Olá, o que vou contar aconteceu comigo há alguns meses atrás, algo que nunca imaginei que teria coragem de fazer e que mudaria minha vida para sempre.
Meu nome é Cecília e tenho 24 anos, tenho 1,60m de altura, sou magra, de pele branca, pernas bem torneadas e peitos grandes, cabelo castanho claro, liso na altura dos ombros e olhos cor de mel. Além de ser bonita, sou felizmente casada com um homem maravilhoso, o Fernando, de 35 anos. Já sei o que vão dizer: que ele é 11 anos mais velho que eu. Mas quer saber? Não ligo, porque no fim das contas sou muito feliz com ele.
Como eu disse, há dois meses atrás completamos nosso primeiro aniversário e, claro, meu marido queria algo muito especial para nós dois. Acontece que ele já tinha uma surpresa para mim, mas eu, curiosa e sem paciência, insisti para ele me contar.
— Anda, me fala qual é a surpresa, você sabe que não vou parar de encher o saco até você me contar.
— Tá bom, já que você quer tanto, vou te contar, ok? Lembra quando a gente namorava e você me contou sua fantasia sexual? Pode me dizer qual era?
— Claro que lembro, eu tinha a fantasia de estar com dois homens ao mesmo tempo na cama enquanto você só grava e olha.
— Então tá aí a resposta, amor. Vou te dar de presente de aniversário a chance de realizar sua fantasia sexual bem na minha frente.
— Tá falando sério?
— Claro, tem algum problema com isso?
— O problema não é meu, é seu. Só se pergunta uma coisa: qual é a sua vontade de ver dois homens me comendo na sua frente enquanto você só pode olhar e gravar?
— Pois eu não tenho problema nenhum com isso, pelo contrário, só de imaginar você com dois homens já me deixa louco.
— Ok, se você não tem problema, eu menos ainda. Vou fazer, mas com uma condição: você escolhe os dois homens que vão me comer.
— Pode deixar que eu cuido disso.
E na mesma hora ele foi procurar os dois caras para Realizar minha fantasia sexual. Algumas horas depois, volto com um sorriso enorme no rosto e imaginei que trazia boas notícias para mim. Naquele momento, eu estava sentada na sala lendo.
— O que aconteceu? Como foi?
— Bem, já preparei seus dois presentes para esta sexta-feira às 9 da noite.
— Olha como você é ágil, já tem até o dia e a hora. E bom, se vou fazer isso, pelo menos me diga de quem se trata, não?
— Em vez de te contar, por que não vê pessoalmente?
Assim que eles entraram na sala, fiquei super nervosa e meu coração começou a acelerar com o que estava acontecendo de repente. Depois, fiquei sem fôlego ao ver dois rostos muito conhecidos se aproximando e sentando na minha frente.
Como meu marido ousou fazer isso? Eram Adrián e Víctor, meus dois queridos irmãos mais velhos, de 30 e 35 anos, ainda solteiros. Naquele exato momento, queria sair correndo dali, morria de vergonha e nervosismo.
— Irmãzinha, o Fernando já nos contou o que vocês planejam fazer nesta sexta. E queremos te dizer que você não precisa se sentir envergonhada ou com vergonha por algo que deseja fazer. Cada um tem suas fantasias e elas são respeitadas. Nós nos oferecemos para realizar sua fantasia só porque você é nossa irmã mais nova e porque te amamos. Digo, se você não tiver medo de ficar com seus dois irmãozinhos na cama.
Sério, eles eram dois bobões e por isso eu os amava tanto. Agradecida, levantei para abraçá-los e agradecer por me entenderem e não me julgarem. Então, meu marido comentou que estava tudo certo, o encontro era na sexta às 9 da noite, e foi até a porta para se despedir. Eu me virei para ir também, de costas para eles, e de repente senti um tapa forte na bunda que fez minhas nádegas tremerem bastante. O único que sabia que tapas na bunda me excitavam era meu marido, e ao fazer isso um dos meus irmãos, era óbvio que ele tinha contado esse meu segredinho para eles. assim que descobri qual dos meus irmãos tinha sido, quando senti a palmada, uma excitação enorme percorreu meu corpo todo, acordando a puta que dormia dentro de mim. Com cara de safada gostosa, virei pra ver qual dos dois tinha sido, mas não soube, e toda excitada, nos despedimos dos meus irmãos e fui pra cama dormir com uma vontade imensa de ser penetrada e castigada.
Era quinta de manhã, meu marido se despediu de mim me acordando e foi trabalhar. Eu fiquei deitada na cama, me sentindo sozinha, comecei a me imaginar na cama no meio dos meus dois irmãos, me beijando e me tocando sem parar, enquanto meu marido sentado ali olhava como eles me empinavam, eu ficando de frente pra cabeceira da cama, pronta pra receber o que merecia, enquanto meus irmãos brigavam pra ver quem me penetrava primeiro. Meus dedos começaram a castigar meu clitóris, de repente o telefone tocou insistentemente várias vezes e não tive outra escolha a não ser atender.
- Alô?
- Cecília, que bom que você atendeu, olha, aconteceu algo inesperado. Ontem, Adriano e eu estávamos conversando sobre o que íamos fazer com você amanhã à noite na sua casa, e não percebemos que o pai estava ali parado na porta e ouviu tudo.
- Sério? Não fala isso, o que a gente vai fazer?
- Então, não sei, irmã, por isso te liguei pra contar isso e pra avisar que meu pai saiu há um tempinho e tá indo pra sua casa conversar.
- Não é possível. De qualquer forma, obrigada, irmão, eu vejo o que posso fazer.
E assim que desliguei, a campainha tocou várias vezes seguidas. Era óbvio que era o pai, porque não conhecia ninguém mais que tivesse tanta vontade de me ver. Apressada, desci e, ao abrir a porta, lá estava ele, olhar perdido, sério e um pouco bêbado. Imediatamente o fiz entrar e ele foi direto pro mini bar do meu marido, pegou uma garrafa e sentou na sala. Tomando coragem e matando o nervosismo, bati a porta com força e uma corrente de ar passou entre minhas pernas. Naquele momento, percebi que, por causa da ligação repentina do meu irmão e da visita... inesperada do pai, tinha esquecido de me vestir, desci correndo pra abrir a porta pro meu pai só de roupão.
Dei um nó pra fechar o roupão e achei que não tinha problema, afinal aquele homem na sala era meu pai, que coisa ruim podia acontecer.
— Me diz, pai, a que devo sua visita e por que você vem bêbado?
— Desculpa, filha, por essa visita surpresa, mas quero saber uma coisa.
— Me diz, pai, o que você quer saber.
— Filha, por que você só convidou seus irmãos amanhã pra sua reunião e eu não? É porque sou velho? É porque você acha que não consigo te satisfazer como seus irmãos vão fazer?
