O Assombro da Mansão Palmer Pt 11

Um relógio fez tique-taque em algum lugar da casa quando Daniel tropeçou pelo corredor do segundo andar de manhã cedo. Tinha acabado de sair do quarto de hóspedes, deixando Khadra cheia de seu esperma. Toda vez que ele pensava que a vida tinha ficado louca, ela ficava ainda mais louca. 

Mais adiante, na penumbra, ele conseguiu ver uma figura branca e brilhante perto da porta do quarto. Os pés de Daniel aceleraram e o coração dele deu um pulo. Na luz cinzenta do amanhecer, ele podia ver o cabelo ruivo dela. Daniel sorriu. Ele tinha conseguido. Tinha salvado a Eloise. 

Consegui, Sra. Palmer." Daniel correu o resto do caminho e se jogou nos braços dela. Levou um susto ao não encontrar nada onde esperava uma mulher firme, e caiu de cara no chão duro. Virou-se e olhou para cima. 

Que garoto bonzinho você é, Daniel." Ela sorriu para ele com carinho e afeto. "Seu trabalho com a Sra. Samatar foi esplêndido. 

Não entendo." Daniel se levantou devagar. Esticou o dedo e pressionou contra o ombro direito dela. Atravessou como se fosse ar. Percebeu que a barriga dela, por baixo do vestido longo, era lisa. "Como é que não consigo te tocar? 

As rugas de preocupação enrugaram o rosto sardento de Eloise. "Tudo bem que você foi um herói por transar com aquela mulher problemática, mas receio que não foi o suficiente pra me trazer de volta ao que eu era." Ela deu um passo em direção ao Daniel e ergueu a mão como se fosse acariciar a bochecha dele, mas, claro, não conseguiu. "Você precisa reconstruir a energia que eu perdi. 

Como assim?" Daniel estava disposto a fazer qualquer coisa por ela. 

Conquista, idiota." Ela assentiu e sua forma se desvaneceu. "Ajude na queda dela e a casa se erguerá." Eloise sumiu de vista, mas sua voz ficou pairando. 

Vou fazer", disse Daniel no corredor escuro. Mesmo sem saber exatamente o que Eloise tinha pedido, ele faria. E confiava que ela deixaria tudo claro bem rápido. 

 

~~ 

 

Quando Khadra se sentou pra tomar café na casa dos Anderson, ela baixou os olhos e manteve quase tudo que dizia no "por favor" e "obrigada". Tava exausta pra caralho. Aquele moleque de dezoito anos, agora sentado quietinho no outro lado da mesa, não deixou ela dormir até o amanhecer. Ele passou a noite inteira fazendo ela trepar igual um bicho. O pau monstruoso dele machucou a bucetinha dela no começo, mas depois que ela acostumou, não teve prazer na vida que superasse aquilo. Ela arrepiou toda só de lembrar das putarias que eles fizeram. 

Mais torradas, Khadra?" Julie soava animada. 

Não, obrigada." Ela balançou a cabeça e deu um gole no café. Levantou a mão para ajustar o hijab. Deixar outro homem ver o cabelo dela descoberto era pecado. E pensar que, horas antes, ela tinha feito aquilo, e muito mais. 

Que tal um pouco de bacon?" Julie levantou um prato com bacon crocante, acabado de sair da frigideira. "Você precisa recuperar suas energias depois do que aconteceu. 

O rosto de Khadra se contraiu de pânico. Será que ela sabia o que tinha acontecido com o filho dela? Não. Khadra respirou fundo. Julie só estava se referindo ao que aconteceu com a pedra dos sonhos. "Hum... obrigada, mas não posso comer porco. 

Ai, meu Deus." O sorriso da Julie se transformou num sorrisinho tímido. "Claro. Que idiota da minha parte." Ela estendeu a jarra de café. "Mais um café? 

Sim, por favor." Khadra deu um gole no café, comeu as torradas e esperou os minutos até poder ligar pro marido e pedir pra ele buscá-la. Sentiu uma vontade danada de ficar naquela casa pra sempre e deixar aquele adolescente tratar ela como a legítima esposa dele. Mas sabia que isso era loucura, e esperava que um pouco de distância fizesse ela pensar com clareza de novo. 

 

~~ 

 

Já era quase hora de ir pra escola. Daniel e a mãe ficaram do lado de fora da porta pesada da entrada e viram Maxamed descer pela entrada de carro e estacionar bem no final da rua principal, onde Khadra esperava por ele. Era o mesmo lugar exato onde aquela carruagem preta tinha parado na visão de Daniel na outra noite. Ele e Julie acenaram quando Khadra entrou com cuidado no sedan pequeno e todo cagado, mas só Maxamed respondeu ao aceno do banco do motorista. E então os Samatar seguiram em direção à manhã nublada. 

Tive um pressentimento estranho sobre aquela mulher esta manhã, Danny?" Julie deu uma olhada de canto no filho. "Talvez não seja nada. Talvez seja o que quer que ela tenha feito para livrar nossa casa daqueles espíritos". 

