Um dia depois de transar com o Octavio, tive a ideia de me trancar com meus dois homens e deixar eles fazerem de tudo comigo, sentir que eram cachorros loucos na hora de meter o pau no meu útero, boca ou cu e deixar eles gozarem quantas vezes fosse possível. Queria saber quanto eles aguentavam, estando tão tesudos, e se eu era mulher o suficiente pra isso.
— Sabe? Acabei de ter uma ideia — falei pro Octavio. — Me diz o que você acharia se eu propusesse a gente passar um fim de semana, eu, você e o Armando, mas fazer algo pra levar eles ao extremo e transar assim, eu deixaria eles fazerem de tudo comigo, seria o trato — falei — algo assim.
— Acho que entendi — ele disse, animado, hahaha — acho que seria bem gostoso, talvez a gente te coma dos dois lados ao mesmo tempo.
— Sim, sim, a ideia é essa, fazer essas coisas — falei — com vocês são os únicos com quem eu faria algo assim.
— Se você deixar a gente sem transar uma semana, te garanto que você vai voltar grávida — Octavio.
— Então que sejam 15, eu adoraria ter um bebê com você — falei, masturbando ele — que você goze uma, outra e outra vez, até ter me deixado grávida na frente do seu filho.
— Que tal a gente começar amanhã?! — ele disse, se colocando por cima de mim e apontando o pau pra minha buceta.
— Já enfia! Me faz sua! — falei, cheia de vontade.
Ele me comeu até encher minha boca de porra quente, e combinamos que a abstinência começaria quando eu avisasse. Eu também precisava chegar naquele fim de semana feita uma puta, necessitada de macho.
Com meu namorado, a gente conversou no dia seguinte e ele aceitou quase na hora ao ouvir que eu deixaria fazerem de tudo comigo. Alugaram uma casinha pra daqui a 15 dias e pedi que cada um levasse coisas que quisessem usar comigo ou neles. Fui numa sex shop e comprei um collant bem ousado, tipo renda, com um buraco na buceta pros homens meterem o pau, gel potenciador pro meu orgasmo, um plug anal com rabo de raposa, um vibrador de ponto G, uma mordaça, e comprei pros meus Garanhões, uns anéis vibradores que estimulam meu clitóris com uma bala vibratória e o escroto dele com outra, e um gel de frio e calor.
Chegamos em casa e comecei a dar uma olhada, era pequena mas tinha tudo que precisava. Tinha dois quartos, um deles com cama king size e o outro de casal. Entrei no que tinha a cama maior e fechei a porta. Em cima da penteadeira, organizei tudo que tinha comprado e depois tomei banho. Fiz uma limpeza anal caprichada, vesti o collant de renda que me dava um tesão danado, pensando que em algumas horas estaria cheio de fluidos. A última coisa foi me maquiar um pouco mais do que o normal.
Entrei no quarto com a cama king size e eles já estavam pelados vendo um filme pornô.
— Desliga isso, que eu tô aqui pra vocês me usarem — falei.
Então os dois se levantaram e me passaram uma almofada. Eu me ajoelhei e comecei a trabalhar naquelas duas ferramentas lindas e potentes.
— Certeza que não comeram outra mina? — perguntei — Lembra que parte do trato era me dar o leite acumulado de 15 dias.
— Não, tô vazando há uma semana — meu sogro.
— Eu ia pegar uma do trampo, mas me segurei. Fica pra quando voltar — o filho dele.
— Se for verdade o que tão me dizendo, um de vocês com certeza vai me engravidar. Então vão pensando se querem um irmão bonito ou se querem outro filho — falei, massageando de leve os membros calecidos deles, que já começavam a soltar bastante líquido — Preciso saber.
— Tá falando sério? — perguntou meu sogro.
— Sim, tenho vontade de ser mãe e não imagino isso se não for de vocês — falei — Quero muito um bebê de vocês.
Armand: eu sou novo pra ser pai, não sei.
— Eu quero te engravidar, sim — meu sogro.
— Esse fim de semana é pra gente se divertir, mas também queria aproveitar que são meus dias mais férteis. Vou pro outro quarto e, quando decidirem quem quer ser pai, vão lá — falei, me levantando e entrando no quarto da frente.
