Saí do quarto e fui pra praia curtir a cerveja que tava tomando e tentar entender o que tinha rolado no dia anterior. Nunca pensei que ia ver minha mãe numa situação daquelas, ainda mais com gente que conheço da minha idade.
Terminei a cerveja e fiquei matutando na praia por uns minutos, o céu tava ensolarado e ventava pra caralho. Voltei pra casa e o Mario, a Iveth e o Dani estavam na cozinha. A Iveth tava vestindo a camisola do Mario, como prova do que tinha rolado na noite passada. Dava pra ver que não tava usando nada por baixo porque os bicos dos peitos marcavam, e provavelmente nem calcinha ela tava vestindo, a putinha.
A gente conversou sobre o que tinha rolado na noite anterior e como todo mundo tava com uma puta ressaca, provavelmente por causa da mistura de bebidas. O Dani e eu fomos no supermercado comprar comida pra fazer café da manhã pra todo mundo, e quando voltamos, o Luis e o Gael já tinham acordado. O Gael não tava me olhando nos olhos.
Entrei no quarto onde minha mãe tava pra encontrá-la ainda na mesma posição que deixei. Ela tava linda, parecia um anjo indefeso. Pensei em acordá-la, mas resolvi deixar ela descansar mais um pouco, porque eu também queria ter descansado mais.
A gente ficou na cozinha conversando um tempão e depois se revezou pra tomar banho, porque o condomínio só tinha um banheiro, que ficava no quarto onde o Mario e a Iveth dormiram. Era um chuveiro na frente da cama com vidro transparente, mas mesmo dentro do vidro a visão ficava meio embaçada, dava pra ver claramente as silhuetas de quem tava lá dentro e os detalhes. Parecia que tavam censurando um vídeo.
Primeiro o Luis tomou banho, depois o Dani, o Gael e por último eu. O Mario e a Iveth já tinham tomado banho mais cedo. Quando saí do chuveiro, voltei pro quarto onde minha mãe já tava em outra posição. Ela tava mexendo no celular, deitada.
H - Bom dia - falei num tom puto.
S - Bom dia, o que foi?
H - Ora, você me diz o que foi. disse de novo em tom agressivo
S- Tô me sentindo horrível, e tonta, nunca tive uma dor de cabeça tão forte.
H- Pois é, se você ficou super bêbada ontem - repreendi ela - tava fazendo papel de ridícula na frente de todo mundo.
Nisso entra Iveth com um copo de cerveja preparado como michelada.
I- Toma isso, linda, vai te ajudar com essa dor de cabeça horrível que todo mundo amanheceu com ela, você também pega um Huguinho. - ela disse, apontando pra cozinha onde tinha outro copo do mesmo tipo preparado.
Fui pegar, mesmo ainda puto com a Iveth também, deixei minha dignidade de lado por aquele copo que ia me ajudar com o mal-estar terrível que eu tava sentindo. Voltei pro quarto e minha mãe tava sentada na cama, tomando o gole e conversando com a Iveth. Gael e Mario entraram também no quarto naquele momento e sentaram no sofá onde a Dani dormiu, cada um com seus respectivos copos na mão.
S- Que horas a gente foi dormir? - perguntou minha mãe
I- Nem ideia - respondeu Iveth - Eu fui dormir um pouco mais cedo que vocês, mas nunca reparei na hora.
S- Quem trocou minha roupa? - perguntou minha mãe.
A putinha nem lembrava que ela mesma tinha se despido no escuro na frente de todo mundo na noite anterior.
H- Viu, nem lembra do que aconteceu - falei, repreendendo ela
S- A última coisa que lembro é que a gente tava vindo pra cá e que entramos na piscina por um tempo, depois disso tudo é muito confuso.
I- Pois é, eu também, lembro de tudo como se fossem cenas hahahaha, ontem foi divertido.
Notei que o Gael tava prestando muita atenção nas palavras que minha mãe dizia e lembrei dos sons que eu tava ouvindo ontem. Com certeza foi ele quem tentou fazer alguma coisa com minha mãe, já que o Luis queria acreditar que ele respeitaria mais nossa amizade. Filho da puta, pensei.
I- Bom, então termina logo esse gole pra te servir outro e você tomar café da manhã, temos que aproveitar que ainda tem sol, já que parece que mais tarde vai ficar nublado e não vamos conseguir pegar um bronze. E olha que você precisa muito pegar uma cor.
Minha mãe tirou o lençol e Sair da cama e a primeira coisa que vejo é que os mamilos dela estão marcados pelo tecido fino da camisola que ela estava usando, além do decote que já mostrava tudo. Não satisfeita com isso, ao sair da cama ela puxou a camisola para cima das pernas, deixando ver um pouco da lateral da calcinha que ela usava por baixo. Fiquei cheio de raiva e virei para olhar Gael e Mario, que estavam curtindo o espetáculo. Mas porra, não podia culpá-los por nada, minha mãe até acordando era linda pra caralho e, obviamente, se isso estivesse acontecendo na minha frente, eu também ia curtir.
Fui pegar outra bebida na cozinha, onde Luis e Daniel também puderam se deliciar com a mulher que passava na frente deles numa roupa quase transparente. Se minha mãe tivesse os mamilos mais escuros, tenho certeza que dava pra ver claramente através do tecido daquela camisola, mas a pele branca dela e os mamilos rosados não deixavam ver tantos detalhes com clareza.
S — Ei, Hugo, o que aconteceu com meu biquíni?
H — Sei lá, vi que você guardou e colocou na mala, falei.
S — NÃO PODE SER — ela disse — O que tem? — perguntei.
S — O biquíni estava molhado e com certeza deve ter ficado fedido por causa da umidade, além do resto da minha roupa limpa também.
H — Dei uma olhada nas coisas dela e, de fato, tudo estava molhado e saiu um cheiro de mofo da mala.
M — Você vai ter que ficar vestida assim pelo resto das férias, hahahaha — disse Mario — e Iveth também riu.
S — Droga, vou ver o que faço mais tarde, agora não consigo pensar, ainda tô bêbada.
I — Então agora aguenta, viemos curtir essas férias e quero estar pegando bronzeado no máximo em uma hora, vou vestir meu biquíni e você (disse apontando para Mario com o olhar) vai passar o protetor em mim. Então toma banho ou café da manhã, ou faz o que tiver que fazer, mas quero você pronto em 30 minutos.
Minha mãe fez uma cara de reprovação e se deitou de novo na cama. Aí Iveth saiu do quarto e voltou com a garrafa de Vodka que compramos ontem à noite, ela deu um shot de três segundos e falou pra minha mãe:
I- Toma, pra você pegar energia
S- Tá maluca, nem tomei café ainda
I- Eu já tomei e todo mundo vai tomar também - disse enquanto colocava a garrafa na boca do Mario pra ele dar um shot, que ele aguentou por três segundos também. Depois foi a vez do Gael, e ela gritou pro Luis e pra Dani virem fazer o mesmo. Chegou em mim, eu aceitei, mas só aguentei dois segundos debaixo do jorro de vodka. Foi como um soco no queixo por causa do gosto forte.
I- Todo mundo já fez, agora é você.
Minha mãe fez cara de nojo e aceitou. A Iveth colocou a garrafa na cara dela e disse pra não tirar, que ela mesma ia tirar a garrafa. Deixou por cinco segundos com o jorro caindo na boca da minha mãe, que engoliu a vodka e fez uma cara de quem ia vomitar.
HAHAHAHA - todo mundo caiu na risada com a cara da minha mãe.
Minha mãe levantou de repente da cama, foi no armário pegar uma toalha e foi pro quarto ao lado pra entrar no chuveiro.
S- Ninguém entra, vou tomar um banho rápido - disse minha mãe.
Enquanto isso, a Dani ligou a caixinha de som e colocou música, a Iveth se deitou na cama e deu o protetor solar pro Mario passar nela. O resto da gente só ficou vendo o show do Mario apalpando aquela gostosa enquanto ela ficava imóvel. Abrimos mais cervejas e continuamos conversando até minha mãe sair do quarto que tem o banheiro.
Ela tava com o mesmo roupão de quando entrou, com cara de cansada e bêbada de novo, mas com o cabelo molhado. Os bicos dos peitos pareciam mais marcados agora que tinha tomado banho, por causa da umidade, parecia quase uma camiseta molhada. O Gael não perdeu tempo e abriu uma cerveja pra ela, minha mãe agradeceu e sorriu. Sem perceber, já estávamos bêbados de novo. Nem tinha deixado o efeito da noite anterior passar direito e já tava me sentindo alcoolizado de novo.
I- O que você acha? Bronzear com essa roupa? Coloca o biquíni, mulher."
S- "Nem louca, esse biquíni já tá sujo e fedorento, acabei de tomar banho, não vou vestir isso." — disse minha mãe, que estava usando as únicas peças teoricamente limpas que tinha.
M- "Não se preocupa com isso, Sandra, eu trouxe um biquíni aqui que era presente pra Lúcia, mas pode ficar com ele, não me importo."
S- "Sério? Nossa, que coincidência." — disse minha mãe.
I- "Pode ficar à vontade pra achar, que eu tô super de boa aproveitando a massagem que esse menino tá me dando."
S- "Hahaha, fica tranquila, quando terminar sua massagem você me entrega. Enquanto isso, Hugo, que tal você me dar uma massagem e passar o protetor solar? Depois eu coloco o biquíni."
Meus amigos viraram pra mim como se pensassem que sortudo eu era por ter a chance de passar as mãos no corpo dela. Eu continuava puto com minha mãe, pelas atitudes dela, e ver que ela já tava bebada de novo me deu uma tristeza, como se a história de ontem fosse se repetir.
H- "Tá maluca? Passa você, que também tem mãos, quero ir pra praia um pouco." — respondi.
Minha mãe fez uma cara de tristeza ou vergonha, sabia que eu tava bravo com as atitudes dela. Sentou na cama e começou a passar o protetor sozinha.
G- "Se quiser, posso passar o protetor em você, Sandra."
Virei pra olhar pro Gael com cara de ódio e decepção, e minha mãe respondeu:
S- "Não, Gael, imagina, não seria certo fazer isso."
G- "Fica tranquila" — disse Gael enquanto dava um gole na cerveja — "Tem confiança, e vai ser só nas costas e nas pernas, se não se importar."
Minha mãe ficou em silêncio por uns segundos e respondeu: "Ok, tá certo. Mas nada de passar do limite." — falou com a voz já de bêbada.
G- "Claro, pode ficar tranquila."
Eu não acreditava no que acabava de ouvir, enquanto via minha mãe se deitar na cama e deixar a bunda linda pra cima.
G- "Não vai colocar o biquíni primeiro?"
S- "Não sei onde tá, vou esperar o Mario me entregar quando terminar com a Isadora. Iveth.
G- Mas assim não vou conseguir passar o protetor nas suas costas com essa camisola.
S- Ok, primeiro passa nas minhas pernas e depois a gente se vira com a camisola.
Gael passou o protetor nas mãos e todos os meus amigos agora estavam concentrados em ver ele espalhar o bloqueador nas pernas da minha mãe em forma de massagem, começando pelas panturrilhas.
S- Que gostoso que é - disse minha mãe - Se quiser, já que estamos aqui, pode fazer com mais força, tipo massagem.
G- Claro que sim, Sandra, seus desejos são ordens.
Aos poucos, o filho da puta ia subindo as mãos e depois descia até os pés dela, depois subia de novo chegando quase na camisola, que batia na metade da coxa da minha mãe. Bem ali ele parava.
S- Faz um pouco mais pra cima, só toma cuidado e não vai encostar na minha bunda - disse minha mãe.
G- Claro, pode ficar tranquila - repetia o filho da puta.
Eu, ouvindo isso, quis sair do quarto e fui lá fora fumar um cigarro e pensar no que estava rolando e como parar aquilo. Terminei o cigarro e acendi outro, não queria entrar e ver o que estava acontecendo. Me senti pior ao perceber que tava com uma ereção do caralho só de pensar nisso.
