A mãe da Mary se junta a nós e a gente fode não uma, mas várias vezes. No final, tem uma proposta interessante. Inclui sexo anal, amor filial, sexo mãe-filha, gozo feminino, lamber esperma, lesbianismo, fisting.
Naquela tarde, quando tudo aconteceu e que teria consequências pro meu futuro (e vocês não fazem ideia), Mary tinha terminado as aulas de espanhol (sim, apesar de eu comer ela ou ela me foder, whatever, a gente continuava dando aula), decidimos dar um mergulho na piscina. Eu já tinha trazido meu biquíni e umas trocas de roupa porque ia ficar uns três dias na casa dela, aproveitando que a mãe não tava. Mas mesmo assim, as duas quase não se cruzavam porque a mãe ficava no outro lado da casa (lembram que eu falei que tinha não sei quantos banheiros e uma porrada de quartos? Pois servia pra isso. Mãe e filha quase não se encontravam).
Enfim, a gente tava sozinha naquela tarde, agosto, umas seis ou sete da tarde, e Mary diz que tá de saco cheio e com calor. Ela tira tudo e se joga na piscina, e eu, que já tô dentro, vejo sobre mim, tipo a cena do avião em Ghost in the Shell, passando por cima dos prédios, aquela escocesa pelada, corpo branquíssimo, sardas, os peitos balançando sobre mim, os bicos duros, a barriga lisa e a rachinha da bucetinha lisinha. Um espetáculo que acaba entrando na piscina com agilidade.
Cinco minutos depois, ela tá apoiada na borda, na parte rasa, enquanto minha língua mergulha fundo na bucetinha rosada dela, chupando como se fosse um lanche da tarde. Ela se contorce um pouco, as pernas nos meus ombros, e o cheiro apimentado dela arde no meu nariz. Passo a língua na buceta molhada de cima a baixo e mergulho de novo, bem fundo, pra tirar com todo o gosto, saborear e atacar de novo aquele clitóris que já tá pulsando. Quando ela goza, solta aquele gemido de sempre:Sim, sim, ai, meu Deus, siiiim» e sinto a buceta dela ter espasmos contra minha língua e meus dedos, que acabei enfiando até o fundo, fazendo ela arquear as costas.
Passam cinco minutos e eu já estou nos degraus da piscina com a Mary entre minhas pernas, meio ajoelhada, lambendo minha pica enquanto a água fresquinha nos rodeia. Sinto o formigamento da língua dela acariciando minhas bolas, enfiando-as na boca, com aquela sensação de queimar pelo calor, e tirando-as pesadamente pra lamber de novo enquanto a mão não para de me masturbar. Então ela sobe, sorri pra mim, e enfia a pica de novo na boca, inteira, tudo o que cabe, que é quase o pau todo (embora eu tenha descoberto que ela engole tanta pica dependendo da posição. Se a garganta dela está reta em relação a ele, entra inteiro). E começa a chupar sem usar as mãos, só apertando com os lábios e tentando engolir o máximo possível. Ela combina tirando ele inteiro, pra parar e respirar, e masturbar com força, o que acelera minha vontade de gozar. Não demora muito até acontecer, eu fodo a cabeça dela (ela disse que gosta), e me enfio no fundo da garganta dela pra gozar. Ela aguenta ali, fica vermelha, vem o jato, sinto como meu pau canaliza os fluidos e o orgasmo potente faz pulsar desde o períneo, as bolas e a pica toda enquanto me esvazio direto na garganta dela. Ouço ela engolir, ter uma ânsia, continuar engolindo. Um pouco escorre pelo canto dos lábios e ela se enfia mais fundo até doer a ponta da minha pica. Outro jato, e quando ouço ela engolir, sou eu quem arqueia as costas com um último espasmo do orgasmo. Ela coloca as mãos na base da minha pica e sai bem devagar, arrastando com os lábios tudo o que pode, engolindo mais, saliva e porra. Minha puta escocesa, como ela chupa, porra…
Não sei como conseguimos nos arrastar até dentro de casa, e, curtindo o ar condicionado, a gente apaga. em pelota picada, no sofá obscenamente grande, eu estirado na chaise longue e ela do meu lado, deitada na parte do sofá.
Depois de tanto sexo, achava que não seria possível, mas começo a ter um sonho erótico onde, sem poder ver, os lábios de uma mulher percorrem minha pica de novo. São diferentes, mais experientes. Como dando um beijo e cobertos de saliva, percorrem todo o tronco, chupam as bordas da pele, dão lambidas brincalhonas e provocadoras, descem pelo períneo e eu morro de vontade de que me lambam o cu, que é algo que me enlouquece, curiosamente. E ela lambe, beija, chupa, come minhas bolas sem problemas —figuradamente—, e enfia a pica inteira, aos poucos. É uma boca menos apertada que a da Mary, e adoro como ela faz.
Abro os olhos, e me deparo com a cabeça da mãe dela totalmente enfiada na minha pica.
Por um momento me assusto, vou me levantar, olho pro lado pra ver se a Mary está acordada, ela pode ficar puta… e está, está sim. Está acordada, me olhando e se masturbando enquanto vê a mãe dela chupando minha pica.
