Eram 9 da manhã quando o despertador começou a tocar. Lúcia, ainda sonolenta, começou a se espreguiçar enquanto ouvia a mãe gritando de longe.
— Lúcia, acorda e toma um banho pra descer e tomar café.
— Sim, mãe, já vou.
— Nada de "já vou", mocinha. Lembra que você tem que ir com seu pai comprar as coisas. Ou você não quer sua festa de aniversário?
Ao ouvir isso, Lúcia pulou da cama e foi direto pro banheiro que ficava dentro do quarto. Não fechou a porta do banheiro, já que estava no espaço dela e ninguém tinha motivo pra entrar no quarto sem permissão. Enquanto se despia, não parava de repetir:
— Já tenho 18 anos, sou maior de idade finalmente.
E abrindo o chuveiro, Lúcia começou a se lavar, sem perceber que três intrusos, escondidos da mãe, tinham entrado no quarto e ido direto pro banheiro. Era o pai, o irmão e o avô, que era pai do pai de Lúcia. Com olhos cheios de luxúria, eles a espiavam enquanto ela tomava banho tranquilamente, sem desconfiar de nada.
Lúcia era uma jovem linda, recém-completados 18 anos, pele branca, 1,65 de altura, cabelo castanho comprido, olhos verdes grandes, magra, com pernas longas e lindas. Mas sem dúvida, o que ela tinha de mais gostoso era aquele par de peitões enormes que a natureza tinha dado. E os três homens tarados que espiavam sabiam disso, babando de tesão ao ver Lúcia se inclinar pra ensaboar os tornozelos, deixando os peitões balançando e se mexendo, ambos bem gostosos.
Os três estavam com um puta pau duro, mas ouviram a mãe, que parecia estar subindo, e saíram correndo dali antes de serem descobertos. Meia hora depois, Lúcia desceu vestindo um shortinho colado e uma blusa leve com um decaço enorme, meias brancas e um tênis rosa. De qualquer jeito que se vestisse, ela era simplesmente uma gostosa. Assim que chegou na sala de jantar, todo mundo já estava esperando e gritando "feliz aniversário", começaram a... Dar o abraço nele, depois tomaram café da manhã e a mãe começou a planejar o dia.
—Bom, o plano é assim: que tal se a Lúcia e o pai dela forem comprar as coisas, o avô entregar os convites, e o Oscar e eu cuidarmos de limpar a casa?
Ninguém se opôs, todos concordaram, e logo a Lúcia subiu na caminhonete com o pai, o avô no carro dele, e foram embora. O Oscar, que era o irmão mais velho da Lúcia, com 25 anos, saiu pra dar uma olhada na avenida e, assim que o carro do avô e a caminhonete do pai sumiram, entrou em casa procurando desesperadamente pela mãe. Encontrou ela no comedor, levantando o café da manhã. Ele agarrou ela pelo cabelo e levou pra sala, enquanto dizia:
—Já sei que você planejou tudo pra gente ficar sozinho. Não sabe quanta vontade eu tô de te comer, sua puta.
—Filho, o que você tá fazendo? Espera, e se eles voltarem?
—Não se preocupa, mãe. Eles não vão voltar tão cedo, por isso quero aproveitar.
E o Oscar jogou a mãe no sofá grande, deixando ela de quatro, pronta pro filho. Levantou a saia dela até a cintura, afastou a calcinha de lado, colocou o pau na entrada da buceta dela e começou a comer ela com força, sem piedade. A mãe começou a gemer e a gozar com o pau do filho, que bombava gostoso, e se entregou pra aproveitar, porque era óbvio que não era a primeira vez que faziam aquilo. Também não era tão frequente, já que era raro ficarem sozinhos; às vezes a vontade de transar era tanta que precisavam pagar um motel.
Enquanto isso, na caminhonete, a Lúcia se inclinou pra frente pra pegar o rádio e colocar uma música. O decote era enorme, e o pai não conseguiu evitar de olhar aqueles peitões enormes aparecendo na blusa. De repente, sem querer, passaram por um buraco, e os peitos da Lúcia pularam, ameaçando escapar, e ele teve uma ereção na hora. Ela percebeu na mesma hora e, como uma menina safada, quis brincar um pouco com o próprio pai.
—Tá olhando o quê, pai?
—Não sei do que você tá falando, filha. — Sabe do que tô falando, pai, não se faz de bobo.
— Desculpa, filha, mas você também tem culpa, como é que você vem vestida assim?
— Tá bom, tá bom, pai, não se preocupa, não tem problema.
— Filha, você precisa saber que sou seu pai e te respeito, mas também precisa saber que sou um homem que ainda gosta de mulher.
— Sim, pai, claro que eu sei, só me diz uma coisa, mas preciso que você seja sincero comigo.
— Claro, filha, fala?
— Cê acha que eu tenho uns peitos bonitos?
— Filha, pelo amor de Deus, que pergunta é essa?
— Não tem nada de mais, pai, vai, me diz, você falou que ia ser sincero comigo.
— Tá bom, ok, sim, seus peitos são muito lindos e, pelo menos pra mim, eu gosto grandes assim como você tem.
— Obrigada, pai, era isso que eu queria ouvir, te amo muito.
E dando um beijo na bochecha, ela aproximou o decote, dando uma vista mais de perto pro pai, porque sendo uma menina travessa, só queria atormentar ele com seus encantos de mulher. Horas depois, Lucia voltava das compras com o pai, o avô de deixar os convites e a mãe com o filho terminavam de limpar a casa toda. Todos foram tomar banho e se vestir pra festa, e quando deu 8 horas da noite, os convidados começaram a chegar.
Família, o namorado e amigos de Lucia se divertiam junto com a aniversariante até que deu meia-noite e os convidados foram indo embora aos poucos, ficando na sala só os pais de Lucia, o avô, o irmão, o namorado, um tio e o filho dele, que era primo de Lucia. Eles iam ver um filme já que tudo tinha acabado, mas a mãe se despediu de todo mundo e subiu pra dormir, porque tava muito cansada da festa e da foda que o filho tinha dado nela de manhã. Assim que a mãe fechou a porta do quarto, Lucia, entediada, falou:
— Bom, galera, vou subir pra colocar meu pijama e desço pra me despedir, ok.
E quando Lucia entrou no quarto, o pai se juntou com todos e contou sobre um plano perverso que tinha pra filha. Todos, ao saberem do que se tratava... Era isso, não hesitaram em ficar. Logo em seguida, Lúcia desceu para se despedir e avisar ao namorado que, se fosse ficar, avisasse a casa dele.
— Filha, como assim já vai dormir? É a sua festa, não seja chata.
— É que já não tem música, nem dança, nem meus amigos, pai.
— Mas, filha, não é só assim que a gente se diverte. Tem outras formas de se divertir também. Olha, tive uma ideia pra você continuar se divertindo aqui com a gente. Quer saber qual é?
— Vamos ver, me diz qual é essa ideia tão divertida que você tem pra mim.
— Ok, é um jogo chamado verdade ou desafio, e se joga com uma garrafa.
— Ah, pai, já conheço esse jogo e, sinceramente, não tem nada de divertido.
— Sei disso, filha, mas que tal se a gente mudar algumas coisas e algumas regras nesse jogo? Não te parece interessante?
— Bom, vamos ver, como é que ia funcionar então?
— Ok, vou explicar pra você e pros outros pra todo mundo entender. Esse jogo vai se chamar pergunta ou desafio. Você, por ser a aniversariante, vai sempre girar a garrafa, e quem a garrafa apontar vai decidir se te faz uma pergunta ou te dá um desafio, e vai oferecer uma quantia em dinheiro. Se você responder à pergunta ou cumprir o desafio, ganha esse dinheiro.
— Sério, dinheiro de verdade?
— Sim, filha, dinheiro de verdade. E a gente vai te dar três condições: número um, ninguém vai te obrigar a fazer nada que você não queira; número dois, se você não quiser fazer o desafio ou responder a pergunta, é só falar "passo" e pronto, mas não ganha o prêmio em dinheiro; e número três, quando você não quiser mais jogar, é só falar pra gente, a gente para e vai dormir, ok?
— Tá bom, esse jogo me chamou a atenção. Vou jogar com todo mundo, ok, mas não passem dos limites comigo, por favor. Me respeitem, já que sou a única mulher no meio de vocês.
E assim Lúcia aceitou jogar esse jogo com todos eles, sem saber o que a esperava mais adiante. O pai pegou a garrafa vazia pro jogo, abriu uma garrafa de vinho e deu uma taça pra cada um. Nisso, Oscar se aproximou do pai e entregou um vidrinho sem que ninguém visse. Lucia percebeu.
— Olha, pai, este é um elixir de prazer. Coloca umas gotinhas no copo da Lucia que ela vai ficar excitada rapidinho e aí vai ser mais divertido pra todo mundo.
O pai colocou 10 gotas no copo da Lucia e entregou pra ela.
— Mas pai, vocês não me deixam beber.
— Sei disso, meu amor, mas é seu aniversário e além disso você já é maior de idade, eu te dou permissão pra tomar uns copinhos, só não conta nada pra sua mãe, ok?
E Lucia aceitou o copo de vinho do pai.
— Vamos lá, todo mundo com o copo pra cima, vamos brindar ao aniversário da minha filha, e a esse jogo que seja divertido pra todos, saúde.
