Tava há umas semanas com muito trampo porque tinha que continuar fazendo o serviço normal e ainda por cima veio uma lista enorme de tarefas pra começo do ano que vem. Algumas dessas tarefas eram um baita problema porque eu não fazia ideia de como resolver, tudo envolvia comprar materiais fungíveis e não fungíveis, tipo aquelas paradas de renting e leasing, que eu não manjava nada e em março eu teria que tomar decisão nesse sentido, porque precisava adquirir só em diferentes tipos de veículos uma quantidade inicial entre 20 e 25. Fora outras aquisições de outro tipo. Disso, além do que eu tinha visto no Google, só tinha uma dica de uma pessoa que considero, digamos, especial, que é mais que amigo, e que me recomenda o renting. Embora isso não fosse de conhecimento público, de repente apareceram uns novos "amigos" interessados em mim e nas minhas decisões, só que de cara não tinha nenhum que já não me deixasse desconfiado há muito tempo. Tava nessa quando encontro meu amigo Ezequiel, de 50 anos, altura normal, mais baixo que eu. Na quarentena ele tinha engordado uns 15 quilos, mas acho que foi mais, e se somar que já tava com um sobrepeso, o físico dele tava uma merda. Era um bom amigo, conheci ele no meu primeiro emprego e a gente fez uma amizade da boa. O que mais gostava nele é que não tinha segundas intenções, falava na cara, não se segurava pra nada nem pra ninguém, tava pouco se fodendo pra quem tivesse na frente, não queria agradar ninguém e quando tava à vontade soltava cada palavrão. No trabalho dele, toleravam muitas das atitudes dele porque era um engenheiro muito respeitado na área. Ele não tava sozinho quando encontrei ele e ele fala bem alto:—Buceta, meu grande amigo Pelayo, vão na frente vocês que eu fico com ele um tempinho—e fomos pra um bar perto.— Porra, tá incrível como sempre, não sei como você consegue, e eu aqui gozando sem parar. Agora isso sim, que cara de cansado você tá me trazendo.
— Durmo pouco, tenho coisa demais pra resolver.
— E que você não parasse de foder, que eu te conheço.
— Kkkkkkkkkk, que nada, tô numa fase que tô zerado.
— Não acredito em você, que você é um comedor de buceta.
— No momento em que durmo doze horas seguidas, recarrego as pilhas.
— O que você precisa fazer é vir passar um fim de semana no meu chalé na montanha. Ar puro, comida boa e assim você conhece minha mulher e, principalmente, minha filha.
— Se sua filha descobrir, vai te matar, você não muda, volta com a mesma merda.
— É que é verdade, ela precisa de um homem de verdade e não desses merdinhas com quem ela anda.
— Vai com quem ela gosta, deixa ela. Quantos anos ela tem já?
— Vai lá com a galera do círculo que se mexe, que são uns molengas, não trampam nem nada. Ela já tem 25 e terminou os estudos. Os amigos dela não fazem porra nenhuma e continuam matriculados na faculdade e os que tão sobrando.
— Já passa quando ele arrumar um trampo.
— Olha, você vem, conhece ela e de quebra descansa. Se ela não te disser nada, a gente enche a cara de cerveja e come pra caralho. Topa?
— Mas depois não fica brava. Combinado?Ela me passou todos os dados e queria que a gente se encontrasse na mesma sexta-feira, mas eu não sabia se ia rolar e falei pra ela, me comprometendo a estar lá no sábado de manhã. Ele continuou insistindo, e eu disse que tentaria aparecer na sexta. Na sexta, dei um jeito de terminar tudo às três e consegui. Fui pra casa, capotei e acordei depois das seis, tomei um banho rápido e fui pra casa do Ezequiel. Da mulher dele, só sei que é fisicamente mediana, cozinha muito bem e tem uma farmácia. Da filha, já falei o que sei e pouco mais. O importante é que o lugar onde ficava o chalé era uma área que eu curtia, e com certeza a gente ia relaxar. Quando cheguei, tinha segurança, me deixaram passar porque já tava anotado, e me explicaram o caminho até o chalé. Fiquei impressionado porque imaginava uma casa normal, mas era uma construção grande e super moderna, pelo menos por fora. O Ezequiel já tinha aberto o portão pra eu entrar com o carro e tava me esperando porque o pessoal da guarita tinha avisado. Estacionei onde ele mandou, peguei a maleta pequena e ele me levou pra me apresentar pra mulher e a filha dele. A mulher ainda não tinha chegado, atrasada por causa de algo na farmácia, e ele me apresentou pra filha, que teve que chamar. O aquecimento tava ligado e fazia um calorão. A filha, Regina, 1,70, magra, peitão grande e bem colocado, porque percebi na hora que não tava usando sutiã por baixo do top. O top deixava a barriga dela de fora, e dava pra ver que ela malha. Tava usando uma calça elástica de tornozelo, bem justa, dava pra ver a fenda da buceta e uma bunda gostosa. Ela não tava maquiada, rosto limpo, não era muito bonita, mas o rosto dela tinha algo de morbidão que atraía. O que mais chamava atenção no rosto dela era a boca, com uns lábios ideais pra chupar um pau, não sei se era natural ou não, mas dava vontade de ver aqueles lábios no meu pau, sim. Era uma mina agradável e pelo menos educada, não me recebeu com cara feia, embora Tava mais ligada no celular dela. O pai dela, não sei se por alguma estratégia ou se realmente tinha algo urgente pra resolver, nos deixou sozinhos um tempinho, e ela tinha saído pra falar com o pai, naquela de ser direta.— Certeza que não sobrou outra opção pra você além de vir, é o que acontece quando seu chefe é alguém como meu pai. O que ele te disse, que se você virar minha namorada, vai ter um emprego melhor?
— Não sei quem você pensa que é, mas não acertou uma. Conheci seu pai no meu primeiro trampo, mas agora a gente não trabalha mais junto nem tem nada a ver profissionalmente. É só uma amizade, e ele me convidou pra passar o fim de semana, mas se te incomoda, vou embora.
— Qual é, não me incomoda não, e de verdade me desculpa, não sei por que falei tudo isso. É que meu pai me tira do sério, sei que ele faz de boa vontade, mas é muito insistente.
— Pelo que você disse já tô ligada, mas uma coisa me chama a atenção. Uma mina que é muito gostosa, que deve ter um monte de caras atrás dela, que que tá fazendo aqui num fim de semana?
— Kkkkkkkkkkkkk, não tantos caras assim e é verdade, tô aqui por um acordo com o velho. Ele "financia" meus caprichos e necessidades, mas às vezes insiste pra eu vir com eles pra cá. Pra fazer vida de família e, nesse fim de semana, viesse você ou não, era minha vez.
— Em acordo de família eu não me meto, mas tu mente com essa história de que não tem muito tio atrás de ti.
— Kkkkkkkkkkk, no fim tu vai ficar igual minha mãe, que fala que eu devia conhecer outro cara, que com esse tô desde os 14.
— Bom, tô com a sua mãe, mas não vou ser eu quem vai falar nada sobre isso. Mas vou te dar uma força pra que seja o seu pai a mandar você sair hoje à noite, deixa comigo.
— Não, não faz nada, pelo menos esse fim de semana vai ser divertido contigo e não sozinha com esses dois.Quando o pai dela voltou, o olhar dele era outro e ele disse que ia pro quarto. Ezequiel não tocou no assunto de que tinha falado com a filha e me levou até um depósito que ele tinha feito, pegou um par de garrafas de vinho tinto e uma de uísque, que abriu na hora, e a gente tomou um copo. A gente tava falando de futebol quando a mulher dele chegou, e sem nem ver direito, ela disse que ia subir pra trocar de roupa e que em cinco minutos tava de volta. E foi verdade, ao contrário do que eu pensei, ela desceu no tempo que disse. O marido apresentou a gente: "Silvia, esse é o Pelayo". Silvia era um pouco mais baixa que a filha, e a primeira coisa que percebi foi que os lábios da filha eram naturais, porque os da mãe eram ainda mais provocantes. Mais gostosa que a filha e com um decoraço, que deixava ver que, mesmo um pouco caídas, ela tinha uns peitos maiores que os da filha. Ela sorriu pra mim, não sei se por educação ou porque percebeu como eu olhei pros peitos dela. A gente se aproximou e trocamos dois beijos nas bochechas. O primeiro foi educado, e o segundo eu dei perto dos lábios dela, ela não se intimidou e respondeu numa boa.