Iona chupa minha pica com uma técnica própria, diferente da da filha. A boca dela é maior, larga, e engole sem nenhuma dificuldade. Mas não faz só isso, não só enfia até o fundo, como lambe todo o tronco, me beija o púbis e desce até a virilha. Como vê que acordei, murmura algo em inglês e abre mais minhas coxas. Escuto movimento do meu lado e vejo que a Mary muda de posição e entendo o que ela disse então, como se tivesse demorado mais a cair na minha consciência, lutando contra o estupor que essa mamada colossal me causa. Também escuto o som molhado dos dedos da Mary se masturbando, molhada como se fosse uma fonte. Então me viro, deixo ela fazer. Encaixo os joelhos e, com a bunda empinada, Iona começa a lamber meu cu enquanto suas mãos quentes não param de me masturbar como se estivesse me ordenhando. A mão dela é exigente e a língua no meu cu é uma sensação quase elétrica. Ela desce até O períneo... ela chupa minhas bolas que balançam enquanto a mão dela continua pedindo o suco da minha pica, que eu tento negar pra aguentar mais tempo nessa posição. Porra, como ela deixou minha pica dura e como tá tesuda. Ela continua batendo uma e eu seguro os quadris da Mary pra comer a buceta deliciosa dela, que ela abre pra mim, separando os lábios e deixando todo o caminho livre pra eu percorrer enquanto ela torce os próprios mamilos e rebola.
Sinto a língua da Iona pressionar meu esfíncter, me fazendo saber que ela brinca com a ideia de me penetrar com a língua, e o tesão fazia minha pica pulsar. De vez em quando ela inclina mais pra trás e chupa, lambendo aquele gozo pré-seminal que cai como um fio transparente e que eu ouço ela saborear. Sei disso porque com a pica lambida e enfiada dentro da boca dela, ela geme, e quando gemem na sua pica, ela reverbera, treme, você vibra inteiro, por mais que pareça um recurso de filme pornô saber o quanto é foda quando fazem isso em você. Acreditem. E... ufff...
Chupa, lambe, me percorre inteiro do cu até a ponta da pica. E enquanto Mary goza duas vezes na minha boca, sinto a buceta dela pulsar ao redor da minha língua e os quadris dela se erguerem. Iona para e se afasta, finalmente, me senta, enquanto Mary respira com dificuldade, e manipulando minha pica, enfia inteira na buceta depilada e mais madura dela. Até o fundo. As coxas dela são grossas, a barriga não é lisa como a da filha, tem uma barriguinha gostosa e normal que eu curto, e os peitos dela são gloriosamente grandes, maiores que os da filha, com o mamilo do tamanho de uma bolacha, eriçado, vermelho-vivo, que ela me oferece com as duas mãos, pesados. Minha boca vai automaticamente e eu meto na boca e ela começa a se mexer. O cheiro dela é um pouco mais ácido, picante, que o da filha. Os gemidos dela são mais profundos, e ela cola a boca no meu peito, apertando, sussurrando entre um gemido e outro, pra eu morder. Então ela curte a pegada forte nos mamilos. Pois então, lá vou eu. Mordisco, tento enfiar a aréola inteira na boca e vou mordiscando até sentir que a buceta dela se fecha em volta do meu pau e ela acelera o ritmo. Finalmente ela me abraça, eu fazendo um esforço titânico pra não gozar, distraindo a mente recitando o nome das legiões e todos os primarcas em ordem (coisa da minha veia nerd) e sinto ela gemer o orgasmo no meu ouvido enquanto a barriga inteira dela pulsa no meu pau, que tá louco pra jorrar. Mas tenho uma ideia ainda mais suja. Mary voltou a se tocar enquanto vê a mãe transando com o rolo de verão dela, então quando Iona se afasta e fica sentada no sofá, eu chego perto da Mary, beijo ela, enfio o pau na boca dela pra sentir o gosto da buceta da mãe pela qual ela um dia saiu, e aí, quando tô prestes a gozar, tiro fora e jorro como uma fonte no corpo branco e sardento da garota. Ela tem um orgasmo súbito e a mãe solta um xingamento. Não sei quantas vezes solto porra, mas meu pau dá umas pulsadas selvagens e fico tonto até que resolvo sentar devagar no tapete.
Demoramos um pouco pra recuperar o fôlego. Principalmente porque Iona, puta que só ela (e adorou que eu falei isso), lambeu toda a minha porra do corpo da filha, fazendo um boquete magistral nela. Porra, eu tô exausto e ver a língua enorme e rosada da Iona percorrendo o corpo branco e jovem da filha faz meu pau querer encher de sangue e ficar duro de novo. Mas não. Esse orgasmo me deixou moído, então levanto e vou pra cozinha. É uma casa aberta e enquanto faço uns sanduíches, vejo a menina gozar na cara da mãe. Elas se beijam quase com carinho, e aí, uma de cada vez, vão se lavar. Porra. Que família. Fico morando aqui, assino agora mesmo.
