El finalizador- Recordando mi primera presa 2

Ter o olhar de uma mulher de 43 anos, recém-fodida, cravado nos teus olhos é uma experiência que não te preparam em faculdade nenhuma. O rosto dela perlado de suor, as pupilas dilatadas e aquela boquinha aberta buscando um ar que a calcinha fio dental enfiada na boca dela impedia de respirar normalmente iam me marcar pra vida inteira. Eu tava hipnotizado, mesmo correndo o risco do pai do Luis virar também e me descobrir, não conseguia mexer um músculo, muito menos pensar com clareza. Sentia as batidas do meu coração nas têmporas e tinha o pau no máximo da sua extensão, pedindo aos berros pra eu libertar ele da prisão em que meu jeans tinha se transformado. Enquanto tava perdido nesses pensamentos, a Sandra foi se acalmando aos poucos e tirou a calcinha fio dental da boca. O corpo dela brilhava em todo seu esplendor, besuntado numa mistura de suor, saliva e porra. Ela se virou e deu um beijo profundo no marido. Naquele momento, a única parte do meu cérebro que ainda não tava completamente paralisada me disse que era hora de me acalmar e voltar pra minha área de estudo.

Como vocês podem imaginar, minha capacidade de estudar tava completamente anulada. Eu só tava sentado na frente das diferentes anotações com uma sensação agridoce na cabeça. Por um lado, me sentia profundamente infeliz. Tinha acordado naquela manhã com a convicção total de que ia comer a Sandra e no final tudo tinha acabado num sonho, mas por outro lado, tinha visto uma imagem pela qual muitos voyeurs pagariam. Mas apesar do espetáculo que acabava de testemunhar, não conseguia tirar o gosto amargo da boca de ver que era o pau de outro que entrava nas entranhas daquela mulher gostosa.

De repente, um barulho de passos me tirou do devaneio. Ouvi os dois subindo as escadas e depois ouvi o barulho de uma porta se fechando. Supus que os dois tinham ido pro quarto. Por mais que tentasse me concentrar nos estudos, não conseguia evitar ficar com os ouvidos alerta pra poder... Interpretar o que estava rolando no andar de cima, de repente ouvi o barulho inconfundível de água correndo por um ralo. Suponho que o cano do banheiro passava perto de onde eu "estudava", e isso me indicava que alguém realmente estava no chuveiro. E, de repente, uma ideia surgiu na minha mente: será que era ela que estava no chuveiro? Será que eu poderia espiá-la de novo? Me forcei a esquecer essa ideia maluca, mas foi impossível, não conseguia esquecer o que tinha visto e meu corpo, com toda sua vontade, pedia pra ver mais. Levantei e, silenciosamente, comecei a subir as escadas. Minha boca estava seca e um suor frio escorria pelas minhas costas. Não conseguia parar de pensar em que desculpa eu poderia dar se o pai do Luís aparecesse de repente. Que merda eu poderia falar pra justificar o que estava fazendo? Por sorte, minhas dúvidas se resolveram quando passei pela primeira porta que encontrei no caminho pro banheiro. A porta estava entreaberta e nela dava pra ver os pés de um homem numa posição que indicava que ele estava deitado de bruços. Parecia que o que tinha rolado na piscina uma hora atrás já tinha sido mais que suficiente pra um homem da idade dele; na verdade, dava até pra ouvir a respiração profunda e ritmada dele. Animado com o que tinha acabado de descobrir, me aventurei até a porta do banheiro num passo mais rápido e, como era de se esperar, ela estava trancada. Uma das vantagens do pai do Luís ter tanto dinheiro era que a decoração da casa era de luxo, um exemplo era o material usado nas portas. Eram aquelas portas típicas com fechadura estilo "vintage" que permitiam olhar pelo buraco da fechadura se não tivesse nenhuma chave nele. Graças a Deus não tinha! Prendendo a respiração, antecipando o que ia ver, aproximei meu olho da abertura e o que vi me deixou chocada. O estilo "vintage" do pai do Luís se estendia a mais lugares além das portas. Em vez de ter o box típico, que ou é transparente ou translúcido o suficiente, pra entrever o que tem por trás, me vi olhando aquela cortina totalmente opaca que não me deixava ver nada.