Quase dois minutos depois, meu sogro entrou e fechou a porta. porta
—Ai, Fanny, parece que depois de hoje vamos ter que casar — ele disse
Ele estava uma delícia, o corpo maduro e forte, o pau duro e grosso, os braços e as mãos grandes. Eu tinha tirado a sorte grande com meus dois amores
— Então me faz tua, me dá um filho do jeito que você sabe fazer — eu disse
Aí ele parou do lado da cama e eu comecei a chupar aquele membro lindo e viril dele. Ele me deu o anel vibratório pra eu colocar nele enquanto com os dedos passava gel estimulante na minha buceta que já tava molhada, pronta pra ser penetrada. Chupei mais um pouco e liguei o anel
— Já, faz! Me faz tua! Sou sua puta, agora me faz tua mulher — eu disse abrindo as pernas
— Calma — Octavio
Ele pegou o pau e enfiou em mim, nós dois gemendo de tesão, nem tava rolando movimento, era a luxúria de saber que era uma transa diferente de todas que a gente já tinha tido, dessa vez a gente queria engravidar, e ainda tinha as sensações do gel e do anel vibratório. A gente começou a se beijar, mas eram beijos doces, parecíamos um casal apaixonado, acariciando nossos corpos fundidos num só ser, até que peguei a cabeça dele com carinho e beijei a testa dele.
— Vou te amar pra sempre pelo que vamos fazer — eu disse — me come como nunca, não deixa eu esquecer a foda que me engravidou
— Hoje vou te dar o que você pede — ele disse, tirando quase tudo pra dar uma estocada com a bunda, senti pra caralho
— Que pau grande! — gritei
— Você gosta mais do que do do meu filho?! — ele perguntou, dando outra estocada
— Gosto muito mais do jeito que você me come! — eu falei cheia de safadeza, mesmo não sendo verdade, na cama eles eram diferentes
— Aí ele começou a meter seco e forte, senti ele me abrindo toda com a grossura, eu não parava de gemer e beijar ele
— Que gostoso que o anel tá fazendo! Ahh! — Octavio
— Eu sei! Aii! Vou gozar! Octavio, vou gozar! — gritei num tom de súplica
— Não para de me beijar, por favor não para — eu segurei o orgasmo
Aí a gente nos beijamos sem controle, nossas bocas eram um desastre, mas a gente se esforçava pra dar aquele beijo tão íntimo. Comecei a tremer e o orgasmo me devastou
- Ahhh! Ahhh! Ahhh! - eu gritava enquanto me sacudia igual uma puta, enquanto Octavio beijava meu pescoço
- Que gostoso você aperta, senti que ia gozar também - Octavio
- Só goza, acaba comigo, Octavio, não peço mais nada - falei toda ofegante
O que ele fez em seguida me deixou louca, ele começou a meter rápido e dando porradas muito fortes com o quadril. Eu comecei a gritar enquanto era massacrada por um pau daqueles.
*Armando*
Quando falei pro meu pai engravidar minha namorada, ele sem pensar duas vezes andou rápido e entrou no quarto onde ela esperava. Passaram alguns minutos quando ouvi o primeiro gemido dos dois. Era verdade que eu tinha decidido essa situação e que já tinha visto várias vezes como ela era fodida pelo meu pai enquanto gemia escandalosamente de prazer ao recebê-lo, mas dessa vez senti ciúmes, sempre que a gente fazia era entre os três, esse era o trato. Agora eu podia ouvir as respirações deles e as bolas do meu pai batendo na bunda dela, as expressões incompreensíveis dos dois. Era fácil lembrar como eles se reviravam toda vez que a gente fazia ménage, como ela geme e fecha os olhos enquanto meu pai enfiava o pau inteiro nela, mas agora estavam sozinhos, e isso me causava um tesão e um ciúme do caralho, queria ver e não queria, tava ficando louco ali sentado, ouvindo eles trepando enquanto eu me masturbava.
*Fanny*
- Que grosso! Ahh! Ah! Sinto que você me parte! Ahh!