Quando as duas voltam, servi sucos de fruta frescos e tem sanduíches variados numa bandeja. Coloquei a cueca e uma camiseta (não se anda pelado na cozinha, (minha mãe que me ensinou) e quando se sentam nos bancos da ilha, mãe e filha trocam rapidamente algumas palavras em algo que não entendo e que soa extremamente fechado. Acho que é gaélico. Elas riem e olham pra mim.
—Minha mãe diz que você tem um pau do caralho e que fode divinamente —Mary me diz em inglês.
Eu rio, meio sem graça, pra ser sincero, nunca me considerei um fodedor nato nem nada disso: só fodo quando posso, quando deixam, e tento me divertir sendo respeitoso.
—Faça o que quiser que te façam —respondo.
As duas riem. E isso é só o começo.
Não transo sempre com a Iona, mas quando rola, é sempre divertido e muito intenso.
Naquela noite não foi diferente: ela ficou. Pedimos comida chinesa, dessa vez.
Comemos entre risadas, nos conhecemos melhor. A gente se curtiu. Fico sabendo de um monte de coisas. As duas, sentadas e devorando com os hashis vários potes de frango e macarrão, estão de saída de praia e parte de cima do biquíni. Falam de Edimburgo, do trampo da Iona como funcionária pública lá e dos estudos da Mary. Moram numa casa grande no centro histórico, uma herança de família, parece, perto do rio.
Eu falo do meu doutorado em filologia e literatura inglesa, e as duas ficam super interessadas e me fazem falar sobre o assunto. Quando veem que curto vários autores escoceses do século XVIII, dizem que tenho que ir pra Edimburgo. Vários parentes trabalham na universidade, tanto em Edimburgo quanto Glasgow, Sheffield e York, que poderiam me ajudar se eu precisasse. No fim, elas se viam todo Natal.
O que querem que eu diga? Reconheço uma oportunidade quando vejo uma e decido amadurecer o plano. Comento que isso deve ser caro. Ir pra lá, conseguir a estadia do doutorado, trabalhar pra ter grana pra deslocamento, aluguel, custo de vida. As duas sorriem.
Anoitece. São onze da noite. Tô colado na janela do segundo andar e as duas cabeças ruivas estão inclinadas sobre meu pau. As duas, mãe e filha, estão me fazendo um boquete espetacular. Elas se revezam. entre minhas bolas e o pau, embora às vezes eles se encontrem e aproveitem pra se beijar, sorrir e depois voltar ao ataque. A Iona me chupa o pau e chama a Mary pra enfiar na minha boca, vendo como ela lambe e abre a boca pra engolir gulosamente. Ela me olha nos olhos e aperta pra encaixar tudo. A Iona fica atrás dela, também de joelhos, e começa a apalpar ela, a masturbar ela e puxar os bicos dos peitos. Ela aperta as tetas dela, sussurra no ouvido dela pra engolir o pau, pra ser mais porca, pra chupar como ela ensinou. Sinto ela gemer, mas também rir. Ela tira o pau pra respirar e ofega um pouco.
— Quer foder minha filha? — ela me pergunta num inglês mais gutural do que o normal.
— Sim, com certeza. Quero foder ela, gozar nela e você comer tudo — respondo, apoiado no vidro, com a boca da Mary nas minhas bolas.
— Podia rolar — a mãe fala enquanto a filha ofega — Mas só se depois acontecer o mesmo.
— Não sei — uff… de novo a boca da Mary enfiando meu pau até o fundo. Sinto os lábios dela contra meu púbis de novo —, pode ser que eu queira te foder no cu.
A Iona ri.
— Não tenho tanta experiência por aí — ela confessa, enfiando os dedos na Mary tão fundo e no momento certo que faz ela gozar com todo o meu pau na garganta.
A Mary tira o pau pra respirar, colando as mãos no meu quadril pra se segurar.
— Ufff… Então… — ela tenta recuperar o fôlego — devia experimentar. Ele fode o cu muito bem — confessa pra mãe.
— Então prepara ela — falo pra Mary.
Enquanto tomo um gole longo de uma bebida isotônica — repor eletrólitos, como chamava uma namorada italiana que tive, uma beleza de cabelo castanho, olhos cor de mel e uma boca deliciosa que comeu meu pau e o do meu melhor amigo ao mesmo tempo — vejo as duas irem pra cama da Iona. A mãe fica de quatro e a Mary, sem parar de me olhar, separa as nádegas dela e lambe desde o clitóris até o cu, fazendo a mulher, com as tetonas balançando, gemer fundo.
— Vem, Anda. Fode a bunda da minha mãe — ela me diz, num tom provocante —. Porra, parece diálogo de filme pornô vagabundo.
Não conseguimos evitar rir. É verdade. É incomum e muito condenável pra algumas pessoas, mas tá acontecendo e, naquele momento, Mary passa lubrificante na bunda da mãe e enfia um, dois e até três dedos, progressivamente. Enfia e tira várias vezes.
— Mami, sua buceta é grande, mas sua bunda é mais apertada que rua de centro histórico.
— Sua putinha… Aaaah… Mary… Aaaah… cui… dado… ufff… deusss… — a mãe murmura em inglês.