Quando entrei de novo, fiquei paralisado com o que vi. O roupão da minha mãe estava na metade da bunda dela e as pernas um pouco abertas enquanto o filho da puta do Gael massageava a parte interna das coxas dela, quase chegando na buceta. DAVA PRA VER A PARTE DA VAGINA DA MINHA MÃE e pra piorar, a calcinha fio dental rosa que ela tava usando era fina demais.
Sentei de novo pra ver o que todo mundo tava vendo e notei que Gael tá com uma ereção. Óbvio que não culpava ele, ele tava vendo tudo de perto. Quando ele tentou subir um pouco pra tocar na bunda dela, minha mãe parou ele.
S- Ei, eu falei que a bunda não.
G- É, desculpa, passei da mão, mas é que já passei em todas as pernas, falta a parte de cima.
Minha mãe ficou quieta e disse:
S- Espera - ela se ajoelhou com Gael do lado dela, também de joelhos. cama e pego a camisola pela parte de baixo e, cuidadosamente, tirei sem deixar que os peitos dela aparecessem. Ela deu um gole grande na cerveja e se deitou de novo.
Todos nós ficamos chocados ao ver uma ação de puta inocente daquelas. Gael continuou massageando as costas dela, e a gente seguia bebendo e conversando como se nada estivesse rolando. Os peitos dela apareciam pelos lados, como se quisessem respirar.
G— Quer que eu massageie a frente também?
Minha mãe não disse nada, pegou cuidadosamente a camisola que estava debaixo dos peitos dela e se virou, deixando a camisola pra cima pra cobrir as tetas dela. Mas pra mim, tudo piorou: minha mãe estava só de tanguinha, com meu amigo massageando as pernas dela de novo, e o pior é que, nessa posição de barriga pra cima, dava pra ver a pouca pelagem pubiana que ela tinha através da calcinha — praticamente não cobria nada. Vi os olhos do Gael arregalarem quando ele viu aquele pedaço de pano cobrindo a buceta da minha mãe. Eu só estava calado e sério, enquanto todo mundo continuava conversando como se o que estavam vendo fosse coisa de todo dia. Até o Gael puxava papo com minha mãe como se estivessem em qualquer outra situação.
A bebedeira estava me pegando forte de novo, e eu via o Gael pegar uma das pernas da minha mãe — já não era mais massagem, o que eu via era um apalpamento. Gael olhou pro Dani e pro Luis, como quem diz: "Vocês acreditam nisso?" e abriu as pernas da minha mãe, deixando a buceta dela quase exposta, se não fosse pela calcinha que mal cobria. Ele levantou uma das pernas dela e começou a massagear a parte de trás da coxa, descendo disfarçadamente cada vez mais em direção à bunda dela. Era óbvio que já estava tocando o rabo da minha mãe, mas dessa vez ela ficou calada e não disse nada. Gael estava testando os limites, o filho da puta, e enquanto massageava a nádega direita da minha mãe, eu via o desgraçado passar o polegar cada vez mais perto da buceta dela. Gael estava na lateral. da cintura da minha mãe, ele tinha o pé direito dela no ombro esquerdo e com a mão direita estava amassando a bunda direita dela, mexendo e abrindo como se quisesse ver a buceta sem precisar tirar a calcinha. Percebi que minha mãe ficava olhando pro Gael, observando os movimentos e as caras dele, mas depois me toquei.
Senti um choque elétrico quando percebi que a calcinha da minha mãe TAVA FICANDO MOLHADA!! A putinha tava excitada por um cara de 20 anos, quase da idade do filho dela, e tava se deixando apalpar a raba. A calcinha foi ficando cada vez mais molhada, até que era quase vergonhoso ver como tava toda encharcada na parte da vulva. O Gael olhava pra cara da minha mãe e depois pra calcinha dela, minha mãe já tava de olhos fechados.
G — Agora a outra perna — disse o Gael
Ele trocou de lado e dava pra ver claramente que ele tava de pau duro, que quando levantou a perna esquerda da minha mãe no ombro direito dele, começou a esfregar na perna dela. Minha mãe meio que reagiu ao sentir o pau do meu amigo contra a perna dela, mas não quis fazer escândalo, até que o Gael, massageando a bunda esquerda da minha mãe, passou os dedos de leve pela virilha dela, tocando uma das bordas da calcinha molhada.
EI! — Gritamos eu e minha mãe ao mesmo tempo.
G — Desculpa, Sandra! Foi sem querer, a mão escapou — disse o Gael nervoso.
S — Acho que já deu pra hoje — disse minha mãe meio irritada, como se tivesse voltado ao normal, e se levantou com cuidado sem deixar cair a peça que cobria os peitos e que segurava com as mãos. — Pode me dar o biquíni, por favor, Mário?
M — Claro, Sandra — disse o Mário.
S — Acho que já chega de massagem, amiga? — minha mãe falou pra Iveth.
I — Claro, Sandra, do jeito que você quiser — disse a Iveth, acompanhando minha mãe ao ver que ela tava meio puta e envergonhada.
O Mário voltou com o biquíni e minha mãe entrou no outro quarto pra trocar de roupa. Eu fui atrás dela e dei uma olhada. Olhei pro Gael no caminho. Entrei no quarto bruscamente sem bater na porta e minha mãe gritou:
— OCUPADO! — Ah, é você, ela disse.
— Sim, sou eu.
— Me desculpa, Hugo, por favor, eu sei que foi errado o que acabou de acontecer, não pensei na hora que fosse tão sério, juro que achei que tava tudo sob controle — e cobriu o rosto.
— Pois é, viu que não é assim, e pra que você tá vestida desse jeito também? Parece que quer provocar meus amigos de propósito.
— Não joga a culpa em mim também disso, eu nem tinha planejado que eles fossem ficar aqui pra dormir, eu trouxe minha roupa pra passar minhas férias de boa com minha amiga e me vestir sem ter que me preocupar com uns bêbados tarados me olhando.
Me senti um idiota e culpado por ter provocado aquela situação e eu ser o causador de tudo que tinha acontecido.
— Vou com a Iveth tomar uns drinks e pegar um bronze — ela me dizia isso enquanto segurava com uma mão a camisola que cobria os peitos dela — Enquanto isso, quero que vocês vejam onde seus amigos vão dormir hoje à noite, ou vão ficar aqui de novo?
— Não sei, vou falar com eles, enquanto isso, veste alguma coisa, me sinto humilhado de você andar de calcinha e sem nada em cima na frente dos meus amigos.
— Vou vestir o biquíni que o Mário me deu. Mas pelo que vejo, parece muito pequeno.
— Não importa, veste ele, é melhor do que você andar de calcinha se exibindo na frente deles.
Minha mãe jogou a camisola na cama, deixando ver de novo os peitos lindos e brancos dela em todo o esplendor, mamilos rosados e pequenos, pontudos, que você não encontra em qualquer mulher, peitos redondos e firmes como os de uma adolescente, e a cara de anjo que fazia você pensar que ela era inalcançável. Eu fiquei calado só observando ela vestir a parte de cima do biquíni, a parte de baixo já tava vestida antes de eu entrar.
Não sabia o que pensar, o biquíni era pequeno demais, porra, e eu também paguei por ele, agora minha mãe tava usando ele no lugar da namorada do Mário. A parte O de baixo era ainda menor que a calcinha que ela estava usando antes. Na parte de trás, era só um triângulo pequeno que não cobria nada da linha entre as nádegas, seguido por um fio, e na frente a mesma coisa: um triângulo minúsculo que mal cobria a parte de cima de onde eu presumo que começava o clitóris dela. Se ela se mexesse um pouquinho, já dava pra ver um pouco dos pelos pubianos que ela tinha. O top tinha triângulos um pouco maiores que os de baixo, mas o problema é que o fio do meio que ligava os triângulos estava muito separado, então quase deixava os mamilos dela à mostra. As aréolas apareciam nos dois peitos, e ela tinha que se ajeitar e cuidar cada movimento pra evitar que isso acontecesse. Eu não sabia se aquilo era melhor, pior ou igual à humilhação que eu sentia com o que ela tinha vestido antes.
Uma corrente de excitação me percorreu.
S — O que você acha? — ela perguntou.
H — Bom, não importa o que eu acho. Você já vestiu isso e, além do mais, meus amigos praticamente já te viram de fio dental. É quase a mesma coisa. Faz o que quiser, já tô pouco me lixando — e saí do meu quarto com raiva, mas excitado por ter visto os peitos da minha mãe e esperando o que meus amigos iam dizer quando a vissem sair coberta com tão pouca roupa.
Minha mãe saiu, e todos, obviamente, viraram pra olhar ela. Os peitos dela balançavam a cada passo que ela dava, e as aréolas apareciam, querendo deixar os mamilos escaparem pro ar. Com a luz, dava pra ver que era um putibiquíni. Droga, Mario, pensei. O material do biquíni era finíssimo. Mesmo assim, era um deleite poder ter uma mulher assim tão perto, mesmo que fosse minha mãe.
S — Pronta? — minha mãe disse pra Iveth.
I — Já, vamos.
E as duas saíram rumo à beira da praia pra se bronzear. Enquanto isso, meus amigos viam duas mulheres que só se vê na internet se afastando da gente. E minha mãe exibindo a bunda toda com aquele biquíni que mal cobria nada.
M — O que a gente vai fazer?
L — Vamos pra um bar, ver no que dá. Matar tempo e encher a cara pra pensar mais claro.
A gente ficou lá até umas... Combinamos todos e fomos no carro da minha mãe pra um bar perto. Sentamos no balcão e ficamos ouvindo o Mario contar o que tinha rolado ontem à noite com a Iveth, o filho da puta tinha transado por mais de 2 horas com aquela puta até cair no sono. Enquanto isso, fiz um sinal pro Gael e falei pra ele me acompanhar até o banheiro. Ele me seguiu e eu disse:
H- Cê não acha que tá passando dos limites com a minha mãe?
G- Já sei, mano, me desculpa, mas como você queria que eu agisse? Até você tava lá, podia ter falado algo, mas não falou.
H- Você não precisa esperar eu falar algo ou ficar puto contigo, você ia gostar que eu fizesse isso com a sua mãe?
G- Sinceramente, não ia me importar, mano, minha mãe não é que nem a sua.
H- Como assim, porra?
G- Você sabe, sua mãe é uma mulher gostosa e se deixou levar pela bebedeira, você sabe como é isso, se você tivesse no meu lugar, não ia perder essa oportunidade, sim ou não?
H- Bom, até entendo o que você quer dizer, mas mesmo assim, eu sou seu amigo e você tem que me entender.
G- Entendo que você é meu amigo, e por isso devia confiar em mim, não vou ficar de fofoqueiro e nunca vou machucar sua mãe. Mas você tem que entender que ela é uma delícia, ela é uma mulherão e pelo que vi, pode ser que tenha uma chance de transar com ela.
Essas últimas palavras me encheram de raiva, mas foi compensado por um tesão ainda maior.
H- Então olha, porra, já te falei, se minha mãe não gostar de algo que você fizer, vou quebrar sua cara, juro.
G- Calma, mano, então se ela concordar, você não teria problema?
H- Claro que sim, entende como eu me sinto, mas todos somos adultos, não posso me meter entre duas pessoas que querem algo.
G- Confia em mim, mano, nunca vou faltar com respeito nem com você nem com sua mãe.
O que ele disse me acalmou um pouco e decidi confiar nos meus amigos e que minha mãe tava arrependida do que aconteceu. Depois voltamos pra galera e brindamos entre nós. 5, me senti feliz, era a melhor coisa que tinha me acontecido nessa viagem, senti que tava numa boa com meus amigos. O sol se pôs, comemos algo, tomamos mais umas cervejas e voltamos pro condomínio porque parecia que vinha uma chuva forte. Esqueci de falar pros meus amigos que minha mãe queria que a gente fosse embora do condomínio.