- Você tem um pau enorme! - gritava desesperada
- Ai, que gostoso você aperta essa buceta! Ohh! Quer me fazer gozar rápido, amor! - Octavio
- Quero que você sinta ainda melhor! - beijei ele - você é meu homem! Goza! Ahhhh! Como você mete! Ah! Ah! Aii!
- Tô sentindo muito! Ahh! Esse anel é foda! Ohh!
- Termina! Ai! Ahhhh! Por favor, me engravida! Ahhh! Goza! Goza! Me dá tudo! Goza! - gritava olhando fixamente pra gente
Meu sogro continuava destruindo meu corpo inteiro com aquele pauzão, dava pra ouvir o som molhado, plaf! plaf! plaf! O pau dele inchou e eu soube que ia gozar. Ele era digno de ser pai do meu filho, tava se comportando como um campeão, eu via ele em cima de mim, suando igual quem corre uma maratona, gemendo enquanto lutava pra segurar os ovos, sentindo como ele me abria por completo, partida pela hombridade dele. A gente começou a ter o olhar desfocado, eu tenho muita dificuldade de ver só ele, minha cabeça e meus olhos lutam pra escapar daquela sessão tão devastadora de sexo, eu comecei a tremer e, fazendo um esforço, peguei o rosto dele com minhas mãos e mantive o olhar fixo nele, no meu inseminador.
— Já vou gozar! — Octavio
— Goza! Goza! Goza! Por favor! Tô no limite! Goza! — eu disse, gritando de prazer
— Ahhhh — ele gritou, começando a encher meu útero de esperma quente
Eu também comecei a gozar, tive o reflexo involuntário de me jogar pra trás pra tirar o pau dele, o orgasmo era forte demais, mas eu segurei ele pelas nádegas pra enfiar até onde fosse humanamente possível e deixar ele gozar dentro o esperma fértil dele. A gente gritava como se tivesse doendo, foi lindo se sentir assim, agonizantes. A gente ficou fundido num abraço, banhado em suor e gemendo com dificuldade por falta de ar. Aí eu virei pra entrada e numa cadeira tava sentado o Armando com o pau e a mão banhados de esperma, ele tinha se masturbado vendo o pai dele comer a namorada dele, enquanto ela, ou seja eu, ainda sentia o membro do pai dele pulsando nas minhas entranhas…
— Sabe? Acabei de ter uma ideia — falei pro Octavio. — Me diz o que você acharia se eu propusesse a gente passar um fim de semana, eu, você e o Armando, mas fazer algo pra levar eles ao extremo e transar assim, eu deixaria eles fazerem de tudo comigo, seria o trato — falei — algo assim.
— Acho que entendi — ele disse, animado, hahaha — acho que seria bem gostoso, talvez a gente te coma dos dois lados ao mesmo tempo.
— Sim, sim, a ideia é essa, fazer essas coisas — falei — com vocês são os únicos com quem eu faria algo assim.
— Se você deixar a gente sem transar uma semana, te garanto que você vai voltar grávida — Octavio.
— Então que sejam 15, eu adoraria ter um bebê com você — falei, masturbando ele — que você goze uma, outra e outra vez, até ter me deixado grávida na frente do seu filho.
— Que tal a gente começar amanhã?! — ele disse, se colocando por cima de mim e apontando o pau pra minha buceta.
— Já enfia! Me faz sua! — falei, cheia de vontade.
Ele me comeu até encher minha boca de porra quente, e combinamos que a abstinência começaria quando eu avisasse. Eu também precisava chegar naquele fim de semana feita uma puta, necessitada de macho.
Com meu namorado, a gente conversou no dia seguinte e ele aceitou quase na hora ao ouvir que eu deixaria fazerem de tudo comigo. Alugaram uma casinha pra daqui a 15 dias e pedi que cada um levasse coisas que quisessem usar comigo ou neles. Fui numa sex shop e comprei um collant bem ousado, tipo renda, com um buraco na buceta pros homens meterem o pau, gel potenciador pro meu orgasmo, um plug anal com rabo de raposa, um vibrador de ponto G, uma mordaça, e comprei pros meus Garanhões, uns anéis vibradores que estimulam meu clitóris com uma bala vibratória e o escroto dele com outra, e um gel de frio e calor.