E todos beberam seus copos, incluindo Lucia, deixando-os vazios. Na sequência, todos se sentaram no tapete da sala formando um círculo, com a garrafa no meio. Lucia segurou a garrafa e, de imediato, as gotas do elixir fizeram efeito, pois de repente ela começou a sentir muito calor no corpinho e uma sensação estranha e intensa entre as pernas. Corada, ela pegou a garrafa e girou, começando aquele jogo perverso para ela. O escolhido foi o avô.
— Peço desafio, filha. Desafio você a vestir isso que está dentro desta caixa. Meu desafio vai custar 500.
Lucia pegou a caixa, olhando desconfiada para o avô.
— Não se preocupa, Luci, não é nada de mal, é só roupa.
Lucia entrou no banheiro de baixo com a caixa e minutos depois saiu vestindo um lindo uniforme de colegial. Todos olharam com desejo para Lucia, que vestia uma camiseta branca com 4 botões, uma gravata azul, uma saia plissada azul, meias brancas longas até os joelhos com laços azuis, sapatos pretos e uma boina na cabeça. Ela realmente estava uma gostosa. Na sequência, foi se sentar no lugar e, usando a caixa como cofrinho, depositaram os primeiros 500 ganhos. De novo, ela girou a garrafa e foi a vez do tio.
— Peço desafio, sobrinha. Desafio você a desabotoar um botão da sua camiseta, o que você quiser. Meu desafio vai custar 700.
Lucia sorriu nervosa, olhando para o tio, mas claro que não ia deixar escapar esses 700, então... desabrocho o primeiro botão da camiseta dela, mostrando levemente os peitos. Lúcia guardou os 700 na caixa dela e girou a garrafa de novo, dessa vez a vez foi do primo dela, o filho do tio dela.
– Peço desafio, prima. Te desafio a desabrochar outro botão da sua camiseta. Vai custar 900.
Os olhos de Lúcia brilharam com aquela quantia e, se sentindo mais excitada a cada vez, ela desabrochou o segundo botão, já menos envergonhada. Dessa vez a camiseta abriu um pouco mais, mostrando mais os peitos dela, que ainda estavam apertados naquela camiseta decotada. Com mãos ambiciosas, Lúcia guardou os 900 na caixa e girou a garrafa na hora. Dessa vez, foi a vez do pai.
– Peço desafio, filha. Te desafio a vir aqui comigo e me deixar levantar sua saia escolar até onde eu quiser. Meu desafio vai custar 1000.
Lúcia, já excitada, estava perdendo a vergonha e ganhando mais confiança. Caminhou até o pai sorrindo, com as bochechas coradas. O pai dela se levantou e, segurando a saia escolar, começou a levantá-la até que ficasse bem acima dos joelhos dela.
– Já, pai, não tão alto, para de inventar.
E Lúcia voltou pro lugar dela, colocando o dinheiro na caixa enquanto o pai admirava aquele lindo par de pernas brancas. Parece que ele tinha exagerado um pouco, porque tinha levantado a saia escolar demais e ela tinha ficado bem curtinha. Precisava de muito pouco para se inclinar e ver de que cor era a calcinha dela. Lúcia girou a garrafa de novo, e a vez foi do namorado dela.
– Peço desafio, amor. Te desafio a desabrochar outro botão da sua camiseta. Meu desafio vale 1200.
Lúcia sabia o que todos estavam tramando: queriam deixar ela com os peitos de fora. Mas, na real, ela já tava pouco se lixando. Se sentia muito tesuda e era óbvio que mostrar um pouco os peitos não incomodava ela em nada. Além disso, tava ganhando uma grana boa. Então, desabrochou o terceiro botão.
Dessa vez, os peitos dela transbordaram, quase saindo pra fora da camiseta. O último botão tentava segurar com força aqueles peitões enormes lá dentro. A camiseta branca, todo mundo babando ao ver aquele par de peitos enquanto a Lúcia guardava o dinheiro que tinha ganhado. A garrafa girou, e dessa vez foi a vez do irmão dela.
— Meu desafio, irmãzinha, é você me deixar tirar seu sutiã por baixo da sua camiseta. Vai custar 1600, o que acha?
Lúcia olhou surpresa, mas sabia que o irmão era ruim com ela, então, toda excitada, falou:
— Não, irmãozinho, oferece mais pra valer a pena, já que não vão ver qualquer coisa.
— Ok, fuck you, 1800. Pensa bem, é um dinheirinho bom pra sua caixinha.
A ambição da Lúcia fez ela aceitar o desafio. O irmão foi até ela, enfiou as mãos nas costas dela por baixo da camiseta e desabotoou rapidinho o fecho do sutiã. Na hora, os peitos dela caíram, se apoiando na camiseta, ameaçando escapar. Todo mundo olhou pra aqueles bicos rosadinhos deliciosos e durinhos, que marcavam claramente no tecido fino da camiseta branca de escola. Lúcia tirou o sutiã rosa pro lado pra poder girar a garrafa, mas nisso o pai falou:
— Bom, já terminamos a primeira rodada. Que tal tomarmos outra taça de vinho pra refrescar um pouco? Mas antes disso, filha, você quer continuar jogando ou não?
— Tá falando sério, pai? Claro que quero continuar jogando e ganhando dinheirinho.
Deram outra taça de vinho pra Lúcia, e dessa vez o pai colocou o dobro de gotas do elixir que da primeira vez. Brindando, ela tomou o vinho todo. Mal começava a segunda rodada, e segurando a garrafa, ela mordeu os lábios, porque a buceta dela começou a lubrificar e ela sentiu uma vontade danada de pelo menos se tocar. Nossa, aquele elixir do prazer tinha efeito rápido. Tentando se controlar, girou a garrafa, e a vez foi do tio dela.
— Bom, sobrinha, escolho pergunta e vai custar 1000. Me diz sinceramente: você é virgem do cu?
— Nossa, tio, que pergunta pesada. Mas sim, ainda sou virgem de lá.
— Por que, sobrinha? Tem medo de te comerem por trás?
— Dizem que é muito dolorido, tio, mas eu acho que meu cu é muito... importante pra mim, e se eu vou dar pra alguém, tem que ser alguém muito especial.
Lúcia, excitada, girou a garrafa, escolhendo dessa vez o irmão dela.
— Ok, irmãzinha, vai ser desafio. Te desafio a deixar eu tirar sua calcinha por baixo da sua saia. Esse desafio vai custar 2000.
Lúcia sorriu pro irmão, aceitou o desafio e na mesma hora meteu as mãos por baixo da saia escolar e foi descendo aquela calcinha rosa excitante, já molhada e cheirando a mulher gostosa. O irmão guardou a calcinha no bolso da calça, e Lúcia, já desesperada de tesão, girou a garrafa na hora. Era a vez do pai.
— Ok, filha, vai ser desafio. Essa noite você se comportou muito mal e foi uma menina muito safada, então te desafio a deixar eu te dar umas palmadas por ter sido uma menina muito má essa noite. Vou te dar 2100.
Lúcia, completamente perdendo o controle de si mesma, como uma menina de castigo, deitou de bruços nas pernas do pai, e ele, levantando a saia escolar dela, deixou exposto aquele par de bundas brancas, redondinhas e duras. Todos se esfregando o pau por cima da calça olhavam o cenário, enquanto os peitos de Lúcia, não aguentando a gravidade, balançavam e pendiam pra fora da camiseta aberta.
O pai levantou a mão e deu uma boa palmada, fazendo o corpinho todo dela tremer. E Lúcia, soltando um gemido gostoso, soube naquele momento que as palmadas a deixavam a mil. Outra palmada o pai soltou, fazendo a bunda dela tremer, e Lúcia soltou outro gemido delicioso, excitando os outros.
— Aguenta mais uma palmada, meu amor?
— Não, pai, por favor, já chega.
O pai percebeu que a filha tava extremamente excitada com o elixir e com as duas palmadas que tinha dado. Então ajudou a filha a se levantar, que já mostrava cara de uma putinha inocente e gostosa. Ela, como conseguiu, ajeitou os peitos dentro da camiseta, mas sabia que já não importava tanto, porque todos já tinham visto mais do que o normal. Tremendo, sentou e pegou a garrafa pra girar. Dessa vez era Vez do vovô.
—Tá bom, filhinha, vai ser um desafio. Aqui no bolso da minha calça tenho umas bolas chinesas. Te desafio a deixar eu colocar cada bola no seu cu. Meu desafio vai custar 2500.
Lúcia olhou espantada para a mão do avô, que segurava um cordão com quatro bolas prateadas do tamanho de um limão. Nunca tinha visto aquele tipo de brinquedo sexual.
—Mas vovô, são bolas demais e ainda são muito grandes. Acho que não vai entrar nem uma.
—Você ainda não conhece as capacidades do seu corpo gostoso. Seu cu aguenta isso e mais.
Lúcia, já entregue ao que quer que fosse acontecer, aceitou o desafio e se levantou, caminhando até o avô.
—Vem, filho, me ajuda com a Lúcia.
E o avô e o pai posicionaram Lúcia, deixando ela de joelhos em cima do sofá, de costas para todos. Logo se ajeitaram para ver aquela cena deliciosa. Lúcia se apoiou no encosto do sofá e logo sentiu a saia escolar sendo levantada e ela sendo inclinada para trás, deixando o cu exposto. O avô passou o dedo com vaselina no cu da neta e depois passou vaselina numa bola chinesa que o pai segurava.
