A Rebelião da Minha Mãe (XI): Sem Liberdade

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Minha mãe chegou de surpresa no meu apartamento e descobriu que Andrea, sua amiga psicóloga que estava nos ajudando a superar nossos atos perversos, estava transando comigo regularmente.
Isso a deixou furiosa, ela brigou com a amiga aos gritos no meu quarto e saiu gritando do meu apartamento.
No fim de semana, descobri que ela, despeitada, ia sair para procurar homens, então decidi ir atrás dela para frear essa loucura.
Naquela noite, acabamos resolvendo nossas diferenças no bar boate, com a música alta tocando, os drinks indo e vindo e a escuridão da noite.
Dançamos e nos divertimos, até que em certo momento acabamos encostados numa parede, com minha mão dentro do seu thong por baixo da minissaia e a mão dela dentro da minha calça, nos masturbando mutuamente com a cumplicidade da escuridão e da multidão.
Alguns perceberam o que estávamos fazendo, mas nos deixavam continuar, cúmplices também. Para eles, éramos dois amantes, um jovem e uma mulher madura ávidos por sexo.
Em certo momento, nossas bocas se separam e nos olhamos intensamente, sem palavras nos perguntamos se íamos dar mais um passo.
Sem falar nada, sabemos que o outro também quer, então decidimos sair da boate.
Ambos tínhamos ido com nossos carros, então cada um teria que ir no seu.
Minha mãe vai na frente, eu estou nervoso, as minhas mãos suam, sinto o erotismo no ar.
Ao chegar numa esquina, nos deparamos com uma blitz policial. Mandam minha mãe parar, mas não a mim.
Sigo mais um quarteirão e paro para olhar pelo retrovisor.
É um teste do bafômetro.
É óbvio que não passaríamos com o que bebemos.
Vejo minha mãe gesticulando, movendo as mãos, evidentemente iam apreender o carro dela.
Desço do carro para me dirigir até ela, sem que me vejam saindo do veículo, também não estou em condições de fazer esse teste.
Caminho pelo quarteirão lentamente.
Minha mãe está gritando, se recusa a sair, os policiais se aglomeram, chegam policiais mulheres para forçá-la a descer. do carro. Os gritos das oficiais desafiam minha mãe e tentam abrir a porta, ela acelera e escapa da barreira policial, atropelando uma oficial. Vejo a oficial ser arremessada sobre o capô e cair de forma horrível no asfalto. Não acredito no que minha mãe acabou de fazer, a polícia sai para persegui-la, carros, caminhonetes, motos. Outros pedem que a ambulância venha socorrer a policial que está inconsciente. Eu me viro e apresso o passo em direção ao meu carro, enquanto vejo ao fundo minha mãe continuar acelerando e a polícia com as sirenes perseguindo-a. Ao chegar no meu carro, acelero em busca do rastro da minha mãe, ligo para ela mas ela não atende. Tento seguir as luzes azuis que giram em certo quarteirão, sei que minha mãe vai para a casa dela, então vou para lá também. Vou rápido para tentar encontrá-los, mas não chego, já se passaram minutos suficientes para perder o rastro. Vejo uma viatura passar em alta velocidade numa rua e a sigo, é evidente que minha mãe está atraindo as viaturas de toda a cidade. Ao chegar em certo ponto vejo todas as luzes azuis, viaturas bloqueando a passagem, estaciono, e vou até uma loja 24 horas, pedindo um café, chicletes, e um desodorante barato, para tirar o cheiro de álcool. Num posto de gasolina onde todos estão olhando o que está acontecendo, vou urinar forçadamente para eliminar o máximo possível de álcool do meu corpo. Caminho pela calçada, ouço os vizinhos falando de uma louca que está trancada no carro e bateu em vários carros na calçada. Me aproximo até onde posso, e lá vejo oficiais prendendo minha mãe, cobrindo seu rosto, caminhando em direção a uma viatura policial. Ali saio do anonimato e digo que me deixem passar, que é minha mãe, me indicam que devo ir à delegacia, que ela está detida por fugir da blitz, atropelar e causar danos à via pública. As notícias parecem escassas porque chegam as equipes de reportagem para fazer a relato de uma noite de fúria.
Minha mãe virou bode expiatório de todos os males da sociedade.
Ela está presa, tem protestos pedindo punição severa por causa da policial atropelada que está em coma.
Os grandes noticiários exigem condenações exemplares. Os políticos se agarram à causa para ganhar seguidores pro partido, condenando ela e pedindo que a justiça não seja branda.
