores.
Luis, que era o nome do outro professor, começou a me beijar enquanto Mario continuava me metendo com força. Fui direto no volume dele, abaixei o zíper e tirei o pau dele pra fora. Não era tão grosso quanto o do Mario, nem quanto o do meu pai, mas era bem gostoso. Tinha um pelo pubiano branco em volta. Comecei a chupar ele. Eu já tava em êxtase, me sentindo sendo comida pela boca e pela buceta. Queria mais.
Trocaram de posição e naquele momento o Luis me penetrou com força, de forma selvagem, dava pra ver que ele tava muito excitado. Minha boca recebeu a piroca do Mario, tirei a camisinha, e a gente gemiava os três como se fôssemos um só.
Acabaram me levantando e me sentaram na cadeira, um de cada lado meteram a pica na minha boca, eu tava saboreando e lambendo com frenesi as duas picas, enquanto eu me esfregava a buceta, era uma enxurrada de fluidos e eu queria receber a porra dos dois.
Senti os paus pulsando e os dois corpos tremendo de prazer, até que um mar de porra invadiu minha boca enquanto os dois homens gemiam sem parar.
Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode enviá-lo novamente?Você é maravilhosa e espero que suas dúvidas tenham sido resolvidas— Mario me disse.
Banhada na porra dos dois caras, sorri pra eles, terminei de me vestir de novo e fui embora.
Chegando em casa, entrei no quarto lembrando do que vivi, me sentia culpada pelo Alberto, que eu amava pra caralho, mas por outro lado sentia que tava me transformando numa ninfomaníaca louca por sexo, querendo experimentar todas as posições. Eu me masturbava na aula, no banheiro, as sensações eram indescritíveis e ali começou uma corrida desenfreada de sexo.um tapa na cara do Alberto, mas que ela precisava continuamente.
Ler aquilo me deixou bem incrédulo, era o lado oculto da minha mulher que eu desconhecia, mas ao mesmo tempo senti uma ereção forte que fez minha mão descer até minha virilha e me excitar lendo aquelas aventuras de posse e desejo às quais ela foi submetida.
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