— Chega, pai, não vou permitir que você me diga essas coisas humilhantes.
Então meu pai começou a chorar que nem criança, repetindo que ninguém gostava dele, e aquilo realmente partiu meu coração. Não aguentava vê-lo daquele jeito, então me levantei e, abraçando ele forte, falei:
— Não diga isso, pai, eu te amo muito e sabe que faria qualquer coisa por você, só não me peça pra fazer coisas erradas, por favor.
E meu pai, aproveitando minha inocência, me segurou pela cintura e com força me girou, ficando eu de costas pra ele. Imediatamente senti o volume da calça dele entre minhas nádegas enquanto ele começou a beijar minhas costas, me fazendo torcer de excitação.
— Algumas mulheres dizem que fazer com dois homens é gostoso, mas fazer com três pode te fazer tocar o céu.
— Não, pai, por favor, para. Por que você me diz essas coisas?
— Não me diga que você não tá afim de levar uma boa fodida agora, meu amor.
Meu pai, com mãos habilidosas, já tinha desatado meu roupão e com suas mãos fortes e ásperas segurou meus peitos, apertando eles enquanto eu ficava louca com os beijos dele no meu pescoço.
— Pai, por favor, não faz isso comigo, não continua, eu te imploro.
— Sério que você quer que eu pare? Dá pra ver que você tá gostando, putinha.
Pra ser sincera, os tapas na bunda me excitavam pra caralho, mas no primeiro momento em que meu pai me chamou assim, "putinha", fiquei excitada ao máximo, despertando sem querer a puta que há em mim. que guardava dentro de mim, naquele momento já não tinha controle sobre mim, estava disposta a ser a putinha do papai pelo menos naquela manhã, sozinha em casa estava prestes a dar ao papai algo valioso que poucas filhas davam ao seu pai, estava excitadíssima e a única coisa que queria era que papai me comesse. Papai, obviamente com sua experiência e conhecimento, sabia o que sua filha pedia aos berros só com o olhar, então com força me jogou no sofá, deixando bem empinada e pronta para ele, com as mãos segurou meu roupão e o levantou até a cintura, contemplando com os olhos minha buceta e meu cu nus, com as mãos abriu minhas nádegas e afundou o rosto, começando a chupar meu cu de uma maneira maravilhosa, consegui soltar um gemido gostoso enquanto a ponta da língua dele tentava se alojar em mim, mexendo muito. Depois de alguns minutos chupando meu cu, foi direto pra minha buceta e com a língua começou a chupar meu clitóris, castigando-o cruelmente. De repente, não esperou mais e se levantou, começando a desafivelar o cinto. Com meus olhos, eu cobrava por que ele demorava tanto, enquanto papai contemplava sua filha ali, empinadinha e pronta, esperando seu castigo. Obviamente vi no olhar dele, não podia acreditar no que ele estava prestes a comer sozinho. Finalmente conseguiu se desabotoar tudo e, abaixando a cueca, um pau gordo, peludo, comprido e em forma de arco ficou apontado para mim, com a cabeça larga e o tronco cheio de veias avisando que ia doer primeiro, mas que eu ia gostar depois. Como era possível que papai, aos 60 anos de idade, tivesse um pau daquele tamanho e tão duro como um ferro? Finalmente ele se animou. Papai montou em mim como se estivesse montando na sua putinha e colocou seu enorme pau na entrada da minha buceta. Eu estava esperando com medo e com ansiedade que ele metesse de uma só vez, mas ele não fazia. Virei para olhá-lo com os olhos cheios de cobrança: "Papai, o que houve? Por que demora tanto pra meter? Não vê que já não aguento?" Só dizia isso com o olhar, não ousava falar. pedir com minha voz que ele me comesse e pronto, de repente ouviu um carro lá fora.
—Pai, rápido, sai de cima de mim e se veste, por favor, é o Fernando e ele não pode nos encontrar assim.
Papai mal conseguiu vestir a cueca e a calça, e bem na hora que eu terminava de fechar meu roupão, meu marido entrou cumprimentando. Não vou negar, mas naquele exato momento eu odiei ele com todas as minhas forças, porque por causa da chegada inoportuna dele, fui privada de provar a deliciosa pica do papai que estava prestes a ter dentro de mim. Me despedi do papai frustrada e excitadíssima, enquanto ele, aproveitando a distração do meu marido, me deu um beijo nos lábios e passou os dedos na minha buceta, levando-os à boca na minha frente e na do meu marido, e ele percebeu.
—O que foi, sogrão?
—Nada, filho. A Cecília me ofereceu uma sobremesa e estava tão gostosa que olha, tô aqui chupando os dedos do sabor delicioso dela.
Olhei pro papai sorrindo, tipo dizendo: "que safado ele era". Do mesmo jeito, naquela noite fui pra cama igual, tremenda de excitada e fantasiando com a pica do papai. Não conseguia esquecer, e lentamente meu tesão e excitação iam se acumulando até quase virar uma bomba que tinha que explodir a qualquer momento.
Finalmente era sexta-feira, o dia tão inesperado pra mim. Durante o dia, compramos garrafas de vinho e petiscos, e depois ficamos limpando a casa. Eram oito da noite quando resolvi tomar banho. Tinha uma hora, então tentei relaxar. Minutos depois, saí já banhada e, em cima da cama, tinha uma minissaia preta bem curtinha, uma meia-calça preta de renda com baby doll, uns saltos pretos, uma blusa vermelha com uma abertura no meio mostrando um decote enorme que, com o menor movimento, meus peitos podiam escapar da blusa, uma correntinha e um par de brincos finos. Detalhe curioso: não tinha roupa íntima. Não achei sutiã nem calcinha em lugar nenhum. Na hora, soube que tudo aquilo era obra do meu marido, porque ele queria me dar um presente bem especial pros meus dois irmãos e, claro, eles iam adorar me ver assim, sem roupa íntima.
Já vestida, me olhei no espelho e vi refletida uma prostituta fina e gostosa, daquelas que qualquer homem não pode pagar pra ter, e entendi o quanto meus irmãos eram sortudos naquele momento. O relógio marcou 9 da noite, respirei fundo, criei coragem e saí do quarto andando até a sala, onde meu marido já me esperava com música suave e uma taça de vinho.
Peguei a taça na hora e virei de uma vez só, depois pedi outra.
— Tá nervosa?
— Um pouco, love.
— Não se preocupa, aconteça o que acontecer, você curte muito, se deixa levar e se entrega.