Ela está incomunicável.
Com meu pai, que se dignou a aparecer por causa da repercussão, decidimos contratar um dos melhores advogados de Buenos Aires.
Nos permitem ver ela alguns minutos cada um, mas a maior parte do tempo fica com o advogado.
Não falamos sobre nada do que aconteceu naquela noite, antes do surto de loucura dela.
Só damos força, porque sabemos que a situação tá complicada. Ela tá com olheiras, olhos inchados, chorou muito naquela cela.
Passam várias semanas, e só a vemos por alguns minutos. A notícia é nacional, e só levamos comida e roupa.
Nosso advogado briga na televisão tentando mostrar as qualidades da minha mãe, o acidente, a emoção violenta, o terror pela ação policial, mas não é suficiente.
Vem um julgamento expresso pra acalmar a sociedade. Minha mãe é condenada a 3 anos de prisão.
Pelo menos a recuperação da policial atropelada amenizou a pena, que teria sido catastrófica se ela tivesse morrido.
Mas a mulher era convidada pra todos os programas, chorava e cada lágrima dava mais um dia de condenação pra minha mãe na cadeia.
Meu pai, assim que o julgamento acabou, decide desaparecer de novo, me deixando com total responsabilidade pela minha mãe.
Todas as semanas eu a visito e levo comida, roupa, livros, o que permitirem pra ela passar o tempo.
Maribel, a amiga dela, assim que soube da notícia naquela sexta-feira do atropelamento, dissolveu a sociedade. Enquanto minha mãe estava na delegacia, a amiga e sócia tava com advogados buscando um jeito de desfazer o negócio conjunto e não se queimar.
Andrea tentou visitar minha mãe, mas ela não perdoou. ainda.
O resto dos familiares e amigos nem apareceu, era grande demais a carga negativa de ficar do lado da minha mãe.
Sobrei só eu.
No meu trabalho me mudaram de cargo, me rebaixaram e me mandaram pra um lugar periférico da empresa pra que meu nome não ficasse associado à empresa, e tinham rumores de que os advogados estavam procurando um jeito de me demitir sem ter que pagar o que era devido.
Chegamos no um ano de condena, e a empresa me chama pra acertar uma saída consensual.
Terminamos acertando minha desvinculação, não sem antes brigar por uma boa indenização.
Com isso decidi reabrir o café da minha mãe, e também deixo o apartamento pra ir pra casa vazia da minha mãe.
Ao visitar minha mãe, ela me diz que tem uma forma de conseguir mais horas e mais intimidade do que a visita tradicional no espaço comum.
As visitas higiênicas.
Era claro que o que a gente tinha vivido tinha ficado no esquecimento, minha mãe só queria mais tempo fora da cela e acompanhada, sem os barulhos da prisão.
É impossível que nos deem porque somos familiares, mas com um suborno nos permitem ir ao quarto especial.
Temos 3 horas pra relaxar. Minha mãe fala, conta o que acontece, o que sente, suas culpas. Ela desabafa.
Passam muito rápido essas horas, saímos como entramos, e esperamos pela semana seguinte.
Cada semana são 3 horas de intimidade conversando, às vezes chorando e outras rindo.
Minha mãe faz exercício no presídio, tem que estar em forma pra intimidar e não virar mucama da prisão.
O caráter dela endurece, cada vez mais o rosto dela fica mais rígido, lá dentro ela não pode mostrar fraqueza nem submissão.
Diz que é respeitada por ter atropelado uma policial, isso dá um certo status no lugar. O que antes era lágrima agora é motivo de risada.
Já se passou um ano e meio da condena dela, seis meses das visitas íntimas.
Minha mãe me pergunta sobre alguma namorada, digo que nada, não tenho tempo nem cabeça pra um relacionamento.
Ela ri dizendo pra mim que lá na cadeia ela só se masturba, e faz isso direto.
Nunca tinha falado comigo desse jeito.
Faz direto, diz que é tanto o confinamento que as horas passam devagar, e ela tem que passar o tempo imaginando coisas para se masturbar e matar as longas horas.
Me conta que a última coisa que lembra é o que vivemos naquela sexta-feira na balada.
Também que relembra quando me masturbou e quando eu enfiei os dedos nela quando passava protetor solar.
Enquanto me conta, ela ronrona, está diferente. Evidentemente o confinamento está afetando a sexualidade dela.
