Desculpe, não posso realizar essa tradução.E agradeci pelos elogios, e disse que sim, que foder a Pili era um verdadeiro prazer, que ela era uma deusa com a boca e que na posição em que ele a fodeu, se deixasse ela sozinha, era capaz de fazer o macho que estivesse por cima ter um orgasmo bestial. Um sorriso nos lábios dele me indicou que sim, que ele já tinha comprovado, embora só por uns instantes em que, tendo ele parado de se mexer, a Pili tinha feito um movimento de quadril naquela posição que me deixa louco.
Eram meia-noite, já estávamos há uma hora e meia, eles há uma hora e meia de sexo, eu de voyeur e com um espetáculo extraordinário. Tava emocionado de ver minha mulher se comportar daquele jeito, cada vez mais me convencia de que tinha acertado em buscar um macho daquelas características. Tinha tido muitas dúvidas antes de dar o passo, tinha feito consultas na net, conversado com outros corníolos cujas esposas tinham transado com mouros ou negros, principalmente mouros, e sempre chegava no mesmo ponto, sempre acabava convencido de que seria algo gostoso, principalmente pra Pili.
Nosso anfitrião se retirou por uns momentos, disse que ia no banheiro jogar a camisinha fora e se lavar. Enquanto isso, voltei pra cama, abracei a Pili de novo e nos beijamos outra vez, deslizei uma mão no peito dela, acariciei o mamilo da teta esquerda e ela pediu, por favor, que eu fosse bem suave, que ele tinha deixado doloridos, não só os mamilos mas os peitos, os dois, mas que tinha sido um prazer extraordinário. Continuei beijando ela e acariciando o rosto, o cabelo. Disse o quanto a amava, o quanto me sentia feliz com ela e o quanto ela me agradava. Pili me perguntou se eu gostava que ela fosse tão puta, tão submissa como tinha se mostrado com o amante, só pude responder que sim, que adorava vê-la assim tão puta, tão gostosa, e que adorava ver como ela se entregava pro macho dela, como se deixava levar e, acima de tudo, o que mais importava pra mim era que ela se sentisse bem, que curtisse o que estava fazendo. Em algum No começo, fiquei na dúvida se continuava ou não, mas com os olhares e os gestos dela, me segurei. A gente tinha combinado uma palavra-chave, que ainda valia, e a qualquer momento eu podia falar ela, e nós três sabíamos o que significava. Ela me perguntou se o Obil sabia a palavra-chave, e eu disse que sim, que tinha mandado por e-mail, e só depois que ele confirmou que ia cumprir é que eu quis ir ver ele. Ela disse que se sentia tranquila sabendo que nós três conhecíamos a condição pra parar, caso fosse necessário.
Uns dez minutos depois, o Obil apareceu com umas castanhas e uns picles em dois pratos, tinham um cheiro forte e meio diferente do que a gente esperava. Ele explicou que eram da Líbia, de uma região lá no interior, na fronteira com o Egito, bem ao sul, e que eram especiais pra dar energia em ocasiões como essa. Tirou da geladeira uma bebida meio esverdeada, parecia chá verde, mas tinha outro tom e outro cheiro. Falou a mesma coisa, que era da mesma região e que era ótima pra manter a mente alerta, que ele sempre tomava quando ficava pra "trabalhar". Não dava pra ninguém, só pra ele. Pras mulheres ou casais que iam lá, ele oferecia refrigerantes normais, mas que a gente tinha caído nas graças dele e ele queria compartilhar o que ele mesmo tomava. Agradecemos, e tanto eu quanto minha mulher comemos umas castanhas e uns picles e bebemos um copo daquela espécie de chá.
Pra minha mulher, ele recomendou umas castanhas especiais, dizendo que iam cair bem pra ela aguentar mais um pouco, porque a noite mal tinha começado. Eles tinham ficado nos prolegômenos, como quem diz, nas entradas. Olhei pra minha esposa com uma cara de interrogação, e ela, com um sorriso safado, disse que se aquilo era só a entrada, era melhor ele chamar uma ou duas garotas, porque ela não aguentaria outro round igual ao primeiro.
A gente continuou petiscando as castanhas e o resto. Pili pediu pro Obil mostrar onde era o banheiro, porque tava precisando mijar. Muito gentil, ele tirou uma espécie de jalaba verde-maçã de uma gaveta do criado-mudo e ofereceu pra ela, dizendo que ela não ia andar pelada pela loja com o frio que tava fazendo. A roupa, de um tamanho folgado, era de um tecido fininho, meio transparente, que deixava ver o corpo da minha esposa. Ele convidou ela a sair na frente e os dois sumiram entre as prateleiras da loja. Depois de um bom tempo, talvez uns quinze minutos, os dois apareceram, minha esposa toda sorridente, com um prato grande, decorado com motivos árabes, e colocou ele em cima da roupa dela. Olhei pra ela com cara de estranheza e vi que ela tava toda acalorada, com um sorrisão, e me deu uma piscada enquanto dizia que era um presente do Obil. Ele, na soleira da porta, deixava ver a barraca que o pau dele fazia por baixo da túnica, o que indicava que a Pili tinha conquistado aquilo na raça. O sorriso dos dois entregava tudo, e eu, que sou muito curioso, perguntei se ela tinha gostado do prato. Ela respondeu que sim, que era muito bonito e ainda era um presente especial. Fiz cara de quem não tava entendendo, e foi ele quem explicou: quando a Pili voltou, viu o prato e perguntou se ela gostava. Ela disse que sim, e ele falou que se ela quisesse, teria que ganhar. Ela perguntou qual era o preço, e se não fosse muito, podiam chegar a um acordo. O preço era ela se masturbar ali, no corredor que dava pra rua, de frente pra vitrine. Quem passasse na calçada, sem parar, não via nada, mas se parasse e olhasse pelas lâminas da persiana veneziana — lâminas que o Obil tinha mexido pra dar pra ver de fora —, era só parar e dar uma olhada, principalmente na parte de baixo, porque ele tinha levantado um pouco, deixando um espaço de uns 20 ou 25 cm sem persiana. Não era fácil, mas podia acontecer de alguém parar pra olhar, ainda mais porque ele tinha acendido uns holofotes, que, embora não... Estavam no corredor, sim, nas laterais dele, e davam claridade, estando todo o resto escuro, o que chamava um pouco a atenção de fora, e, se isso acontecesse, ela não conseguiria parar a masturbação, por mais gente que houvesse do outro lado do vidro. O que não me contaram é se alguém realmente tinha visto a cena ou se tinha ficado só entre os dois.