Enquanto virava a segunda taça de vinho de um gole só, tentava relaxar e ganhar coragem. Pedi uma terceira taça, e quando ele tava servindo, a campainha tocou. Meu coração disparou e um monte de emoções estranhas começaram a surgir. Meu marido deixou meus dois irmãos entrarem — pra importância do momento, eles vieram de terno. Chegaram na sala, onde eu tava terminando a terceira taça de vinho. Mal abracei eles pra cumprimentar e já tava ficando excitada aos poucos. Na hora, eles me olharam dos pés à cabeça e não conseguiam disfarçar o olhar no decote, porque eu mal conseguia segurar meus peitões enormes dentro da blusa aberta. Graças às três taças de vinho, me senti mais solta e quis brincar um pouco com meus irmãos, que estavam sentados na minha frente. Então, de forma maliciosa, cruzei uma das pernas e a minissaia subiu muito, deixando eles verem minhas duas pernas lindas.
Na hora, meu marido ofereceu uma taça de vinho pra eles e, colocando música, convidou eles pra dançar comigo, se revezando, claro. Primeiro dancei com o Adrián, depois com o Víctor. Depois de um tempo, olhei pra mesa de centro cheia de garrafas de vinho vazias. Já estávamos meio altos e nos sentindo mais à vontade. Foi aí que tava dançando com o Víctor, bem coladinha. nele e eu podia sentir o volume da calça dele batendo na minha barriga, de repente o Adrián me abraçou por trás e o volume dele se enterrou entre minhas nádegas, provocando um gostoso formigamento lá dentro, eu tava ali no meio dos meus dois irmãos dançando bem coladinhos, tipo um sanduíche, aí senti que o tempo parou, olhei pro meu marido que já tava montando uma câmera de vídeo num tripé apontando pra gente, e aí eu soube que tinha chegado a hora.
Meu marido apertou o rec e a câmera começou a gravar o momento em que o Víctor começou a beijar meu pescoço ao mesmo tempo que o Adrián, os dois me deixavam louca de prazer, eu tinha na cabeça as palavras do meu marido dizendo: "aproveita e se deixa levar, vai dar tudo certo". Eu sentia muito pelo meu marido, caso ele se arrependesse em algum momento, mas naquela hora não tinha mais nada que me fizesse parar. Então, sem pensar, me entreguei. Comecei a beijar o Víctor com muita paixão e depois beijei o Adrián também. Eu tinha muito claro o que queria: que naquela noite me dessem a foda da minha vida, até me matar, não importava.
O Víctor e o Adrián começaram a descer devagar até ficarem ajoelhados na minha frente. Aí o Víctor levantou uma das minhas pernas num banquinho e a minissaia subiu toda até minha cintura, deixando meus dois buracos expostos. Como cachorros famintos, começaram a comer minha buceta e o Adrián comeu meu cu, me fazendo gritar de puro prazer. O jeito que os dois me comiam me fazia pensar na puta vontade que eles tinham de mim desde anos atrás, a mesma coisa que eu sentia pelo papai. Não aguentei mais as línguas deles e gozei um delicioso orgasmo, molhando os lábios do meu irmão Víctor. Logo eles se levantaram e começaram a desabotoar as calças, e eu entendi o convite. Então era minha vez. Imediatamente fiquei de joelhos na frente deles e pude ver aqueles dois paus, não maiores que o do papai, mas tinham um bom tamanho.
Feito uma verdadeira putinha, segurei os dois com as mãos e comecei a chupar um e depois o outro, alternando. tentando satisfazer meus dois irmãozinhos, eu podia sentir como seguravam meu cabelo pra eu continuar chupando sem parar e às vezes parecia que eu tava me afogando, mal conseguia virar pra ver meu marido se masturbando olhando aquela cena tão excitante, de repente a campainha tocou e meu marido foi atender, logo entrou dois homens que de longe eu não conseguia reconhecer, eles começaram a se despir e eu sem saber o que tava rolando ou o que meu marido tramava continuei chupando os paus dos meus irmãos, meu marido chegou perto de mim e disse pra eu não me preocupar, que continuasse aproveitando o momento porque ele tava adorando pra caralho, logo aqueles dois homens se juntaram aos meus irmãos e então eu consegui reconhecê-los.
Era nada menos que Héctor e Pedro, dois senhores de uns 50 anos, muito amigos do meu marido, várias vezes fomos jantar juntos e eu tinha que aturar os olhares pervertidos deles quase me despindo toda, puta que era desconfortável, e agora eles iam ter a chance de me comer, tudo graças ao meu querido marido, logo de ter dois paus passei a ter quatro pra chupar, por dentro morria de vergonha mas vendo o formato daqueles paus resolvi chupar eles também, de novo a campainha tocou e meu marido trouxe mais dois, céus, agora quem será, já pelados se aproximaram de mim e senti um arrepio no corpo todo, era Alex e Julio, os dois irmãos mais velhos do meu marido, de 45 e 48 anos, não pode ser, o que meus dois cunhados tão fazendo aqui, logo se juntaram ao grupo e fiquei pasma, porque já tinha seis paus só pra mim de diferentes cores, tamanhos e formatos.
Não sei como conseguia mas chupar seis paus e fazer todos gozarem ao mesmo tempo era complicado, mas não impossível, então enfiava dois na boca pra deixar mais excitante, virei pra ver meu marido e com o olhar tentei perguntar se ele tava gostando do que via, aí levei um susto danado, bem do lado do meu marido estava sentado meu Meu sogro e meu pai completamente nus, se masturbando com seus paus enormes. Como uma putinha gulosa, eu fui de quatro até onde eles estavam, deixando os outros 6 homens pra trás, porque o pau do meu pai e do meu sogro eram, sem dúvida, os maiores.
Com minhas mãozinhas, segurei o pau do meu pai e, levando ele até a boca, murmurei: "Agora sim, pai, ninguém vai me impedir de provar esse seu pau delicioso hoje à noite." E comecei a chupar ele com uma vontade tão grande que parecia que queria engolir tudo. Dava pra ouvir meu pai gemendo de prazer e se contorcendo enquanto eu tinha ele na minha boca, sugando todo o leite dele. Deixei ele descansar porque senti que ele ia gozar, e a noite ainda era longa. Peguei o do meu sogro e, do mesmo jeito, dei a melhor chupada de pau, deixando ele louco de prazer. Depois, comecei a me revezar, chupando o pau do meu pai e do meu sogro, enquanto os outros 6 se aproximaram de mim e começaram a beijar meu corpo inteiro. Uns beijavam minhas costas, meu pescoço, meus peitos, minhas pernas, minha buceta e meu cu. Eu sentia tantas línguas e mãos que me senti a mulher mais sortuda do mundo, mas também sabia que naquela noite os 8 iam me dar a foda da minha vida e iam me destruir completamente, porque eram homens demais pra mim sozinha.