Talvez," concordou Daniel. 

Como você está se sentindo esta manhã, abóbora?" Os olhos dele se fixaram no volume macio da calça dele. 

Melhor." Daniel olhou pra ela e prendeu o olhar dela. "Quer dizer, pior." Ela tava absurdamente gostosa na luz suave, com as curvas dela aparecendo por baixo da saia e da blusa, o rostinho curioso e os olhos apreciadores. "Quer dizer, vou precisar de uma ajuda quando você tiver um tempinho. 

 


O Assombro da Mansão Palmer Pt 11



Um sorrisinho puxou os cantos da boca dela. "Tava pensando..." Julie falou devagar, olhando por cima do ombro pra casa. O marido e a filha não estavam à vista. "Talvez você pudesse pular o ônibus hoje de manhã. Eu poderia te deixar na escola. Isso nos daria uns quinze minutos a mais. 

Dez minutos depois, Brittney subiu no ônibus sem o irmão gêmeo. Era estranho a mãe deles ir deixá-lo, mas aparentemente eles tinham algo importante pra fazer naquela manhã. 

Naquele momento, no tanque de lavar do porão, Julie apoiou os cotovelos na máquina de lavar. O vestido dela estava enrolado na cintura, a calcinha nos tornozelos, e a vara comprida do filho dela esfregava na bunda dela sem parar. "Me avisa quando for a hora, Danny. Você não pode fazer bagunça de novo. Tá bom? 

Claro... Mamãe..." Daniel segurou os quadris dela e se esfregou. Era tão bom não se preocupar com a Eloise. Ele podia se concentrar na curva deliciosa na parte baixa das costas da mãe e na bunda dela balançando. Ele se inclinou pra trás, alinhou a cabeça com a buceta dela escorrendo e empurrou pra dentro. 

Ah... talvez essa não seja a melhor... aaaaiiiii... ideia, amor." Ele a esticou tão gostosamente. O corpo dela vibrou quando aquele pauzão se abriu caminho dentro dela. 

Mas você disse que a gente podia transar de novo." Ele foi até o fundo, puxou quase tudo e empurrou de novo. O revestimento da buceta rosa dela formava uma manga perfeita em volta do pau dele. 

 


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Ah... Meu Deus..." Julie ofegou. "Mas a gente tem que... te levar pra... escola. E seu pai... pode aparecer pra te buscar... 

Vai ser... uh... uh... mais rápido assim." Daniel colidiu contra ela, curtindo como o corpo todo dela se tensionava cada vez que ele batia na bunda dela. 

Tá bom, docinho." Quem eu tava enganando? Ia ser mais rápido assim. "Só que não... por dentro... é uma época ruim do mês... pra mim. 

Onde?" Ele estendeu a mão direita e enroscou os dedos nos longos cabelos castanhos dela. Puxou a cabeça dela um pouco para trás, fazendo com que ela arqueasse ainda mais as costas. Ele amava o jeito que ela gritava em resposta. 

Eu... ahn... ahn... ahn... engooooloooo..." Julie deixou o orgasmo tomar conta dela. Estava completamente à mercê do filho. Foi a sensação mais gostosa. 

Daniel a esmagou por trás por mais um tempo, levando-a a mais dois orgasmos. Logo, ele estava pronto. "Posso... gozar dentro?" Ele puxou um pouco mais forte o cabelo dela. 

 


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Siiiiii". Julie só sabia o que tava dizendo. Tudo que ela sabia era que queria viver esse prazer pra sempre. Queria que ele enchesse ela toda. Ela ouviu os gemidos suaves e guturais do Daniel atrás dela e então sentiu o calor da semente dele dentro dela. Julie apertou os dentes e gritou o orgasmo mais intenso que já teve até aquele momento. 

Na cozinha, George parou de carregar a máquina de lavar louça do café da manhã. Que barulho foi aquele? Parecia uma espécie de ópera. Ele olhou ao redor da cozinha. Estranho. Talvez fosse procurar a Julie e ver se ela também tinha ouvido. 

Caralho, mamãe." Daniel tentou recuperar o fôlego. Sentiu a buceta da Julie apertar ritmicamente o pau dele enquanto ela gozava. Ele saiu de dentro dela e olhou pra baixo. O pau dele estava uma bagunça espumosa. 

Achei que você tinha... perdido o interesse em mim, Danny. Mas estava... muito enganada." O corpo inteiro de Julie vibrou. A mente dela não conseguia clarear de jeito nenhum. 

Simplesmente tinha um monte de... coisas na minha cabeça. É quase como se você fosse minha namorada... agora." As palavras soavam estranhas nos ouvidos dela. 

Não fala... essas coisas, Daniel." Os olhos de Julie recuperaram o foco e ela se inclinou pra pegar umas toalhas. Jogou uma pro Daniel e colocou a outra entre as pernas dela. "Eu sou sua... mãe. Só tô te ajudando com uma situação difícil. 

Beleza." Daniel usou a toalha pra esfregar o pau dele, que murchava devagar. 

