Nesta segunda parte, vou contar algumas aproximações que tentei com ela pra ver a reação dela e umas coisas que notei da parte dela em relação a mim, bem sutis, mas que dão o que pensar. Mas pra contextualizar de novo (e esquentar o clima), vou descrever ela outra vez:
- Ela é uma mulher madura de 57 anos.
- Cabelo castanho escuro, meio ondulado, na altura dos ombros.
- Pele branca.
- Olhos castanho escuro que, quando ela toma uns drinks a mais, ficam puxadinhos e brilhantes.
- Maçãs do rosto marcadas que, quando ela sorri, destacam bem os traços faciais dela.
- Lábios finos, mas que ela sabe realçar quando passa batom.
- Pra mim, um rosto muito lindo.
- Altura perto de 1,50 m.
- Não mantém o corpo dos 20 ou 30 anos (pelas fotos da juventude que vi), mas apesar dos anos e dos quilinhos extras, ela conserva muito bem as curvas dela, aliás, isso a torna ainda mais gostosa aos meus olhos.
- Tem uma bunda bem firme e larga.
- Tem um par de peitos de tamanho acima da média, com a caída própria da idade, mas que sem dúvida chamam a atenção. Quando faz frio, os bicos aparecem bem pontudos.
Esse relato tem duas partes, então vai ser um pouco longo, espero que vocês gostem e entrem na leitura.
- Minhas fotos de putaria: Depois de descobrir essa atração muito intensa pela minha sogra, fiz umas coisas (algumas arriscadas) pra ver a reação dela. Numa ocasião, combinei com ela de passar na casa dela no dia seguinte pra deixar umas coisas perto do horário do almoço, então ela (com a simpatia de sempre) me disse pra chegar e almoçar. Naquele dia, por causa do trabalho, eu tinha que passar num lugar umas 11 da manhã, então tinha um tempinho antes de sair de casa. Estando em casa cedo naquela manhã, tava bem excitado por ela e de novo me masturbava pensando no par de peitos que me receberiam no almoço. Pensava comigo: "Adoraria que um dia ela me pegasse pelado". me masturbando, que ela soubesse que eu me masturbo pensando nela". Depois desses pensamentos e como uma fantasia pessoal, tive a ideia de tirar umas fotos nu com o pau duro, sorrindo pra câmera como se ela estivesse na minha frente. Tirei umas 4 fotos (sentado mostrando um pau bem ereto, uma com a mão segurando meu pau duro, um close da minha roluda e cabeçuda, e a última tirada de baixo focando umas bolas cheias de porra pra ela), quando de repente percebi que já era tarde e que precisava sair de casa, nem consegui terminar a punheta, então saí muito tarado. Quando fui fazer aquela atividade prévia do trabalho, tive que tirar umas fotos dos designs que fui revisar e, quando comecei a olhar as fotos disso, percebi que não tinha apagado minhas fotos pelado. Foi aí que tive a ideia de que ela, de algum jeito, pegasse meu celular pra ver as fotos do trabalho e "acidentalmente" encontrasse minhas fotos XXX. Esse pensamento automaticamente me deu uma ereção fortíssima, só de pensar que ela poderia ver aquelas fotos. Já era hora de ir pra casa dela e eu sentia aquela excitação como se fosse pra um motel, mas com um nervosismo danado por não saber qual seria a reação dela. No entanto, quando cheguei na casa dela, surpresa! Percebi que no almoço não estaríamos só eu e ela, mas também o outro filho dela (cuja universidade estava em greve), uma das irmãs dela que tinha passado pra visitar e a avó. No total, seríamos 5 pessoas na mesa. Naquele momento, toda a excitação que eu tava se transformou numa mistura de decepção, mas ao mesmo tempo alívio por todo o nervosismo que eu tava sentindo. Foi então que aconteceu o impensável: a irmã dela disse pro meu cunhado: "Sobrinho, me acompanha no shopping pra comprar umas coisas?" e ele respondeu: "Bora, tia, vamos nessa", "Já, mas vamos logo pra não ficar tarde". A excitação e o O nervosismo voltou automaticamente, e até uma pequena lubrificação no meu pau apareceu, porque eu sabia que a avó também ia levantar da mesa e nos deixar sozinhos. Dito e feito, depois que dois dos convidados saíram de casa pra fazer compras, a avó se levantou e ficamos só nós dois conversando. Depois de um tempo, eu já não aguentava mais de nervoso, até duvidei em alguns momentos se faria o que tinha planejado, mas a excitação de me expor pra ela foi maior e eu falei:
Eu: "Já vou ter que ir"
Ela: "Ah, já? Precisa continuar trabalhando?"