Logo a ação começou. Os primeiros foram meus irmãos. O Victor se deitou no sofá grande com o pau todo duro e me convidou pra subir. Como uma menina obediente, subi nele e, na hora, minha buceta devorou o pau inteiro dele, fazendo eu soltar um gemido gostoso. Conforme ele começou a bombar, fui me adaptando ao pau dele, que entrava e saía com mais facilidade, e eu subia e descia, aproveitando o momento com meu irmãozinho. Senti um arrepio quando meu outro irmão, o Adriano, se aproximou de nós e, me montando, guiou o pau dele no meu cu e começou a empurrar, batendo naquele buraquinho fechado que não cedia. Mais uma tentativa, com força, e ele se deixou cair, conseguindo abrir com a cabeçuda poderosa dele. Só lembro que soltei um grito de dor e comecei a chorar, aumentando meus pedidos conforme ele ia entrando centímetro por centímetro, sentia meu cu e minha buceta completamente cheios de carne.
Não queria nem me mexer, porque doía demais ter dois paus dentro de mim. De repente, meus dois irmãos começaram a me bombar ao mesmo tempo, num ritmo meio lento. Céus, que dor tão gostosa comecei a sentir. Minhas mãos se agarraram forte no encosto do sofá e eu comecei a gritar e a chorar conforme eles aumentavam as bombadas duras e sincronizadas. Bastaram uns minutos para me acostumar com os dois intrusos que se alojavam nos meus buracos, me fazendo gozar igual uma louca na minha primeira dupla penetração da vida. Ouvi uns gemidos, eram meus irmãos começando a gozar: um na minha buceta e o outro no meu cu, enchendo os dois completamente com o leite deles. Mal tiraram de mim, deixando dois buracos vermelhos e abertos, com fios de porra escorrendo pelas minhas pernas.
Chegou a vez do Héctor e do Pedro, os dois amigos do meu marido. O Héctor foi quem deitou de barriga pra cima e, sem ele me falar nada, eu montei e engoli o pau dele inteiro. Logo em seguida, me inclinei pra frente, mostrando meu cu pro Pedro, porque imaginei que eles também queriam me dar uma dupla penetração. Soltei outro gemido gostoso quando o Pedro entrou em mim e, com mais facilidade, já estavam os dois me comendo num ritmo mais forte. Junto comigo, eles começaram a gozar, banhando todo o meu interior com a semente de homem deles. Sem me deixar descansar nem recuperar o fôlego, meus cunhados tomaram a vez e, com as mãos grossas me carregando, me ajeitaram de um jeito que fiquei por cima do Alex e o Julio por cima de mim. E, sem piedade, começaram a me dar minha terceira dupla penetração naquela noite. Não sei quanto tempo chorei nem quantos gemidos soltei. A única coisa que sabia era que os 6 estavam me despedaçando, e ainda faltavam o pai e meu sogro. Tremendo, meus cunhados começaram a gozar, depositando a sementinha fértil deles nos meus buracos, e eu tive outro orgasmo, perdendo a conta de quantos eles me fizeram ter.
Me descendo do Alex, olhei pro pai, que se ajeitava de barriga pra cima. Lá em cima, deixando o pau poderoso dele pronto pra mim, com um desejo imenso eu subi, me segurando no peito peludo dele e devagar fui sentando no pau dele, engolindo ele aos poucos com dificuldade, porque era mais grosso e comprido. Na hora, minha buceta e eu sentimos a diferença enorme de tamanho e, fechando os olhos, comecei a gozar sem parar de choramingar enquanto papai bombava com muita força, abrindo minhas paredes vaginais, me enchendo de carne. Meu Deus, papai, como você é grande, eu dizia gemendo sem tirar os olhos dele enquanto ele bombava cada vez mais forte.
Ainda não tinha me acostumado direito com o tamanho do papai quando, de repente, ele me puxou pra frente e eu lembrei do meu sogro, que atrás de mim esperava ansioso com o pau dele enorme, quase do tamanho do do papai. Como pude esquecer dele? Tava tão concentrada aproveitando o pau gostoso do papai que esqueci do meu sogro, que obviamente queria fazer uma dupla penetração com o papai. Supliquei pra eles serem cuidadosos comigo, porque os paus deles me davam medo, ainda mais se entrassem juntos.
Meu sogro me montou, subindo completamente em cima de mim, que meus joelhos afundaram nas almofadas do sofá por causa do peso enorme dele. Com as mãos fortes, ele me empurrou ainda mais pra frente, deixando meus peitos pendurados bem perto da boca do papai. Senti a cabeça dele na entrada do meu cu e, com uma única estocada, ele conseguiu abrir ainda mais meu cu, deixando passar todo aquele pedaço largo e comprido de carne até o fundo do meu ser. Chorei de novo como uma puta enquanto sentia aquelas monstruosidades pulsando dentro de mim. Supliquei pra eles tirarem, mas não teve resposta pro meu sofrimento e dor. Aí, senti que ia morrer quando começaram a bombar devagar, destruindo todo meu cu e buceta. Parecia que iam me partir ao meio, porque eu não aguentava os dois ao mesmo tempo se enfiando em mim. Então, meus peitos começaram a balançar cada vez mais, porque os dois já tinham pegado um ritmo exato e rápido. Não parava de sofrer e chorar, porque ainda não tinha me acostumado com o tamanho de... Esses dois paus que foram se abrindo caminho, alargando cada vez mais meus buraquinhos, colocaram um espelho na minha frente pra eu ver o reflexo das minhas partes íntimas.
Era impressionante como meu cu devorava o pau inteiro do meu sogro, deixando só as bolas dele de fora, e minha buceta engolia o pau do papai do mesmo jeito. Nunca me acostumei com o tamanho deles, e enquanto me faziam a dupla penetração, eu continuava chorando e implorando, porque era carne demais pros meus buraquinhos pequenos. Logo começaram a tremer e a explodir dentro de mim: papai plantou a sementinha de homem dele na minha buceta, e meu sogro inundou meu cu de porra, que tava vermelho e todo arrebentado. Depois de despejar todo o sêmen dentro de mim, eles tiraram os dois paus, deixando meus buracos bem abertos e vazios, mas bem alimentados. Sem mais forças, caí quase desmaiada no sofá e dormi profundamente na posição fetal.
No dia seguinte, meus olhos se abriram e a primeira coisa que senti foi uma dor danada no meu cu e na minha buceta. Meu corpinho todo doía também. Deitada na cama, ainda nua, lembrei da noite passada e senti um sorrisão de satisfação no meu rosto. Nossa, que trepada que os 8 me deram ontem à noite. Mas tudo tem um preço: obviamente, como ninguém se preocupou em usar camisinha, dois meses depois eu engravidei. De quem pode ser, não sei. Agora tô com a barriguinha crescendo, e todo mundo tem a fantasia de me comer assim, bem prenha. Claro que eu digo que sim, mas que precisam ser mais cuidadosos comigo.