Agora vamos te levar pra escola". Julie vestiu a calcinha, sabendo que ia ficar vazando um monte de porra do Daniel nela no caminho pra escola. "E vamos ser mais cuidadosos da próxima vez". 

Mas, mãe —" Daniel puxou a calça pra cima. 

Não tô dizendo de quem foi a culpa. Mas a gente não pode arriscar ela engravidar." Ela rebolou os quadris e deixou o vestido cair até os joelhos. "Tá bom, vamos te levar pra escola." Julie sorriu. Ela se sentiu bem. Enquanto descia pro andar principal, percebeu que tava se sentindo muito, muito bem. 

Daniel pegou a mochila dele e foram caminhando até a porta da frente. 

Aí estão eles", gritou George da grande escadaria leste. "O que o Danny tá fazendo em casa? Pensei que o ônibus escolar já tinha ido embora". 

Ah." Julie se virou e tentou não parecer culpada. "A gente... hum... a gente... hum... 

Ela tava me ajudando com um dever que esqueci de fazer ontem à noite". Daniel olhou pro pai com a testa franzida. "Ela vai me levar pra escola agora". 

Ah, tá bom." George, sem perceber o desconforto dela, sorriu para eles. "Você ouviu um som agudo ainda agora? Parecia quase uma gostosa cantando. 

Não, querido." Julie balançou a cabeça e lançou um olhar severo para Daniel pelo canto do olho. 

Tá bom, talvez tenha sido o vento." George deu de ombros. "Ou talvez os fantasmas tenham voltado." Ele riu. "Vou varrer esses símbolos de sal ridículos agora que os Samatar terminaram." Acenou, virou-se e subiu as escadas pra vestir a roupa de trabalho. 

Temos que ter mais cuidado", disse Julie em voz baixa enquanto levava Daniel para o carro. 

Mas cê não acredita? Nem dez minutos depois, ela se inclinou pro lado do banco do motorista, mamando no filho enquanto ele tava sentado no banco do passageiro. O carro balançou de leve num terreno baldio a três quarteirões da escola. Ela chupou ansiosa aquela bebida salgada quando ele jorrou na garganta dela. As habilidades dela tavam melhorando tanto que não deixava escapar nada da boca. 

 


incesto



Chegaram um pouco atrasados na escola, então ela teve que registrar na recepção. Foi constrangedor para a Julie falar com a assistente administrativa da escola com o gosto de porra na língua e a buceta escorrendo na calcinha. Mas a Julie seguiu em frente, deu um beijo na testa do Daniel e mandou ele pra aula. 

 

~~ 

 

Então, é isso que sobrou da nossa pedra dos sonhos?" Khadra desenrolou com cuidado os panos que envolviam a pedra em sua mesa de centro. Ela afastou a mão e prendeu a respiração ao ver no que sua pedra preciosa havia se transformado. "Isso foi usado por gerações, Maxamed." A grande pedra preta agora estava atravessada por longas veias vermelhas, pulsando num ritmo limpo. 

Sim." Maxamed estava de pé com os braços cruzados sobre a gravata, olhando atentamente para a esposa. 

Ela se transformou numa abominação". Estendeu a mão pra tocar nela, mas parou. Algum instinto disse pra ele não fazer isso. 

Quando eu voltar pra Somália, vou conseguir outro pra gente". Maxamed apertou os lábios. "Esse aqui parece que sugou todos os demônios e os calcificou. Pelo menos não vão mais machucar ninguém". 

Mas você já ouviu falar de uma coisa dessas?" A pulsante hipnotizou Khadra. A mão dela se estendeu de novo em direção à pedra. 

Eu não tenho." Maxamed balançou a cabeça. "Mas vou perguntar por aí. 

É realmente bem convincente." O dedo de Khadra tocou a rocha e um calor percorreu seu braço. Um forte estalo ecoou pela sala de estar dela e a pedra se partiu em treze pedaços. Khadra deu um passo pra trás, alarmada, e o calor se moveu para o peito dela. 

O que você fez, mulher?" Maxamed se jogou sobre ele e examinou a antiga pedra dos sonhos. Ela tinha se partido limpinho, sem lascar. "Isso não pode ficar na nossa casa." Ele enrolou os pedaços no pano e saiu correndo pela porta da frente. 

Khadra viu o marido deixar o pacote na calçada e depois voltou devagar pra casa. Maxamed deixou a porta da frente aberta quando voltou e ficou de costas. 

Se os demônios estão presos na pedra, parece que tem perigo." Ela se levantou com as mãos na cintura. "Qual é o melhor jeito de me livrar do mal que purgamos da casa dos Anderson? Talvez no fundo de um lago. Ou quem sabe se a gente pedir ajuda de um velho que... 

Khadra desligou o marido. Viu um grupo de adolescentes andando pela calçada. 

... ou um poço abandonado". Maxamed olhou pra esposa, irritado porque de alguma forma ela tinha quebrado a pedra do sonho e depois não deu ideias próprias pra se livrar dela. "Por que foi que seu toque quebrou ela? 