Vou até onde Mary está. Ela volta a chupar minha pica enquanto não para de enfiar os dedos na bunda da Iona pra dilatar bem. Depois, sobe, me beija, «Só me promete que também vai me foder. A buceta, a bunda… quero que me coma toda, Val» — ela pede, também em inglês.
É a própria Mary que guia minha pica até o cu da mãe dela. A partir daí, ela só fica de joelhos e começa a se tocar. A mãe, confortavelmente deitada, começa a sentir como vou entrando devagar por dentro dela. Minha pica vai abrindo caminho e a bunda dela se esforça pra dilatar mais e aguentar ela toda. Vou devagar pra ela se acostumar e ter tempo de assimilar meu tamanho inteiro. Tenho ela bem grossa, é o que mais agradou minhas parceiras: não tanto o comprimento, mas a grossura. E então, quando vejo que já se acostumou, começo. Iona geme, e como geme. Não para de dizer ou murmurar palavras sobre eu foder a bunda dela mais fundo, partir ou arrebentar aquela porra, seja lá como se traduz.esmaga minha bunda, fode meu cérebroVamos, o resumo é que ela tá extremamente tarada, não para de se tocar na buceta como se quisesse arrancá-la, enquanto eu, nessa altura, entro e saio inteiro no cu dela, e ela geme e dá um gritinho quase sem fôlego quando entra tudo.
Mary se colocou atrás de mim, lambe minhas costas, morde minha bunda e suas mãos tocam minhas bolas por trás, belisca meus mamilos ou lambe meu pescoço.
—Fode a mamãe, Val… Isso, isso mesmo, arrebenta o cu dela… isso… inteira.
Ela fala isso tentando alternar entre inglês e espanhol. Tô louco pra caralho e começo a ter uma vontade horrível de gozar e encher ela de porra. Às vezes eu fico mais bruto do que devia: fuck you, pego um punhado do cabelo ruivo da Iona e puxo, e ela é obrigada a levantar mais a cabeça, apoiando as mãos na cama. Ela gozou várias vezes, e agora sinto o cu dela pulsando quando puxo a juba dela. Começo a dar estocadas fortes que fazem soar uma música própria, a dos meus quadris contra a bunda grande e gostosa dela, e cadaplaf, plaf, plafela dá um gritinho que a aproxima ainda mais do orgasmo anal que está prestes a ter, até que, finalmente, enquanto Mary se abaixa pra lamber minhas bolas, durinhas e encolhidas, eu gozo dentro dela. Grito pra Iona, e ela solta um berro gostoso, e sinto o cu dela se fechando em espasmos com o orgasmo anal que tem. Mary ficou me lambendo enquanto eu gozava, com os espasmos do meu períneo, das minhas bolas buscando todo o sêmen que tenho pra jogar dentro dela.
—Jo… derrr… —consigo gemer entre respirações fundas.
Iona se deixou cair de lado na cama.
—Você tinha razão, Mary… esse… garoto… fode muito… bem o cu… ufff…
—É… —diz ela, que não para de se tocar vendo como a mãe gozou—. Mas agora quero que ele descanse, porque vai ser a minha vez.
A foda com Mary é forte, rápida, muito mais rápida do que com o cu da mãe dela, mas a gente curte pra caralho. A mãe dela tá sentada numa poltrona, e só no final da foda começa a se tocar, enfia os dedos, torce os bicos dos peitos vendo como eu penetro a filha dela, como passo da boca dela pra buceta dela e a gente fode furiosamente. Em dez ou quinze minutos eu explodo dentro dela e encho ela de porra. Ela goza com força e eu juro que ela jorra ou, pelo menos, solta um líquido transparente, embora não muito.
É a mãe dela que vem, de quatro, sedutora, me deixando ver as tetas dela quase arrastando no chão e com os bicos duríssimos, pra limpar minha pica com a boca. Ela passa a língua toda nela e recolhe o gosto da minha porra e do fluido da filha dela que tá bem assentado na minha pele. A boca dela, os lábios grossos, percorrem minha pica sensível e inchada. Ela enfia ela inteira de novo, mais fácil, mas chupando com sugadas profundas.
Que família pervertida do caralho. Porra, como eu adoro isso.
São oito da manhã. A gente acordou cedo. Desço depois de um banho e encontro mãe e filha de saída de praia e biquíni. Bom, biquíni só Mary tá usando: Iona colocou um negócio parecido com umas pinças de metal em cada Mamilos, ligados por uma corrente, e a filha dela tá chupando a buceta dela alegremente. A mãe aperta a cabeça dela e só solta quando goza.
—Depois vai ter pra você — ela me diz, entre suspiros.
Ela puxa a corrente e os mamilos ficam tensos. E vejo que ela tem outro orgasmo. Quando Mary se levanta, vejo que o pareô subiu e que tem alguma coisa no cu dela. Ela colocou um plug. Esse dia parece que vai ser bem longo… e divertido.
Nesse dia, lá pelas cinco da tarde, quando, exaustos depois de muito sexo, elas me propõem que eu vá morar com elas em Edimburgo por um tempo, pelo menos pra testar se somos compatíveis. Principalmente Mary e eu, a Iona tá fora do relacionamento, mas vai ser uma boa parceira de cama. Elas querem alguém com elas que traga o que eu trago: uma boa rola e também conversa, diversão e um ponto de vista diferente.