Chegamos em casa e comecei a dar uma olhada, era pequena mas tinha tudo que precisava. Tinha dois quartos, um deles com cama king size e o outro de casal. Entrei no que tinha a cama maior e fechei a porta. Em cima da penteadeira, organizei tudo que tinha comprado e depois tomei banho. Fiz uma limpeza anal caprichada, vesti o collant de renda que me dava um tesão danado, pensando que em algumas horas estaria cheio de fluidos. A última coisa foi me maquiar um pouco mais do que o normal.
Entrei no quarto com a cama king size e eles já estavam pelados vendo um filme pornô.
— Desliga isso, que eu tô aqui pra vocês me usarem — falei.
Então os dois se levantaram e me passaram uma almofada. Eu me ajoelhei e comecei a trabalhar naquelas duas ferramentas lindas e potentes.
— Certeza que não comeram outra mina? — perguntei — Lembra que parte do trato era me dar o leite acumulado de 15 dias.
— Não, tô vazando há uma semana — meu sogro.
— Eu ia pegar uma do trampo, mas me segurei. Fica pra quando voltar — o filho dele.
— Se for verdade o que tão me dizendo, um de vocês com certeza vai me engravidar. Então vão pensando se querem um irmão bonito ou se querem outro filho — falei, massageando de leve os membros calecidos deles, que já começavam a soltar bastante líquido — Preciso saber.
— Tá falando sério? — perguntou meu sogro.
— Sim, tenho vontade de ser mãe e não imagino isso se não for de vocês — falei — Quero muito um bebê de vocês.
Armand: eu sou novo pra ser pai, não sei.
— Eu quero te engravidar, sim — meu sogro.
— Esse fim de semana é pra gente se divertir, mas também queria aproveitar que são meus dias mais férteis. Vou pro outro quarto e, quando decidirem quem quer ser pai, vão lá — falei, me levantando e entrando no quarto da frente.
Quase dois minutos depois, meu sogro entrou e fechou a porta. porta
—Ai, Fanny, parece que depois de hoje vamos ter que casar — ele disse
Ele estava uma delícia, o corpo maduro e forte, o pau duro e grosso, os braços e as mãos grandes. Eu tinha tirado a sorte grande com meus dois amores
— Então me faz tua, me dá um filho do jeito que você sabe fazer — eu disse
Aí ele parou do lado da cama e eu comecei a chupar aquele membro lindo e viril dele. Ele me deu o anel vibratório pra eu colocar nele enquanto com os dedos passava gel estimulante na minha buceta que já tava molhada, pronta pra ser penetrada. Chupei mais um pouco e liguei o anel
— Já, faz! Me faz tua! Sou sua puta, agora me faz tua mulher — eu disse abrindo as pernas
— Calma — Octavio
Ele pegou o pau e enfiou em mim, nós dois gemendo de tesão, nem tava rolando movimento, era a luxúria de saber que era uma transa diferente de todas que a gente já tinha tido, dessa vez a gente queria engravidar, e ainda tinha as sensações do gel e do anel vibratório. A gente começou a se beijar, mas eram beijos doces, parecíamos um casal apaixonado, acariciando nossos corpos fundidos num só ser, até que peguei a cabeça dele com carinho e beijei a testa dele.
— Vou te amar pra sempre pelo que vamos fazer — eu disse — me come como nunca, não deixa eu esquecer a foda que me engravidou
— Hoje vou te dar o que você pede — ele disse, tirando quase tudo pra dar uma estocada com a bunda, senti pra caralho
— Que pau grande! — gritei
— Você gosta mais do que do do meu filho?! — ele perguntou, dando outra estocada
— Gosto muito mais do jeito que você me come! — eu falei cheia de safadeza, mesmo não sendo verdade, na cama eles eram diferentes
— Aí ele começou a meter seco e forte, senti ele me abrindo toda com a grossura, eu não parava de gemer e beijar ele
— Que gostoso que o anel tá fazendo! Ahh! — Octavio
— Eu sei! Aii! Vou gozar! Octavio, vou gozar! — gritei num tom de súplica
— Não para de me beijar, por favor não para — eu segurei o orgasmo
Aí a gente nos beijamos sem controle, nossas bocas eram um desastre, mas a gente se esforçava pra dar aquele beijo tão íntimo. Comecei a tremer e o orgasmo me devastou
- Ahhh! Ahhh! Ahhh! - eu gritava enquanto me sacudia igual uma puta, enquanto Octavio beijava meu pescoço
- Que gostoso você aperta, senti que ia gozar também - Octavio
- Só goza, acaba comigo, Octavio, não peço mais nada - falei toda ofegante
O que ele fez em seguida me deixou louca, ele começou a meter rápido e dando porradas muito fortes com o quadril. Eu comecei a gritar enquanto era massacrada por um pau daqueles.
