Depois de tudo que aconteceu com o pai dela, as fodas que eu e o Armando dávamos eram do caralho, nossa libido não baixava e, já que com o pai dela ele não transava mais, voltei a ser monogâmica. Por sorte não engravidei naquelas férias, porque meu namorado mandou eu tomar a pílula.
Nos meses seguintes com o Armando, tive sexo em quantidade e qualidade, acho que ele também parou de sair pegando todas as mulheres que davam mole. O desempenho dele na cama melhorou e nossas sessões de trepada são muito diferentes, até acho que ele jorra mais leite do que antes. Ele me faz sentir que sou a putinha dele, me faz suar e gozar em cada gozada que ele dá comigo.
Mas com essa história da pandemia, decidimos ir pra uma casa que os pais dele têm numa cidade de Guerrero. É uma casa pequena, mas bem aconchegante e com muita privacidade porque fica num terreno grande. Aí já estamos há quase um mês e meio, vivendo felizes, como se fôssemos casados. Tudo ia bem até que, há 15 dias, o Armando voltou às antigas e, um dia enquanto procurávamos pornô juntos, vimos um vídeo sobre negros. Como sempre, a gente se masturbou vendo e, quando acabou, começamos a transar. Ele tava metendo gostoso pra caralho quando começou a me perguntar se eu gostaria que ele tivesse um pau maior, se já tinha ficado com um negro e perguntas desse tipo.
Quando terminamos de foder, tivemos uma conversinha.
— Você gostaria de ficar com um negro? — Armando.
— Não, meu amor, com essa sua piroca já é suficiente pra mim — falei, brincando com o pau dele.
— Nunca te deu curiosidade?
— Haha! Você quer me ver com um negro, né? — falei — não se faz de sonsa.
— A verdade é que sim, me daria muito tesão.
— Então, você sabe que eu só vou fazer o que você quiser, meu amor — falei, deixando o assunto na mão dele enquanto me encostava no peito dele.
— Quero te ver trepando com uma piroca preta — ele disse, todo excitado.
— Tá bom, só me diz com quem e quando — falei, tentando disfarçar o tesão.
Naquele dia, a conversa parou por aí, mas eu... Fiquei o tempo todo pensando que ia acabar sendo fodida por um negão bem dotado e até fazendo um ménage com meu namorado.
Passaram dois dias quando meu namorado chegou e disse que já estava tudo pronto, me pediu pra me arrumar pra sair à noite. Ele contou que foi até o porto de carro e durante um dia procurou um candidato. Encontrou o escolhido vendendo camisetas perto do centro, me disse que era um homem de uns 35 anos, alto, um pouco gordo, mas nada mal, podia dizer que era corpulento. O nome dele era Simão e morava numa vila perto.
Me arrumei pra ocasião, fiz o cabelo, passei uma maquiagem bem sexy e perfume. Óbvio que depilação e lavagem anal foram indispensáveis. Coloquei um vestido azul soltinho de algodão bem bonito. Às 6 saímos de casa rumo à casa do Simão. No caminho de mais de uma hora, meu namorado me disse que ele ficou meio descrente no começo, mas que convenceu o cara mostrando fotos minhas e 500 reais.
Chegamos numa casa pequena, fachada de cimento num lugar afastado, já tava meio escuro e o Armando buzinou pra ver se era ali, em menos de um minuto saiu um homem corpulento e preto, era o Simão. Ele abriu o portão de madeira e estacionamos o carro na frente da casa dele. Teve umas apresentações bem rápidas e entramos na casa, lá dentro tinha sala, cozinha e sala de jantar tudo num cômodo só, e atrás de uma cortina ficava o quarto dele. O lugar onde aquele homem, que eu nunca tinha visto, ia fazer de tudo comigo.
O Armando conversou com ele e em menos de cinco minutos o Simão me mandou entrar no quarto dele. Cientes do motivo do encontro, o Simão começou a tirar minha roupa e eu a dele. Quando abaixei o short dele, notei que não tava usando nada por baixo e aí vi o porquê da fama dessa raça. Tava mole e já era tão grande quanto o do meu namorado, virei pra olhar pro meu Armando e ele tava se masturbando sentado numa cadeira. Ele passou lubrificante no pau dele e me deu.
— Você tem um pau enorme — falei pro Simão.
— Era o que você esperava? — Simão. — É maior — eu disse — você tem que me lubrificar bem antes.