Quando voltamos, elas estavam na piscina.
S— Oi, crianças, como foi? Já comeram?
H— Já comemos sim, foi bem, e vocês?
S— Também, relaxando. Queríamos ir pra balada de novo, mas parece que a chuva não vai deixar a gente sair de casa. Vocês já arrumaram onde dormir?
Meus amigos me olharam com cara de surpresa. Eu fiz cara de "ops".
H— Não arrumamos não, não tinha lugar vago, e os que tinham estavam muito fora do nosso orçamento. — inventei.
Minha mãe fez uma cara de desgosto e se virou.
S— Bom, então, fazer o quê. Vão dormir no sofá de novo.
Gael e Luis se entreolharam com um olhar de cumplicidade, percebendo que minha mãe nem lembrava que tinha dormido no meio deles. Isso me deu raiva, mas preferi ficar quieto. Fomos pegar cervejas e voltamos pra piscina pra passar o tempo de novo.
Iveth começou de novo a incentivar a gente a tomar shots, todo mundo aceitava, a bebedeira tava incrível, mas finalmente eu me sentia bem curtindo com todo mundo. Começaram a cair umas gotas de chuva e em pouco tempo desabou mais forte. Elas saíram rápido da piscina e a gente entrou no condomínio rindo do que tava rolando. A chuva tava muito forte e o vento fresco corria solto.
Fomos pra cozinha do condomínio e sentamos na mesa pra continuar bebendo. Foi só nesse momento que lembrei do que minha mãe tava vestindo. O biquíni mal cobria alguma coisa, e com a roupa molhada e o frio, os bicos dos peitos apareciam e a auréola vazava pela parte de cima. Ela sentou do meu lado, pegou na minha perna e disse:
S— Tá se divertindo? Me faz muito feliz ver você sorrindo. divertido.
Essas palavras inocentes fizeram passar a raiva do que eu tava vendo e me senti meio mal pela inocência da minha mãe, que parecia não perceber a própria situação.
I- Tem que jogar alguma coisa – disse Iveth
D- Tipo o quê? – disse Dani
I- Sei lá, vocês são os crianças, deviam saber de jogos
L- Beerpong?
M- Nada, não temos copos pra isso, além disso vai virar uma bagunça de cerveja derramada.
G- Que tal verdade ou desafio? Ou happy king?
I- Soa bem, mas tem que deixar mais interessante – Iveth tirou o baralho que tava na bolsa – Vamos combinar esses dois jogos.
Todo mundo concordou, inventamos as regras do jogo dependendo das cartas que saíam e a punição pra quem perdia era tomar um shot e um verdade ou desafio. O verdade ou desafio era decidido girando uma garrafa, o perdedor cumpria o verdade ou desafio e quem a garrafa apontava era quem mandava o castigo.
Começamos a jogar, primeiro com desafios bem bobos e inocentes. Primeiro perdeu o Luis, que tomou um shot e cumpriu um desafio de ficar de pé por uma rodada. Depois perdeu a Dani, eu perdi e então a Iveth, que o Mario teve que castigar e começou com os desafios mais quentes.
M- Iveth, verdade ou desafio? – Desafio, óbvio – disse Iveth
M- Dá um beijo de 5 segundos na Dani
I- Fechou! – Ela se aproximou da Dani, que tava na frente, deu um selinho de dois segundos e depois um mais apaixonado pra completar o tempo. A Dani só ria nervosa, igual o Mario e os outros.
Depois eu perdi de novo, o Luis me deu um castigo suave que eu cumpri sem problema. No turno seguinte, minha mãe perdeu. O Mario teve que dar o castigo.
M- Verdade ou desafio? – Verdade – disse minha mãe
I- Que sem graça
M- Você beijaria alguém dessa mesa?
S- Sim
Todo mundo ficou calado e depois riu.
M- Quem?
S- É só uma pergunta por turno, seu trapaceiro! – disse minha mãe enquanto terminava a cerveja dela, se levantou pra pegar outra, exibindo o corpo e roubando todas as atenções. olhares dos presentes, ao ver aquela imagem da minha mãe se afastando em direção à geladeira e perceber o tamanho minúsculo daquela tanga que chamava de biquíni, lembrei do que tinha visto de manhã quando Gael estava tocando ela e tive uma ereção forte. Quando ela voltou, os peitos dela balançavam de um jeito gostoso e as aréolas continuavam à vista de todo mundo. Já não me incomodava mais, já tinha me acostumado com aquela situação e naquele momento eu via ela não como minha mãe, mas como mais uma mulher.
Ela sentou de novo do meu lado e me deu um sorriso. Dava pra ver na cara dela que o álcool já estava batendo.
Foi a vez da Iveth perder, e eu tive que castigar ela. Ela pediu verdade de novo.
H- Senta em cima do Luis, até sair o mesmo número de carta de novo.
Ela aceitou e se levantou pra sentar em cima do Luis, que estava do lado.
I- Espero que esteja confortável, Luis.
L- Claro que sim, pra mim não tem problema- disse Luis com um sorriso.
Depois minha mãe perdeu de novo, a bebedeira já estava pregando uma peça nela e fazendo ela perder por descuidos de bêbada. Gael tinha que dar o castigo. Minha mãe pediu verdade de novo.
G- Quem você vai beijar daqui?
S- Sinceramente, qualquer um, um beijo não significa muito e ainda mais nessas condições onde a gente tá se divertindo hahaha.
I- Por que você só pede verdade? Não seja covarde, não vai acontecer nada. - Disse Iveth com uma voz como se estivesse dando uma bronca nela.
Gael ficou calado e sorriu. No turno seguinte, foi a vez do Luis perder e a Dani deu o desafio.
D- Você tem que fazer uma dança privada pra Iveth.
Todo mundo riu e o Luis aceitou, mesmo com vergonha. Ele deu o lugar pra Iveth e começou a dançar de um jeito sexual pra ela, pelo menos na intenção, embora não tivesse muito talento. Ele tirou a camisa e a Iveth passou as mãos na barriga dele com cara de safada. Tudo era risada. A dança do Luis acabou e a Iveth sentou de novo no colo dele.
I- Fica assim, não veste a camisa- ela disse, e o Luis obedeceu.
Minha mãe apoiou a cabeça no meu ombro, como se já estivesse... Não aguentava mais. Eu também estava bêbado demais, assim como todo mundo ali, mas ainda tinha bebida de sobra e todo mundo queria continuar jogando. Pra ser sincero, eu tava preocupado com a minha mãe, com medo de alguém fazer uma pergunta sem noção pra ela.
No turno seguinte, Gael perdeu de novo e a Iveth mandou ele tirar a sunga. Gael só riu e se levantou pra baixar o shorts que ele tava usando. Por baixo do shorts, ele tinha uma cueca cinza pequena que parecia molhada por causa da piscina.
M — Não acredito que você usa cueca por baixo da sunga, Gael hahaha, eu nunca faria isso!
I — Então já tenho um castigo pra você, Mario hahaha — disse Iveth, ainda sentada no colo do Luis, com um olhar safado.
No turno seguinte, minha mãe perdeu de novo e o Mario ia dar o desafio.
M — Verdade ou castigo? — Castigo — respondeu minha mãe, pra minha surpresa.
M — Dá um twerk pra todo mundo — eu senti um arrepio no corpo.
S — Twerk? O que é isso?
Iveth se levantou e disse:
I — Você tem que fazer assim — e começou a rebolar a bunda, fazendo as nádegas pularem igual gelatina, era um espetáculo do caralho. Minha mãe, ao ver do que se tratava, ficou vermelha e riu, e disse:
S — Vou tentar — Minha mãe colocou as mãos na parede, empinou a bunda pra trás, mostrando praticamente tudo, e começou a rebolar sem jeito. Eu fiquei de boca aberta com o que tava vendo. O CU DA MINHA MÃE DAVA PRA VER ATRÁS DO FIO DA TANGA!!
Todo mundo ficou besta e a Iveth começou a bater palmas — Uau — disse, foi melhor do que eu esperava...
Minha mãe voltou pro lugar dela do meu lado, meio envergonhada, mas feliz por ter cumprido o desafio. Eu ainda não tinha processado o que tinha acabado de acontecer. Meus amigos praticamente viram o cu da minha mãe. Aquela maldita tanga não servia pra cobrir porra nenhuma. Ela segurou meu braço e apoiou a cabeça no meu ombro de novo, com um sorriso. Cruzou as pernas e eu notei que com aquele movimento, a parte de baixo do biquíni Ela afastou um pouco o corpo, deixando à mostra os pelinhos pubianos pretos e aparados que tinha. Minha ereção era evidente, meu pau pedia prazer e eu percebi que o Gael também tava com uma ereção bem notória. Mais nele, já que só tava de cuequinha cinza.
Na rodada seguinte, Gael perdeu de novo, e a Iveth que ia dar o castigo.
I- Faz um dance privado pra Sandra - Falou Iveth, minha mãe só riu e viu a ereção monumental que o Gael tava, e tapou o rosto.
Gael não perdeu tempo e pediu espaço, colocou uma música e começou a dançar pra minha mãe só de cueca, mostrando a ereção e com cara de tesão. Minha mãe só ria, envergonhada, e colocava a mão na testa. Gael pegou as mãos dela e colocou no peito dele, ficou na frente dela fazendo movimentos ondulados e quase enfiando o pau na cara dela. Minha mãe foi descendo as mãos, mas Gael segurou elas e colocou nos oblíquos dele, onde começava o elástico da cueca. Ele começou a baixar a cueca devagar, mostrando que tava bem depilado e, aos poucos, mostrando o tronco ereto do pau dele. Pouco depois de passar da metade do tronco, minha mãe virou o rosto pro outro lado (como se não quisesse ver). Mas Gael soltou as mãos dela e se agachou pra pegar ela pela parte de trás dos joelhos e puxar ela pra perto. Ele começou a descer, garantindo que o pau dele roçasse no biquíni da minha mãe e passasse o nariz pela barriga dela. Graças a Deus, bem antes de chegar na buceta dela, a música acabou. Mas o filho da puta ficou olhando os pelinhos que apareciam na minha mãe por cima do biquíni minúsculo. Minha mãe empurrou ele pelos ombros pra afastar, e a Iveth e o Mario aplaudiram. Eu só olhei com desprezo.
Continuamos jogando e, na rodada seguinte, foi a vez da Iveth perder. Quando girou a garrafa de novo, apontou pra ela, então o Luis, que tava embaixo dela, ia dar o castigo.
L- Desfaz um nó - Falou Luis.
I- O quê?- Isso mesmo, desfaz um nó, repetiu Luis, tentando fazer. que a Iveth tirasse o biquíni dela. A putinha sorriu, levantou e foi atrás da minha mãe, pra surpresa de todo mundo.
Ela puxou um dos nós do top da minha mãe, e minha mãe reagiu rápido, segurando os peitos pra não deixar o top cair. De novo, minha mãe tava quase pelada na frente de todo mundo.
— Ei, isso é trapaça! — minha mãe reclamou.
— Desculpa, amiga, mas são as regras do jogo, hahahaha — e todo mundo riu, menos eu, que tava preocupado com a situação. — E tira logo o top, não adianta nada deixar ele preso só pelo fio de baixo. Além disso, assim você nem consegue beber cerveja.
— É verdade, Sandra, tira ele — os outros falaram, pressionando minha mãe, que se recusou a se livrar completamente do top e só virou pra mim com cara de vergonha.
— Ó, pra deixar isso mais interessante, que tal se em vez de verdade ou desafio, a gente fizer roupa ou desafio?
Eu só virei pra olhar minha mãe, que nem tava prestando atenção, preocupada em mostrar os peitos pros meus amigos.
No turno seguinte, vi minha mãe distraída, então era óbvio que ia perder no jogo. Mas ela pediu desafio de novo, queria evitar ficar nua. O Dany teve que dar o desafio.
— Sandra, senta no colo de quem você quiser, você escolhe.