—Começa, filho. Primeiro uma bola, depois outra, uma de cada vez. Com cuidado, não esquece que ela ainda é virgem.
O pai colocou a primeira bola prateada sobre o cu dela e começou a fazer círculos, tentando estimular. Lúcia segurou com força o encosto do sofá com as mãos e começou a soltar gemidos deliciosos de dor, porque o pai começou a empurrar a bola contra o cu, abrindo ele devagar.
Lúcia soltou um gemido e engoliu a primeira bola chinesa. O avô se aproximou para lubrificar a segunda, e do mesmo jeito o pai começou a empurrar, conseguindo enfiar com mais facilidade. Lubrificaram a terceira e ele enfiou, empurrando as outras duas que já estavam lá dentro. Aí Lúcia começou a ofegar que nem uma putinha no cio. O pai virou para olhar a filha, pra ver se ela tava bem, e perguntou se ela aguentava a quarta bola.
—Nossa, pai, enfia logo, por favor. Não tá vendo como eu tô excitada?
O pai Segurei a quarta bola prateada lubrificada e comecei a enfiá-la, na hora Lúcia engoliu sem problemas, gemendo e se contorcendo de prazer. Todos estavam surpresos olhando como a quarta bola mal aparecia uma parte, era sinal de que o cu dela estava completamente cheio.
Lúcia sorrindo com dificuldade sabia que tinha conseguido cumprir o desafio, tinham entrado as 4 bolas chinesas do tamanho de um limão no cu pequeno e recém-estreado dela. Decidiram deixar as bolas lá dentro por um tempo e, como pôde, ela se levantou do sofá e as bolas chinesas se mexeram dentro dela se acomodando. Com muita dificuldade, queria se sentar mas já não conseguia, o prazer e a dor eram enormes.
— Desculpa, pai, já não consigo me sentar pra girar a garrafa.
— Não se preocupa, minha vida, eu cuido disso.
— Obrigada, pai.
— Antes de continuar com esse jogo, que tal a gente brindar pela minha filha, que foi muito corajosa ao jogar com todo mundo?
O pai terminou de despejar o vidrinho de elixir na taça da filha até a última gota e todos brindaram. Lúcia bebeu a taça inteira e começou a ficar louca de tesão, estava prestes a pedir pra ser comida, não importava quem, nem onde, só queria ser penetrada. Todos os outros já sabiam, Lúcia dizia com o olhar, não precisava de palavras. Então o pai soube que a hora tinha chegado, o relógio marcava 2 da manhã e a noite ainda era jovem.
— Ok, filha, pra finalizar eu vou te pedir um desafio, mais que um desafio é um jogo que a gente quer que você faça pra nós.
— Sim, pai, o que vocês quiserem, aliás, não me importo se me derem dinheiro.
— Tá bem, filha, o jogo vai ser assim: todos nós vamos ficar de pé na sua frente e você, de olhos vendados, vai engatinhar até nós e quem você escolher vai ter que fazer sexo oral. Meu desafio vai custar 4000.
Lúcia aceitou na hora, mais que pelo dinheiro era pelo tesão imenso que estava matando ela, queria saber até onde tudo isso ia chegar. Todos se posicionaram a 3 metros dela e Lúcia, com uma venda nos olhos, Os olhos dela começaram a rastejar como uma putinha que ia com o dono dela, todo mundo via como ela avançava enquanto os peitos balançavam pra fora da camiseta de escola. Com facilidade, ela chegou até eles e, com as mãos tremendo, começou a segurar as pernas dos 6, tentando escolher um.
— Escolho esse.
Então ela se ajoelhou e começou a procurar o fecho da calça, mas pra surpresa dela, sentiu uma cueca. Aí pegou e puxou tudo de uma vez, liberando um pau poderoso que ela logo pegou com a boca. Todos começaram a ver o jeito que Lúcia chupava aquele pau inteiro, então o pai dela se aproximou e tirou a venda dos olhos dela de uma vez por todas pra que ela visse quem estava chupando.
Lúcia, sem parar de chupar aquela barra de carne gostosa, olhou pra cima procurando o rosto e se encheu de espanto ao ver que era o avô dela. Ela pensou: como era possível que o avô tivesse um pau daquele tamanho e tão duro igual ferro aos 65 anos?
Na hora, Lúcia olhou pros lados e percebeu que todos os outros já estavam se despindo completamente e se aproximando um por um com o pau todo duro. Formaram um círculo, deixando ela no meio, e ela soube ali que não tinha escapatória e não tinha ninguém pra salvá-la. Mas ela se perguntava se realmente queria ser salva.
Feito uma puta de verdade, começou a chupar um e depois outro até completar os 6 paus que eram só dela. Sentia uma excitação danada por estar rodeada de tanto homem, mas também sentia medo, porque sabia que aquela noite iam rasgar ela toda — 6 paus pra uma novinha de 18 anos era carne demais pra ela comer sozinha.
Segurando o pau do namorado e o do irmão, começou a chupar um de cada vez. Aí o pai dela levantou a saia de escola da filha e se meteu entre as pernas dela, começando a comer a buceta dela igual um lobo faminto. O tio, do mesmo jeito, se colocou atrás dela e começou a tirar as bolas chinesas uma por uma, deixando um vazio no cu dela completamente. aberto e arrebentado, sem piedade o tio começou a meter a língua no cu dela fazendo círculos, matando Lucia de prazer, o avô e o primo brincavam com os peitos dela mordendo e chupando os bicos, ali estava Lucia entretendo 6 homens ao mesmo tempo, dois chupavam os paus deles, outros dois brincavam com os peitões enormes dela e os outros dois comiam o cu e a buceta dela, seus tesouros mais preciosos.
Oscar, o irmão dela já desesperado, se deitou no sofá de barriga pra cima deixando o pau bem durinho e puxou Lucia com força pra cima dele, ela caiu em cima e com mãos hábeis ele só levantou ela encaixando o pau na entrada da buceta dela e deixou ela cair, enterrando tudo de uma vez.
— pelo amor de Deus Oscar, o que que há com você, seja mais gentil comigo, seu pau é muito grosso e tá doendo.
E logo Oscar começou a bombar a irmã fazendo ela gozar de prazer, aí ela sentiu umas mãos nas costas empurrando ela pra frente e virou desconcertada, era o namorado dela subindo nela encaixando o pau, dessa vez, na entrada do cu dela.
— que que você tá tentando fazer, Carlos.
— a gente vai te ensinar como é gostosa a dupla penetração.
— não Carlos pelo amor de Deus, se você fizer isso a gente termina, Carlos não, eu te imploro.
E entre lágrimas ela sentiu o Oscar abraçar ela puxando pra perto, deixando os peitos da irmã na boca dele, e o namorado aproveitou aquele cu aberto e com um empurrão só foi enfiando devagar, Lucia chorava e reclamava enquanto Oscar e Carlos tentavam pegar o mesmo ritmo de bombada, a novinha de 18 anos naquela hora começou a ter o primeiro orgasmo da vida, porque foi demais pra ela ter duas barras de carne enterradas ao mesmo tempo.
Os dois conseguiram sincronizar metendo e tirando os paus ao mesmo tempo e começaram a bombar mais rápido, Lucia aos poucos foi começando a curtir cada vez mais a dor da dupla penetração a ponto de começar a quicar no meio dos dois homens por completo. Bombadas fortes que ela tava recebendo brutalmente.
Outro orgasmo começou a ter a Lucia, deixando ela louca de prazer, ela não sabia o que era um orgasmo e em pouco tempo já tinha tido dois. Os peitos da Lucia se mexiam com intensidade sobre o rosto do irmão dela, então Lucia sentiu quando os dois começaram a tremer e gozaram dentro da buceta e do cu dela, enchendo ela de porra. Naquele momento, Lucia teve o terceiro orgasmo da noite.
Mal recuperando o fôlego, Lucia saiu de cima do irmão e do namorado enquanto fios de porra escorriam pelas pernas dela. Aí ela viu que o tio dela se deitou de barriga pra cima no outro sofá médio, deixando o pau enorme dele todo ereto esperando por ela. Lucia, sem o tio pedir, já ia montar nele, mas ele fez sinal pra ela montar de costas. E assim, obediente, ela subiu no tio de costas pra ele. Com as mãos trêmulas, ela segurou o pau grosso do tio e colocou na buceta, mas ele mudou de lugar e enfiou no cu dela, e disse:
— Quero comer teu cu, sobrinha, além disso, tem que deixar o caminho livre pro segundo.
Lucia começou a sentar na imensidão do tio dela e, aos poucos, engoliu o pau inteiro, ficando completamente empalada. Sentindo o tio começar a bombar devagar, ela já tava tendo o quarto orgasmo da vida dela. Aí ela viu o primo se aproximando. Lucia, sem parar de gemer, abriu as pernas como quem convida ele a se juntar ao pai. Queria sentir os dois juntos. Ele se meteu entre as pernas dela e, em segundos, os dois começaram a dar a segunda dupla penetração da vida dela.
Os outros viam como Lucia, no meio do tio e do primo, aguentava as bombadas fortes enquanto as pernas dela, enfeitadas com meias brancas e sapatos pretos, se mexiam bruscamente, suspensas no ar, por causa da puta trepada que tava levando dos dois carrascos.
