Quando conheci minha esposa, o guarda-roupa dela era bem diferente do que ela usa agora. Não que ela se vestisse recatada, pelo contrário, na primeira vez que a vi, ela estava com um decote bem chamativo e uma calça jeans na altura do quadril que destacava aquele rabão dela. Mas nunca fui fã de mulher de calça. Então, quando começamos a namorar, ela passou a usar saias e vestidos cada vez mais curtos, e como ela tinha trabalhado como recepcionista, nunca se importou em mostrar demais.
Com aquela roupinha minúscula, cada vez que saíamos ficava mais picante, fazendo com que, no transporte público ou nos táxis, eu metesse o dedo nela, vendo como ela se segurava para não gemer. Mas sempre me incomodava ela usar fio dental, atrapalhava. Então, um dia falei que não queria mais que ela usasse calcinha. No começo, vi que ela ficou meio na dúvida, porque estava com a minissaia mais curta que tinha e íamos pegar transporte público.
Depois de convencê-la com um boquete gostoso, ela topou e tirou aquele fio dental minúsculo. No início, ela ficou meio sem graça, principalmente na hora de subir no ônibus, porque ela jurou que tinha mostrado tudo e mais um pouco, pelo jeito que o motorista a encarou. Mas depois de um tempo, ela até posava sentada, mostrando que não estava usando nada por baixo, fazendo referência ao filme "Instinto Selvagem", e até tirei fotos.
Depois daquele dia, virou regra: se ela usasse microvestido ou minissaia, era proibido usar fio dental ou qualquer coisa por baixo. E minha esposa, que adora um putaria, topou na hora, virando costume deixar todos os taxistas de sunga dura quando viam ela subir e descer do carro.
Num fim de semana, a gente precisava atravessar a cidade para fazer umas compras, e naquele dia pedi para ela vestir um microvestido que ela não gostava muito, porque a cada 4 ou 5 passos já subia um pouco acima do começo da bunda e ela tinha que puxar para baixo. Às vezes, eu nem deixava ela abaixar, fazendo ela sofrer. No fim, ela vestiu e fomos.
Quando já estávamos no táxi, meti a mão entre as pernas dela e descobri que tinha colocado uma tanguinha preta bem pequena e na hora ela chegou no meu ouvido e falou que tinha ficado com "um friozinho na barriga" de sair sem nada por baixo daquele vestido. Respondi que tudo bem, mas que ia ter consequências.
O dia continuou cheio de putaria, porque ao menor pretexto eu enfiava o dedo nela e tirava os peitos dela pra chupar pelo decote bem cavado daquele vestido, sem contar as vezes que viram a bunda dela enquanto a gente andava umas ruas com o vestido levantado.
Quando voltamos pra casa, os dois estavam muito excitados, a ponto da minha esposa já estar tirando meu pau pra chupar e eu nem tinha fechado a porta direito, então deixei ela aberta mesmo, tomara que algum vizinho tenha visto ela de cócoras com o vestido na cintura e aquele rabão enorme emoldurado pela tanguinha minúscula dela.
Como pude, segurei a vontade de gozar na boca dela e dei a mão pra ela levantar. Entramos no quarto e tirei a tanguinha que estava escorrendo. Ela abriu as pernas e colocou os saltos no meu peito. Ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela, que estava molhadíssima, tão quente que o clitóris dela estava enorme e contrastava com a pele morena dela.
Depois de umas contrações, ela já pedia aos berros pra eu meter, e aí começou o jogo. Levantei, guardei o pau ainda duro e molhado, "falei que ia ter consequências", peguei a tanguinha e guardei. Falei: "se você quer que eu meta, vai ter que cumprir uns requisitos". Ela me olhou com cara de puta e perguntou: "o que eu tenho que fazer?"
A primeira tarefa foi colocar uma cinta-liga que termina bem em cima da buceta dela e levanta bastante os peitos, embaixo um portaligas preso a umas meias que ficam no meio da coxa. Escolhi essa cinta-liga porque a tanguinha que ela usou o dia todo era desse conjunto.