*Armando*
Quando falei pro meu pai engravidar minha namorada, ele sem pensar duas vezes andou rápido e entrou no quarto onde ela esperava. Passaram alguns minutos quando ouvi o primeiro gemido dos dois. Era verdade que eu tinha decidido essa situação e que já tinha visto várias vezes como ela era fodida pelo meu pai enquanto gemia escandalosamente de prazer ao recebê-lo, mas dessa vez senti ciúmes, sempre que a gente fazia era entre os três, esse era o trato. Agora eu podia ouvir as respirações deles e as bolas do meu pai batendo na bunda dela, as expressões incompreensíveis dos dois. Era fácil lembrar como eles se reviravam toda vez que a gente fazia ménage, como ela geme e fecha os olhos enquanto meu pai enfiava o pau inteiro nela, mas agora estavam sozinhos, e isso me causava um tesão e um ciúme do caralho, queria ver e não queria, tava ficando louco ali sentado, ouvindo eles trepando enquanto eu me masturbava.
*Fanny*
- Que grosso! Ahh! Ah! Sinto que você me parte! Ahh!
- Você tem um pau enorme! - gritava desesperada
- Ai, que gostoso você aperta essa buceta! Ohh! Quer me fazer gozar rápido, amor! - Octavio
- Quero que você sinta ainda melhor! - beijei ele - você é meu homem! Goza! Ahhhh! Como você mete! Ah! Ah! Aii!
- Tô sentindo muito! Ahh! Esse anel é foda! Ohh!
- Termina! Ai! Ahhhh! Por favor, me engravida! Ahhh! Goza! Goza! Me dá tudo! Goza! - gritava olhando fixamente pra gente
Meu sogro continuava destruindo meu corpo inteiro com aquele pauzão, dava pra ouvir o som molhado, plaf! plaf! plaf! O pau dele inchou e eu soube que ia gozar. Ele era digno de ser pai do meu filho, tava se comportando como um campeão, eu via ele em cima de mim, suando igual quem corre uma maratona, gemendo enquanto lutava pra segurar os ovos, sentindo como ele me abria por completo, partida pela hombridade dele. A gente começou a ter o olhar desfocado, eu tenho muita dificuldade de ver só ele, minha cabeça e meus olhos lutam pra escapar daquela sessão tão devastadora de sexo, eu comecei a tremer e, fazendo um esforço, peguei o rosto dele com minhas mãos e mantive o olhar fixo nele, no meu inseminador.
— Já vou gozar! — Octavio
— Goza! Goza! Goza! Por favor! Tô no limite! Goza! — eu disse, gritando de prazer
— Ahhhh — ele gritou, começando a encher meu útero de esperma quente
Eu também comecei a gozar, tive o reflexo involuntário de me jogar pra trás pra tirar o pau dele, o orgasmo era forte demais, mas eu segurei ele pelas nádegas pra enfiar até onde fosse humanamente possível e deixar ele gozar dentro o esperma fértil dele. A gente gritava como se tivesse doendo, foi lindo se sentir assim, agonizantes. A gente ficou fundido num abraço, banhado em suor e gemendo com dificuldade por falta de ar. Aí eu virei pra entrada e numa cadeira tava sentado o Armando com o pau e a mão banhados de esperma, ele tinha se masturbado vendo o pai dele comer a namorada dele, enquanto ela, ou seja eu, ainda sentia o membro do pai dele pulsando nas minhas entranhas…
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