Suruba com meu namorado, o pai dele e minha amiga 6

Vi meu namorado, mas no fundo eu tava mais preocupada em mimar meu garanhão. Passei a mão devagar no corpo todo do meu sogrão pra começar a relaxar ele, ele merecia isso e mais por me ajudar a realizar meu desejo. Beijava ele com entrega, chupando a língua dele, até que ele se levantou e eu vi que o pau dele já tava meio duro, escorrendo porra. Fiquei de quatro e chupei tudo, enfiava até a base, lambia cada ovo e batia a língua naquela piroca grossa dele. Ficamos nessa até eu conseguir deixar ele duro de novo.
— Quero que você me faça sentir toda a sua carne — falei — cê gostou de me comer?
— Com o boquete que você fez, senti pra caralho
— Alguma vez imaginou que ia acabar me comendo? — perguntei
— Não, mas você é bem gostosa e uma puta na cama — Octavio
— Também vou ser a mãe do seu filho — falei — respeita
Isso excitou a gente e em menos de um minuto tava se beijando e batendo punheta um pro outro de joelhos na cama, enquanto meu namorado olhava com tesão, ele ia ter que ver o pai dele me encher de novo com a porra quente dele. Beijava o pescoço do meu sogrão enquanto batia uma com gosto no pau dele que já tava escorrendo, e eu e meu namorado nos olhávamos fixo. Era quente pra caralho
— Cê fica excitado? — perguntei olhando pro meu namorado, mas quem respondeu foi o pai dele
— Muito, já tava quinze dias sem comer a Fanny — disse meu sogrão
Naquela hora nosso segredo foi pro caralho, era óbvio que meu sogrão não tinha percebido que o filho dele tava atrás, e agora meu namorado sabia que o pai dele e eu transávamos, porque a última vez que a gente transou os três foi quase dois meses atrás, na minha cara vermelha deu pra ver uma preocupação até meu namorado me dar um sinal de aprovação, isso me acalmou um pouco mas resolvi fazer alguma coisa com o Octavio. Peguei uma roupa depressa e vendi os olhos dele como deu, tudo pra ganhar tempo e falar com o Armando. Chupei ele rápido e pedi pra não tirar a venda
Peguei meu namorado e saímos devagar pro outro quarto. Eu via ele calmo então me aproximei e comecei a masturbar o pau dele pra manter a cabeça quente e evitar problemas.
— Amor, me desculpa muito, mas transei com seu pai algumas vezes sozinha — falei com cinismo — o que a gente vai fazer?
— Quero ver vocês fodendo — Armando
— Amor, viemos pra nos divertir, acho que não foi legal você descobrir assim, e querer se ver depois de saber não é saudável —
— Não é saudável desde a primeira vez que te comemos, não vem com essa, quero ver outro te possuir, e se for entre nós melhor — Armando
— Vou te dar esse gosto, só me promete que depois você vai me dar uma sentada foda como só você sabe — falei sorrindo com malícia — quero sua vingança
Com essa jogada, eu esperava que não houvesse problema entre nós três e pudesse continuar fodendo com gosto.
Olhei pra ver se meu sogro estava vendado, mas não, ele tinha tirado a venda. Peguei uma peça minha e entrei pra vendar os olhos dele de novo.
— Não tira a venda, quero que você aproveite seu orgasmo ao máximo — falei chupando ele
— Que boquete gostoso! Não tem dúvida que a prática leva à perfeição — Octavio
— Quero que você me coma pensando em outra, eu sou só seu depósito, me arrebenta pensando em outra, sem problema — continuei chupando aquela carne deliciosa — come ela usando minha buceta pra se masturbar
— Posso falar o nome dela? — ele perguntou
— Claro, faz parte da fantasia — respondi — já tá bem dura, enfia, destrói ela!
Vendei os olhos dele e o deitei de costas pra porta. Não esperei mais, subi pra cravar aquela carne deliciosa, entrou fácil, tava lubrificada com meus sucos e o esperma dele.
— Que grossa! Ah! Me abre toda, sogrão!
Comecei a cavalgar o pau dele, nisso vejo meu namorado entrar e sentar na cadeira. Ser vista pelo meu namorado enquanto o pai dele me fodia me deixou muito excitada.
— Tá gostando?! — perguntei sorrindo fixamente pro Armando
— Sim! — gemeu Octavio — tá uma delícia!
— Vamos ver quanto leite você vai me dar dessa vez, se não fosse o DIU já tinha me engravidado há muito tempo! — falei mordendo meu lábio Ah! Que grande que você tem! Papai!

Senti como esses comentários deixaram Octavio ainda mais excitado, porque ele começou a apertar meu corpo com desespero, bunda e peito eram as favoritas dele.