O tio e o primo aumentaram as bombadas, avisando que já iam acabar, e de repente explodiram. preenchendo completamente os dois buracos da Lúcia com a semente de homem dele, ainda cuspindo as últimas gotas de porra, a Lúcia conseguiu aproveitar o quinto orgasmo dela da noite. Sem conseguir se mexer, a Lúcia, ofegante, ficou deitada no peito peludo do tio dela enquanto via o pai dela se aproximando.
— Aguenta só mais um pouco, filha, falta eu e seu avô.
A Lúcia, como uma boneca de pano, sentiu o pai dela, com os braços fortes e grandes, pegá-la no colo, deixando ela suspensa no ar. Ela cruzou as pernas e se agarrou na cintura do pai dela, enquanto um pau comprido e tremendamente grosso, em formato de arco, esperava lá embaixo pra ser devorado pela adolescente.
— Pai, tô com medo, é que seu pau é grande demais.
— Não se preocupa, meu amor, vou meter devagarzinho pra você curtir como o pai entra em você.
E a Lúcia, abraçando o pescoço do pai dela, sentiu ele deixar ela cair, enfiando ela naquele pau descomunal e cheio de veias. A novinha soltou um gemido delicioso e começou a chorar, porque tanto a buceta dela quanto ela estavam sentindo a diferença de tamanho. Sem dúvida, o do pai dela era o maior de todos. A Lúcia começou a ter o sexto orgasmo dela enquanto o pai dela começava a bombar ela bem gostoso, subindo e descendo ela, deslizando ela naquela barra enorme de carne molhada pelo orgasmo que ela tinha tido. Nem deram tempo pra novinha curtir como o pai dela entrava nela, quando ela percebeu que o avô se aproximava por trás dela, passando vaselina no pau dele.
A Lúcia olhou com medo pro pau do avô dela e sabia que tinha se enganado. Na real, o pau mais grosso e comprido era o do avô, e depois o do pai dela. Como diz o ditado: tal pai, tal filho. A Lúcia, morta de nervoso, abraçou forte o pai dela, como se buscasse proteção, e fechando os olhos, sentiu o avô começar a meter sem piedade o pau dele, tentando encaixar naquele cu dilatado, mas ainda apertado. A aniversariante soltou o gemido mais gostoso dela, sentindo que o avô tinha conseguido enfiar a cabeça larga e Devagar, todo o resto.
Como uma menininha, começou a choramingar, abraçando forte o pai enquanto os dois a destruíam por dentro como máquinas. Ela sentia os dois enormes paus pulsando dentro dela e estava completamente convencida de que não havia espaço suficiente no seu corpinho para aguentar dois paus gigantescos. Começou a gritar e chorar enquanto sentia a terceira dupla penetração numa velocidade impressionante. Não aguentou mais os tamanhos e teve outro orgasmo, perdendo a conta de quantos já tinha tido naquela noite.
Suspensa no ar, subia e descia naquelas grossas barras de carne, ainda com seu uniforme escolar. Logo aumentaram as bombadas, matando a adolescente de prazer.
Ela, sentindo que estava sendo partida ao meio e morta de prazer, teve outro orgasmo, se mijando de tão gostoso que estava sendo comida. Logo o pai começou a gozar, plantando a semente dentro da buceta da filha, e o avô também deixou a semente dentro do cu dela, completamente arrebentado.
Assim que os dois paus saíram murchos, o esperma depositado dentro dela jorrou e foi escorrendo lentamente entre as pernas e coxas, pingando no chão. O pai então levou Lucia para o quarto, deitou ela na cama e a cobriu, e ela caiu num sono profundo na posição fetal.
No dia seguinte, eram 9 da manhã e a mãe desceu pra fazer o café da manhã. Passou pela sala e viu uns deitados lá e outros no tapete. Perguntou se já queriam café e todos disseram que sim. Nisso, Lucia saiu do quarto já banhada e desceu as escadas vestindo uma blusa azul bem decotada, do jeito que ela gostava, tênis branco e uma saia plissada branca bem curtinha, e no rosto um sorriso enorme de felicidade que não cabia nela.
— Mas o que foi, filha? Você acordou cedo e ainda veio toda feliz. Então quer dizer que pode me ajudar com o café da manhã. E a mãe levou a Lúcia pra cozinha preparar o café da manhã. Um tempo depois, a mãe mandou Lúcia avisar todo mundo pra se sentar no salão de jantar. Ela foi até a sala onde todo mundo estava e falou baixinho:
— Gente, muito obrigada pela noite passada. Eu realmente me diverti pra caralho e amei. Vocês me fizeram a mulher mais feliz do mundo, todos vocês. Foi um presente lindo pro meu aniversário. Ah, e minha mãe mandou dizer pra virem tomar café.
E a Lúcia, safada, se virou de costas pra eles, levantou a saia dela um pouco mais, deixando ela bem curtinha, e mostrou pra todo mundo o que eles tinham comido na noite anterior. Depois, foi andando pro salão de jantar, rebolando a bunda gostosa, enquanto eles percebiam que ela não tinha colocado calcinha. Detalhe bonito, só por causa deles. Todo mundo tomou café feliz. A Lúcia tava sentada entre o pai e o irmão, e quando a mãe se distraía, eles enfiavam os dedos na buceta dela por baixo da mesa e depois levavam à boca, saboreando aquele mel gostoso. Aí a mãe virou pro pai:
— Bom, e que bagunça foi essa que vocês fizeram ontem à noite? Quase levantei pra mandar todo mundo dormir. Só ouvia a Lúcia chorando e gemendo muito. O que vocês estavam fazendo com a coitada da minha filha?
— Nada, amor. Só estávamos jogando um jogo de castigos. E a Lúcia, como sempre, perdeu, então tivemos que castigar ela todo mundo junto.
— Olha só que abusados e em bando vocês são com a minha filha.
Nisso, o telefone tocou e a mãe atendeu, virando as costas pra eles. Enquanto isso, o avô, aproveitando a distração da mãe, se enfiou debaixo da mesa, enterrou o rosto, abriu as pernas da neta e começou a chupar a buceta dela igual um cachorro faminto. A Lúcia tentava se controlar porque a mãe tava ali e de vez em quando virava pra olhar eles. Aí, desligando o telefone, ela falou:
— Bom, pessoal, eu tenho que sair por um tempo. Fiquem em casa e, por favor, cuidem bem da minha filha. Se comportem com ela e não façam nada. Maldades abusivos, por favor que termine de comer.
—Não se preocupa, mãe, a gente vai dar de comer bem bonito pra ela, né, irmãzinha?
A mãe não entendeu o que o filho disse, e a Lúcia, sorrindo nervosa pra mãe, segurou firme a toalha da mesa, aguentando a língua do avô que continuava embaixo da mesa, chupando o clitóris rosadinho da neta, que já estava escorrendo aquele mel gostoso de mulher. Aí a mãe percebeu que o avô não estava.
—Falando nisso, cadê o vô?
Lúcia morria de nervoso e de tesão imaginando o que ia acontecer se a mãe pegasse o avô debaixo da mesa fazendo sacanagem com a filha dela. Aí o pai salvou o dia.
—O vô foi no banheiro, cê sabe como são os velhinhos da idade dele.
—Tá bom, manda um beijo pra ele, vejo vocês de tarde, tchau.
E a mãe subiu na caminhonete e foi embora. Não deixaram passar nem cinco minutos e o pai, carregando a Lúcia, falou:
—Já ouviu sua mãe, disse pra gente cuidar de te dar comida gostosa, mas não aqui na sala. Que tal a gente alimentar esses buraquinhos deliciosos que você tem no seu quarto?
—Claro que sim, pai, sou toda de vocês, podem fazer o que quiserem comigo, só não me deixem sozinha no quarto porque eu vou ficar entediada.
Lúcia nos braços do pai subiu as escadas indo pro quarto dela, feito uns noivos recém-casados indo pra lua de mel, e atrás deles iam os outros. Quando entraram no quarto, Lúcia procurou na cômoda e tirou uma cartela de camisinhas.
—Gente, aqui estão as camisinhas, dá pra todo mundo. Acho que a gente tem que usar, não acham? Ou vocês não têm medo de me deixar grávida? Imaginem o que eu ia falar pra minha mãe se eu engravidasse, que o pai do meu bebê é um de vocês?
—Filha, acho que não adianta nada usar camisinha hoje. Se você não lembra, ontem ninguém usou enquanto a gente te comia, e acho que já é tarde, porque vários gozaram dentro. Sua buceta, noite.
— Mas, papai, o que vamos falar pra minha mãe se vocês me engravidarem?
— Isso a gente vê depois, agora vamos aproveitar que ficamos sozinhos, vamos cair matando, princesa.
Nisso, o namorado da Lúcia falou:
— Lúcia, não se preocupa. Se você engravidar e não souber quem foi o sortudo que fez isso, a gente fala pra sua mãe que é meu e que vou assumir. Só relaxa, te amo, e quero que você curta esse momento com todo mundo aqui, aproveitando que sua mãe te deixou sozinha com a gente.
Lúcia, já mais tranquila, se jogou na cama em cima dos bichinhos de pelúcia e, abrindo as pernas, convidou todo mundo pra meter nela. Todos começaram a se pelar e, fechando a porta do quarto, começaram a comer ela sem pena. Na casa silenciosa e vazia, mal dava pra ouvir os gemidos enormes que Lúcia soltava da boca, porque era óbvio que estavam dando mais uma tremenda surra de rola nela entre os 6. Imaginando o tesão que seria se a mãe chegasse naquele momento, abrisse a porta do quarto da filha e visse ela ali, pelada, com 6 homens na cama comendo ela sem dó.