Ele me deitou na cama dele, era uma cama velha de madeira que rangia muito. Tirei a calcinha e abri minhas coxas enquanto o Simão se masturbava, ele parecia imponente. Era um cara de 1,80, largo e mole, com barriga e braços e pernas grossos. E do pau dele nem se fala, era igualmente gordo. O Simão se jogou e começou a me fazer sexo oral.
Virei pra ver meu namorado se masturbando numa cadeira.
— Tá gostando?
— Adoro, sua buceta tem um gostinho bom — respondeu o Simão.
— Então come com vontade — eu disse.
Via aquele homem de chocolate chupando minha xota. Me senti muito bem, acho que uma aventura de vez em quando não faz mal. Ficou assim uns 15 minutos, chupando e lambendo, usando os dedos pra tirar minhas secreções da minha buceta rosada.
— Ahhh! Já, se quiser com isso ahh! — falei pro Simão.
Ele se levantou e eu levei um susto ao ver que o pau dele já tava duro e escorrendo líquido pré-seminal. Com certeza aquele membro media uns 25 cm mais ou menos e de grossura era obeso, minha mão não fechava e parecia pequena, nunca tinha visto algo assim na minha frente. Chupei o que dava pra colocar na boca, tinha que provar uma parada daquela, brincava com as bolas dele que também eram enormes, os maiores ovos que já vi, e depois eu saberia que eram os mais cheios de porra que já peguei. Chupei ele por uns 5 minutos.
— Já coloca a camisinha — eu disse.
— Já quer que eu meta? — Simão.
Peguei a cabeça dele e abri com meus dedos o furinho da uretra, então enfiei com força minha língua naquele olhinho por alguns segundos.
— Cê não quer meter, não? — perguntei.
— Todas as da cidade são assim? — ele disse enquanto eu me deitava de barriga pra cima vendo aquele tronco de ébano pulsando.
Ele colocou a camisinha e quando se posicionou em cima de mim, passei lubrificante e masturbei ele pra encher bem. Então com a mão dele guiou até ter enfiado a cabeça, que era uma coisa que parecia um pãozinho. De boca aberta olhei pra ele e ele pra mim. Só fui sentindo devagar aquela enorme... O pau se alojava dentro de mim, esticando minhas paredes da buceta e exalando um calor intenso que, dos dois órgãos sexuais, nos fundia num só ser. A hombridade dele chegou até onde só o pauzão do meu namorado tinha conseguido, mas o Simão continuou avançando e eu não consegui segurar um gemido de susto com aquela inserção tão profunda no meu útero. Acho que sexo com caras desse calibre não é pra qualquer uma, era realmente grande e até desconfortável.
- Ai! Ai! Ai! - eu reclamava, só com as bolas daquele negão pra fora da minha buceta.
- Tá gostando? Já comeu tudo - disse o Simão, parado dentro e por cima de mim, enquanto nos olhávamos - Que bucetinha gostosa, ahh!
- Que grande! Me sinto muito aberta! Ai! Ah! - falei, puxando ele pela nuca pra nos beijarmos um pouco - Mexe devagar.
Começamos a nos beijar de língua enquanto ele se movia. Ele remexeu minhas entranhas com calma, o pau grosso dele fazia estragos como nem meu namorado nem o pai dele tinham conseguido. Por uns cinco minutos continuamos naquela trepada lenta, até que me senti mais acostumada. Olhando pro meu namorado, peguei o Simão pelo rabo e indiquei que ele entrasse mais forte. De uma pancada seca e forte, ele me fez sentir o poder do pau dele; gritei enquanto via meu namorado se masturbando, perdido no tesão de ver um negão comendo a mulher dele. Assim nos olhamos por um minuto talvez, enquanto o Simão me comia com força, gemendo de tesão por estar comendo a mulher de outro e ainda na frente dele - é algo que eleva o ego dos caras.
- Ahhh! Ahhh! Ahh! Continua! Ah! Assim! Assim! - eu gritava, sentindo ele me destruir por dentro.
- Ai, que gostosa, gostosa! Tá gostando do meu pauzão?
- Siiiim! Ahh! Ahh! Me dá! Não para! - gritei, sentindo que ia gozar.
- Isso, minha puta! Goza, termina gostoso - me incentivava o Simão.
- Ahhh! Que delíciaaa! - gritei, me contorcendo de prazer no meio de um orgasmo colossal.