Silvia devia ter uns 48 anos, isso eu calculei por umas coisas que lembro que Ezequiel me disse, embora ela não aparentasse mais de 42 ou 44. A primeira coisa que Silvia disse pro marido—vê se presta atenção, olha como dá pra manter a forma física mesmo no confinamento—Quis dar uma força pro meu amigo.—é que as academias ficaram fechadas e é complicado fazer esporte e exercício— Ela começou a rir e me disse pra acompanhá-la, falando pelo caminho que o marido dela, que vinha junto, ia me mostrar a primeira coisa que entrou naquela casa. Era uma academia completa, não faltava nada. Não tinha mais desculpa, porque ela disse que passaram todo o confinamento ali. Tanto na ida pra academia quanto na volta pra sala, ela ia na frente e a bunda dela tinha um movimento que dava vida pro meu pau. A filha tinha se trocado, colocando umas leggings pra ir malhar, a mãe disse que agora ela ia e eu e Ezequiel fomos continuar conversando. Sugeri sairmos pro jardim, porque o calor tava insuportável, e a gente saiu.— Ezequiel, o que eu vi da sua casa é um absurdo, tô gostando pra caralho e é um crime você ter uma academia dessa e não usar.
— É que depois do dia inteiro trabalhando, chegar e meter um treino é foda pra caralho, mas é uma meta que tenho pro ano que vem.
— Kkkkkkkkkkk, essa história de metas de ano novo me dá é risada, parar de fumar, se matricular na academia, fazer dieta, etc. Ninguém cumpre kkkkkkkkkkkk.
— Vamos mudar de assunto, o que achou da minha filha, ela te caiu bem? Você gosta dela?
— Em dez minutos não dá pra saber muita coisa, mas de cara ela me caiu bem e fisicamente é uma gostosa.
— Mas é o teu tipo?
— Repito, ela é muito gostosa e claro que poderia ser meu tipo, embora não seja meu protótipo ideal. Sendo sincero contigo.
— Não me fode, filho da puta, seja mais claro, qual é o seu protótipo ideal então?
— Espero que você não se irrite, você é direto e eu também vou ser.
— Olha, com a sua filha é questão de pelo menos se conhecer um pouco mais e eu sei que tinha chances de rolar um encontro mais íntimo.
— Espera aí, deixa eu entender direito. Quão fresco eu sou, o que você tá dizendo é que se conhecesse ela um pouco mais, você comeria ela, é isso?
— Pois é, é isso aí.
— buceta, não fica de frescura, fala na língua da gente, porra.
— Continuo, no entanto, pra você me entender e depois, se quiser, pode me expulsar da sua casa. Sua mulher eu comeria na hora.
— Me deixou de boca aberta. Gosto da sua sinceridade, mas não sei o que te dizer. Que não fiquei puto. Que sei que a Silvia é muito gostosa, que mais de um dava uma lapada nela. Uma dúvida, se ela se oferecesse, você comeria ela? Mesmo sendo minha mulher.
— Seria difícil não fazer, mas se ela ficasse muito, muito na mão, com certeza.
— Pelo menos você não me engana nem mente na sua resposta. Vou ter que ficar de olho em você porque não te contei isso, mas a Silvia é extremamente tarada e há muito tempo que fica sem ficar totalmente satisfeita.
— Tá vendo? É isso que dá não fazer exercício.
— Já, tô ligada nisso e também nos anos que a gente passou junto. Por isso que eu falo pra minha filha pra trocar, porque o namorado dela, e não é achismo, não dá conta de satisfazer ela, e ela é tão fogosa quanto a mãe.
— NÃO ME DIGA QUE VOCÊ ESPIOU ELA? Não acredito.
— A esses extremos não chego, mas como às vezes ela fica aqui ou quando vamos de férias, sem querer eu escuto elas, e minha filha tem muito gênio e fala de tudo, é igual à mãe: se são barulhentas na hora do love, também são quando tão de mal humor.
— Me surpreendeu que você não se abalou quando eu falei da sua mulher, só aquele silêncio, dúvida de falar alguma coisa.
— Porque sei que mais cedo ou mais tarde a Silvia vai me passar a "rasteira", que até agora não aconteceu, mas isso é como uma espinha, uma hora ou outra estoura.
— Pois é, você tem isso bem claro, me impressiona tanta clareza.
— Com o tempo e se você morar junto, vai entender. Quando éramos jovens, era um tesão o tempo todo. Já a Silvia era mais tranquila, e isso foi mudando com o tempo: ela foi aumentando e eu fui diminuindo. As broxadas cada vez mais frequentes, é a vida. Você nunca deu uma broxada?
— Por enquanto não e espero nunca conhecer, hahahahaha.A conversa foi interessante, mas fiquei na dúvida se ela se importaria de eu tentar comer a mulher dela, e o que ficou claro é que, se dependesse dele, eu estaria com a filha dele — algo que já estava virando rotina com mais de um pai e mãe. No resto da noite, ficamos todos juntos, e tanto com a mulher quanto com a filha, minha atitude foi de conquistá-las, e parecia que estava dando certo, porque cada uma queria que eu desse mais atenção a ela. O namorado da filha ligou no celular, e ela se afastou da mesa. Nesse momento, fiz uma investida mais direta na Silvia, mas ainda com discrição, mais com olhares diretos do que com palavras. Ela correspondia, mas eu não conseguia decifrar se aquela correspondência era só um jogo, por gostar, por se sentir desejada ou algo mais. Eu tava pensando em fazer um movimento mais ousado e totalmente direto, mas tinha que esperar o momento.
Esse momento chegou quando a gente tinha que arrumar a mesa. Com a desculpa de ir ao banheiro, ajudei, já que o Ezequiel disse que ia preparar as bebidas e nem fez menção de pegar um prato. Na cozinha, que era grande e impossível de rolar um esbarrão acidental, me aproximei por trás dela e falei que ela tinha se sujado, fingindo que ia limpar a bunda dela, mas na verdade acariciei descaradamente o rabo dela. A única reação dela foi ficar vermelha e com cara de tesuda. A filha dela continuava falando, e dava pra ouvir uma briga feia com o namorado. Fingi que ia ao banheiro e, na volta, passei de novo pela cozinha. Dessa vez, não inventei desculpa nenhuma: fiquei do lado dela e, enquanto perguntava se precisava de mais alguma coisa, acariciei a bunda dela longamente. Quando ela balançou a cabeça dizendo que não, eu falei:—se precisar de algo de mim, o que for, é só falar que te dou uma mão—E já ia indo embora quando vejo a cara dela e não consegui me segurar, me encostei nela pra que a bunda dela sentisse a dureza do meu pau e falei no ouvido dela, sussurrando—que sorte que o meu amigo tem de aproveitar esse corpaço a toda hora, todo santo dia—Deu uma gargalhada e me soltou.—então explica pro teu amigo, porque não tem jeito—Sabia do que ele tava falando, e agora passei as mãos na frente e agarrei os peitos dela, sentindo bem o tamanho, a dureza dos bicos.
Me afastei e voltei pro Ezequiel, que já tinha preparado as bebidas. Do que rolou na cozinha, só ficou um gosto ruim: a Silvia não se mexeu nenhum momento quando eu encostei nela, não fez nada, ficou parada que nem uma estátua. Como a gente ainda tava sozinho, o Ezequiel me perguntou.—Do que a gente conversou antes, você acha que se quisesse, levaria a Silvia pra sua cama?E pra sair dessa pergunta, respondi que como não conhecia bem a mulher dele, não podia responder aquilo. Ele não ficou satisfeito.—vou te perguntar de outro jeito e, antes que você faça isso, já te aviso que tenho a mente bem aberta. Você gostaria de levar a Silvia pra fazer o que quisesse com ela?dessa vez eu não quis dar o fora—claro que tua mulher daria tesão em qualquer cara com sangue nas veias. O que me preocupa é quando um marido diz que é mente aberta, falam isso dando a entender uma coisa e no fim é outra—esperava que com isso tudo ficasse por ali, mas ele não quis—buceta, no final vou ter que fazer um croqui pra você, tentar comer ela ou melhor dizendo, você comer ela e se eu puder ver ou ouvir, melhor ainda—Chegou a Regina e ela veio de mal humor, e o pai dela não esperou, já mandou: se ela quisesse, que fosse com os amigos. Que não queria ela de cara feia em casa. Ela ia sair, e a mãe disse pra não voltar naquela noite, que não gostava que ela pegasse o carro depois de festar. Que ficasse em Valência, na casa dela. Olhei a hora e era cedo, a gente tinha jantado no horário de hospital, kkkkkkkkkk, não tava acostumado a jantar tão cedo. Tudo porque o Ezequiel gostava de ver um programa de TV, o Got Talent. A gente sentou e, entre a temperatura que tava dentro de casa e o que a gente tinha bebido, o calor subia. Como tinha uma jacuzzi enorme e uma sala de sauna de alvenaria, sugeri a gente dar um mergulho e depois uma sauna leve, que era bom pra depois de beber. Os dois pularam na hora, meu amigo não podia pegar sauna, a pressão dele ia pro chão. Mas ele achou de boa e disse que ficaria na jacuzzi vendo TV, e a gente podia ir pra sauna.