Depois que colocou, ela falou: "óbvio que você não vai me dar a tanguinha de volta, né", e eu falei que tava confiscada. Aí ela perguntou se eu já ia comer ela, a coitada achava que o castigo tinha acabado ali, mas não, respondi que Isso era a única coisa que ela ia usar pelo resto do dia.
Naquele dia, tirei muitas fotos dela enquanto cozinhávamos. Aquela imagem dela, de salto vagabunda, com os peitos quase pulando pra fora e aquele rabão desnudo emoldurado pela meia e cinta-liga, me fazia tirar o pau fora toda hora pra esfregar por trás dela. Enquanto a gente continuava preparando, viu que faltavam temperos, e ela me pediu pra buscar na loja da esquina de casa, mas eu recusei, falei que era melhor ela ir enquanto eu continuava marinando a carne.
Ela disse que não ia sair vestida daquele jeito em plena luz do dia e sozinha. Aí eu falei que, só por essa vez, ela podia colocar algo por cima. Então dei pra ela o vestido que tinha usado de manhã, e a imagem ficou ainda mais absurda, porque os peitos dela pulavam ainda mais no decote por causa da cinta-liga por baixo, e o vestido era tão curto que dava pra ver a parte das pernas que as meias não cobriam. Literalmente, parecia uma puta.
Ela se olhou no espelho e puxou o vestido pra baixo o máximo que conseguiu, mas os peitos e a bunda não deixavam descer muito. Ela me olhou e perguntou se eu tinha certeza de deixar ela sair daquele jeito. Eu beijei ela, enfiei os dedos na buceta dela, que tava encharcada, e falei pra não demorar. Ela respondeu: "Se alguém passar a mão, a culpa é sua." Pegou as chaves e saiu.
Assim que ela fechou a porta, fui pra janela pra ver o show dela andando pelo corredor que dá na porta da rua, e até comecei a gravar. Ela percebeu, sorriu pra mim e continuou andando sem puxar o vestido pra baixo, que no meio do corredor já mostrava a bunda quase nua e um pedaço da cinta-liga. Pena que os vizinhos não estavam lá pra admirar tudo aquilo.
Ela demorou uns 10 minutos. Eu já tava começando a ficar impaciente, mas segurei a onda, até que ouvi a porta da rua e, de longe, vários assobios e gritos. Voltei pra janela pra ver como ela chegava, e me deparei com minha esposa, com o vestido tão levantado que, da minha posição, dava pra ver o começo da buceta dela. Buceta depilada e carregando duas sacolas em cada mão com comida e garrafas de refrigerante.
Quando eu alcancei ela pra pegar as sacolas, ela me disse que por minha culpa tinha passado de tudo — pra descrever um pouco a loja, é um lugar pequeno onde cabem 5 ou 6 pessoas, e pra entrar tem que subir um degrau — que tinha muita gente, então ela teve que fazer fila. O problema é que tinha uns caras sentados lá fora e ela, ao subir o degrau, mostrava tudo, ou pelo menos é o que ela diz, e que alguns até tiraram o celular e ela jura que estavam gravando ela.
Depois me contou que, por causa do espaço apertado, o pessoal que saía das compras esbarrava nela ao passar — todo mundo sabe por que esbarravam — e que sentiu uma ou outra mão boba por baixo do vestido do cara que estava atrás dela na fila, mas segurou a onda e não falou nada. Quando chegou no balconista, viu como ele arregalou os olhos ao ver ela — o cara sempre olha com cara de safado quando a gente vai comprar — e ela pensou que era por causa da roupa que tava usando, mas não. Quando se viu refletida no vidro da geladeira, percebeu que o mamilo dela tava quase saindo e dava pra ver um pouco do marrom da aréola.