O Simão ficou até o fundo enquanto mexia a cintura pra remexer minhas entranhas com a vara preta dura dele. Quando minhas Os gritos baixaram de volume, ele voltou com tudo, metendo com aquela pica obscena na minha buceta que estava escorrendo líquidos. Continuei sendo massacrada por aquele negão por 10 minutos, nos quais tive facilmente mais 3 orgasmos, esses orgasmos foram me esgotando cada vez mais, embora, ao mesmo tempo, o vício que aquela foda me deu me dava fôlego suficiente pra manter as pernas bem abertas.
– Fica de quatro – disse o Simão, tirando o pau da minha buceta.
Enquanto me posicionava igual uma puta, olhei pro meu namorado, tão forte que tinham me comido que eu tinha esquecido que ele tava ali.
– Nunca me deram uma comilança assim, meu amor – falei de quatro esperando a penetração – nem com teu pai eu gozei tanto.
– Comeu com teu pai?! – perguntou o Simão pro Armando, visivelmente surpreso.
– É uma puta depravada – respondeu meu namorado – arrebenta ela.
– Ufff! Que puta que ela é – disse enfiando sem piedade.
– Aiiii! Meu amor, tenho ele bem dentro… Sinto ele no meu útero – falei num gemido – que homem gostoso tu me arrumou.
Então meu negão pegou minha cintura e começou uma cópula brutal. As sensações são indescritíveis, só posso dizer que nos 5 minutos seguintes meu negão meteu com toda força e eu só gritei numa sequência de orgasmos brutais.
Meu namorado disse que eu gritava igual uma desesperada enquanto o Simão me empurrava com todo o peso dele de um jeito selvagem, enquanto nossos corpos nus brilhavam balançando e tremendo naquela cama. Esse ritmo extraordinário cobrou o preço do meu negão e ele gozou gritando igual um bicho enquanto minha anatomia jovem, mas experiente, aguentava as últimas estocadas daquele trintão de ébano.
Desabei no colchão ofegando pra recuperar a sanidade, embora a sessão tivesse sido intensa pra caralho, o Simão não tinha a resistência do meu namorado e do pai dele. De qualquer forma, depois de tanto tempo sem transar com outro, isso era outro nível. Passados alguns minutos, levantei e fui até meu namorado.
– Tá te Tá gostando disso?" — perguntei enquanto masturbava o pau dele — "Eu tô fascinada."
"Parecia muito tasty."
"Você não faz ideia do tasty que ele é" — respondi descendo pra fazer um boquete.
Chupei com força até ele gozar na minha boca. Engoli tudo, como a boa namorada que sou, kkk.
Aí o Simão se levantou de lado com o pau meio duro, acho que ele não transa tanto quanto um macho daquele tamanho precisa. Levantei e beijei ele, brincando com as bolas dele de leve, depois levei ele pra cama.
"Que tasty que seu garoto pulsa" — falei chupando a masculinidade dele.
"Você gosta de carne preta?" — ele perguntou.
"Não gosto, eu sou fascinada" — respondi passando a língua das bolas dele até a glande. O pau dele tava pegajoso com o gozo da gozada anterior.
"Então aproveita, sua puta."
"Se foder é tasty, com um preto é outro nível" — falei chupando o pau dele, cada vez mais duro e ereto.
Fiquei chupando ele por uns minutos depois que ele ficou bem duro. Era um prazer pra mim ter um pau daquela cor e daquelas dimensões, sem dar conta.
"Coloca a camisinha" — falei entregando pra ele — "quero sentir você de novo."
Via aquele homem enorme enfiando o garoto dele no látex. Com aquela emoção de saber que ele fazia aquilo pra não me engravidar enquanto a gente transava, mesmo a gente tendo acabado de se conhecer.
Subi e enfiei tudo, me movendo batendo nossos sexos numa dança de trepada que era acompanhada pelo coro de gemidos que saíam das nossas bocas. Montei naquele homem com uma entrega e uma paixão totalmente novas pra mim. Durante o tempo que cavalguei, tive um orgasmo atrás do outro até pedir pra ele me comer de quatro pra sentir a penetração bem fundo. Ele me partiu com fúria naquela cama, me destruiu até a garganta com tantos gritos desesperados que soltei durante a foda, que durou uns 15 minutos. Depois disso, fiz o possível pra me vestir, porque, embora tivesse passado o melhor momento de todos, era pau demais pra aguentar mais de três sentadas de uma vez, kkkk.