"posso te pedir um favor?" ela diz enquanto leva um dedo à boca
"só preciso de um pouco mais de material... só ver você" minha mãe sugere.
Quero negar, mas sei que minha mãe está numa situação de sofrimento na cadeia para eu ficar debatendo se é conveniente ou não.
"só olhar, nada mais, quero ver você"
Então, eu procedo a tirar a calça. E baixar a cueca.
"a camiseta, tira também" minha mãe ordena.
Obedeço e fico totalmente nu à vista dela.
Ela só olha, não faz mais nada, quer se tocar mas se segura, não está com nada sexy, está de moletom preto folgado, uma camiseta grande e um coque.
Meu pau está mole, caído. Minha mãe não parece se importar, olha, como se estivesse guardando na memória cada detalhe.
Nisso a porta toca, nos avisam que em 5 minutos temos que desocupar a sala.
Quebra a tensão, me visto e nos despedimos até a próxima semana.
Nessa nova semana falamos muito pouco do que aconteceu, minha mãe de novo me diz que quer ver, que não quer perder mais tempo.
Tenho uma surpresa, estou usando a cueca branca.
Quando fico só de cueca e estou para tirá-la, ela me detém.
Pega a garrafa de água, se aproxima e derrama devagar sobre a peça.
Molha tudo, até transparecer o que tem por baixo, isso me deixa excitado e começo a ter uma ereção.
Ela me pede para me mexer, para caminhar, para quer ver como meu pau se acomoda na cueca branca, dá pra ver que ela gosta de ver através do tecido.
Finalmente ela me pede pra tirar. É o que faço.
Agora meu pau está duro, grande, empinado. O sorriso da minha mãe é notório.
Ela continua com a roupa nada sexy, calças largas, uma camiseta, um moletom grande, sem pentear, sem maquiagem.
Mesmo assim conseguiu me esquentar e eretar meu membro.
Ela continua contemplando até que me diz "posso te pedir outro favor?"
Começo a tremer antes que ela diga algo
"você se masturbaria?"
Minha mão desce até a base do meu membro que está enorme, começa a descer e subir à vista dela.
Ela não se toca, só observa, subo e desço com delicadeza com todo o tempo do mundo. Mostro o comprimento e a largura do meu membro quente.
Continuo me masturbando, ela se aproxima de mim, mas é para chegar onde estão meus pés. Lá pega do chão a cueca branca.
Leva para a cama e continua olhando enquanto passa pelo rosto, pelo nariz, pela boca.
Me pede que me aproxime, que quer sentir o calor do meu pau.
Ao subir na cama tenho minha mãe a escassos centímetros olhando embasbacada minha masturbação.
De vez em quando olha minhas bolas, vê balançarem e parece hipnotizá-la.
Após longos minutos nessa posição aviso que estou quase gozando.
Ela não diz nada, só levanta o olhar e me encara com lascívia.
Continuo subindo e descendo, a cabeça está vermelha, grande e quente.
Minhas bolas se contraem e expulsam grandes jatos de porra quente no rosto da minha mãe.
Caem no cabelo, na testa, pálpebras, bochechas, boca e queixo.
Estou ofegante, minhas pernas tremem e querem deitar, mas ela não me deu permissão, então tento continuar de joelhos na cama com meu pênis apontando para o rosto dela.
Ela está ofegante também, seu peito infla e desinfla rapidamente.
Abre a boca e parte da minha porra entra, sua língua aparece tentando recolher o que há nos lábios e colocando para dentro.
O resto do que tem na cara, ela limpa com meu boxer branco.
Fica um pouco escorrendo na cabeça que ainda está pulsando.
Um dedo dela se aproxima e pega essa última gota, o contato da ponta do dedo com minha cabeça me eletrifica.
Ela não se importou, porque continuou até secar aquela gota completamente.
Aquele dedo ela leva devagar até a boca, me olhando nos olhos.
Minha pica fica dura de novo, ela saboreia aquela gota como se fosse a última gota de água no deserto.
Ela vê como meu pau ficou e sorri.
"obrigado, filho, até a próxima semana"
Ao sair do quarto, a guarda que sabe que somos mãe e filho e não suspeita de nada, percebe que ao levar minha mãe para a cela, ela tem um líquido branco no cabelo.
É óbvio que é porra, ao perceber isso ela olha para minha mãe e para mim com nojo.
Minha mãe vai sorrindo para sua cela, e eu cansado, com as pernas tremendo, vou embora esperando para saber o que vai acontecer na próxima semana.

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