Não podia acreditar na quantidade de coisas que estavam dando errado naquilo que, em teoria, seria a manhã mais gloriosa da minha vida. Em pouco mais de uma hora, passei de ter opções claras de sexo a ser mero espectador e, no final, a não ver absolutamente nada. Algo dentro de mim se irritou e nublou minha capacidade de raciocinar. Sem pensar, de forma totalmente automática, controlado apenas pelos meus instintos mais primitivos, abri silenciosamente a porta. O interior estava coberto de vapor e a temperatura era alta. Quase sem pensar no que estava fazendo, aproximei lentamente a mão da cortina do chuveiro e comecei a puxá-la para o lado, devagar.

Aos poucos, vi aparecer a pele bronzeada da Sandra. Meu coração ia explodir, eu sentia ele bater tão forte que pensei que teria um infarto. Continuei puxando a cortina para descobrir mais dela. Primeiro apareceu a perna esquerda dela, o joelho, a coxa, e então o quadril junto com o início do ombro e o peito perfeito. Sandra estava sentada na borda da banheira, com as costas encostadas na parede e as pernas bem abertas, enquanto com a mão se dava prazer. E foi assim que, uma vez, nossos olhares se cruzaram.

Sandra estava com os lábios inchados e as pupilas dilatadas, todo o corpo de deusa dela brilhava com uma combinação de suor e gotinhas de água. Eu não conseguia fazer nada além de observar aquela maravilha da natureza se dando prazer. Desviei o olhar do rosto lindo dela para focar na barriga baixa. Como já tinha intuído de longe, espiando ela na piscina, a buceta dela estava totalmente lisinha, exceto por aquele pequeno quadradinho peludo perfeitamente desenhado. Sandra estava se massageando o clitóris num ritmo bem suave, com movimentos circulares lentos e constantes. Ela estava com os dedos encharcados e os lábios da vagina bem inchados, e a cada movimento podia sentir como um tremor subia pelas suas costas, fazendo com que seus peitos enormes e torneados dessem um pulo.
Então aconteceu. Lentamente, ela afastou as costas da parede e apoiou as mãos na borda oposta onde estava sentada, aos poucos desceu suas belas nádegas da beirada onde, segundos antes, estava sentada se masturbando, e se apoiou nos joelhos. Então, com uma mão, começou a desabotoar minha calça jeans sem tirar os olhos do meu rosto. Ao soltar o último botão, enfiou a mão dentro da minha calça e, agarrando minha pica pela base, tirou ela da prisão. Nunca vou esquecer a cara de surpresa dela ao ver o tamanho da ferramenta que tinha naquele momento nas mãos; a mão dela mal conseguia envolver ela. Ela desviou o olhar dos meus olhos para focar nele e então disse – Meu Deus, não acredito no que vou fazer – abriu sua boquinha e, com os lábios, começou a lamber a ponta da minha cabeça com a língua. Aquela língua era algo maravilhoso, a habilidade da mãe do Luís me surpreendeu; com a língua, ela conseguia alcançar todas as dobras e recantos que formavam minha cabeça.
– Alex – ela disse, afastando minha pica do rosto – eu sei o que você deve pensar de mim, que sou uma puta ou algo pior, que estou chupando a pica do amigo do meu filho com meu marido deitado no quarto ao lado. Mas você precisa acreditar em mim, não sou assim. Nunca antes senti o que sinto por você. Desde o primeiro dia em que te vi, não paro de pensar na pica enorme que imaginei na sua calça – ela calou um momento para me dar um beijo na ponta da minha glande – me prometa que isso não vai sair daqui, seria a minha ruína.