Teve que "convencer" a Silvia, e no fim ela topou. O único problema é que eu não tava de sunga, e falei isso. A Silvia, antes que eu continuasse falando, disse que me emprestava uma do marido dela. Me passaram uma que cabia dois, apertei bem o cordão que tinha e fomos pra jacuzzi. Entramos eu e meu amigo, porque a mulher dele ainda não tava lá. A gente tava na academia, que era onde ficavam a jacuzzi e a sauna, uma separada da outra. Pra mim, tanto fazia o que tava passando na TV, eu queria ver a Silvia, e ela não decepcionou: desceu com um biquíni verde-limão, a parte de cima não é que era pequena, é que era difícil segurar aqueles dois peitões, que queriam pular pra fora, e os bicos marcavam demais. A parte de baixo, bem justinha, e quando ela largou a toalha grande que tava carregando, deu pra ver a bunda, porque era tipo fio dental e enfiava entre as duas bandas, deixando uma raba linda à mostra.
Ainda bem que minha sunga era grande, porque senão meu pau ia aparecer sem eu conseguir evitar. Falei de ir pra sauna e eles perguntei como tava indo, Ezequiel da jacuzzi me explicava como tava e eu tirei a sunga e enrolei uma toalha na cintura. A porta tinha um vidro fumê retangular, de dentro dava pra ver tudo lá fora. Eu via os dois sem falar nada, até que ela levanta, enrola a toalha, tira o biquíni e vem pra sauna, então eu sento e espero. Ela entra e senta na minha frente, eu tô sentado relaxado e não tiro o olho dela, ela toda vez que cruza o olhar com o meu, desvia.
Eu levanto, ela fica tensa e eu olho pelo vidro fumê, vendo Ezequiel vidrado na TV. Viro, fico de pé na frente dela e solto a toalha dela, que cai um pouco e mostra os peitos, meio caídos mas com uns bicos incríveis, cor escura e tamanho. Ela tem um corpo gostoso e começo a acariciar os bicos dela, ela só deixa, os fuck you e além de acariciar, começo a apertar, isso faz ela me olhar sem desviar e respirar pesado. Ela não fica mais parada, tira minha toalha e ao ver meu pau me fala sem vergonha, como farmacêutica vou receitar esse pauzão e que bolas enormes você tem, parecem de um touro, são lindas e começa a acariciar elas bem devagar. Me lambe o pau e as bolas, saboreia e se delicia com elas. Tiro a toalha dela toda. Fico vendo a buceta dela, que me chama atenção porque o monte de vênus é bem cuidado mas tem bastante pelo. Mas na buceta mesmo, nem um. Me agacho e começo a chupar ela, ela morde a toalha pra não ser ouvida, porque até com a toalha dá pra ver que ela geme alto.
Quando ela tava me tocando o pau, ela falava—É uma pena que o Ezequiel esteja aí fora, senão tu ia te foder, mas agora não dá—De repente, ela me empurra com as mãos apoiadas na minha cabeça e me manda parar. Olho pra ela, e ela diz que quer comigo, que tá morrendo de vontade, mas deixa claro que é só um pouquinho, pra experimentar e parar, porque não aguenta mais. Eu não tinha camisinha e avisei, ela disse que não era problema e que ia ser só um minuto. Queria comer ela de quatro, mas ela não quis; segundo ela, queria controlar tudo e acabar rápido. Sentei, e ela se posicionou por cima, de pernas abertas, pegou no meu pau com gosto e ficou esfregando na buceta até encaixar pra meter. Foi bem devagar, mordendo o lábio, fazendo cara de quem tava gostando muito, até que enfiou o pau todo. Ficava sussurrando: "só um minuto, só um minuto", repetindo sem parar, mas o minuto passou e ela não saiu. Chupei os peitos dela, e aí ela ficou mais "safada", me chamando de...—que filho da puta você é, comendo a mulher do seu amigo na cara dele, já te falei, otário—Sei que ela fazia de propósito, continuava fodendo e enfiava uns dois dedos no cu dela.—fazemos um bom trio, o corno assistindo TV, a puta fodendo com o filho da puta que enfia os dedos na buceta dela—Ela tava se embalando, mas quando me ouviu, percebeu a situação. Levantou na hora e me deixou com o pau escorrendo, soltando bocadas de ar. Virou as costas pra mim e ficou olhando pelo vidro da porta. Levantei e dessa vez pensei em foder do meu jeito. Enfiei meu pau entre as pernas dela, ela suspirava, e quanto mais suspirava, mais eu ia controlando, até que fiz ela se jogar pra trás. Se ela achou que eu ia meter na buceta dela, se enganou, porque coloquei meu pau na entrada do cu dela, e ela soltou um gemido que dizia "por aí não, é grande demais". Ela me deu um empurrãozinho, eu me afastei, ela pegou a toalha e saiu. Cinco minutos depois, eu saí também. Ela tava pegando o biquíni onde tinha deixado. Foi pro jacuzzi, e o marido dela, sem mais nem menos, perguntou.—pois é, durou pouco a foda de vocês, que foi, não deu conta do recado?—Silvia fez cara de fera e respondeu puta da vida.—já tá nessa, que chato você fica. Como é que você tem coragem de falar isso e ainda na frente do seu amigo, você devia ter vergonha, porque nem dá pra se desculpar dizendo que bebeu demais—Ela já tava indo embora quando o marido pediu perdão e mandou ela entrar na banheira de hidromassagem. Acho que pra ele não falar mais besteira, ela vestiu o biquíni molhado e entrou. Pra não piorar o climão entre eles, entrei a pedido do Ezequiel na banheira. Na hora ele pediu um beijo de reconciliação, ela relutou mas no final deu e ele fala:—pois fala o que quiser, mas sua boca tem gosto de pau—Ela ficou vermelha e deu uma saída gostosa que deixou o Ezequiel todo cortado.—ah é? QUANTAS PIROCAS VOCÊ JÁ COMEU NA SUA VIDA PRA SABER QUAL É O GOSTO?—Bati palmas rindo do que a Silvia tinha acabado de falar, ela tava entre nós dois, mas com uma distância. Com a desculpa de enxergar melhor a TV, me mexi e fiquei bem perto dela, comecei a passar a mão. Ezequiel continuava remoendo como responder à patada que a mulher dele deu, até que achou o que dizer.—cê tem razão, exagerei e, além disso, com certeza o Pelayo prefere as mais novinhas, tipo a nossa filha—Foi só eu falar isso e a Silvia já deixou eu meter a mão nela, não dava pra ver nada porque tinham jogado sais ou algo do tipo.
Pouco depois, a Silvia saiu dizendo que já voltava. Voltou com outro biquíni, menos chamativo, e um pote de creme, que deixou perto da mão dela quando entrou de novo na água com a gente. Sem mais nem menos, e sem esperar, a mulher começou a acariciar o Ezequiel por baixo da espuma. Ele se assustou e perguntou de forma autoritária:—MAS QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO? Cê já tá biruta, é?e ela, num tom mais engraçado mas sério—então vamos ver quem vai me foder essa noite, porque ou é você ou eu me viro, e agora mesmo não tem muita opção, e te garanto que o Pelayo tá bem armado e vai me deixar toda gostosa—Ezequiel, mesmo fingindo estar bravo, tinha os olhos brilhando de safadeza e quis me pedir desculpas pelo que a mulher dele acabava de falar.—Por mim não fica bravo, que eu tô com a sua mulher, se ela precisar de algo de mim, tô aqui pronto pra me “sacrificar”, que pela mulher de um amigo eu faço de tudo, só que antes ela não quis que eu comesse o cu dela—Ezequiel começou a rir, dizendo que a gente tinha armado tudo na sauna, que ele quase tinha acreditado.
Silvia, olhando pra ele de um jeito desafiador, tirou a calcinha do biquíni e entregou pro marido, que ficou surpreso. Depois tirou a parte de cima e ele já tava alucinando, não conseguia acreditar, e quando ela se levanta e passa a mão na buceta pra mostrar pro marido...—pra tu ver que não sou ruim, vou deixar você preparar minha buceta, porque essa parada que seu amigo tem aí precisa que você prepare pra mim, não é igual o que você tem—e passou o creme sem esperar resposta do marido, virou de costas e arrebitou a bunda, começou a me beijar na boca. Nessa posição, não dava pra ver o que Ezequiel tava fazendo, até que Silvia interrompeu o beijo.—Ezequiel, você tá mandando tão bem que tá me deixando com muito tesão. Continua assim, deixa ele bem—E a cada vez que eu devorava a boca dela com mais e mais tesão. Eu não tinha parado de tocar a buceta dela, principalmente o clitóris, e ela pediu pra eu parar, falou que já estava pronta, do jeito que tinha que estar.
Ela tentou uma posição que não tava dando certo, porque não conseguia se equilibrar direito, e sem mais delongas, saiu da banheira, me fez sair também e se sentou numa poltrona baixa, daquelas de sentar pra calçar sapato, se secar, essas coisas, deixando a bunda dela prontinha pra mim. Antes de qualquer coisa, passei um pouco de creme no meu pau, enquanto Ezequiel olhava com uma cara de espanto. Me aproximei da mulher dele, que estava na altura perfeita. No começo, foi um pouco difícil furar aquele cu, que já tinha sido usado antes, mas nunca por algo do tamanho do meu pau, e ela ia contando pro marido tudo que tava rolando, mesmo ele tendo mudado de posição e vendo tudo claramente.—Ezequiel, não tem comparação, parece que é a primeira vez, mas com muito mais prazer. Esse sim é um homem, você já teria gozado— E ela começou a gemer, começou a me provocar também, provocava nós dois e no final o marido dela se colocou na frente dela, enfiou o pau perto da boca dela e agora sim ela estava completa, um fodendo o cu dela e o outro a boca.
