Fala, viciados em sexo. Essa é uma história que tava morrendo de vontade de contar, e o melhor de tudo é que é real. É sobre como eu comi a namorada do meu melhor amigo, ajudei ela a se vingar dele e ela me ajudou a seguir com a minha vida.
Tudo começou quando terminei o ensino médio. Naquela época, eu sempre saía com meus amigos, acampava no mato ou jogava videogame — coisas de adolescente. Vale destacar que entre eles estava meu amigo de infância, com quem cresci desde a época da escola primária. Vou chamá-lo de Ivan. Ivan era muito amigável e alegre, e sempre foi alguém em quem podia contar. Na aparência física, ele não é muito atraente, mas sempre tem mulheres atrás dele por causa da atitude confiante e amigável. Já eu sou uma pessoa muito séria. Mesmo tentando me dar bem com os outros, tenho dificuldade em puxar conversa. Fisicamente, não sou o cara mais bonito do mundo, mas também não sou feio.
Naquela época, Ivan tinha uma namorada — vou chamá-la de Jéssica. Ela era mais nova que a gente, uma morena de cabelo comprido, muito simpática, mas também se irritava fácil. Por isso, eu não me dava muito bem com ela. Apesar da idade, ela tinha um corpo já desenvolvido. O que mais chamava atenção era a bunda dela, bem trabalhada — uma bunda grande e firme, com um quadril que fazia você virar a cabeça quando ela andava na rua. Ela sempre usava leggings, então destacava ainda mais. A bunda enorme era resultado de ela caminhar muito todo dia. Os peitos eram pequenos, mas bem bonitos e firmes para a idade dela. As pernas eram de tamanho médio, e ela não ficava devendo nada para outras garotas. Apesar do corpo bonito, ela era bem insegura com a aparência.
Muitas vezes saíamos juntos quando eu também tinha namorada. Depois de um tempo, fiquei sabendo pelo meu amigo — já que a gente estudava no mesmo colégio — que ele tinha arrumado uma nova namorada. Confuso, porque sabia que Jéssica ainda era a namorada atual dele, perguntei se eles tinham terminado. Ele respondeu que não e me implorou para não contar nada para Jéssica. Hesitando, aceitei, já que não tinha tanto contato com ela, mesmo achando errado ele traí-la. Durante o resto do tempo no colégio, eu... Meu amigo ficou com várias minas, mas nunca terminou de vez com a Jessica. Depois que me formei, terminei com minha namorada e fiquei bem triste e deprimido, só vivia sentindo falta da minha ex. Meu amigo continuava saindo com a Jessica, então a gente sempre saía nós três. Naquela época, eu não tinha nenhuma amizade ou atração pela Jessica, além de ficar de olho na bunda dela sempre que dava, porque eu achava ela bem gostosa. Com o tempo, ela e eu começamos a conversar cada vez mais, até virarmos bons amigos. Por isso, várias vezes deixei claro que o Ivan não era o cara certo pra ela, mesmo sem nunca ter dito na cara que ele traía ela — eu falava nas entrelinhas.
Um dia, fui visitar a casa do Ivan e a Jessica estava lá. Cumprimentei ela e conversei um pouco com os dois. Depois de um tempo, meu amigo Ivan avisou que não ia poder ficar com a gente porque precisava ajudar a mãe dele com umas tarefas em casa. A gente se despediu dele e saímos. Enquanto caminhávamos pela rua, conversando, tive a ideia de convidar ela pra tomar café da manhã na minha casa, já que não tinha ninguém lá e ela tinha esquecido as chaves naquele dia, então não podia entrar na casa dela. Sem muita enrolação, ela aceitou. Preparei algo simples e, depois de comer e bater um papo, decidimos ir pro meu quarto ver vídeos no YouTube. Eu não tinha nenhuma intenção de comer ela, porque considerava ela minha amiga e era a namorada do meu melhor amigo.