– Claro que prometo – falei com toda a seriedade que podia mostrar naquela situação – em seguida, Sandra abriu o máximo que pôde e enfiou minha pica na boca –
– Meu Deus, quase não cabe na minha boca – ela abriu ainda mais a boca e tentou fazer os 24 centímetros entrarem na garganta dela; como era de se esperar, no meio do caminho engasgou e a tirou. Saco da boca entre longos fios de baba. – Caralho, Alex, isso é enorme. Com meu marido, tô acostumada a enfiar tudo na boca, mas contigo acho que não vou conseguir, desculpa.
– Não se preocupa – cortei ela – não é a primeira vez que acontece comigo.
– Então já passaram muitas garotas por aqui antes? – perguntou, provocante – puta que pariu, como a juventude tá avançada.
– Muitas não diria exatamente, mas mais de uma e de duas sim – enquanto eu falava, ela não parava de enfiar e tirar a pica da boca – na verdade, só uma delas conseguiu engolir ela inteira. Ela deu um grunhido "Mmm" e tentou de novo enfiar o máximo de pica na garganta. Engasgou de novo.
Com longos fios de baba escorrendo pelo queixo e peito, ela me perguntou – Quantos anos ela tinha?
– Quem?
– Porra, Alex, não se faz de idiota. A garota que conseguiu enfiar sua pica inteira na garganta?
– Ah! Essa era a Laura, tinha acabado de fazer 18 anos.
– 18 anos! Minha nossa, que puta que devia ser – então ela se levantou um pouco e enfiou minha pica entre os peitões dela – aposto que ela não tinha um par desses pra fazer um espanhol como Deus manda.

Querem saber a resposta? NÃO. Embora a Laura fosse toda uma gostosa, uma menina de 18 anos não podia competir com um par pago a peso de ouro. Aquilo era o paraíso, assim como a garganta dela não dava conta, o canalinho dela conseguia abrigar perfeitamente a maior parte da minha pica, deixando quase só a ponta de fora, apontando direto pra cara da mãe do Luís. Com os antebraços, ela apertava os lados dos peitos de um jeito que prendia minha pica como se fosse uma braçadeira. O ritmo que esses peitos marcavam dificultava manter a concentração. Vendo minha respiração acelerar, a Sandra se animou e começou a alternar. Um tempinho minha pica ficava entre os peitos dela, outro tempinho na boca dela. Aquilo era uma loucura, com o tesão que eu tava, não achei que ia aguentar muito as atenções que ela tava me dando. boca e os peitos dessa mulher.
—Calma, gostosa —ela me disse— não quero que você goze ainda, mal me tocou —não quero que tudo acabe tão rápido depois do tempo que esperei por isso.
—Mas a senhora não tem medo de seu marido acordar?
Ela sorriu, com meu pau entre os peitos —Sei que você estava me espiando enquanto ele me comia, mesmo estando em boa forma na idade dele, depois de foder comigo precisa de umas duas horas de sono, além disso te garanto que o que coloquei na bebida dele antes deixou ele exausto.
Não pude deixar de concordar, satisfazer uma mulher dessas não era tarefa fácil. Ainda lembrava do ritmo frenético que o pai do Luís imprimiu na bunda da Sandra há pouco tempo.
—Uff, Sandra!! Se você continuar assim, vou gozar —gemi
Na hora, Sandra parou o boquete que estava me fazendo e com cara de brava disse —Quem te disse que pode me tratar por você?
Fiquei surpreso. Como podia ser que, mesmo com Sandra de quatro e meu pau enfiado entre os peitos dela, ela mantivesse a pose de uma mulher de alto nível? Um pouco envergonhado, falei —Me desculpe, não vai acontecer de novo.
—Desculpa, Alex, mas não posso me dar ao luxo de, por um erro, você me tratar por você na frente do meu filho ou do meu marido. E agora quero que me mostre o que um garoto como você pode fazer com uma mulher como eu.