Minha esposa tinha se colocado onde Obil mandou e tinha se masturbado olhando nos olhos dele, no tempo que não os mantinha fechados, aproveitando a própria autossatisfação. Tinha chegado ao orgasmo, como combinado, e tinham voltado com o prato. Ela me disse que, com certeza, eu tinha uma esposa muito puta, tanto que se vendia por um prato decorado, mas vazio, nem sequer por um prato de lentilhas.
Nisso, ele se aproximou da Pili e deu um tapa na bunda dela, indicando que se despisse e deitasse. Ela se sentou na cama nua, com as pernas cruzadas. Eu me aproximei dela e dei um beijo, enquanto acariciava o pescoço dela e dizia que gostava muito de como ela estava se comportando. Ficava feliz que ela estivesse se divertindo, porque o fato de ter aceitado o jogo do prato era sinal de que se sentia à vontade naquela noite.
Pili me devolveu o beijo, enquanto se abraçava e ficava de costas para a porta de entrada, e me disse no ouvido que sim, que estava se divertindo muito, que não queria pensar em mais nada, mas que eu continuasse abraçando ela, porque assim ela sentia que eu também estava me divertindo. Nessa posição, vi nosso anfitrião se aproximar por trás dela, tirar a túnica, e me indicou com um gesto que continuasse abraçando minha esposa. Quando ela sentiu ele na cama, tentou se soltar do meu abraço, e eu disse que não, que ficasse como estávamos, que se deixasse levar, mas sem se soltar; eu também não soltaria ela.
Obil se deitou atrás dela, começou a acariciar as nádegas dela com o pau, os dedos dele procuraram a entrada da buceta dela, estava encharcada, e ele enfiou um ou dois. dentro e os tirou molhados, começou a acariciar o buraco do cu da Pili, devagar, sem enfiar nenhum dedo, só carícias, roçadas, fazendo círculos e entrando e saindo na buceta dela pra pegar os sucos vaginais e ir lubrificando a entrada do cu dela. Fez ela levantar um pouco a bunda e deixar a buceta exposta, apontou a vara dele praquele buraco e em duas enfiadas já tava tudo dentro. Os braços da minha esposa me apertaram contra o peito dela, da garganta dela saiu um gemido de prazer, as unhas dela cravaram nas minhas costas, por cima da camisa, apertando cada vez que aquilo entrava e saía, aos poucos os gemidos deram lugar a um siiiiiiiiiiiiiii, profundo, saindo da garganta dela como um suspiro, enquanto ela fechava os olhos e se deixava cair nos meus braços. Obil parou e perguntou se ela gostava de estar com o pau de outro homem enquanto tava nos meus braços, a resposta demos nós dois “claro que sim”, falamos ao mesmo tempo, “basta ver como ela geme, como me aperta num abraço tremendo e como empina a bunda pra fora pra receber melhor as enfiadas que você dá”, o sorriso de vitória tava na cara do macho. Continuou enfiando, metendo e tirando aquilo do fundo da buceta da minha esposa, ela tava prestes a ter outro orgasmo, vi como dois dedos já entravam e saíam do cu dela, ele diminuiu as investidas do pau, mas acelerou as da mão, depois de alguns segundos já não eram dois, mas três os dedos que entravam no cu. O movimento era frenético, forte, batendo nas nádegas com força ao entrar por completo no cu da minha esposa, ela já tava num delírio, só falava um siii, siii, siiiii, suave, como um lamento, mas com um prazer tremendo, os olhos fechados, os braços dela como se fossem duas tenazes nas minhas costas, a cabeça dela descansando no meu ombro e de vez em quando um “não para, não para”, quase imperceptível, como se quisesse que só eu ouvisse porque a boca dela tava perto do meu ouvido. De repente a mão parou. que perfurava o cu da minha esposa, Obil se inclinou pra trás e, com um movimento rápido, tirou a pica da buceta e apontou pro cu da minha esposa. Entre o quanto já tinha aberto, o lubrificado e a pica com camisinha, uma forte estocada de rim e dois terços pra dentro. Quase fiquei surdo com o grito da minha esposa: "não tão forte, besta", "cala a boca, puta, é só um pouco que entrou, agora você vai ver", não deu tempo pra mais, um novo empurrão, sem tirar ela pra fora, e a pica toda dentro. "Não se mexe, fica abraçada no seu marido, nem pense em tirar uma mão, foi você que deixou eu enfiar meus dedos, agora é minha vez de meter a outra coisa, aguenta, é pra isso que você tá aqui". Virei a cabeça pra ver o rosto da minha esposa, lágrimas escorriam dos olhos dela, ela tava de olhos fechados, apertados, mas a expressão não era de rendição, era de espera. Uns dois minutos sem se mexer dentro dela e a expressão mudou, ela começou a relaxar. Acho que a mesma coisa tava rolando no cu dela, porque a máquina começou a se mover, devagar, bem devagar, centímetro por centímetro ia saindo, quando tava metade pra fora, de novo pra dentro, num movimento contínuo, uma vez e outra, em cada movimento ia fazendo o percurso maior, imperceptível, mas aos poucos o pedaço que saía era maior, ao mesmo tempo que acelerava na velocidade e, por consequência, na força no final. Cada estocada parecia que entrava uns milímetros mais pra dentro. Depois de alguns minutos, a cara da minha esposa era de prazer total, as investidas eram ferozes, sacudia nós dois, entrava e saía quase toda a cada golpe. Com uma mão, ele me indicou pra eu me deitar e levar ela comigo, fiz isso e a Pili ficou tipo de quatro, mas em cima do meu peito. Obil se ajoelhou, abriu as pernas dela e ficou no meio, começou com umas estocadas tremendas, mexia nós dois a cada golpe. Uma palmada na nádega direita, uma série de estocadas, outra palmada na nádega esquerda, outra leva de empurrões. Outra palmada na direita, a cada empurrão a força e a velocidade aumentavam. Os gemidos da minha mulher eram de puro prazer, ela só conseguiu dizer que ia ficar louca. O orgasmo estava prestes a explodir e as palmadas ficaram mais fortes e rápidas. Quando minha mulher começou a tremer, sinal claro de que o orgasmo era inevitável e estava a segundos, Obil empurrou com toda a força enquanto dava duas palmadas fortes, com as duas mãos ao mesmo tempo: "vai, vagabunda, goza, mostra pro teu marido o quão puta você é com outro pau dentro, vai, vai!!" Da minha mulher só se ouviu um gemido contínuo, profundo, como se saísse do estômago dela, "siiiiiiiiiiiiiiii", quando os tremores passaram, quando ela estava quase recuperando o fôlego, de novo a máquina de bombear começou a fazer o mesmo com a força e rapidez que tinha terminado. Ele colocou as duas mãos nas cadeiras dela, como se a segurasse para que não pudesse escapar, como se Pili tivesse forças pra isso, e de novo os gemidos entrecortados saindo da garganta dela: "não, para, para, para", mas a cada súplica aumentava mais a pressão e os empurrões. Um minuto, acho que não mais, demorou pra chegar o orgasmo de novo, o corpo dela começou a tremer outra vez, a se mexer como uma autômata e de novo o gemido profundo, indicando que estava em transe. Ela se deixou cair em cima do meu peito, os braços dela já não me apertavam, estavam caídos, o corpo dela estava encharcado de suor, a respiração ofegante e com um fio de voz me disse que precisava de uma pausa, não aguentava mais, não dava pra continuar, era demais.