Naquela tarde, quando tudo aconteceu e que teria consequências pro meu futuro (e vocês não fazem ideia), Mary tinha terminado as aulas de espanhol (sim, apesar de eu comer ela ou ela me foder, whatever, a gente continuava dando aula), decidimos dar um mergulho na piscina. Eu já tinha trazido meu biquíni e umas trocas de roupa porque ia ficar uns três dias na casa dela, aproveitando que a mãe não tava. Mas mesmo assim, as duas quase não se cruzavam porque a mãe ficava no outro lado da casa (lembram que eu falei que tinha não sei quantos banheiros e uma porrada de quartos? Pois servia pra isso. Mãe e filha quase não se encontravam).
Enfim, a gente tava sozinha naquela tarde, agosto, umas seis ou sete da tarde, e Mary diz que tá de saco cheio e com calor. Ela tira tudo e se joga na piscina, e eu, que já tô dentro, vejo sobre mim, tipo a cena do avião em Ghost in the Shell, passando por cima dos prédios, aquela escocesa pelada, corpo branquíssimo, sardas, os peitos balançando sobre mim, os bicos duros, a barriga lisa e a rachinha da bucetinha lisinha. Um espetáculo que acaba entrando na piscina com agilidade.
Cinco minutos depois, ela tá apoiada na borda, na parte rasa, enquanto minha língua mergulha fundo na bucetinha rosada dela, chupando como se fosse um lanche da tarde. Ela se contorce um pouco, as pernas nos meus ombros, e o cheiro apimentado dela arde no meu nariz. Passo a língua na buceta molhada de cima a baixo e mergulho de novo, bem fundo, pra tirar com todo o gosto, saborear e atacar de novo aquele clitóris que já tá pulsando. Quando ela goza, solta aquele gemido de sempre:Sim, sim, ai, meu Deus, siiiim» e sinto a buceta dela ter espasmos contra minha língua e meus dedos, que acabei enfiando até o fundo, fazendo ela arquear as costas.
Passam cinco minutos e eu já estou nos degraus da piscina com a Mary entre minhas pernas, meio ajoelhada, lambendo minha pica enquanto a água fresquinha nos rodeia. Sinto o formigamento da língua dela acariciando minhas bolas, enfiando-as na boca, com aquela sensação de queimar pelo calor, e tirando-as pesadamente pra lamber de novo enquanto a mão não para de me masturbar. Então ela sobe, sorri pra mim, e enfia a pica de novo na boca, inteira, tudo o que cabe, que é quase o pau todo (embora eu tenha descoberto que ela engole tanta pica dependendo da posição. Se a garganta dela está reta em relação a ele, entra inteiro). E começa a chupar sem usar as mãos, só apertando com os lábios e tentando engolir o máximo possível. Ela combina tirando ele inteiro, pra parar e respirar, e masturbar com força, o que acelera minha vontade de gozar. Não demora muito até acontecer, eu fodo a cabeça dela (ela disse que gosta), e me enfio no fundo da garganta dela pra gozar. Ela aguenta ali, fica vermelha, vem o jato, sinto como meu pau canaliza os fluidos e o orgasmo potente faz pulsar desde o períneo, as bolas e a pica toda enquanto me esvazio direto na garganta dela. Ouço ela engolir, ter uma ânsia, continuar engolindo. Um pouco escorre pelo canto dos lábios e ela se enfia mais fundo até doer a ponta da minha pica. Outro jato, e quando ouço ela engolir, sou eu quem arqueia as costas com um último espasmo do orgasmo. Ela coloca as mãos na base da minha pica e sai bem devagar, arrastando com os lábios tudo o que pode, engolindo mais, saliva e porra. Minha puta escocesa, como ela chupa, porra…
Não sei como conseguimos nos arrastar até dentro de casa, e, curtindo o ar condicionado, a gente apaga. em pelota picada, no sofá obscenamente grande, eu estirado na chaise longue e ela do meu lado, deitada na parte do sofá.
Depois de tanto sexo, achava que não seria possível, mas começo a ter um sonho erótico onde, sem poder ver, os lábios de uma mulher percorrem minha pica de novo. São diferentes, mais experientes. Como dando um beijo e cobertos de saliva, percorrem todo o tronco, chupam as bordas da pele, dão lambidas brincalhonas e provocadoras, descem pelo períneo e eu morro de vontade de que me lambam o cu, que é algo que me enlouquece, curiosamente. E ela lambe, beija, chupa, come minhas bolas sem problemas —figuradamente—, e enfia a pica inteira, aos poucos. É uma boca menos apertada que a da Mary, e adoro como ela faz.
Abro os olhos, e me deparo com a cabeça da mãe dela totalmente enfiada na minha pica.
Por um momento me assusto, vou me levantar, olho pro lado pra ver se a Mary está acordada, ela pode ficar puta… e está, está sim. Está acordada, me olhando e se masturbando enquanto vê a mãe dela chupando minha pica.