Acho... acho que tive uma visão da destruição dele", mentiu Khadra. "E meu toque foi a aniquilação dele. O mal que assombrou os Anderson se foi desta Terra. 

Isso seria muito estranho." Maxamed se virou devagar e saiu pela porta da frente, que estava aberta. Desceu pela calçada e parou ao lado do pano. Inclinou-se para pegá-lo. Estava vazio. Ela tinha razão. Nada disso fazia sentido. Maxamed sabia que teria que perguntar na comunidade pra ver o que os outros sabiam sobre essas coisas estranhas. Pegou o pano vazio e jogou na lixeira do vizinho, do lado da calçada, e voltou pra casa. "Como você tá se sentindo, Khadra? 

Tô cansado, marido. Posso ter um momento de sossego pra descansar no nosso quarto?" Ela se virou e foi andando pro quarto sem esperar resposta. 

Claro, não vou te incomodar." Precisava dela pra recuperar as forças. Tinha tanta estranheza em volta deles agora, difícil saber se as coisas iam se acalmar de vez. Esse trampo não parecia valer o esforço que George Anderson tinha prometido fazer na casa dele. 

Quando Khadra fechou e trancou a porta do quarto, não se surpreendeu ao ver aquele consolador preto gigante esperando por ela na cama cuidadosamente arrumada. "Mesmo se eu quisesse te usar, tô dolorida demais por causa do tempo que passei com aquele cara", sussurrou pra parada. "E não quero te usar de jeito nenhum". Pegou o negócio da cama e guardou na gaveta da cômoda. Não tava nem aí se Maxamed encontrasse. Sabia que ele logo sumiria, brincando de seus jogos torturantes. 

Tenho força de vontade, viu?" Khadra olhou para a gaveta fechada enquanto tirava o hijab e o vestido. Desabotoou o sutiã e deixou os peitos caírem livres. Tinha algo errado com a calcinha dela. Ela olhou para baixo e viu uma mancha molhada na frente. Que Deus a ajudasse, ainda estava vazando o esperma daquele cara. Quanto ele tinha depositado dentro dela? Vestiu uma calcinha nova e se meteu na cama. Estava orgulhosa da força de vontade que teve com aquele pau escuro. Conseguir negar aquela coisa maligna era um bom presságio, já que estava dedicando seu tempo aos Anderson. Silenciosamente, pegou no sono. 

 

~~ 

 

No segundo período, um bilhete do escritório tirou o Daniel da aula de cálculo. Ele andou pelos corredores compridos de volta ao escritório principal e ficou surpreso ao ver a Penélope batendo um papo feliz com a secretária quando chegou lá. 

Olá, Sr. Anderson. Sua cunhada te agendou pra consulta com o médico", disse a secretária. 

Ela o quê?" Daniel ficou bem confuso. 

Lembra? Sua mãe não pôde te trazer hoje, então ela me pediu pra fazer isso." Penélope sorriu e balançou a cabeça. Seus olhos azuis se encheram de sinceridade. 

Seguro." Daniel concordou. Não lembrava. "Meus livros ainda estão na sala de aula. 

Vamos mandar alguém pegar eles e a gente segura aqui pra você". A secretária deu o sorriso mais gostoso dela. "Tenha um bom dia". 

Valeu." Daniel seguiu Penélope para fora da escola em silêncio, vendo o vestido dela balançando de um lado pro outro. Quando chegaram no estacionamento, ele se aproximou dela. "Pensei que a gente não podia pagar um médico. Mamãe finalmente ficou com medo da minha pica? 

Pra alguém tão inteligente, às vezes você é um baita idiota." Ela olhou de soslaio pra ele, com um sorriso de desculpa. "Eu inventei. 

O quê?" Daniel parou. "Preciso voltar. Não posso perder cálculo por nada. Vou me ferrar. 

Vamos, idiota. Pode faltar uma aulinha. Você já matou aula outro dia, lembra?" Penélope pegou na mão dele e puxou ele pro carro. "Não ouviu meu recado de voz hoje de manhã? 

Não." Daniel deixou ela guiá-lo até o carro dele. "Eu tava... hum... ocupado. 

Você tá sempre tão ocupado". Ela abriu a porta do carona e empurrou ele pra dentro. "Se não responde minhas mensagens, é isso que você vai ganhar". 

Sequestrado?" – disse Daniel, batendo a porta com força e andando pro lado do motorista. 

Penelope sentou no banco do motorista e olhou pra ele com um certo ar sério. "Olha, eu sei que a escola é importante pra você, mas precisa entender que isso é importante pra mim." Ela colocou a mão no colo dele e apertou o pau dele. Deixou a mão ali enquanto o pau dele crescia. Os olhos dela fixaram no volume do short dele. "E posso ver que isso também é importante pra você." Ela passou as mãos na cintura elástica e puxou o short dele pra baixo. 

Pen, esse é o estacionamento da minha escola." Daniel olhou ao redor com a testa franzida. Não tinha ninguém por perto, só carros estacionados. "Alguém vai nos ver. 