Quando entramos no meu quarto, sentamos na minha cama e começamos a ver os vídeos. Como era cedo e eu tava com um pouco de sono, e minha costela começou a doer por causa da posição desconfortável, falei que ia deitar. Ela fez o mesmo. Enquanto assistíamos, ela ficava bocejando, então sugeri que ela deitasse pra dormir. De algum jeito, a gente se ajeitou de conchinha, mas eu não tava abraçando ela por trás — tava meio afastado. Aí ela pediu pra eu abraçar ela. Hesitando um pouco, aceitei porque não queria que ela se sentisse desconfortável comigo, mas como éramos bons amigos, já tínhamos certa intimidade. Ao abraçá-la, e sendo um tarado de primeira, comecei a ter uma ereção só pelo fato de abraçá-la. Tentei disfarçar minha ereção, mas não sei se ela percebeu; ela continuou como se nada tivesse acontecido. Depois, ela aproximou mais a bunda dela de mim, não sei se para roçar o meu pau na bunda dela ou só para se ajeitar. Eu já estava meio excitado naquele momento, e o sono foi embora, então resolvi ficar vendo vídeos e tentar me acalmar. Depois, ela continuou vendo vídeos comigo também. Depois de um tempo, apareceu um vídeo com um tema um pouco mais quente, e aí começamos a fazer piadas e a nos perguntar coisas pessoais sobre o assunto. Durante a conversa, eu já estava bem excitado. Depois de um tempo, ela começou a zoar comigo, dizendo que eu era gay várias vezes, acho que para me provocar, e conseguiu. Nesse ponto, eu já estava meio puto, e foi então que, de alguma forma, peguei ela pelos pulsos e a coloquei contra a cama. A única coisa que passou pela minha cabeça foi: "Quer ver que não sou gay?". No momento em que a coloquei contra a cama, ela soltou um gemido de excitação, só largou um "ahhh" do nada, e, estando por cima dela, ficamos nos olhando. Vi que ela estava muito cansada e respirando bem rápido. Comecei a beijá-la, não pensei em nada, só a beijava apaixonadamente. Nesse momento, só sentia a adrenalina do momento e como meu pau estava duro. Continuando a beijá-la, puxei ela e a coloquei sobre minhas pernas; ela continuou me beijando. Foi então que tirei a blusa dela e desabotoei o sutiã. Os peitos dela eram muito lindos, firmes e com os mamilos bem duros. Nesse momento, comecei a chupá-los; ela e eu estávamos transbordando de excitação. Era tanta adrenalina que sentíamos que eu só queria arrancar o resto da roupa dela e penetrá-la de uma vez. Mas, nesse momento... Ela teve um momento de lucidez e parou, me olhou nos olhos e disse:
— Ei, e o Ivan?
Eu só respondi que não sabia o que fazer. Ela me olhou, se afastou de mim, vestiu o sutiã e a blusa, e ficamos pensando um tempo. Nessa hora, meu irmão chegou e ela foi embora. Eu só sabia que queria comer ela ali mesmo, mas não deu naquele momento. Uns dias depois, a gente conversou sobre o que rolou e concluímos que foi um erro.
Os dias passaram como se nada tivesse acontecido, continuamos sendo os bons amigos de sempre.
Depois de algumas semanas, eu tava sozinho em casa vendo um filme quando bateram na porta. Quando abri, vi que era ela e convidei pra entrar. Ela me perguntou o que eu tava fazendo, e eu falei que tava vendo um filme. Aí ela sentou do meu lado enquanto a gente conversava e via o filme. Naquele dia, ela tava usando um vestido curto bem bonito, mas nada vulgar. Ela deitou na cama (nota: não tenho sala nem quarto de TV, por isso a gente sempre ficava numa cama, dessa vez no quarto dos meus pais).
Depois de brincar um pouco, comecei a abraçar ela por trás, e ela nunca negou. Aí me aproximei mais, ela virou o rosto e a gente começou a se beijar. Mas dessa vez, na minha cabeça, pensei: "agora vai rolar". Ela correspondeu, comecei a beijar ela com mais paixão e comecei a esfregar meu pau na buceta dela, tudo com roupa. Dava pra perceber que ela tava muito excitada, igual eu. Nessa hora, ela me perguntou se eu tinha camisinha, e eu falei que não. A gente se olhou, e foi aí que ela disse:
— Tá bom, então, mas me avisa, tá?