Minha mãe fez uma cara de surpresa e olhou pra todo mundo, viu o Dany, o Mario com um sorriso e o Gael sentado com o pau duro. Sem perder muito tempo, ela levantou e sentou no meu colo. Eu não acreditava no que tava acontecendo, minha mãe semi-nua sentada no meu colo e eu com uma ereção pulsando. Minha mãe, ao sentar em cima de mim, não sei se percebeu minha ereção, já que ela tava sentada nas minhas pernas mesmo, bem antes de poder fazer contato com meu pau duro que apontava pro meu lado esquerdo.
Coloquei minha mão esquerda na cintura dela e a outra mão na perna dela, ela virou e me sorriu com um olhar inocente. Não acreditava na maciez da pele dela, parecia pele de... bebê.
No turno seguinte, eu perdi (óbvio, já que tava completamente distraído com o que tava rolando). Gael me desafiou.
G — Tira o top da sua mãe — ele disse, o filho da puta. Minha mãe já tava cobrindo os peitos, então eu falei que ia fazer e ela concordou com a cabeça. Puxei o cordão e o top da minha mãe caiu na minha frente, e joguei ele na cara do Mario. Todo mundo riu ao ver meu desgosto. Agora todo mundo tava focado praticamente só na minha mãe, exceto o Luis e a Iveth, que pareciam estar se curtindo um ao outro. Mas foi aí que percebi, num olhar que minha mãe me deu, que ela era uma mulherão e que qualquer homem que visse ela ia querer estar dentro dela. E pensei que nunca tinha tido uma mulher tão gostosa, nem minhas namoradas, nem nenhuma garota que eu beijei chegava aos pés daquela deusa que tava na minha frente.
Depois desse turno, o Luis perdeu, depois a Dani e depois a Iveth. Todos escolheram tirar peça. A Dani e o Luis ficaram só de roupa íntima, e a Iveth tirou o top que tava usando, cobrindo os peitos com uma mão e com a outra pegando a cerveja. Dava pra ver o volume na virilha de todo mundo. Era óbvio, considerando a situação.
Era o próximo turno. Minha mãe perdeu de novo. Não dava pra pedir prenda, porque ela ia ficar completamente nua na frente de todo mundo. Pra minha sorte, o Gael era quem ia dar o desafio. O filho da puta disse que até ele perder, ela não podia soltar a cerveja dela e a minha das mãos. Isso obviamente forçava minha mãe a mostrar os peitos. Era o que eu mais temia, o jogo tava virando um pesadelo. Não queria que os caras dos meus amigos vissem as tetas mais perfeitas que iam ver na vida.
Minha mãe ficou em silêncio e virou pra mim. Chegou perto e falou no meu ouvido:
M — Tapa elas pra mim.
H — O quê? — respondi.
M — Não quero que vejam meus peitos, me cobre, por favor. — Eu não sabia como fazer isso, ou melhor, como começar, então aproximei. minhas mãos nos peitos dela e ela me deu o sinal pra eu agarrar. Cobri eles e senti a textura daqueles peitos que não cabiam na minha mão. Meu pau queria explodir, sentia os mamilos que estavam debaixo das minhas palmas, aqueles mamilos que eu tinha visto mais cedo.
Minha mãe pegou minha cerveja e a dela com as mãos, mantendo os peitos bem protegidos por mim. Gael reclamou que aquilo era trapaça, mas Iveth respondeu que eram as regras e aplaudiu entre gargalhadas, assim como Mario. Gael sorriu e continuamos jogando.
Os turnos passavam e eu continuava protegendo minha mãe do olhar dos meus amigos. Iveth até estava beijando Luis e rindo enquanto Mario também ria. Num desafio, fizeram Iveth mudar de posição e agora ela estava sentada em cima do Dani, que não perdeu tempo em se ajeitar pra ficar mais confortável com aquela mulher em cima dele. Eu tava feliz, estávamos numa boa fase e eu tava curtindo os peitos da minha mãe. Ela me dava goles da minha cerveja quando eu pedia e todo mundo contente. Tudo estava sob controle. Até que eu tentei apertar os peitos dela pra sentir melhor. Foi extremamente excitante. Minha mãe virou rapidamente com um olhar de raiva e me disse:
S— Ei, não é permitido fazer isso. — Disse com um olhar de desaprovação.
Mas eu tava fora de mim. Queria mais. A luz do sol já tava saindo, estávamos nos divertindo, não faltava muito pra acabar o jogo. Até que minha mãe perdeu de novo, era questão de tempo. Iveth tinha que dar o castigo.
I— Humm, o que seria bom você fazer, amiga? Humm, já sei, troca de lugar, agora senta em cima dele. — Disse enquanto apontava com a cerveja pro Gael.
Gael virou pra olhar minha mãe e sorriu, dando de ombros como quem diz "fazer o quê". Minha mãe fez uma cara de preocupação e me disse:
S— Vem, não me solta e me ajuda. — Ela se levantou como pôde e, cambaleando, viramos de costas pra todo mundo. — Pode me soltar agora — disse, e eu obedeci e me soltei. dos peitos dela. Pensei que ela tinha decidido parar de jogar, que estava cruzando a linha. Eu queria fazer, mas se fizesse, ficaria como um perdedor ciumento e, além disso, não teria controle no jogo se minha mãe continuasse jogando. Mas não, minha mãe cobriu os peitos cruzando os braços com os antebraços. Ainda segurava a cerveja.
Minha mãe e meus amigos notaram a ereção que eu tinha, então riram e zoaram de mim. Minha mãe disse pra eu não me preocupar, que era super normal, e sorriu pra mim.
H- Pode parar de jogar agora se quiser, mãe. – Aí os outros me ouviram e começaram a gritar coisas, tanto pra mim por ter falado quanto pra minha mãe se ela parasse. Minha mãe sorriu pra mim e eu vi um olhar perdido de completa bebedeira. Ela se aproximou do Gael, e eu vi que ela tentou sentar longe do pau dele, mas Gael, sem perder tempo, pegou ela pela cintura e puxou, fazendo com que ela ficasse bem em cima do pau ereto dele. Ele abraçou ela pela barriga e colocou uma mão na cintura dela, quase tocando a bunda dela. Dava pra ver uma cara de prazer no filho da sua mãe puta. Eu me aproximei pra sentar de novo e vi como a racha da bunda da minha mãe ficava bem em cima do pau ereto do Gael, que estava apontando pra barriga dela. Percebi que tinha uma mancha de líquido na ponta da ereção dele, que saía da racha da bunda da minha mãe. Era obviamente líquido pré-seminal.
As rodadas foram passando e nunca era a minha vez na maldita garrafa, e o maldito do Gael não perdia. Eu só aguentava o Gael fazendo movimentos com a cintura, provavelmente querendo esfregar o pau nas partes íntimas da minha mãe.
A Iveth já estava se beijando também com o Dani, agora mais apaixonadamente, embora ainda jogasse. O Mario e o Luis estavam de olho nos dois cenários, e eu só focado na minha mãe e no cara do Gael, que a tinha praticamente imobilizada com os braços.
G- Espera só pra ver – Gael disse pra minha mãe de repente – Tô com dor, deixa eu me ajeitar um pouco.
Minha mãe se levantou um pouco, curvada pra frente (Meu Mamãe estava praticamente no colo do Gael, ele com as pernas um pouco abertas e ela com as pernas fechadas no meio. E eu vi o Gael olhando fixamente pra bunda que estava bem na frente dele. Era quase óbvio que ele tava olhando pro cu da minha mãe, bem atrás da fio dental que ela tava usando. Ele manteve ela assim por uns segundos, enfiou a mão dentro da cueca e puxou o pau duro pra fora, que já tava todo lubrificado. Deu duas batidinhas, apontou ele pra barriga dele e puxou minha mãe de novo, que nem percebia o que tava rolando. Minha mãe caiu com o pau do meu amigo bem no meio das nádegas dela, dessa vez sem nada entre eles, só aquele fiozinho do biquíni.
As rodadas iam passando e quase ninguém mais tava prestando atenção no jogo. Eu via o Gael puxando minha mãe cada vez mais pra cima dele e descendo a mão cada vez mais pela barriga.
S— EI— falou minha mãe —assim não pode, tocar desse jeito não é permitido.— disse com um tom bravo e voz de bêbada.
G— Desculpa, Sandra, desculpa, tava me empolgando.
Continuaram jogando, mas o Gael já tava pouco se fodendo, então perdeu aquela rodada e minha mãe comemorou. Finalmente ela podia largar as garrafas na mesa. Ela largou e cobriu os peitos com as mãos, tomando cuidado pra não deixar nada à mostra. Mas foi o Mário que desafiou o Gael.
M— Puxa os fios do biquíni da Sandra— falou o Mário com uma cara de tesão.
Minha mãe arregalou os olhos e, quando menos esperava, o Gael já tinha puxado os fios das laterais da parte de baixo daquele micro biquíni. Minha mãe se inclinou pra frente, tentando evitar que os outros vissem alguma coisa, o biquíni soltou, mas com aquele movimento ela deu liberdade pro Gael, que puxou ela mais pra cima pra encaixar melhor o pau entre ela e as pernas dele. Minha mãe ria, parecia de cócegas ou de safadeza. Sabia o que tava rolando. Eu só consegui ver a bunda da minha mãe, molhada, brilhando, toda cheia do líquido pré-gozo do Gael. O filho da puta se mexia. Os quadris dela esfregando o pau na minha mãe. Praticamente já era sexo sem penetração.
Naquele momento, Iveth se levantou e disse:
I- Acho que já chega por hoje- pegou na mão de Dani e também de Mario, deixando os peitos dela à mostra. Aquela imagem foi um baita distrator pra mim e desviou minha atenção do pesadelo que eu tava vivendo e que tinha do meu lado. Iveth puxou os dois e meteu eles no quarto dela, não sem antes apagar a luz que a gente tinha. Maldita puta, pensei.
Ainda dava pra ver um pouco pela luz que entrava de fora. Mas já tinha visto o bastante, não queria mais olhar. Minha mãe falou pro Gael que o jogo tinha acabado, mas ele puxou por trás a parte de baixo do biquíni dela e jogou longe. Ela, ao sentir aquele pedaço duro de carne debaixo dela, vi como se recostou pra trás no peito do Gael. Praticamente já tava tudo selado.
Eu levantei e falei que ia dormir, e o Luis disse que também.
L- Eu também quero dormir agora. - Mas o Gael falou que só mais uma cerveja e já deixava ela em paz. - Foi a última coisa que ouvi antes de entrar no quarto.
Já dentro do quarto, o Luis deitou na cama e eu no sofá. Ouvia vários barulhos e sussurros, não sabia se era do quarto ao lado ou de fora, do Gael e da minha mãe. O tempo tava passando devagar pra caralho, esperei 5 minutos e nada, 10 e nada, 15, 20... Até que apaguei completamente cheio de tristeza, impotência e raiva.
Nunca pensei que isso pudesse acontecer comigo e não consigo evitar de pensar que também foi em parte culpa minha.
Paro essa história por aqui por enquanto, porque ainda não acabou. Depois fiquei sabendo do que o Gael e o Mario estavam falando sobre o que tinha rolado e eu não tinha percebido.
Eu sei que vão pensar que minha mãe é uma puta e não é inocente, mas depois entendi que numa situação assim, com álcool pra caralho, vários caras atraentes, jovens e ainda por cima tarados provocando elas, fazendo elas rirem, tratando elas bem, enraivecendo elas a mais não poder, e além de tudo a situação inesperada das duas mulheres e suas roupas nada adequadas pra ocasião. Acho que minha mãe se comportou o mais decente que pôde, sem querer ser uma chata, e enquanto o álcool não tomava conta da consciência dela. Vocês o que acham? Dá pra culpar o álcool e meus amigos pelas ações delas ou não tem justificativa? Espero seus comentários e conselhos aí embaixo, por favor, alguém que já passou por uma experiência parecida compartilha como fez pra superar e não enlouquecer. Saudações pra toda a comunidade.