Iona chupa minha pica com uma técnica própria, diferente da da filha. A boca dela é maior, larga, e engole sem nenhuma dificuldade. Mas não faz só isso, não só enfia até o fundo, como lambe todo o tronco, me beija o púbis e desce até a virilha. Como vê que acordei, murmura algo em inglês e abre mais minhas coxas. Escuto movimento do meu lado e vejo que a Mary muda de posição e entendo o que ela disse então, como se tivesse demorado mais a cair na minha consciência, lutando contra o estupor que essa mamada colossal me causa. Também escuto o som molhado dos dedos da Mary se masturbando, molhada como se fosse uma fonte. Então me viro, deixo ela fazer. Encaixo os joelhos e, com a bunda empinada, Iona começa a lamber meu cu enquanto suas mãos quentes não param de me masturbar como se estivesse me ordenhando. A mão dela é exigente e a língua no meu cu é uma sensação quase elétrica. Ela desce até O períneo... ela chupa minhas bolas que balançam enquanto a mão dela continua pedindo o suco da minha pica, que eu tento negar pra aguentar mais tempo nessa posição. Porra, como ela deixou minha pica dura e como tá tesuda. Ela continua batendo uma e eu seguro os quadris da Mary pra comer a buceta deliciosa dela, que ela abre pra mim, separando os lábios e deixando todo o caminho livre pra eu percorrer enquanto ela torce os próprios mamilos e rebola.
Sinto a língua da Iona pressionar meu esfíncter, me fazendo saber que ela brinca com a ideia de me penetrar com a língua, e o tesão fazia minha pica pulsar. De vez em quando ela inclina mais pra trás e chupa, lambendo aquele gozo pré-seminal que cai como um fio transparente e que eu ouço ela saborear. Sei disso porque com a pica lambida e enfiada dentro da boca dela, ela geme, e quando gemem na sua pica, ela reverbera, treme, você vibra inteiro, por mais que pareça um recurso de filme pornô saber o quanto é foda quando fazem isso em você. Acreditem. E... ufff...
Chupa, lambe, me percorre inteiro do cu até a ponta da pica. E enquanto Mary goza duas vezes na minha boca, sinto a buceta dela pulsar ao redor da minha língua e os quadris dela se erguerem. Iona para e se afasta, finalmente, me senta, enquanto Mary respira com dificuldade, e manipulando minha pica, enfia inteira na buceta depilada e mais madura dela. Até o fundo. As coxas dela são grossas, a barriga não é lisa como a da filha, tem uma barriguinha gostosa e normal que eu curto, e os peitos dela são gloriosamente grandes, maiores que os da filha, com o mamilo do tamanho de uma bolacha, eriçado, vermelho-vivo, que ela me oferece com as duas mãos, pesados. Minha boca vai automaticamente e eu meto na boca e ela começa a se mexer. O cheiro dela é um pouco mais ácido, picante, que o da filha. Os gemidos dela são mais profundos, e ela cola a boca no meu peito, apertando, sussurrando entre um gemido e outro, pra eu morder. Então ela curte a pegada forte nos mamilos. Pois então, lá vou eu. Mordisco, tento enfiar a aréola inteira na boca e vou mordiscando até sentir que a buceta dela se fecha em volta do meu pau e ela acelera o ritmo. Finalmente ela me abraça, eu fazendo um esforço titânico pra não gozar, distraindo a mente recitando o nome das legiões e todos os primarcas em ordem (coisa da minha veia nerd) e sinto ela gemer o orgasmo no meu ouvido enquanto a barriga inteira dela pulsa no meu pau, que tá louco pra jorrar. Mas tenho uma ideia ainda mais suja. Mary voltou a se tocar enquanto vê a mãe transando com o rolo de verão dela, então quando Iona se afasta e fica sentada no sofá, eu chego perto da Mary, beijo ela, enfio o pau na boca dela pra sentir o gosto da buceta da mãe pela qual ela um dia saiu, e aí, quando tô prestes a gozar, tiro fora e jorro como uma fonte no corpo branco e sardento da garota. Ela tem um orgasmo súbito e a mãe solta um xingamento. Não sei quantas vezes solto porra, mas meu pau dá umas pulsadas selvagens e fico tonto até que resolvo sentar devagar no tapete.
Demoramos um pouco pra recuperar o fôlego. Principalmente porque Iona, puta que só ela (e adorou que eu falei isso), lambeu toda a minha porra do corpo da filha, fazendo um boquete magistral nela. Porra, eu tô exausto e ver a língua enorme e rosada da Iona percorrendo o corpo branco e jovem da filha faz meu pau querer encher de sangue e ficar duro de novo. Mas não. Esse orgasmo me deixou moído, então levanto e vou pra cozinha. É uma casa aberta e enquanto faço uns sanduíches, vejo a menina gozar na cara da mãe. Elas se beijam quase com carinho, e aí, uma de cada vez, vão se lavar. Porra. Que família. Fico morando aqui, assino agora mesmo.
Quando as duas voltam, servi sucos de fruta frescos e tem sanduíches variados numa bandeja. Coloquei a cueca e uma camiseta (não se anda pelado na cozinha, (minha mãe que me ensinou) e quando se sentam nos bancos da ilha, mãe e filha trocam rapidamente algumas palavras em algo que não entendo e que soa extremamente fechado. Acho que é gaélico. Elas riem e olham pra mim.