Fim.
Meu nome é Cecília e tenho 24 anos, tenho 1,60m de altura, sou magra, de pele branca, pernas bem torneadas e peitos grandes, cabelo castanho claro, liso na altura dos ombros e olhos cor de mel. Além de ser bonita, sou felizmente casada com um homem maravilhoso, o Fernando, de 35 anos. Já sei o que vão dizer: que ele é 11 anos mais velho que eu. Mas quer saber? Não ligo, porque no fim das contas sou muito feliz com ele.
Como eu disse, há dois meses atrás completamos nosso primeiro aniversário e, claro, meu marido queria algo muito especial para nós dois. Acontece que ele já tinha uma surpresa para mim, mas eu, curiosa e sem paciência, insisti para ele me contar.
— Anda, me fala qual é a surpresa, você sabe que não vou parar de encher o saco até você me contar.
— Tá bom, já que você quer tanto, vou te contar, ok? Lembra quando a gente namorava e você me contou sua fantasia sexual? Pode me dizer qual era?
— Claro que lembro, eu tinha a fantasia de estar com dois homens ao mesmo tempo na cama enquanto você só grava e olha.
— Então tá aí a resposta, amor. Vou te dar de presente de aniversário a chance de realizar sua fantasia sexual bem na minha frente.
— Tá falando sério?
— Claro, tem algum problema com isso?
— O problema não é meu, é seu. Só se pergunta uma coisa: qual é a sua vontade de ver dois homens me comendo na sua frente enquanto você só pode olhar e gravar?
— Pois eu não tenho problema nenhum com isso, pelo contrário, só de imaginar você com dois homens já me deixa louco.
— Ok, se você não tem problema, eu menos ainda. Vou fazer, mas com uma condição: você escolhe os dois homens que vão me comer.
— Pode deixar que eu cuido disso.
E na mesma hora ele foi procurar os dois caras para Realizar minha fantasia sexual. Algumas horas depois, volto com um sorriso enorme no rosto e imaginei que trazia boas notícias para mim. Naquele momento, eu estava sentada na sala lendo.
— O que aconteceu? Como foi?
— Bem, já preparei seus dois presentes para esta sexta-feira às 9 da noite.
— Olha como você é ágil, já tem até o dia e a hora. E bom, se vou fazer isso, pelo menos me diga de quem se trata, não?
— Em vez de te contar, por que não vê pessoalmente?
Assim que eles entraram na sala, fiquei super nervosa e meu coração começou a acelerar com o que estava acontecendo de repente. Depois, fiquei sem fôlego ao ver dois rostos muito conhecidos se aproximando e sentando na minha frente.
Como meu marido ousou fazer isso? Eram Adrián e Víctor, meus dois queridos irmãos mais velhos, de 30 e 35 anos, ainda solteiros. Naquele exato momento, queria sair correndo dali, morria de vergonha e nervosismo.
— Irmãzinha, o Fernando já nos contou o que vocês planejam fazer nesta sexta. E queremos te dizer que você não precisa se sentir envergonhada ou com vergonha por algo que deseja fazer. Cada um tem suas fantasias e elas são respeitadas. Nós nos oferecemos para realizar sua fantasia só porque você é nossa irmã mais nova e porque te amamos. Digo, se você não tiver medo de ficar com seus dois irmãozinhos na cama.
Sério, eles eram dois bobões e por isso eu os amava tanto. Agradecida, levantei para abraçá-los e agradecer por me entenderem e não me julgarem. Então, meu marido comentou que estava tudo certo, o encontro era na sexta às 9 da noite, e foi até a porta para se despedir. Eu me virei para ir também, de costas para eles, e de repente senti um tapa forte na bunda que fez minhas nádegas tremerem bastante. O único que sabia que tapas na bunda me excitavam era meu marido, e ao fazer isso um dos meus irmãos, era óbvio que ele tinha contado esse meu segredinho para eles. assim que descobri qual dos meus irmãos tinha sido, quando senti a palmada, uma excitação enorme percorreu meu corpo todo, acordando a puta que dormia dentro de mim. Com cara de safada gostosa, virei pra ver qual dos dois tinha sido, mas não soube, e toda excitada, nos despedimos dos meus irmãos e fui pra cama dormir com uma vontade imensa de ser penetrada e castigada.
Era quinta de manhã, meu marido se despediu de mim me acordando e foi trabalhar. Eu fiquei deitada na cama, me sentindo sozinha, comecei a me imaginar na cama no meio dos meus dois irmãos, me beijando e me tocando sem parar, enquanto meu marido sentado ali olhava como eles me empinavam, eu ficando de frente pra cabeceira da cama, pronta pra receber o que merecia, enquanto meus irmãos brigavam pra ver quem me penetrava primeiro. Meus dedos começaram a castigar meu clitóris, de repente o telefone tocou insistentemente várias vezes e não tive outra escolha a não ser atender.
- Alô?
- Cecília, que bom que você atendeu, olha, aconteceu algo inesperado. Ontem, Adriano e eu estávamos conversando sobre o que íamos fazer com você amanhã à noite na sua casa, e não percebemos que o pai estava ali parado na porta e ouviu tudo.
- Sério? Não fala isso, o que a gente vai fazer?
- Então, não sei, irmã, por isso te liguei pra contar isso e pra avisar que meu pai saiu há um tempinho e tá indo pra sua casa conversar.
- Não é possível. De qualquer forma, obrigada, irmão, eu vejo o que posso fazer.
E assim que desliguei, a campainha tocou várias vezes seguidas. Era óbvio que era o pai, porque não conhecia ninguém mais que tivesse tanta vontade de me ver. Apressada, desci e, ao abrir a porta, lá estava ele, olhar perdido, sério e um pouco bêbado. Imediatamente o fiz entrar e ele foi direto pro mini bar do meu marido, pegou uma garrafa e sentou na sala. Tomando coragem e matando o nervosismo, bati a porta com força e uma corrente de ar passou entre minhas pernas. Naquele momento, percebi que, por causa da ligação repentina do meu irmão e da visita... inesperada do pai, tinha esquecido de me vestir, desci correndo pra abrir a porta pro meu pai só de roupão.
Dei um nó pra fechar o roupão e achei que não tinha problema, afinal aquele homem na sala era meu pai, que coisa ruim podia acontecer.
— Me diz, pai, a que devo sua visita e por que você vem bêbado?
— Desculpa, filha, por essa visita surpresa, mas quero saber uma coisa.
— Me diz, pai, o que você quer saber.
— Filha, por que você só convidou seus irmãos amanhã pra sua reunião e eu não? É porque sou velho? É porque você acha que não consigo te satisfazer como seus irmãos vão fazer?
— Chega, pai, não vou permitir que você me diga essas coisas humilhantes.
