Punheta no escritório, a melhor gozada da minha vida

Vou começar dizendo que faz séculos que não transo. Ultimamente tô mais tarada do que nunca, mas não tenho tempo de sair e conhecer alguém pra passar a noite. O trabalho me consome um tempão e chego em casa praticamente só pra dormir, e ultimamente também pra me masturbar até cansar antes de pegar no sono.
A necessidade e o chamado da natureza são tão fortes que nos meus dias férteis fico excessivamente sensível, e até o roçar da calcinha já me faz ficar molhada.

Uns dias atrás, eu tava assim, toda tesuda e molhada, sentada no meu escritório. Me ajeitei discretamente pra pressionar a costura da calça contra meu clitóris. A sensação foi incrível, e ainda mais com o tesão de estar perto de outras pessoas. Fiquei assim a jornada inteira, tentando me concentrar no trabalho. As horas passaram e meus colegas começaram a ir embora. Geralmente, sou a última a sair, então sempre fico sozinha algumas horas antes de ir pra casa.

O problema é que eu não conseguia parar de pensar no quanto tava com tesão. Me segurei por horas, aguentando a vontade. Sentir minha calcinha permanentemente molhada o dia todo já tava me deixando louca. Então dei uma volta pra ver se não tinha ninguém, tranquei as portas e voltei correndo pro escritório com a ideia de me aliviar.

Sentei e comecei a me esfregar na cadeira, devagar no começo, aumentando a intensidade aos poucos. Tava realmente com muito tesão. Fiquei tão molhada que até a calça ficou úmida. Precisava de mais, então abri a calça e meti a mão. Delícia. Toda minha virilha tava muito sensível e muito molhada. Lamber meus dedos foi uma maravilha. Meu clitóris, sensível e inchado, pedia mais. Enfiei uns dedos lá dentro, mas não era suficiente. Queria mais, desesperadamente. Procurei entre as coisas da minha mesa algo pra enfiar dentro de mim, e a primeira coisa que vi foi a cola em bastão, daquelas grandes. Nem pensei duas vezes. Meti a mão sem tirar a roupa e enfiei aquilo pra dentro. Que sensação mais gostosa, quando enfiei tudo, sentei de novo e comecei a dar pulinhos na cadeira, cada vez que caía, enterrava ele dentro até o fundo, e quando subia, empurrava pra sair, mas minha calcinha impedia que saísse de vez. Fiquei assim um tempão, pulando e pulando na cadeira, me molhando cada vez mais, tanto que dava pra ouvir o chape-chape toda vez que enfiava ele dentro.

A cadeira do meu escritório começou a incomodar depois de um tempo, então levantei com o bastão de cola enfiado dentro pra procurar outro lugar pra continuar minha putaria. Era uma delícia andar com ele dentro, enquanto puxava minha calça pra cima, enfiando ela por toda a extensão da minha fenda, da minha bunda até minha bucetinha, me sentia partida ao meio. Passei no banheiro pra me olhar no espelho, fiquei ainda mais excitada, me ver daquele jeito, toda necessitada por sexo, vendo a calça bem apertada, a costura fazendo mágica no meu clitóris. Desabotoei alguns botões da blusa e tirei os peitos pra fora do sutiã, que espetáculo me ver assim no espelho, queria morder meus peitos. Como eles são um pouco grandes, consigo lamber meus mamilos se puxar eles um pouco até a boca, então foi o que fiz: chupei meus mamilos e o máximo que consegui dos meus peitos, um de cada vez, mordi e apertei eles, enquanto com a outra mão continuava puxando minha calça pra aumentar o atrito e rebolando. Tava com um tesão do caralho, mas segurei o gozo porque queria aproveitar mais, nunca tinha feito algo assim, então a sacanagem me deixava a mil.

Assim como estava, com os peitos pra fora cheios de saliva, a calça enfiada, o bastão de cola dentro, os lábios da boca inchados de tanto morder, os lábios da minha bucetinha sensíveis e todos molhados, atravessei o escritório em direção à salinha que temos pra comer. Lá temos uns sofás bem confortáveis pra descansar, então esse foi meu objetivo final. Eu queria gozar bem gostoso, então assim que entrei comecei a tirar a roupa, fiquei só com o sutiã, porque adoro como meus peitos se sentem quando estão pra fora, meio balançando e bem durinhos. Abri as pernas e comecei a me esfregar no braço do sofá. Foi delicioso sentir minha bucetinha super molhada deslizando sem problemas no courino, e mais delicioso ainda foi ver a marca que meus fluidos iam deixando. Tava tão tesuda que queria lamber e morder a própria pussy! Fiquei me esfregando por vários minutos, enquanto a cada vai e vem tentava que meus bicos também roçassem no encosto do sofá. Já não aguentava mais, então tirei o consolo de dentro, ele vinha coberto dos meus fluidos gostosos, até fios de minha baba pendurados na minha pussy sedenta. Não queria desperdiçar meu sabor gostoso, então lambi ele todo até deixar bem limpinho.

Enfiei todos os dedos que consegui enquanto tentava continuar me esfregando, tentando enfiar a mão inteira dentro, porque queria me sentir bem preenchida. Tava literalmente sentada em cima da minha mão, tentando engolir ela inteira. Mexia meus dedos lá dentro, tentava abri-los pra me dilatar mais. Se eu pudesse ter feito um fisting, acreditem, não teria hesitado. Enquanto tentava engolir minha mão direita, com a esquerda apertava meus peitos. Comecei a morder um dos bicos, tava super estimulada, já não aguentava mais. Então me deixei ir, gozei no meio de gemidos bem altos. Gozei tão forte e gostoso que saíram jatos e jatos de fluidos, delicioso, nunca tinha gozado daquele jeito. O som da minha ejaculação caindo no courino do sofá foi a melhor coisa que já ouvi na vida. Foram vários jatos, então ouvi-los e vê-los cair foi tão excitante que eu poderia ter gozado de novo. Fiquei de joelhos no chão e lambi, lambi todos os fluidos que consegui, enquanto enfiava uns dedos pra sentir as pulsações. do meu orgasmo, foi o melhor que já consegui me masturbando.
O melhor foi no dia seguinte, a sacanagem de ver um dos meus colegas sentado exatamente no lugar onde no dia anterior eu tive a melhor gozada sozinha da minha vida até agora, me excitou tanto que senti minha bucetinha ficar molhada de novo.

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