—Minha mãe diz que você tem um pau do caralho e que fode divinamente —Mary me diz em inglês.
Eu rio, meio sem graça, pra ser sincero, nunca me considerei um fodedor nato nem nada disso: só fodo quando posso, quando deixam, e tento me divertir sendo respeitoso.
—Faça o que quiser que te façam —respondo.
As duas riem. E isso é só o começo.
Não transo sempre com a Iona, mas quando rola, é sempre divertido e muito intenso.
Naquela noite não foi diferente: ela ficou. Pedimos comida chinesa, dessa vez.
Comemos entre risadas, nos conhecemos melhor. A gente se curtiu. Fico sabendo de um monte de coisas. As duas, sentadas e devorando com os hashis vários potes de frango e macarrão, estão de saída de praia e parte de cima do biquíni. Falam de Edimburgo, do trampo da Iona como funcionária pública lá e dos estudos da Mary. Moram numa casa grande no centro histórico, uma herança de família, parece, perto do rio.
Eu falo do meu doutorado em filologia e literatura inglesa, e as duas ficam super interessadas e me fazem falar sobre o assunto. Quando veem que curto vários autores escoceses do século XVIII, dizem que tenho que ir pra Edimburgo. Vários parentes trabalham na universidade, tanto em Edimburgo quanto Glasgow, Sheffield e York, que poderiam me ajudar se eu precisasse. No fim, elas se viam todo Natal.
O que querem que eu diga? Reconheço uma oportunidade quando vejo uma e decido amadurecer o plano. Comento que isso deve ser caro. Ir pra lá, conseguir a estadia do doutorado, trabalhar pra ter grana pra deslocamento, aluguel, custo de vida. As duas sorriem.
Anoitece. São onze da noite. Tô colado na janela do segundo andar e as duas cabeças ruivas estão inclinadas sobre meu pau. As duas, mãe e filha, estão me fazendo um boquete espetacular. Elas se revezam. entre minhas bolas e o pau, embora às vezes eles se encontrem e aproveitem pra se beijar, sorrir e depois voltar ao ataque. A Iona me chupa o pau e chama a Mary pra enfiar na minha boca, vendo como ela lambe e abre a boca pra engolir gulosamente. Ela me olha nos olhos e aperta pra encaixar tudo. A Iona fica atrás dela, também de joelhos, e começa a apalpar ela, a masturbar ela e puxar os bicos dos peitos. Ela aperta as tetas dela, sussurra no ouvido dela pra engolir o pau, pra ser mais porca, pra chupar como ela ensinou. Sinto ela gemer, mas também rir. Ela tira o pau pra respirar e ofega um pouco.
— Quer foder minha filha? — ela me pergunta num inglês mais gutural do que o normal.
— Sim, com certeza. Quero foder ela, gozar nela e você comer tudo — respondo, apoiado no vidro, com a boca da Mary nas minhas bolas.
— Podia rolar — a mãe fala enquanto a filha ofega — Mas só se depois acontecer o mesmo.
— Não sei — uff… de novo a boca da Mary enfiando meu pau até o fundo. Sinto os lábios dela contra meu púbis de novo —, pode ser que eu queira te foder no cu.
A Iona ri.
— Não tenho tanta experiência por aí — ela confessa, enfiando os dedos na Mary tão fundo e no momento certo que faz ela gozar com todo o meu pau na garganta.
A Mary tira o pau pra respirar, colando as mãos no meu quadril pra se segurar.
— Ufff… Então… — ela tenta recuperar o fôlego — devia experimentar. Ele fode o cu muito bem — confessa pra mãe.
— Então prepara ela — falo pra Mary.
Enquanto tomo um gole longo de uma bebida isotônica — repor eletrólitos, como chamava uma namorada italiana que tive, uma beleza de cabelo castanho, olhos cor de mel e uma boca deliciosa que comeu meu pau e o do meu melhor amigo ao mesmo tempo — vejo as duas irem pra cama da Iona. A mãe fica de quatro e a Mary, sem parar de me olhar, separa as nádegas dela e lambe desde o clitóris até o cu, fazendo a mulher, com as tetonas balançando, gemer fundo.
— Vem, Anda. Fode a bunda da minha mãe — ela me diz, num tom provocante —. Porra, parece diálogo de filme pornô vagabundo.
Não conseguimos evitar rir. É verdade. É incomum e muito condenável pra algumas pessoas, mas tá acontecendo e, naquele momento, Mary passa lubrificante na bunda da mãe e enfia um, dois e até três dedos, progressivamente. Enfia e tira várias vezes.
— Mami, sua buceta é grande, mas sua bunda é mais apertada que rua de centro histórico.
— Sua putinha… Aaaah… Mary… Aaaah… cui… dado… ufff… deusss… — a mãe murmura em inglês.
Vou até onde Mary está. Ela volta a chupar minha pica enquanto não para de enfiar os dedos na bunda da Iona pra dilatar bem. Depois, sobe, me beija, «Só me promete que também vai me foder. A buceta, a bunda… quero que me coma toda, Val» — ela pede, também em inglês.