No final, ela me conta que acabou mostrando tudo porque comprou tanta coisa que tava com sacolas demais e, como as mãos estavam ocupadas, não conseguiu puxar o vestido pra baixo como queria. Então, ela não ligou mais e andou rápido pra chegar na porta. "Por isso te xingaram de tudo", eu falei, e ela respondeu que eram os trabalhadores que estavam construindo um prédio na frente da nossa casa. Depois que descarregamos tudo, tirei o vestido dela e vi que ela ainda tava bem molhada.
O dia passou normal, comemos, vimos um filme e minha esposa continuou de liga bem à vontade. De vez em quando eu enfiava os dedos e a língua nela pra não baixar o tesão.
Lá pela meia-noite, ela me perguntou quanto tempo mais eu ia torturar ela, e eu falei que faltavam umas duas horas pro castigo, mas que enquanto isso eu ia fazer uma sessão de fotos com ela no terraço. A casa do vizinho ainda tava... escura, assumi que ela ainda não tinha voltado, então fiz ela atravessar o prédio e subir no terraço do jeito que estava vestida.
Enquanto tirava fotos dela, eu tava me masturbando até que tirei o pau pra fora e aí minha esposa se jogou possessa pra chupar ele, de verdade já não aguentava mais de ver ela ajoelhada no terraço, com os peitos prestes a explodir de tão rápido que ela me chupava. Aí ela falou: "me come aqui, com certeza alguém vai nos ver". Foi aí que pensei que teria sido bom ter subido ela de dia no terraço, que naquela altura os pedreiros que gritaram de tudo pra ela teriam visto, mas fazer o quê. De repente ela abaixou um pouco o decote e enfiou meu pau no meio das tetonas dela, que estavam tão apertadas que eu não aguentei mais e gozei dentro do decote dela. Ela recolheu a porra com as mãos e tomou, e continuou chupando meu pau até deixar limpinho. Depois peguei ela pela mão e descemos.
Já quase quando eram 3 da manhã, peguei de novo o vestido que ela usou durante o dia e dei pra ela. Avisou: "hoje você se comportou como uma puta desobediente e vai ter que pagar, senão não vou meter mais em você. Você tem que prometer que vai fazer o que eu mandar e nada vai te dar vergonha, puta não tem vergonha de nada". Ela aceitou e assim saímos pra rua.
Como de costume, eu ia gravando enquanto ela caminhava em direção à esquina, que dá no eixo central, que quem conhece a Cidade do México sabe que é uma das ruas mais movimentadas. Quando chegamos, eu sem parar de gravar — ela perguntou: "e agora?". Respondi que ela tinha que ficar na esquina como se fosse pegar um táxi, e quando visse um carro passando, tiraria o vestido. Ela se virou bem corajosa e ao ver um táxi passando, tirou o vestido. O taxista quase arrebentou a buzina, mas não parou.
Ali estava minha esposa, numa esquina de madrugada, sozinha de liga, meia-calça e salto. Depois disso, ela voltou correndo pra onde eu estava e me entregou o vestido. Peguei ela pela mão e caminhamos numa boa até outra esquina, uma que tinha um semáforo. Embora minha esposa estivesse semi-nua e com a bucetinha ao ar livre, parecia que a vegetação e a escuridão não deixavam os carros verem ela direito.
Quando chegamos, esperamos não ter carros e atravessamos a avenida. Falei pra ela: "a próxima coisa que você vai fazer é atravessar a rua de volta, mas sozinha, eu vou esperar do outro lado e gravar você atravessando." Aí vi ela um pouco mais indecisa, e lembrei que ela prometeu que não ia ficar com vergonha.
Quando eu já tava no meu lugar, minha esposa não se animava a atravessar porque não paravam de passar carros, o que ela não tinha visto é que um casal vinha caminhando do lado dela da calçada. Quando viu eles, se jogou pra atravessar, só ouvi a mulher que viu ela gritar "puta e maluca" pra aumentar o tesão. Mal atravessou, passou um ônibus de passageiros que buzinou pra ela.