Fim.
— Lúcia, acorda e toma um banho pra descer e tomar café.
— Sim, mãe, já vou.
— Nada de "já vou", mocinha. Lembra que você tem que ir com seu pai comprar as coisas. Ou você não quer sua festa de aniversário?
Ao ouvir isso, Lúcia pulou da cama e foi direto pro banheiro que ficava dentro do quarto. Não fechou a porta do banheiro, já que estava no espaço dela e ninguém tinha motivo pra entrar no quarto sem permissão. Enquanto se despia, não parava de repetir:
— Já tenho 18 anos, sou maior de idade finalmente.
E abrindo o chuveiro, Lúcia começou a se lavar, sem perceber que três intrusos, escondidos da mãe, tinham entrado no quarto e ido direto pro banheiro. Era o pai, o irmão e o avô, que era pai do pai de Lúcia. Com olhos cheios de luxúria, eles a espiavam enquanto ela tomava banho tranquilamente, sem desconfiar de nada.
Lúcia era uma jovem linda, recém-completados 18 anos, pele branca, 1,65 de altura, cabelo castanho comprido, olhos verdes grandes, magra, com pernas longas e lindas. Mas sem dúvida, o que ela tinha de mais gostoso era aquele par de peitões enormes que a natureza tinha dado. E os três homens tarados que espiavam sabiam disso, babando de tesão ao ver Lúcia se inclinar pra ensaboar os tornozelos, deixando os peitões balançando e se mexendo, ambos bem gostosos.
Os três estavam com um puta pau duro, mas ouviram a mãe, que parecia estar subindo, e saíram correndo dali antes de serem descobertos. Meia hora depois, Lúcia desceu vestindo um shortinho colado e uma blusa leve com um decaço enorme, meias brancas e um tênis rosa. De qualquer jeito que se vestisse, ela era simplesmente uma gostosa. Assim que chegou na sala de jantar, todo mundo já estava esperando e gritando "feliz aniversário", começaram a... Dar o abraço nele, depois tomaram café da manhã e a mãe começou a planejar o dia.
—Bom, o plano é assim: que tal se a Lúcia e o pai dela forem comprar as coisas, o avô entregar os convites, e o Oscar e eu cuidarmos de limpar a casa?
Ninguém se opôs, todos concordaram, e logo a Lúcia subiu na caminhonete com o pai, o avô no carro dele, e foram embora. O Oscar, que era o irmão mais velho da Lúcia, com 25 anos, saiu pra dar uma olhada na avenida e, assim que o carro do avô e a caminhonete do pai sumiram, entrou em casa procurando desesperadamente pela mãe. Encontrou ela no comedor, levantando o café da manhã. Ele agarrou ela pelo cabelo e levou pra sala, enquanto dizia:
—Já sei que você planejou tudo pra gente ficar sozinho. Não sabe quanta vontade eu tô de te comer, sua puta.
—Filho, o que você tá fazendo? Espera, e se eles voltarem?
—Não se preocupa, mãe. Eles não vão voltar tão cedo, por isso quero aproveitar.
E o Oscar jogou a mãe no sofá grande, deixando ela de quatro, pronta pro filho. Levantou a saia dela até a cintura, afastou a calcinha de lado, colocou o pau na entrada da buceta dela e começou a comer ela com força, sem piedade. A mãe começou a gemer e a gozar com o pau do filho, que bombava gostoso, e se entregou pra aproveitar, porque era óbvio que não era a primeira vez que faziam aquilo. Também não era tão frequente, já que era raro ficarem sozinhos; às vezes a vontade de transar era tanta que precisavam pagar um motel.
Enquanto isso, na caminhonete, a Lúcia se inclinou pra frente pra pegar o rádio e colocar uma música. O decote era enorme, e o pai não conseguiu evitar de olhar aqueles peitões enormes aparecendo na blusa. De repente, sem querer, passaram por um buraco, e os peitos da Lúcia pularam, ameaçando escapar, e ele teve uma ereção na hora. Ela percebeu na mesma hora e, como uma menina safada, quis brincar um pouco com o próprio pai.
—Tá olhando o quê, pai?
—Não sei do que você tá falando, filha. — Sabe do que tô falando, pai, não se faz de bobo.
— Desculpa, filha, mas você também tem culpa, como é que você vem vestida assim?
— Tá bom, tá bom, pai, não se preocupa, não tem problema.
— Filha, você precisa saber que sou seu pai e te respeito, mas também precisa saber que sou um homem que ainda gosta de mulher.
— Sim, pai, claro que eu sei, só me diz uma coisa, mas preciso que você seja sincero comigo.
— Claro, filha, fala?
— Cê acha que eu tenho uns peitos bonitos?
— Filha, pelo amor de Deus, que pergunta é essa?
— Não tem nada de mais, pai, vai, me diz, você falou que ia ser sincero comigo.
— Tá bom, ok, sim, seus peitos são muito lindos e, pelo menos pra mim, eu gosto grandes assim como você tem.
— Obrigada, pai, era isso que eu queria ouvir, te amo muito.
E dando um beijo na bochecha, ela aproximou o decote, dando uma vista mais de perto pro pai, porque sendo uma menina travessa, só queria atormentar ele com seus encantos de mulher. Horas depois, Lucia voltava das compras com o pai, o avô de deixar os convites e a mãe com o filho terminavam de limpar a casa toda. Todos foram tomar banho e se vestir pra festa, e quando deu 8 horas da noite, os convidados começaram a chegar.
Família, o namorado e amigos de Lucia se divertiam junto com a aniversariante até que deu meia-noite e os convidados foram indo embora aos poucos, ficando na sala só os pais de Lucia, o avô, o irmão, o namorado, um tio e o filho dele, que era primo de Lucia. Eles iam ver um filme já que tudo tinha acabado, mas a mãe se despediu de todo mundo e subiu pra dormir, porque tava muito cansada da festa e da foda que o filho tinha dado nela de manhã. Assim que a mãe fechou a porta do quarto, Lucia, entediada, falou:
— Bom, galera, vou subir pra colocar meu pijama e desço pra me despedir, ok.
E quando Lucia entrou no quarto, o pai se juntou com todos e contou sobre um plano perverso que tinha pra filha. Todos, ao saberem do que se tratava... Era isso, não hesitaram em ficar. Logo em seguida, Lúcia desceu para se despedir e avisar ao namorado que, se fosse ficar, avisasse a casa dele.
— Filha, como assim já vai dormir? É a sua festa, não seja chata.
— É que já não tem música, nem dança, nem meus amigos, pai.
— Mas, filha, não é só assim que a gente se diverte. Tem outras formas de se divertir também. Olha, tive uma ideia pra você continuar se divertindo aqui com a gente. Quer saber qual é?
— Vamos ver, me diz qual é essa ideia tão divertida que você tem pra mim.
— Ok, é um jogo chamado verdade ou desafio, e se joga com uma garrafa.
— Ah, pai, já conheço esse jogo e, sinceramente, não tem nada de divertido.
— Sei disso, filha, mas que tal se a gente mudar algumas coisas e algumas regras nesse jogo? Não te parece interessante?
— Bom, vamos ver, como é que ia funcionar então?
— Ok, vou explicar pra você e pros outros pra todo mundo entender. Esse jogo vai se chamar pergunta ou desafio. Você, por ser a aniversariante, vai sempre girar a garrafa, e quem a garrafa apontar vai decidir se te faz uma pergunta ou te dá um desafio, e vai oferecer uma quantia em dinheiro. Se você responder à pergunta ou cumprir o desafio, ganha esse dinheiro.
— Sério, dinheiro de verdade?
— Sim, filha, dinheiro de verdade. E a gente vai te dar três condições: número um, ninguém vai te obrigar a fazer nada que você não queira; número dois, se você não quiser fazer o desafio ou responder a pergunta, é só falar "passo" e pronto, mas não ganha o prêmio em dinheiro; e número três, quando você não quiser mais jogar, é só falar pra gente, a gente para e vai dormir, ok?
— Tá bom, esse jogo me chamou a atenção. Vou jogar com todo mundo, ok, mas não passem dos limites comigo, por favor. Me respeitem, já que sou a única mulher no meio de vocês.
E assim Lúcia aceitou jogar esse jogo com todos eles, sem saber o que a esperava mais adiante. O pai pegou a garrafa vazia pro jogo, abriu uma garrafa de vinho e deu uma taça pra cada um. Nisso, Oscar se aproximou do pai e entregou um vidrinho sem que ninguém visse. Lucia percebeu.
— Olha, pai, este é um elixir de prazer. Coloca umas gotinhas no copo da Lucia que ela vai ficar excitada rapidinho e aí vai ser mais divertido pra todo mundo.
O pai colocou 10 gotas no copo da Lucia e entregou pra ela.
— Mas pai, vocês não me deixam beber.
— Sei disso, meu amor, mas é seu aniversário e além disso você já é maior de idade, eu te dou permissão pra tomar uns copinhos, só não conta nada pra sua mãe, ok?
E Lucia aceitou o copo de vinho do pai.
— Vamos lá, todo mundo com o copo pra cima, vamos brindar ao aniversário da minha filha, e a esse jogo que seja divertido pra todos, saúde.