Assim como eu estava, sentia o pau dele direto no meu colo do útero. De todos os homens com quem já transei, os melhores são Octavio e o filho dele, bem dotados, aguentam muito, depravados e bons de meter a rola. Eu cavalgando no meu sogro parecia uma amazona, com minhas mãos me apoiava nas coxas grossas dele, empurrando minha bacia com força pra me enterrar na rola grotesca do meu sogro, enquanto ele acariciava com luxúria todo o meu corpo. Especialmente meus peitos que estavam expostos pela posição, ele espremia como se fosse uma fruta e isso me deixava muito puta. Decidi fazer dessa noite algo mais intenso, tirei a roupa do rosto dele, me deitei sobre ele e coloquei meus peitos na boca dele. Enquanto ele chupava minhas tetas, eu lambia meus lábios olhando pro meu namorado, o corno do filho dele, enquanto era massacrada na frente dos olhos dele e pelo próprio pai.

- Octavio! Ah! Seu filho tá nos vendo! Aii!
- Ora, é seu namorado! Tem direito - ele ofegou - fala pra ele se juntar a gente.

Me inclinei e num sussurro falei pro meu sogro - acho que é hora da dupla penetração - enquanto empalada nele, acariciava a barriga dele e os peitos flácidos.

- Acha que aguenta a gente? É muita rola pra você sozinha - disse o sogro - diminuindo o ritmo da metida
- Só tem um jeito de saber - levantando o olhar, sorri pro meu namorado - amor, vai pegar o lubrificante

Então meu namorado saiu do quarto quase correndo e voltou num instante, eu continuava comendo com minha buceta o pau do pai dele, flanqueando o corpo meio flácido mas incansável de senhor em contraste com minhas coxas jovens e minha barriga lisa.

- Sobe aqui, meu rei! Sua puta vai preparar vocês pra curtirem esse a três - falei pro meu namorado

Lá embaixo o pai dele nos olhava excitado, acariciando meus peitos e fodendo devagar.