Então meu pai começou a chorar que nem criança, repetindo que ninguém gostava dele, e aquilo realmente partiu meu coração. Não aguentava vê-lo daquele jeito, então me levantei e, abraçando ele forte, falei:
— Não diga isso, pai, eu te amo muito e sabe que faria qualquer coisa por você, só não me peça pra fazer coisas erradas, por favor.
E meu pai, aproveitando minha inocência, me segurou pela cintura e com força me girou, ficando eu de costas pra ele. Imediatamente senti o volume da calça dele entre minhas nádegas enquanto ele começou a beijar minhas costas, me fazendo torcer de excitação.
— Algumas mulheres dizem que fazer com dois homens é gostoso, mas fazer com três pode te fazer tocar o céu.
— Não, pai, por favor, para. Por que você me diz essas coisas?
— Não me diga que você não tá afim de levar uma boa fodida agora, meu amor.
Meu pai, com mãos habilidosas, já tinha desatado meu roupão e com suas mãos fortes e ásperas segurou meus peitos, apertando eles enquanto eu ficava louca com os beijos dele no meu pescoço.
— Pai, por favor, não faz isso comigo, não continua, eu te imploro.
— Sério que você quer que eu pare? Dá pra ver que você tá gostando, putinha.
Pra ser sincera, os tapas na bunda me excitavam pra caralho, mas no primeiro momento em que meu pai me chamou assim, "putinha", fiquei excitada ao máximo, despertando sem querer a puta que há em mim. que guardava dentro de mim, naquele momento já não tinha controle sobre mim, estava disposta a ser a putinha do papai pelo menos naquela manhã, sozinha em casa estava prestes a dar ao papai algo valioso que poucas filhas davam ao seu pai, estava excitadíssima e a única coisa que queria era que papai me comesse. Papai, obviamente com sua experiência e conhecimento, sabia o que sua filha pedia aos berros só com o olhar, então com força me jogou no sofá, deixando bem empinada e pronta para ele, com as mãos segurou meu roupão e o levantou até a cintura, contemplando com os olhos minha buceta e meu cu nus, com as mãos abriu minhas nádegas e afundou o rosto, começando a chupar meu cu de uma maneira maravilhosa, consegui soltar um gemido gostoso enquanto a ponta da língua dele tentava se alojar em mim, mexendo muito. Depois de alguns minutos chupando meu cu, foi direto pra minha buceta e com a língua começou a chupar meu clitóris, castigando-o cruelmente. De repente, não esperou mais e se levantou, começando a desafivelar o cinto. Com meus olhos, eu cobrava por que ele demorava tanto, enquanto papai contemplava sua filha ali, empinadinha e pronta, esperando seu castigo. Obviamente vi no olhar dele, não podia acreditar no que ele estava prestes a comer sozinho. Finalmente conseguiu se desabotoar tudo e, abaixando a cueca, um pau gordo, peludo, comprido e em forma de arco ficou apontado para mim, com a cabeça larga e o tronco cheio de veias avisando que ia doer primeiro, mas que eu ia gostar depois. Como era possível que papai, aos 60 anos de idade, tivesse um pau daquele tamanho e tão duro como um ferro? Finalmente ele se animou. Papai montou em mim como se estivesse montando na sua putinha e colocou seu enorme pau na entrada da minha buceta. Eu estava esperando com medo e com ansiedade que ele metesse de uma só vez, mas ele não fazia. Virei para olhá-lo com os olhos cheios de cobrança: "Papai, o que houve? Por que demora tanto pra meter? Não vê que já não aguento?" Só dizia isso com o olhar, não ousava falar. pedir com minha voz que ele me comesse e pronto, de repente ouviu um carro lá fora.
—Pai, rápido, sai de cima de mim e se veste, por favor, é o Fernando e ele não pode nos encontrar assim.
Papai mal conseguiu vestir a cueca e a calça, e bem na hora que eu terminava de fechar meu roupão, meu marido entrou cumprimentando. Não vou negar, mas naquele exato momento eu odiei ele com todas as minhas forças, porque por causa da chegada inoportuna dele, fui privada de provar a deliciosa pica do papai que estava prestes a ter dentro de mim. Me despedi do papai frustrada e excitadíssima, enquanto ele, aproveitando a distração do meu marido, me deu um beijo nos lábios e passou os dedos na minha buceta, levando-os à boca na minha frente e na do meu marido, e ele percebeu.
—O que foi, sogrão?
—Nada, filho. A Cecília me ofereceu uma sobremesa e estava tão gostosa que olha, tô aqui chupando os dedos do sabor delicioso dela.
Olhei pro papai sorrindo, tipo dizendo: "que safado ele era". Do mesmo jeito, naquela noite fui pra cama igual, tremenda de excitada e fantasiando com a pica do papai. Não conseguia esquecer, e lentamente meu tesão e excitação iam se acumulando até quase virar uma bomba que tinha que explodir a qualquer momento.
Finalmente era sexta-feira, o dia tão inesperado pra mim. Durante o dia, compramos garrafas de vinho e petiscos, e depois ficamos limpando a casa. Eram oito da noite quando resolvi tomar banho. Tinha uma hora, então tentei relaxar. Minutos depois, saí já banhada e, em cima da cama, tinha uma minissaia preta bem curtinha, uma meia-calça preta de renda com baby doll, uns saltos pretos, uma blusa vermelha com uma abertura no meio mostrando um decote enorme que, com o menor movimento, meus peitos podiam escapar da blusa, uma correntinha e um par de brincos finos. Detalhe curioso: não tinha roupa íntima. Não achei sutiã nem calcinha em lugar nenhum. Na hora, soube que tudo aquilo era obra do meu marido, porque ele queria me dar um presente bem especial pros meus dois irmãos e, claro, eles iam adorar me ver assim, sem roupa íntima.
Já vestida, me olhei no espelho e vi refletida uma prostituta fina e gostosa, daquelas que qualquer homem não pode pagar pra ter, e entendi o quanto meus irmãos eram sortudos naquele momento. O relógio marcou 9 da noite, respirei fundo, criei coragem e saí do quarto andando até a sala, onde meu marido já me esperava com música suave e uma taça de vinho.
Peguei a taça na hora e virei de uma vez só, depois pedi outra.
— Tá nervosa?
— Um pouco, love.
— Não se preocupa, aconteça o que acontecer, você curte muito, se deixa levar e se entrega.