Só quero dar uma olhadinha rápida". Ela puxou a calcinha dele pra baixo e ficou admirando o pau meio duro saindo. "É realmente inacreditável, Danny". Ligou o carro e saiu da vaga de estacionamento. A mão esquerda foi pro volante, a direita caiu no pau dele e começou a acariciar. "Esse é o tipo de pica que moveria a ascensão e queda das nações". 

Não... acho... que é assim que os países funcionam, Pen". Apesar da situação, ela se sentiu realmente bem. Deixou ela fazer o que queria. 

Talvez não." Penélope os levou pela estrada principal e seguiu em direção à casa dela. Era difícil manter o olhar na frente. "Você tá bem, Danny? 

Daniel concordou. 

Também fica gostoso na minha mão". Ela parou na rua dela. "Tá feliz de ter te tirado da aula agora, sabichão? 

Não… Sim… Não sei." Daniel viu ela tirar a mão do volante para apertar o abridor da garagem no para-sol. "Sim…" Eles entraram na garagem. 

Você está tão nervoso. É uma gracinha." A mão direita dela continuou no pau dele enquanto apertava o botão pra fechar a porta da garagem e desligava o carro. "E pensar que eu tava tão nervosa pra ir pra escola." Ela se inclinou na direção do Daniel, e começou a subir e descer enquanto ficava de boca cheia, seguiu por mais de 20 minutos chupando o Daniel até soltar uma mão, levantou o vestido e sentou de pernas abertas no colo dele. "Espero não estar te esmagando." Ela puxou a calcinha pro lado e alinhou o pau dele com a buceta melada. 

 


Familia



Não, tá de boa." Daniel olhou pra ela enquanto ela rebolava e se inclinava sobre ele. O cabelo loiro dela sombreava o rosto na garagem mal iluminada, mas ele conseguiu ver claramente o sorriso ansioso dela e depois o olhar de surpresa quando ela sentiu ele esticando ela. 

Eu... aaahhhhhhh... não vou largar o seu irmão." Penélope começou a pular devagar em cima dele, levantando o quadril tão alto acima do colo dele sem deixar ele escapar que era quase cômico. 

Eu... não pedi pra você fazer isso." Ela ergueu a mão e amoldou os peitos pesados por cima do vestido. "E eu tenho namorada... lembra? Não vou largar ela. 

Adoraria... uh... uh... uh... gostaria de conhecê-la." Os quadris de Penélope aceleraram, suas terminações nervosas faiscaram de prazer. 

Acho que... não é uma boa... ideia não". 

Não vou te envergonhar... você... Danny." Dava pra ouvir os sons molhados saindo da buceta dela no espaço fechado do carro. Ela mexia um pouco os quadris cada vez que eu tocava o fundo e gemia como uma louca. Nada mais se comparava à pica dessa novinha de dezoito anos. "Você já... transou com ela...? 

Sim." Agarrou os peitos dela com mais força e olhou para cima, vendo os olhos dela bem fechados e a boca aberta. 

Então... uh... uh... uh... a gente tem muito em comum. Nós dois... já te tivemos dentro da gente. Nós dois... já transamos o melhor sexo... das nossas vidas." Penélope gritou quando o orgasmo tensionou seus músculos e sua buceta apertou o pau dele. Ela empurrou os quadris para baixo e se segurou no colo dele por vários segundos. 

 



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Daniel deixou ela aproveitar o orgasmo e depois subiu e desceu os peitos dela pra ela quicar de novo em cima dele. "Não sabia que você era tão... pervertida, Pen. 

Eu também não." Suspirou e colocou as mãos sobre as de Daniel. Ela apertou os dedos dele com mais força nos peitos dela. "Brad e eu pensávamos... que aquilo era sexo." A buceta dela tremeu. Porra, ela ia gozar de novo. "Mas... a gente não fez. Ai, meu Deus... Brad não faz tão bem assim." Ela gritou outro orgasmo. Quando terminou, se afastou dele e subiu na parte de trás. Estendeu uma toalha extra que guardava no carro sobre o banco. "Não vamos sujar o estofado." E fez sinal para Daniel voltar para perto dela. Eles treparam no carro dela por duas horas até que Daniel finalmente gozou dentro dela. Ela suspirou, deitada de costas com as pernas abertas, aninhando a cabeça suada dele contra o peito esquerdo dela. "Demorou pra caralho pra você gozar. Sua namorada aguenta esse tempo todo? 

 


Mae e filho



Pra ser sincero..." Suspirou e pressionou o nariz contra a carne macia dela. Tinha um cheiro doce e úmido. Foi perfeito. "Eu tenho transado muito mais do que imaginava. 

Bom, você merece isso, Danny." Ela brincou com o cabelo loiro dele enquanto ficavam ali deitados. Passar um tempo preguiçoso com Daniel, com aquela pica enorme ainda alojada dentro dela, era a melhor sensação do mundo. Depois da sensação de foder com ele, claro. "Será que eu devia te levar de volta pra escola? 

Provavelmente. 