Não tem muito mais. o que dizer, foi só sexo duro e puro. A gente foi embora e por dois dias não quis transar com meu namorado por causa do estado que aquele pau preto me deixou. Sem dúvida é uma das melhores experiências que já tive e tudo graças ao meu namorado.
Nos meses seguintes com o Armando, tive sexo em quantidade e qualidade, acho que ele também parou de sair pegando todas as mulheres que davam mole. O desempenho dele na cama melhorou e nossas sessões de trepada são muito diferentes, até acho que ele jorra mais leite do que antes. Ele me faz sentir que sou a putinha dele, me faz suar e gozar em cada gozada que ele dá comigo.
Mas com essa história da pandemia, decidimos ir pra uma casa que os pais dele têm numa cidade de Guerrero. É uma casa pequena, mas bem aconchegante e com muita privacidade porque fica num terreno grande. Aí já estamos há quase um mês e meio, vivendo felizes, como se fôssemos casados. Tudo ia bem até que, há 15 dias, o Armando voltou às antigas e, um dia enquanto procurávamos pornô juntos, vimos um vídeo sobre negros. Como sempre, a gente se masturbou vendo e, quando acabou, começamos a transar. Ele tava metendo gostoso pra caralho quando começou a me perguntar se eu gostaria que ele tivesse um pau maior, se já tinha ficado com um negro e perguntas desse tipo.
Quando terminamos de foder, tivemos uma conversinha.
— Você gostaria de ficar com um negro? — Armando.
— Não, meu amor, com essa sua piroca já é suficiente pra mim — falei, brincando com o pau dele.
— Nunca te deu curiosidade?
— Haha! Você quer me ver com um negro, né? — falei — não se faz de sonsa.
— A verdade é que sim, me daria muito tesão.
— Então, você sabe que eu só vou fazer o que você quiser, meu amor — falei, deixando o assunto na mão dele enquanto me encostava no peito dele.
— Quero te ver trepando com uma piroca preta — ele disse, todo excitado.
— Tá bom, só me diz com quem e quando — falei, tentando disfarçar o tesão.
Naquele dia, a conversa parou por aí, mas eu... Fiquei o tempo todo pensando que ia acabar sendo fodida por um negão bem dotado e até fazendo um ménage com meu namorado.
Passaram dois dias quando meu namorado chegou e disse que já estava tudo pronto, me pediu pra me arrumar pra sair à noite. Ele contou que foi até o porto de carro e durante um dia procurou um candidato. Encontrou o escolhido vendendo camisetas perto do centro, me disse que era um homem de uns 35 anos, alto, um pouco gordo, mas nada mal, podia dizer que era corpulento. O nome dele era Simão e morava numa vila perto.
Me arrumei pra ocasião, fiz o cabelo, passei uma maquiagem bem sexy e perfume. Óbvio que depilação e lavagem anal foram indispensáveis. Coloquei um vestido azul soltinho de algodão bem bonito. Às 6 saímos de casa rumo à casa do Simão. No caminho de mais de uma hora, meu namorado me disse que ele ficou meio descrente no começo, mas que convenceu o cara mostrando fotos minhas e 500 reais.
Chegamos numa casa pequena, fachada de cimento num lugar afastado, já tava meio escuro e o Armando buzinou pra ver se era ali, em menos de um minuto saiu um homem corpulento e preto, era o Simão. Ele abriu o portão de madeira e estacionamos o carro na frente da casa dele. Teve umas apresentações bem rápidas e entramos na casa, lá dentro tinha sala, cozinha e sala de jantar tudo num cômodo só, e atrás de uma cortina ficava o quarto dele. O lugar onde aquele homem, que eu nunca tinha visto, ia fazer de tudo comigo.
O Armando conversou com ele e em menos de cinco minutos o Simão me mandou entrar no quarto dele. Cientes do motivo do encontro, o Simão começou a tirar minha roupa e eu a dele. Quando abaixei o short dele, notei que não tava usando nada por baixo e aí vi o porquê da fama dessa raça. Tava mole e já era tão grande quanto o do meu namorado, virei pra olhar pro meu Armando e ele tava se masturbando sentado numa cadeira. Ele passou lubrificante no pau dele e me deu.
— Você tem um pau enorme — falei pro Simão.
— Era o que você esperava? — Simão. — É maior — eu disse — você tem que me lubrificar bem antes.
Ele me deitou na cama dele, era uma cama velha de madeira que rangia muito. Tirei a calcinha e abri minhas coxas enquanto o Simão se masturbava, ele parecia imponente. Era um cara de 1,80, largo e mole, com barriga e braços e pernas grossos. E do pau dele nem se fala, era igualmente gordo. O Simão se jogou e começou a me fazer sexo oral.