Naquele momento, ela se sentou de novo na mesma posição em que a encontrei e, abrindo as pernas, me mostrou todo o seu esplendor. Tinha uma buceta perfeita, com uns lábios carnudos e completamente inchados pela excitação de se oferecer ao amigo do filho. Os lábios internos mal apareciam e um clitóris inchado que pedia uma língua aos berros. Parecia mentira que aquela mulher tivesse dado à luz. Aproximei minha boca daquela iguaria molhada e passei a ponta da língua pelo clitóris avantajado dela. Na hora, Sandra soltou um gemido profundo. Eu estava alucinando, mal tinha roçado nela. Realmente, ela estava desejando aquele momento tanto quanto eu.
Depois de recuperar o fôlego me pergunto—Álex, querido, pode pegar a calcinha que tá no chão pra mim?— Peguei e ela disse— Coloca na minha boca igual você viu antes, assim meu marido não vai ouvir meus gemidos, é uma coisa que não consigo segurar— fiz uma bolinha com a calcinha dela, não sem antes sentir o cheiro que vinha dela, e coloquei com cuidado na boca dela. Na sequência, continuei com meu trabalho. Assim que passei a língua suavemente no clitóris dela, ouvi de novo um gemido abafado por causa do pano que tampava a boca dela. Então senti a mão dela pegar na minha cabeça e me enfiar literalmente contra a buceta dela. Quase sem conseguir respirar e me sentindo inundado pelos sucos dela, enfiei minha língua o mais fundo que pude naquele buraco molhado. Daquela posição, dava pra sentir perfeitamente a textura interna da buceta dela e fiquei testando o efeito que minha língua tinha nela. Quando já tava quase sem aguentar prender a respiração, comecei a sentir uma série de tremores leves no corpo da Sandra e a buceta dela começou a pulsar, levantei o olhar e vi uma mulher completamente entregue ao orgasmo. Com os olhos virados, ela acariciava um peito com a mão livre que tinha e o corpo todo dela tava numa tensão deliciosa. Como já contei antes, a mãe do Luís era uma mulher tonificada e com a pele perfeitamente bronzeada por causa das horas na academia e na piscina. Sei que por mais que eu tente, não vou conseguir fazer uma descrição que faça justiça ao que eu vi, mas vou tentar. Enquanto eu chupava a buceta dela igual um animal no cio, a Sandra tinha as pernas abertas apoiadas no outro lado da banheira, de um jeito que as pernas dela passavam dos dois lados da minha cabeça. As panturrilhas dela estavam totalmente tensas, então imaginei que os pés delicados dela deviam estar formando um arco. Os quadríceps dela tavam fazendo um exercício intenso tentando manter a Sandra sentada na borda apesar dos tremores, isso fazia com que eu pudesse ver perfeitamente como a musculatura trabalhada que tinha debaixo daquela Pele macia se agarrava com força nos joelhos dela pra sustentá-la. Levantando os olhos, via o mais próximo de um anjo que já tinha visto. Bem na altura dos meus olhos, tinha uma barriga perfeitamente lisa e perlada de suor, que subia e descia no mesmo ritmo que, alguns centímetros acima, dois peitões enormes faziam, perfeitamente contornados, com uns bicos que tinham crescido até uns bons centímetros de comprimento. Naquele exato momento, vi ela encher o peito de ar e soltar um gemido enorme, mal abafado pela calcinha fio dental enfiada na boca dela. Aquela deusa estava literalmente gozando na minha boca. Dava pra sentir toda a buceta dela se contraindo em volta da minha língua. Nessa hora, ela soltou minha cabeça e, com a mão que antes segurava, começou a se masturbar o clitóris numa velocidade alucinante. Três segundos depois, um jorro enorme de líquido me acertou em cheio na cara. A putinha tava dando um "squirt" de manual em cima da minha cara, sem nem pedir. Como fui criado desde pequeno no respeito aos outros, aguentei estoicamente a gozada na minha cara. Assim que senti a intensidade dos espasmos diminuir, levantei de novo e enfiei meu pau na boca dela sem pedir. Ela abriu os olhos surpresa, mas sem reclamar, aceitou mais da metade da minha vara enquanto ainda se masturbava e tremia. Aquela situação se estendeu por mais de 20 minutos, durante os quais não parei de foder a boca da Sandra e ela não parou de se masturbar, cuspindo jorros de fluido regularmente a cada poucos minutos. Era incrível a capacidade multiorgásmica daquela mulher. Eu mal deixava ela respirar e muito menos dava tempo pra ela engolir um pouco de saliva, então o corpo da Sandra era uma verdadeira bagunça: longos fios de saliva escorriam pelo queixo dela e caíam por todo o corpo, enquanto a buceta dela literalmente pingava. Naquele exato momento, a Sandra colocou a mão na minha barriga pra Me separei dela e ela disse: "Tô vendo que cê gosta de brincar pesado, hein?"