E todos beberam seus copos, incluindo Lucia, deixando-os vazios. Na sequência, todos se sentaram no tapete da sala formando um círculo, com a garrafa no meio. Lucia segurou a garrafa e, de imediato, as gotas do elixir fizeram efeito, pois de repente ela começou a sentir muito calor no corpinho e uma sensação estranha e intensa entre as pernas. Corada, ela pegou a garrafa e girou, começando aquele jogo perverso para ela. O escolhido foi o avô.
— Peço desafio, filha. Desafio você a vestir isso que está dentro desta caixa. Meu desafio vai custar 500.
Lucia pegou a caixa, olhando desconfiada para o avô.
— Não se preocupa, Luci, não é nada de mal, é só roupa.
Lucia entrou no banheiro de baixo com a caixa e minutos depois saiu vestindo um lindo uniforme de colegial. Todos olharam com desejo para Lucia, que vestia uma camiseta branca com 4 botões, uma gravata azul, uma saia plissada azul, meias brancas longas até os joelhos com laços azuis, sapatos pretos e uma boina na cabeça. Ela realmente estava uma gostosa. Na sequência, foi se sentar no lugar e, usando a caixa como cofrinho, depositaram os primeiros 500 ganhos. De novo, ela girou a garrafa e foi a vez do tio.
— Peço desafio, sobrinha. Desafio você a desabotoar um botão da sua camiseta, o que você quiser. Meu desafio vai custar 700.
Lucia sorriu nervosa, olhando para o tio, mas claro que não ia deixar escapar esses 700, então... desabrocho o primeiro botão da camiseta dela, mostrando levemente os peitos. Lúcia guardou os 700 na caixa dela e girou a garrafa de novo, dessa vez a vez foi do primo dela, o filho do tio dela.
– Peço desafio, prima. Te desafio a desabrochar outro botão da sua camiseta. Vai custar 900.
Os olhos de Lúcia brilharam com aquela quantia e, se sentindo mais excitada a cada vez, ela desabrochou o segundo botão, já menos envergonhada. Dessa vez a camiseta abriu um pouco mais, mostrando mais os peitos dela, que ainda estavam apertados naquela camiseta decotada. Com mãos ambiciosas, Lúcia guardou os 900 na caixa e girou a garrafa na hora. Dessa vez, foi a vez do pai.
– Peço desafio, filha. Te desafio a vir aqui comigo e me deixar levantar sua saia escolar até onde eu quiser. Meu desafio vai custar 1000.
Lúcia, já excitada, estava perdendo a vergonha e ganhando mais confiança. Caminhou até o pai sorrindo, com as bochechas coradas. O pai dela se levantou e, segurando a saia escolar, começou a levantá-la até que ficasse bem acima dos joelhos dela.
– Já, pai, não tão alto, para de inventar.
E Lúcia voltou pro lugar dela, colocando o dinheiro na caixa enquanto o pai admirava aquele lindo par de pernas brancas. Parece que ele tinha exagerado um pouco, porque tinha levantado a saia escolar demais e ela tinha ficado bem curtinha. Precisava de muito pouco para se inclinar e ver de que cor era a calcinha dela. Lúcia girou a garrafa de novo, e a vez foi do namorado dela.
– Peço desafio, amor. Te desafio a desabrochar outro botão da sua camiseta. Meu desafio vale 1200.
Lúcia sabia o que todos estavam tramando: queriam deixar ela com os peitos de fora. Mas, na real, ela já tava pouco se lixando. Se sentia muito tesuda e era óbvio que mostrar um pouco os peitos não incomodava ela em nada. Além disso, tava ganhando uma grana boa. Então, desabrochou o terceiro botão.
Dessa vez, os peitos dela transbordaram, quase saindo pra fora da camiseta. O último botão tentava segurar com força aqueles peitões enormes lá dentro. A camiseta branca, todo mundo babando ao ver aquele par de peitos enquanto a Lúcia guardava o dinheiro que tinha ganhado. A garrafa girou, e dessa vez foi a vez do irmão dela.
— Meu desafio, irmãzinha, é você me deixar tirar seu sutiã por baixo da sua camiseta. Vai custar 1600, o que acha?
Lúcia olhou surpresa, mas sabia que o irmão era ruim com ela, então, toda excitada, falou:
— Não, irmãozinho, oferece mais pra valer a pena, já que não vão ver qualquer coisa.
— Ok, fuck you, 1800. Pensa bem, é um dinheirinho bom pra sua caixinha.
A ambição da Lúcia fez ela aceitar o desafio. O irmão foi até ela, enfiou as mãos nas costas dela por baixo da camiseta e desabotoou rapidinho o fecho do sutiã. Na hora, os peitos dela caíram, se apoiando na camiseta, ameaçando escapar. Todo mundo olhou pra aqueles bicos rosadinhos deliciosos e durinhos, que marcavam claramente no tecido fino da camiseta branca de escola. Lúcia tirou o sutiã rosa pro lado pra poder girar a garrafa, mas nisso o pai falou:
— Bom, já terminamos a primeira rodada. Que tal tomarmos outra taça de vinho pra refrescar um pouco? Mas antes disso, filha, você quer continuar jogando ou não?
— Tá falando sério, pai? Claro que quero continuar jogando e ganhando dinheirinho.
Deram outra taça de vinho pra Lúcia, e dessa vez o pai colocou o dobro de gotas do elixir que da primeira vez. Brindando, ela tomou o vinho todo. Mal começava a segunda rodada, e segurando a garrafa, ela mordeu os lábios, porque a buceta dela começou a lubrificar e ela sentiu uma vontade danada de pelo menos se tocar. Nossa, aquele elixir do prazer tinha efeito rápido. Tentando se controlar, girou a garrafa, e a vez foi do tio dela.
— Bom, sobrinha, escolho pergunta e vai custar 1000. Me diz sinceramente: você é virgem do cu?
— Nossa, tio, que pergunta pesada. Mas sim, ainda sou virgem de lá.
— Por que, sobrinha? Tem medo de te comerem por trás?
— Dizem que é muito dolorido, tio, mas eu acho que meu cu é muito... importante pra mim, e se eu vou dar pra alguém, tem que ser alguém muito especial.
Lúcia, excitada, girou a garrafa, escolhendo dessa vez o irmão dela.
— Ok, irmãzinha, vai ser desafio. Te desafio a deixar eu tirar sua calcinha por baixo da sua saia. Esse desafio vai custar 2000.
Lúcia sorriu pro irmão, aceitou o desafio e na mesma hora meteu as mãos por baixo da saia escolar e foi descendo aquela calcinha rosa excitante, já molhada e cheirando a mulher gostosa. O irmão guardou a calcinha no bolso da calça, e Lúcia, já desesperada de tesão, girou a garrafa na hora. Era a vez do pai.
— Ok, filha, vai ser desafio. Essa noite você se comportou muito mal e foi uma menina muito safada, então te desafio a deixar eu te dar umas palmadas por ter sido uma menina muito má essa noite. Vou te dar 2100.
Lúcia, completamente perdendo o controle de si mesma, como uma menina de castigo, deitou de bruços nas pernas do pai, e ele, levantando a saia escolar dela, deixou exposto aquele par de bundas brancas, redondinhas e duras. Todos se esfregando o pau por cima da calça olhavam o cenário, enquanto os peitos de Lúcia, não aguentando a gravidade, balançavam e pendiam pra fora da camiseta aberta.
O pai levantou a mão e deu uma boa palmada, fazendo o corpinho todo dela tremer. E Lúcia, soltando um gemido gostoso, soube naquele momento que as palmadas a deixavam a mil. Outra palmada o pai soltou, fazendo a bunda dela tremer, e Lúcia soltou outro gemido delicioso, excitando os outros.
— Aguenta mais uma palmada, meu amor?
— Não, pai, por favor, já chega.
O pai percebeu que a filha tava extremamente excitada com o elixir e com as duas palmadas que tinha dado. Então ajudou a filha a se levantar, que já mostrava cara de uma putinha inocente e gostosa. Ela, como conseguiu, ajeitou os peitos dentro da camiseta, mas sabia que já não importava tanto, porque todos já tinham visto mais do que o normal. Tremendo, sentou e pegou a garrafa pra girar. Dessa vez era Vez do vovô.
—Tá bom, filhinha, vai ser um desafio. Aqui no bolso da minha calça tenho umas bolas chinesas. Te desafio a deixar eu colocar cada bola no seu cu. Meu desafio vai custar 2500.
Lúcia olhou espantada para a mão do avô, que segurava um cordão com quatro bolas prateadas do tamanho de um limão. Nunca tinha visto aquele tipo de brinquedo sexual.
—Mas vovô, são bolas demais e ainda são muito grandes. Acho que não vai entrar nem uma.
—Você ainda não conhece as capacidades do seu corpo gostoso. Seu cu aguenta isso e mais.
Lúcia, já entregue ao que quer que fosse acontecer, aceitou o desafio e se levantou, caminhando até o avô.
—Vem, filho, me ajuda com a Lúcia.
E o avô e o pai posicionaram Lúcia, deixando ela de joelhos em cima do sofá, de costas para todos. Logo se ajeitaram para ver aquela cena deliciosa. Lúcia se apoiou no encosto do sofá e logo sentiu a saia escolar sendo levantada e ela sendo inclinada para trás, deixando o cu exposto. O avô passou o dedo com vaselina no cu da neta e depois passou vaselina numa bola chinesa que o pai segurava.
—Começa, filho. Primeiro uma bola, depois outra, uma de cada vez. Com cuidado, não esquece que ela ainda é virgem.