Nenhum dos dois se mexeu por um bom tempo. No fim, se limparam o melhor que puderam, se vestiram, e Penélope levou Daniel de volta pra escola. Chegou bem na hora do sinal final. 

 

~~ 

 

As coisas estavam ficando pesadas demais pro Daniel, então, além das boquetas diárias da mãe dele, ele tirou uns dias de folga do sexo. Ele não queria que a Penélope aparecesse de novo na escola nem fizesse nada inesperado. Principalmente, não queria que ela fizesse algo que pudesse dar na pista pra Julie sobre o que tava rolando. Então, ele prometeu por mensagem de texto que passaria lá depois da escola na segunda. Esperava que isso segurasse ela. 

Sexta-feira à noite chegou e Daniel foi cedo pra cama. Tava no meio de um sonho maravilhoso quando uma mão fria no ombro dele o tirou do sono. Os olhos dele se abriram de susto, mas aí um sorrisão bobo se espalhou pelo rosto dele no escuro. Ele olhou pra cima e viu a Eloise sorrindo pra ele. Ela tava de camisola comprida e Daniel percebeu que ela ainda não tava grávida. 

 


O Assombro da Mansão Palmer Pt 11


 


Seus esforços estão dando frutos, querido." Eloise devolveu o sorriso pro seu gato bonitão e sentou de leve na beirada da cama dele. "Como você pode ver, posso tocar em você de novo. Você tá enchendo a casa com uma energia tão maravilhosa. Positivamente vibrante. 

É um prazer vê-la, Sra. Palmer". 

E como sempre, Danny, você é um espetáculo pros olhos cansados". Ela dobrou o cobertor e enfiou ele debaixo do queixo. "Agora, eu vi que você plantou sua semente dentro da sua mãe de novo? 

Daniel assentiu. 

Beleza, feito. Verdadeiramente fenomenal. E por isso vou te recompensar". Eloise girou o anel com seus diamantes binários ao redor do dedo bem devagar. "Mas primeiro, tenho alguns pedidos". 

O quê?" Daniel ergueu as sobrancelhas. 

Eu adoraria levar a maravilhosa senhora Julie Anderson pela porta dos fundos". 

A bunda dela?" Daniel odiava ter que dizer não pra Eloise, mas balançou a cabeça. "Mamãe nunca aceitaria isso". 

Ela faria isso." Eloise concordou amigavelmente. "Se for isso, ou se ela for ter outro filho, ela vai tentar. Eu juro. 

É sério?" Daniel ficou cético. 

Também queria que você trouxesse a esposa do seu irmão pra cá e enchesse ela aqui dentro". Ela sorriu com paciência, como uma professora apresentando o trabalho da semana. "Foi bom pra casa quando você sacudiu a carruagem dela na casa dela. Mas seria muito melhor dentro dessas paredes". 

Não sei." Daniel não gostou muito desses pedidos. "Vão nos pegar. 

Então, do mesmo jeito que pegaram você e sua mãe?" Eloise piscou um olho. "Não posso fazer você desaparecer, mas posso ajudar a confundir seus parentes, querido. 

Você pode?" Pensando bem, agora fazia sentido que a Brittney ou o pai dela não tivessem descoberto o que ele andava fazendo. Ele nunca foi tão cuidadoso. 

Minha última tarefa para você é visitar a Sra. Samatar amanhã às onze da manhã." Eloise puxou o cobertor para baixo, passando dos joelhos de Daniel, e deu uma olhada na figura pálida e magra dele. Ela sorriu ao ver o pau duro dele, espetando para fora da cintura da cueca estranha. Descansava além do umbigo dele. "O marido e os filhos dela vão deixá-la sozinha por um tempo amanhã. Vá lá e foda ela de novo, e convide-a para voltar à casa para um encontro depois. Pode fazer isso por mim?" Ela passou as pontas dos dedos ao longo do pau dele e puxou a cueca dele para baixo com cuidado. 

Sim." Daniel concordou. 

Bom garoto." Eloise se levantou e tirou a camisola pela cabeça. Sem a gravidez, ela tinha os peitos menores e um corpo muito mais jovem. "Agora, pela sua recompensa, pretendo te ensinar muitas coisas que você não sabe sobre o corpo de uma mulher." Ela se agachou, fez um V com os dedos e puxou a buceta. "Conhece o botão do amor?" Com a outra mão, apontou para o clitóris. 

Daniel concordou. 

Beleza, deixa eu te mostrar o que fazer com ele. É assim que se cuida direitinho do crinkum crankum". 

Daniel tinha esquecido como a pele da Eloise era gostosa. Tava doido pra aprender. Depois de levar ela a um orgasmo forte, viu o corpo de alabastro dela quicando na cama e se deitando de costas. O triângulo de cabelo entre as pernas dela brilha tanto na pele. 

Com uma vara tão grande, você tem mais posições abertas pra você do que a maioria dos homens, querido. Deixa eu te mostrar algumas." Eloise guiou Daniel pra posição de papai e mamãe, e eles foderam por vários minutos. 

 


madura



 

Isso é inacreditável." Daniel sentiu que realmente podia tratar uma mulher de forma diferente dos outros homens. Foi um pensamento embriagador. 