Enquanto virava a segunda taça de vinho de um gole só, tentava relaxar e ganhar coragem. Pedi uma terceira taça, e quando ele tava servindo, a campainha tocou. Meu coração disparou e um monte de emoções estranhas começaram a surgir. Meu marido deixou meus dois irmãos entrarem — pra importância do momento, eles vieram de terno. Chegaram na sala, onde eu tava terminando a terceira taça de vinho. Mal abracei eles pra cumprimentar e já tava ficando excitada aos poucos. Na hora, eles me olharam dos pés à cabeça e não conseguiam disfarçar o olhar no decote, porque eu mal conseguia segurar meus peitões enormes dentro da blusa aberta. Graças às três taças de vinho, me senti mais solta e quis brincar um pouco com meus irmãos, que estavam sentados na minha frente. Então, de forma maliciosa, cruzei uma das pernas e a minissaia subiu muito, deixando eles verem minhas duas pernas lindas.
Na hora, meu marido ofereceu uma taça de vinho pra eles e, colocando música, convidou eles pra dançar comigo, se revezando, claro. Primeiro dancei com o Adrián, depois com o Víctor. Depois de um tempo, olhei pra mesa de centro cheia de garrafas de vinho vazias. Já estávamos meio altos e nos sentindo mais à vontade. Foi aí que tava dançando com o Víctor, bem coladinha. nele e eu podia sentir o volume da calça dele batendo na minha barriga, de repente o Adrián me abraçou por trás e o volume dele se enterrou entre minhas nádegas, provocando um gostoso formigamento lá dentro, eu tava ali no meio dos meus dois irmãos dançando bem coladinhos, tipo um sanduíche, aí senti que o tempo parou, olhei pro meu marido que já tava montando uma câmera de vídeo num tripé apontando pra gente, e aí eu soube que tinha chegado a hora.
Meu marido apertou o rec e a câmera começou a gravar o momento em que o Víctor começou a beijar meu pescoço ao mesmo tempo que o Adrián, os dois me deixavam louca de prazer, eu tinha na cabeça as palavras do meu marido dizendo: "aproveita e se deixa levar, vai dar tudo certo". Eu sentia muito pelo meu marido, caso ele se arrependesse em algum momento, mas naquela hora não tinha mais nada que me fizesse parar. Então, sem pensar, me entreguei. Comecei a beijar o Víctor com muita paixão e depois beijei o Adrián também. Eu tinha muito claro o que queria: que naquela noite me dessem a foda da minha vida, até me matar, não importava.
O Víctor e o Adrián começaram a descer devagar até ficarem ajoelhados na minha frente. Aí o Víctor levantou uma das minhas pernas num banquinho e a minissaia subiu toda até minha cintura, deixando meus dois buracos expostos. Como cachorros famintos, começaram a comer minha buceta e o Adrián comeu meu cu, me fazendo gritar de puro prazer. O jeito que os dois me comiam me fazia pensar na puta vontade que eles tinham de mim desde anos atrás, a mesma coisa que eu sentia pelo papai. Não aguentei mais as línguas deles e gozei um delicioso orgasmo, molhando os lábios do meu irmão Víctor. Logo eles se levantaram e começaram a desabotoar as calças, e eu entendi o convite. Então era minha vez. Imediatamente fiquei de joelhos na frente deles e pude ver aqueles dois paus, não maiores que o do papai, mas tinham um bom tamanho.
Feito uma verdadeira putinha, segurei os dois com as mãos e comecei a chupar um e depois o outro, alternando. tentando satisfazer meus dois irmãozinhos, eu podia sentir como seguravam meu cabelo pra eu continuar chupando sem parar e às vezes parecia que eu tava me afogando, mal conseguia virar pra ver meu marido se masturbando olhando aquela cena tão excitante, de repente a campainha tocou e meu marido foi atender, logo entrou dois homens que de longe eu não conseguia reconhecer, eles começaram a se despir e eu sem saber o que tava rolando ou o que meu marido tramava continuei chupando os paus dos meus irmãos, meu marido chegou perto de mim e disse pra eu não me preocupar, que continuasse aproveitando o momento porque ele tava adorando pra caralho, logo aqueles dois homens se juntaram aos meus irmãos e então eu consegui reconhecê-los.
Era nada menos que Héctor e Pedro, dois senhores de uns 50 anos, muito amigos do meu marido, várias vezes fomos jantar juntos e eu tinha que aturar os olhares pervertidos deles quase me despindo toda, puta que era desconfortável, e agora eles iam ter a chance de me comer, tudo graças ao meu querido marido, logo de ter dois paus passei a ter quatro pra chupar, por dentro morria de vergonha mas vendo o formato daqueles paus resolvi chupar eles também, de novo a campainha tocou e meu marido trouxe mais dois, céus, agora quem será, já pelados se aproximaram de mim e senti um arrepio no corpo todo, era Alex e Julio, os dois irmãos mais velhos do meu marido, de 45 e 48 anos, não pode ser, o que meus dois cunhados tão fazendo aqui, logo se juntaram ao grupo e fiquei pasma, porque já tinha seis paus só pra mim de diferentes cores, tamanhos e formatos.
Não sei como conseguia mas chupar seis paus e fazer todos gozarem ao mesmo tempo era complicado, mas não impossível, então enfiava dois na boca pra deixar mais excitante, virei pra ver meu marido e com o olhar tentei perguntar se ele tava gostando do que via, aí levei um susto danado, bem do lado do meu marido estava sentado meu Meu sogro e meu pai completamente nus, se masturbando com seus paus enormes. Como uma putinha gulosa, eu fui de quatro até onde eles estavam, deixando os outros 6 homens pra trás, porque o pau do meu pai e do meu sogro eram, sem dúvida, os maiores.
Com minhas mãozinhas, segurei o pau do meu pai e, levando ele até a boca, murmurei: "Agora sim, pai, ninguém vai me impedir de provar esse seu pau delicioso hoje à noite." E comecei a chupar ele com uma vontade tão grande que parecia que queria engolir tudo. Dava pra ouvir meu pai gemendo de prazer e se contorcendo enquanto eu tinha ele na minha boca, sugando todo o leite dele. Deixei ele descansar porque senti que ele ia gozar, e a noite ainda era longa. Peguei o do meu sogro e, do mesmo jeito, dei a melhor chupada de pau, deixando ele louco de prazer. Depois, comecei a me revezar, chupando o pau do meu pai e do meu sogro, enquanto os outros 6 se aproximaram de mim e começaram a beijar meu corpo inteiro. Uns beijavam minhas costas, meu pescoço, meus peitos, minhas pernas, minha buceta e meu cu. Eu sentia tantas línguas e mãos que me senti a mulher mais sortuda do mundo, mas também sabia que naquela noite os 8 iam me dar a foda da minha vida e iam me destruir completamente, porque eram homens demais pra mim sozinha.