Assim que chegou onde eu tava, começou a me beijar e a passar a mão no meu pau por cima da calça. Eu parei ela e falei que faltava mais uma. Voltamos pra esquina anterior e falei que faltava tirar outra peça, a cinta-liga. Pra isso, fiquei atrás dela, com o pau enfiado na bunda dela e esperei passar algum carro que não fosse a toda velocidade. Pra minha sorte, era uma RAM daquelas com caçamba atrás. Quando ela se aproximou, puxei a cinta-liga de uma vez e o corpo nu dela ficou visível pra todo mundo, ela tentou se cobrir, mas já era tarde.
O que eu não calculei é que na caçamba vinham outros dois caras sentados, e esses aproveitaram pra ver ela sem problemas, gritaram e assobiaram pra ela. Ela só sorriu e falou: "já tá feliz? Me viram toda." Peguei a cinta-liga e fiz ela caminhar assim de volta pra casa, nua, só com as meias e os saltos.
Já estávamos quase chegando, não aguentei mais e empurrei ela contra uma caminhonete estacionada e meti nela como um possesso. Ela gemia alto quando a luz de um carro nos ofuscou. Enquanto a gente trepava, a caminhonete que viu ela nua tinha voltado e tava nos procurando. Aí eu me assustei um pouco e me grudei nela sem me mexer e sem tirar o pau de dentro. A RAM avançou devagar, mas não parou. Pensei que não nos tinha visto, mas a gente ouviu um grito que disse "que inveja" e seguiu até estacionar uma rua adiante.
Aí pensei que minha esposa ia querer que a gente caísse fora, mas não, ela falou: "come essa puta antes que venham mais querer comer ela". Aí não aguentei e comecei a bombar ela com tudo, com medo dos caras resolverem descer pra encher o saco, mas não rolou. Ficamos uns 10 minutos até que terminei enchendo ela de porra.
Quando acabamos, vimos a caminhonete estacionada lá longe, mas nem sinal de quem tava dentro. Nunca soubemos se eles realmente nos viram ou não, mas se tivessem descido, sei lá o que teria acontecido.
Desde aquele dia, minha esposa não usa calcinha, mas de vez em quando quebra as regras só pra ver que castigo eu invento.
Com aquela roupinha minúscula, cada vez que saíamos ficava mais picante, fazendo com que, no transporte público ou nos táxis, eu metesse o dedo nela, vendo como ela se segurava para não gemer. Mas sempre me incomodava ela usar fio dental, atrapalhava. Então, um dia falei que não queria mais que ela usasse calcinha. No começo, vi que ela ficou meio na dúvida, porque estava com a minissaia mais curta que tinha e íamos pegar transporte público.
Depois de convencê-la com um boquete gostoso, ela topou e tirou aquele fio dental minúsculo. No início, ela ficou meio sem graça, principalmente na hora de subir no ônibus, porque ela jurou que tinha mostrado tudo e mais um pouco, pelo jeito que o motorista a encarou. Mas depois de um tempo, ela até posava sentada, mostrando que não estava usando nada por baixo, fazendo referência ao filme "Instinto Selvagem", e até tirei fotos.
Depois daquele dia, virou regra: se ela usasse microvestido ou minissaia, era proibido usar fio dental ou qualquer coisa por baixo. E minha esposa, que adora um putaria, topou na hora, virando costume deixar todos os taxistas de sunga dura quando viam ela subir e descer do carro.
Num fim de semana, a gente precisava atravessar a cidade para fazer umas compras, e naquele dia pedi para ela vestir um microvestido que ela não gostava muito, porque a cada 4 ou 5 passos já subia um pouco acima do começo da bunda e ela tinha que puxar para baixo. Às vezes, eu nem deixava ela abaixar, fazendo ela sofrer. No fim, ela vestiu e fomos.