Eu: "Sim, terminar de fechar uns assuntos... Vou passar no banheiro antes pra escovar os dentes"
Ela: "Tá"
Eu me levantei e, enquanto tirava minhas coisas da mochila, falei:
Eu: "Antes de vir aqui, fui tirar umas fotos de uns designs"
Ela: "Sério? E como estavam?"
Eu: "Bem boas, quer ver?"
Ela: "Tá"
Então peguei meu celular, procurei a última foto que tirei e falei:
Eu: "Olha, a partir dessa foto, vai passando pra direita... Enquanto isso, vou no banheiro"
Entrei no banheiro, fechei a porta e comecei a mijar enquanto ouvia ela dizer:
Ela: "Ah, essa tá gostosa... Nossa, e essa ficou super também... Amo essas cores"
E de repente... Silêncio! Um silêncio que durou uns 10 segundos, sabia que ela tinha encontrado minhas fotos pornô. Naquele momento, ainda estava com o pau pra fora, porque tinha acabado de mijar, e pude ver como rapidamente fiquei de pau duro. Mas de repente, a porta se abriu, era a avó passando pra pegar umas coisas no quintal. A única coisa que ouvi foi meu celular sendo virado rapidamente pra baixo e a voz da minha sogra dizendo num tom claramente irritado:
Ela: "Mas mãe! Por que você fica dando tanta volta?!"
Aí eu soube que o momento tinha acabado, então me preparei pra escovar os dentes pra ganhar tempo e deixar a ereção baixar. Quando saí do banheiro, só encontrei meu celular em cima da mesa, ela se tinha ido pra cozinha. Chego lá e falo:
Eu: "Pronto, agora vou embora"
Ela: "Tá, pode ir"
Eu: "E aí? O que achou das fotos?"
Quando fiz essa pergunta, vi como ela ficou vermelha e começou a andar pela cozinha sem fazer nada, pegava umas coisas, largava outras e me disse:
Ela: "É, estavam boas"
Depois disso, peço pra ela me acompanhar até a porta, agradeço pelo almoço, pego minhas coisas e me despeço com um beijo na bochecha e uma roçada leve da parte de cima da minha mão no peito esquerdo dela (meio que sem querer) e vou embora rápido pra casa. Durante todo o caminho enquanto dirigia, meu pau ficou duro pra caralho, enquanto soltava uns gemidos de tesão no nome dela. Quando cheguei, não aguentava mais de excitação, me despi de novo e me preparei pra terminar a punheta que tinha deixado pendente de manhã. Fiquei olhando minhas fotos pelado que ela viu e fiquei muito excitado, não acreditava no que tinha acontecido, do jeito que ela me olhou, num sofá onde ela sentou tantas vezes. Fiquei viajando na maionese: Será que ela ficou com tesão também? Será que percebeu a roçada no peito? Será que foi pro quarto ou pro banheiro se dedar depois que eu fui embora? Ufa! tanta coisa.
Da minha parte, a punheta que dediquei pra ela naquele dia foi, digamos, "generosa".
As atitudes dela: Também reparei que tem umas ações dela que me deixam pensando. Por exemplo:
- O carinho: Uma vez na casa dela, ela tinha ido visitar um primo. Eu fiquei fuçando umas coisas na internet e quando ela voltou, percebi que ela tava bem sorridente e com aquele olhar brilhoso, claramente tinha tomado uns copos. Quando ela entrou, falei pra ela chegar perto pra mostrar algo na tela. Ela se aproximou, ficou atrás da minha cadeira apoiando a mão no encosto pra ver a tela. Enquanto eu explicava, senti nos fios da minha nuca os dedos dela passando de leve, me acariciando. Algo bem sutil.