Aquela situação deixou ela tão puta que mandou o marido deitar no chão. Ezequiel colocou umas toalhas e se deitou em cima, Silvia sentou nele enfiando o pau e depois, quase gritando, pediu pra eu continuar com o cu dela. Era a primeira dupla penetração dela e ela gozou assim que sentiu os dois paus dentro. Mas não foi o suficiente, porque ela pedia mais movimento.
Ela ficava fora de si, dois paus só pra ela e não parava de gritar, de falar frases pesadas pro marido, tipo "olha minha cara de puta, corno", "olha como tão fodendo meu cu", "tem um pau melhor que o seu", "sabe me foder como eu preciso", "vai me foder sempre que eu quiser", "depois você vai lamber minha buceta quando ele tiver enchido ela" e o Ezequiel respondia tudo com uns "sim" prolongados, que parecia que ele nem tava ouvindo o que ela dizia.
Quando a gente tava os três num puta desenfreado, ouve um aviso e uma tela acende, a filha dela voltou e mostra a porta de entrada do terreno do chalé, eu consigo ver ela gesticulando com um cara. Ezequiel nem se mexe, parece que não percebeu nada, e a Silvia...—que se foda o pai dela, o corno do pai dela, se apressem, porque não quero ficar pela metade—E ela gozou, e o marido dela atrás. Ela tentou se soltar, mas não deixei, e pra isso segurei ela bem firme pelos quadris. O Ezequiel conseguiu sair de baixo e foi entreter a filha dele, se fosse necessário, enquanto a Silvia e eu continuávamos transando. A gente levantou, tirei a camisinha e fiz ela se agarrar no meu pescoço, com meus braços levantei ela e, de pé, meti nela até os dois gozarem. Ela desceu rápido, vestiu o roupão, e eu fiz o mesmo. Fui até onde o Ezequiel estava, e ele tava numa conversa normal com a filha dele, que dizia que tinha brigado com o namorado, mas não tava nem um pouco preocupada nem parecia mal. Tão de boa que começou a zoar a gente sobre o que a gente fazia na jacuzzi. A Silvia chegou bem na hora das brincadeiras da filha e chamou a atenção dela, falando pra não passar do limite e não ser vulgar. A filha foi deixar o casaco e a bolsa, e enquanto ela se afastava, a Silvia deu boa-noite pra noite.—Foderam a noite dos três, mas você, Ezequiel, tem sorte, porque vou te dar o que te prometi antes. Entendi de primeira, mas o Ezequiel não ouviu o que ela disse enquanto a gente transava, ou se fez de besta, porque perguntou pra mulher dele o que ia dar pra ele, e ela, bem explícita, falou.—bem, uma combinação que eu e seu amigo preparamos, uma combinação especial pra corno, mas muito gostosa—Ezequiel ficou tão vermelho que quando a filha dele chegou, perguntou o que tinha acontecido pra ele estar tão corado, e dessa vez ele claramente se fez de desentendido. Foram pro quarto deles, a filha disse que ia ficar conversando com uma amiga e eu fui pro meu quarto. Fui pro banheiro, lavei a boca, lavei o resto e me joguei na cama.
Comecei a trocar mensagem com um casal de fora que conheço há três anos, e eles estavam me convidando pra passar o réveillon na casa deles. A gente foi ficando “animado” todo mundo, porque tinha muita intimidade, e foi ela quem tomou a iniciativa, deixando o marido dela e eu no clima. Tudo porque eu não confirmava a parada do réveillon, e não era porque eu não podia — na real, na minha cabeça eu tava pensando em passar com um casal que eu ainda não tinha ficado, e tava com muita vontade, mesmo sem fechar a porta de vez porque esse casal não tava muito certo e a gente tinha “divergências” de opinião. Eles mudaram de ideia e falaram que dava pra gente se ver na noite de Natal, aí sim eu falei que era impossível, sem dar mais explicação, porque eu tinha que ir pra cidade da família e passar com eles. A gente ia fazer uma chamada de vídeo quando abrem a porta sem bater — era a Regina. A única luz acesa é a do banheiro, que eu deixei ligada. Regina vem com uma camisola feminina, mas que parece grande demais pra ela. A gente se olha, eu tô meio coberto, porque tô com as costas apoiadas na cabeceira da cama. Tô vestindo uma camiseta e uma calça comprida pra dormir.
Quando chega perto da cama, ela tira o casaco da camisola, desabotoando devagar e sem desviar o olhar dos meus olhos. Fico alucinado vendo os peitos dela — são top, top. Em seguida, tira a calça, e conforme ela vai tirando, meu pau arma uma barraca bem visível debaixo do cobertor. Ela entra na cama e se cobre, depois passa a mão pela minha perna até chegar no meu pau.—Ficou assim porque ficou feliz em me ver? E que alegria que me dá, porque essa é mais que o dobro da do meu namorado, me dá vontade de mandar uma foto pra ele se foder, acertei em provocar a briga, sabia que você tinha que ter alguma surpresa além do seu olhar—E aí ela se jogou pra me beijar na boca e eu correspondi com toda a intensidade. Não parou por aí, porque ao mesmo tempo me deixou pelado num piscar de olhos. Depois que me tirou a roupa, sentou em cima das minhas pernas, sem enfiar a rola, afastou a roupa de cama e ficou olhando pro meu pau enquanto passava a mão nele.Que maravilha, eu precisava ver ele antes de enfiar, é que eu tava apalpando e sentia até as batidas das veias, não sabia que dava pra marcar tanto assim, só com isso eu quase gozo.Com a mesma lentidão que teve quando tirou o pijama, ela teve pra enfiar o pau na buceta dela. Levantou um pouco o corpo, ficou passando o pau na racha dela e depois começou a se foder sozinha, enfiava um pouco e subia, até que enfiou tudo e soltou um suspiro profundo. Ela fazia um biquinho com os lábios e soltava o ar, me dizia que não podíamos fazer barulho, que não queria que os pais dela ouvissem. Foi uma das poucas vezes que deixei ela tomar a frente. Porque era impressionante como ela tava mandando bem, sentada igual uma amazona, se acariciando os peitos, quando queria se abaixava pra enfiar um dos mamilos na minha boca e quando isso excitava ela demais, voltava pra posição de amazona.
Até que com meus dedos comecei a tocar o clitóris dela e, mesmo ela não querendo, eu fiz e ela não aguentou mais, gozou uma gozada tão foda quanto os peitos dela. Depois me fez um boquete que foi muito bom até eu gozar na boca dela, ela não fez frescura e engoliu tudo, e aí me disse—assim não dá, preciso gritar, berrar, ficar louca, fora de mim, porque senão é como se não tivesse transado e você merece uma dedicação especial, a gente precisa se ver sem meus pais por perto—Teve um momento que me pareceu que alguém tava nos observando, mas podia ser imaginação. A Regina levantou, pegou o pijama dela e só vestiu a jaqueta. De manhã, acordei lá pro meio da manhã e o Ezequiel me chamou pra conversar sozinho.— Teu comportamento foi inapropriado, não bastou você foder minha mulher, também fodeu minha filha. Você me decepcionou pra caralho. Não esperava isso de você.
— Qual é, Ezequiel, não te vi reclamar nada quando tua mulher mandou você preparar a bunda dela pra mim. Agora vai se fazer de quê? Porque se tá com remorso agora, é só falar e pronto. Não precisa vir com essas outras besteiras.
— Com a minha filha você não pode ter nenhum tipo de relação, vocês não podem ser um casal, porque você comeu a mãe dela. Você não entende, porra?
— Mas quem disse que eu e sua filha somos um casal ou vamos ser. Foi algo casual e pronto.
— É que você profanou a minha casa.
— Ezequiel, não viaja, não profanei nada, porque quando algo é feito de comum acordo, cadê a profanação?
— Não tô viajando.
— Olha, chegou a esse ponto, vou embora e vai tomar no cu. Sério, você tá fazendo uma tempestade num copo d'água. E não se preocupa comigo, que não vou mais "profanar" a sua casa.Em seguida, deixando ele com a palavra na boca, fui pegar minhas coisas pra vazar, pra deixar ele na dele e ele poder analisar a situação direito. Da Regina não pude me despedir porque tava dormindo e, segundo os pais dela, nos fins de semana ela só acordava na hora do almoço. Fui me despedir da Silvia, que tava na sala com o notebook e um monte de pastas. Quando me viu com minha "bagagem", ela olhou estranho.— Cê vai embora? Aconteceu alguma coisa?
— O Ezequiel tá puto da vida, melhor eu deixar ele se acalmar.
— Kkkkkkkkkk.
— Do que você tá rindo?
