História de uma argentina de 16

Oi, gostosos, voltei. Pra ser sincera, não sabia se continuava contando ou não as coisas que faço! Comecei contando o que eu fazia. Não vou negar que me deixa com tesão me chamarem de puta, puta, e saber que tem muitos que querem me comer, mas assim, com tesão (como eu falo, haha), cada vez faço mais coisas.
Então, publiquei, só por publicar, pra ver qual era, num site de contatos: que tava procurando um negão de raça pra me comer. Foi a última coisa que fiz, e foi uma loucura!
Minha primeira experiência com a raça negra.
Como muitas novinhas, sempre tive a fantasia de ficar com um negão, mas daqueles bem raiz, sempre me perguntava se eles têm a pica tão grande como aparece nos vídeos, qual será a sensação de ter uma pica preta na boca, e como é ser acariciada por um negão. Sempre me excitava só de pensar nisso.
Um dia eu postei que tava procurando um negão pra me comer, verdade seja dita, nem sabia pra que tinha postado aquilo, nem se ia ter coragem.
Me mandou um direct um tal, vamos chamar ele de Kevin, e me disse que é preto, grandão, que se eu queria ele me mandava uma foto. Só pra zuar, passei meu e-mail, e ele me mandou uma foto dele peladão, tava depilado e sim, verdade que era grande pra caralho!
A verdade é que não conseguia tirar aquela pica preta da cabeça, e não sei por que continuei mandando mensagens no privado (na real, sei sim; sou uma puta tarada). Ele me disse que morava numa pensão perto do Almagro, que se eu quisesse a gente podia fazer lá, que não era a primeira vez que ele comia uma mina, igual a mim, que eu me animasse… a fantasia começava a virar realidade! Tava ali na minha frente, só faltava eu me decidir. Falei pra ele me passar o endereço e combinamos que no dia seguinte, às 5 da tarde, eu estaria lá e ele me esperava na porta.
Isso foi na semana passada (ano de 2014). Desde que acordei naquele dia, fiquei enrolando: será que vou? Será que não vou? O que eu faço! Pensando no que ia fazer. Tava nervosa, minhas mãos suavam, igual sempre acontece comigo. No fim, falei: vou. Como não tinha mandado nenhuma foto pra ele, pensei: passo do lado, não falo nada e pelo menos mato a vontade de ver ele.
Coloco o GPS pra me levar até o lugar, chego e estaciono. Ah, como não era um dia muito frio, tava com uma saia um pouquinho curta hehe. Ainda não sei como cheguei nem como não bati o carro, porque a viagem inteira na minha cabeça só tava aquela pica preta e pensando se ia ter coragem ou não.
Chego no lugar, deixo o carro na esquina, respiro fundo e falo "vamos", afinal ele não me conhece, então posso passar do lado dele como se nada fosse. Tava tentando me enganar.
Começo a andar e vejo ele parado no meio da quadra, continuo andando e quando passo do lado dele, dá pra ver que meu olhar me entregou SOZINHA, porque ele fica na minha frente e pergunta: "Caro?" Minha resposta tinha que ser sim ou não, só com isso decidia o que fazer, e como uma boa puta, eu disse: SIIIM, foi uma resposta sem pensar! Eu mesma me metia naquilo! Eu podia falar não e continuar andando, mas a adrenalina que sinto naqueles momentos me domina, não me deixa pensar, só quero ser puta e viver aquele momento. Vocês me entendem?
A parada é que naquele idioma meio bosta que ele falava, ele me diz que mora no quarto com um amigo, que hoje tinha que ir trabalhar, mas não foi, que tava dormindo, que se a gente não fizesse barulho ele não ia acordar. Aí pergunto: "E se ele acordar?" Ele fala pra eu não me assustar, que se eu não quisesse, ele não ia fazer nada comigo.
Não sei, eu já tava com tesão, ainda por cima ele tinha pegado na minha mão, via a mão preta dele na minha e minha cabeça voava! Sem me falar mais nada, ele me puxa pela mão pra dentro da pensão, que lugar feio! Naquele lugar eu ia dar pra um ou dois negões? A verdade é que eu já não pensava em mais nada, a única coisa que queria era que tudo passasse rápido e que eu me livrasse daquele tesão do caralho que tinha me dado. Ah, a única coisa que passava na minha cabeça era que eu podia estar voltando pra casa, mas não, escolhi dar pra um preto, que puta eu me sentia, e isso me deixava com mais tesão ainda.
Bom, entramos no quarto, feio, sujo, escuro, só tinha duas camas e um armário — que porra eu tô fazendo aqui!
Ele me manda sentar na cama, e ali mesmo já começou a me tocar! Me beijou, senti um pouco de nojo, e ficava passando a mão na minha perna. Não sei bem como foi, mas em pouco tempo ele já tinha desabotoado minha blusa e eu sentia aqueles dedos pretos na minha buceta, que já tava toda molhada. O que eu lembro é que comecei a tocar a pica dele por cima da calça, já tava quase dura. Desabotoei a calça dele e tirei pra fora. Queria morrer! Nunca, mas nunca tinha visto ao vivo uma pica tão grande e tão preta. Bom, ele tira minha calcinha e eu o resto da roupa, já tava pelada. Ah, e o outro preto dormindo ou fingindo que dormia, sei lá, também não tava nem aí, haha.