- A confissão sexual: Uma noite, todo mundo conversando na mesa (com uns drinks no meio, claro), já altas horas da noite, todo mundo foi dormir, uns mais bêbados que outros. No fim, ficamos só eu e ela batendo papo, tomando uns copos de uísque, e de repente a conversa ficou mais íntima (não quente, íntima). Do nada, como uma confissão, eu falo: "Sou daqueles caras que derrete por um bom par de peitos, tem homem que curte bunda, eu curto peito". Aí ela dispara: "Me arrependo de não ter aproveitado mais, de ter engravidado e esse ter sido o único cara com quem transei na vida até hoje". Naquela hora, a única coisa que eu queria era que a casa estivesse vazia, porque eu teria pulado nela, despido ela e dado a melhor transa da vida dela. Eu teria chupado tudo... TUDO!
- Peitos cravados nas minhas costas: Durante outras festas na casa dela, de novo todo mundo de porre, convidei geral pra tirar uma selfie em grupo. Todo mundo se aproximou de mim, levantei o braço com o celular na mão pra pegar um ângulo de cima, e notei que ela se colocou atrás de mim, me segurou pela cintura e cravou um peito nas minhas costas. Pronto, tirei a foto e o grupo se desfez. Pensei: "Tá, talvez foi porque estávamos todos amontoados pra enquadrar a foto", mas pra tirar a dúvida falei: "Uuui, saiu toda borrada, vamos tirar de novo". Todo mundo se juntou de novo, e ela mais uma vez se colocou atrás de mim, mas dessa vez me segurou com uma mão na cintura, a outra no meu ombro, e cravou os dois peitos lindos dela nas minhas costas. Tirei a foto e falei: "Vamos nos mexer um pouco pra luz pegar de outro jeito". Nos movemos, e de novo senti aqueles dois peitões enormes bem apertados nas minhas costas.
Espero que tenham gostado dessa segunda parte de várias outras que ainda vêm por aí.
- Ela é uma mulher madura de 57 anos.
- Cabelo castanho escuro, meio ondulado, na altura dos ombros.
- Pele branca.
- Olhos castanho escuro que, quando ela toma uns drinks a mais, ficam puxadinhos e brilhantes.
- Maçãs do rosto marcadas que, quando ela sorri, destacam bem os traços faciais dela.
- Lábios finos, mas que ela sabe realçar quando passa batom.
- Pra mim, um rosto muito lindo.
- Altura perto de 1,50 m.
- Não mantém o corpo dos 20 ou 30 anos (pelas fotos da juventude que vi), mas apesar dos anos e dos quilinhos extras, ela conserva muito bem as curvas dela, aliás, isso a torna ainda mais gostosa aos meus olhos.
- Tem uma bunda bem firme e larga.
- Tem um par de peitos de tamanho acima da média, com a caída própria da idade, mas que sem dúvida chamam a atenção. Quando faz frio, os bicos aparecem bem pontudos.
Esse relato tem duas partes, então vai ser um pouco longo, espero que vocês gostem e entrem na leitura.