Quando já estávamos no táxi, meti a mão entre as pernas dela e descobri que tinha colocado uma tanguinha preta bem pequena e na hora ela chegou no meu ouvido e falou que tinha ficado com "um friozinho na barriga" de sair sem nada por baixo daquele vestido. Respondi que tudo bem, mas que ia ter consequências.
O dia continuou cheio de putaria, porque ao menor pretexto eu enfiava o dedo nela e tirava os peitos dela pra chupar pelo decote bem cavado daquele vestido, sem contar as vezes que viram a bunda dela enquanto a gente andava umas ruas com o vestido levantado.
Quando voltamos pra casa, os dois estavam muito excitados, a ponto da minha esposa já estar tirando meu pau pra chupar e eu nem tinha fechado a porta direito, então deixei ela aberta mesmo, tomara que algum vizinho tenha visto ela de cócoras com o vestido na cintura e aquele rabão enorme emoldurado pela tanguinha minúscula dela.
Como pude, segurei a vontade de gozar na boca dela e dei a mão pra ela levantar. Entramos no quarto e tirei a tanguinha que estava escorrendo. Ela abriu as pernas e colocou os saltos no meu peito. Ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela, que estava molhadíssima, tão quente que o clitóris dela estava enorme e contrastava com a pele morena dela.
Depois de umas contrações, ela já pedia aos berros pra eu meter, e aí começou o jogo. Levantei, guardei o pau ainda duro e molhado, "falei que ia ter consequências", peguei a tanguinha e guardei. Falei: "se você quer que eu meta, vai ter que cumprir uns requisitos". Ela me olhou com cara de puta e perguntou: "o que eu tenho que fazer?"
A primeira tarefa foi colocar uma cinta-liga que termina bem em cima da buceta dela e levanta bastante os peitos, embaixo um portaligas preso a umas meias que ficam no meio da coxa. Escolhi essa cinta-liga porque a tanguinha que ela usou o dia todo era desse conjunto.
Depois que colocou, ela falou: "óbvio que você não vai me dar a tanguinha de volta, né", e eu falei que tava confiscada. Aí ela perguntou se eu já ia comer ela, a coitada achava que o castigo tinha acabado ali, mas não, respondi que Isso era a única coisa que ela ia usar pelo resto do dia.
Naquele dia, tirei muitas fotos dela enquanto cozinhávamos. Aquela imagem dela, de salto vagabunda, com os peitos quase pulando pra fora e aquele rabão desnudo emoldurado pela meia e cinta-liga, me fazia tirar o pau fora toda hora pra esfregar por trás dela. Enquanto a gente continuava preparando, viu que faltavam temperos, e ela me pediu pra buscar na loja da esquina de casa, mas eu recusei, falei que era melhor ela ir enquanto eu continuava marinando a carne.
Ela disse que não ia sair vestida daquele jeito em plena luz do dia e sozinha. Aí eu falei que, só por essa vez, ela podia colocar algo por cima. Então dei pra ela o vestido que tinha usado de manhã, e a imagem ficou ainda mais absurda, porque os peitos dela pulavam ainda mais no decote por causa da cinta-liga por baixo, e o vestido era tão curto que dava pra ver a parte das pernas que as meias não cobriam. Literalmente, parecia uma puta.
Ela se olhou no espelho e puxou o vestido pra baixo o máximo que conseguiu, mas os peitos e a bunda não deixavam descer muito. Ela me olhou e perguntou se eu tinha certeza de deixar ela sair daquele jeito. Eu beijei ela, enfiei os dedos na buceta dela, que tava encharcada, e falei pra não demorar. Ela respondeu: "Se alguém passar a mão, a culpa é sua." Pegou as chaves e saiu.
Assim que ela fechou a porta, fui pra janela pra ver o show dela andando pelo corredor que dá na porta da rua, e até comecei a gravar. Ela percebeu, sorriu pra mim e continuou andando sem puxar o vestido pra baixo, que no meio do corredor já mostrava a bunda quase nua e um pedaço da cinta-liga. Pena que os vizinhos não estavam lá pra admirar tudo aquilo.