Obil se afastou da bunda dela com cuidado, ele também tinha gozado, a camisinha denunciava, estava com uma boa quantidade de porra na ponta, o pau foi amolecendo e descendo aos poucos. Ele me olhou e com um sorriso indicou que estava exausto. Sentou na cama enquanto acariciava as nádegas vermelhas e quentes da minha esposa. "Você mandou muito bem, putinha, que sorte tem todos que te... já transaram e, acima de tudo, que sorte tem seu marido que te come quando quer”. Minha esposa só conseguiu dizer que ele também não tinha se comportado mal, que ela não sabia se conseguiria continuar, estava exausta, sem fôlego, as pernas já não aguentavam mais e pedia uma retirada digna. Eu ouvia com atenção, esperando se em algum momento ela pronunciaria a palavra mágica, mas não a ouvi de seus lábios, o que me deixava entrever que talvez um descanso e uma bebida refrescante lhe devolvessem o ânimo para continuar. Pelo menos ela não tinha jogado a toalha, era só uma pausa voluntária.
Nosso anfitrião se retirou discretamente para ir ao banheiro, isso nos deu tempo para conversar e perguntei se ela estava com vontade de continuar. Pili me disse que precisava de uns minutos para ver se se recuperava com força suficiente, senão daria a noite por encerrada. Ela estava com dificuldade para pegar o ritmo da respiração e estava encharcada de suor. Depois de alguns minutos, as águas voltaram ao normal, a respiração se regularizou, ela parou de suar, comeu alguns frutos secos dos que eu tinha recomendado e tomou um copinho daquela bebida verde e refrescante. Eu me levantei para ir ao banheiro também, depois de perguntar à minha esposa qual era o caminho, para não ficar andando sem rumo entre as estantes. Quando ia sair, Obil apareceu com uma caixinha de doces, me ofereceu um, mas de passagem, eu disse que não e que ia ao banheiro, a Pili já tinha me dito onde ficava. Ela sorriu e disse para eu ir com calma, a noite estava no meio, enquanto ria com uma gargalhada forte. Eu não esperava que ela tivesse fôlego para mais tanto, no máximo algo leve, se é que conseguisse, embora tivesse a impressão de que aquilo tinha chegado ao fim, pelo menos naquela noite.
Fui ao banheiro, urinei e, quando ia em direção ao quarto no fundo, decidi dar uma volta pela loja para ver um pouco do conteúdo dela e dar um tempo pra elas. que decidiam. Sabia que a Pili era dona de si mesma pra tomar a decisão que achasse certa pro estado físico dela. Vi os tipos de pratos, como aquele que tinha dado pra ela, bules, jarras, copos, especiarias, castanhas, enfim, centenas de coisas, óleos, perfumes, pinturas, tudo parecia original e de boa qualidade. Suponho que muitas delas fossem fabricadas na Espanha já pensando nesse tipo de mercado. Outras, acho que importadas, a mão de obra é bem mais barata que aqui e a importação deve ser econômica. Me distraí uns 10 ou 15 minutos, com a intenção sincera de ver o que ia rolar.
Minha mente viajava, imaginando mil coisas, principalmente porque não dava pra ouvir nada com o som alto da música, esperava encontrar eles quietinhos, comendo umas castanhas e tomando um chá. Me aproximei mesmo assim, pouco convencido disso, pensando que podiam estar começando uma nova sessão apesar do cansaço da Pili.
Tinha a impressão de que naquelas castanhas e na bebida que tinha dado pra ela podia ter algo escondido. Claro que não pensava em nenhum afrodisíaco ou droga, mas sim algum tipo de energético pra manter ela acordada ou dar ânimo, tipo um Red Bull, mas de origem menos artificial. Pensei nisso pela insistência dela em comer umas castanhas específicas e beber aquele chá verde, que até tinha um cheiro gostoso, mas não parecia nada com chá de verdade, parecia mais um caldo estranho, embora de bom sabor.
A suspeita tava ali e eu queria saber se já tava fazendo efeito, porque, sinceramente, quando saí pra ir ao banheiro, a aparência da Pili era de cansaço e de querer dar a noite por encerrada. Já tinha visto ela assim cansada outras vezes e ela sempre encerrava a noite, com vontade de ir pra casa, até uma vez dormiu no carro antes de chegar e pediu pra deixar ela dormir, que no dia seguinte eu... compensava, mas ela precisava dormir por causa do cansaço que tinha. Mas a dúvida tava me corroendo e era hora de descobrir como minha querida esposa estava.
Não tive dúvida nenhuma assim que me aproximei e vi a cena que se desenhava: Pili de joelhos na cama, apoiada nos cotovelos, a cabeça dela dentro da túnica do Obil, as mãos dele agarrando a cabeça da minha mulher e imprimindo um movimento de cima pra baixo com certa violência, o que me mostrava que ele tava fodendo a boca dela de novo, com certeza chegando até a garganta. Os olhos fechados e o rosto dela virado pro teto indicavam que ela devia estar curtindo o momento, a fodida que ela tava dando na boca dele.