Não acreditei, isso tava realmente acontecendo. Sem mais nem menos, sem eu insistir, ela tava me autorizando a comer ela. Na hora, tirei a calcinha dela rapidinho — ela tava escorrendo de tão molhada — e ela tirou o vestido. Desabotoei minha calça e tirei meu pau pra fora, e ela só sorriu. Deitei ela na cama e, enquanto a gente se olhava, meti meu pau na buceta molhada dela. Foi tão gostoso, era tão apertada e molhada. Comecei a comer ela cada vez mais forte. Adorei sentir as coxas dela em cima de mim e ver a cara de excitação dela, como ela não conseguia se segurar. Ela perguntava a cada dois minutos se eu já tinha gozado, e eu falava que não, que eu avisava. Ela começou a gemer cada vez mais alto. Eu tava incrédulo com o que tava rolando: tava comendo a namorada do meu melhor amigo. Depois, ela montou em cima de mim. Ver aquela figura me deixava doido. Demais... ela começou a cavalgar em mim bem rápido, ela gozou. Nesse momento (naquela época eu não era tão bom, então me surpreendeu bastante, acho que a excitação do ato e o tesão me ajudaram), eu ainda não tinha gozado, ela me perguntou:
— Quer que eu chupe você?
Eu aceitei na hora. Ela me chupou por uns 15 minutos sem parar, me dando a melhor chupada da minha vida até então, comparado com minha ex-namorada que era muito ruim. Até que eu gozei na boca dela. Quando terminei, ela só deu uma risada nervosa e deitou bem no meu peito. Nós dois percebemos o que tinha acabado de acontecer e não ligamos, só sentimos a excitação e a adrenalina de estar transando escondido do Ivan.
A gente continuou fazendo isso direto. Ela vinha na minha casa e a gente transava sempre que dava. Ela me ajudou a superar minha ex, porque graças a isso eu soube que existiam mais mulheres no mundo, e ela deu o troco no Ivan. Entre conversas sobre sexo com ela, fiquei sabendo que o Ivan tem o pau pequeno, que sempre gozava muito rápido e que ela nunca conseguia gozar, nem deixava ele chupar ela.
Com ela, vivi momentos incríveis. Ela terminou com o Ivan e a gente continuou se vendo por um tempo. Depois nos distanciamos e, há alguns anos, nos reencontramos. Nos apaixonamos e agora somos casados. Hoje ela fode melhor e faz umas mamadas do caralho.
Espero que vocês tenham gostado da história, sei que é meio longa e ainda preciso aprender a escrever melhor, mas essa é minha primeira história, então deixem seus comentários e digam o que acharam. No meu próximo post, vou falar sobre minha ex, que era uma foxy gostosa e, por algum motivo, me excitava.
Tudo começou quando terminei o ensino médio. Naquela época, eu sempre saía com meus amigos, acampava no mato ou jogava videogame — coisas de adolescente. Vale destacar que entre eles estava meu amigo de infância, com quem cresci desde a época da escola primária. Vou chamá-lo de Ivan. Ivan era muito amigável e alegre, e sempre foi alguém em quem podia contar. Na aparência física, ele não é muito atraente, mas sempre tem mulheres atrás dele por causa da atitude confiante e amigável. Já eu sou uma pessoa muito séria. Mesmo tentando me dar bem com os outros, tenho dificuldade em puxar conversa. Fisicamente, não sou o cara mais bonito do mundo, mas também não sou feio.Naquela época, Ivan tinha uma namorada — vou chamá-la de Jéssica. Ela era mais nova que a gente, uma morena de cabelo comprido, muito simpática, mas também se irritava fácil. Por isso, eu não me dava muito bem com ela. Apesar da idade, ela tinha um corpo já desenvolvido. O que mais chamava atenção era a bunda dela, bem trabalhada — uma bunda grande e firme, com um quadril que fazia você virar a cabeça quando ela andava na rua. Ela sempre usava leggings, então destacava ainda mais. A bunda enorme era resultado de ela caminhar muito todo dia. Os peitos eram pequenos, mas bem bonitos e firmes para a idade dela. As pernas eram de tamanho médio, e ela não ficava devendo nada para outras garotas. Apesar do corpo bonito, ela era bem insegura com a aparência.