Ela me deu uma chupada na buceta, enfiando os dedos na buceta e no cu até eu gozar pela primeira vez, por favor, que língua que ela tinha, como ela enfiava pra dentro, me deixou louca.
Agora era minha vez, me sentia como se fosse a primeira vez que ia chupar uma pica, bom, na verdade era a primeira vez que ia chupar uma pica preta daquele tamanho! Comecei a chupar ela e o animal começou a me comer de boca, queria enfiar ela toda e eu engasgava, mas deixava.
Depois ele coloca uma camisinha, me levanta como se fosse nada, e começa a me comer de pé, entendeu?, com as mãos na minha bunda me segurava no ar e eu me pendurava nos ombros dele, e beijava ele, e sentia a língua dele com o gosto da minha buceta, igual senti quando ele colocou, com o tanto que tava quente e lubrificada não doeu, mas senti e como, ele me segurou assim por um tempinho, não sei quanto, mas eu só fazia gemer e gemer, e alto.
Obviamente, se o outro negão tava dormindo, ele acordou, e o que tava me comendo me levou até a cama dele pra eu começar a chupar a pica dele — outra pica enorme! Comecei a chupar e o outro começou a me comer de novo (eu tava de quatro, hehe), ele metia e tirava até que, só de pensar que um negão tava me comendo enquanto eu chupava o outro, eu gozei. Mas gozei igual uma puta, acho que a pensão inteira ouviu que eu tava sendo comida.
Depois, o negão que tava chupando ela colocou uma camisinha e me puxou pra cima dele pra me foder, coitada da minha buceta, já não aguentava mais! Ele começou a meter, nessa altura já entrava um ônibus de dois andares na minha buceta kkk, como esse negão se mexia, eu não podia fazer nada, como ele comia! Me deixou louca, me controlava do jeito que queria! Até que me inclinou pra ele, deixando minha bundinha minúscula no ar.
Nem queria pensar que o outro preto ia tentar meter na minha bunda! Que burra que fui, óbvio que ele começou a meter, eu pedia pra não, que era grande demais, mas ele continuava, doía, doía pra valer! Mas era tanta, tanta tesão que eu gozava feito uma puta, a verdade é que ele arrebentou minha bucetinha apertada, os dois ficaram me comendo juntos um tempinho, até gozaram dentro da bunda e da buceta (óbvio com camisinha) e eu gozei de novo que nem uma puta sem vergonha.
Quando terminamos, eu não aguentava mais. Me joguei ao lado do negão e fiquei ali um tempão. E não sei por quê — bom, sei sim, porque sou muito piranha —, depois de um tempo comecei a passar a mão naquela piroca enorme (era mais forte do que eu ter ela tão perto e não tocar). Ele começou a ficar duro, e o outro negão se aproximou pra eu passar a mão na dele também. Acabei sentada na cama com uma piroca em cada mão!
Não sei como eles fizeram, mas de repente os dois estavam deitados, eu no meio de quatro, chupando um pouquinho a pica de cada um, até que o negão que eu tinha montado vira de lado — e sim! — começa a meter na minha buceta. De novo eu grito e me arrepio, metade de tesão, metade de dor, mas deixei. Sentir uma pica daquelas na buceta me fez gozar de novo, e como!
Depois me pediram pra ficar de joelhos e gozaram na minha cara os dois juntos. Fui me lavar naquele banheiro nojento que todo mundo usa, e ainda por cima, quando tava indo, saiu um velho de um quarto, com certeza pra ver quem era a puta que tavam comendo.
Mas o pior ainda não contei. De noite fui no banheiro e percebi que minha buceta tava sangrando, além de doer pra caralho, mas não liguei pra dor, falei "já vai passar". No dia seguinte, acordo e vejo a calcinha cheia de sangue, aí comecei a me cagar de medo, e rezava pra passar, mas nada, continuava sangrando, só de pensar em ter que ir no médico morria de vergonha!, o que eu ia falar? Mas não passava, doía e sangrava.
Não me sobrou outra opção a não ser ir pro pronto-socorro, preferia passar vergonha do que pegar uma infecção ou qualquer merda. Chego na clínica e peço uma proctologista de plantão, me falam “Não tem, só tem um proctologista; me dá seu cartão, por favor”, não tive escolha a não ser ser atendida por ele.
Quando entro no consultório, conto que tava sangrando a buceta. Muito educado, ele fala que ia ter que me examinar e pergunta se eu tive relação anal. Nem precisei responder, fiquei toda vermelha. Ele diz: "Tá tudo bem, não se preocupa, deita aqui". Me examinou e falou que não era nada, só um machucadinho.
Não sei se era necessário ou não, mas ela me perguntou se era a primeira vez que eu fazia e se tinha sentido dor, tive que dizer que não era a primeira vez, e que doeu porque era grande, bom, ela me deu um creminho pra passar. Com certeza à noite ela não dormiu pensando na bundinha da puta que viu à tarde hehe.
Como vocês podem ver, com isso eu fui pro caralho. Adoro ser comida, adoro a adrenalina que sinto toda vez que me sinto muito puta (com meu namorado não sinto isso), mas não posso ou, como meu pai diz, "não devo" continuar assim.
Beijinhos pra todo mundo.

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