O pai colocou a primeira bola prateada sobre o cu dela e começou a fazer círculos, tentando estimular. Lúcia segurou com força o encosto do sofá com as mãos e começou a soltar gemidos deliciosos de dor, porque o pai começou a empurrar a bola contra o cu, abrindo ele devagar.
Lúcia soltou um gemido e engoliu a primeira bola chinesa. O avô se aproximou para lubrificar a segunda, e do mesmo jeito o pai começou a empurrar, conseguindo enfiar com mais facilidade. Lubrificaram a terceira e ele enfiou, empurrando as outras duas que já estavam lá dentro. Aí Lúcia começou a ofegar que nem uma putinha no cio. O pai virou para olhar a filha, pra ver se ela tava bem, e perguntou se ela aguentava a quarta bola.
—Nossa, pai, enfia logo, por favor. Não tá vendo como eu tô excitada?
O pai Segurei a quarta bola prateada lubrificada e comecei a enfiá-la, na hora Lúcia engoliu sem problemas, gemendo e se contorcendo de prazer. Todos estavam surpresos olhando como a quarta bola mal aparecia uma parte, era sinal de que o cu dela estava completamente cheio.
Lúcia sorrindo com dificuldade sabia que tinha conseguido cumprir o desafio, tinham entrado as 4 bolas chinesas do tamanho de um limão no cu pequeno e recém-estreado dela. Decidiram deixar as bolas lá dentro por um tempo e, como pôde, ela se levantou do sofá e as bolas chinesas se mexeram dentro dela se acomodando. Com muita dificuldade, queria se sentar mas já não conseguia, o prazer e a dor eram enormes.
— Desculpa, pai, já não consigo me sentar pra girar a garrafa.
— Não se preocupa, minha vida, eu cuido disso.
— Obrigada, pai.
— Antes de continuar com esse jogo, que tal a gente brindar pela minha filha, que foi muito corajosa ao jogar com todo mundo?
O pai terminou de despejar o vidrinho de elixir na taça da filha até a última gota e todos brindaram. Lúcia bebeu a taça inteira e começou a ficar louca de tesão, estava prestes a pedir pra ser comida, não importava quem, nem onde, só queria ser penetrada. Todos os outros já sabiam, Lúcia dizia com o olhar, não precisava de palavras. Então o pai soube que a hora tinha chegado, o relógio marcava 2 da manhã e a noite ainda era jovem.
— Ok, filha, pra finalizar eu vou te pedir um desafio, mais que um desafio é um jogo que a gente quer que você faça pra nós.
— Sim, pai, o que vocês quiserem, aliás, não me importo se me derem dinheiro.
— Tá bem, filha, o jogo vai ser assim: todos nós vamos ficar de pé na sua frente e você, de olhos vendados, vai engatinhar até nós e quem você escolher vai ter que fazer sexo oral. Meu desafio vai custar 4000.
Lúcia aceitou na hora, mais que pelo dinheiro era pelo tesão imenso que estava matando ela, queria saber até onde tudo isso ia chegar. Todos se posicionaram a 3 metros dela e Lúcia, com uma venda nos olhos, Os olhos dela começaram a rastejar como uma putinha que ia com o dono dela, todo mundo via como ela avançava enquanto os peitos balançavam pra fora da camiseta de escola. Com facilidade, ela chegou até eles e, com as mãos tremendo, começou a segurar as pernas dos 6, tentando escolher um.
— Escolho esse.
Então ela se ajoelhou e começou a procurar o fecho da calça, mas pra surpresa dela, sentiu uma cueca. Aí pegou e puxou tudo de uma vez, liberando um pau poderoso que ela logo pegou com a boca. Todos começaram a ver o jeito que Lúcia chupava aquele pau inteiro, então o pai dela se aproximou e tirou a venda dos olhos dela de uma vez por todas pra que ela visse quem estava chupando.
Lúcia, sem parar de chupar aquela barra de carne gostosa, olhou pra cima procurando o rosto e se encheu de espanto ao ver que era o avô dela. Ela pensou: como era possível que o avô tivesse um pau daquele tamanho e tão duro igual ferro aos 65 anos?
Na hora, Lúcia olhou pros lados e percebeu que todos os outros já estavam se despindo completamente e se aproximando um por um com o pau todo duro. Formaram um círculo, deixando ela no meio, e ela soube ali que não tinha escapatória e não tinha ninguém pra salvá-la. Mas ela se perguntava se realmente queria ser salva.
Feito uma puta de verdade, começou a chupar um e depois outro até completar os 6 paus que eram só dela. Sentia uma excitação danada por estar rodeada de tanto homem, mas também sentia medo, porque sabia que aquela noite iam rasgar ela toda — 6 paus pra uma novinha de 18 anos era carne demais pra ela comer sozinha.
Segurando o pau do namorado e o do irmão, começou a chupar um de cada vez. Aí o pai dela levantou a saia de escola da filha e se meteu entre as pernas dela, começando a comer a buceta dela igual um lobo faminto. O tio, do mesmo jeito, se colocou atrás dela e começou a tirar as bolas chinesas uma por uma, deixando um vazio no cu dela completamente. aberto e arrebentado, sem piedade o tio começou a meter a língua no cu dela fazendo círculos, matando Lucia de prazer, o avô e o primo brincavam com os peitos dela mordendo e chupando os bicos, ali estava Lucia entretendo 6 homens ao mesmo tempo, dois chupavam os paus deles, outros dois brincavam com os peitões enormes dela e os outros dois comiam o cu e a buceta dela, seus tesouros mais preciosos.
Oscar, o irmão dela já desesperado, se deitou no sofá de barriga pra cima deixando o pau bem durinho e puxou Lucia com força pra cima dele, ela caiu em cima e com mãos hábeis ele só levantou ela encaixando o pau na entrada da buceta dela e deixou ela cair, enterrando tudo de uma vez.
— pelo amor de Deus Oscar, o que que há com você, seja mais gentil comigo, seu pau é muito grosso e tá doendo.
E logo Oscar começou a bombar a irmã fazendo ela gozar de prazer, aí ela sentiu umas mãos nas costas empurrando ela pra frente e virou desconcertada, era o namorado dela subindo nela encaixando o pau, dessa vez, na entrada do cu dela.
— que que você tá tentando fazer, Carlos.
— a gente vai te ensinar como é gostosa a dupla penetração.
— não Carlos pelo amor de Deus, se você fizer isso a gente termina, Carlos não, eu te imploro.
E entre lágrimas ela sentiu o Oscar abraçar ela puxando pra perto, deixando os peitos da irmã na boca dele, e o namorado aproveitou aquele cu aberto e com um empurrão só foi enfiando devagar, Lucia chorava e reclamava enquanto Oscar e Carlos tentavam pegar o mesmo ritmo de bombada, a novinha de 18 anos naquela hora começou a ter o primeiro orgasmo da vida, porque foi demais pra ela ter duas barras de carne enterradas ao mesmo tempo.
Os dois conseguiram sincronizar metendo e tirando os paus ao mesmo tempo e começaram a bombar mais rápido, Lucia aos poucos foi começando a curtir cada vez mais a dor da dupla penetração a ponto de começar a quicar no meio dos dois homens por completo. Bombadas fortes que ela tava recebendo brutalmente.
Outro orgasmo começou a ter a Lucia, deixando ela louca de prazer, ela não sabia o que era um orgasmo e em pouco tempo já tinha tido dois. Os peitos da Lucia se mexiam com intensidade sobre o rosto do irmão dela, então Lucia sentiu quando os dois começaram a tremer e gozaram dentro da buceta e do cu dela, enchendo ela de porra. Naquele momento, Lucia teve o terceiro orgasmo da noite.
Mal recuperando o fôlego, Lucia saiu de cima do irmão e do namorado enquanto fios de porra escorriam pelas pernas dela. Aí ela viu que o tio dela se deitou de barriga pra cima no outro sofá médio, deixando o pau enorme dele todo ereto esperando por ela. Lucia, sem o tio pedir, já ia montar nele, mas ele fez sinal pra ela montar de costas. E assim, obediente, ela subiu no tio de costas pra ele. Com as mãos trêmulas, ela segurou o pau grosso do tio e colocou na buceta, mas ele mudou de lugar e enfiou no cu dela, e disse:
— Quero comer teu cu, sobrinha, além disso, tem que deixar o caminho livre pro segundo.
Lucia começou a sentar na imensidão do tio dela e, aos poucos, engoliu o pau inteiro, ficando completamente empalada. Sentindo o tio começar a bombar devagar, ela já tava tendo o quarto orgasmo da vida dela. Aí ela viu o primo se aproximando. Lucia, sem parar de gemer, abriu as pernas como quem convida ele a se juntar ao pai. Queria sentir os dois juntos. Ele se meteu entre as pernas dela e, em segundos, os dois começaram a dar a segunda dupla penetração da vida dela.
Os outros viam como Lucia, no meio do tio e do primo, aguentava as bombadas fortes enquanto as pernas dela, enfeitadas com meias brancas e sapatos pretos, se mexiam bruscamente, suspensas no ar, por causa da puta trepada que tava levando dos dois carrascos.
O tio e o primo aumentaram as bombadas, avisando que já iam acabar, e de repente explodiram. preenchendo completamente os dois buracos da Lúcia com a semente de homem dele, ainda cuspindo as últimas gotas de porra, a Lúcia conseguiu aproveitar o quinto orgasmo dela da noite. Sem conseguir se mexer, a Lúcia, ofegante, ficou deitada no peito peludo do tio dela enquanto via o pai dela se aproximando.