— Não fala que fui eu que te contei. É que ele disse que ia ficar meio tenso, pra tu não achar que ele é menos que você, e eu falei pra ele: cuidado com o que faz, não exagera. E pelo que tô vendo, ele exagerou.
— Se é que ela viu as coisas de outro jeito e, bom, a cabeça dela ficou toda bagunçada.
— Sei bem do que você tá falando, ele me acordou pra contar o que tava rolando no seu quarto e eu mandei ele calar a boca, lembrar do que a gente acabou de fazer nós três.
— De qualquer jeito, vou embora e assim você pode respirar sossegado.
— Tudo bem, mas não se esquece da gente e agora me dá um beijo de despedida bem gostoso.Nós morremos de um jeito bem selvagem e tivemos que parar porque ficamos muito tarados os dois. Até ela mesma me falou isso.—Você me deixou excitada de novo e sem freio. Ou você vai embora agora, ou a gente vai pro meu quarto e eu tô nem aí pra mais nada—Me custou um grande esforço, mas fui embora e o tempo dirá o que vai rolar.
— Durmo pouco, tenho coisa demais pra resolver.
— E que você não parasse de foder, que eu te conheço.
— Kkkkkkkkkk, que nada, tô numa fase que tô zerado.
— Não acredito em você, que você é um comedor de buceta.
— No momento em que durmo doze horas seguidas, recarrego as pilhas.
— O que você precisa fazer é vir passar um fim de semana no meu chalé na montanha. Ar puro, comida boa e assim você conhece minha mulher e, principalmente, minha filha.
— Se sua filha descobrir, vai te matar, você não muda, volta com a mesma merda.
— É que é verdade, ela precisa de um homem de verdade e não desses merdinhas com quem ela anda.
— Vai com quem ela gosta, deixa ela. Quantos anos ela tem já?
— Vai lá com a galera do círculo que se mexe, que são uns molengas, não trampam nem nada. Ela já tem 25 e terminou os estudos. Os amigos dela não fazem porra nenhuma e continuam matriculados na faculdade e os que tão sobrando.
— Já passa quando ele arrumar um trampo.
— Olha, você vem, conhece ela e de quebra descansa. Se ela não te disser nada, a gente enche a cara de cerveja e come pra caralho. Topa?
— Mas depois não fica brava. Combinado?Ela me passou todos os dados e queria que a gente se encontrasse na mesma sexta-feira, mas eu não sabia se ia rolar e falei pra ela, me comprometendo a estar lá no sábado de manhã. Ele continuou insistindo, e eu disse que tentaria aparecer na sexta. Na sexta, dei um jeito de terminar tudo às três e consegui. Fui pra casa, capotei e acordei depois das seis, tomei um banho rápido e fui pra casa do Ezequiel. Da mulher dele, só sei que é fisicamente mediana, cozinha muito bem e tem uma farmácia. Da filha, já falei o que sei e pouco mais. O importante é que o lugar onde ficava o chalé era uma área que eu curtia, e com certeza a gente ia relaxar. Quando cheguei, tinha segurança, me deixaram passar porque já tava anotado, e me explicaram o caminho até o chalé. Fiquei impressionado porque imaginava uma casa normal, mas era uma construção grande e super moderna, pelo menos por fora. O Ezequiel já tinha aberto o portão pra eu entrar com o carro e tava me esperando porque o pessoal da guarita tinha avisado. Estacionei onde ele mandou, peguei a maleta pequena e ele me levou pra me apresentar pra mulher e a filha dele. A mulher ainda não tinha chegado, atrasada por causa de algo na farmácia, e ele me apresentou pra filha, que teve que chamar. O aquecimento tava ligado e fazia um calorão. A filha, Regina, 1,70, magra, peitão grande e bem colocado, porque percebi na hora que não tava usando sutiã por baixo do top. O top deixava a barriga dela de fora, e dava pra ver que ela malha. Tava usando uma calça elástica de tornozelo, bem justa, dava pra ver a fenda da buceta e uma bunda gostosa. Ela não tava maquiada, rosto limpo, não era muito bonita, mas o rosto dela tinha algo de morbidão que atraía. O que mais chamava atenção no rosto dela era a boca, com uns lábios ideais pra chupar um pau, não sei se era natural ou não, mas dava vontade de ver aqueles lábios no meu pau, sim. Era uma mina agradável e pelo menos educada, não me recebeu com cara feia, embora Tava mais ligada no celular dela. O pai dela, não sei se por alguma estratégia ou se realmente tinha algo urgente pra resolver, nos deixou sozinhos um tempinho, e ela tinha saído pra falar com o pai, naquela de ser direta.— Certeza que não sobrou outra opção pra você além de vir, é o que acontece quando seu chefe é alguém como meu pai. O que ele te disse, que se você virar minha namorada, vai ter um emprego melhor?
— Não sei quem você pensa que é, mas não acertou uma. Conheci seu pai no meu primeiro trampo, mas agora a gente não trabalha mais junto nem tem nada a ver profissionalmente. É só uma amizade, e ele me convidou pra passar o fim de semana, mas se te incomoda, vou embora.
— Qual é, não me incomoda não, e de verdade me desculpa, não sei por que falei tudo isso. É que meu pai me tira do sério, sei que ele faz de boa vontade, mas é muito insistente.
— Pelo que você disse já tô ligada, mas uma coisa me chama a atenção. Uma mina que é muito gostosa, que deve ter um monte de caras atrás dela, que que tá fazendo aqui num fim de semana?
— Kkkkkkkkkkkkk, não tantos caras assim e é verdade, tô aqui por um acordo com o velho. Ele "financia" meus caprichos e necessidades, mas às vezes insiste pra eu vir com eles pra cá. Pra fazer vida de família e, nesse fim de semana, viesse você ou não, era minha vez.
— Em acordo de família eu não me meto, mas tu mente com essa história de que não tem muito tio atrás de ti.
— Kkkkkkkkkkk, no fim tu vai ficar igual minha mãe, que fala que eu devia conhecer outro cara, que com esse tô desde os 14.
— Bom, tô com a sua mãe, mas não vou ser eu quem vai falar nada sobre isso. Mas vou te dar uma força pra que seja o seu pai a mandar você sair hoje à noite, deixa comigo.
— Não, não faz nada, pelo menos esse fim de semana vai ser divertido contigo e não sozinha com esses dois.Quando o pai dela voltou, o olhar dele era outro e ele disse que ia pro quarto. Ezequiel não tocou no assunto de que tinha falado com a filha e me levou até um depósito que ele tinha feito, pegou um par de garrafas de vinho tinto e uma de uísque, que abriu na hora, e a gente tomou um copo. A gente tava falando de futebol quando a mulher dele chegou, e sem nem ver direito, ela disse que ia subir pra trocar de roupa e que em cinco minutos tava de volta. E foi verdade, ao contrário do que eu pensei, ela desceu no tempo que disse. O marido apresentou a gente: "Silvia, esse é o Pelayo". Silvia era um pouco mais baixa que a filha, e a primeira coisa que percebi foi que os lábios da filha eram naturais, porque os da mãe eram ainda mais provocantes. Mais gostosa que a filha e com um decoraço, que deixava ver que, mesmo um pouco caídas, ela tinha uns peitos maiores que os da filha. Ela sorriu pra mim, não sei se por educação ou porque percebeu como eu olhei pros peitos dela. A gente se aproximou e trocamos dois beijos nas bochechas. O primeiro foi educado, e o segundo eu dei perto dos lábios dela, ela não se intimidou e respondeu numa boa.
Silvia devia ter uns 48 anos, isso eu calculei por umas coisas que lembro que Ezequiel me disse, embora ela não aparentasse mais de 42 ou 44. A primeira coisa que Silvia disse pro marido—vê se presta atenção, olha como dá pra manter a forma física mesmo no confinamento—Quis dar uma força pro meu amigo.—é que as academias ficaram fechadas e é complicado fazer esporte e exercício— Ela começou a rir e me disse pra acompanhá-la, falando pelo caminho que o marido dela, que vinha junto, ia me mostrar a primeira coisa que entrou naquela casa. Era uma academia completa, não faltava nada. Não tinha mais desculpa, porque ela disse que passaram todo o confinamento ali. Tanto na ida pra academia quanto na volta pra sala, ela ia na frente e a bunda dela tinha um movimento que dava vida pro meu pau. A filha tinha se trocado, colocando umas leggings pra ir malhar, a mãe disse que agora ela ia e eu e Ezequiel fomos continuar conversando. Sugeri sairmos pro jardim, porque o calor tava insuportável, e a gente saiu.— Ezequiel, o que eu vi da sua casa é um absurdo, tô gostando pra caralho e é um crime você ter uma academia dessa e não usar.
— É que depois do dia inteiro trabalhando, chegar e meter um treino é foda pra caralho, mas é uma meta que tenho pro ano que vem.
— Kkkkkkkkkkk, essa história de metas de ano novo me dá é risada, parar de fumar, se matricular na academia, fazer dieta, etc. Ninguém cumpre kkkkkkkkkkkk.