A maioria dos homens sentiria dor, mas você tem uma clara vantagem." Ela levantou os quadris na cavalgada e o desalojou. "Agora aprende a vaquerinha inversa." Ela virou de costas e sentou nele, abrindo mais as pernas e dando uma visão da bunda dela. Ficaram se contorcendo assim por um tempo. "Pode me dar uns tapas, Danny. 

Tá bom." Daniel, por outro lado, agarrou ela pela parte de trás das coxas. 

Dá um tapa em mim, Daniel." Ela olhou pra ele por cima do ombro com um olhar obscuro. 

Daniel deu um tapa na bunda direita dela. E depois na esquerda. "Gostou assim? 

Você é um bom garoto. 

 


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Eloise o guiou através de várias poses novas. Ela as chamava de nomes como trono de ferro, tulipa e orelhas de coelho. Foi um turbilhão de sexo para Daniel, e quando terminaram, ele gozou dentro da buceta gelada dela mais de cinco vezes. 

Em algum lugar da casa, um relógio bateu cinco vezes. O amanhecer estava chegando. Eloise ajeitou Daniel de novo na cama e beijou a testa suada dele. "Pronto, agora. Lembra do que aprendeu. Essas lições vão ser úteis mais cedo do que você imagina. 

Boa noite, Sra. Palmer." Daniel fechou os olhos com um sorriso de satisfação. Foi tão gostoso ter ela de volta. 

Boa noite, meu príncipe." E com isso, Eloise desapareceu. 

 

~~ 

 

Todas as casas pareciam pequenas demais pro Daniel, agora que ele morava na Palmer Mansion. Mas a casa do Samatar parecia minúscula e sem graça por fora. Daniel tava no degrau da frente, esfregando as mãos, tenso pra caralho. Se a Eloise não tivesse pedido isso, ele nunca teria pisado ali. Nem fodendo. Criou coragem e apertou a campainha. Quando não aconteceu nada, bateu na porta da frente meio sem jeito. 

Uns segundos depois, a porta da frente se abriu e Khadra encarou Daniel. Seu sorriso de boas-vindas sumiu quando viu quem era. "Daniel. O que você tá fazendo aqui?" No fundo, sentiu um puxão pra proteger e agradar o garoto. Mas agora sabia que tinha força de vontade e conseguia resistir ao puxão daquela maldita casa. 

Preciso vê-la, Sra. Samatar. Posso entrar?" Daniel balançou o peso de um pé para o outro e vice-versa. Puxou a camiseta. 

Desculpa, talvez não." Khadra usava seu hijab de sempre e um vestido longo e fluido. Era uma mulher pequena, mas fez questão de marcar presença na porta. Não deixaria ele entrar em casa. "Mesmo que eu esquecesse tudo o que aconteceu entre nós, não posso permitir que um homem entre na minha casa sem meu marido presente." Ela olhou ao redor do bairro. Ninguém estava olhando. 

Por favor?" Daniel quis estender a mão e tocar nela, mas não teve coragem. "Só tenho dezoito anos, tenho certeza que o Sr. Samatar não se importaria. 

Khadra encarou ele como se ele fosse maluco, mas se afastou. Colocou a mão no ombro dele e puxou ele pra dentro de casa. "Tá bom, mas se liga. Não devia estar fazendo isso." Fechou a porta atrás deles e levou ele pra sala. 

A casa cheirava a especias estranhas para o Daniel. A decoração era diferente de qualquer lar onde ele tinha estado antes, muitas estatuazinhas e tecidos luxuosos nas paredes. "Tá bem, isso não é fácil de dizer, então..." Daniel respirou fundo. "... Vou falar logo. A gente precisa transar de novo. 

Tá maluco?" Khadra não sabia bem o que esperava, mas não era isso. Talvez um pedido de desculpas. Talvez uma atualização sobre os demônios que infestavam aquela casa. "Deveria te acertar com minha vassoura. 

Olha, me desculpa." Daniel desabotoou a calça e deixou ela cair até os tornozelos. Dava pra ver que os olhos dela estavam fixos no volume da cueca samba-canção dele. "Mas você gostou da última vez, lembra?" Ele também tirou a cueca. O pau dele já estava meio duro. "E ainda tem veneno. Preciso que você extraia o veneno. 

Parece que tem um suprimento inesgotável de veneno". Khadra se aproximou dele e se abaixou na direção daquele pau enorme. Passou as unhas pelas veias e viu ele crescer. A cabeça ficou cada vez mais escura. Será que a força de vontade dela estava mesmo falhando agora? "Você não tá vendo? Se eu te ajudar, vou ter o veneno dentro de mim". 

Não tinha pensado por esse lado." Daniel suspirou. O toque dele era tão gostoso. 

Você envenenou meu poço." Ela agarrou aquela coisa estranha dele e começou a acariciar com a mão esquerda. Agora estava duro como aço. "Mas acho que fiz o que era necessário pra te proteger." Ela olhou pro rosto do adolescente e viu o prazer que a mão dela estava causando. "Sabia que meu toque quebrou a pedra do sonho? E que vi os pedacinhos malignos fugindo pro mundo? Poderia ter impedido. Mas não fiz isso. 