- Minhas fotos de putaria: Depois de descobrir essa atração muito intensa pela minha sogra, fiz umas coisas (algumas arriscadas) pra ver a reação dela. Numa ocasião, combinei com ela de passar na casa dela no dia seguinte pra deixar umas coisas perto do horário do almoço, então ela (com a simpatia de sempre) me disse pra chegar e almoçar. Naquele dia, por causa do trabalho, eu tinha que passar num lugar umas 11 da manhã, então tinha um tempinho antes de sair de casa. Estando em casa cedo naquela manhã, tava bem excitado por ela e de novo me masturbava pensando no par de peitos que me receberiam no almoço. Pensava comigo: "Adoraria que um dia ela me pegasse pelado". me masturbando, que ela soubesse que eu me masturbo pensando nela". Depois desses pensamentos e como uma fantasia pessoal, tive a ideia de tirar umas fotos nu com o pau duro, sorrindo pra câmera como se ela estivesse na minha frente. Tirei umas 4 fotos (sentado mostrando um pau bem ereto, uma com a mão segurando meu pau duro, um close da minha roluda e cabeçuda, e a última tirada de baixo focando umas bolas cheias de porra pra ela), quando de repente percebi que já era tarde e que precisava sair de casa, nem consegui terminar a punheta, então saí muito tarado. Quando fui fazer aquela atividade prévia do trabalho, tive que tirar umas fotos dos designs que fui revisar e, quando comecei a olhar as fotos disso, percebi que não tinha apagado minhas fotos pelado. Foi aí que tive a ideia de que ela, de algum jeito, pegasse meu celular pra ver as fotos do trabalho e "acidentalmente" encontrasse minhas fotos XXX. Esse pensamento automaticamente me deu uma ereção fortíssima, só de pensar que ela poderia ver aquelas fotos. Já era hora de ir pra casa dela e eu sentia aquela excitação como se fosse pra um motel, mas com um nervosismo danado por não saber qual seria a reação dela. No entanto, quando cheguei na casa dela, surpresa! Percebi que no almoço não estaríamos só eu e ela, mas também o outro filho dela (cuja universidade estava em greve), uma das irmãs dela que tinha passado pra visitar e a avó. No total, seríamos 5 pessoas na mesa. Naquele momento, toda a excitação que eu tava se transformou numa mistura de decepção, mas ao mesmo tempo alívio por todo o nervosismo que eu tava sentindo. Foi então que aconteceu o impensável: a irmã dela disse pro meu cunhado: "Sobrinho, me acompanha no shopping pra comprar umas coisas?" e ele respondeu: "Bora, tia, vamos nessa", "Já, mas vamos logo pra não ficar tarde". A excitação e o O nervosismo voltou automaticamente, e até uma pequena lubrificação no meu pau apareceu, porque eu sabia que a avó também ia levantar da mesa e nos deixar sozinhos. Dito e feito, depois que dois dos convidados saíram de casa pra fazer compras, a avó se levantou e ficamos só nós dois conversando. Depois de um tempo, eu já não aguentava mais de nervoso, até duvidei em alguns momentos se faria o que tinha planejado, mas a excitação de me expor pra ela foi maior e eu falei:
Eu: "Já vou ter que ir"
Ela: "Ah, já? Precisa continuar trabalhando?"
Eu: "Sim, terminar de fechar uns assuntos... Vou passar no banheiro antes pra escovar os dentes"
Ela: "Tá"
Eu me levantei e, enquanto tirava minhas coisas da mochila, falei:
Eu: "Antes de vir aqui, fui tirar umas fotos de uns designs"
Ela: "Sério? E como estavam?"
Eu: "Bem boas, quer ver?"
Ela: "Tá"
Então peguei meu celular, procurei a última foto que tirei e falei:
Eu: "Olha, a partir dessa foto, vai passando pra direita... Enquanto isso, vou no banheiro"
Entrei no banheiro, fechei a porta e comecei a mijar enquanto ouvia ela dizer:
Ela: "Ah, essa tá gostosa... Nossa, e essa ficou super também... Amo essas cores"
E de repente... Silêncio! Um silêncio que durou uns 10 segundos, sabia que ela tinha encontrado minhas fotos pornô. Naquele momento, ainda estava com o pau pra fora, porque tinha acabado de mijar, e pude ver como rapidamente fiquei de pau duro. Mas de repente, a porta se abriu, era a avó passando pra pegar umas coisas no quintal. A única coisa que ouvi foi meu celular sendo virado rapidamente pra baixo e a voz da minha sogra dizendo num tom claramente irritado:
Ela: "Mas mãe! Por que você fica dando tanta volta?!"
Aí eu soube que o momento tinha acabado, então me preparei pra escovar os dentes pra ganhar tempo e deixar a ereção baixar. Quando saí do banheiro, só encontrei meu celular em cima da mesa, ela se tinha ido pra cozinha. Chego lá e falo:
Eu: "Pronto, agora vou embora"
Ela: "Tá, pode ir"
Eu: "E aí? O que achou das fotos?"