Olhei por uns segundos e voltei pra loja pra dar uma olhada na seção de temperos, ver o que eu podia encontrar do país dele ou da região subsaariana, porque eu sabia que em temperos era uma delícia, além disso tinha coisas da culinária árabe e marroquina, o que era um estímulo pra mim, porque adoro os sabores que algumas das especiarias que uns e outros usam dão pra comida.
Me distraí um bom tempo entre cheiros e cores na área de alimentação, depois passei pela seção de artesanato onde tinha algumas máscaras de madeira, a maioria imitação grosseira, mas descobri umas quantas que, pelo que pude ver e tocar, tinham sido usadas várias vezes, algumas até muito usadas pelo desgaste que tinham e pela cor desbotada em algumas partes por causa do atrito das mãos pra colocar ou segurar, já que o peso de algumas era considerável. Tinham tiras toscas feitas de couro ou cordões bem rudimentares, que confirmavam o muito uso que algumas delas já tinham. Reparei numa de uns 40 cm de altura que, colocada no rosto, deixava livres a boca e os olhos, e de forma envolvente cobria até as orelhas, o que tornava quase impossível reconhecer quem a usasse. Tinha um buraco circular em forma de boca e Os dos olhos podiam ser tapados com uma espécie de cortininha externa. A amarração tinha que ser feita por outra pessoa, porque tinha duas tiras que se amarravam uma na nuca e outra na parte de trás do occipital, com uma correia que saía na altura da testa e servia não só pra fixar, mas também pra ajudar a sustentar o peso. O que mais me chamou a atenção foi o fato de que dava pra privar a pessoa da visão. Nunca tinha visto nada igual. Ia ter que perguntar ao nosso anfitrião qual era o uso daquela máscara tão estranha.
Outra que me surpreendeu pela beleza era policromada numa série de tons avermelhados e verdes, com uma espécie de juba feita de fibras de folha de alguma planta, tipo pita ou parecida, que, quando colocada, simulava a cabeça de um leão.
Já tinha passado um bom tempo, me distraí olhando as curiosidades da loja e já eram duas da madrugada, a música não me deixava ouvir o que rolava no quarto, então me aproximei pra ver um pouco do que estavam fazendo. A uns metros da porta, já tive uma ideia clara do que podia estar rolando: os gemidos de prazer da Pili e os bufos do Obid não deixavam dúvida de que estavam no meio da ação. Pensei uns segundos se devia espiar ou, pelo contrário, deixar eles sozinhos. Um pouco mais de privacidade também não faria mal, principalmente pra Pili, porque se ela ficasse satisfeita, a gente podia repetir a viagem daqui a um tempo. Sempre que ela ficava satisfeita com o comportamento dos amantes, repetia três ou quatro vezes mais. Também não gostava que ninguém se considerasse amante dela. Sempre respeitei essa ideia, embora em algum momento tivesse gostado que algum dos que passaram virasse fixo, ou pelo menos assíduo, mas acima de tudo era ela quem ditava o ritmo quanto à variação.
Às duas e meia da manhã, apareceu na loja o Obil pra me convidar pra tomar um chá. Estavam numa pausa e a Pili tinha perguntado por mim, pois Fazia um tempo que eu não me via. Falei que claro que ia com eles tomar algo gelado, mas que na loja tinha umas paradas muito interessantes, que teria que voltar outro dia pra ele me explicar umas coisas, principalmente sobre as máscaras. Ele se ofereceu pra quando eu quisesse, e disse que eu podia vir acompanhado, de preferência numa sexta ou sábado à noite, no fim do expediente, assim ele podia me dar todas as explicações que eu quisesse, sem pressa, porque com a loja aberta sempre podia entrar gente e atrapalhar a conversa.
Peguei a indireta na hora, bom, não era indireta, era um convite bem claro pra eu voltar outra noite com a Pili pra comer ela de novo. Falei que pra rolar outra noite igual a essa, minha esposa tinha que dar o aval, senão não tinha jeito. Ele disse que isso já tava resolvido, que a Pili não ia criar caso, pelo contrário, ia desejar isso antes do que eu imaginava, e ainda ia me pedir com insistência se eu não trouxesse ela num prazo de no máximo dois meses. Um sorriso debochado enfeitava a cara dele enquanto fazia essa afirmação. Ele deve ter visto na minha expressão que eu tava na dúvida, e me garantiu que seria assim. Disse que eu tinha uma esposa muito puta, muito safada, e que ela tava adorando o pau e a resistência dele, gozava igual uma cadela no cio, já tinha tido pelo menos uma dúzia de orgasmos e ele tinha certeza que ainda vinham mais alguns antes dela se entregar de vez essa noite. Perguntei se entre as coisas que ele insistiu pra ela comer ou beber tinha algum afrodisíaco, alguma substância dopante, algo que deixasse ela tão ligada e com tanta vontade de foder. Ele sorriu e disse que não eram drogas, nem nada proibido, mas que a combinação das especiarias dos picles, das castanhas e da bebida de chá com (palavras ininteligíveis) — e o filho da puta não traduziu — tinham deixado o corpo dela no ponto, com vontade de putaria, bem desperta e muito sensível, não Não só a buceta, mas o corpo inteiro, principalmente as partes que tinham sido muito acariciadas ou tratadas de um jeito especial. Lembrei do trato que ele deu nos peitos e, principalmente, nos bicos, e do jeito que ele disse que era necessário pra deixá-los mais sensíveis.
Risos, as peças se encaixaram. Por isso, depois da primeira transa, quando a Pili já tava acabada, depois de um tempo, tudo aquilo fez efeito e ela ficou elétrica. Não tinha dúvida de que continuaria fodendo por um bom tempo. Tinha umas coisas interessantes na loja pra ver, e também ver os dois metendo um bom pau, por que não?
Acompanhando o Obid, entrei de novo no quarto. A Pili tava na cama, pelada, recostada nuns travesseiros, com um copo daquela espécie de chá na mão e um sorriso que dava vontade de pular nos lábios dela pra devorar. Foi o que eu fiz, aliás: cheguei perto, dei um beijo enfiando a língua toda na boca dela, e ela se pendurou no meu pescoço: “Uaaaaa, que maravilha, tô como não lembro de ter ficado depois de foder três ou quatro horas, e sem o Obil saber, acho que vou dar mais uma trepada, e tô com vontadeeeeeeeeeeeee”. Era extraordinário, mesmo. O que ela tinha me falado na loja era verdade: tava a mil, desperta, com vontade de farra e, principalmente, tesuda, tava igual a uma puta no cio. Valia a pena ficar vendo ela um tempo, porque tenho certeza de que perdi um espetáculo, mas, por outro lado, também descobri umas coisas interessantes na loja e, principalmente, garanti uma nova visita com a Pili pra mais uma revisão. Mas isso já é outra história.