Terminei a cerveja e fiquei matutando na praia por uns minutos, o céu tava ensolarado e ventava pra caralho. Voltei pra casa e o Mario, a Iveth e o Dani estavam na cozinha. A Iveth tava vestindo a camisola do Mario, como prova do que tinha rolado na noite passada. Dava pra ver que não tava usando nada por baixo porque os bicos dos peitos marcavam, e provavelmente nem calcinha ela tava vestindo, a putinha.
A gente conversou sobre o que tinha rolado na noite anterior e como todo mundo tava com uma puta ressaca, provavelmente por causa da mistura de bebidas. O Dani e eu fomos no supermercado comprar comida pra fazer café da manhã pra todo mundo, e quando voltamos, o Luis e o Gael já tinham acordado. O Gael não tava me olhando nos olhos.
Entrei no quarto onde minha mãe tava pra encontrá-la ainda na mesma posição que deixei. Ela tava linda, parecia um anjo indefeso. Pensei em acordá-la, mas resolvi deixar ela descansar mais um pouco, porque eu também queria ter descansado mais.
A gente ficou na cozinha conversando um tempão e depois se revezou pra tomar banho, porque o condomínio só tinha um banheiro, que ficava no quarto onde o Mario e a Iveth dormiram. Era um chuveiro na frente da cama com vidro transparente, mas mesmo dentro do vidro a visão ficava meio embaçada, dava pra ver claramente as silhuetas de quem tava lá dentro e os detalhes. Parecia que tavam censurando um vídeo.
Primeiro o Luis tomou banho, depois o Dani, o Gael e por último eu. O Mario e a Iveth já tinham tomado banho mais cedo. Quando saí do chuveiro, voltei pro quarto onde minha mãe já tava em outra posição. Ela tava mexendo no celular, deitada.
H - Bom dia - falei num tom puto.
S - Bom dia, o que foi?
H - Ora, você me diz o que foi. disse de novo em tom agressivo
S- Tô me sentindo horrível, e tonta, nunca tive uma dor de cabeça tão forte.
H- Pois é, se você ficou super bêbada ontem - repreendi ela - tava fazendo papel de ridícula na frente de todo mundo.
Nisso entra Iveth com um copo de cerveja preparado como michelada.
I- Toma isso, linda, vai te ajudar com essa dor de cabeça horrível que todo mundo amanheceu com ela, você também pega um Huguinho. - ela disse, apontando pra cozinha onde tinha outro copo do mesmo tipo preparado.
Fui pegar, mesmo ainda puto com a Iveth também, deixei minha dignidade de lado por aquele copo que ia me ajudar com o mal-estar terrível que eu tava sentindo. Voltei pro quarto e minha mãe tava sentada na cama, tomando o gole e conversando com a Iveth. Gael e Mario entraram também no quarto naquele momento e sentaram no sofá onde a Dani dormiu, cada um com seus respectivos copos na mão.
S- Que horas a gente foi dormir? - perguntou minha mãe
I- Nem ideia - respondeu Iveth - Eu fui dormir um pouco mais cedo que vocês, mas nunca reparei na hora.
S- Quem trocou minha roupa? - perguntou minha mãe.
A putinha nem lembrava que ela mesma tinha se despido no escuro na frente de todo mundo na noite anterior.
H- Viu, nem lembra do que aconteceu - falei, repreendendo ela
S- A última coisa que lembro é que a gente tava vindo pra cá e que entramos na piscina por um tempo, depois disso tudo é muito confuso.
I- Pois é, eu também, lembro de tudo como se fossem cenas hahahaha, ontem foi divertido.
Notei que o Gael tava prestando muita atenção nas palavras que minha mãe dizia e lembrei dos sons que eu tava ouvindo ontem. Com certeza foi ele quem tentou fazer alguma coisa com minha mãe, já que o Luis queria acreditar que ele respeitaria mais nossa amizade. Filho da puta, pensei.
I- Bom, então termina logo esse gole pra te servir outro e você tomar café da manhã, temos que aproveitar que ainda tem sol, já que parece que mais tarde vai ficar nublado e não vamos conseguir pegar um bronze. E olha que você precisa muito pegar uma cor.
Minha mãe tirou o lençol e Sair da cama e a primeira coisa que vejo é que os mamilos dela estão marcados pelo tecido fino da camisola que ela estava usando, além do decote que já mostrava tudo. Não satisfeita com isso, ao sair da cama ela puxou a camisola para cima das pernas, deixando ver um pouco da lateral da calcinha que ela usava por baixo. Fiquei cheio de raiva e virei para olhar Gael e Mario, que estavam curtindo o espetáculo. Mas porra, não podia culpá-los por nada, minha mãe até acordando era linda pra caralho e, obviamente, se isso estivesse acontecendo na minha frente, eu também ia curtir.
Fui pegar outra bebida na cozinha, onde Luis e Daniel também puderam se deliciar com a mulher que passava na frente deles numa roupa quase transparente. Se minha mãe tivesse os mamilos mais escuros, tenho certeza que dava pra ver claramente através do tecido daquela camisola, mas a pele branca dela e os mamilos rosados não deixavam ver tantos detalhes com clareza.
S — Ei, Hugo, o que aconteceu com meu biquíni?
H — Sei lá, vi que você guardou e colocou na mala, falei.
S — NÃO PODE SER — ela disse — O que tem? — perguntei.
S — O biquíni estava molhado e com certeza deve ter ficado fedido por causa da umidade, além do resto da minha roupa limpa também.
H — Dei uma olhada nas coisas dela e, de fato, tudo estava molhado e saiu um cheiro de mofo da mala.
M — Você vai ter que ficar vestida assim pelo resto das férias, hahahaha — disse Mario — e Iveth também riu.
S — Droga, vou ver o que faço mais tarde, agora não consigo pensar, ainda tô bêbada.
I — Então agora aguenta, viemos curtir essas férias e quero estar pegando bronzeado no máximo em uma hora, vou vestir meu biquíni e você (disse apontando para Mario com o olhar) vai passar o protetor em mim. Então toma banho ou café da manhã, ou faz o que tiver que fazer, mas quero você pronto em 30 minutos.
Minha mãe fez uma cara de reprovação e se deitou de novo na cama. Aí Iveth saiu do quarto e voltou com a garrafa de Vodka que compramos ontem à noite, ela deu um shot de três segundos e falou pra minha mãe:
I- Toma, pra você pegar energia
S- Tá maluca, nem tomei café ainda
I- Eu já tomei e todo mundo vai tomar também - disse enquanto colocava a garrafa na boca do Mario pra ele dar um shot, que ele aguentou por três segundos também. Depois foi a vez do Gael, e ela gritou pro Luis e pra Dani virem fazer o mesmo. Chegou em mim, eu aceitei, mas só aguentei dois segundos debaixo do jorro de vodka. Foi como um soco no queixo por causa do gosto forte.
I- Todo mundo já fez, agora é você.
Minha mãe fez cara de nojo e aceitou. A Iveth colocou a garrafa na cara dela e disse pra não tirar, que ela mesma ia tirar a garrafa. Deixou por cinco segundos com o jorro caindo na boca da minha mãe, que engoliu a vodka e fez uma cara de quem ia vomitar.
HAHAHAHA - todo mundo caiu na risada com a cara da minha mãe.
Minha mãe levantou de repente da cama, foi no armário pegar uma toalha e foi pro quarto ao lado pra entrar no chuveiro.
S- Ninguém entra, vou tomar um banho rápido - disse minha mãe.
Enquanto isso, a Dani ligou a caixinha de som e colocou música, a Iveth se deitou na cama e deu o protetor solar pro Mario passar nela. O resto da gente só ficou vendo o show do Mario apalpando aquela gostosa enquanto ela ficava imóvel. Abrimos mais cervejas e continuamos conversando até minha mãe sair do quarto que tem o banheiro.
Ela tava com o mesmo roupão de quando entrou, com cara de cansada e bêbada de novo, mas com o cabelo molhado. Os bicos dos peitos pareciam mais marcados agora que tinha tomado banho, por causa da umidade, parecia quase uma camiseta molhada. O Gael não perdeu tempo e abriu uma cerveja pra ela, minha mãe agradeceu e sorriu. Sem perceber, já estávamos bêbados de novo. Nem tinha deixado o efeito da noite anterior passar direito e já tava me sentindo alcoolizado de novo.
I- O que você acha? Bronzear com essa roupa? Coloca o biquíni, mulher."
S- "Nem louca, esse biquíni já tá sujo e fedorento, acabei de tomar banho, não vou vestir isso." — disse minha mãe, que estava usando as únicas peças teoricamente limpas que tinha.
M- "Não se preocupa com isso, Sandra, eu trouxe um biquíni aqui que era presente pra Lúcia, mas pode ficar com ele, não me importo."
S- "Sério? Nossa, que coincidência." — disse minha mãe.
I- "Pode ficar à vontade pra achar, que eu tô super de boa aproveitando a massagem que esse menino tá me dando."
S- "Hahaha, fica tranquila, quando terminar sua massagem você me entrega. Enquanto isso, Hugo, que tal você me dar uma massagem e passar o protetor solar? Depois eu coloco o biquíni."
Meus amigos viraram pra mim como se pensassem que sortudo eu era por ter a chance de passar as mãos no corpo dela. Eu continuava puto com minha mãe, pelas atitudes dela, e ver que ela já tava bebada de novo me deu uma tristeza, como se a história de ontem fosse se repetir.
H- "Tá maluca? Passa você, que também tem mãos, quero ir pra praia um pouco." — respondi.
Minha mãe fez uma cara de tristeza ou vergonha, sabia que eu tava bravo com as atitudes dela. Sentou na cama e começou a passar o protetor sozinha.
G- "Se quiser, posso passar o protetor em você, Sandra."
Virei pra olhar pro Gael com cara de ódio e decepção, e minha mãe respondeu:
S- "Não, Gael, imagina, não seria certo fazer isso."
G- "Fica tranquila" — disse Gael enquanto dava um gole na cerveja — "Tem confiança, e vai ser só nas costas e nas pernas, se não se importar."
Minha mãe ficou em silêncio por uns segundos e respondeu: "Ok, tá certo. Mas nada de passar do limite." — falou com a voz já de bêbada.
G- "Claro, pode ficar tranquila."
Eu não acreditava no que acabava de ouvir, enquanto via minha mãe se deitar na cama e deixar a bunda linda pra cima.
G- "Não vai colocar o biquíni primeiro?"
S- "Não sei onde tá, vou esperar o Mario me entregar quando terminar com a Isadora. Iveth.
G- Mas assim não vou conseguir passar o protetor nas suas costas com essa camisola.
S- Ok, primeiro passa nas minhas pernas e depois a gente se vira com a camisola.
Gael passou o protetor nas mãos e todos os meus amigos agora estavam concentrados em ver ele espalhar o bloqueador nas pernas da minha mãe em forma de massagem, começando pelas panturrilhas.
S- Que gostoso que é - disse minha mãe - Se quiser, já que estamos aqui, pode fazer com mais força, tipo massagem.
G- Claro que sim, Sandra, seus desejos são ordens.
Aos poucos, o filho da puta ia subindo as mãos e depois descia até os pés dela, depois subia de novo chegando quase na camisola, que batia na metade da coxa da minha mãe. Bem ali ele parava.
S- Faz um pouco mais pra cima, só toma cuidado e não vai encostar na minha bunda - disse minha mãe.
G- Claro, pode ficar tranquila - repetia o filho da puta.
Eu, ouvindo isso, quis sair do quarto e fui lá fora fumar um cigarro e pensar no que estava rolando e como parar aquilo. Terminei o cigarro e acendi outro, não queria entrar e ver o que estava acontecendo. Me senti pior ao perceber que tava com uma ereção do caralho só de pensar nisso.