Virei pra ver meu namorado se masturbando numa cadeira.
— Tá gostando?
— Adoro, sua buceta tem um gostinho bom — respondeu o Simão.
— Então come com vontade — eu disse.
Via aquele homem de chocolate chupando minha xota. Me senti muito bem, acho que uma aventura de vez em quando não faz mal. Ficou assim uns 15 minutos, chupando e lambendo, usando os dedos pra tirar minhas secreções da minha buceta rosada.
— Ahhh! Já, se quiser com isso ahh! — falei pro Simão.
Ele se levantou e eu levei um susto ao ver que o pau dele já tava duro e escorrendo líquido pré-seminal. Com certeza aquele membro media uns 25 cm mais ou menos e de grossura era obeso, minha mão não fechava e parecia pequena, nunca tinha visto algo assim na minha frente. Chupei o que dava pra colocar na boca, tinha que provar uma parada daquela, brincava com as bolas dele que também eram enormes, os maiores ovos que já vi, e depois eu saberia que eram os mais cheios de porra que já peguei. Chupei ele por uns 5 minutos.
— Já coloca a camisinha — eu disse.
— Já quer que eu meta? — Simão.
Peguei a cabeça dele e abri com meus dedos o furinho da uretra, então enfiei com força minha língua naquele olhinho por alguns segundos.
— Cê não quer meter, não? — perguntei.
— Todas as da cidade são assim? — ele disse enquanto eu me deitava de barriga pra cima vendo aquele tronco de ébano pulsando.
Ele colocou a camisinha e quando se posicionou em cima de mim, passei lubrificante e masturbei ele pra encher bem. Então com a mão dele guiou até ter enfiado a cabeça, que era uma coisa que parecia um pãozinho. De boca aberta olhei pra ele e ele pra mim. Só fui sentindo devagar aquela enorme... O pau se alojava dentro de mim, esticando minhas paredes da buceta e exalando um calor intenso que, dos dois órgãos sexuais, nos fundia num só ser. A hombridade dele chegou até onde só o pauzão do meu namorado tinha conseguido, mas o Simão continuou avançando e eu não consegui segurar um gemido de susto com aquela inserção tão profunda no meu útero. Acho que sexo com caras desse calibre não é pra qualquer uma, era realmente grande e até desconfortável.
- Ai! Ai! Ai! - eu reclamava, só com as bolas daquele negão pra fora da minha buceta.
- Tá gostando? Já comeu tudo - disse o Simão, parado dentro e por cima de mim, enquanto nos olhávamos - Que bucetinha gostosa, ahh!
- Que grande! Me sinto muito aberta! Ai! Ah! - falei, puxando ele pela nuca pra nos beijarmos um pouco - Mexe devagar.
Começamos a nos beijar de língua enquanto ele se movia. Ele remexeu minhas entranhas com calma, o pau grosso dele fazia estragos como nem meu namorado nem o pai dele tinham conseguido. Por uns cinco minutos continuamos naquela trepada lenta, até que me senti mais acostumada. Olhando pro meu namorado, peguei o Simão pelo rabo e indiquei que ele entrasse mais forte. De uma pancada seca e forte, ele me fez sentir o poder do pau dele; gritei enquanto via meu namorado se masturbando, perdido no tesão de ver um negão comendo a mulher dele. Assim nos olhamos por um minuto talvez, enquanto o Simão me comia com força, gemendo de tesão por estar comendo a mulher de outro e ainda na frente dele - é algo que eleva o ego dos caras.
- Ahhh! Ahhh! Ahh! Continua! Ah! Assim! Assim! - eu gritava, sentindo ele me destruir por dentro.
- Ai, que gostosa, gostosa! Tá gostando do meu pauzão?
- Siiiim! Ahh! Ahh! Me dá! Não para! - gritei, sentindo que ia gozar.
- Isso, minha puta! Goza, termina gostoso - me incentivava o Simão.
- Ahhh! Que delíciaaa! - gritei, me contorcendo de prazer no meio de um orgasmo colossal.