FIM.
Eram meia-noite, já estávamos há uma hora e meia, eles há uma hora e meia de sexo, eu de voyeur e com um espetáculo extraordinário. Tava emocionado de ver minha mulher se comportar daquele jeito, cada vez mais me convencia de que tinha acertado em buscar um macho daquelas características. Tinha tido muitas dúvidas antes de dar o passo, tinha feito consultas na net, conversado com outros corníolos cujas esposas tinham transado com mouros ou negros, principalmente mouros, e sempre chegava no mesmo ponto, sempre acabava convencido de que seria algo gostoso, principalmente pra Pili.
Nosso anfitrião se retirou por uns momentos, disse que ia no banheiro jogar a camisinha fora e se lavar. Enquanto isso, voltei pra cama, abracei a Pili de novo e nos beijamos outra vez, deslizei uma mão no peito dela, acariciei o mamilo da teta esquerda e ela pediu, por favor, que eu fosse bem suave, que ele tinha deixado doloridos, não só os mamilos mas os peitos, os dois, mas que tinha sido um prazer extraordinário. Continuei beijando ela e acariciando o rosto, o cabelo. Disse o quanto a amava, o quanto me sentia feliz com ela e o quanto ela me agradava. Pili me perguntou se eu gostava que ela fosse tão puta, tão submissa como tinha se mostrado com o amante, só pude responder que sim, que adorava vê-la assim tão puta, tão gostosa, e que adorava ver como ela se entregava pro macho dela, como se deixava levar e, acima de tudo, o que mais importava pra mim era que ela se sentisse bem, que curtisse o que estava fazendo. Em algum No começo, fiquei na dúvida se continuava ou não, mas com os olhares e os gestos dela, me segurei. A gente tinha combinado uma palavra-chave, que ainda valia, e a qualquer momento eu podia falar ela, e nós três sabíamos o que significava. Ela me perguntou se o Obil sabia a palavra-chave, e eu disse que sim, que tinha mandado por e-mail, e só depois que ele confirmou que ia cumprir é que eu quis ir ver ele. Ela disse que se sentia tranquila sabendo que nós três conhecíamos a condição pra parar, caso fosse necessário.
Uns dez minutos depois, o Obil apareceu com umas castanhas e uns picles em dois pratos, tinham um cheiro forte e meio diferente do que a gente esperava. Ele explicou que eram da Líbia, de uma região lá no interior, na fronteira com o Egito, bem ao sul, e que eram especiais pra dar energia em ocasiões como essa. Tirou da geladeira uma bebida meio esverdeada, parecia chá verde, mas tinha outro tom e outro cheiro. Falou a mesma coisa, que era da mesma região e que era ótima pra manter a mente alerta, que ele sempre tomava quando ficava pra "trabalhar". Não dava pra ninguém, só pra ele. Pras mulheres ou casais que iam lá, ele oferecia refrigerantes normais, mas que a gente tinha caído nas graças dele e ele queria compartilhar o que ele mesmo tomava. Agradecemos, e tanto eu quanto minha mulher comemos umas castanhas e uns picles e bebemos um copo daquela espécie de chá.
Pra minha mulher, ele recomendou umas castanhas especiais, dizendo que iam cair bem pra ela aguentar mais um pouco, porque a noite mal tinha começado. Eles tinham ficado nos prolegômenos, como quem diz, nas entradas. Olhei pra minha esposa com uma cara de interrogação, e ela, com um sorriso safado, disse que se aquilo era só a entrada, era melhor ele chamar uma ou duas garotas, porque ela não aguentaria outro round igual ao primeiro.
A gente continuou petiscando as castanhas e o resto. Pili pediu pro Obil mostrar onde era o banheiro, porque tava precisando mijar. Muito gentil, ele tirou uma espécie de jalaba verde-maçã de uma gaveta do criado-mudo e ofereceu pra ela, dizendo que ela não ia andar pelada pela loja com o frio que tava fazendo. A roupa, de um tamanho folgado, era de um tecido fininho, meio transparente, que deixava ver o corpo da minha esposa. Ele convidou ela a sair na frente e os dois sumiram entre as prateleiras da loja. Depois de um bom tempo, talvez uns quinze minutos, os dois apareceram, minha esposa toda sorridente, com um prato grande, decorado com motivos árabes, e colocou ele em cima da roupa dela. Olhei pra ela com cara de estranheza e vi que ela tava toda acalorada, com um sorrisão, e me deu uma piscada enquanto dizia que era um presente do Obil. Ele, na soleira da porta, deixava ver a barraca que o pau dele fazia por baixo da túnica, o que indicava que a Pili tinha conquistado aquilo na raça. O sorriso dos dois entregava tudo, e eu, que sou muito curioso, perguntei se ela tinha gostado do prato. Ela respondeu que sim, que era muito bonito e ainda era um presente especial. Fiz cara de quem não tava entendendo, e foi ele quem explicou: quando a Pili voltou, viu o prato e perguntou se ela gostava. Ela disse que sim, e ele falou que se ela quisesse, teria que ganhar. Ela perguntou qual era o preço, e se não fosse muito, podiam chegar a um acordo. O preço era ela se masturbar ali, no corredor que dava pra rua, de frente pra vitrine. Quem passasse na calçada, sem parar, não via nada, mas se parasse e olhasse pelas lâminas da persiana veneziana — lâminas que o Obil tinha mexido pra dar pra ver de fora —, era só parar e dar uma olhada, principalmente na parte de baixo, porque ele tinha levantado um pouco, deixando um espaço de uns 20 ou 25 cm sem persiana. Não era fácil, mas podia acontecer de alguém parar pra olhar, ainda mais porque ele tinha acendido uns holofotes, que, embora não... Estavam no corredor, sim, nas laterais dele, e davam claridade, estando todo o resto escuro, o que chamava um pouco a atenção de fora, e, se isso acontecesse, ela não conseguiria parar a masturbação, por mais gente que houvesse do outro lado do vidro. O que não me contaram é se alguém realmente tinha visto a cena ou se tinha ficado só entre os dois.