Ela demorou uns 10 minutos. Eu já tava começando a ficar impaciente, mas segurei a onda, até que ouvi a porta da rua e, de longe, vários assobios e gritos. Voltei pra janela pra ver como ela chegava, e me deparei com minha esposa, com o vestido tão levantado que, da minha posição, dava pra ver o começo da buceta dela. Buceta depilada e carregando duas sacolas em cada mão com comida e garrafas de refrigerante.
Quando eu alcancei ela pra pegar as sacolas, ela me disse que por minha culpa tinha passado de tudo — pra descrever um pouco a loja, é um lugar pequeno onde cabem 5 ou 6 pessoas, e pra entrar tem que subir um degrau — que tinha muita gente, então ela teve que fazer fila. O problema é que tinha uns caras sentados lá fora e ela, ao subir o degrau, mostrava tudo, ou pelo menos é o que ela diz, e que alguns até tiraram o celular e ela jura que estavam gravando ela.
Depois me contou que, por causa do espaço apertado, o pessoal que saía das compras esbarrava nela ao passar — todo mundo sabe por que esbarravam — e que sentiu uma ou outra mão boba por baixo do vestido do cara que estava atrás dela na fila, mas segurou a onda e não falou nada. Quando chegou no balconista, viu como ele arregalou os olhos ao ver ela — o cara sempre olha com cara de safado quando a gente vai comprar — e ela pensou que era por causa da roupa que tava usando, mas não. Quando se viu refletida no vidro da geladeira, percebeu que o mamilo dela tava quase saindo e dava pra ver um pouco do marrom da aréola.
No final, ela me conta que acabou mostrando tudo porque comprou tanta coisa que tava com sacolas demais e, como as mãos estavam ocupadas, não conseguiu puxar o vestido pra baixo como queria. Então, ela não ligou mais e andou rápido pra chegar na porta. "Por isso te xingaram de tudo", eu falei, e ela respondeu que eram os trabalhadores que estavam construindo um prédio na frente da nossa casa. Depois que descarregamos tudo, tirei o vestido dela e vi que ela ainda tava bem molhada.
O dia passou normal, comemos, vimos um filme e minha esposa continuou de liga bem à vontade. De vez em quando eu enfiava os dedos e a língua nela pra não baixar o tesão.
Lá pela meia-noite, ela me perguntou quanto tempo mais eu ia torturar ela, e eu falei que faltavam umas duas horas pro castigo, mas que enquanto isso eu ia fazer uma sessão de fotos com ela no terraço. A casa do vizinho ainda tava... escura, assumi que ela ainda não tinha voltado, então fiz ela atravessar o prédio e subir no terraço do jeito que estava vestida.
Enquanto tirava fotos dela, eu tava me masturbando até que tirei o pau pra fora e aí minha esposa se jogou possessa pra chupar ele, de verdade já não aguentava mais de ver ela ajoelhada no terraço, com os peitos prestes a explodir de tão rápido que ela me chupava. Aí ela falou: "me come aqui, com certeza alguém vai nos ver". Foi aí que pensei que teria sido bom ter subido ela de dia no terraço, que naquela altura os pedreiros que gritaram de tudo pra ela teriam visto, mas fazer o quê. De repente ela abaixou um pouco o decote e enfiou meu pau no meio das tetonas dela, que estavam tão apertadas que eu não aguentei mais e gozei dentro do decote dela. Ela recolheu a porra com as mãos e tomou, e continuou chupando meu pau até deixar limpinho. Depois peguei ela pela mão e descemos.
Já quase quando eram 3 da manhã, peguei de novo o vestido que ela usou durante o dia e dei pra ela. Avisou: "hoje você se comportou como uma puta desobediente e vai ter que pagar, senão não vou meter mais em você. Você tem que prometer que vai fazer o que eu mandar e nada vai te dar vergonha, puta não tem vergonha de nada". Ela aceitou e assim saímos pra rua.