Quando entrei de novo, fiquei paralisado com o que vi. O roupão da minha mãe estava na metade da bunda dela e as pernas um pouco abertas enquanto o filho da puta do Gael massageava a parte interna das coxas dela, quase chegando na buceta. DAVA PRA VER A PARTE DA VAGINA DA MINHA MÃE e pra piorar, a calcinha fio dental rosa que ela tava usando era fina demais.
Sentei de novo pra ver o que todo mundo tava vendo e notei que Gael tá com uma ereção. Óbvio que não culpava ele, ele tava vendo tudo de perto. Quando ele tentou subir um pouco pra tocar na bunda dela, minha mãe parou ele.
S- Ei, eu falei que a bunda não.
G- É, desculpa, passei da mão, mas é que já passei em todas as pernas, falta a parte de cima.
Minha mãe ficou quieta e disse:
S- Espera - ela se ajoelhou com Gael do lado dela, também de joelhos. cama e pego a camisola pela parte de baixo e, cuidadosamente, tirei sem deixar que os peitos dela aparecessem. Ela deu um gole grande na cerveja e se deitou de novo.
Todos nós ficamos chocados ao ver uma ação de puta inocente daquelas. Gael continuou massageando as costas dela, e a gente seguia bebendo e conversando como se nada estivesse rolando. Os peitos dela apareciam pelos lados, como se quisessem respirar.
G— Quer que eu massageie a frente também?
Minha mãe não disse nada, pegou cuidadosamente a camisola que estava debaixo dos peitos dela e se virou, deixando a camisola pra cima pra cobrir as tetas dela. Mas pra mim, tudo piorou: minha mãe estava só de tanguinha, com meu amigo massageando as pernas dela de novo, e o pior é que, nessa posição de barriga pra cima, dava pra ver a pouca pelagem pubiana que ela tinha através da calcinha — praticamente não cobria nada. Vi os olhos do Gael arregalarem quando ele viu aquele pedaço de pano cobrindo a buceta da minha mãe. Eu só estava calado e sério, enquanto todo mundo continuava conversando como se o que estavam vendo fosse coisa de todo dia. Até o Gael puxava papo com minha mãe como se estivessem em qualquer outra situação.
A bebedeira estava me pegando forte de novo, e eu via o Gael pegar uma das pernas da minha mãe — já não era mais massagem, o que eu via era um apalpamento. Gael olhou pro Dani e pro Luis, como quem diz: "Vocês acreditam nisso?" e abriu as pernas da minha mãe, deixando a buceta dela quase exposta, se não fosse pela calcinha que mal cobria. Ele levantou uma das pernas dela e começou a massagear a parte de trás da coxa, descendo disfarçadamente cada vez mais em direção à bunda dela. Era óbvio que já estava tocando o rabo da minha mãe, mas dessa vez ela ficou calada e não disse nada. Gael estava testando os limites, o filho da puta, e enquanto massageava a nádega direita da minha mãe, eu via o desgraçado passar o polegar cada vez mais perto da buceta dela. Gael estava na lateral. da cintura da minha mãe, ele tinha o pé direito dela no ombro esquerdo e com a mão direita estava amassando a bunda direita dela, mexendo e abrindo como se quisesse ver a buceta sem precisar tirar a calcinha. Percebi que minha mãe ficava olhando pro Gael, observando os movimentos e as caras dele, mas depois me toquei.
Senti um choque elétrico quando percebi que a calcinha da minha mãe TAVA FICANDO MOLHADA!! A putinha tava excitada por um cara de 20 anos, quase da idade do filho dela, e tava se deixando apalpar a raba. A calcinha foi ficando cada vez mais molhada, até que era quase vergonhoso ver como tava toda encharcada na parte da vulva. O Gael olhava pra cara da minha mãe e depois pra calcinha dela, minha mãe já tava de olhos fechados.
G — Agora a outra perna — disse o Gael
Ele trocou de lado e dava pra ver claramente que ele tava de pau duro, que quando levantou a perna esquerda da minha mãe no ombro direito dele, começou a esfregar na perna dela. Minha mãe meio que reagiu ao sentir o pau do meu amigo contra a perna dela, mas não quis fazer escândalo, até que o Gael, massageando a bunda esquerda da minha mãe, passou os dedos de leve pela virilha dela, tocando uma das bordas da calcinha molhada.
EI! — Gritamos eu e minha mãe ao mesmo tempo.
G — Desculpa, Sandra! Foi sem querer, a mão escapou — disse o Gael nervoso.
S — Acho que já deu pra hoje — disse minha mãe meio irritada, como se tivesse voltado ao normal, e se levantou com cuidado sem deixar cair a peça que cobria os peitos e que segurava com as mãos. — Pode me dar o biquíni, por favor, Mário?
M — Claro, Sandra — disse o Mário.
S — Acho que já chega de massagem, amiga? — minha mãe falou pra Iveth.
I — Claro, Sandra, do jeito que você quiser — disse a Iveth, acompanhando minha mãe ao ver que ela tava meio puta e envergonhada.
O Mário voltou com o biquíni e minha mãe entrou no outro quarto pra trocar de roupa. Eu fui atrás dela e dei uma olhada. Olhei pro Gael no caminho. Entrei no quarto bruscamente sem bater na porta e minha mãe gritou:
— OCUPADO! — Ah, é você, ela disse.
— Sim, sou eu.
— Me desculpa, Hugo, por favor, eu sei que foi errado o que acabou de acontecer, não pensei na hora que fosse tão sério, juro que achei que tava tudo sob controle — e cobriu o rosto.
— Pois é, viu que não é assim, e pra que você tá vestida desse jeito também? Parece que quer provocar meus amigos de propósito.
— Não joga a culpa em mim também disso, eu nem tinha planejado que eles fossem ficar aqui pra dormir, eu trouxe minha roupa pra passar minhas férias de boa com minha amiga e me vestir sem ter que me preocupar com uns bêbados tarados me olhando.
Me senti um idiota e culpado por ter provocado aquela situação e eu ser o causador de tudo que tinha acontecido.
— Vou com a Iveth tomar uns drinks e pegar um bronze — ela me dizia isso enquanto segurava com uma mão a camisola que cobria os peitos dela — Enquanto isso, quero que vocês vejam onde seus amigos vão dormir hoje à noite, ou vão ficar aqui de novo?
— Não sei, vou falar com eles, enquanto isso, veste alguma coisa, me sinto humilhado de você andar de calcinha e sem nada em cima na frente dos meus amigos.
— Vou vestir o biquíni que o Mário me deu. Mas pelo que vejo, parece muito pequeno.
— Não importa, veste ele, é melhor do que você andar de calcinha se exibindo na frente deles.
Minha mãe jogou a camisola na cama, deixando ver de novo os peitos lindos e brancos dela em todo o esplendor, mamilos rosados e pequenos, pontudos, que você não encontra em qualquer mulher, peitos redondos e firmes como os de uma adolescente, e a cara de anjo que fazia você pensar que ela era inalcançável. Eu fiquei calado só observando ela vestir a parte de cima do biquíni, a parte de baixo já tava vestida antes de eu entrar.
Não sabia o que pensar, o biquíni era pequeno demais, porra, e eu também paguei por ele, agora minha mãe tava usando ele no lugar da namorada do Mário. A parte O de baixo era ainda menor que a calcinha que ela estava usando antes. Na parte de trás, era só um triângulo pequeno que não cobria nada da linha entre as nádegas, seguido por um fio, e na frente a mesma coisa: um triângulo minúsculo que mal cobria a parte de cima de onde eu presumo que começava o clitóris dela. Se ela se mexesse um pouquinho, já dava pra ver um pouco dos pelos pubianos que ela tinha. O top tinha triângulos um pouco maiores que os de baixo, mas o problema é que o fio do meio que ligava os triângulos estava muito separado, então quase deixava os mamilos dela à mostra. As aréolas apareciam nos dois peitos, e ela tinha que se ajeitar e cuidar cada movimento pra evitar que isso acontecesse. Eu não sabia se aquilo era melhor, pior ou igual à humilhação que eu sentia com o que ela tinha vestido antes.
Uma corrente de excitação me percorreu.
S — O que você acha? — ela perguntou.
H — Bom, não importa o que eu acho. Você já vestiu isso e, além do mais, meus amigos praticamente já te viram de fio dental. É quase a mesma coisa. Faz o que quiser, já tô pouco me lixando — e saí do meu quarto com raiva, mas excitado por ter visto os peitos da minha mãe e esperando o que meus amigos iam dizer quando a vissem sair coberta com tão pouca roupa.
Minha mãe saiu, e todos, obviamente, viraram pra olhar ela. Os peitos dela balançavam a cada passo que ela dava, e as aréolas apareciam, querendo deixar os mamilos escaparem pro ar. Com a luz, dava pra ver que era um putibiquíni. Droga, Mario, pensei. O material do biquíni era finíssimo. Mesmo assim, era um deleite poder ter uma mulher assim tão perto, mesmo que fosse minha mãe.
S — Pronta? — minha mãe disse pra Iveth.
I — Já, vamos.
E as duas saíram rumo à beira da praia pra se bronzear. Enquanto isso, meus amigos viam duas mulheres que só se vê na internet se afastando da gente. E minha mãe exibindo a bunda toda com aquele biquíni que mal cobria nada.
M — O que a gente vai fazer?
L — Vamos pra um bar, ver no que dá. Matar tempo e encher a cara pra pensar mais claro.
A gente ficou lá até umas... Combinamos todos e fomos no carro da minha mãe pra um bar perto. Sentamos no balcão e ficamos ouvindo o Mario contar o que tinha rolado ontem à noite com a Iveth, o filho da puta tinha transado por mais de 2 horas com aquela puta até cair no sono. Enquanto isso, fiz um sinal pro Gael e falei pra ele me acompanhar até o banheiro. Ele me seguiu e eu disse:
H- Cê não acha que tá passando dos limites com a minha mãe?
G- Já sei, mano, me desculpa, mas como você queria que eu agisse? Até você tava lá, podia ter falado algo, mas não falou.
H- Você não precisa esperar eu falar algo ou ficar puto contigo, você ia gostar que eu fizesse isso com a sua mãe?
G- Sinceramente, não ia me importar, mano, minha mãe não é que nem a sua.
H- Como assim, porra?
G- Você sabe, sua mãe é uma mulher gostosa e se deixou levar pela bebedeira, você sabe como é isso, se você tivesse no meu lugar, não ia perder essa oportunidade, sim ou não?
H- Bom, até entendo o que você quer dizer, mas mesmo assim, eu sou seu amigo e você tem que me entender.
G- Entendo que você é meu amigo, e por isso devia confiar em mim, não vou ficar de fofoqueiro e nunca vou machucar sua mãe. Mas você tem que entender que ela é uma delícia, ela é uma mulherão e pelo que vi, pode ser que tenha uma chance de transar com ela.
Essas últimas palavras me encheram de raiva, mas foi compensado por um tesão ainda maior.
H- Então olha, porra, já te falei, se minha mãe não gostar de algo que você fizer, vou quebrar sua cara, juro.
G- Calma, mano, então se ela concordar, você não teria problema?
H- Claro que sim, entende como eu me sinto, mas todos somos adultos, não posso me meter entre duas pessoas que querem algo.
G- Confia em mim, mano, nunca vou faltar com respeito nem com você nem com sua mãe.
O que ele disse me acalmou um pouco e decidi confiar nos meus amigos e que minha mãe tava arrependida do que aconteceu. Depois voltamos pra galera e brindamos entre nós. 5, me senti feliz, era a melhor coisa que tinha me acontecido nessa viagem, senti que tava numa boa com meus amigos. O sol se pôs, comemos algo, tomamos mais umas cervejas e voltamos pro condomínio porque parecia que vinha uma chuva forte. Esqueci de falar pros meus amigos que minha mãe queria que a gente fosse embora do condomínio.
Quando voltamos, elas estavam na piscina.
S— Oi, crianças, como foi? Já comeram?