Logo a ação começou. Os primeiros foram meus irmãos. O Victor se deitou no sofá grande com o pau todo duro e me convidou pra subir. Como uma menina obediente, subi nele e, na hora, minha buceta devorou o pau inteiro dele, fazendo eu soltar um gemido gostoso. Conforme ele começou a bombar, fui me adaptando ao pau dele, que entrava e saía com mais facilidade, e eu subia e descia, aproveitando o momento com meu irmãozinho. Senti um arrepio quando meu outro irmão, o Adriano, se aproximou de nós e, me montando, guiou o pau dele no meu cu e começou a empurrar, batendo naquele buraquinho fechado que não cedia. Mais uma tentativa, com força, e ele se deixou cair, conseguindo abrir com a cabeçuda poderosa dele. Só lembro que soltei um grito de dor e comecei a chorar, aumentando meus pedidos conforme ele ia entrando centímetro por centímetro, sentia meu cu e minha buceta completamente cheios de carne.
Não queria nem me mexer, porque doía demais ter dois paus dentro de mim. De repente, meus dois irmãos começaram a me bombar ao mesmo tempo, num ritmo meio lento. Céus, que dor tão gostosa comecei a sentir. Minhas mãos se agarraram forte no encosto do sofá e eu comecei a gritar e a chorar conforme eles aumentavam as bombadas duras e sincronizadas. Bastaram uns minutos para me acostumar com os dois intrusos que se alojavam nos meus buracos, me fazendo gozar igual uma louca na minha primeira dupla penetração da vida. Ouvi uns gemidos, eram meus irmãos começando a gozar: um na minha buceta e o outro no meu cu, enchendo os dois completamente com o leite deles. Mal tiraram de mim, deixando dois buracos vermelhos e abertos, com fios de porra escorrendo pelas minhas pernas.
Chegou a vez do Héctor e do Pedro, os dois amigos do meu marido. O Héctor foi quem deitou de barriga pra cima e, sem ele me falar nada, eu montei e engoli o pau dele inteiro. Logo em seguida, me inclinei pra frente, mostrando meu cu pro Pedro, porque imaginei que eles também queriam me dar uma dupla penetração. Soltei outro gemido gostoso quando o Pedro entrou em mim e, com mais facilidade, já estavam os dois me comendo num ritmo mais forte. Junto comigo, eles começaram a gozar, banhando todo o meu interior com a semente de homem deles. Sem me deixar descansar nem recuperar o fôlego, meus cunhados tomaram a vez e, com as mãos grossas me carregando, me ajeitaram de um jeito que fiquei por cima do Alex e o Julio por cima de mim. E, sem piedade, começaram a me dar minha terceira dupla penetração naquela noite. Não sei quanto tempo chorei nem quantos gemidos soltei. A única coisa que sabia era que os 6 estavam me despedaçando, e ainda faltavam o pai e meu sogro. Tremendo, meus cunhados começaram a gozar, depositando a sementinha fértil deles nos meus buracos, e eu tive outro orgasmo, perdendo a conta de quantos eles me fizeram ter.
Me descendo do Alex, olhei pro pai, que se ajeitava de barriga pra cima. Lá em cima, deixando o pau poderoso dele pronto pra mim, com um desejo imenso eu subi, me segurando no peito peludo dele e devagar fui sentando no pau dele, engolindo ele aos poucos com dificuldade, porque era mais grosso e comprido. Na hora, minha buceta e eu sentimos a diferença enorme de tamanho e, fechando os olhos, comecei a gozar sem parar de choramingar enquanto papai bombava com muita força, abrindo minhas paredes vaginais, me enchendo de carne. Meu Deus, papai, como você é grande, eu dizia gemendo sem tirar os olhos dele enquanto ele bombava cada vez mais forte.
Ainda não tinha me acostumado direito com o tamanho do papai quando, de repente, ele me puxou pra frente e eu lembrei do meu sogro, que atrás de mim esperava ansioso com o pau dele enorme, quase do tamanho do do papai. Como pude esquecer dele? Tava tão concentrada aproveitando o pau gostoso do papai que esqueci do meu sogro, que obviamente queria fazer uma dupla penetração com o papai. Supliquei pra eles serem cuidadosos comigo, porque os paus deles me davam medo, ainda mais se entrassem juntos.
Meu sogro me montou, subindo completamente em cima de mim, que meus joelhos afundaram nas almofadas do sofá por causa do peso enorme dele. Com as mãos fortes, ele me empurrou ainda mais pra frente, deixando meus peitos pendurados bem perto da boca do papai. Senti a cabeça dele na entrada do meu cu e, com uma única estocada, ele conseguiu abrir ainda mais meu cu, deixando passar todo aquele pedaço largo e comprido de carne até o fundo do meu ser. Chorei de novo como uma puta enquanto sentia aquelas monstruosidades pulsando dentro de mim. Supliquei pra eles tirarem, mas não teve resposta pro meu sofrimento e dor. Aí, senti que ia morrer quando começaram a bombar devagar, destruindo todo meu cu e buceta. Parecia que iam me partir ao meio, porque eu não aguentava os dois ao mesmo tempo se enfiando em mim. Então, meus peitos começaram a balançar cada vez mais, porque os dois já tinham pegado um ritmo exato e rápido. Não parava de sofrer e chorar, porque ainda não tinha me acostumado com o tamanho de... Esses dois paus que foram se abrindo caminho, alargando cada vez mais meus buraquinhos, colocaram um espelho na minha frente pra eu ver o reflexo das minhas partes íntimas.
Era impressionante como meu cu devorava o pau inteiro do meu sogro, deixando só as bolas dele de fora, e minha buceta engolia o pau do papai do mesmo jeito. Nunca me acostumei com o tamanho deles, e enquanto me faziam a dupla penetração, eu continuava chorando e implorando, porque era carne demais pros meus buraquinhos pequenos. Logo começaram a tremer e a explodir dentro de mim: papai plantou a sementinha de homem dele na minha buceta, e meu sogro inundou meu cu de porra, que tava vermelho e todo arrebentado. Depois de despejar todo o sêmen dentro de mim, eles tiraram os dois paus, deixando meus buracos bem abertos e vazios, mas bem alimentados. Sem mais forças, caí quase desmaiada no sofá e dormi profundamente na posição fetal.
No dia seguinte, meus olhos se abriram e a primeira coisa que senti foi uma dor danada no meu cu e na minha buceta. Meu corpinho todo doía também. Deitada na cama, ainda nua, lembrei da noite passada e senti um sorrisão de satisfação no meu rosto. Nossa, que trepada que os 8 me deram ontem à noite. Mas tudo tem um preço: obviamente, como ninguém se preocupou em usar camisinha, dois meses depois eu engravidei. De quem pode ser, não sei. Agora tô com a barriguinha crescendo, e todo mundo tem a fantasia de me comer assim, bem prenha. Claro que eu digo que sim, mas que precisam ser mais cuidadosos comigo.
Fim.
0 comentários - Você arrasou no meu presente de aniversário