— Vamos mudar de assunto, o que achou da minha filha, ela te caiu bem? Você gosta dela?
— Em dez minutos não dá pra saber muita coisa, mas de cara ela me caiu bem e fisicamente é uma gostosa.
— Mas é o teu tipo?
— Repito, ela é muito gostosa e claro que poderia ser meu tipo, embora não seja meu protótipo ideal. Sendo sincero contigo.
— Não me fode, filho da puta, seja mais claro, qual é o seu protótipo ideal então?
— Espero que você não se irrite, você é direto e eu também vou ser.
— Olha, com a sua filha é questão de pelo menos se conhecer um pouco mais e eu sei que tinha chances de rolar um encontro mais íntimo.
— Espera aí, deixa eu entender direito. Quão fresco eu sou, o que você tá dizendo é que se conhecesse ela um pouco mais, você comeria ela, é isso?
— Pois é, é isso aí.
— buceta, não fica de frescura, fala na língua da gente, porra.
— Continuo, no entanto, pra você me entender e depois, se quiser, pode me expulsar da sua casa. Sua mulher eu comeria na hora.
— Me deixou de boca aberta. Gosto da sua sinceridade, mas não sei o que te dizer. Que não fiquei puto. Que sei que a Silvia é muito gostosa, que mais de um dava uma lapada nela. Uma dúvida, se ela se oferecesse, você comeria ela? Mesmo sendo minha mulher.
— Seria difícil não fazer, mas se ela ficasse muito, muito na mão, com certeza.
— Pelo menos você não me engana nem mente na sua resposta. Vou ter que ficar de olho em você porque não te contei isso, mas a Silvia é extremamente tarada e há muito tempo que fica sem ficar totalmente satisfeita.
— Tá vendo? É isso que dá não fazer exercício.
— Já, tô ligada nisso e também nos anos que a gente passou junto. Por isso que eu falo pra minha filha pra trocar, porque o namorado dela, e não é achismo, não dá conta de satisfazer ela, e ela é tão fogosa quanto a mãe.
— NÃO ME DIGA QUE VOCÊ ESPIOU ELA? Não acredito.
— A esses extremos não chego, mas como às vezes ela fica aqui ou quando vamos de férias, sem querer eu escuto elas, e minha filha tem muito gênio e fala de tudo, é igual à mãe: se são barulhentas na hora do love, também são quando tão de mal humor.
— Me surpreendeu que você não se abalou quando eu falei da sua mulher, só aquele silêncio, dúvida de falar alguma coisa.
— Porque sei que mais cedo ou mais tarde a Silvia vai me passar a "rasteira", que até agora não aconteceu, mas isso é como uma espinha, uma hora ou outra estoura.
— Pois é, você tem isso bem claro, me impressiona tanta clareza.
— Com o tempo e se você morar junto, vai entender. Quando éramos jovens, era um tesão o tempo todo. Já a Silvia era mais tranquila, e isso foi mudando com o tempo: ela foi aumentando e eu fui diminuindo. As broxadas cada vez mais frequentes, é a vida. Você nunca deu uma broxada?
— Por enquanto não e espero nunca conhecer, hahahahaha.A conversa foi interessante, mas fiquei na dúvida se ela se importaria de eu tentar comer a mulher dela, e o que ficou claro é que, se dependesse dele, eu estaria com a filha dele — algo que já estava virando rotina com mais de um pai e mãe. No resto da noite, ficamos todos juntos, e tanto com a mulher quanto com a filha, minha atitude foi de conquistá-las, e parecia que estava dando certo, porque cada uma queria que eu desse mais atenção a ela. O namorado da filha ligou no celular, e ela se afastou da mesa. Nesse momento, fiz uma investida mais direta na Silvia, mas ainda com discrição, mais com olhares diretos do que com palavras. Ela correspondia, mas eu não conseguia decifrar se aquela correspondência era só um jogo, por gostar, por se sentir desejada ou algo mais. Eu tava pensando em fazer um movimento mais ousado e totalmente direto, mas tinha que esperar o momento.
Esse momento chegou quando a gente tinha que arrumar a mesa. Com a desculpa de ir ao banheiro, ajudei, já que o Ezequiel disse que ia preparar as bebidas e nem fez menção de pegar um prato. Na cozinha, que era grande e impossível de rolar um esbarrão acidental, me aproximei por trás dela e falei que ela tinha se sujado, fingindo que ia limpar a bunda dela, mas na verdade acariciei descaradamente o rabo dela. A única reação dela foi ficar vermelha e com cara de tesuda. A filha dela continuava falando, e dava pra ouvir uma briga feia com o namorado. Fingi que ia ao banheiro e, na volta, passei de novo pela cozinha. Dessa vez, não inventei desculpa nenhuma: fiquei do lado dela e, enquanto perguntava se precisava de mais alguma coisa, acariciei a bunda dela longamente. Quando ela balançou a cabeça dizendo que não, eu falei:—se precisar de algo de mim, o que for, é só falar que te dou uma mão—E já ia indo embora quando vejo a cara dela e não consegui me segurar, me encostei nela pra que a bunda dela sentisse a dureza do meu pau e falei no ouvido dela, sussurrando—que sorte que o meu amigo tem de aproveitar esse corpaço a toda hora, todo santo dia—Deu uma gargalhada e me soltou.—então explica pro teu amigo, porque não tem jeito—Sabia do que ele tava falando, e agora passei as mãos na frente e agarrei os peitos dela, sentindo bem o tamanho, a dureza dos bicos.
Me afastei e voltei pro Ezequiel, que já tinha preparado as bebidas. Do que rolou na cozinha, só ficou um gosto ruim: a Silvia não se mexeu nenhum momento quando eu encostei nela, não fez nada, ficou parada que nem uma estátua. Como a gente ainda tava sozinho, o Ezequiel me perguntou.—Do que a gente conversou antes, você acha que se quisesse, levaria a Silvia pra sua cama?E pra sair dessa pergunta, respondi que como não conhecia bem a mulher dele, não podia responder aquilo. Ele não ficou satisfeito.—vou te perguntar de outro jeito e, antes que você faça isso, já te aviso que tenho a mente bem aberta. Você gostaria de levar a Silvia pra fazer o que quisesse com ela?dessa vez eu não quis dar o fora—claro que tua mulher daria tesão em qualquer cara com sangue nas veias. O que me preocupa é quando um marido diz que é mente aberta, falam isso dando a entender uma coisa e no fim é outra—esperava que com isso tudo ficasse por ali, mas ele não quis—buceta, no final vou ter que fazer um croqui pra você, tentar comer ela ou melhor dizendo, você comer ela e se eu puder ver ou ouvir, melhor ainda—Chegou a Regina e ela veio de mal humor, e o pai dela não esperou, já mandou: se ela quisesse, que fosse com os amigos. Que não queria ela de cara feia em casa. Ela ia sair, e a mãe disse pra não voltar naquela noite, que não gostava que ela pegasse o carro depois de festar. Que ficasse em Valência, na casa dela. Olhei a hora e era cedo, a gente tinha jantado no horário de hospital, kkkkkkkkkk, não tava acostumado a jantar tão cedo. Tudo porque o Ezequiel gostava de ver um programa de TV, o Got Talent. A gente sentou e, entre a temperatura que tava dentro de casa e o que a gente tinha bebido, o calor subia. Como tinha uma jacuzzi enorme e uma sala de sauna de alvenaria, sugeri a gente dar um mergulho e depois uma sauna leve, que era bom pra depois de beber. Os dois pularam na hora, meu amigo não podia pegar sauna, a pressão dele ia pro chão. Mas ele achou de boa e disse que ficaria na jacuzzi vendo TV, e a gente podia ir pra sauna.
Teve que "convencer" a Silvia, e no fim ela topou. O único problema é que eu não tava de sunga, e falei isso. A Silvia, antes que eu continuasse falando, disse que me emprestava uma do marido dela. Me passaram uma que cabia dois, apertei bem o cordão que tinha e fomos pra jacuzzi. Entramos eu e meu amigo, porque a mulher dele ainda não tava lá. A gente tava na academia, que era onde ficavam a jacuzzi e a sauna, uma separada da outra. Pra mim, tanto fazia o que tava passando na TV, eu queria ver a Silvia, e ela não decepcionou: desceu com um biquíni verde-limão, a parte de cima não é que era pequena, é que era difícil segurar aqueles dois peitões, que queriam pular pra fora, e os bicos marcavam demais. A parte de baixo, bem justinha, e quando ela largou a toalha grande que tava carregando, deu pra ver a bunda, porque era tipo fio dental e enfiava entre as duas bandas, deixando uma raba linda à mostra.
Ainda bem que minha sunga era grande, porque senão meu pau ia aparecer sem eu conseguir evitar. Falei de ir pra sauna e eles perguntei como tava indo, Ezequiel da jacuzzi me explicava como tava e eu tirei a sunga e enrolei uma toalha na cintura. A porta tinha um vidro fumê retangular, de dentro dava pra ver tudo lá fora. Eu via os dois sem falar nada, até que ela levanta, enrola a toalha, tira o biquíni e vem pra sauna, então eu sento e espero. Ela entra e senta na minha frente, eu tô sentado relaxado e não tiro o olho dela, ela toda vez que cruza o olhar com o meu, desvia.