Daniel balançou a cabeça. Não tinha certeza do que ela estava falando. "Vamos pro seu quarto. 

Mais uma vez." Khadra mordeu o lábio enquanto os olhos voltavam pra aquele leviatã. "Só mais uma vez, me promete. 

Eu juro." Daniel olhou para a mão escura dele se movendo sobre o pau. "Como é que você não tem aliança de casamento? 

Isso não é tradição somali." Khadra pegou o pau dele e o levou pro quarto que dividia com Maxamed. Pouco tempo depois, montou nele com a coisa comprida dele dentro dela. Ela ainda estava com o vestido, levantado até os quadris, e ainda usava o hijab. Os olhos dela ficaram vidrados e ela apertou os dentes de êxtase. Como é que algo pode ser tão gostoso assim? 

Vai gozar de novo?" Daniel olhou para a mulher extasiada enquanto girava os quadris em pequenos círculos sobre ele. 

Gggggghhhhhhhhh". Khadra não conseguiu tirar as palavras da boca. As estrelas explodiram diante dos olhos dela como se estivesse vendo a criação de Alá. Ela jogou a cabeça para trás e gritou. 

 


incesto



Aquela mulher baixinha e morena, com seu hijab, perdendo completamente o controle do próprio pau foi uma visão inesquecível para o Daniel. Ele só queria que a Eloise pudesse estar ali pra ver também. De repente, o Daniel se perguntou o que a mãe dele diria se pudesse ver aquela esposa se contorcendo com ele na cama de casamento dela. Talvez ela não aprovasse. 

Quando o orgasmo passou, Khadra mudou o movimento para movimentos longos. Colocou as mãos no peito de Daniel e quicou com força suficiente para se levantar completamente da cama a cada batida para cima. "O que... uh... uh... você fez comigo...?" Ela gemeu. "Como eu posso...? 

 


Familia



Foi interrompida pelo toque do celular. Ela virou a cabeça. O aparelho estava em cima da penteadeira. Parou os movimentos e encarou Daniel de olhos arregalados. "Preciso... ver quem é. Pode ser... o Maxamed." Tentou desacelerar a respiração. 

Deixa cair na caixa postal". Daniel contraiu o pau dentro dela e sentiu a buceta se apertar involuntariamente. "Sempre atendo meu telefone". Mas viu ela se afastar e correr pelo quarto. Teve uma boa visão da raba curvilínea dela antes do vestido cair nos tornozelos. 

Era como eu temia, o marido dela tava ligando. Khadra pegou o telefone, mas antes de atender, olhou por cima do ombro pro garoto pálido e pelado que tava deitado na cama dela. O pau dele tava orgulhoso, apontando pro ar. "Fica tranquilo agora, ele não pode saber que você tá aqui." Sem dar chance pro Daniel responder, ela atendeu a chamada e levou o telefone até a orelha coberta pelo hijab. "Oi... marido", disse em somali. 

Você tá sem fôlego", disse Maxamed, também em somali. "O que foi que aconteceu? 

Só tava... fazendo os serviços de casa". Khadra apoiou os cotovelos na cômoda, de costas pra cama. Ela se arrepiou quando sentiu umas mãos na bunda dela, puxando o vestido pra cima. Olhou por cima do ombro pra ver o Daniel atrás dela. Ela mandou um olhar feroz pra ele. 

Você devia estar descansando", disse Maxamed. "Já passou por tanta coisa. Não levei as crianças pra casa da minha mãe pra você se acabar de cansar aqui em casa. 

Desculpa, eu... eu..." Khadra teve dificuldade pra formar um pensamento quando Daniel deslizou dentro dela. Já não doía nada. A buceta dela tinha mudado. "Eu só... queria fazer umas... coisas." Agora ela percebeu que teria que fazer as tarefas de casa depois que Daniel fosse embora pra Maxamed não desconfiar. 

Bom, você tá péssima, mulher." Maxamed soou meio irritado. "Vai pra cama agora mesmo. 

Sim..." Khadra se virou e caminhou com passos curtos em direção à cama, o adolescente ainda a fodia por trás. Atravessaram o quarto assim, e ele se deitou, fazendo com que ela subisse os pés no colchão, sem que o pau dele saísse da buceta dela. "Estou na cama agora." Nessa nova posição, Daniel metia mais forte. Ela temia que Maxamed ouvisse o som das cadeiras dele batendo na bunda dela. "Eu deveria... ir... agora. 

Tá tão cansada assim dessa viagem pra cama? Dá uma dormida. Não posso ter uma esposa num estado tão fraco desse." Maxamed tava tão acostumado a dar ordens, mas nem percebia que já não tinha tanto controle sobre a e

1 comentários - O Assombro da Mansão Palmer Pt 11

zamu78 +1
Y el relato? 😕
Lo siento no se que paso pero ya está arriba otra vez...