- Tão gostando?! Graças ao meu corpo e aos seus paus Paus grandes, somos uma família feliz — falei com o corpo ardendo e a cara vermelha.
—Muito concentrada, eu diria — disse meu sogro com a glande enfiada até meu útero.
—Ai, amor, seu pai e eu nos entendemos muito bem — falei pro meu namorado com a cara de puta que dá quando você tem dois homens da mesma linhagem te comendo até não poder mais.
—Sim, você caiu muito, muito bem, nora — Octavio disse enquanto pegava minhas nádegas e as batia.
—Ai, sogrão! Além de pica grossa, você é simpático! Que homens, meu Deus! — falei descendo minha língua até a dele pra trançá-las numa dança oral.
Meu corpo, igual ao do meu sogro, já tava brilhando de suor, mas não era pelo esforço físico, era pela pressão sexual de ter um trio da nora com pai e filho. A gente tava possuído pelo insano, pelo proibido… e ardendo, nos entregamos ao pecado.
Me levantei e comecei a chupar o pau do meu namorado.
—Quantas outras mulheres já te chuparam?! — me perguntei em voz alta — Quantas você já arrombou?!
—Não foram tantas — Armand
—Não se faz de bonzinho — falei mordendo o pau dele — quando você comeu eu e a Jessica, dava pra ver que já era bem experiente em trios
—Ai, amor, ainda tá nessa — disse meu namorado — ainda que deixei vocês bem comidas, você fica enchendo o saco
—Por isso, filho da puta! Não era a primeira vez que você tava comendo duas mulheres ao mesmo tempo — falei masturbando com luxúria o membro dele
—Nem vai ser a última vez — ele disse e eu olhei com incredulidade e uma certa raiva, além de estar vermelha de tesão porque meu sogro continuava se movendo suavemente dentro de mim
—E melhor continuar chupando porque daqui a pouco vou meter no seu cu pra você aprender a não encher o saco — ele disse se sentindo muito macho, o idiota
Decidida, comecei a encher o pau dele de lubrificante, até as bolas ficaram cheias de líquido caso ele quisesse meter elas também.
—Então faz, pra ver se é muito macho, meu amor! Meu cuck — falei debochando
Olhei pra baixo e me deitei em cima do pai dele. A gente começou a se beijar com paixão, nisso sinto meu namorado se acomodar atrás de mim, enfiando lubrificante no meu reto com os dedos sem pudor nenhum, ele descia e lambia meu cu inteiro enquanto a uns centímetros o pau do pai dele se movia devagar na minha buceta, estimulando nossos genitais e fazendo a gente gemer.
—Já tá pronta pra levar!— disse meu namorado encaixando o pauzão dele na entrada do meu cu.
Eu arqueei as costas pra dar melhor acesso, ele começou a encher meu reto de carne.
Eu abri a boca e os olhos encarando o pai dele, senti que não tinha ar naquele quarto e a sensação da minha pele queimando começou a foder minha mente. Procurei sem jeito e desesperada as mãos do Octavio, entrelaçando nossos dedos com força, precisava de apoio nesse momento tão pesado, onde a gente se conhece de verdade.
—Sou uma puta!— gritei preocupada com o que vinha
Meu namorado continuou empurrando contra minhas nádegas até o púbis raspado dele bater no meu quadril.
—Ai que gostosa Fanny! Tô sentindo muito quente!— disse Armand
—Já temos que dar o que ela quer, vamos arrebentar sua namorada— falou Octavio enquanto me olhava
Começamos a trabalhar na foda mais quente que a gente já tinha feito até aquele dia. Sentia desespero com os paus deles se mexendo dentro de mim. Eles gemiam enquanto eu gritava, tavam me fazendo em pedaços haha. A masculinidade deles mal separada por uma camada de pele, tinha certeza que sentiam os movimentos um do outro. São uns porcos por sentir prazer em roçar os membros enquanto me comem gostoso pra caralho. Minha pele se arrepiou, o prazer começou a se acumular na minha barriga causando calafrios no corpo todo, era demais pra mim.
—Vão me matar! Tão me destruindo!— gritei sem acreditar que uma mulher aguentava tanto prazer
—Cala a boca e goza, gata!— meu namorado falou me dando um tapa forte na bunda
—Queria pau?! Então aguenta agora, menina!— disse Octavio excitado
Me ver tão extasiada e vulnerável fez sair o mais selvagem desse macho alfa que eles têm dentro. —Sogro! Goza até o fundo! Quero que você me engravide! Vai logo! Goza dentro de mim! — demorei pra falar todas essas barbaridades, cada frase ou palavra era interrompida por um empurrão, grito ou gemido involuntário.
— Fanny! Você quer casar comigo?! — perguntou Otávio, que junto com o filho estava me dando a foda da minha vida.
— O quê?! — gritei diante de tal pergunta, enquanto minhas pernas começavam a tremer.
— Casa comigo! — gritou Otávio.
Soltei a mão de Otávio e girei meu braço para agarrar Armando pelo pescoço. Meu sogro aproveitou minha teta levantada e exposta para chupar meu mamilo inchado. Fiz um esforço pra manter a compostura.
— Love! Love! Você não quer casar comigo?! — perguntei, dando a ele o lugar de meu namorado, enquanto nossas línguas se enrolavam rápido.
— Também quero casar! Você vai ser nossa esposa! — gritou.
Já estávamos experimentando o orgasmo, mas a revelação que acabávamos de ter nos jogou direto no clímax. Arqueei as costas de forma obscena, a tensão sexual me obrigou a ficar assim enquanto era massacrada em velocidade desvairada.
— Ahhh! Sim, quero casar com você, Otávio! Serei sua esposa! Serei sua escrava! Ahhh! Amo como vocês me comem! Amo vocês!! Meu Deus! Amo vocês!! — gritei enquanto gozava, meu corpo banhado em suor tremia e meus olhos perdiam o foco.
Meus ouvidos eram estimulados pelos gritos de Otávio e Armando, e meus buracos se contraíam de prazer. Eles lutaram e morreram dentro de mim, senti meu namorado começar a encher meu cu de porra, era muita e chegava onde ninguém tinha chegado antes. Esses espasmos de gozo estimularam o pai dele, que me cravou até o útero e gozou direto nos meus ovários. Nós três gritávamos nosso orgasmo de forma brutal, eram gritos de agonia mas também de êxtase. Era o céu tocado com os dedos.
Nos deixamos cair, exaustos e com espasmos involuntários pelo que restava daquele terremoto devastador que nos sacudiu até a alma. Depois de alguns minutos, meu namorado tirou sua vara de Meu cu, escorrendo de porra, e ele deitou junto da gente. Levantei e tirei o pau do pai dele, quando saiu um jato dos nossos fluidos caiu no pinto dele e escorreu pros ovos.
Fiquei sentada nos calcanhares admirando esses dois gostosos. Comecei a fazer um rabo de cavalo pra prender meu cabelo.
— Relaxem, meus amores, vou limpar isso — falei, levando minha boca até o pau mole do meu namorado — meus gostosos, meus futuros maridos hehe
— Limpa bem, amor — disse Octavio
Deixei eles limpos, mas já tinham começado a endurecer. Só olhei e sorri.
Eram 5 da tarde de sábado. Continua.

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