Eu levanto, ela fica tensa e eu olho pelo vidro fumê, vendo Ezequiel vidrado na TV. Viro, fico de pé na frente dela e solto a toalha dela, que cai um pouco e mostra os peitos, meio caídos mas com uns bicos incríveis, cor escura e tamanho. Ela tem um corpo gostoso e começo a acariciar os bicos dela, ela só deixa, os fuck you e além de acariciar, começo a apertar, isso faz ela me olhar sem desviar e respirar pesado. Ela não fica mais parada, tira minha toalha e ao ver meu pau me fala sem vergonha, como farmacêutica vou receitar esse pauzão e que bolas enormes você tem, parecem de um touro, são lindas e começa a acariciar elas bem devagar. Me lambe o pau e as bolas, saboreia e se delicia com elas. Tiro a toalha dela toda. Fico vendo a buceta dela, que me chama atenção porque o monte de vênus é bem cuidado mas tem bastante pelo. Mas na buceta mesmo, nem um. Me agacho e começo a chupar ela, ela morde a toalha pra não ser ouvida, porque até com a toalha dá pra ver que ela geme alto.
Quando ela tava me tocando o pau, ela falava—É uma pena que o Ezequiel esteja aí fora, senão tu ia te foder, mas agora não dá—De repente, ela me empurra com as mãos apoiadas na minha cabeça e me manda parar. Olho pra ela, e ela diz que quer comigo, que tá morrendo de vontade, mas deixa claro que é só um pouquinho, pra experimentar e parar, porque não aguenta mais. Eu não tinha camisinha e avisei, ela disse que não era problema e que ia ser só um minuto. Queria comer ela de quatro, mas ela não quis; segundo ela, queria controlar tudo e acabar rápido. Sentei, e ela se posicionou por cima, de pernas abertas, pegou no meu pau com gosto e ficou esfregando na buceta até encaixar pra meter. Foi bem devagar, mordendo o lábio, fazendo cara de quem tava gostando muito, até que enfiou o pau todo. Ficava sussurrando: "só um minuto, só um minuto", repetindo sem parar, mas o minuto passou e ela não saiu. Chupei os peitos dela, e aí ela ficou mais "safada", me chamando de...—que filho da puta você é, comendo a mulher do seu amigo na cara dele, já te falei, otário—Sei que ela fazia de propósito, continuava fodendo e enfiava uns dois dedos no cu dela.—fazemos um bom trio, o corno assistindo TV, a puta fodendo com o filho da puta que enfia os dedos na buceta dela—Ela tava se embalando, mas quando me ouviu, percebeu a situação. Levantou na hora e me deixou com o pau escorrendo, soltando bocadas de ar. Virou as costas pra mim e ficou olhando pelo vidro da porta. Levantei e dessa vez pensei em foder do meu jeito. Enfiei meu pau entre as pernas dela, ela suspirava, e quanto mais suspirava, mais eu ia controlando, até que fiz ela se jogar pra trás. Se ela achou que eu ia meter na buceta dela, se enganou, porque coloquei meu pau na entrada do cu dela, e ela soltou um gemido que dizia "por aí não, é grande demais". Ela me deu um empurrãozinho, eu me afastei, ela pegou a toalha e saiu. Cinco minutos depois, eu saí também. Ela tava pegando o biquíni onde tinha deixado. Foi pro jacuzzi, e o marido dela, sem mais nem menos, perguntou.—pois é, durou pouco a foda de vocês, que foi, não deu conta do recado?—Silvia fez cara de fera e respondeu puta da vida.—já tá nessa, que chato você fica. Como é que você tem coragem de falar isso e ainda na frente do seu amigo, você devia ter vergonha, porque nem dá pra se desculpar dizendo que bebeu demais—Ela já tava indo embora quando o marido pediu perdão e mandou ela entrar na banheira de hidromassagem. Acho que pra ele não falar mais besteira, ela vestiu o biquíni molhado e entrou. Pra não piorar o climão entre eles, entrei a pedido do Ezequiel na banheira. Na hora ele pediu um beijo de reconciliação, ela relutou mas no final deu e ele fala:—pois fala o que quiser, mas sua boca tem gosto de pau—Ela ficou vermelha e deu uma saída gostosa que deixou o Ezequiel todo cortado.—ah é? QUANTAS PIROCAS VOCÊ JÁ COMEU NA SUA VIDA PRA SABER QUAL É O GOSTO?—Bati palmas rindo do que a Silvia tinha acabado de falar, ela tava entre nós dois, mas com uma distância. Com a desculpa de enxergar melhor a TV, me mexi e fiquei bem perto dela, comecei a passar a mão. Ezequiel continuava remoendo como responder à patada que a mulher dele deu, até que achou o que dizer.—cê tem razão, exagerei e, além disso, com certeza o Pelayo prefere as mais novinhas, tipo a nossa filha—Foi só eu falar isso e a Silvia já deixou eu meter a mão nela, não dava pra ver nada porque tinham jogado sais ou algo do tipo.
Pouco depois, a Silvia saiu dizendo que já voltava. Voltou com outro biquíni, menos chamativo, e um pote de creme, que deixou perto da mão dela quando entrou de novo na água com a gente. Sem mais nem menos, e sem esperar, a mulher começou a acariciar o Ezequiel por baixo da espuma. Ele se assustou e perguntou de forma autoritária:—MAS QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO? Cê já tá biruta, é?e ela, num tom mais engraçado mas sério—então vamos ver quem vai me foder essa noite, porque ou é você ou eu me viro, e agora mesmo não tem muita opção, e te garanto que o Pelayo tá bem armado e vai me deixar toda gostosa—Ezequiel, mesmo fingindo estar bravo, tinha os olhos brilhando de safadeza e quis me pedir desculpas pelo que a mulher dele acabava de falar.—Por mim não fica bravo, que eu tô com a sua mulher, se ela precisar de algo de mim, tô aqui pronto pra me “sacrificar”, que pela mulher de um amigo eu faço de tudo, só que antes ela não quis que eu comesse o cu dela—Ezequiel começou a rir, dizendo que a gente tinha armado tudo na sauna, que ele quase tinha acreditado.
Silvia, olhando pra ele de um jeito desafiador, tirou a calcinha do biquíni e entregou pro marido, que ficou surpreso. Depois tirou a parte de cima e ele já tava alucinando, não conseguia acreditar, e quando ela se levanta e passa a mão na buceta pra mostrar pro marido...—pra tu ver que não sou ruim, vou deixar você preparar minha buceta, porque essa parada que seu amigo tem aí precisa que você prepare pra mim, não é igual o que você tem—e passou o creme sem esperar resposta do marido, virou de costas e arrebitou a bunda, começou a me beijar na boca. Nessa posição, não dava pra ver o que Ezequiel tava fazendo, até que Silvia interrompeu o beijo.—Ezequiel, você tá mandando tão bem que tá me deixando com muito tesão. Continua assim, deixa ele bem—E a cada vez que eu devorava a boca dela com mais e mais tesão. Eu não tinha parado de tocar a buceta dela, principalmente o clitóris, e ela pediu pra eu parar, falou que já estava pronta, do jeito que tinha que estar.
Ela tentou uma posição que não tava dando certo, porque não conseguia se equilibrar direito, e sem mais delongas, saiu da banheira, me fez sair também e se sentou numa poltrona baixa, daquelas de sentar pra calçar sapato, se secar, essas coisas, deixando a bunda dela prontinha pra mim. Antes de qualquer coisa, passei um pouco de creme no meu pau, enquanto Ezequiel olhava com uma cara de espanto. Me aproximei da mulher dele, que estava na altura perfeita. No começo, foi um pouco difícil furar aquele cu, que já tinha sido usado antes, mas nunca por algo do tamanho do meu pau, e ela ia contando pro marido tudo que tava rolando, mesmo ele tendo mudado de posição e vendo tudo claramente.—Ezequiel, não tem comparação, parece que é a primeira vez, mas com muito mais prazer. Esse sim é um homem, você já teria gozado— E ela começou a gemer, começou a me provocar também, provocava nós dois e no final o marido dela se colocou na frente dela, enfiou o pau perto da boca dela e agora sim ela estava completa, um fodendo o cu dela e o outro a boca.
Aquela situação deixou ela tão puta que mandou o marido deitar no chão. Ezequiel colocou umas toalhas e se deitou em cima, Silvia sentou nele enfiando o pau e depois, quase gritando, pediu pra eu continuar com o cu dela. Era a primeira dupla penetração dela e ela gozou assim que sentiu os dois paus dentro. Mas não foi o suficiente, porque ela pedia mais movimento.