"Desculpa se te incomodei, mas foi a senhora quem começou esmagando minha cabeça, não acha?" falei sorrindo.
"Verdade, e o fato de você não ter se importado com o que veio depois me deixou ainda mais excitada. É algo que sempre quis fazer com um homem, mas nunca tive coragem com meu marido."
"Claro, mas com um jovenzinho a senhora se atreve, né?" falei, sem disfarçar a ansiedade de enfiar o pau na boca dela de novo.
Ela, percebendo que eu já tava forçando a entrada de novo, perguntou: "Você reparou que antes, com meu marido, eu fiz ele gozar em cima da minha bunda?" Eu só concordei com a cabeça. Ela continuou: "Normalmente deixo ele gozar na minha boca, mas hoje queria guardar pra você." Fazendo biquinho, completou: "Espero que isso compense o que fiz no seu rostinho antes."
Mal deu tempo dela terminar a frase, porque eu já tava enfiando o pau na boca dela de novo. Foi aí que começou o verdadeiro show de arte feladora. Eu não fazia ideia de como quase 20 anos chupando paus podiam aperfeiçoar a técnica de arrancar gozo de um homem. A boca daquela mulher sugava com uma pressão negativa que parecia um aspirador industrial. Juro que achei que ia sair um chupão no meio do meu pau, tudo isso enquanto ela não parava de se masturbar com a mão direita, subindo e descendo, enquanto a esquerda segurava minhas bolas. Como podem imaginar, aquilo não durou muito. Comecei a tremer, e o primeiro jato de porra foi direto pra garganta da Sandra, que aceitou sem nem tremer. Enquanto eu continuava esguichando, ela não tirava a boca do meu pau nem por um segundo, e dava pra sentir ela engolindo tudo, como se estivesse morrendo de sede diante de um oásis. O tempo todo, ela não parou de se masturbar, então quando eu já tava no quarto jato direto na garganta dela, a Sandra explodiu de novo num orgasmo intenso, com squirt incluído. que até ultrapassou a largura da banheira e caiu no chão. Quando parei de gozar, ela ainda estava num êxtase animal. Tirando a pica da boca, começou a esfregar no rosto, encharcando ainda mais as bochechas. Levantou o olhar e me disse –Álex, me promete que a gente vai fazer isso de novo outro dia, sem tanto perigo– Depois do que tinha acontecido, o que eu podia dizer? –Eu prometo– Ainda com minha pica na mão, ela disse –então toma um banho rápido e volta a estudar, porque a qualquer momento o Luis pode chegar ou meu marido acordar– Dez minutos depois, eu estava de novo na frente dos meus cadernos e, apesar do que vocês possam pensar, continuava impossível estudar. Minha mente estava focada em como seria nosso próximo encontro. Não tinham passado nem 30 minutos desde que eu tinha voltado aos estudos quando ouvi um barulho atrás de mim. Me virei e o pai do Luis me disse –Filho, você e eu precisamos conversar–

0 comentários - El finalizador- Recordando mi primera presa 2