— Aguenta só mais um pouco, filha, falta eu e seu avô.
A Lúcia, como uma boneca de pano, sentiu o pai dela, com os braços fortes e grandes, pegá-la no colo, deixando ela suspensa no ar. Ela cruzou as pernas e se agarrou na cintura do pai dela, enquanto um pau comprido e tremendamente grosso, em formato de arco, esperava lá embaixo pra ser devorado pela adolescente.
— Pai, tô com medo, é que seu pau é grande demais.
— Não se preocupa, meu amor, vou meter devagarzinho pra você curtir como o pai entra em você.
E a Lúcia, abraçando o pescoço do pai dela, sentiu ele deixar ela cair, enfiando ela naquele pau descomunal e cheio de veias. A novinha soltou um gemido delicioso e começou a chorar, porque tanto a buceta dela quanto ela estavam sentindo a diferença de tamanho. Sem dúvida, o do pai dela era o maior de todos. A Lúcia começou a ter o sexto orgasmo dela enquanto o pai dela começava a bombar ela bem gostoso, subindo e descendo ela, deslizando ela naquela barra enorme de carne molhada pelo orgasmo que ela tinha tido. Nem deram tempo pra novinha curtir como o pai dela entrava nela, quando ela percebeu que o avô se aproximava por trás dela, passando vaselina no pau dele.
A Lúcia olhou com medo pro pau do avô dela e sabia que tinha se enganado. Na real, o pau mais grosso e comprido era o do avô, e depois o do pai dela. Como diz o ditado: tal pai, tal filho. A Lúcia, morta de nervoso, abraçou forte o pai dela, como se buscasse proteção, e fechando os olhos, sentiu o avô começar a meter sem piedade o pau dele, tentando encaixar naquele cu dilatado, mas ainda apertado. A aniversariante soltou o gemido mais gostoso dela, sentindo que o avô tinha conseguido enfiar a cabeça larga e Devagar, todo o resto.
Como uma menininha, começou a choramingar, abraçando forte o pai enquanto os dois a destruíam por dentro como máquinas. Ela sentia os dois enormes paus pulsando dentro dela e estava completamente convencida de que não havia espaço suficiente no seu corpinho para aguentar dois paus gigantescos. Começou a gritar e chorar enquanto sentia a terceira dupla penetração numa velocidade impressionante. Não aguentou mais os tamanhos e teve outro orgasmo, perdendo a conta de quantos já tinha tido naquela noite.
Suspensa no ar, subia e descia naquelas grossas barras de carne, ainda com seu uniforme escolar. Logo aumentaram as bombadas, matando a adolescente de prazer.
Ela, sentindo que estava sendo partida ao meio e morta de prazer, teve outro orgasmo, se mijando de tão gostoso que estava sendo comida. Logo o pai começou a gozar, plantando a semente dentro da buceta da filha, e o avô também deixou a semente dentro do cu dela, completamente arrebentado.
Assim que os dois paus saíram murchos, o esperma depositado dentro dela jorrou e foi escorrendo lentamente entre as pernas e coxas, pingando no chão. O pai então levou Lucia para o quarto, deitou ela na cama e a cobriu, e ela caiu num sono profundo na posição fetal.
No dia seguinte, eram 9 da manhã e a mãe desceu pra fazer o café da manhã. Passou pela sala e viu uns deitados lá e outros no tapete. Perguntou se já queriam café e todos disseram que sim. Nisso, Lucia saiu do quarto já banhada e desceu as escadas vestindo uma blusa azul bem decotada, do jeito que ela gostava, tênis branco e uma saia plissada branca bem curtinha, e no rosto um sorriso enorme de felicidade que não cabia nela.
— Mas o que foi, filha? Você acordou cedo e ainda veio toda feliz. Então quer dizer que pode me ajudar com o café da manhã. E a mãe levou a Lúcia pra cozinha preparar o café da manhã. Um tempo depois, a mãe mandou Lúcia avisar todo mundo pra se sentar no salão de jantar. Ela foi até a sala onde todo mundo estava e falou baixinho:
— Gente, muito obrigada pela noite passada. Eu realmente me diverti pra caralho e amei. Vocês me fizeram a mulher mais feliz do mundo, todos vocês. Foi um presente lindo pro meu aniversário. Ah, e minha mãe mandou dizer pra virem tomar café.
E a Lúcia, safada, se virou de costas pra eles, levantou a saia dela um pouco mais, deixando ela bem curtinha, e mostrou pra todo mundo o que eles tinham comido na noite anterior. Depois, foi andando pro salão de jantar, rebolando a bunda gostosa, enquanto eles percebiam que ela não tinha colocado calcinha. Detalhe bonito, só por causa deles. Todo mundo tomou café feliz. A Lúcia tava sentada entre o pai e o irmão, e quando a mãe se distraía, eles enfiavam os dedos na buceta dela por baixo da mesa e depois levavam à boca, saboreando aquele mel gostoso. Aí a mãe virou pro pai:
— Bom, e que bagunça foi essa que vocês fizeram ontem à noite? Quase levantei pra mandar todo mundo dormir. Só ouvia a Lúcia chorando e gemendo muito. O que vocês estavam fazendo com a coitada da minha filha?
— Nada, amor. Só estávamos jogando um jogo de castigos. E a Lúcia, como sempre, perdeu, então tivemos que castigar ela todo mundo junto.
— Olha só que abusados e em bando vocês são com a minha filha.
Nisso, o telefone tocou e a mãe atendeu, virando as costas pra eles. Enquanto isso, o avô, aproveitando a distração da mãe, se enfiou debaixo da mesa, enterrou o rosto, abriu as pernas da neta e começou a chupar a buceta dela igual um cachorro faminto. A Lúcia tentava se controlar porque a mãe tava ali e de vez em quando virava pra olhar eles. Aí, desligando o telefone, ela falou:
— Bom, pessoal, eu tenho que sair por um tempo. Fiquem em casa e, por favor, cuidem bem da minha filha. Se comportem com ela e não façam nada. Maldades abusivos, por favor que termine de comer.
—Não se preocupa, mãe, a gente vai dar de comer bem bonito pra ela, né, irmãzinha?
A mãe não entendeu o que o filho disse, e a Lúcia, sorrindo nervosa pra mãe, segurou firme a toalha da mesa, aguentando a língua do avô que continuava embaixo da mesa, chupando o clitóris rosadinho da neta, que já estava escorrendo aquele mel gostoso de mulher. Aí a mãe percebeu que o avô não estava.
—Falando nisso, cadê o vô?
Lúcia morria de nervoso e de tesão imaginando o que ia acontecer se a mãe pegasse o avô debaixo da mesa fazendo sacanagem com a filha dela. Aí o pai salvou o dia.
—O vô foi no banheiro, cê sabe como são os velhinhos da idade dele.
—Tá bom, manda um beijo pra ele, vejo vocês de tarde, tchau.
E a mãe subiu na caminhonete e foi embora. Não deixaram passar nem cinco minutos e o pai, carregando a Lúcia, falou:
—Já ouviu sua mãe, disse pra gente cuidar de te dar comida gostosa, mas não aqui na sala. Que tal a gente alimentar esses buraquinhos deliciosos que você tem no seu quarto?
—Claro que sim, pai, sou toda de vocês, podem fazer o que quiserem comigo, só não me deixem sozinha no quarto porque eu vou ficar entediada.
Lúcia nos braços do pai subiu as escadas indo pro quarto dela, feito uns noivos recém-casados indo pra lua de mel, e atrás deles iam os outros. Quando entraram no quarto, Lúcia procurou na cômoda e tirou uma cartela de camisinhas.
—Gente, aqui estão as camisinhas, dá pra todo mundo. Acho que a gente tem que usar, não acham? Ou vocês não têm medo de me deixar grávida? Imaginem o que eu ia falar pra minha mãe se eu engravidasse, que o pai do meu bebê é um de vocês?
—Filha, acho que não adianta nada usar camisinha hoje. Se você não lembra, ontem ninguém usou enquanto a gente te comia, e acho que já é tarde, porque vários gozaram dentro. Sua buceta, noite.
— Mas, papai, o que vamos falar pra minha mãe se vocês me engravidarem?
— Isso a gente vê depois, agora vamos aproveitar que ficamos sozinhos, vamos cair matando, princesa.
Nisso, o namorado da Lúcia falou:
— Lúcia, não se preocupa. Se você engravidar e não souber quem foi o sortudo que fez isso, a gente fala pra sua mãe que é meu e que vou assumir. Só relaxa, te amo, e quero que você curta esse momento com todo mundo aqui, aproveitando que sua mãe te deixou sozinha com a gente.
Lúcia, já mais tranquila, se jogou na cama em cima dos bichinhos de pelúcia e, abrindo as pernas, convidou todo mundo pra meter nela. Todos começaram a se pelar e, fechando a porta do quarto, começaram a comer ela sem pena. Na casa silenciosa e vazia, mal dava pra ouvir os gemidos enormes que Lúcia soltava da boca, porque era óbvio que estavam dando mais uma tremenda surra de rola nela entre os 6. Imaginando o tesão que seria se a mãe chegasse naquele momento, abrisse a porta do quarto da filha e visse ela ali, pelada, com 6 homens na cama comendo ela sem dó.
Fim.
1 comentários - Quer brincar com a gente, filha?