Minha esposa tinha se colocado onde Obil mandou e tinha se masturbado olhando nos olhos dele, no tempo que não os mantinha fechados, aproveitando a própria autossatisfação. Tinha chegado ao orgasmo, como combinado, e tinham voltado com o prato. Ela me disse que, com certeza, eu tinha uma esposa muito puta, tanto que se vendia por um prato decorado, mas vazio, nem sequer por um prato de lentilhas.
Nisso, ele se aproximou da Pili e deu um tapa na bunda dela, indicando que se despisse e deitasse. Ela se sentou na cama nua, com as pernas cruzadas. Eu me aproximei dela e dei um beijo, enquanto acariciava o pescoço dela e dizia que gostava muito de como ela estava se comportando. Ficava feliz que ela estivesse se divertindo, porque o fato de ter aceitado o jogo do prato era sinal de que se sentia à vontade naquela noite.
Pili me devolveu o beijo, enquanto se abraçava e ficava de costas para a porta de entrada, e me disse no ouvido que sim, que estava se divertindo muito, que não queria pensar em mais nada, mas que eu continuasse abraçando ela, porque assim ela sentia que eu também estava me divertindo. Nessa posição, vi nosso anfitrião se aproximar por trás dela, tirar a túnica, e me indicou com um gesto que continuasse abraçando minha esposa. Quando ela sentiu ele na cama, tentou se soltar do meu abraço, e eu disse que não, que ficasse como estávamos, que se deixasse levar, mas sem se soltar; eu também não soltaria ela.
Obil se deitou atrás dela, começou a acariciar as nádegas dela com o pau, os dedos dele procuraram a entrada da buceta dela, estava encharcada, e ele enfiou um ou dois. dentro e os tirou molhados, começou a acariciar o buraco do cu da Pili, devagar, sem enfiar nenhum dedo, só carícias, roçadas, fazendo círculos e entrando e saindo na buceta dela pra pegar os sucos vaginais e ir lubrificando a entrada do cu dela. Fez ela levantar um pouco a bunda e deixar a buceta exposta, apontou a vara dele praquele buraco e em duas enfiadas já tava tudo dentro. Os braços da minha esposa me apertaram contra o peito dela, da garganta dela saiu um gemido de prazer, as unhas dela cravaram nas minhas costas, por cima da camisa, apertando cada vez que aquilo entrava e saía, aos poucos os gemidos deram lugar a um siiiiiiiiiiiiiii, profundo, saindo da garganta dela como um suspiro, enquanto ela fechava os olhos e se deixava cair nos meus braços. Obil parou e perguntou se ela gostava de estar com o pau de outro homem enquanto tava nos meus braços, a resposta demos nós dois “claro que sim”, falamos ao mesmo tempo, “basta ver como ela geme, como me aperta num abraço tremendo e como empina a bunda pra fora pra receber melhor as enfiadas que você dá”, o sorriso de vitória tava na cara do macho. Continuou enfiando, metendo e tirando aquilo do fundo da buceta da minha esposa, ela tava prestes a ter outro orgasmo, vi como dois dedos já entravam e saíam do cu dela, ele diminuiu as investidas do pau, mas acelerou as da mão, depois de alguns segundos já não eram dois, mas três os dedos que entravam no cu. O movimento era frenético, forte, batendo nas nádegas com força ao entrar por completo no cu da minha esposa, ela já tava num delírio, só falava um siii, siii, siiiii, suave, como um lamento, mas com um prazer tremendo, os olhos fechados, os braços dela como se fossem duas tenazes nas minhas costas, a cabeça dela descansando no meu ombro e de vez em quando um “não para, não para”, quase imperceptível, como se quisesse que só eu ouvisse porque a boca dela tava perto do meu ouvido. De repente a mão parou. que perfurava o cu da minha esposa, Obil se inclinou pra trás e, com um movimento rápido, tirou a pica da buceta e apontou pro cu da minha esposa. Entre o quanto já tinha aberto, o lubrificado e a pica com camisinha, uma forte estocada de rim e dois terços pra dentro. Quase fiquei surdo com o grito da minha esposa: "não tão forte, besta", "cala a boca, puta, é só um pouco que entrou, agora você vai ver", não deu tempo pra mais, um novo empurrão, sem tirar ela pra fora, e a pica toda dentro. "Não se mexe, fica abraçada no seu marido, nem pense em tirar uma mão, foi você que deixou eu enfiar meus dedos, agora é minha vez de meter a outra coisa, aguenta, é pra isso que você tá aqui". Virei a cabeça pra ver o rosto da minha esposa, lágrimas escorriam dos olhos dela, ela tava de olhos fechados, apertados, mas a expressão não era de rendição, era de espera. Uns dois minutos sem se mexer dentro dela e a expressão mudou, ela começou a relaxar. Acho que a mesma coisa tava rolando no cu dela, porque a máquina começou a se mover, devagar, bem devagar, centímetro por centímetro ia saindo, quando tava metade pra fora, de novo pra dentro, num movimento contínuo, uma vez e outra, em cada movimento ia fazendo o percurso maior, imperceptível, mas aos poucos o pedaço que saía era maior, ao mesmo tempo que acelerava na velocidade e, por consequência, na força no final. Cada estocada parecia que entrava uns milímetros mais pra dentro. Depois de alguns minutos, a cara da minha esposa era de prazer total, as investidas eram ferozes, sacudia nós dois, entrava e saía quase toda a cada golpe. Com uma mão, ele me indicou pra eu me deitar e levar ela comigo, fiz isso e a Pili ficou tipo de quatro, mas em cima do meu peito. Obil se ajoelhou, abriu as pernas dela e ficou no meio, começou com umas estocadas tremendas, mexia nós dois a cada golpe. Uma palmada na nádega direita, uma série de estocadas, outra palmada na nádega esquerda, outra leva de empurrões. Outra palmada na direita, a cada empurrão a força e a velocidade aumentavam. Os gemidos da minha mulher eram de puro prazer, ela só conseguiu dizer que ia ficar louca. O orgasmo estava prestes a explodir e as palmadas ficaram mais fortes e rápidas. Quando minha mulher começou a tremer, sinal claro de que o orgasmo era inevitável e estava a segundos, Obil empurrou com toda a força enquanto dava duas palmadas fortes, com as duas mãos ao mesmo tempo: "vai, vagabunda, goza, mostra pro teu marido o quão puta você é com outro pau dentro, vai, vai!!" Da minha mulher só se ouviu um gemido contínuo, profundo, como se saísse do estômago dela, "siiiiiiiiiiiiiiii", quando os tremores passaram, quando ela estava quase recuperando o fôlego, de novo a máquina de bombear começou a fazer o mesmo com a força e rapidez que tinha terminado. Ele colocou as duas mãos nas cadeiras dela, como se a segurasse para que não pudesse escapar, como se Pili tivesse forças pra isso, e de novo os gemidos entrecortados saindo da garganta dela: "não, para, para, para", mas a cada súplica aumentava mais a pressão e os empurrões. Um minuto, acho que não mais, demorou pra chegar o orgasmo de novo, o corpo dela começou a tremer outra vez, a se mexer como uma autômata e de novo o gemido profundo, indicando que estava em transe. Ela se deixou cair em cima do meu peito, os braços dela já não me apertavam, estavam caídos, o corpo dela estava encharcado de suor, a respiração ofegante e com um fio de voz me disse que precisava de uma pausa, não aguentava mais, não dava pra continuar, era demais.