Muitas vezes saíamos juntos quando eu também tinha namorada. Depois de um tempo, fiquei sabendo pelo meu amigo — já que a gente estudava no mesmo colégio — que ele tinha arrumado uma nova namorada. Confuso, porque sabia que Jéssica ainda era a namorada atual dele, perguntei se eles tinham terminado. Ele respondeu que não e me implorou para não contar nada para Jéssica. Hesitando, aceitei, já que não tinha tanto contato com ela, mesmo achando errado ele traí-la. Durante o resto do tempo no colégio, eu... Meu amigo ficou com várias minas, mas nunca terminou de vez com a Jessica. Depois que me formei, terminei com minha namorada e fiquei bem triste e deprimido, só vivia sentindo falta da minha ex. Meu amigo continuava saindo com a Jessica, então a gente sempre saía nós três. Naquela época, eu não tinha nenhuma amizade ou atração pela Jessica, além de ficar de olho na bunda dela sempre que dava, porque eu achava ela bem gostosa. Com o tempo, ela e eu começamos a conversar cada vez mais, até virarmos bons amigos. Por isso, várias vezes deixei claro que o Ivan não era o cara certo pra ela, mesmo sem nunca ter dito na cara que ele traía ela — eu falava nas entrelinhas.
Um dia, fui visitar a casa do Ivan e a Jessica estava lá. Cumprimentei ela e conversei um pouco com os dois. Depois de um tempo, meu amigo Ivan avisou que não ia poder ficar com a gente porque precisava ajudar a mãe dele com umas tarefas em casa. A gente se despediu dele e saímos. Enquanto caminhávamos pela rua, conversando, tive a ideia de convidar ela pra tomar café da manhã na minha casa, já que não tinha ninguém lá e ela tinha esquecido as chaves naquele dia, então não podia entrar na casa dela. Sem muita enrolação, ela aceitou. Preparei algo simples e, depois de comer e bater um papo, decidimos ir pro meu quarto ver vídeos no YouTube. Eu não tinha nenhuma intenção de comer ela, porque considerava ela minha amiga e era a namorada do meu melhor amigo.
Quando entramos no meu quarto, sentamos na minha cama e começamos a ver os vídeos. Como era cedo e eu tava com um pouco de sono, e minha costela começou a doer por causa da posição desconfortável, falei que ia deitar. Ela fez o mesmo. Enquanto assistíamos, ela ficava bocejando, então sugeri que ela deitasse pra dormir. De algum jeito, a gente se ajeitou de conchinha, mas eu não tava abraçando ela por trás — tava meio afastado. Aí ela pediu pra eu abraçar ela. Hesitando um pouco, aceitei porque não queria que ela se sentisse desconfortável comigo, mas como éramos bons amigos, já tínhamos certa intimidade. Ao abraçá-la, e sendo um tarado de primeira, comecei a ter uma ereção só pelo fato de abraçá-la. Tentei disfarçar minha ereção, mas não sei se ela percebeu; ela continuou como se nada tivesse acontecido. Depois, ela aproximou mais a bunda dela de mim, não sei se para roçar o meu pau na bunda dela ou só para se ajeitar. Eu já estava meio excitado naquele momento, e o sono foi embora, então resolvi ficar vendo vídeos e tentar me acalmar. Depois, ela continuou vendo vídeos comigo também. Depois de um tempo, apareceu um vídeo com um tema um pouco mais quente, e aí começamos a fazer piadas e a nos perguntar coisas pessoais sobre o assunto. Durante a conversa, eu já estava bem excitado. Depois de um tempo, ela começou a zoar comigo, dizendo que eu era gay várias vezes, acho que para me provocar, e conseguiu. Nesse ponto, eu já estava meio puto, e foi então que, de alguma forma, peguei ela pelos pulsos e a coloquei contra a cama. A única coisa que passou pela minha cabeça foi: "Quer ver que não sou gay?". No momento em que a coloquei contra a cama, ela soltou um gemido de excitação, só largou um "ahhh" do nada, e, estando por cima dela, ficamos nos olhando. Vi que ela estava muito cansada e respirando bem rápido. Comecei a beijá-la, não pensei em nada, só a beijava apaixonadamente. Nesse momento, só sentia a adrenalina do momento e como meu pau estava duro. Continuando a beijá-la, puxei ela e a coloquei sobre minhas pernas; ela continuou me beijando. Foi então que tirei a blusa dela e desabotoei o sutiã. Os peitos dela eram muito lindos, firmes e com os mamilos bem duros. Nesse momento, comecei a chupá-los; ela e eu estávamos transbordando de excitação. Era tanta adrenalina que sentíamos que eu só queria arrancar o resto da roupa dela e penetrá-la de uma vez. Mas, nesse momento... Ela teve um momento de lucidez e parou, me olhou nos olhos e disse:
— Ei, e o Ivan?