Como de costume, eu ia gravando enquanto ela caminhava em direção à esquina, que dá no eixo central, que quem conhece a Cidade do México sabe que é uma das ruas mais movimentadas. Quando chegamos, eu sem parar de gravar — ela perguntou: "e agora?". Respondi que ela tinha que ficar na esquina como se fosse pegar um táxi, e quando visse um carro passando, tiraria o vestido. Ela se virou bem corajosa e ao ver um táxi passando, tirou o vestido. O taxista quase arrebentou a buzina, mas não parou.
Ali estava minha esposa, numa esquina de madrugada, sozinha de liga, meia-calça e salto. Depois disso, ela voltou correndo pra onde eu estava e me entregou o vestido. Peguei ela pela mão e caminhamos numa boa até outra esquina, uma que tinha um semáforo. Embora minha esposa estivesse semi-nua e com a bucetinha ao ar livre, parecia que a vegetação e a escuridão não deixavam os carros verem ela direito.
Quando chegamos, esperamos não ter carros e atravessamos a avenida. Falei pra ela: "a próxima coisa que você vai fazer é atravessar a rua de volta, mas sozinha, eu vou esperar do outro lado e gravar você atravessando." Aí vi ela um pouco mais indecisa, e lembrei que ela prometeu que não ia ficar com vergonha.
Quando eu já tava no meu lugar, minha esposa não se animava a atravessar porque não paravam de passar carros, o que ela não tinha visto é que um casal vinha caminhando do lado dela da calçada. Quando viu eles, se jogou pra atravessar, só ouvi a mulher que viu ela gritar "puta e maluca" pra aumentar o tesão. Mal atravessou, passou um ônibus de passageiros que buzinou pra ela.
Assim que chegou onde eu tava, começou a me beijar e a passar a mão no meu pau por cima da calça. Eu parei ela e falei que faltava mais uma. Voltamos pra esquina anterior e falei que faltava tirar outra peça, a cinta-liga. Pra isso, fiquei atrás dela, com o pau enfiado na bunda dela e esperei passar algum carro que não fosse a toda velocidade. Pra minha sorte, era uma RAM daquelas com caçamba atrás. Quando ela se aproximou, puxei a cinta-liga de uma vez e o corpo nu dela ficou visível pra todo mundo, ela tentou se cobrir, mas já era tarde.
O que eu não calculei é que na caçamba vinham outros dois caras sentados, e esses aproveitaram pra ver ela sem problemas, gritaram e assobiaram pra ela. Ela só sorriu e falou: "já tá feliz? Me viram toda." Peguei a cinta-liga e fiz ela caminhar assim de volta pra casa, nua, só com as meias e os saltos.
Já estávamos quase chegando, não aguentei mais e empurrei ela contra uma caminhonete estacionada e meti nela como um possesso. Ela gemia alto quando a luz de um carro nos ofuscou. Enquanto a gente trepava, a caminhonete que viu ela nua tinha voltado e tava nos procurando. Aí eu me assustei um pouco e me grudei nela sem me mexer e sem tirar o pau de dentro. A RAM avançou devagar, mas não parou. Pensei que não nos tinha visto, mas a gente ouviu um grito que disse "que inveja" e seguiu até estacionar uma rua adiante.
Aí pensei que minha esposa ia querer que a gente caísse fora, mas não, ela falou: "come essa puta antes que venham mais querer comer ela". Aí não aguentei e comecei a bombar ela com tudo, com medo dos caras resolverem descer pra encher o saco, mas não rolou. Ficamos uns 10 minutos até que terminei enchendo ela de porra.
Quando acabamos, vimos a caminhonete estacionada lá longe, mas nem sinal de quem tava dentro. Nunca soubemos se eles realmente nos viram ou não, mas se tivessem descido, sei lá o que teria acontecido.
Desde aquele dia, minha esposa não usa calcinha, mas de vez em quando quebra as regras só pra ver que castigo eu invento.
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