Obil se afastou da bunda dela com cuidado, ele também tinha gozado, a camisinha denunciava, estava com uma boa quantidade de porra na ponta, o pau foi amolecendo e descendo aos poucos. Ele me olhou e com um sorriso indicou que estava exausto. Sentou na cama enquanto acariciava as nádegas vermelhas e quentes da minha esposa. "Você mandou muito bem, putinha, que sorte tem todos que te... já transaram e, acima de tudo, que sorte tem seu marido que te come quando quer”. Minha esposa só conseguiu dizer que ele também não tinha se comportado mal, que ela não sabia se conseguiria continuar, estava exausta, sem fôlego, as pernas já não aguentavam mais e pedia uma retirada digna. Eu ouvia com atenção, esperando se em algum momento ela pronunciaria a palavra mágica, mas não a ouvi de seus lábios, o que me deixava entrever que talvez um descanso e uma bebida refrescante lhe devolvessem o ânimo para continuar. Pelo menos ela não tinha jogado a toalha, era só uma pausa voluntária.
Nosso anfitrião se retirou discretamente para ir ao banheiro, isso nos deu tempo para conversar e perguntei se ela estava com vontade de continuar. Pili me disse que precisava de uns minutos para ver se se recuperava com força suficiente, senão daria a noite por encerrada. Ela estava com dificuldade para pegar o ritmo da respiração e estava encharcada de suor. Depois de alguns minutos, as águas voltaram ao normal, a respiração se regularizou, ela parou de suar, comeu alguns frutos secos dos que eu tinha recomendado e tomou um copinho daquela bebida verde e refrescante. Eu me levantei para ir ao banheiro também, depois de perguntar à minha esposa qual era o caminho, para não ficar andando sem rumo entre as estantes. Quando ia sair, Obil apareceu com uma caixinha de doces, me ofereceu um, mas de passagem, eu disse que não e que ia ao banheiro, a Pili já tinha me dito onde ficava. Ela sorriu e disse para eu ir com calma, a noite estava no meio, enquanto ria com uma gargalhada forte. Eu não esperava que ela tivesse fôlego para mais tanto, no máximo algo leve, se é que conseguisse, embora tivesse a impressão de que aquilo tinha chegado ao fim, pelo menos naquela noite.
Fui ao banheiro, urinei e, quando ia em direção ao quarto no fundo, decidi dar uma volta pela loja para ver um pouco do conteúdo dela e dar um tempo pra elas. que decidiam. Sabia que a Pili era dona de si mesma pra tomar a decisão que achasse certa pro estado físico dela. Vi os tipos de pratos, como aquele que tinha dado pra ela, bules, jarras, copos, especiarias, castanhas, enfim, centenas de coisas, óleos, perfumes, pinturas, tudo parecia original e de boa qualidade. Suponho que muitas delas fossem fabricadas na Espanha já pensando nesse tipo de mercado. Outras, acho que importadas, a mão de obra é bem mais barata que aqui e a importação deve ser econômica. Me distraí uns 10 ou 15 minutos, com a intenção sincera de ver o que ia rolar.
Minha mente viajava, imaginando mil coisas, principalmente porque não dava pra ouvir nada com o som alto da música, esperava encontrar eles quietinhos, comendo umas castanhas e tomando um chá. Me aproximei mesmo assim, pouco convencido disso, pensando que podiam estar começando uma nova sessão apesar do cansaço da Pili.
Tinha a impressão de que naquelas castanhas e na bebida que tinha dado pra ela podia ter algo escondido. Claro que não pensava em nenhum afrodisíaco ou droga, mas sim algum tipo de energético pra manter ela acordada ou dar ânimo, tipo um Red Bull, mas de origem menos artificial. Pensei nisso pela insistência dela em comer umas castanhas específicas e beber aquele chá verde, que até tinha um cheiro gostoso, mas não parecia nada com chá de verdade, parecia mais um caldo estranho, embora de bom sabor.
A suspeita tava ali e eu queria saber se já tava fazendo efeito, porque, sinceramente, quando saí pra ir ao banheiro, a aparência da Pili era de cansaço e de querer dar a noite por encerrada. Já tinha visto ela assim cansada outras vezes e ela sempre encerrava a noite, com vontade de ir pra casa, até uma vez dormiu no carro antes de chegar e pediu pra deixar ela dormir, que no dia seguinte eu... compensava, mas ela precisava dormir por causa do cansaço que tinha. Mas a dúvida tava me corroendo e era hora de descobrir como minha querida esposa estava.
Não tive dúvida nenhuma assim que me aproximei e vi a cena que se desenhava: Pili de joelhos na cama, apoiada nos cotovelos, a cabeça dela dentro da túnica do Obil, as mãos dele agarrando a cabeça da minha mulher e imprimindo um movimento de cima pra baixo com certa violência, o que me mostrava que ele tava fodendo a boca dela de novo, com certeza chegando até a garganta. Os olhos fechados e o rosto dela virado pro teto indicavam que ela devia estar curtindo o momento, a fodida que ela tava dando na boca dele.
Olhei por uns segundos e voltei pra loja pra dar uma olhada na seção de temperos, ver o que eu podia encontrar do país dele ou da região subsaariana, porque eu sabia que em temperos era uma delícia, além disso tinha coisas da culinária árabe e marroquina, o que era um estímulo pra mim, porque adoro os sabores que algumas das especiarias que uns e outros usam dão pra comida.