Eu só respondi que não sabia o que fazer. Ela me olhou, se afastou de mim, vestiu o sutiã e a blusa, e ficamos pensando um tempo. Nessa hora, meu irmão chegou e ela foi embora. Eu só sabia que queria comer ela ali mesmo, mas não deu naquele momento. Uns dias depois, a gente conversou sobre o que rolou e concluímos que foi um erro.
Os dias passaram como se nada tivesse acontecido, continuamos sendo os bons amigos de sempre.
Depois de algumas semanas, eu tava sozinho em casa vendo um filme quando bateram na porta. Quando abri, vi que era ela e convidei pra entrar. Ela me perguntou o que eu tava fazendo, e eu falei que tava vendo um filme. Aí ela sentou do meu lado enquanto a gente conversava e via o filme. Naquele dia, ela tava usando um vestido curto bem bonito, mas nada vulgar. Ela deitou na cama (nota: não tenho sala nem quarto de TV, por isso a gente sempre ficava numa cama, dessa vez no quarto dos meus pais).Depois de brincar um pouco, comecei a abraçar ela por trás, e ela nunca negou. Aí me aproximei mais, ela virou o rosto e a gente começou a se beijar. Mas dessa vez, na minha cabeça, pensei: "agora vai rolar". Ela correspondeu, comecei a beijar ela com mais paixão e comecei a esfregar meu pau na buceta dela, tudo com roupa. Dava pra perceber que ela tava muito excitada, igual eu. Nessa hora, ela me perguntou se eu tinha camisinha, e eu falei que não. A gente se olhou, e foi aí que ela disse:
— Tá bom, então, mas me avisa, tá?
Não acreditei, isso tava realmente acontecendo. Sem mais nem menos, sem eu insistir, ela tava me autorizando a comer ela. Na hora, tirei a calcinha dela rapidinho — ela tava escorrendo de tão molhada — e ela tirou o vestido. Desabotoei minha calça e tirei meu pau pra fora, e ela só sorriu. Deitei ela na cama e, enquanto a gente se olhava, meti meu pau na buceta molhada dela. Foi tão gostoso, era tão apertada e molhada. Comecei a comer ela cada vez mais forte. Adorei sentir as coxas dela em cima de mim e ver a cara de excitação dela, como ela não conseguia se segurar. Ela perguntava a cada dois minutos se eu já tinha gozado, e eu falava que não, que eu avisava. Ela começou a gemer cada vez mais alto. Eu tava incrédulo com o que tava rolando: tava comendo a namorada do meu melhor amigo. Depois, ela montou em cima de mim. Ver aquela figura me deixava doido. Demais... ela começou a cavalgar em mim bem rápido, ela gozou. Nesse momento (naquela época eu não era tão bom, então me surpreendeu bastante, acho que a excitação do ato e o tesão me ajudaram), eu ainda não tinha gozado, ela me perguntou:
— Quer que eu chupe você?
Eu aceitei na hora. Ela me chupou por uns 15 minutos sem parar, me dando a melhor chupada da minha vida até então, comparado com minha ex-namorada que era muito ruim. Até que eu gozei na boca dela. Quando terminei, ela só deu uma risada nervosa e deitou bem no meu peito. Nós dois percebemos o que tinha acabado de acontecer e não ligamos, só sentimos a excitação e a adrenalina de estar transando escondido do Ivan.
A gente continuou fazendo isso direto. Ela vinha na minha casa e a gente transava sempre que dava. Ela me ajudou a superar minha ex, porque graças a isso eu soube que existiam mais mulheres no mundo, e ela deu o troco no Ivan. Entre conversas sobre sexo com ela, fiquei sabendo que o Ivan tem o pau pequeno, que sempre gozava muito rápido e que ela nunca conseguia gozar, nem deixava ele chupar ela.
Com ela, vivi momentos incríveis. Ela terminou com o Ivan e a gente continuou se vendo por um tempo. Depois nos distanciamos e, há alguns anos, nos reencontramos. Nos apaixonamos e agora somos casados. Hoje ela fode melhor e faz umas mamadas do caralho.
Espero que vocês tenham gostado da história, sei que é meio longa e ainda preciso aprender a escrever melhor, mas essa é minha primeira história, então deixem seus comentários e digam o que acharam. No meu próximo post, vou falar sobre minha ex, que era uma foxy gostosa e, por algum motivo, me excitava.
4 comentários - Comi a namorada do meu melhor amigo HISTÓRIA REAL