O Simão ficou até o fundo enquanto mexia a cintura pra remexer minhas entranhas com a vara preta dura dele. Quando minhas Os gritos baixaram de volume, ele voltou com tudo, metendo com aquela pica obscena na minha buceta que estava escorrendo líquidos. Continuei sendo massacrada por aquele negão por 10 minutos, nos quais tive facilmente mais 3 orgasmos, esses orgasmos foram me esgotando cada vez mais, embora, ao mesmo tempo, o vício que aquela foda me deu me dava fôlego suficiente pra manter as pernas bem abertas.
– Fica de quatro – disse o Simão, tirando o pau da minha buceta.
Enquanto me posicionava igual uma puta, olhei pro meu namorado, tão forte que tinham me comido que eu tinha esquecido que ele tava ali.
– Nunca me deram uma comilança assim, meu amor – falei de quatro esperando a penetração – nem com teu pai eu gozei tanto.
– Comeu com teu pai?! – perguntou o Simão pro Armando, visivelmente surpreso.
– É uma puta depravada – respondeu meu namorado – arrebenta ela.
– Ufff! Que puta que ela é – disse enfiando sem piedade.
– Aiiii! Meu amor, tenho ele bem dentro… Sinto ele no meu útero – falei num gemido – que homem gostoso tu me arrumou.
Então meu negão pegou minha cintura e começou uma cópula brutal. As sensações são indescritíveis, só posso dizer que nos 5 minutos seguintes meu negão meteu com toda força e eu só gritei numa sequência de orgasmos brutais.
Meu namorado disse que eu gritava igual uma desesperada enquanto o Simão me empurrava com todo o peso dele de um jeito selvagem, enquanto nossos corpos nus brilhavam balançando e tremendo naquela cama. Esse ritmo extraordinário cobrou o preço do meu negão e ele gozou gritando igual um bicho enquanto minha anatomia jovem, mas experiente, aguentava as últimas estocadas daquele trintão de ébano.
Desabei no colchão ofegando pra recuperar a sanidade, embora a sessão tivesse sido intensa pra caralho, o Simão não tinha a resistência do meu namorado e do pai dele. De qualquer forma, depois de tanto tempo sem transar com outro, isso era outro nível. Passados alguns minutos, levantei e fui até meu namorado.
– Tá te Tá gostando disso?" — perguntei enquanto masturbava o pau dele — "Eu tô fascinada."
"Parecia muito tasty."
"Você não faz ideia do tasty que ele é" — respondi descendo pra fazer um boquete.
Chupei com força até ele gozar na minha boca. Engoli tudo, como a boa namorada que sou, kkk.
Aí o Simão se levantou de lado com o pau meio duro, acho que ele não transa tanto quanto um macho daquele tamanho precisa. Levantei e beijei ele, brincando com as bolas dele de leve, depois levei ele pra cama.
"Que tasty que seu garoto pulsa" — falei chupando a masculinidade dele.
"Você gosta de carne preta?" — ele perguntou.
"Não gosto, eu sou fascinada" — respondi passando a língua das bolas dele até a glande. O pau dele tava pegajoso com o gozo da gozada anterior.
"Então aproveita, sua puta."
"Se foder é tasty, com um preto é outro nível" — falei chupando o pau dele, cada vez mais duro e ereto.
Fiquei chupando ele por uns minutos depois que ele ficou bem duro. Era um prazer pra mim ter um pau daquela cor e daquelas dimensões, sem dar conta.
"Coloca a camisinha" — falei entregando pra ele — "quero sentir você de novo."
Via aquele homem enorme enfiando o garoto dele no látex. Com aquela emoção de saber que ele fazia aquilo pra não me engravidar enquanto a gente transava, mesmo a gente tendo acabado de se conhecer.
Subi e enfiei tudo, me movendo batendo nossos sexos numa dança de trepada que era acompanhada pelo coro de gemidos que saíam das nossas bocas. Montei naquele homem com uma entrega e uma paixão totalmente novas pra mim. Durante o tempo que cavalguei, tive um orgasmo atrás do outro até pedir pra ele me comer de quatro pra sentir a penetração bem fundo. Ele me partiu com fúria naquela cama, me destruiu até a garganta com tantos gritos desesperados que soltei durante a foda, que durou uns 15 minutos. Depois disso, fiz o possível pra me vestir, porque, embora tivesse passado o melhor momento de todos, era pau demais pra aguentar mais de três sentadas de uma vez, kkkk.
Não tem muito mais. o que dizer, foi só sexo duro e puro. A gente foi embora e por dois dias não quis transar com meu namorado por causa do estado que aquele pau preto me deixou. Sem dúvida é uma das melhores experiências que já tive e tudo graças ao meu namorado.
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