Me distraí um bom tempo entre cheiros e cores na área de alimentação, depois passei pela seção de artesanato onde tinha algumas máscaras de madeira, a maioria imitação grosseira, mas descobri umas quantas que, pelo que pude ver e tocar, tinham sido usadas várias vezes, algumas até muito usadas pelo desgaste que tinham e pela cor desbotada em algumas partes por causa do atrito das mãos pra colocar ou segurar, já que o peso de algumas era considerável. Tinham tiras toscas feitas de couro ou cordões bem rudimentares, que confirmavam o muito uso que algumas delas já tinham. Reparei numa de uns 40 cm de altura que, colocada no rosto, deixava livres a boca e os olhos, e de forma envolvente cobria até as orelhas, o que tornava quase impossível reconhecer quem a usasse. Tinha um buraco circular em forma de boca e Os dos olhos podiam ser tapados com uma espécie de cortininha externa. A amarração tinha que ser feita por outra pessoa, porque tinha duas tiras que se amarravam uma na nuca e outra na parte de trás do occipital, com uma correia que saía na altura da testa e servia não só pra fixar, mas também pra ajudar a sustentar o peso. O que mais me chamou a atenção foi o fato de que dava pra privar a pessoa da visão. Nunca tinha visto nada igual. Ia ter que perguntar ao nosso anfitrião qual era o uso daquela máscara tão estranha.
Outra que me surpreendeu pela beleza era policromada numa série de tons avermelhados e verdes, com uma espécie de juba feita de fibras de folha de alguma planta, tipo pita ou parecida, que, quando colocada, simulava a cabeça de um leão.
Já tinha passado um bom tempo, me distraí olhando as curiosidades da loja e já eram duas da madrugada, a música não me deixava ouvir o que rolava no quarto, então me aproximei pra ver um pouco do que estavam fazendo. A uns metros da porta, já tive uma ideia clara do que podia estar rolando: os gemidos de prazer da Pili e os bufos do Obid não deixavam dúvida de que estavam no meio da ação. Pensei uns segundos se devia espiar ou, pelo contrário, deixar eles sozinhos. Um pouco mais de privacidade também não faria mal, principalmente pra Pili, porque se ela ficasse satisfeita, a gente podia repetir a viagem daqui a um tempo. Sempre que ela ficava satisfeita com o comportamento dos amantes, repetia três ou quatro vezes mais. Também não gostava que ninguém se considerasse amante dela. Sempre respeitei essa ideia, embora em algum momento tivesse gostado que algum dos que passaram virasse fixo, ou pelo menos assíduo, mas acima de tudo era ela quem ditava o ritmo quanto à variação.
Às duas e meia da manhã, apareceu na loja o Obil pra me convidar pra tomar um chá. Estavam numa pausa e a Pili tinha perguntado por mim, pois Fazia um tempo que eu não me via. Falei que claro que ia com eles tomar algo gelado, mas que na loja tinha umas paradas muito interessantes, que teria que voltar outro dia pra ele me explicar umas coisas, principalmente sobre as máscaras. Ele se ofereceu pra quando eu quisesse, e disse que eu podia vir acompanhado, de preferência numa sexta ou sábado à noite, no fim do expediente, assim ele podia me dar todas as explicações que eu quisesse, sem pressa, porque com a loja aberta sempre podia entrar gente e atrapalhar a conversa.
Peguei a indireta na hora, bom, não era indireta, era um convite bem claro pra eu voltar outra noite com a Pili pra comer ela de novo. Falei que pra rolar outra noite igual a essa, minha esposa tinha que dar o aval, senão não tinha jeito. Ele disse que isso já tava resolvido, que a Pili não ia criar caso, pelo contrário, ia desejar isso antes do que eu imaginava, e ainda ia me pedir com insistência se eu não trouxesse ela num prazo de no máximo dois meses. Um sorriso debochado enfeitava a cara dele enquanto fazia essa afirmação. Ele deve ter visto na minha expressão que eu tava na dúvida, e me garantiu que seria assim. Disse que eu tinha uma esposa muito puta, muito safada, e que ela tava adorando o pau e a resistência dele, gozava igual uma cadela no cio, já tinha tido pelo menos uma dúzia de orgasmos e ele tinha certeza que ainda vinham mais alguns antes dela se entregar de vez essa noite. Perguntei se entre as coisas que ele insistiu pra ela comer ou beber tinha algum afrodisíaco, alguma substância dopante, algo que deixasse ela tão ligada e com tanta vontade de foder. Ele sorriu e disse que não eram drogas, nem nada proibido, mas que a combinação das especiarias dos picles, das castanhas e da bebida de chá com (palavras ininteligíveis) — e o filho da puta não traduziu — tinham deixado o corpo dela no ponto, com vontade de putaria, bem desperta e muito sensível, não Não só a buceta, mas o corpo inteiro, principalmente as partes que tinham sido muito acariciadas ou tratadas de um jeito especial. Lembrei do trato que ele deu nos peitos e, principalmente, nos bicos, e do jeito que ele disse que era necessário pra deixá-los mais sensíveis.
Risos, as peças se encaixaram. Por isso, depois da primeira transa, quando a Pili já tava acabada, depois de um tempo, tudo aquilo fez efeito e ela ficou elétrica. Não tinha dúvida de que continuaria fodendo por um bom tempo. Tinha umas coisas interessantes na loja pra ver, e também ver os dois metendo um bom pau, por que não?
Acompanhando o Obid, entrei de novo no quarto. A Pili tava na cama, pelada, recostada nuns travesseiros, com um copo daquela espécie de chá na mão e um sorriso que dava vontade de pular nos lábios dela pra devorar. Foi o que eu fiz, aliás: cheguei perto, dei um beijo enfiando a língua toda na boca dela, e ela se pendurou no meu pescoço: “Uaaaaa, que maravilha, tô como não lembro de ter ficado depois de foder três ou quatro horas, e sem o Obil saber, acho que vou dar mais uma trepada, e tô com vontadeeeeeeeeeeeee”. Era extraordinário, mesmo. O que ela tinha me falado na loja era verdade: tava a mil, desperta, com vontade de farra e, principalmente, tesuda, tava igual a uma puta no cio. Valia a pena ficar vendo ela um tempo, porque tenho certeza de que perdi um espetáculo, mas, por outro lado, também descobri umas coisas interessantes na loja e, principalmente, garanti uma nova visita com a Pili pra mais uma revisão. Mas isso já é outra história.
FIM.
0 comentários - Obil, o Árabe (Capítulo 4) FINAL