Quando fiz essa pergunta, vi como ela ficou vermelha e começou a andar pela cozinha sem fazer nada, pegava umas coisas, largava outras e me disse:
Ela: "É, estavam boas"
Depois disso, peço pra ela me acompanhar até a porta, agradeço pelo almoço, pego minhas coisas e me despeço com um beijo na bochecha e uma roçada leve da parte de cima da minha mão no peito esquerdo dela (meio que sem querer) e vou embora rápido pra casa. Durante todo o caminho enquanto dirigia, meu pau ficou duro pra caralho, enquanto soltava uns gemidos de tesão no nome dela. Quando cheguei, não aguentava mais de excitação, me despi de novo e me preparei pra terminar a punheta que tinha deixado pendente de manhã. Fiquei olhando minhas fotos pelado que ela viu e fiquei muito excitado, não acreditava no que tinha acontecido, do jeito que ela me olhou, num sofá onde ela sentou tantas vezes. Fiquei viajando na maionese: Será que ela ficou com tesão também? Será que percebeu a roçada no peito? Será que foi pro quarto ou pro banheiro se dedar depois que eu fui embora? Ufa! tanta coisa.
Da minha parte, a punheta que dediquei pra ela naquele dia foi, digamos, "generosa".
As atitudes dela: Também reparei que tem umas ações dela que me deixam pensando. Por exemplo:
- O carinho: Uma vez na casa dela, ela tinha ido visitar um primo. Eu fiquei fuçando umas coisas na internet e quando ela voltou, percebi que ela tava bem sorridente e com aquele olhar brilhoso, claramente tinha tomado uns copos. Quando ela entrou, falei pra ela chegar perto pra mostrar algo na tela. Ela se aproximou, ficou atrás da minha cadeira apoiando a mão no encosto pra ver a tela. Enquanto eu explicava, senti nos fios da minha nuca os dedos dela passando de leve, me acariciando. Algo bem sutil.
- A confissão sexual: Uma noite, todo mundo conversando na mesa (com uns drinks no meio, claro), já altas horas da noite, todo mundo foi dormir, uns mais bêbados que outros. No fim, ficamos só eu e ela batendo papo, tomando uns copos de uísque, e de repente a conversa ficou mais íntima (não quente, íntima). Do nada, como uma confissão, eu falo: "Sou daqueles caras que derrete por um bom par de peitos, tem homem que curte bunda, eu curto peito". Aí ela dispara: "Me arrependo de não ter aproveitado mais, de ter engravidado e esse ter sido o único cara com quem transei na vida até hoje". Naquela hora, a única coisa que eu queria era que a casa estivesse vazia, porque eu teria pulado nela, despido ela e dado a melhor transa da vida dela. Eu teria chupado tudo... TUDO!
- Peitos cravados nas minhas costas: Durante outras festas na casa dela, de novo todo mundo de porre, convidei geral pra tirar uma selfie em grupo. Todo mundo se aproximou de mim, levantei o braço com o celular na mão pra pegar um ângulo de cima, e notei que ela se colocou atrás de mim, me segurou pela cintura e cravou um peito nas minhas costas. Pronto, tirei a foto e o grupo se desfez. Pensei: "Tá, talvez foi porque estávamos todos amontoados pra enquadrar a foto", mas pra tirar a dúvida falei: "Uuui, saiu toda borrada, vamos tirar de novo". Todo mundo se juntou de novo, e ela mais uma vez se colocou atrás de mim, mas dessa vez me segurou com uma mão na cintura, a outra no meu ombro, e cravou os dois peitos lindos dela nas minhas costas. Tirei a foto e falei: "Vamos nos mexer um pouco pra luz pegar de outro jeito". Nos movemos, e de novo senti aqueles dois peitões enormes bem apertados nas minhas costas.
Espero que tenham gostado dessa segunda parte de várias outras que ainda vêm por aí.
1 comentários - Minha sogra (parte 2: Minhas fotos XXX e suas atitudes)
Si, 57 añitos tiene esta hermosura de mujer