É a própria Mary que guia minha pica até o cu da mãe dela. A partir daí, ela só fica de joelhos e começa a se tocar. A mãe, confortavelmente deitada, começa a sentir como vou entrando devagar por dentro dela. Minha pica vai abrindo caminho e a bunda dela se esforça pra dilatar mais e aguentar ela toda. Vou devagar pra ela se acostumar e ter tempo de assimilar meu tamanho inteiro. Tenho ela bem grossa, é o que mais agradou minhas parceiras: não tanto o comprimento, mas a grossura. E então, quando vejo que já se acostumou, começo. Iona geme, e como geme. Não para de dizer ou murmurar palavras sobre eu foder a bunda dela mais fundo, partir ou arrebentar aquela porra, seja lá como se traduz.esmaga minha bunda, fode meu cérebroVamos, o resumo é que ela tá extremamente tarada, não para de se tocar na buceta como se quisesse arrancá-la, enquanto eu, nessa altura, entro e saio inteiro no cu dela, e ela geme e dá um gritinho quase sem fôlego quando entra tudo.
Mary se colocou atrás de mim, lambe minhas costas, morde minha bunda e suas mãos tocam minhas bolas por trás, belisca meus mamilos ou lambe meu pescoço.
—Fode a mamãe, Val… Isso, isso mesmo, arrebenta o cu dela… isso… inteira.
Ela fala isso tentando alternar entre inglês e espanhol. Tô louco pra caralho e começo a ter uma vontade horrível de gozar e encher ela de porra. Às vezes eu fico mais bruto do que devia: fuck you, pego um punhado do cabelo ruivo da Iona e puxo, e ela é obrigada a levantar mais a cabeça, apoiando as mãos na cama. Ela gozou várias vezes, e agora sinto o cu dela pulsando quando puxo a juba dela. Começo a dar estocadas fortes que fazem soar uma música própria, a dos meus quadris contra a bunda grande e gostosa dela, e cadaplaf, plaf, plafela dá um gritinho que a aproxima ainda mais do orgasmo anal que está prestes a ter, até que, finalmente, enquanto Mary se abaixa pra lamber minhas bolas, durinhas e encolhidas, eu gozo dentro dela. Grito pra Iona, e ela solta um berro gostoso, e sinto o cu dela se fechando em espasmos com o orgasmo anal que tem. Mary ficou me lambendo enquanto eu gozava, com os espasmos do meu períneo, das minhas bolas buscando todo o sêmen que tenho pra jogar dentro dela.
—Jo… derrr… —consigo gemer entre respirações fundas.
Iona se deixou cair de lado na cama.
—Você tinha razão, Mary… esse… garoto… fode muito… bem o cu… ufff…
—É… —diz ela, que não para de se tocar vendo como a mãe gozou—. Mas agora quero que ele descanse, porque vai ser a minha vez.
A foda com Mary é forte, rápida, muito mais rápida do que com o cu da mãe dela, mas a gente curte pra caralho. A mãe dela tá sentada numa poltrona, e só no final da foda começa a se tocar, enfia os dedos, torce os bicos dos peitos vendo como eu penetro a filha dela, como passo da boca dela pra buceta dela e a gente fode furiosamente. Em dez ou quinze minutos eu explodo dentro dela e encho ela de porra. Ela goza com força e eu juro que ela jorra ou, pelo menos, solta um líquido transparente, embora não muito.
É a mãe dela que vem, de quatro, sedutora, me deixando ver as tetas dela quase arrastando no chão e com os bicos duríssimos, pra limpar minha pica com a boca. Ela passa a língua toda nela e recolhe o gosto da minha porra e do fluido da filha dela que tá bem assentado na minha pele. A boca dela, os lábios grossos, percorrem minha pica sensível e inchada. Ela enfia ela inteira de novo, mais fácil, mas chupando com sugadas profundas.
Que família pervertida do caralho. Porra, como eu adoro isso.
São oito da manhã. A gente acordou cedo. Desço depois de um banho e encontro mãe e filha de saída de praia e biquíni. Bom, biquíni só Mary tá usando: Iona colocou um negócio parecido com umas pinças de metal em cada Mamilos, ligados por uma corrente, e a filha dela tá chupando a buceta dela alegremente. A mãe aperta a cabeça dela e só solta quando goza.
—Depois vai ter pra você — ela me diz, entre suspiros.
Ela puxa a corrente e os mamilos ficam tensos. E vejo que ela tem outro orgasmo. Quando Mary se levanta, vejo que o pareô subiu e que tem alguma coisa no cu dela. Ela colocou um plug. Esse dia parece que vai ser bem longo… e divertido.
Nesse dia, lá pelas cinco da tarde, quando, exaustos depois de muito sexo, elas me propõem que eu vá morar com elas em Edimburgo por um tempo, pelo menos pra testar se somos compatíveis. Principalmente Mary e eu, a Iona tá fora do relacionamento, mas vai ser uma boa parceira de cama. Elas querem alguém com elas que traga o que eu trago: uma boa rola e também conversa, diversão e um ponto de vista diferente.
0 comentários - Professor de espanhol come mãe e filha