Ela ficava fora de si, dois paus só pra ela e não parava de gritar, de falar frases pesadas pro marido, tipo "olha minha cara de puta, corno", "olha como tão fodendo meu cu", "tem um pau melhor que o seu", "sabe me foder como eu preciso", "vai me foder sempre que eu quiser", "depois você vai lamber minha buceta quando ele tiver enchido ela" e o Ezequiel respondia tudo com uns "sim" prolongados, que parecia que ele nem tava ouvindo o que ela dizia.
Quando a gente tava os três num puta desenfreado, ouve um aviso e uma tela acende, a filha dela voltou e mostra a porta de entrada do terreno do chalé, eu consigo ver ela gesticulando com um cara. Ezequiel nem se mexe, parece que não percebeu nada, e a Silvia...—que se foda o pai dela, o corno do pai dela, se apressem, porque não quero ficar pela metade—E ela gozou, e o marido dela atrás. Ela tentou se soltar, mas não deixei, e pra isso segurei ela bem firme pelos quadris. O Ezequiel conseguiu sair de baixo e foi entreter a filha dele, se fosse necessário, enquanto a Silvia e eu continuávamos transando. A gente levantou, tirei a camisinha e fiz ela se agarrar no meu pescoço, com meus braços levantei ela e, de pé, meti nela até os dois gozarem. Ela desceu rápido, vestiu o roupão, e eu fiz o mesmo. Fui até onde o Ezequiel estava, e ele tava numa conversa normal com a filha dele, que dizia que tinha brigado com o namorado, mas não tava nem um pouco preocupada nem parecia mal. Tão de boa que começou a zoar a gente sobre o que a gente fazia na jacuzzi. A Silvia chegou bem na hora das brincadeiras da filha e chamou a atenção dela, falando pra não passar do limite e não ser vulgar. A filha foi deixar o casaco e a bolsa, e enquanto ela se afastava, a Silvia deu boa-noite pra noite.—Foderam a noite dos três, mas você, Ezequiel, tem sorte, porque vou te dar o que te prometi antes. Entendi de primeira, mas o Ezequiel não ouviu o que ela disse enquanto a gente transava, ou se fez de besta, porque perguntou pra mulher dele o que ia dar pra ele, e ela, bem explícita, falou.—bem, uma combinação que eu e seu amigo preparamos, uma combinação especial pra corno, mas muito gostosa—Ezequiel ficou tão vermelho que quando a filha dele chegou, perguntou o que tinha acontecido pra ele estar tão corado, e dessa vez ele claramente se fez de desentendido. Foram pro quarto deles, a filha disse que ia ficar conversando com uma amiga e eu fui pro meu quarto. Fui pro banheiro, lavei a boca, lavei o resto e me joguei na cama.
Comecei a trocar mensagem com um casal de fora que conheço há três anos, e eles estavam me convidando pra passar o réveillon na casa deles. A gente foi ficando “animado” todo mundo, porque tinha muita intimidade, e foi ela quem tomou a iniciativa, deixando o marido dela e eu no clima. Tudo porque eu não confirmava a parada do réveillon, e não era porque eu não podia — na real, na minha cabeça eu tava pensando em passar com um casal que eu ainda não tinha ficado, e tava com muita vontade, mesmo sem fechar a porta de vez porque esse casal não tava muito certo e a gente tinha “divergências” de opinião. Eles mudaram de ideia e falaram que dava pra gente se ver na noite de Natal, aí sim eu falei que era impossível, sem dar mais explicação, porque eu tinha que ir pra cidade da família e passar com eles. A gente ia fazer uma chamada de vídeo quando abrem a porta sem bater — era a Regina. A única luz acesa é a do banheiro, que eu deixei ligada. Regina vem com uma camisola feminina, mas que parece grande demais pra ela. A gente se olha, eu tô meio coberto, porque tô com as costas apoiadas na cabeceira da cama. Tô vestindo uma camiseta e uma calça comprida pra dormir.
Quando chega perto da cama, ela tira o casaco da camisola, desabotoando devagar e sem desviar o olhar dos meus olhos. Fico alucinado vendo os peitos dela — são top, top. Em seguida, tira a calça, e conforme ela vai tirando, meu pau arma uma barraca bem visível debaixo do cobertor. Ela entra na cama e se cobre, depois passa a mão pela minha perna até chegar no meu pau.—Ficou assim porque ficou feliz em me ver? E que alegria que me dá, porque essa é mais que o dobro da do meu namorado, me dá vontade de mandar uma foto pra ele se foder, acertei em provocar a briga, sabia que você tinha que ter alguma surpresa além do seu olhar—E aí ela se jogou pra me beijar na boca e eu correspondi com toda a intensidade. Não parou por aí, porque ao mesmo tempo me deixou pelado num piscar de olhos. Depois que me tirou a roupa, sentou em cima das minhas pernas, sem enfiar a rola, afastou a roupa de cama e ficou olhando pro meu pau enquanto passava a mão nele.Que maravilha, eu precisava ver ele antes de enfiar, é que eu tava apalpando e sentia até as batidas das veias, não sabia que dava pra marcar tanto assim, só com isso eu quase gozo.Com a mesma lentidão que teve quando tirou o pijama, ela teve pra enfiar o pau na buceta dela. Levantou um pouco o corpo, ficou passando o pau na racha dela e depois começou a se foder sozinha, enfiava um pouco e subia, até que enfiou tudo e soltou um suspiro profundo. Ela fazia um biquinho com os lábios e soltava o ar, me dizia que não podíamos fazer barulho, que não queria que os pais dela ouvissem. Foi uma das poucas vezes que deixei ela tomar a frente. Porque era impressionante como ela tava mandando bem, sentada igual uma amazona, se acariciando os peitos, quando queria se abaixava pra enfiar um dos mamilos na minha boca e quando isso excitava ela demais, voltava pra posição de amazona.
Até que com meus dedos comecei a tocar o clitóris dela e, mesmo ela não querendo, eu fiz e ela não aguentou mais, gozou uma gozada tão foda quanto os peitos dela. Depois me fez um boquete que foi muito bom até eu gozar na boca dela, ela não fez frescura e engoliu tudo, e aí me disse—assim não dá, preciso gritar, berrar, ficar louca, fora de mim, porque senão é como se não tivesse transado e você merece uma dedicação especial, a gente precisa se ver sem meus pais por perto—Teve um momento que me pareceu que alguém tava nos observando, mas podia ser imaginação. A Regina levantou, pegou o pijama dela e só vestiu a jaqueta. De manhã, acordei lá pro meio da manhã e o Ezequiel me chamou pra conversar sozinho.— Teu comportamento foi inapropriado, não bastou você foder minha mulher, também fodeu minha filha. Você me decepcionou pra caralho. Não esperava isso de você.
— Qual é, Ezequiel, não te vi reclamar nada quando tua mulher mandou você preparar a bunda dela pra mim. Agora vai se fazer de quê? Porque se tá com remorso agora, é só falar e pronto. Não precisa vir com essas outras besteiras.
— Com a minha filha você não pode ter nenhum tipo de relação, vocês não podem ser um casal, porque você comeu a mãe dela. Você não entende, porra?
— Mas quem disse que eu e sua filha somos um casal ou vamos ser. Foi algo casual e pronto.
— É que você profanou a minha casa.
— Ezequiel, não viaja, não profanei nada, porque quando algo é feito de comum acordo, cadê a profanação?
— Não tô viajando.
— Olha, chegou a esse ponto, vou embora e vai tomar no cu. Sério, você tá fazendo uma tempestade num copo d'água. E não se preocupa comigo, que não vou mais "profanar" a sua casa.Em seguida, deixando ele com a palavra na boca, fui pegar minhas coisas pra vazar, pra deixar ele na dele e ele poder analisar a situação direito. Da Regina não pude me despedir porque tava dormindo e, segundo os pais dela, nos fins de semana ela só acordava na hora do almoço. Fui me despedir da Silvia, que tava na sala com o notebook e um monte de pastas. Quando me viu com minha "bagagem", ela olhou estranho.— Cê vai embora? Aconteceu alguma coisa?
— O Ezequiel tá puto da vida, melhor eu deixar ele se acalmar.
— Kkkkkkkkkk.
— Do que você tá rindo?
— Não fala que fui eu que te contei. É que ele disse que ia ficar meio tenso, pra tu não achar que ele é menos que você, e eu falei pra ele: cuidado com o que faz, não exagera. E pelo que tô vendo, ele exagerou.
— Se é que ela viu as coisas de outro jeito e, bom, a cabeça dela ficou toda bagunçada.
— Sei bem do que você tá falando, ele me acordou pra contar o que tava rolando no seu quarto e eu mandei ele calar a boca, lembrar do que a gente acabou de fazer nós três.
— De qualquer jeito, vou embora e assim você pode respirar sossegado.
— Tudo bem, mas não se esquece da gente e agora me dá um beijo de despedida bem gostoso.Nós morremos de um jeito bem selvagem e tivemos que parar porque ficamos muito tarados os dois. Até ela mesma me falou isso.—Você me deixou excitada de novo e sem freio. Ou você vai embora agora, ou a gente vai pro meu quarto e eu tô nem aí pra mais nada—Me custou um grande esforço, mas fui embora e o tempo dirá o que vai rolar.
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