H— Já comemos sim, foi bem, e vocês?
S— Também, relaxando. Queríamos ir pra balada de novo, mas parece que a chuva não vai deixar a gente sair de casa. Vocês já arrumaram onde dormir?
Meus amigos me olharam com cara de surpresa. Eu fiz cara de "ops".
H— Não arrumamos não, não tinha lugar vago, e os que tinham estavam muito fora do nosso orçamento. — inventei.
Minha mãe fez uma cara de desgosto e se virou.
S— Bom, então, fazer o quê. Vão dormir no sofá de novo.
Gael e Luis se entreolharam com um olhar de cumplicidade, percebendo que minha mãe nem lembrava que tinha dormido no meio deles. Isso me deu raiva, mas preferi ficar quieto. Fomos pegar cervejas e voltamos pra piscina pra passar o tempo de novo.
Iveth começou de novo a incentivar a gente a tomar shots, todo mundo aceitava, a bebedeira tava incrível, mas finalmente eu me sentia bem curtindo com todo mundo. Começaram a cair umas gotas de chuva e em pouco tempo desabou mais forte. Elas saíram rápido da piscina e a gente entrou no condomínio rindo do que tava rolando. A chuva tava muito forte e o vento fresco corria solto.
Fomos pra cozinha do condomínio e sentamos na mesa pra continuar bebendo. Foi só nesse momento que lembrei do que minha mãe tava vestindo. O biquíni mal cobria alguma coisa, e com a roupa molhada e o frio, os bicos dos peitos apareciam e a auréola vazava pela parte de cima. Ela sentou do meu lado, pegou na minha perna e disse:
S— Tá se divertindo? Me faz muito feliz ver você sorrindo. divertido.
Essas palavras inocentes fizeram passar a raiva do que eu tava vendo e me senti meio mal pela inocência da minha mãe, que parecia não perceber a própria situação.
I- Tem que jogar alguma coisa – disse Iveth
D- Tipo o quê? – disse Dani
I- Sei lá, vocês são os crianças, deviam saber de jogos
L- Beerpong?
M- Nada, não temos copos pra isso, além disso vai virar uma bagunça de cerveja derramada.
G- Que tal verdade ou desafio? Ou happy king?
I- Soa bem, mas tem que deixar mais interessante – Iveth tirou o baralho que tava na bolsa – Vamos combinar esses dois jogos.
Todo mundo concordou, inventamos as regras do jogo dependendo das cartas que saíam e a punição pra quem perdia era tomar um shot e um verdade ou desafio. O verdade ou desafio era decidido girando uma garrafa, o perdedor cumpria o verdade ou desafio e quem a garrafa apontava era quem mandava o castigo.
Começamos a jogar, primeiro com desafios bem bobos e inocentes. Primeiro perdeu o Luis, que tomou um shot e cumpriu um desafio de ficar de pé por uma rodada. Depois perdeu a Dani, eu perdi e então a Iveth, que o Mario teve que castigar e começou com os desafios mais quentes.
M- Iveth, verdade ou desafio? – Desafio, óbvio – disse Iveth
M- Dá um beijo de 5 segundos na Dani
I- Fechou! – Ela se aproximou da Dani, que tava na frente, deu um selinho de dois segundos e depois um mais apaixonado pra completar o tempo. A Dani só ria nervosa, igual o Mario e os outros.
Depois eu perdi de novo, o Luis me deu um castigo suave que eu cumpri sem problema. No turno seguinte, minha mãe perdeu. O Mario teve que dar o castigo.
M- Verdade ou desafio? – Verdade – disse minha mãe
I- Que sem graça
M- Você beijaria alguém dessa mesa?
S- Sim
Todo mundo ficou calado e depois riu.
M- Quem?
S- É só uma pergunta por turno, seu trapaceiro! – disse minha mãe enquanto terminava a cerveja dela, se levantou pra pegar outra, exibindo o corpo e roubando todas as atenções. olhares dos presentes, ao ver aquela imagem da minha mãe se afastando em direção à geladeira e perceber o tamanho minúsculo daquela tanga que chamava de biquíni, lembrei do que tinha visto de manhã quando Gael estava tocando ela e tive uma ereção forte. Quando ela voltou, os peitos dela balançavam de um jeito gostoso e as aréolas continuavam à vista de todo mundo. Já não me incomodava mais, já tinha me acostumado com aquela situação e naquele momento eu via ela não como minha mãe, mas como mais uma mulher.
Ela sentou de novo do meu lado e me deu um sorriso. Dava pra ver na cara dela que o álcool já estava batendo.
Foi a vez da Iveth perder, e eu tive que castigar ela. Ela pediu verdade de novo.
H- Senta em cima do Luis, até sair o mesmo número de carta de novo.
Ela aceitou e se levantou pra sentar em cima do Luis, que estava do lado.
I- Espero que esteja confortável, Luis.
L- Claro que sim, pra mim não tem problema- disse Luis com um sorriso.
Depois minha mãe perdeu de novo, a bebedeira já estava pregando uma peça nela e fazendo ela perder por descuidos de bêbada. Gael tinha que dar o castigo. Minha mãe pediu verdade de novo.
G- Quem você vai beijar daqui?
S- Sinceramente, qualquer um, um beijo não significa muito e ainda mais nessas condições onde a gente tá se divertindo hahaha.
I- Por que você só pede verdade? Não seja covarde, não vai acontecer nada. - Disse Iveth com uma voz como se estivesse dando uma bronca nela.
Gael ficou calado e sorriu. No turno seguinte, foi a vez do Luis perder e a Dani deu o desafio.
D- Você tem que fazer uma dança privada pra Iveth.
Todo mundo riu e o Luis aceitou, mesmo com vergonha. Ele deu o lugar pra Iveth e começou a dançar de um jeito sexual pra ela, pelo menos na intenção, embora não tivesse muito talento. Ele tirou a camisa e a Iveth passou as mãos na barriga dele com cara de safada. Tudo era risada. A dança do Luis acabou e a Iveth sentou de novo no colo dele.
I- Fica assim, não veste a camisa- ela disse, e o Luis obedeceu.
Minha mãe apoiou a cabeça no meu ombro, como se já estivesse... Não aguentava mais. Eu também estava bêbado demais, assim como todo mundo ali, mas ainda tinha bebida de sobra e todo mundo queria continuar jogando. Pra ser sincero, eu tava preocupado com a minha mãe, com medo de alguém fazer uma pergunta sem noção pra ela.
No turno seguinte, Gael perdeu de novo e a Iveth mandou ele tirar a sunga. Gael só riu e se levantou pra baixar o shorts que ele tava usando. Por baixo do shorts, ele tinha uma cueca cinza pequena que parecia molhada por causa da piscina.
M — Não acredito que você usa cueca por baixo da sunga, Gael hahaha, eu nunca faria isso!
I — Então já tenho um castigo pra você, Mario hahaha — disse Iveth, ainda sentada no colo do Luis, com um olhar safado.
No turno seguinte, minha mãe perdeu de novo e o Mario ia dar o desafio.
M — Verdade ou castigo? — Castigo — respondeu minha mãe, pra minha surpresa.
M — Dá um twerk pra todo mundo — eu senti um arrepio no corpo.
S — Twerk? O que é isso?
Iveth se levantou e disse:
I — Você tem que fazer assim — e começou a rebolar a bunda, fazendo as nádegas pularem igual gelatina, era um espetáculo do caralho. Minha mãe, ao ver do que se tratava, ficou vermelha e riu, e disse:
S — Vou tentar — Minha mãe colocou as mãos na parede, empinou a bunda pra trás, mostrando praticamente tudo, e começou a rebolar sem jeito. Eu fiquei de boca aberta com o que tava vendo. O CU DA MINHA MÃE DAVA PRA VER ATRÁS DO FIO DA TANGA!!
Todo mundo ficou besta e a Iveth começou a bater palmas — Uau — disse, foi melhor do que eu esperava...
Minha mãe voltou pro lugar dela do meu lado, meio envergonhada, mas feliz por ter cumprido o desafio. Eu ainda não tinha processado o que tinha acabado de acontecer. Meus amigos praticamente viram o cu da minha mãe. Aquela maldita tanga não servia pra cobrir porra nenhuma. Ela segurou meu braço e apoiou a cabeça no meu ombro de novo, com um sorriso. Cruzou as pernas e eu notei que com aquele movimento, a parte de baixo do biquíni Ela afastou um pouco o corpo, deixando à mostra os pelinhos pubianos pretos e aparados que tinha. Minha ereção era evidente, meu pau pedia prazer e eu percebi que o Gael também tava com uma ereção bem notória. Mais nele, já que só tava de cuequinha cinza.
Na rodada seguinte, Gael perdeu de novo, e a Iveth que ia dar o castigo.
I- Faz um dance privado pra Sandra - Falou Iveth, minha mãe só riu e viu a ereção monumental que o Gael tava, e tapou o rosto.
Gael não perdeu tempo e pediu espaço, colocou uma música e começou a dançar pra minha mãe só de cueca, mostrando a ereção e com cara de tesão. Minha mãe só ria, envergonhada, e colocava a mão na testa. Gael pegou as mãos dela e colocou no peito dele, ficou na frente dela fazendo movimentos ondulados e quase enfiando o pau na cara dela. Minha mãe foi descendo as mãos, mas Gael segurou elas e colocou nos oblíquos dele, onde começava o elástico da cueca. Ele começou a baixar a cueca devagar, mostrando que tava bem depilado e, aos poucos, mostrando o tronco ereto do pau dele. Pouco depois de passar da metade do tronco, minha mãe virou o rosto pro outro lado (como se não quisesse ver). Mas Gael soltou as mãos dela e se agachou pra pegar ela pela parte de trás dos joelhos e puxar ela pra perto. Ele começou a descer, garantindo que o pau dele roçasse no biquíni da minha mãe e passasse o nariz pela barriga dela. Graças a Deus, bem antes de chegar na buceta dela, a música acabou. Mas o filho da puta ficou olhando os pelinhos que apareciam na minha mãe por cima do biquíni minúsculo. Minha mãe empurrou ele pelos ombros pra afastar, e a Iveth e o Mario aplaudiram. Eu só olhei com desprezo.
Continuamos jogando e, na rodada seguinte, foi a vez da Iveth perder. Quando girou a garrafa de novo, apontou pra ela, então o Luis, que tava embaixo dela, ia dar o castigo.
L- Desfaz um nó - Falou Luis.
I- O quê?- Isso mesmo, desfaz um nó, repetiu Luis, tentando fazer. que a Iveth tirasse o biquíni dela. A putinha sorriu, levantou e foi atrás da minha mãe, pra surpresa de todo mundo.
Ela puxou um dos nós do top da minha mãe, e minha mãe reagiu rápido, segurando os peitos pra não deixar o top cair. De novo, minha mãe tava quase pelada na frente de todo mundo.
— Ei, isso é trapaça! — minha mãe reclamou.
— Desculpa, amiga, mas são as regras do jogo, hahahaha — e todo mundo riu, menos eu, que tava preocupado com a situação. — E tira logo o top, não adianta nada deixar ele preso só pelo fio de baixo. Além disso, assim você nem consegue beber cerveja.
— É verdade, Sandra, tira ele — os outros falaram, pressionando minha mãe, que se recusou a se livrar completamente do top e só virou pra mim com cara de vergonha.
— Ó, pra deixar isso mais interessante, que tal se em vez de verdade ou desafio, a gente fizer roupa ou desafio?
Eu só virei pra olhar minha mãe, que nem tava prestando atenção, preocupada em mostrar os peitos pros meus amigos.
No turno seguinte, vi minha mãe distraída, então era óbvio que ia perder no jogo. Mas ela pediu desafio de novo, queria evitar ficar nua. O Dany teve que dar o desafio.
— Sandra, senta no colo de quem você quiser, você escolhe.
Minha mãe fez uma cara de surpresa e olhou pra todo mundo, viu o Dany, o Mario com um sorriso e o Gael sentado com o pau duro. Sem perder muito tempo, ela levantou e sentou no meu colo. Eu não acreditava no que tava acontecendo, minha mãe semi-nua sentada no meu colo e eu com uma ereção pulsando. Minha mãe, ao sentar em cima de mim, não sei se percebeu minha ereção, já que ela tava sentada nas minhas pernas mesmo, bem antes de poder fazer contato com meu pau duro que apontava pro meu lado esquerdo.
Coloquei minha mão esquerda na cintura dela e a outra mão na perna dela, ela virou e me sorriu com um olhar inocente. Não acreditava na maciez da pele dela, parecia pele de... bebê.
No turno seguinte, eu perdi (óbvio, já que tava completamente distraído com o que tava rolando). Gael me desafiou.
G — Tira o top da sua mãe — ele disse, o filho da puta. Minha mãe já tava cobrindo os peitos, então eu falei que ia fazer e ela concordou com a cabeça. Puxei o cordão e o top da minha mãe caiu na minha frente, e joguei ele na cara do Mario. Todo mundo riu ao ver meu desgosto. Agora todo mundo tava focado praticamente só na minha mãe, exceto o Luis e a Iveth, que pareciam estar se curtindo um ao outro. Mas foi aí que percebi, num olhar que minha mãe me deu, que ela era uma mulherão e que qualquer homem que visse ela ia querer estar dentro dela. E pensei que nunca tinha tido uma mulher tão gostosa, nem minhas namoradas, nem nenhuma garota que eu beijei chegava aos pés daquela deusa que tava na minha frente.
Depois desse turno, o Luis perdeu, depois a Dani e depois a Iveth. Todos escolheram tirar peça. A Dani e o Luis ficaram só de roupa íntima, e a Iveth tirou o top que tava usando, cobrindo os peitos com uma mão e com a outra pegando a cerveja. Dava pra ver o volume na virilha de todo mundo. Era óbvio, considerando a situação.
Era o próximo turno. Minha mãe perdeu de novo. Não dava pra pedir prenda, porque ela ia ficar completamente nua na frente de todo mundo. Pra minha sorte, o Gael era quem ia dar o desafio. O filho da puta disse que até ele perder, ela não podia soltar a cerveja dela e a minha das mãos. Isso obviamente forçava minha mãe a mostrar os peitos. Era o que eu mais temia, o jogo tava virando um pesadelo. Não queria que os caras dos meus amigos vissem as tetas mais perfeitas que iam ver na vida.
Minha mãe ficou em silêncio e virou pra mim. Chegou perto e falou no meu ouvido:
M — Tapa elas pra mim.
H — O quê? — respondi.
M — Não quero que vejam meus peitos, me cobre, por favor. — Eu não sabia como fazer isso, ou melhor, como começar, então aproximei. minhas mãos nos peitos dela e ela me deu o sinal pra eu agarrar. Cobri eles e senti a textura daqueles peitos que não cabiam na minha mão. Meu pau queria explodir, sentia os mamilos que estavam debaixo das minhas palmas, aqueles mamilos que eu tinha visto mais cedo.
Minha mãe pegou minha cerveja e a dela com as mãos, mantendo os peitos bem protegidos por mim. Gael reclamou que aquilo era trapaça, mas Iveth respondeu que eram as regras e aplaudiu entre gargalhadas, assim como Mario. Gael sorriu e continuamos jogando.
Os turnos passavam e eu continuava protegendo minha mãe do olhar dos meus amigos. Iveth até estava beijando Luis e rindo enquanto Mario também ria. Num desafio, fizeram Iveth mudar de posição e agora ela estava sentada em cima do Dani, que não perdeu tempo em se ajeitar pra ficar mais confortável com aquela mulher em cima dele. Eu tava feliz, estávamos numa boa fase e eu tava curtindo os peitos da minha mãe. Ela me dava goles da minha cerveja quando eu pedia e todo mundo contente. Tudo estava sob controle. Até que eu tentei apertar os peitos dela pra sentir melhor. Foi extremamente excitante. Minha mãe virou rapidamente com um olhar de raiva e me disse:
S— Ei, não é permitido fazer isso. — Disse com um olhar de desaprovação.
Mas eu tava fora de mim. Queria mais. A luz do sol já tava saindo, estávamos nos divertindo, não faltava muito pra acabar o jogo. Até que minha mãe perdeu de novo, era questão de tempo. Iveth tinha que dar o castigo.
I— Humm, o que seria bom você fazer, amiga? Humm, já sei, troca de lugar, agora senta em cima dele. — Disse enquanto apontava com a cerveja pro Gael.
Gael virou pra olhar minha mãe e sorriu, dando de ombros como quem diz "fazer o quê". Minha mãe fez uma cara de preocupação e me disse:
S— Vem, não me solta e me ajuda. — Ela se levantou como pôde e, cambaleando, viramos de costas pra todo mundo. — Pode me soltar agora — disse, e eu obedeci e me soltei. dos peitos dela. Pensei que ela tinha decidido parar de jogar, que estava cruzando a linha. Eu queria fazer, mas se fizesse, ficaria como um perdedor ciumento e, além disso, não teria controle no jogo se minha mãe continuasse jogando. Mas não, minha mãe cobriu os peitos cruzando os braços com os antebraços. Ainda segurava a cerveja.
Minha mãe e meus amigos notaram a ereção que eu tinha, então riram e zoaram de mim. Minha mãe disse pra eu não me preocupar, que era super normal, e sorriu pra mim.
H- Pode parar de jogar agora se quiser, mãe. – Aí os outros me ouviram e começaram a gritar coisas, tanto pra mim por ter falado quanto pra minha mãe se ela parasse. Minha mãe sorriu pra mim e eu vi um olhar perdido de completa bebedeira. Ela se aproximou do Gael, e eu vi que ela tentou sentar longe do pau dele, mas Gael, sem perder tempo, pegou ela pela cintura e puxou, fazendo com que ela ficasse bem em cima do pau ereto dele. Ele abraçou ela pela barriga e colocou uma mão na cintura dela, quase tocando a bunda dela. Dava pra ver uma cara de prazer no filho da sua mãe puta. Eu me aproximei pra sentar de novo e vi como a racha da bunda da minha mãe ficava bem em cima do pau ereto do Gael, que estava apontando pra barriga dela. Percebi que tinha uma mancha de líquido na ponta da ereção dele, que saía da racha da bunda da minha mãe. Era obviamente líquido pré-seminal.
As rodadas foram passando e nunca era a minha vez na maldita garrafa, e o maldito do Gael não perdia. Eu só aguentava o Gael fazendo movimentos com a cintura, provavelmente querendo esfregar o pau nas partes íntimas da minha mãe.
A Iveth já estava se beijando também com o Dani, agora mais apaixonadamente, embora ainda jogasse. O Mario e o Luis estavam de olho nos dois cenários, e eu só focado na minha mãe e no cara do Gael, que a tinha praticamente imobilizada com os braços.
G- Espera só pra ver – Gael disse pra minha mãe de repente – Tô com dor, deixa eu me ajeitar um pouco.
Minha mãe se levantou um pouco, curvada pra frente (Meu Mamãe estava praticamente no colo do Gael, ele com as pernas um pouco abertas e ela com as pernas fechadas no meio. E eu vi o Gael olhando fixamente pra bunda que estava bem na frente dele. Era quase óbvio que ele tava olhando pro cu da minha mãe, bem atrás da fio dental que ela tava usando. Ele manteve ela assim por uns segundos, enfiou a mão dentro da cueca e puxou o pau duro pra fora, que já tava todo lubrificado. Deu duas batidinhas, apontou ele pra barriga dele e puxou minha mãe de novo, que nem percebia o que tava rolando. Minha mãe caiu com o pau do meu amigo bem no meio das nádegas dela, dessa vez sem nada entre eles, só aquele fiozinho do biquíni.
As rodadas iam passando e quase ninguém mais tava prestando atenção no jogo. Eu via o Gael puxando minha mãe cada vez mais pra cima dele e descendo a mão cada vez mais pela barriga.
S— EI— falou minha mãe —assim não pode, tocar desse jeito não é permitido.— disse com um tom bravo e voz de bêbada.
G— Desculpa, Sandra, desculpa, tava me empolgando.
Continuaram jogando, mas o Gael já tava pouco se fodendo, então perdeu aquela rodada e minha mãe comemorou. Finalmente ela podia largar as garrafas na mesa. Ela largou e cobriu os peitos com as mãos, tomando cuidado pra não deixar nada à mostra. Mas foi o Mário que desafiou o Gael.
M— Puxa os fios do biquíni da Sandra— falou o Mário com uma cara de tesão.
Minha mãe arregalou os olhos e, quando menos esperava, o Gael já tinha puxado os fios das laterais da parte de baixo daquele micro biquíni. Minha mãe se inclinou pra frente, tentando evitar que os outros vissem alguma coisa, o biquíni soltou, mas com aquele movimento ela deu liberdade pro Gael, que puxou ela mais pra cima pra encaixar melhor o pau entre ela e as pernas dele. Minha mãe ria, parecia de cócegas ou de safadeza. Sabia o que tava rolando. Eu só consegui ver a bunda da minha mãe, molhada, brilhando, toda cheia do líquido pré-gozo do Gael. O filho da puta se mexia. Os quadris dela esfregando o pau na minha mãe. Praticamente já era sexo sem penetração.
Naquele momento, Iveth se levantou e disse:
I- Acho que já chega por hoje- pegou na mão de Dani e também de Mario, deixando os peitos dela à mostra. Aquela imagem foi um baita distrator pra mim e desviou minha atenção do pesadelo que eu tava vivendo e que tinha do meu lado. Iveth puxou os dois e meteu eles no quarto dela, não sem antes apagar a luz que a gente tinha. Maldita puta, pensei.
Ainda dava pra ver um pouco pela luz que entrava de fora. Mas já tinha visto o bastante, não queria mais olhar. Minha mãe falou pro Gael que o jogo tinha acabado, mas ele puxou por trás a parte de baixo do biquíni dela e jogou longe. Ela, ao sentir aquele pedaço duro de carne debaixo dela, vi como se recostou pra trás no peito do Gael. Praticamente já tava tudo selado.
Eu levantei e falei que ia dormir, e o Luis disse que também.
L- Eu também quero dormir agora. - Mas o Gael falou que só mais uma cerveja e já deixava ela em paz. - Foi a última coisa que ouvi antes de entrar no quarto.
Já dentro do quarto, o Luis deitou na cama e eu no sofá. Ouvia vários barulhos e sussurros, não sabia se era do quarto ao lado ou de fora, do Gael e da minha mãe. O tempo tava passando devagar pra caralho, esperei 5 minutos e nada, 10 e nada, 15, 20... Até que apaguei completamente cheio de tristeza, impotência e raiva.
Nunca pensei que isso pudesse acontecer comigo e não consigo evitar de pensar que também foi em parte culpa minha.
Paro essa história por aqui por enquanto, porque ainda não acabou. Depois fiquei sabendo do que o Gael e o Mario estavam falando sobre o que tinha rolado e eu não tinha percebido.
Eu sei que vão pensar que minha mãe é uma puta e não é inocente, mas depois entendi que numa situação assim, com álcool pra caralho, vários caras atraentes, jovens e ainda por cima tarados provocando elas, fazendo elas rirem, tratando elas bem, enraivecendo elas a mais não poder, e além de tudo a situação inesperada das duas mulheres e suas roupas nada adequadas pra ocasião. Acho que minha mãe se comportou o mais decente que pôde, sem querer ser uma chata, e enquanto o álcool não tomava conta da consciência dela. Vocês o que acham? Dá pra culpar o álcool e meus amigos pelas ações delas ou não tem justificativa? Espero seus comentários e conselhos aí embaixo, por favor, alguém que já passou por uma experiência parecida compartilha como fez pra superar e não enlouquecer. Saudações pra toda a comunidade.
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